25 nov TweepsMap informa de onde tuítam os seus seguidores

São Paulo – Twitteiros de plantão, pessoa física ou jurídica, agora podem fazer uso de uma ferramenta que mostra a localização dos seguidores do perfil em formato de mapa interativo, tabela ou lista.

Lançado em outubro, o TweepsMap pode ajudar o usuário a mensurar visualmente qual o impacto que as mensagens de 140 caracteres enviadas tem pelos quatro cantos do planeta, ou apenas na sua cidade.

Para ter acesso aos dados, basta usar o login do perfil no Twitter e autorizar a interação da conta com o aplicativo. A partir disso, o TweepsMap localiza e pontua, com o pássaro símbolo da rede social, qual a porcentagem de seguidores do perfil em questão, sendo possível visualizar por a distribuição dos números por cidade, estado e país.

O perfil de Exame.com no microblog, por exemplo, é seguido por cerca de 109.000 pessoas, pelo menos até agora.

No mapa interativo, é possível observar que 83% do total de seguidores estão localizados no Brasil e 21% deles enviam seus tweets diretamente de São Paulo. O aplicativo também mostra que a conta do site é seguido por tuiteiros em cidades como Macapá, no Amapá, Londres, e países como República Tcheca e até Burkina Faso.

 

Fonte:info

 

 

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18 nov Crie uma campanha de mídia display de sucesso

Analisar o planejamento, os conceitos de criação e entender os objetivos dos clientes aumenta as chances de conversão e os resultados positivos

Em uma campanha de mídia display é essencial entender os objetivos desejados pelo cliente, o que não envolve apenas performance, mas também entender quais foram as diretrizes de seu planejamento e criação. Quando recebemos uma nova campanha, devemos analisar primeiramente quais são seus KPIs (Key Performance Indicators ou Indicadores Chave de Performance). Por exemplo: o objetivo da campanha pode ser vender um produto ou serviço, gerar cadastros, gerar “Likes” no Facebook, seguidores numa determinada rede social ou ainda fazer com que o público-alvo se engaje e participe do seu site executando determinadas ações.

Determinado o objetivo principal, passamos a buscar por objetivos secundários ainda ligados à performance:

  • Custo por Venda;
  • Custo por Lead;
  • Custo por Usuário Impactado;
  • Custo por usuário engajado, entre outros.

Além disso, muitas vezes um objetivo secundário pode também ser um primário: quando precisamos efetuar 1.000 vendas a um Custo por Venda de R$ 100,00 cada no máximo.

Os KPIs claros e bem definidos é hora de entender aspectos importantes para que a campanha rode com a máxima eficiência possível. Todas as informações relativas ao público-alvo são importantes e nenhuma deve ser desprezada.

Quando temos em mãos um briefing para uma campanha de varejo que determina qual segmentação deve ser usada e qual interesse desse público, ela começa a rodar e em poucos dias temos o resultado da ação, mostrando qual o principal perfil dos compradores. Com essa informação fica fácil melhorar o índice de conversão.

Partindo desses dados é possível notar: na maioria das vezes a atenção e as discussões estão concentradas no processo operacional da campanha (Proposta, Negociação de Preços, Envio de PIs e Criativos e Monitoramento de Resultados), mas é necessário ter consciência que isto é a consequência do entendimento da necessidade do cliente por parte da agência e seu posterior planejamento e criação. Quanto mais dessas informações forem compartilhadas com as empresas que operam nesse novo modelo de compra de mídia display, maiores serão as chances de sucesso da campanha, pois a compra de mídia é focada no indivíduo e não apenas no local de exposição da marca.

No modelo de compra de mídia, podemos utilizar o que chamamos de 1st party data e 2nd party data, gerados pelo próprio site do cliente e os dados que do nosso lado vamos acumulando no decorrer da campanha. O uso dessas informações e da tecnologia de ponta nos permite ser cada vez mais assertivos quando entregamos uma peça a um usuário e isso aumenta as chances de conversão e diminui a dispersão e os custos.

Empregar os dados de perfil demográfico e/ou intenção de compra, conhecidos também como 3rd party data, também pode agregar inteligência e resultados à campanha. Além disso, em breve será possível a integração com dados do CRM (Customer Relationship Management) do cliente, o que facilitará no entendimento de compra por grupos de indivíduos e para estabelecer campanhas muito mais focadas com ofertas realmente relevantes a cada um desses grupos. Isso já é tradicional em Campanhas de Marketing Direto e será no Marketing Digital.

Um ponto fundamental para o sucesso de uma campanha é a criação. Testar diferentes criativos ao longo da campanha, realizar testes A/B entre eles pode gerar um grande impacto também, assim como a correta correlação entre criativo e landing page. Inclusive, hoje em dia, é possível fazer uma otimização casada entre os dois por meio de ferramentas.

Essa é uma realidade muito comum nos Estados Unidos, mas somente explorada por poucos players em nosso país. Outro aspecto que pode economizar tempo e dinheiro é a solução de DCO ou Dynamic Creative Optimization, na qual o criativo será entregue dinamicamente de acordo com o perfil do usuário. Nesse caso, é necessária uma configuração previa para que o sistema possa entender para qual usuário ele deverá entregar cada peça.

Idealizar o DCO trabalhando com o CRM num ambiente de compra de mídia em tempo real e com otimização automática de landing pages, é uma realidade para muitos fora do país.

Resumindo o que foi dito no texto, as diretrizes para se ter uma campanha de sucesso são: entender nosso público-alvo e como podemos nos beneficiar com o uso de dados, trabalhar com linhas criativas diferentes, testá-las e trocá-las periodicamente e sempre que possível, fazer testes de landing pages. Além disso, o correto acompanhamento da empresa responsável por correr a mídia (veículos, Adnetworks ou empresas como a nossa) e as possibilidades de otimização desse lado podem fazer uma grande diferença nos resultados.


Fonte:Webinsider

 

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16 nov Shiii! Eu calculava errado! As métricas nas mídias sociais

No Brasil, em 99% dos casos as empresas discutem se os comentários foram negativos ou neutros. Está na hora de amadurecer esta métrica. Compartilho 16 calculos de métricas qualitativas para você melhorar sua discussão e 15 métricas de ações de marketing nas mídias sociais e um pdf com 70 ferramentas para você passar a madrugada brincando.

As métricas surgem para você ter no minimo 6 insights de marketing

O funil de vendas, sofistica-se com as mídias sociais

Um exemplo de monitoramento de reação social em cadeia.

 

 

Clique e baixe o pdf com 70 ferramentas de mídias sociais

 

Fonte:gilgiardelli

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16 nov Como usar o Tumblr em sua estratégia de marketing digital

Quando ouvi falar sobre a ferramenta de blog Tumblr pela primeira vez, eu nem sabia pronunciar seu nome corretamente. Precisei pedir ajuda aos meus seguidores no Twitter para descobrir que se fala “Tumbler”. Desde então percebi como esse novo ambiente vem ganhando popularidade entre os usuários mais ávidos da internet.

O Tumblr é um ambiente um pouco híbrido, que poderia estar localizado entre o Twitter e o blog. Nele você pode compartilhar qualquer conteúdo, como no blog, interagir e socializar esse conteúdo e de outros usuários de uma forma similar à do Twitter – você pode seguir contas específicas, “reblogar” e curtir seus posts favoritos.

Fundado em 2007, o Tumblr mostra números expressivos, que podem ser considerados fortes razões para uma empresa participar desse universo: atualmente são mais de 12 bilhões de posts e 34 milhões de blogs cadastrados.

No Brasil e no mundo, essa mídia tem sido usada mais para motivos pessoais e principalmente para o humor. “Boa parte do conteúdo produzido tem um teor mais leve e descontraído”, afirma Luiz Cazarre, diretor de planejamento e mídia da Enken Comunicação Digital. É uma ferramenta que também atrai muita gente jovem e por isso tende a trazer um ar mais moderno e despojado para as marcas que a utilizam.

O Citibank, por exemplo, tem uma conta de Tumblr para falar sobre desenvolvimento de carreira, já que valoriza seu programa de trainees, que por sua vez precisa atingir usuários jovens.

O Tumblr também já é usado para campanhas pontuais de empresas, como na Secrets Collection da rede O Boticário. Mas, para Cazarre, se uma empresa resolve entrar nesse universo, ela deve ter em mente uma estratégia mais duradoura. “Se você começa uma relação nesse canal, é melhor que ela continue. Os usuários vão achar estranho se você simplesmente abandoná-lo”, diz.

Outra parte importante de saber como usar o Tumblr é o seu conteúdo. Apesar de não haver limite de tamanho, posts dessa mídia fazem sucesso pela concisão. “Conteúdos mais sucintos são os mais populares”, afirma Bianca Furtado, coordenadora de social media marketing da Cadastra, empresa de marketing de performance. “É sempre bom fazer algo de impacto e sempre trabalhar imagens, gifs e vídeos curtos.”

Para aumentar a popularidade do seu Tumblr, é aconselhável que você siga outros usuários e reblogue e curta seus posts – não esqueça que você está em uma mídia social!

Sempre pense em formas inovadoras e divertidas de usar esse sistema de blog. Se você ainda quiser aumentar o nível de colaboração com seus consumidores, utilize o Tumblr para divulgar conteúdo produzido por eles mesmos. Não se esqueça de integrar essa mídia com as outras, como Twitter e Facebook, gerando uma sintonia maior entre elas.

Por último, fique de olho nos números de curtis e de “reblogues” para saber a aderência que cada post que você produz está tendo com os usuários.

E vocês, leitores, já usam o Tumblr? Conhecem empresas que o fazem? Comentem e compartilhem! =D

 

Fonte:PEGN

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11 nov SEO 3.0 – Evoluindo com a Internet

Algum tempo atrás tivemos aqui no Rio Grande do Sul o TcheSEO, um dos principais eventos na área de Search Engine Optimization do Brasil. Infelizmente não consegui ir, mas algumas pessoas que eu conheço participaram do evento e duas delas me falaram muito bem da palestra de Gustavo Bacchin, que palestrou sobre o SEO 3.0,  que é onde nos encontramos agora.

seo 3 0 apresentacao slideshare O próximo passo na área de SEM. O SEO 3.0 de Gustavo Bacchin

Você pode conferir a apresentação de Gustavo no Slideshare, onde ele fala um pouco sobre essa 3ª fase do SEO, mostrando porque não devemos nos preocupar apenas com a técnica, mas também com as pessoas que recebem a informação.

 

 

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10 nov Propagandas online influenciam mais os jovens do que as de TV

 

Os estudos da Deloitte Media Democracy e Conectividade e Mobile Consumption mostram que o Brasil é um dos países que mais se destacam quando se fala em consumo de mídia e tecnologia. Ambas as pesquisas mostram que celulares e internet são os atores principais desse crescimento.

A 5ª edição da pesquisa ouviu cerca de 10 mil representantes de locais como Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido e Brasil, em 2010.

Aqui, 1.986 pessoas, na faixa etária de 14 a 75 anos, com computador em casa, participaram do levantamento. O brasileiro continua se destacando em relação aos outros países como um público consumidor de mídia. São 41,4 milhões de internautas ativos. Para 78% dos entrevistados, se tornou um aparelho de entretenimento mais importante que a TV.

Quando questionados sobre o que mais fazem na internet, 63% dos brasileiros respondentes disseram atualizar a página de relacionamento pessoal (Facebook, Orkut, MySpace etc). Um total de 48% também posta comentários e se comunica nas redes sociais.

Os sites de relacionamento pessoal são valorizados por 83% dos entrevistados por permitirem a interação com os amigos, muito mais frequente e possível do que no mundo “offline”. Além disso, 52% consideram o tempo gasto com essa interação algo tão valioso quanto o tempo que passam juntos com os amigos.

Essa edição da Media Democracy mostrou ainda que as propagandas online foram as mais influentes na decisão de compra dos respondentes (68%). Em 2009, a televisão ocupava o primeiro lugar com 77% e agora, em 2010, está em segundo com 66%.

“Podemos observar que a propaganda online tem ocupado um espaço importante. Considerando que a produção e veiculação online têm um custo muito mais baixo do que uma produção publicitária para TV, essa tendência precisa ser observada como uma grande oportunidade de negócio pelos anunciantes”, destaca Marco Brandão, sócio da Deloitte na área de tecnologia, mídia e Telecom. Além da televisão, as revistas, jornais e rádios foram os meios mais mencionados.

Quase 90% dos entrevistados já ouviram falar sobre um produto, pela primeira vez, na internet.  Já 78% dos respondentes efetuaram compras por indicações feitas online.

Porém, ainda que a internet venha ganhando, cada vez mais, espaço entre os brasileiros, 63% preferem assistir aos programas de televisão que mais gostam pelo método tradicional de visualização; somente 37% afirmaram que assistem por meio online.

Essa porcentagem entre os Millenials cresce para 41%. Outro dado curioso mostra que as versões online de jornais e revistas são mais lidas que as versões impressas – 54% dos respondentes lêem a versão online do jornal.  

Além disso, os brasileiros pretendem assistir aos vídeos 3D em casa (67%) e querem ter habilidade para mover e assistir/ouvir músicas, filmes e programas em qualquer dispositivo ou plataforma tecnológica (66%).

Além disso, também esperam, quando estiverem em uma loja, ter a capacidade de acessar informações sobre um produto de interesse apenas escaneando seu código de barras com o próprio telefone celular.

Quase 50% da amostra afirma utilizar celular/smartphone como fonte de entretenimento. Além de usá-lo para conversar, entre as principais utilidades do celular (usadas com freqüência pelos entrevistados) estão: mensagens de texto (90%), câmera fotográfica digital (76%), músicas (73%) e câmera de vídeo (63%). Os Millenials também aproveitam mais outros recursos dos smartphones, como assistir a vídeos caseiros e baixar aplicativos.

“O brasileiro tem se destacado neste mercado e hoje já é um dos maiores consumidores para esse tipo de aparelho. Isso comprova que somos um povo que gosta e deseja ter acesso às tecnologias de ponta, além de estar buscando a mobilidade”, explica Brandão.

Entre os americanos, que já têm essa cultura mais latente, apenas 40% destacaram sua vontade de comprar um smartphone e 33% afirmaram já possuir um celular desse tipo.

O Conectividade e Mobile Consumption também mostra como o smartphone se tornou um objeto de desejo de consumo de grande parte da população brasileira. A pesquisa mostra um fato curioso sobre à ferramenta de SMS.

A análise mostra que a quantidade de torpedos reduziria com a popularização de aplicativos de mensagens instantâneas – e-mail e de redes sociais para celular. Porém, o mercado de SMS continua forte, contando com forte presença do público jovem e, principalmente, de usuários de smartphones. Cerca de 40% dos usuários de smartphone enviam mensagens pelo menos uma vez ao dia.

Sobre a internet, a pesquisa mostra que o principal meio de conexão com a internet continua sendo a rede fixa. Porém, a rede móvel (GSM e UMTS) já participa de forma relevante nas opções dos usuários de banda larga.

Apesar de a rede de banda larga fixa representar 61% da utilização da internet, a rede de banda larga móvel apresenta maior flexibilidade em sua utilização, fortalecendo a demanda por esse tipo de serviço.

A nova geração de conexão 4G é uma grande oportunidade para ser explorada, inicialmente pelo aumento de aparelhos que se conectam à internet, como TV’s, tablets e também pela competitividade, que deverá fazer frente aos serviços de banda larga fixo, com velocidades superiores a 100 Mbts.

O estudo é baseado em dados obtidos por meio de pesquisa online realizada em 15 países com mais de 30 mil usuários. Nos países em desenvolvimento, como Brasil, China, Índia, Turquia e África do Sul, a análise abordou profissionais de áreas urbanas, que tendem a possuir rendas superiores a média de mercado no país.

No Brasil, a pesquisa contou com 2.131 respondentes, de todas as classes sociais e todas as faixas etárias a partir de 18 anos.

 

Fonte:Adnews

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