22 jun Os 5 descuidos mais comuns em Marketing Digital

1. Tenho 100 mil fãs no Facebook, eu mando: Na verdade não, número de seguidores não importa, o trabalho é criar uma comunidade virtual onde os relacionamentos e as conversas saudáveis possam acontecer.

2. Não tenho ideia de tendências mobile para área dos meus clientes: Com os usuários frequentemente usando smartphones como um dispositivo social, todas as estratégias têm de ter uma conexão com plataformas móveis.

3. Tornar o tráfego como metas: como já falamos anteriormente: o tráfego é bom, mas o que importa é a conversão. Ficar contando apenas as visitas ao seu site pode ser uma estratégia muitas vezes enganosa; analise o comportamento do visitante ao seu site e verifique se ele navega nas páginas que você gostaria que ele estivesse.

4. Ter mesmo conteúdo em toda parte: você repetiria a mesma conversa várias e várias vezes para seus amigos? Passe algum tempo se colocando no lugar do usuário; descubra onde estão as novas tendências.

5. Terceirizar muito ou pouco? É sempre melhor a se envolver em áreas como coleta de informações, que é a parte central do marketing digital. Por outro lado, você pode ampliar o seu serviço ou “sair do quadrado” trazendo profissionais de fora.

Se você tem evitado essas armadilhas, você está fazendo um bom trabalho. Mas lembre-se que a atualização constante é chave para ser bem sucedido no marketing digital.

Read More

20 jun 10 Ferramentas para Gestão de Conteúdo e Pesquisa nas Mídias Sociais

#1 – SocialBakers: oferece serviços pagos para monitorar as estatísticas do Facebook, mas também fornece estatísticas gratuitas para Facebook e LinkedIn.

#2 – Kurrently: Com o Kurrently, é possível descobrir o que está sendo compartilhado nas mídias sociais, com resultados em tempo real para menções realizadas no Twitter e Facebook. Pode ser uma boa opção para observar conversações sobre campanhas, produtos, marcas etc. além de auxiliar no CRM.


#3 – Blekko: possibilita que o usuário selecione os sites que deseja coletar informações na web e, além disso, cria “slashtags” para grupos de URLs, segmentando e excluindo aquilo que não se deseja pesquisar.


#4 – Klout: possibilita medir algumas estatísticas sobre usuários em mídias sociais como, por exemplo, o Twitter e Facebook. Boa opção para identificar influenciadores na web.

#5 – PostRank Analytics: através do PostRank, é possível medir a audiência e a lealdade dos visitantes de um blog. Com esses dados em mãos, o gestor pode verificar a repercussão de seus posts na Internet e otimizar a produção de conteúdo.

#6 – Twitter Fall: com o Twitter Fall o usuário pode criar buscas rápidas para determinados termos no Twitter, verificando o volume de menções e o registro para diagnósticos da presença online.


#7 – Friend or Follow: ferramenta simples e prática que aponta quais dos seus seguidores não estão te seguindo de volta no Twitter, permitindo, assim, identificar pessoas-chave para o marketing de relacionamento.

#8 – Wetoku: ótima ferramenta para a realização de entrevistas online. Para utiliza, basta fazer o cadastro e enviar um código de convite para o entrevistado.


#09 – SocialCam: se você possui um smartphone (iphone ou android) vale a pena verificar o SocialCam, ótima ferramenta para compartilhamento de vídeos via mobile. Pode ser utilizada, por exemplo, para coberturas de eventos e ações em pontos-de-venda.


#10 – Stupeflix: ferramenta permite realizar a edição de fotos e vídeos na web com praticidade. Boa opção para profissionais que estão realizando coberturas através das Mídias Sociais.

Fonte: Social Media Examiner

Read More

20 jun SocMetrics – Análise de Influenciadores por Tópicos

O SocMetrics é uma plataforma que auxilia no mapeamento de usuários que fomentam a discussão em torno de um determinado tópico na web. Até o momento, a ferramenta fornece uma base com 100 tópicos de pesquisa, utilizados para coletar informações em diversos ambientes online, como o LinkedIn, Facebook etc.. Os desenvolvedores estão, constantemente, inserindo novos tópicos de pesquisa com base em demandas realizadas por empresas e agências de comunicação e marketing.

Exemplo de tópico de pesquisa:

Segundo informações da própria SocMetrics, a influência por tópico é definida com base em alguns critérios, tais como:

– Validação pelos Pares (Peer Validation) – Quem está seguindo você?

– Atualidade (Topicality) – Densidade da palavra-chave pesquisada.

– Habilidade de conduzir à Ação (Drive Action). (Exemplo.: Os links publicados por essas pessoas são compartilhados?).

 

Aplicações: o SocMetrics ainda está em fase de testes, mas já se mostra uma ferramenta bastante útil para a identificação de influenciadores e, com base nessas informações, a realização de análises competitivas. Outra possibilidade  de aplicação é o CRM, uma vez que a ferramenta permite fazer anotações e adicionar dados sobre os usuários monitorados, criando uma base de contatos (advogados ou detratores) para relacionamentos.

 

Fonte: Conversation Agent

Read More

02 jun Tenho um Twitter. Posso ser um Gerente de Mídias Sociais?

Este artigo é uma ajuda para essa nova “safra” de publicitários que está chegando ao mercado; um pessoal com muita vontade, que tem no seu DNA a Internet, que passa, em média, 8h10min por dia conectado, mas que ainda não está preparado para entrar no mercado e ter uma responsabilidade de gerir uma marca nas Redes Sociais – e vou explicar o porquê.

Eu vejo que muito da culpa desse despreparo é das próprias faculdades e universidades. Uma vez vi um vídeo no YouTube do Danilo Gentili (CQC) falando da faculdade de comunicação que ele fez. Danilo, fazendo uma brincadeira, disse que ao perguntar ao seu professor quanto custava um comercial na TV, este disse:

– Depende. Na TV Tupi, uns 50 mil réis…

Acho que as faculdades pararam no tempo – como na piada de Gentili.

Os alunos têm entre 17 e 21 anos, apaixonados por Internet, passam 90% do seu tempo nas redes online. Então por que as universidades não falam com eles sobre o poder da web para vendas? Assustou-me recentemente conversando com uma estudante, ela me dizer:

– Sim, eu estou nas redes sociais. Tenho perfil no Twitter, Facebook, Orkut e escrevo o dia todo lá.

A pergunta que eu fiz foi:

Você já pensou em usar o seu Twitter para vender Coca-Cola?

E a resposta foi:

Não, nunca tinha pensado nisso.

Como uma pessoa quer gerir uma marca nas redes, se não tem na mente o básico que é vender o produto pela rede? Claro, tem muito mais do que venda, mas esse é o princípio básico de uma ação na rede, é gerar receita para a marca, certo?

Outro dia, uma pessoa me mandou um link de seu Twitter e blog pedindo para eu analisar, para ver se ele estava preparado para concorrer a uma vaga de assistente de mídias sociais de uma agência de médio porte. Li várias mensagens como “galera, tô no Mc. O que vocês sugerem para mim comer” (sim, MIM comer), ou “estou na casa da namo. Dá hora aqui“. Legal, a SUA rede social é sua, e você posta o que deseja, mas o que tenho visto e ficado com certo medo é o quanto essas pessoas dizem conhecer e estar preparadas para gerir marcas nas redes porque têm uma conta no Twitter ou porque sabem jogar Máfia Wars no Facebook.

Pessoal, vamos além disso!

Marcas de carros têm um pátio com 2 mil carros estocados esperando que o seu tweet mova o consumidor até a concessionária mais próxima. A Coca-Cola tem 23 milhões de pessoas em seu Facebook não à toa. Não achem que qualquer marca será o Charlie Sheen, que consegue 1,2 milhão de seguidores no Twitter em 2 dias.

Sem querer fazer muito jabá, mas já fazendo, a pós-graduação de Marketing Digital da FIT (http://migre.me/WbY5) tem o objetivo de preparar esse pessoal para esse desafio. Como um tweet pode mover o consumidor até o ponto de venda ou mesmo até a loja virtual de uma marca?

Em resumo, você que está começando na profissão e quer se dedicar às redes sociais estude, mas estude muito! Leia André Telles, Martha Gabriel, Conrado Vaz, Claudio Torres, Julio Ribeiro, Philip Kotler. Aliás, devore as obras desses mestres. Estude muito, veja o que deu errado ou certo nas redes e cheguem preparados para as entrevistas.

Dizer “eu tenho Orkut e posso cuidar de uma marca nas redes sociais” é MUITO PERIGOSO. Soube recentemente de um caso desses, no qual uma pessoa dizia saber tudo de redes sociais e na primeira semana fez tanta besteira que foi mandada embora porque três frases dela no Twitter da empresa quase causaram o famoso #fail, pois, além de a pessoa escrever como se estivesse escrevendo no seu Twitter, quis parecer dona da verdade. Redes sociais são RELACIONAMENTOS, e isso só ocorre com respeito entre as partes e quando um fala, o outro ouve, responde e vice-versa.


Créditos: Felipe Morais

Read More

01 jun Brand Links para Sites Pequenos

Era uma vez uma empresa inserida em um mercado online competitivo, mas com marca pouco conhecida e sem estratégias digitais (soa familiar?). Um belo dia seu dono percebe que para ter aumento na quantidade de visitantes e conversões, precisava ficar nas melhores posições dos buscadores e por isso, resolve procurar uma empresa de otimização: ele quer uma campanha de link building.

E bom, como imagino que minha pseudo-fábula parece familiar para muitos SEOs de plantão, partimos para o mundo real: sua empresa foi contratada e seu novo cliente está cheio de expectativas (aê!).

Até aí, tudo certo! Afinal, novos ares são (quase) sempre agradáveis.
Agora você precisa criar a melhor estratégia e eis que surge uma dúvida…
Você, enquanto planner de link building, como pensaria uma campanha para um cliente com este perfil? Como disputar com grandes nomes de um nicho concorrido e cheio de grandalhões?

Porque fazer link building para marcas iniciantes no meio online da mesma forma como você faz com os bam bam bans que atende provavelmente levaria mais tempo para produzir resultados efetivos.

E por ter esta dúvida, pesquisei ações já trabalhadas por nomes-referência em link building. Assim localizei um artigo postado na WordTracker que citava Patrick Altoft (sorte a minha!).

O cara é um estudioso do link building e atua como profissional de SEO desde 2002. Em uma palestra recente apresentada na SES, em Londres, ele citou os brand links e como eles podem ser úteis em sua estratégia de link building.

Brand links = links feitos apenas com o nome da marca ou tendo a URL trabalhada como link, por exemplo:

Enlink
ou
http://www.enlinkbuilding.com.br/blog

Ou seja, ao invés de criar um anchor usando palavras-chave, você trabalha apenas o nome da empresa.

E o que tudo isso tem a ver com a empresa pouco conhecida que citei no primeiro parágrafo? Para esclarecer minhas dúvidas, enviei um e-mail a Altoft, que me respondeu prontamente. Segundo ele, a justificativa da estratégia é bastante simples: ele disse que quanto mais links você tem, mais o Google vai lhe enxergar como marca e lhe rankear melhor. Isso significa que sites pouco conhecidos devem inicialmente fortalecer a autoridade de sua marca, pois dessa forma o buscador passa a visualizar a empresa como relevante para os usuários e como conseqüência dá mais credibilidade e importância à marca.

A ideia é trabalhar apenas com brand links até que a quantidade de links do tipo seja superior ao que os concorrentes possuem neste sentido. Uma vez que este ponto foi atingido, o próximo passo é dar foco às melhores palavras-chave do nicho do cliente, assim, se a marca já tem autoridade o suficiente diante de mecanismos de busca, rankear keywords através de link building torna-se mais fácil.

Créditos:Carol Ramalho

Read More

01 jun Social Marketing é a bola da vez

O que é e como deve ser aplicado este conceito na prática

Estamos na década do Social Marketing, sentenciou Silvio Meira, pesquisador e professor do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e um dos consultores especializados em estratégias de inovação mais respeitados do Brasil, durante a terceira edição do Fórum Inovação, Tecnologia e Marketing, realizado em São Paulo.

A era do Social Marketing envolve um mercado conduzido por pessoas e não mais pelas marcas. Pessoas estas que desejam relacionamento e conversam com outras pessoas, não com empresas. Um público que virou canal de informação e se organizou em comunidades virtuais. Por isso, para as organizações, a era da mobilidade, com o mundo nas mãos do consumidor, dará lugar à era da programabilidade, uma vez que os meios digitais são passíveis de gerar negócio por meio da construção de plataformas interativas e de sistemas empresariais que dão excelência à operação.

Os consumidores, organizados em comunidades sobre temas variados – mas de interesse em comum e até sobre marcas desejam interatividade com as empresas desde que elas se humanizem e estejam dispostas a resolver os seus problemas. A partir de agora, deve-se criar um departamento de Marketing mais voltado para a tecnologia da informação para integrar os processos de Marketing a fim de melhorá-los e mensurá-los.

Mudanças de paradigma

Segundo as premissas do Social Marketing, o marketing eficiente não é mais aquele que “empurra” o produto e a comunicação. O marketing de hoje é o que “puxa” as pessoas ao produto e que dialoga com elas.

A história da marca deve engajar o consumidor. As empresas devem conversar com as pessoas que desejam comprar seus produtos e engajá-las. O modelo para gerar engajamento, de acordo com Barry Stamos, Líder Global de Estratégias em Mídias Emergentes e um dos Diretores da Acxiom, consultoria global de soluções em Marketing, é simples: conhecer o seu consumidor e personalizar a conversa com ele.

Mesmo o Social Marketing estando intimamente ligado aos dados e a sistemas de informações, dificilmente os problemas operacionais serão resolvidos no ambiente digital. “O problema é que a verba de Social está com o Marketing, que coloca e delega esta tarefa às agências”, constata Silvio Meira, em entrevista ao Mundo do Marketing. “A marca tem que ser verdadeira e fazer uma gestão social dentro da empresa toda. E isso começa com os funcionários. Só teremos clientes satisfeitos se tivermos colaboradores satisfeitos”, ressalta.

Read More