12 dez Aumente a conversão da sua loja virtual com o Google Shopping

Com melhor divulgação e mais visibilidade, aumentam as chances de vendas. Conheça esse agregador do Google e maximize seus resultados.

O Google Shopping já está operando no Brasil como mais uma das ferramentas de  busca “paralela” ao Google, que objetiva, de alguma forma, organizar as informações da internet e com elas deixar ainda mais relevante o resultado das pesquisas da sua principal ferramenta.

O Google Shopping é diferente de outros sites pelo que faz e pelo que não faz. O Google Shopping pesquisa o maior repositório de comerciantes e produtos da internet e exibe rapidamente resultados relevantes para determinada busca e possibilita que os usuários consigam comparar preços e funcionalidades desses produtos.

Muitas pessoas me perguntaram se o Google Shopping é igual ao Buscapé ou a outros comparadores de preços do mercado, e a resposta é sim e não. Sim, pois a interface dele é muito parecida com os comparadores de preço. Não, pois o Google Shopping utiliza outros critérios para classificar os resultados que ele exibe. Os produtos que serão exibidos primeiro são os que o Google considera mais relevantes para aquela busca e não as empresas que estão pagando mais para aparecer.

O Google Shopping vai me ajudar a vender mais?

A grande sacada do Google Shopping é conseguir facilitar a vida das pessoas que estão buscando determinado produto e oferecer para eles resultados mais relevantes para aquela busca, logo, se você souber se posicionar da forma certa e tiver uma loja virtual que consiga integração com o Google Shopping, provavelmente, você conseguirá mais visitantes para o seu site e, dessa forma, mais vendas.

Dependendo do produto que está procurando o Google exibe no meio dos resultados de busca do um quadro como o acima relevante para o termo buscado. E como o próprio Google afirma a quantidade de clique em resultado no qual são exibidos imagens é muito maior que os resultados só de texto.

Como coloco os meus produtos no Google Shopping?

O primeiro passo para você poder colocar seus produtos no Google Shopping é ter uma conta do Google. Pode ser uma conta @gmail.com ou uma conta que esteja no utilizando o Google Apps. Se você já tem uma conta no Google é só se cadastrar no Google Shopping aqui.

Depois disso você precisa enviar para o Google Shopping os seus produtos, eles podem ser enviados, basicamente, de duas formas: Feed de dados ou API.

O feed de dados é a forma mais simples de integrar a sua loja virtual com o Google Shopping onde é criado um arquivo no formato XML especificado pelo Google que contenha todos os seus produtos.

Já a API exige um pouco mais de conhecimento de programação que desejam integrar seus aplicativos ao Google Merchant Center. Ela é bem mais flexível e permite aos aplicativos enviar dados novos, atualizar ou excluir itens existentes. Para mais detalhes sobre Google Content API for Shopping.

Como ser relevante no Google Shopping?

Como sempre a formula que o Google utiliza para classificar os sites é não é revelada, mas depois de ler alguns artigos e fazer alguns testes podemos afirmar que:

  • Atributos no Feed: Quanto mais dos atributos do produto você conseguir informar no Feed ou via Api é melhor.
  • Imagens – obviamente, o Google Shopping quer exibir as pessoas diferentes imagens do produto. Caso você envie uma variedade de fotos, ou fotos com boa qualidade, as suas chances de aparecer bem posicionado no Shopping aumentam.
  • Título da sua página de produto: a title tag da página do seu produto lá no seu website ajuda você aparecer melhor listado no Google Shopping.
  • O preço: Quando melhor for o seu preço em relação aos seus concorrentes melhor.
  • A descrição do produto: Aqui é onde você pode fazer a diferença crie uma descrição única para o seu produto e tente fugir da descrição padrão que é oferecida pelo fabricante e que, provavelmente, todos os teus concorrentes utilizam.

Isso não é uma receita certeira de sucesso são apenas impressões dos testes que fizemos com os nossos clientes e das pesquisas que realizamos.

E você já está utilizando o Google shopping? Como estão seus resultados?

Fonte:Outrolado


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12 dez Você está pronto para coordenar sua empresa dentro das redes sociais?

Professor especialista em web dá dicas de como as corporações podem ingressar nesse meio sem cometer erros primários

Redes sociais. Este é um dos termos mais comentados dos últimos tempos, seja na sala de aula, em casa, rodas de amigos ou no trabalho. No mundo corporativo, milhares de executivos têm quebrado a cabeça para poder incluir no dia a dia da companhia as ferramentas de comunicação disponibilizadas por estas redes.

Para aqueles que estão se aventurando por conta e risco nessa empreitada, um aviso: há muita coisa para ser analisada antes de simplesmente criar um perfil na rede mais popular do momento. Segundo o professor André Rosa, jornalista e especialista em web, a primeira lição para as empresas que querem se comunicar pelas redes sociais é se lembrar que estes sites não são uma extensão das ferramentas tradicionais de comunicação.

“Há uma lógica diferente e, por isso, não dá para criar estratégias de marketing e comunicação se baseando nas mídias tradicionais. Esse, aliás, é um grande erro. Antes de entrar na rede mais popular é preciso que a empresa questione o que quer alcançar”, ressalta André. “Esse tipo de utilização das redes é uma forma muito limitada e certamente um erro primário”, completa.

Normalmente, as empresas se focam em dois objetivos: presença ou engajamento do usuário. No primeiro caso, André explica que é comum as marcas buscarem apenas indicadores como grandes quantidades de “Curtir” em um post ou seguidores. No entanto, este tipo de relação com as redes sociais são pouco efetivas. Já no caso do engajamento é necessário muito mais do que apenas uma presença digital, é preciso tornar o usuário um aliado.

Para isso, existe uma tríade fundamental: desenvolver conteúdos atraentes e relevantes, ter diálogo e conseguir uma equipe preparada. “Para tornar o usuário um aliado da sua marca é preciso o máximo de trabalho e objetivos muito claros. Os conteúdos devem trazer popularidade e serem úteis. Só assim o usuário vai perceber o quanto vale a pena estar conectado a essa empresa”, afirma.

As companhias devem enxergar as redes sociais como um espaço de diálogo, onde elas podem oferecer feedbacks, conteúdo atraente e divulgar sua ideia, de acordo com André. O professor ainda ressalta que cada rede tem um propósito e se encaixa melhor em uma situação. No Facebook, por exemplo, é possível adicionar um dos formatos mais atraentes de conteúdo: o vídeo. Fora isso, dentro do site é possível discutir e comentar assuntos de forma fragmentada, enquanto que no Twitter as mensagens são mais soltas e não mantêm um histórico linear. “O Twitter tem um caráter de agilidade muito grande e é comumente usado para reclamações. Porém, o ideal é explorar ambos em suas melhores características”, comenta.

Em relação a equipe, André observa que existem alguns pré-requisitos importantes na hora da contratação de um profissional de mídias sociais. Para ele, além da especialização, a pessoa deve ter noção de sociologia para saber um pouco do comportamento humano, alem de ter um tino comercial. “Ele deve ser um ombro amigo e um bom vendedor, essas qualidades precisam coexistir, pois é fácil encontrar muitos usuários tentando desestabilizar a marca [conhecidos como Trolls]”, conta. “Organizar e fazer curadoria das redes sociais é uma missão delicada em que se deve levar em consideração as limitações tecnológicas do profissional e o tamanho da equipe”, conclui.

Existem ainda centenas de toques e dicas para as empresas que estão ingressando nas redes sociais. E o ideal é buscar cursos e palestras que estimulem a reflexão e diálogo sobre o assunto. Muitas vezes, os casos de sucesso de outras empresas servem como um enorme aprendizado. Lembrar-se da tríade comentada pelo professor é o começo de tudo para minimizar os erros mais comuns.

 

Fonte:Olhar Digital


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12 dez YouTube lança serviço de vídeos educacionais para escolas

YouTube para Escolas permite acesso a vídeos educativos, sem que alunos sejam dispersados por outros arquivos que não tenham relação com a matéria.

O Google acaba de lançar uma nova versão do YouTube especialmente para uso educativo. A diferença dessa página para a que já conhecemos hoje é que os alunos não verão, nos vídeos relacionados, quaisquer conteúdos que não tenham a ver com a matéria em questão.

Para filtrar as sugestões, o YouTube criou várias playlists relacionadas à matéria estudada e também à idade daqueles alunos. Dessa forma, o Google pretende trazer de volta o acesso de escolas que bloquearam o site exatamente por conta dos conteúdos inadequados à sala de aula e que podiam ser acessados ali.

“A gente tem ouvido dos professores que eles querem usar o conteúdo educacional presente no YouTube em sala de aula, mas têm medo dos estudantes serem distraídos por uma música ou o vídeo do gatinho – coisas que não são apropriadas para aquele momento”, afirma Brian Truong, gerente do projeto, em um post no blog do YouTube.

O novo serviço permite que escolas façam o bloqueio e só permitam o acesso a vídeos educacionais. Existe ainda um outro site, chamado YouTube for Teachers, que dá dicas para os professores de como utilizar esse conteúdo em sala de aula.

A base de vídeos é imensa: são mais de 400 mil títulos, produzidos por organizações conceituadas como Stanford, PBS, MIT e TED, além de outros parceiros ao redor do mundo. Assista, abaixo, o vídeo-apresentação do YouTube para Schools. Para acessá-lo, clique aqui.

 

Fonte:OlharDigital


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09 dez Twitter lança nova versão de seu site

O Twitter apresentou ontem uma nova versão do seu site, com a temática “Let’s Fly”. A ideia é separar tudo em quatro áreas básicas: Home, Connect, Discover e Me.

O novo Twitter está cheio de recursos que tornam mais prático para o usuário se conectar com pessoas, informações e eventos que têm mais significado para ele.

A nova interface será liberada para todos os usuários nas próximas semanas, mas está disponível imediatamente para usuários da mais nova versão do cliente oficial do Twitter para iPhone (e para Android), agora na 4.0.

O mobile.twitter.com também foi atualizado com as novidades, para quem prefere usar o Mobile Safari para acessar a rede social.

O Twitter para iOS requer o firmware 4.0 ou superior e é gratuito na App Store. Trata-se de um aplicativo universal, compatível também com iPads, porém a novidade requer que o uso seja feito através de iPhones/iPods touch.

Esta é a segunda mudança significativa que o Twitter promove na sua interface desde o seu lançamento, em 2006. A anterior aconteceu em setembro de 2010, e o microblog levou alguns meses para disponibilizar o novo formato para os usuários.

 

Fonte:Imasters

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08 dez Como aumentar a interação com a sua marca no Facebook

 

 

Como aumentar a interação da sua marca no Facebook

Marketing no Facebook não é só baseado em Likes, é mais que isso. O que importa mesmo é o volume de interação entre o usuário e a sua marca. Saiba, lendo esse post, como aumentar a interação dos clientes com a sua empresa a partir da sua fan page.

Aumente a interação produzindo conteúdo

 Não um conteúdo qualquer, mas um conteúdo excelente. Se você não for considerado referência no seu setor pelo conteúdo oferecido em mídias sociais, é muito provável que alguém da sua concorrência se destaque, daí é um pulo pra sua marca ficar “na sombra”. Pense na frente e produza conteúdo original ao invés de sair copiando o que a concorrência anda fazendo. Esqueça aquele pensamento viciado do pessoal do marketing, que ou (1) acredita que a empresa na qual trabalha é a melhor do mundo e imbatível ou (2) crê que está na pior empresa do mundo, onde tudo está errado e nunca fez sucesso nenhum. Independente do pensamento, trabalhe muito para evitar que concorrentes cheguem perto ou então, mesmo se ninguém fez social media direito com a sua marca antes, está na hora de começar.

Vários desses erros também valem pro Facebook, e não só pra quem está começando…

Ofereça serviços grátis

 Parece loucura, mas sabemos que todo mundo adora coisas gratuitas.   Poderia ter contratado uma consultoria ou se inscrito num curso, mas está aqui. O conteúdo é tão bom quanto – ou até melhor – e é grátis. Por que você acha que na produção de conteúdo da sua empresa seria diferente? Se você é nutricionista, aconselhe as pessoas através da sua página no Facebook. Se você tem uma clínica estética, dê dicas de maquiagem. Se você é um restaurante, oriente seus clientes pela mídia social sobre como harmonizar vinhos, espumantes e cervejas. Mesmo se você comercializa produtos, certamente existem serviços que você pode prestar sem cobrar nada em troca pelo Facebook. Pense bem e dê esse importante passo para se destacar nos sites de redes sociais.

Seja interativo, e não reativo

 Esse é o mais importante de todos. Se a sua empresa já tem uma audiência razoável, é muito provável que o recebimento de comentários e publicações espontâneas no seu mural seja frequente. Se isso já está ocorrendo, não perca a oportunidade de interagir com as pessoas, seja nos comentários positivos, negativos ou neutros. Não pense duas vezes antes de responder com um “obrigado pelo seu elogio ao nosso espaguete! você costuma preparar algo parecido em casa também?” ou “sentimos que você tenha tido uma má experiência com os nossos serviços. algo parecido já aconteceu com você antes por aqui?”. Se as pessoas foram até você e se expressaram, é por que desejam fazer trocas sociais com a sua marca. Não desaponte os seus “curtidores”.

Pergunte mais e melhor

Todo mundo já sabe que fazer perguntas em mídias sociais é legal. As pessoas respondem. Felizmente o Facebook lançou as enquetes para fan pages, o que ajuda ainda mais as marcas nesse sentido. Aproveite todas essas ferramentas para perguntar, mas pergunte com qualidade. Observe o que está acontecendo no Brasil e no mundo para fazer perguntas relacionadas com o cotidiano das pessoas. O que eu quero dizer é: faça perguntas relacionadas com a vida das pessoas ao invés de perguntar sobre seus produtos e serviços – que, convenhamos, só são interessantes se você for, de certa forma, uma lovemark.

Fonte:Chadecerebro

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07 dez SEO – Por que bom conteúdo falha?

Nessa guerra infinita sobre SEO hats, eu ouço constantemnete alguém dizer “eu fiz um ótimo conteúdo, e ninguém se importou”, ou “conteúdo de marketing não funciona”. Não estou aqui para negar. Às vezes, “ótimo” conteúdo não dá certo mesmo.

Parte do problema é que usamos aquele velho argumento de que ele é evidente por si mesmo  (“Construa um ótimo conteúdo! Tcharã!”). Mas a outra parte é que nós não damos ao nosso conteúdo a chance de ser bem sucedido. Muitas vezes, não é culpa dele e nem do Google, mas do que nós fazemos (ou não fazemos) depois de o criarmos. Aqui estão algumas idéias para avaliar um bom conteúdo e colocá-lo em ação. 

Não ouça a sua mãe

Antes de você começar a promover seu “ótimo” conteúdo, tire um minuto para certificar-se de que ele é tão bom quanto você acha. Você já viu um teste para o programa de calouros American Idol em que um menino chegou falando que era o talento enviado por Deus para o canto e a dança, e depois parecia o Charlie Sheen fazendo um monólogo? Aparentemente, ele nunca se apresentou para mais ninguém que não fosse sua mãe. “Não confie nos seus fãs” é uma regra importante quando se trata de conteúdo. Encontre alguns críticos e os ouça. O conteúdo que fará as pessoas voltarem de novo, e de novo, normalmente não é escrito de uma vez só.

O que “ótimo” significa?

A palavra “ótimo” já é um campo de ambigüidade. Todos nós temos certa habilidade de julgar qualidade, mas muitas vezes nossas medidas de grandeza são baseadas em retrospectivas – um post de blog foi considerado “ótimo” porque teve muito tráfego, tweets, likes, etc. Eu não acho que exista uma receita para bom conteúdo, mas eu vi alguns temas comuns, pelo menos nos meus próprios sucessos. A maior parte dos bons conteúdo irá se encaixar em pelo menos uma dessas categorias:

1. O ótimo conteúdo tem credibilidade

Como um consultor e expert no assunto, meu conteúdos mais bem sucedidos foram peças que realmente abordam anos da minha experiência. Não fale sobre algo se você não sabe exatamente do que está falando. Por outro lado, não subestime o valor da sua própria experiência, mesmo que você ache que o seu assunto é chato. 

2. Ótimo conteúdo demanda esforços reais

Nem todo bom conteúdo tem que custar muito (várias marcas desconhecidas provaram isso), mas acredito que os melhores conteúdos precisaram de tempo e esforço para serem criados. Se você conhece alguém que se matou para escrever algo, seja um post bem pesquisado, um vídeo bem editado, ou um infográfico maravilhoso, isso diz que eles respeitam seu tempo e sua inteligência. As pessoas percebem um esforço real. Respeite seus leitores!

3. Um ótimo conteúdo é útil

Isso é mais um recurso do conteúdo informacional do que isca para links, mas ótimos posts de blogs, por exemplo, fazem com que você vá embora levando algo útil. Sejam táticas de SEO, receitas, ou dicas para melhorias na sua casa, se você sair com conhecimento que lhe seja útil, você irá se lembrar dele. Dê às pessoas informações úteis e as ajude a colocá-las em ação.

4. Um ótimo conteúdo implora para ser compartilhado

Do lado das iscas de links, o bom conteúdo é algo que você instantaneamente quer mostrar aos outros – seja por medo, descontamento, ou apenas para mostrar que você é legal. Quando você tiver terminado de criar uma peça, você estará doido para clicar em “publicar”, ou você estará apenas feliz por ter acabado e poder ir para casa? Crie conteúdo que você fique orgulhoso em compartilhar, não apenas por que ele pode se tornar viral, mas por que é você quem tem que compartilhar primeiro (veja abaixo).

Venda o seu marketing

A grande ironia do marketing de conteúdo é que você tem que vendê-lo. Todos nós gostaríamos de escrever conteúdo que todo mundo linka apenas por sua única virtude e grandeza. Algumas pessoas argumentarão que isso é “puro” e o marketing, na verdade, é uma mancha na verdadeira grandeza, mas (me desculpe) isso é besteira. Querer ser reconhecido unicamente por nossas virtudes não é nada mais do que uma coisa de ego. Se você fica sentado esperando por um trabalho por que acredita ser um gênio, mas nunca se inscreve ou fala com ninguém: boa sorte! Seu ego está no seu caminho. O mesmo vale para conteúdo. O marketing de conteúdo precisa de marketing, e isso, meu caro, começa com você. 

1. Vá atrás das pessoas

Lembra o que eu disse sobre criar um conteúdo que você está louco para compartilhar? Bem, aqui está sua chance! Se você promove conteúdos ruins apenas para construir links, você ficará com vergonha de contar as pessoas sobre isso, e você deve mesmo ficar. Se você sabe que construiu algo incrível, você estará impaciente para mostrar aos seus amigos e pares. Então, mostre! Contate as pessoas diretamente e as deixe saber que você tem algo que vale a pena. Não twitte apenas uma vez e esqueça. Mande emails para as pessoas, mensagens, e até ligue se precisar.

2. Agende seu lançamento

Muitas vezes, gastamos horas, ou dias, em um pedaço de conteúdo e apenas apertamos “publicar” quando terminamos – tipo às 8 horas da noite de um domingo, quando toda a indústria está fazendo planos para conferências que começam na segunda-feira de manhã. Planeje a publicação do seu conteúdo como você planejaria o lançamento de um produto: anuncie o que está por vir, agende bem o seu lançamento, e não tenha medo de re-anunciar. Você não irá tirar ninguém do sério porque twittou o mesmo link de manhã e a tarde (desde que isso não vire um hábito). Apenas uma pequena porcentagem dos seus seguidores está prestando atenção em um momento especifico.

Apesar de acreditar que o “timing” depende muito do seu público, Dan Zarrella escreveu um artigo muito bom sobre a ciência do timing de conteúdo. O HubSpot também tem uma ferramenta chamada TweetWhen, que você pode usar para ver qual é o melhor momento para ser re-twittado.

3. Tenha um plano de promoção

É engraçado como despejamos nossos corações e almas em peças de conteúdo e assim que elas são finalizadas, seguimos para o próximo projeto. Então, nos perguntamos por que ninguém se importa. Tenho que admitir que eu fui culpado disso muitas vezes. Não se esqueça da importância do que acontece depois que você publica o seu conteúdo. Melhor ainda, construa um plano de marketing que cubra esses próximos passos. Atinja suas mídias sociais, construa links ativamente, faça posts como visitante em sites relevantes, etc. Vemos conteúdos se tornarem viral e pressupomos que isso acontece magicamente –  em10% das vezes isso pode ser verdade, mas nos outros 90%, alguém fez acontecer.

4. Poste em algum outro lugar

É difícil dedicar muito tempo a uma peça de conteúdo e não deixá-la viver em seu site, mas às vezes, é preciso ir aonde o seu público está. Veja o Noob Guide to Online Marketing, de Oli Gardner, publicado no site SEOmoz no início deste ano. O Oli poderia facilmente ter postado esse guia no Unbounce, mas ele optou por focar em um publico levemente diferente, mas ainda bastante releventa. Mais de quatro mil tweets e quase cem mil visitas depois, é difícil negar que esta tática teve um impacto positivo em sua reputação e empresa.

A grandeza não é instantânea 

Uma última dica: na velocidade de Internet, costumamos pensar que cada sucesso é do dia pra noite. Certos conteúdos precisam de dias, ou até semanas, para atingir suas marcas. Acredito que os dias nos quais tentamos fazer a home-page do Digg nos deixou com alguns hábitos ruins, e um deles é desistir de conteúdos que não explodem na primeira hora depois que são publicados. É legal quando isso acontece, mas muitas vezes essa explosão simplesmente deixa para trás os restantes carbonizados dos servidores e nada mais do que alguns logs de tráfego para mostrar.

Se você acredita que seu conteúdo é realmente bom, dê a ele uma chance. Ele pode “pegar” devido ao post de um visitante, de um link bem posicionado, de uma entrevista, ou de uma das centenas de coisas que acontecem nos dias e semanas depois que ele é publicado. Mesmo que você decida que ele de fato falhou, aprenda o que puder com isso. As pessoas querem tudo com apenas uma tentativa, mas até os melhores marketeiros de conteúdo não são bem sucedidos em 100% das vezes (eu diria que eles são sortudos se chegarem a 0,2). O conteúdo que falha ainda sim carrega informações valiosas, e você pode construir o próximo conteúdo relenvante a partir delas. 

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Este artigo é uma republicação feita com permissão. SEOMoz não tem qualquer afiliação com este site. O original está em:http://www.seomoz.org/blog/why-does-great-content-fail

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