08 set A importância do conteúdo estratégico nas mídias sociais

Já estamos cansados de saber que o perfil do consumidor mudou, decorrente de uma série de evoluções ao longo dos anos, implicando nos resultados atuais do mercado.

Também sabemos que as mídias sociais mudaram a forma de consumo de conteúdo, e do relacionamento entre clientes e empresas. Onde antes tínhamos um consumo de informação passivo, hoje sabemos que nosso consumidor é extremamente ativo e participativo.

Visualizamos muitos textos falando de engajamento, de interação, de relacionamento, mas não percebemos que, para que essas ações existam, devemos ter algo essencial para transitar nessas vias de comunicação: o conteúdo.

Afinal, como uma empresa poderá atrair seus clientes sem ser pela informação? O conteúdo se torna peça chave para estimular os consumidores a serem expressivos e colaborativos, participando dos diálogos criados pelas empresas nas redes sociais.

Mas para mantermos bons relacionamentos, precisamos entender como o consumidor quer interagir com a marca. É preciso atenção aos clientes, entender o contexto e principalmente ouvir o que eles têm a falar. Quem melhor que eles para avaliar nossos produtos e serviços?

E por conta disso, resolvi usar essa temática para o meu trabalho final de graduação. E para completar essa fase da minha vida, preciso da ajuda de vocês. Estou fazendo uma pesquisa sobre como gostamos de consumir os conteúdos das marcas nos perfis de redes sociais, e preciso da sua ajuda e da sua opinião para coletar dados suficientes para terminá-la.

 

Créditos : Camila Carrano

 

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08 set Redes sociais: o quanto investir?

Todos concordam: já passou da hora das empresas fincarem o pé nas redes sociais. Mas na hora de criar e manter um perfil nas redes, surge uma série de dúvidas e problemas.

As redes sociais são ferramentas geralmente gratuitas e simples de manusear, como Twitter, Facebook, Foursquare, blogs ou páginas de foto. Porém exigem cuidado, tempo e criatividade. “Estamos falando de empresas que, muitas vezes, nunca fizeram nenhuma ação de marketing”, diz Fernando Kimura, consultor de gestão tecnológica da Microsoft e do Extreme Makeover. “Criar e alimentar um perfil na internet será a primeira ação do gênero”.

Alguns cuidados são fundamentais. “As empresas ainda pensam nas redes como um canal para vender produtos e fazer promoções”, diz Kimura. “Mas não é isso! As pessoas querem conteúdo bom, informação e interação. Se o dono só quiser empurrar produtos vai perder seguidores”, afirma.

Também é preciso adequar o mote das postagens e o peso do investimento – como, por exemplo, contratar uma pessoa dedicada só às redes – de acordo com o tipo de negócio e o tamanho de cada empresa.

Os três participantes do Extreme Makeover 2011 estão só agora começando a participar pra valer das redes sociais. Para o perfil de cada um, Kimura indica um tipo de ação diferente. Confira se as dicas não servem também para o seu negócio:

DNAVENTURA – Fotos, fotos e fotos
O site da agência de ecoturismo está passando por uma reforma geral. A nova página será mais interativa, com ícones do famoso “curtir” do Facebook direto nas páginas dos roteiros e um espaço para depoimentos e fotos de clientes. A empresa já criou perfis no Twitter e no Facebook, mas estão quase abandonados, com pouco mais de um post por mês e cerca de 100 seguidores cada. “Eles têm um potencial enorme para explorar fotografias”, lembra Kimura. Uma das principais ideias a caminho é um perfil no site de imagens Flickr – e, claro, muitas fotos no perfil do Facebook. “Se eles colocarem a foto e marcarem cada uma das pessoas presentes, a imagem aparece também na página delas e sua exibição se multiplica”, afirma Kimura. Hoje são os dois sócios, Mauro e Maurício Votre, que atualizam os perfis. “Vamos nos dedicar mais agora”, diz Mauro. “Até pensamos em, mais para frente, ter uma pessoa só para isso, mas antes queremos ter uma noção  exata do retorno que as redes podem nos dar”.

INVISTA EM VOCÊ – Para ontem!
“Eles tinham que ter feito isso antes. É para ontem!”, diz Kimura. Como a agência de intercâmbios tem um número maior de funcionários (são 15 hoje) e seu público – estudantes de 15 a 25 anos – é justamente o público da internet, já poderia ter um funcionário dedicado só para as redes. Hoje a Invista em Você tem perfis no Twitter e no Facebook, mas com pouca divulgação e alimentados apenas esporadicamente. “Temos tanta coisa para fazer que quase não sobra tempo”, conta o sócio Luiz Carlos Pinto. O primeiro plano, tão logo acabe o Extreme, em outubro, é contratar alguém. “Pesar no orçamento, pesa. Mas é uma forma de diálogo com os clientes, já percebemos que faz falta”.

DRUMP – Plataforma de vendas
Para Alexandre Cordeiro, dono da confecção Drump, as redes sociais são um meio de vender mais e, por isso, ele perde por ainda estar de fora. Com a consultoria do Extreme, está sendo desenvolvida uma plataforma com várias tecnologias a ser lançada junto com a versão virtual da loja, prevista para entrar no ar em outubro. Entre as ferramentas, além do básico Twitter e Facebook – que a Drump ainda não usa – está um cadastro no Foursquare –  o que permitirá que os clientes publiquem na rede quando estiverem na loja – e um blog com dicas e notícias sobre esportes, música e outros temas ligados à marca. Uma vez conquistado um número razoável de seguidores, Kimura deixa a dica: desenvolver camisetas e promoções exclusivas para quem acompanhar as páginas. “Quando a receita com vendas pela internet chegar a uma faixa de R$ 2 mil ou R$ 3 mil por mês, aí já vale contratar alguém só para isso, pagando por exemplo R$ 1 mil ou R$ 1,5 mil”, afirma o consultor da Microsoft.

 

Fonte: pegn

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26 ago Como juntar duas fanpage no facebook

Já faz algum tempo que é possível juntar duas fanpages no Facebook, o processo é bem simples:  Basta você ser o proprietário das duas fanpages que deseja juntar.

Entre nesse link: Como juntar 2 fanpages,Você vai visualizar uma página como essa:

Coloque a url da sua Fanpage principal, depois coloque as urls das fanpages que deseja juntar a ela, pronto depois que o Facebook verificar o seu pedido, os usuários conectados as suas fanpages serão adicionados na sua fanpage principal. O Facebook limita ao pedido de junção de 5 Fanpages a uma Fanpage Principal.

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25 ago Varejistas: preparem-se para o Google Shopping no Brasil

Como os varejistas on-line já sabem, os compradores desejam encontrar o melhor produto e descobrir as diversas lojas que vendem com o melhor preço e de modo mais rápido e eficiente possível. Para ajudar esses compradores, estamos planejando o lançamento do Google Shopping*, nosso mecanismo de pesquisa de compras, no Brasil ainda este ano. Ao visitar o Google Shopping, o internauta poderá pesquisar informações sobre produtos, ler resenhas de usuários e saber quem são os varejistas online de quem ele pode comprar.

Exemplo de exibição do produtos na busca

Para que os varejistas tenham tempo suficiente para se preparar para o lançamento do Google Shopping, temos o prazer de anunciar que, a partir de hoje, disponibilizaremos o Google Merchant Center para os varejistas que desejam vender produtos no Brasil. O Google Merchant Center é um site que permite o envio de listagens de produtos.

A inserção de informações do produto no Google Shopping é gratuita e aberta aos varejistas de todos os portes. Ao enviar as listas de produtos nas próximas semanas, os varejistas permitirão que os usuários vejam seus produtos assim que o Google Shopping for lançado.

Os dados dos feeds do Google Merchant Center também podem ser úteis para os varejistas que desejam anunciar no Google. As Extensões de Produto** são um formato de anúncio do Google AdWords que combina dados e imagens do produto provenientes do Google Merchant Center. Esses anúncios aparecem nos resultados de pesquisa quando o usuário pesquisar um produto específico, mostrando um anúncio mais relevante.

Se você for um varejista online e desejar enviar seus produtos ao Googe Shopping Brasil, recomendamos que consulte os artigos de “Primeiros passos” em nossa Central de Ajuda e analise as instruções do feed de dados e os requisitos para seu país de destino. Os usuários atuais do Merchant Center agora podem selecionar o Brasil no menu suspenso de países de destino quando submeterem seus feeds no Google Merchant Center.

*Conhecido como Google Product Search nos Estados Unidos e no Reino Unido.
** Ainda não lançado no Brasil

Fonte: AdWords Brasil – Acesse e fique por dentro das novidades do Google AdWords!

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24 ago Quão importante é o monitoramento das mídias sociais?

shutterstock

Pesquisa vai, pesquisa vem, e parece que todos que mexem com mídias sociais não sabem ao certo qual é a realidade das empresas nesse universo. Há alguns dias, falamos aqui de um levantamento que mostrava que empresas americanas não estão nem aí para o assunto.

Agora uma pesquisa nacional, realizada pela Orbium, empresa especializada no desenvolvimento de softwares de customer care (CRM), mostra que, das 156 empresas entrevistadas, 52,1% consideram muito importante o monitoramento de sua imagem na internet, 43,7% classificam-no como importante e apenas 4,2% acreditam que esse trabalho seja irrelevante. Para complementar, 70,4% pretendem investir em ações em redes sociais; e 22,5% têm a intenção de apostar nesse nicho, mas não no curto prazo. Já 7,1% dos entrevistados garantem que não têm interesse em investir nessas mídias. “É um estudo preliminar, com o objetivo de sentir o clima corporativo”, afirma Clarice Kobayashi, vice-presidente de marketing e estratégia de negócios da Orbium. “O próximo passo, que vamos realizar nos próximos dois a três meses, é qualificar e especificar mais esses resultados.”

O levantamento foi conduzido entre 5 e 19 de agosto com presidentes e diretores ou gestores de atendimento e marketing (65% dos respondentes) e gerentes de vendas, operações ou tecnologia e analistas em geral (35%). Os dados mostram que a preocupação dos negócios brasileiros com as redes sociais é grande, mas que, segundo Clarice, é pouco estruturada – a famosa questão de ter uma estratégia organizada.

Um dado interessante da mesma pesquisa mostra que, quando questionadas se já realizaram monitoramento de suas marcas nas redes sociais, 57,1% responderam que sim, de forma manual, e 22,9% já o fizeram de forma automatizada. Clarice classifica a forma manual como um método pouco prático de pesquisa em sistemas de busca para saber o que está sendo falado sobre a empresa, sem auxílio de ferramentas ou softwares que deem resultados mais estatísticos. Ela espera que a próxima fase da pesquisa detalhe isso.

Outro aspecto que ficou evidente para Clarice é que o processo de desenvolvimento de estratégias nas redes sociais parece mais fácil para os altos níveis corporativos, mas mais complicados para os cargos de base, que lidam com essas ações diariamente. “A maioria dos entrevistados foram os presidentes e diretores das empresas, que possuem a visão total do negócio. Talvez seja por isso que 33,8% não vejam obstáculos ao desenvolverem estratégias. Quando a abordagem é com a equipe operacional, que tem visão parcial do negócio, é notável a preocupação com os obstáculos e com disponibilidade para investimento para essas atividades”, afirma.

A pesquisa também relacionou os maiores obstáculos levantados pelas empresas na hora de monitorar as redes sociais (era possível escolher mais de uma alternativa):

  • 45,1% consideram a falta de um processo automatizado como empecilho
  • 32,4% alegaram falta de verba para investir nessa área
  • 21,1% acreditam que haja falta de mão de obra especializada para exercer a função
  • 15,5% consideram que ainda há falta de conhecimento sobre o assunto

Mas o importante mesmo é que muitas das empresas acreditam que fazer esse tipo de monitoramento leva a grandes benefícios:

  • 73,2% acreditam ser possível detectar e resolver problemas de consumidores por meio dessas ferramentas
  • 71,8% afirmaram que as mídias sociais possibilitam analisar de que forma a marca é percebida
  • 54,9% acreditam que é possível utilizar essas mídias para acompanhar ações da concorrência
  • 52,1% disseram ser possível também analisar a repercussão das publicações de imprensa sobre a empresa
  • 46,5% afirmaram que as redes sociais também permitem reconhecer os defensores da marca

Nas leituras que tenho feito, parece que muitas vezes as estratégias em mídias sociais acabam esbarrando nas decisões do alto escalão. Alguns as acham inúteis e sem um retorno efetivo para o investimento que recebem. Outros as acham extremamente fáceis de lidar e por isso ficam decepcionados quando o resultado foi aquém do esperado. E agora? #ComoFas?

Como utilizar os inúmeros benefícios dessas ferramentas sem se sentir desencorajado pelos supostos obstáculos? E como “dobrar” a chefia para conseguir isso? E vocês que são os chefes de suas empresas? O que estão fazendo em relação a essa realidade?

 

Fonte:PEGN

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