16 jan Os 4 pilares do marketing digital para pequenas empresas

 

Cada vez mais as pequenas e médias empresas estão investindo em presença digital, apropriando-se das novas tecnologias e utilizando-as das mais variadas formas com o intuito final de obter lucro. Contudo, ainda são poucas aquelas que, de fato, estão entrando no meio online de maneira responsável, preocupando-se em compreender o processo que está por trás da invasão do digital para, então, aplicá-lo ao seu negócio.
Uma boa dica para as pequenas e médias empresas que pretendem investir em marketing digital é começar com a aplicação de quatro princípios que considero como os pilares fundamentais de ações em marketing digital: planejamento, conteúdo, relacionamento e monitoramento. Cada um deles merece, no mínimo, um post inteiro. Porém, neste artigo vou aborá-los minimamente, fornecendo uma visão geral de cada um.

1. Planejamento 

Este é o ponto chave e do qual dependem todos os demais. O planejamento irá fornecer a base para toda e qualquer ação de marketing – digital ou não. É um erro pensar que planejamento é algo que diz respeito apenas ao futuro. Um bom planejamento deve englobar aspectos do passado e do presente para, então, garantir o preparo adequado para enfrentar o futuro. Planejamento, portanto, é um exercício de paciência, que envolve cautela, estratégia e uma dose de intuição
Uma das grandes dificuldades que se tem atualmente em termos de planejamento reside na necessidade de integração online/off-line. Muitas empresas enxergam no marketing digital uma fórmula mágica para seus problemas e esperam das agências, dos freelancers – ou seja lá de quem esteja responsável por isso no momento – ações que atendam aos seus utópicos objetivos, esquecendo que antes das ações, vem o planejamento e este precisa estar alinhado ao plano de marketing da empresa, plano este que muitas das pequenas e até médias empresas sequer possuem.
2. Conteúdo 
Produzir e compartilhar conteúdo relevante para o seu público-alvo. E o que é ser relevante? Relevante é aquilo que tem importância, ou seja, algo que vai fazer a diferença quando o consumidor escolhe o que vai prestar atenção entre os diversos conteúdos concorrentes em seu mural do Facebook ou na timeline do Twitter. A relevância é o que faz a diferença entre o curtir ou não uma determinada publicação, entre retwittar ou não um determinado link, ou mesmo emitir ou não um comentário. Em suma, é o que gera o engajamento. Assim, como a relevância difere de pessoa para pessoa, conhecer o seu público-alvo é fundamental.
3. Relacionamento 
Aqui quero comentar a respeito das relações que a empresa desenvolve com os seus clientes – reais e potenciais – focadas na presença digital. Como comentei no artigo “O cliente quer se sentir amado“, antes um bom bar ou restaurante era aquele em que os garçons sabiam o nome do cliente e, de quebra, seu pedido mais habitual. Nas mídias sociais pode-se reproduzir de certa forma esse ambiente, na medida em que é possível – através de mensuração e monitoramento – conhecer melhor o seu público-alvo por meio do que ele compartilha, de como interage, o que pensa, o que gosta ou não. Além disso, o relacionamento é eficiente quando o cliente é “ouvido” e tem respostas rápidas e eficazes aos seus pedidos. As marcas precisam – antes de imaginar grandiosas ações, ou o que é mais comum atualmente, excelentes virais – se preocupar em construir relacionamentos com seus consumidores.
Ainda falando em relacionamento, é preciso entender também que relacionamento não se faz apenas por meio de redes sociais. Facebook, Orkut, Twitter, Youtube, etc., são excelentes formas de se estar presente no universo digital dos clientes, porém não são as únicas. O investimento e as ações em redes sociais devem estar alinhados a uma estratégia maior, que pode incluir e-mail marketing, SEO, games, entre outras. E as estratégias digitais, por sua vez, devem estar alinhadas com o plano de marketing da empresa.
4. Monitoramento 
Parte fundamental do processo, o monitoramento engloba as métricas e a importância de se ter dados confiáveis e mensuráveis para avaliar o retorno concreto das ações de marketing digital. As métricas podem ser obtidas por meio de diversas ferramentas, grande parte delas fornecidas gratuitamente pelo Google. Além disso, o monitoramento deve ser segmentado, ou seja, incluir o monitoramento da marca, monitoramento da concorrência e monitoramento de mercado.
Como se vê, presença digital não se resume a ter um site ou, o que é pior, um e-mail e um Twitter “para promoções e sorteios”. Estar, de fato, presente no ambiente digital, não é algo tão simples como se imagina e requer atenção, conhecimento e investimento para, de fato, dar retorno. Nesse sentido, talvez a dica mais útil que se possa oferecer às pequenas e médias empresas com relação ao uso dos meios digitais é: não caia na tentação do “faça você mesmo”, busque um profissional. Qualquer um pode fazer um sorteio e conseguir muitos seguidores para um perfil do Twitter ou curtidas em uma fanpage no Facebook, mas a verdadeira pergunta é: será que eles continuarão a se interessar pela sua empresa depois que os sorteios acabarem?
Fonte:Midia8

 

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13 jan Twitter lançará ferramenta voltada para o mercado corporativo

 Segundo o Mashable, o Twitter está testando uma nova ferramenta para o mercado corporativo chamada de “Twitter Business Center“. A ferramenta está sendo testada por um pequeno grupo de empresas, mas o serviço será estendido para mais empresas de forma gradual.

Twitter Business Center

o Twitter Business Center permitirá que empresas personalizem suas páginas além de exibir o selo de Verified Account. As contas poderão receber mensagem diretas, direct menssages, de qualquer pessoa, independente de segui-las.

O Twitter Business Center  é mais uma iniciativa para das às empresas uma maneira mais efetiva de gerenciar suas contas.

Twitter Business Center

Ainda não sabemos se o Twitter vai cobrar por estas funcionalidades, até o momento a equipe de desenvolvedores está testando e refinando antes de liberar para o público.

Fonte:Digital Marketing

 

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13 jan Os 8 F’s do insucesso das lojas virtuais

 

O negócio virtual é tão ou mais real do que qualquer outro negócio e oferece certos riscos de investimentos. Infelizmente no Brasil, 60% das lojas virtuais fecham antes de completar um ano de vida. Por que isso acontece e como evitar? Conhecendo as respostas, a chance de sucesso aumentará muito. Por isso é importante conhecer os motivos principais que levam a decadência, chamados por mim de os 8F’s do insucesso:

1 – Falta de Planejamento: Planejar nunca foi uma atividade muito bem exercida pelo empreendedor brasileiro, talvez seja esse o motivo do SEBRAE apontar um insucesso na casa dos 53% para as micro e pequenas empresas nos 3 primeiros anos de vida. É impossível almejar o sucesso sem o planejamento prévio. A ferramenta mais importante nesse planejamento é o “plano de negócio”, o pontapé inicial que deve ser dado respondendo as seguintes questões: O que vou vender? Quem vai montar minha loja? Quem é o meu concorrente? Quanto gastarei para iniciar o negócio?

2 – Foco no Mercado: Não tente vender de tudo, deixe isto para as grandes lojas. Lembre-se que a internet é um mercado totalmente diferente de uma loja física e que seu público é infinitamente maior. Procurar se especializar em um segmento específico é o começo. Na internet uma pequena fatia de mercado representa milhões de consumidores, basta ter “foco”.

3 – Falta de mão de obra qualificada: Não basta saber navegar na internet, é importante conhecer minimamente o “gerenciamento de e-commerce”: marketing digital, ferramentas de otimização, monitoramento de trafego. Estes três itens são básicos e essenciais.

4 – Falha na divulgação: Para dar um pequeno exemplo, imagine uma loja em rua movimentada, cheia de produtos nas prateleiras e com portas fechadas. Uma loja virtual sem divulgação é igual, ninguém consegue ver e portanto ninguém irá comprar. Aqui entra em ação o “planejamento de marketing e divulgação”, para otimizar o site nos mecanismos de busca, natural ou patrocinado, apoio em redes sociais, divulgação em outros sites, assessoria de imprensa, etc.

5 – Falta de Planejamento Logístico: Um assunto delicado que acaba rendendo 80% dos desconfortos e demandas jurídicas entre a loja e o consumidor. Sabendo-se deste fato, é bom fazer um planejamento de maneira delicada e detalhada do seu sistema de lojística.

6 – Fraude: A fraude, principalmente na venda com cartões de crédito, poderá acarretar grande prejuízo à loja virtual, levando ao seu fechamento, além de acabarem devendo às operadoras em função de antecipações negativadas em suas contas. Portanto, não é bom arriscar neste campo minado. Utilize portais especializados em pagamentos com sistema antifraude conferindo grande segurança nas transações.

7 – Falta de Monitoramento: Muitas lojas acabam fracassando, pois a sua administração não consegue ou não sabe visualizar o que esta ocorrendo em termos de análise de acessos, resultados de campanhas e marketing. Acabam tomando decisões – na maioria das vezes erradas – baseadas em suposições. Sendo assim, a web análise é uma ferramenta importantíssima no mundo virtual, sendo primordial que o web empreendedor se familiarize com o “Google Analytics” ou algum outro similar.

8 – Falha no Atendimento: Muito se fala em atendimento – e deveria se falar muito mais – e a sua loja pode ser virtual, mas o seu cliente é real e necessita de atendimento. Seu cliente precisa saber exatamente o que esta acontecendo com o seu pedido de compra, seu site precisa ter um bom canal de comunicação com o cliente e transmitir a este credibilidade.

Créditos: Arnaldo Korn

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11 jan O fim das startups de mídias sociais

“As receitas de mídias sociais não fizeram jus às promessas, só nos resta esperar para ver a maioria das milhares de startups morrer”, avalia Vivek Wadhwa, VP de inovação da Singularity University.

Que as mídias sociais invadiram um grande número de corporações em 2011 todo mundo já sabe, mas que elas podem andar em ritmo mais lento neste novo ano ainda é surpresa para muitos. “É hora de saltar para o próximo vagão”, avisa o vice-presidente de Acadêmicos e Inovação da Singularity University (CA) e responsável por cadeiras também nas universidades Harvard, Duke e Emory, Vivek Wadhwa.

Pesquisas realizadas já comprovaram que o uso das mídias sociais como parte dos negócios é liderado por empresas dos mercados emergentes como China, Índia e Brasil. Mas a frustração com o resultado negativo das receitas geradas por essas mídias vai fazer com que oportunidades no mundo em desenvolvimento sejam menos aproveitadas. “A festa acabou para os investidores e startups. As receitas de mídias sociais não fizeram jus às promessas, só nos resta esperar para ver a maioria das milhares de startups morrer ou se pendurar nas cordas”, avalia o especialista. De acordo com Wadhwa, 99% das startups de mídia social que foram financiadas por empresas de venture capital no Vale do Silício, na Califórnia, morrerão. “Elas tinham grandes projeções para o crescimento, mas não alcançaram suas metas.”

Nos Estados Unidos, o Facebook e o Twitter estão chegando ao seu ponto de saturação. Sem ter novas pessoas interessadas em fazer parte dessas redes, a projeção de crescimento para 2012 não poderia ser diferente: ritmo bem lento. Para Wadhwa, logo este cenário será palco nos países emergentes, que produzem menos lucros que os mercados dos EUA.

No mundo corporativo não é muito diferente, segundo Wadhwa, há uma grande necessidade de aplicações de mídia social dentro do firewall corporativo. Mas este não será o Facebook ou o Twitter. Existem outros softwares empresariais, como o Tibco, que irão preencher essa necessidade.

O executivo ressalta que as mídias sociais vão continuar importantes, mas se tornarão uma característica de outros produtos. “Assim como browers e e-commerce não são mais tão ‘quentes’, são apenas características. É isso que vai acontecer com as mídias sociais”, acredita.

Um exemplo são as startups de compartilhamento de fotos, das centenas existentes apenas 2 ou 3 sobreviverão, o resto vai morrer ou seguir a linha para se tornar uma característica de outro produto. O mesmo deve acontecer com as empresas que prestam serviços analíticos, cerca de 20 devem sobreviver no mercado. “Isso de fato já está acontecendo. O crescimento do uso de mídias sociais passou a ser lento há alguns meses para iniciantes no mercado como FourSquare e, igualmente, para empresas fortes como Facebook”, pontua.

Cenário brasileiro

As empresas de mídias sociais estão chegando ao Brasil aos poucos, como é o caso do LinkedIn, que recentemente abriu um escritório em São Paulo. A presença dessas empresas pode ajudar o mercado a lidar com esse tipo de ferramenta, que muitas vezes são usadas como CRM ou quando são aplicações terceiras se integram ao Facebook ou ao Twitter. “Estar próximo do mundo corporativo faz a diferença para que as organizações saibam como investir de forma mais eficiente. As redes sociais são de extrema importância e as empresas vão observar que tipo de investimento vale a pena fazer. Para as companhias de B2B, por exemplo, não é legal investir em propaganda no Facebook, faz mais sentido aplicar na ferramenta SEO para aparecer com mais destaque nos resultados do Google”, explica Marcelo Silva, analista da Frost & Sullivan.

Mas estar presente no País não é tudo. Para conquistar a sobrevivência, as empresas de mídias sociais dependem de uma série de fatores, dentre elas o nível de engajamento das próprias organizações aqui no Brasil. “O LinkedIn vai ter quantas pessoas na equipe de venda? O Facebook vai conseguir orientar sua clientela? O mundo corporativo vai buscar se educar ou a investir onde acha que é melhor por mero achismo. Esse é um mercado ainda imaturo, estamos atrás dos Estados Unidos e a tendência citada por Viver Wadhwa provavelmente vai acontecer de fato aqui no Brasil em poucos anos”, prevê o analista.

Os sites de compras coletivas são exemplos de modelo hoje criticado pelo mercado norte-americano e ainda em fase de aprendizado por parte dos usuários no Brasil. Para o analista, isso mostra a importância das pessoas aprenderem a usar as ferramentas para saberem a melhor forma e caminho de se investir.

As empresas precisam se atentar a todas as esferas, sem se esquecer das lojas físicas. “Essa é uma falha comum e que deve ser evitada, a ideia é fazer um balanceamento, pois há vários tipos de consumidores que se relacionam em diversos meios de canais. É preciso saber administrar cada um devidamente, no momento mais oportuno, é aí que entra a questão de saber investir melhor para que a receita faça jus às promessas”, finaliza Silva.

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11 jan SEO: A Prática do Link Building

Você já ouviu falar ou leu em algum lugar que para realizar um bom trabalho de SEO basta usar meta tags, que elas fazem milagres. ERRADO! SEO não se resume a isto, é muito além, e neste post abordarei uma parte importante do trabalho: o link building.

Para quem nunca ouvi falar de link building, tentarei explicar, o mais resumido possível, e de uma forma simples de entender. São diversos os fatores que ajudam um site a ficar bem posicionado nos buscadores como o Google, dentre eles estão os backlinks (links de redirecionamento para o site).

Quando o seu site tem um grande número de backlinks, isso ajuda a aumentar o PageRank e, conseqüente, o posicionamento nas páginas de busca. Deixando mais claro, o backlink é quando um terceiro site adiciona um link para o seu. Então, quantos mais backlinks o seu site obter é melhor, mas também importa a qualidade, pois não ajuda muito ter links em sites com pouca visitação, que tenham o PR baixo e não que sejam significativos para o seu ramo de negócios. Portanto, o trabalho de link building é conseguir o máximo de backlinks em sites relevantes. Mas como fazer isto? É fácil? Não é não.

Antes de colocar a mão na massa, o site que será divulgado precisa ter uma boa arquitetura de informação, ser bem estruturado com relação as meta tags, ter uma relação de palavras-chaves do negócio e saber a posição do site e das palavras-chaves nos buscadores. Depois disto, é preciso avaliar quais serão as táticas empregadas. Para ajudar no entendimento, vamos imaginar que eu preciso conseguir backlinks para o site de uma loja de roupas online (este será o exemplo até o fim do artigo). O trabalho de link building pode ser feito baseando-se em sites e blogs que citam o nome da loja; sites e blogs de temas relacionados, por exemplo, que abordem moda ou que falam sobre e-commerce; cadastro em diretórios de empresas, de sites e de notícias (caso a loja virtual tenha um blog); pesquisar os sites e blogs que citam o principal concorrente, entre outros.

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Mas como fazer para achar estes sites? Pode-se procurar nos buscadores, o que será uma tarefa demorada, ou utilizar softwares que fazem uma varredura na web como, por exemplo, o Link Assistant, que não é gratuito. Após criar uma lista com os sites que citam o nome da empresa, por exemplo, é necessário visitar um por um, avaliar os posts, pensar onde poderá entrar o link do site e entrar em contato com o responsável pelo blog ou site. Aí é a hora de saber lidar com as pessoas. É extremamente importante que você tenha em mente que o dono do site ou do blog não é obrigado, de forma alguma, a adicionar o link do site que você está divulgando, então tenha cuidado na abordagem, seja sutil, cordial e amigável.

Ainda nesta área de relacionamento, também é uma ajuda comentar em fóruns e blogs com assuntos relacionados, pois assim a loja virtual de roupa acaba criando uma relação com os visitantes destes sites e também com os donos, que no futuro poderão fazer posts com link para o site gratuitamente e sem que seja preciso pedir.

Além deste trabalho, também existem os diretórios, que são bons aliados. Apesar de não terem mais o mesmo peso de outrora, ainda ajudam no link building, sem falar que gera divulgação da marca e do local divulgado. No caso dos diretórios, procure os mais conhecidos e que tenham um bom posicionamento nas buscas, pois irão gerar melhores resultados.

Perceberam que SEO não é só meta tag? E o trabalho de link building também não se resume ao que está neste artigo. É preciso praticar e buscar sempre melhorias para não ficar na “fórmula de bolo” e sim criar suas próprias táticas.

Fonte:Midiatismo
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28 dez Eis que surge o gestor de conteúdo web

Encontrar na rede o mercadinho da esquina, a lojinha da rua de trás e o blog daquele seu vizinho chato é super normal em se tratando de web 2.0. A facilidade em pagar uma hospedagem e registrar um domínio é tão grande que não se pensa duas vezes em colocar um site/blog na rede. O intuito de cada um deles também é bem diverso. Vai desde divulgação de marcas, vendas via web (o chamado e-commerce), até relatos do cotidiano de famosos e anônimos.

É até clichê dizer que a tendência de isso continuar acontecendo é enorme, pois a cada dia surgem mais facilidades e também muita gente querendo aproveitá-las. Com isso, se faz necessário que conteúdos de qualidade sejam compartilhados na rede. Eu não sei vocês, mas eu valorizo um conteúdo bem elaborado, sem erros e organizado. Já cansei de entrar em sites que se preocupam pouco ou quase nada com esses pequenos detalhes que fazem tanta diferença.

Vendo essa necessidade, empresas de TI têm contratado gente capaz de elaborar e administrar o conteúdo na rede: eis que surge o gestor de conteúdo web. Mas aí vem a pergunta: será que o trabalho de gestor de conteúdo é limitado a fazer textos e inseri-los em um site? A resposta é não. Há muitas outras coisas que são feitas por esse profissional. Vamos ver cada uma delas?

A rotina de um gestor de conteúdo

Ser gestor de conteúdo web não é pra qualquer um. Essa minha afirmação é pesada, mas é a pura realidade. Trabalhando há algum tempo nessa área, pude perceber que, como toda profissão, a área tem seus louros, mas também muitos percalços e é preciso tirar de letra todos esses desafios.
Por isso, vou listar aqui algumas coisas que um gestor de conteúdo faz:

  • Produz toda forma de conteúdo: cabe ao gestor de conteúdo não só produzir textos, mas pesquisar quais imagens, vídeos e outros recursos multimídia podem ser relacionados ao texto, tornando-o mais atrativo.
  • Revisar conteúdo: conteúdos vindos de terceiros devem ser revisados, evitando assim erros bobos de gramática, pontuação e de grafia que transformam os textos mais interessantes nos piores de serem lidos.
  • Compartilhar conteúdo na rede: há gestores de conteúdo que também fazem a divulgação de conteúdo nas principais redes sociais – Twitter, Facebook, Tumblr, entre outros.
  • Administrar sites: há empresas que atualizam constantemente seus sites ou somente algumas seções. Cabe ao gestor estar atento ao que deve ser atualizado e com que frequência fazer isso.
  • Sanar dúvidas de clientes: alguns clientes preferem atualizar por conta própria o site de suas empresas. Assim, por questão de facilidade, o gestor faz uma explicação detalhada ao cliente de como inserir e editar conteúdo.

Acho que depois de citar algumas das funções de um gestor de conteúdo, tenho razão em mais uma vez afirmar que “gestão de conteúdo não é pra qualquer um”. Mas saber o que fazer é o suficiente? Saber fazer, mas fazê-lo sem qualidade, é o mesmo que não saber fazer. Confuso? Vou tentar finalizar resumindo algumas características de um bom gestor de conteúdo.

Como ser um gestor de conteúdo de qualidade?

Falando como todo mundo, não tem receitinha de sucesso para gestores de conteúdo de qualidade. Mas há certas características que valorizam muito o trabalho de um profissional dessa área. Vamos lá ver o que um gestor de conteúdo precisa ter como virtudes?

  1. Curiosidade: principalmente se você trabalha com um CMS (sistema de gerenciamento de conteúdo), já que manuais só te dão conhecimentos básicos. Claro que não vale só pra isso, mas também em procurar se informar sobre o cliente, público-alvo do site, entre outras coisas que são essenciais para o seu trabalho.
  2. Pontualidade: respeite prazos, principalmente quanto aos sites que mantêm uma certa regularidade em atualizações.
  3. Insistência: quando se depende de conteúdo de terceiros, é preciso ser insistente na hora de cobrar que prazos de entrega sejam cumpridos.
  4. Flexibilidade: quando são muitos projetos envolvidos, é preciso fazer alguns sacrifícios para que se dê conta do trabalho finalizado a tempo. Reduzir o horário de almoço ou trabalhar depois do horário, às vezes, é preciso. Quando começa a ficar constante, é sinal de que não se tem sabido organizar o tempo de trabalho.
  5. Atenção: procure estar sempre atento às suas atividades de cada dia. Tente focar em um trabalho, sempre que possível. A possibilidade de inserir conteúdo errado em um site é enorme quando se trabalha com vários clientes.
  6. Responsabilidade: seja responsável com o trabalho que você faz. Nunca deixe de fazer aquilo que é de sua competência ou transfira responsabilidades que são suas aos outros. Assuma as consequências de todo o seu trabalho, principalmente quando algo dá errado.
  7. Saber um pouco de tudo: é sempre bom se informar. Pode ter certeza de que um dia você vai precisar dessas informações pra algum trabalho futuro. E, mesmo se não precisar, vale como conteúdo adicional.
  8. Procurar sempre estar atualizado: as coisas na área de TI surgem na velocidade da luz. Então fazer o possível pra saber pelo menos as mais relevantes é sempre bom. Isso faz toda a diferença no trabalho de um bom gestor.
  9. Paciência: bugs, momentos de pouca inspiração, prazos muito apertados, clientes que acham que entendem tudo, entre outras coisas tiram o sossego de qualquer um e não seria diferente com o gestor de conteúdo. Ser paciente é mais que necessário nessas horas.
  10. Tolerância: é uma das palavras-chave para qualquer gestor de conteúdo. Ouvir várias opiniões, inclusive as divergentes é inevitável. Aceite, pondere e mude, caso seja necessário.

Essas são algumas das virtudes que um gestor de conteúdo precisa para ser um bom profissional. Somado a tudo isso, se houver prazer e dedicação, o trabalho flui melhor e pode ter certeza de que elogios ao seu desempenho virão, não é mesmo?

 

Fonte:Imaster

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