17 jan YouTube anuncia recurso de storyboard para facilitar a navegação do usuário

YouTube está lançando um novo recurso que gera uma storyboard para ajudá-lo a navegar mais facilmente nos vídeos. O recurso permite que você passe o mouse em qualquer ponto da timeline para ver uma miniatura do mesmo. Isto faz com que seja mais fácil encontrar a parte que você está procurando. Os players do Netflix e Hulu já tinham esse recurso e agora chegou a hora do YouTubeimplementá-lo.

YouTube está lançando um novo recurso que gera storyboard  (Foto: Divulgação)
YouTube está lançando um novo recurso que gera storyboard (Foto: Divulgação)

Atualmente, o YouTube gera apenas três miniaturas para representar um vídeo que tem começo, meio e fim. No entanto, será possível que até 100 miniaturas por vídeo sejam exibidas, sem mencionar que as imagens em miniatura também poderão ser organizadas em uma grade de 10×10.

Esse recurso está sendo lançando agora, mas ainda não está claro quando será padrão para todos os vídeo do site. Para usá-lo basta arrastar o ponteiro do mouse através de pontos diferentes do vídeo e então as imagens irão aparecer na forma de storyboard. Você pode vê-lo em ação no vídeo abaixo:

 

 

O editor do Digital Inspirations, Amit Agarwal, é um dos poucos usuários que já possuem a storyboard. O vídeo acima foi feito por ele para demonstrar a novidade. Tudo indica que ela está sendo habilitada lentamente para os usuários do site. Aconteceu o mesmo com o lançamento do novo design do site alguns meses atrás.

Fonte:Techtudo

 

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17 jan Cinco dicas para tornar os seus negócios mais interativos nas redes sociais

Formule e concentre-se em alguns objetivos para tornar sua marca ainda mais vista no mercado dos negócios

Diferente de anos atrás, quando uma empresa mantinha seu foco em campanhas publicitárias para a TV, outdoors de rua e outros veículos de comunicação, hoje, por assim dizer, houve uma grande transformação no conceito de reinventar e divulgar sua companhia para o público.

Por um lado, as organizações não podem mais se dar ao luxo de desenvolver projetos mais fechados e com chamativas simples, que geralmente não atraem o interesse dos consumidores. Por outro, não se pode optar em não participar e permanecer em silêncio diante das notícias, em especial no que diz respeito à internet, redes sociais e outros desses sites, já que esse ciclo de informações é constante, e exige das empresas cuidado e atenção para não hesitarem.

Com o aumento dos canais de mídia social, existe a necessidade de se comunicar facilmente – e simultaneamente – com os usuários. Dessa forma, que tipo de mensagem sua marca visa transmitir aos clientes socialmente engajados?

Foi pensando nisso que o site Social Media Examiner elaborou cinco dicas de como você e sua companhia podem formular seus objetivos de forma confortável, fácil, rápida e confiante, para então tornar sua marca ainda mais eficaz no mercado da competitividade.

1. Determine a personalidade da sua marca

Grande parte das pequenas empresas cresce gradualmente, acrescentando clientes e serviços ao longo do tempo. À medida que evoluem, elas garantem uma reputação de como conseguem evoluir e fazer bons negócios, determinando, assim a voz da sua marca. Com isso, ao identificar os traços de personalidade da sua companhia, os clientes terão razões para chegar até você

Um bom exemplo dessa situação é comparar a marca da sua empresa a um tipo de carro, rede de hotéis ou até a um CEO de alguma multinacional, para saber qual deles melhor representa a sua mensagem. Richard Branson ou Bill Gates? Land Rover ou Porsche? Com qual deles você tem mais a ver? Definir o seu personagem lhe dará mais convicção acerca de como alcançar bons resultados.

2. Identifique o público e sua verdadeira audiência

Com a quantidade de dados que estamos sujeitos na geração atual, o mesmo produto pode servir para diferentes tipos de grupos. Por isso, certifique-se de conhecer o público que é mais receptivo à sua mensagem e que está mais de acordo com as propostas da sua marca.

Por exemplo: se você é uma empresa B2B (Business-to-business), sites como LinkedIn e Google+ podem ser um terreno melhor e mais direcionado do que um serviço de ofertas profissionais no Twitter para seguidores aleatórios. Ao invés de uma abordagem menos direta, alinhe sua marca e empenhe o potencial de seus recursos para as comunidades que irão responder a suas demandas.

Junte-se a subgrupos específicos da indústria e fóruns para se mostrar participativo, oferecendo respostas pensadas em sua área de especialização. Além disso, é importante que você faça a medição da influência de sua marca no mercado de negócios. Para isso, existe uma opção eficaz e gratuita que, inclusive, já falamos aqui no Olhar Digital: o Klout, um serviço que mapeia sua participação nas principais redes sociais da atualidade e lhe fornece gráficos, dados e outras informações demográficas sobre como sua empresa/mensagem tem se saído na internet.

3. Desenvolva um objetivo mais consistente

Algo fundamental para o crescimento da marca é a sua consistência. Por isso, não deixe de transmitir um estilo familiar de mensagens ao se comunicar com os demais consumidores. Vale lembrar que não há uma maneira certa ou errada de falar: o importante é saber falar com o público – que não exige frases mais fechadas. Seja mais próximo do seu cliente, utilize de uma linguagem mais informal (sem deixar a seriedade de lado), elabore uma comunicação mais sociável. Conheça-o.

Contudo, não adote um perfil de multi-personalidades, como ter um lado mais rígido no Facebook, e no Twitter uma versão menos séria. Isso pode causar um certo transtorno para os usuários. Se vários funcionários contribuem para suas mídias sociais, certifique-se de que eles compreendem a personalidade de sua marca (como foi dito no item 1).

4. O tempo é tudo

Saber quando falar é muitas vezes crucial para estabelecer um contato confiável de sua marca no mercado. Se antecipar exageradamente ou esperar muito tempo pode dar a impressão de que você não está antenado ao que está acontecendo. Se organizar e mostrar-se ponderado é a melhor solução.

Uma maneira simples que pode amenizar eventuais problemas desse gênero é o Google Alerts. Nele, você pode delimitar um assunto-chave na sua indústria, de modo que seus funcionários estarão informados, esclarecidos e preparados para oferecer insights e comentários quando for necessário.

Outros meios, como o Twitter, por exemplo, também são ótimas ferramentas para estar por dentro – e em tempo real – sobre os principais fatos do dia a dia. E não se esqueça: cada segundo pode ser um fator determinante para definir a sua marca. Leia e responda os comentários de seus clientes para não se esquecer e ficar para trás.

5. Praticar é essencial

Hesitar pode gerar falta de confiança. E nada constroi melhor a confiança do que a prática. Felizmente, a web oferece uma ampla oportunidade para aperfeiçoar o poder da sua marca. Você pode começar com o blog da empresa (caso já exista um) e construir uma biblioteca de artigos úteis para seus clientes.

Tais artigos podem ser reaproveitados a vários diretórios, que vão amplificar sua mensagem. Elabore alguns tweets, faça atualizações diárias no Facebook, contribua com o seu perfil no LinkedIn, e você terá o reconhecimento esperado para o seu setor. Sabendo bem que tipo de personalidade sua marca possui e o público a ser atingido, as características da sua empresa serão aprimoradas, para então melhorar e fortalecer sua voz no mercado de negócios.

Ao seguir estas cinco dicas, você provavelmente se sentirá mais à vontade para se comunicar e alcançar uma audiência maior de sua marca e empresa. E qual sua opinião? Diga suas experiências nos comentários abaixo.

 

Fonte:Olhar Digital

 

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16 jan Os 4 pilares do marketing digital para pequenas empresas

 

Cada vez mais as pequenas e médias empresas estão investindo em presença digital, apropriando-se das novas tecnologias e utilizando-as das mais variadas formas com o intuito final de obter lucro. Contudo, ainda são poucas aquelas que, de fato, estão entrando no meio online de maneira responsável, preocupando-se em compreender o processo que está por trás da invasão do digital para, então, aplicá-lo ao seu negócio.
Uma boa dica para as pequenas e médias empresas que pretendem investir em marketing digital é começar com a aplicação de quatro princípios que considero como os pilares fundamentais de ações em marketing digital: planejamento, conteúdo, relacionamento e monitoramento. Cada um deles merece, no mínimo, um post inteiro. Porém, neste artigo vou aborá-los minimamente, fornecendo uma visão geral de cada um.

1. Planejamento 

Este é o ponto chave e do qual dependem todos os demais. O planejamento irá fornecer a base para toda e qualquer ação de marketing – digital ou não. É um erro pensar que planejamento é algo que diz respeito apenas ao futuro. Um bom planejamento deve englobar aspectos do passado e do presente para, então, garantir o preparo adequado para enfrentar o futuro. Planejamento, portanto, é um exercício de paciência, que envolve cautela, estratégia e uma dose de intuição
Uma das grandes dificuldades que se tem atualmente em termos de planejamento reside na necessidade de integração online/off-line. Muitas empresas enxergam no marketing digital uma fórmula mágica para seus problemas e esperam das agências, dos freelancers – ou seja lá de quem esteja responsável por isso no momento – ações que atendam aos seus utópicos objetivos, esquecendo que antes das ações, vem o planejamento e este precisa estar alinhado ao plano de marketing da empresa, plano este que muitas das pequenas e até médias empresas sequer possuem.
2. Conteúdo 
Produzir e compartilhar conteúdo relevante para o seu público-alvo. E o que é ser relevante? Relevante é aquilo que tem importância, ou seja, algo que vai fazer a diferença quando o consumidor escolhe o que vai prestar atenção entre os diversos conteúdos concorrentes em seu mural do Facebook ou na timeline do Twitter. A relevância é o que faz a diferença entre o curtir ou não uma determinada publicação, entre retwittar ou não um determinado link, ou mesmo emitir ou não um comentário. Em suma, é o que gera o engajamento. Assim, como a relevância difere de pessoa para pessoa, conhecer o seu público-alvo é fundamental.
3. Relacionamento 
Aqui quero comentar a respeito das relações que a empresa desenvolve com os seus clientes – reais e potenciais – focadas na presença digital. Como comentei no artigo “O cliente quer se sentir amado“, antes um bom bar ou restaurante era aquele em que os garçons sabiam o nome do cliente e, de quebra, seu pedido mais habitual. Nas mídias sociais pode-se reproduzir de certa forma esse ambiente, na medida em que é possível – através de mensuração e monitoramento – conhecer melhor o seu público-alvo por meio do que ele compartilha, de como interage, o que pensa, o que gosta ou não. Além disso, o relacionamento é eficiente quando o cliente é “ouvido” e tem respostas rápidas e eficazes aos seus pedidos. As marcas precisam – antes de imaginar grandiosas ações, ou o que é mais comum atualmente, excelentes virais – se preocupar em construir relacionamentos com seus consumidores.
Ainda falando em relacionamento, é preciso entender também que relacionamento não se faz apenas por meio de redes sociais. Facebook, Orkut, Twitter, Youtube, etc., são excelentes formas de se estar presente no universo digital dos clientes, porém não são as únicas. O investimento e as ações em redes sociais devem estar alinhados a uma estratégia maior, que pode incluir e-mail marketing, SEO, games, entre outras. E as estratégias digitais, por sua vez, devem estar alinhadas com o plano de marketing da empresa.
4. Monitoramento 
Parte fundamental do processo, o monitoramento engloba as métricas e a importância de se ter dados confiáveis e mensuráveis para avaliar o retorno concreto das ações de marketing digital. As métricas podem ser obtidas por meio de diversas ferramentas, grande parte delas fornecidas gratuitamente pelo Google. Além disso, o monitoramento deve ser segmentado, ou seja, incluir o monitoramento da marca, monitoramento da concorrência e monitoramento de mercado.
Como se vê, presença digital não se resume a ter um site ou, o que é pior, um e-mail e um Twitter “para promoções e sorteios”. Estar, de fato, presente no ambiente digital, não é algo tão simples como se imagina e requer atenção, conhecimento e investimento para, de fato, dar retorno. Nesse sentido, talvez a dica mais útil que se possa oferecer às pequenas e médias empresas com relação ao uso dos meios digitais é: não caia na tentação do “faça você mesmo”, busque um profissional. Qualquer um pode fazer um sorteio e conseguir muitos seguidores para um perfil do Twitter ou curtidas em uma fanpage no Facebook, mas a verdadeira pergunta é: será que eles continuarão a se interessar pela sua empresa depois que os sorteios acabarem?
Fonte:Midia8

 

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13 jan Twitter lançará ferramenta voltada para o mercado corporativo

 Segundo o Mashable, o Twitter está testando uma nova ferramenta para o mercado corporativo chamada de “Twitter Business Center“. A ferramenta está sendo testada por um pequeno grupo de empresas, mas o serviço será estendido para mais empresas de forma gradual.

Twitter Business Center

o Twitter Business Center permitirá que empresas personalizem suas páginas além de exibir o selo de Verified Account. As contas poderão receber mensagem diretas, direct menssages, de qualquer pessoa, independente de segui-las.

O Twitter Business Center  é mais uma iniciativa para das às empresas uma maneira mais efetiva de gerenciar suas contas.

Twitter Business Center

Ainda não sabemos se o Twitter vai cobrar por estas funcionalidades, até o momento a equipe de desenvolvedores está testando e refinando antes de liberar para o público.

Fonte:Digital Marketing

 

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13 jan Os 8 F’s do insucesso das lojas virtuais

 

O negócio virtual é tão ou mais real do que qualquer outro negócio e oferece certos riscos de investimentos. Infelizmente no Brasil, 60% das lojas virtuais fecham antes de completar um ano de vida. Por que isso acontece e como evitar? Conhecendo as respostas, a chance de sucesso aumentará muito. Por isso é importante conhecer os motivos principais que levam a decadência, chamados por mim de os 8F’s do insucesso:

1 – Falta de Planejamento: Planejar nunca foi uma atividade muito bem exercida pelo empreendedor brasileiro, talvez seja esse o motivo do SEBRAE apontar um insucesso na casa dos 53% para as micro e pequenas empresas nos 3 primeiros anos de vida. É impossível almejar o sucesso sem o planejamento prévio. A ferramenta mais importante nesse planejamento é o “plano de negócio”, o pontapé inicial que deve ser dado respondendo as seguintes questões: O que vou vender? Quem vai montar minha loja? Quem é o meu concorrente? Quanto gastarei para iniciar o negócio?

2 – Foco no Mercado: Não tente vender de tudo, deixe isto para as grandes lojas. Lembre-se que a internet é um mercado totalmente diferente de uma loja física e que seu público é infinitamente maior. Procurar se especializar em um segmento específico é o começo. Na internet uma pequena fatia de mercado representa milhões de consumidores, basta ter “foco”.

3 – Falta de mão de obra qualificada: Não basta saber navegar na internet, é importante conhecer minimamente o “gerenciamento de e-commerce”: marketing digital, ferramentas de otimização, monitoramento de trafego. Estes três itens são básicos e essenciais.

4 – Falha na divulgação: Para dar um pequeno exemplo, imagine uma loja em rua movimentada, cheia de produtos nas prateleiras e com portas fechadas. Uma loja virtual sem divulgação é igual, ninguém consegue ver e portanto ninguém irá comprar. Aqui entra em ação o “planejamento de marketing e divulgação”, para otimizar o site nos mecanismos de busca, natural ou patrocinado, apoio em redes sociais, divulgação em outros sites, assessoria de imprensa, etc.

5 – Falta de Planejamento Logístico: Um assunto delicado que acaba rendendo 80% dos desconfortos e demandas jurídicas entre a loja e o consumidor. Sabendo-se deste fato, é bom fazer um planejamento de maneira delicada e detalhada do seu sistema de lojística.

6 – Fraude: A fraude, principalmente na venda com cartões de crédito, poderá acarretar grande prejuízo à loja virtual, levando ao seu fechamento, além de acabarem devendo às operadoras em função de antecipações negativadas em suas contas. Portanto, não é bom arriscar neste campo minado. Utilize portais especializados em pagamentos com sistema antifraude conferindo grande segurança nas transações.

7 – Falta de Monitoramento: Muitas lojas acabam fracassando, pois a sua administração não consegue ou não sabe visualizar o que esta ocorrendo em termos de análise de acessos, resultados de campanhas e marketing. Acabam tomando decisões – na maioria das vezes erradas – baseadas em suposições. Sendo assim, a web análise é uma ferramenta importantíssima no mundo virtual, sendo primordial que o web empreendedor se familiarize com o “Google Analytics” ou algum outro similar.

8 – Falha no Atendimento: Muito se fala em atendimento – e deveria se falar muito mais – e a sua loja pode ser virtual, mas o seu cliente é real e necessita de atendimento. Seu cliente precisa saber exatamente o que esta acontecendo com o seu pedido de compra, seu site precisa ter um bom canal de comunicação com o cliente e transmitir a este credibilidade.

Créditos: Arnaldo Korn

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11 jan O fim das startups de mídias sociais

“As receitas de mídias sociais não fizeram jus às promessas, só nos resta esperar para ver a maioria das milhares de startups morrer”, avalia Vivek Wadhwa, VP de inovação da Singularity University.

Que as mídias sociais invadiram um grande número de corporações em 2011 todo mundo já sabe, mas que elas podem andar em ritmo mais lento neste novo ano ainda é surpresa para muitos. “É hora de saltar para o próximo vagão”, avisa o vice-presidente de Acadêmicos e Inovação da Singularity University (CA) e responsável por cadeiras também nas universidades Harvard, Duke e Emory, Vivek Wadhwa.

Pesquisas realizadas já comprovaram que o uso das mídias sociais como parte dos negócios é liderado por empresas dos mercados emergentes como China, Índia e Brasil. Mas a frustração com o resultado negativo das receitas geradas por essas mídias vai fazer com que oportunidades no mundo em desenvolvimento sejam menos aproveitadas. “A festa acabou para os investidores e startups. As receitas de mídias sociais não fizeram jus às promessas, só nos resta esperar para ver a maioria das milhares de startups morrer ou se pendurar nas cordas”, avalia o especialista. De acordo com Wadhwa, 99% das startups de mídia social que foram financiadas por empresas de venture capital no Vale do Silício, na Califórnia, morrerão. “Elas tinham grandes projeções para o crescimento, mas não alcançaram suas metas.”

Nos Estados Unidos, o Facebook e o Twitter estão chegando ao seu ponto de saturação. Sem ter novas pessoas interessadas em fazer parte dessas redes, a projeção de crescimento para 2012 não poderia ser diferente: ritmo bem lento. Para Wadhwa, logo este cenário será palco nos países emergentes, que produzem menos lucros que os mercados dos EUA.

No mundo corporativo não é muito diferente, segundo Wadhwa, há uma grande necessidade de aplicações de mídia social dentro do firewall corporativo. Mas este não será o Facebook ou o Twitter. Existem outros softwares empresariais, como o Tibco, que irão preencher essa necessidade.

O executivo ressalta que as mídias sociais vão continuar importantes, mas se tornarão uma característica de outros produtos. “Assim como browers e e-commerce não são mais tão ‘quentes’, são apenas características. É isso que vai acontecer com as mídias sociais”, acredita.

Um exemplo são as startups de compartilhamento de fotos, das centenas existentes apenas 2 ou 3 sobreviverão, o resto vai morrer ou seguir a linha para se tornar uma característica de outro produto. O mesmo deve acontecer com as empresas que prestam serviços analíticos, cerca de 20 devem sobreviver no mercado. “Isso de fato já está acontecendo. O crescimento do uso de mídias sociais passou a ser lento há alguns meses para iniciantes no mercado como FourSquare e, igualmente, para empresas fortes como Facebook”, pontua.

Cenário brasileiro

As empresas de mídias sociais estão chegando ao Brasil aos poucos, como é o caso do LinkedIn, que recentemente abriu um escritório em São Paulo. A presença dessas empresas pode ajudar o mercado a lidar com esse tipo de ferramenta, que muitas vezes são usadas como CRM ou quando são aplicações terceiras se integram ao Facebook ou ao Twitter. “Estar próximo do mundo corporativo faz a diferença para que as organizações saibam como investir de forma mais eficiente. As redes sociais são de extrema importância e as empresas vão observar que tipo de investimento vale a pena fazer. Para as companhias de B2B, por exemplo, não é legal investir em propaganda no Facebook, faz mais sentido aplicar na ferramenta SEO para aparecer com mais destaque nos resultados do Google”, explica Marcelo Silva, analista da Frost & Sullivan.

Mas estar presente no País não é tudo. Para conquistar a sobrevivência, as empresas de mídias sociais dependem de uma série de fatores, dentre elas o nível de engajamento das próprias organizações aqui no Brasil. “O LinkedIn vai ter quantas pessoas na equipe de venda? O Facebook vai conseguir orientar sua clientela? O mundo corporativo vai buscar se educar ou a investir onde acha que é melhor por mero achismo. Esse é um mercado ainda imaturo, estamos atrás dos Estados Unidos e a tendência citada por Viver Wadhwa provavelmente vai acontecer de fato aqui no Brasil em poucos anos”, prevê o analista.

Os sites de compras coletivas são exemplos de modelo hoje criticado pelo mercado norte-americano e ainda em fase de aprendizado por parte dos usuários no Brasil. Para o analista, isso mostra a importância das pessoas aprenderem a usar as ferramentas para saberem a melhor forma e caminho de se investir.

As empresas precisam se atentar a todas as esferas, sem se esquecer das lojas físicas. “Essa é uma falha comum e que deve ser evitada, a ideia é fazer um balanceamento, pois há vários tipos de consumidores que se relacionam em diversos meios de canais. É preciso saber administrar cada um devidamente, no momento mais oportuno, é aí que entra a questão de saber investir melhor para que a receita faça jus às promessas”, finaliza Silva.

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