15 jan V-Commerce não é tendência, é realidade!

V-Commerce

Sabemos o quanto é fundamental promover os nossos produtos e serviços, principalmente quando se trata de comércio eletrônico, pois visualizar aquilo que se pretende comprar é sem dúvida um dos fatores para decisão de compra. Não é mesmo?

 

Nesse sentido, o V-Commerce (vídeo para loja virtual) se mostra como uma ferramenta totalmente estratégica, principalmente quando se trata de produtos com valor agregado e detalhes minuciosos para despertar ainda mais o interesse do e-consumidor. Entretanto, esse recurso é pouco explorado, pois boa parte dos lojistas insistem em utilizar os vídeos dos próprios fornecedores, assim como as fotos e descrições dos produtos.

O ideal é que o próprio lojista faça sua produção de vídeo, pois o seu maior patrimônio é a sua loja virtual. Segundo o Ibope Nielsen, o número de pessoas que navegaram em sites de vídeos e filmes chegou a 37,8 milhões de brasileiros em 2012, o maior patamar já alcançado pela categoria. O número de visita média no mundo é de 4 bilhões por dia. É como se metade da população mundial acessasse o site diariamente.

A mídia online…

O vídeo produzido para sua loja virtual, sendo publicado no YouTube, ganha maior presença e visibilidade. Não podemos descartar outros sites de vídeos, mas o “filho” do Google realmente é o mais conhecido e possui ótimos recursos de mídia, como segmentação com base em idade, sexo ou uma combinação dos dois, marketing por categorias de interesse que permite segmentar usuários com base nos vídeos que eles já assistiram, remarketing para segmentar usuários de uma lista de cookies que você fornece ao YouTube – e nesse caso, você também pode adicionar um pixel de remarketing do Google AdWords no seu canal do YouTube para segmentar os fãs.

Vale lembrar das possibilidades em realizar o teste A/B e viralizar nas mídias sociais, ganhando maior exposição de marca e fortalecendo as vendas do seu negócio.

Fatos…

As smartTVs estão cada vez mais populares e conectadas ao mundo digital. Há quem diga que teremos a oportunidades de clicar no tênis de um atleta e selecionar a loja virtual! Isso vale também para vídeos online, que possibilitarão a compra. Outro fato é que os smartphones e tablets estão deixando de ser tendência e virando realidade, pois muitos acessam vídeos para assistir filmes e campanhas.

 

Fonte:ecommercenews

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11 jan 7 erros fatais das pequenas empresas no Facebook

Brigar com consumidores ou abandonar a página são problemas que prejudicam a imagem do seu negócio na rede social

facebooksocial

 

Segundo dados do SocialBakers, o Brasil é hoje o segundo país com mais usuários no Facebook. Todos os meses quase 65 milhões de brasileiros passam 8 horas por mês navegando nas timelines e perfis da rede social, de acordo com uma pesquisa da comScore.

A maior parte das pequenas empresas já percebeu a vantagem de estar na rede e mostrar sua marca. “O objetivo é construir um relacionamento”, explica Tiago Luz, presidente da agência underDOGS. Para isso, é preciso seguir algumas regras que podem ajudar a melhorar a imagem do seu negócio e atrair novos clientes. “O seu conteúdo tem que ser relevante para o consumidor”, diz Paulo Schiavon, diretor de planejamento e mídia da Agência Enken.

Sua atuação na rede, no entanto, precisa ser planejada e ter procedimentos para trazer resultados. “A rede social faz parte do portfólio de comunicação da empresa, mas precisa ter uma linguagem específica para o meio, respeitando os anseios das pessoas que estão ali”, ensina Gustavo Chapchap, coordenador de comunicação e marketing da Associação Paulista das Agências Digitais (APADi). Veja sete erros fatais que seu negócio deve evitar no Facebook.

1. Não planejar

Segundo os especialistas, o primeiro erro é entrar nas redes sociais sem o mínimo planejamento. “Em uma empresa com estrutura menor, a tendência é alguém de dentro fazer e não conseguir colocar as informação de forma precisa, nem definir uma linguagem adequada”, afirma Chapchap. Faça um planejamento do que espera da rede, como pretende atuar e como vai responder reclamações.

2. Confundir perfil com página

Um erro bastante comum entre as pequenas empresas é criar um perfil e não uma página para a empresa. A diferença básica é que os perfis são voltados para pessoas e as páginas têm características especiais para negócios. “Muitas empresas quando entram no Facebook criam perfis, que têm limitações de aplicativos e seguidores”, diz Celso Fortes, diretor de criação da agência digital Novos Elementos.

 

Para fazer sua página, há um passo a passo dado pelo próprio site que ajuda a aproveitar melhor as funcionalidades. Você precisa escolher uma categoria e um nome, além de inserir o logotipo ou outra imagem como foto principal. É nesta etapa também que o empresário inclui suas informações de contato.

3. Só anunciar promoções

Um ponto crucial na atuação no Facebook é conteúdo. Para criar um relacionamento, os especialsitas concordam que informação relevante é essencial. “Conteúdo tem que ser relevante para o consumidor. Foto ou vídeo geram mais empatia. Se for lúdico, rendem mais likes e compartilhamentos”, diz Schiavon. É preciso fugir da tentação de só postar promoções ou produtos. “Para cada 5 posts de conteúdo, você faz 1 do produto”, ensina Luz.

A ideia é sempre sugerir e dar dicas, mas sem ser cansativo. “Não pode simplesmente falar do produto, mas de assuntos e temas que envolvam o consumidor, para trazer novos usuários”, explica Schiavon, que sugere uma média de quatro posts por dia. Para Fortes, isso evita uma grande taxa de rejeição, que jogaria todo o trabalho fora.

4. Não se preocupar com a aparência

Apesar do modelo padrão de página, o Facebook permite personalizações, como a foto de capa, que fica no topo. “Falta de padrão visual é um erro. Procure manter a identidade visual de sua página igual ao do website da sua empresa”, ensina Fortes. Outra dica é usar estas ferramentas para incentivar a participação do usuário. “Um exemplo que a gente costuma dar de positivo é colocar o usuário participando da sua cover”, diz Luz.

5. Não responder rapidamente

Como um canal de comunicação com a empresa, o Facebook se torna inevitavelmente um local de comentários e reclamações. A diferença entre a rede social e um SAC é o tempo de resposta esperado pelo cliente. 

 

“Tem que ser bastante rápido na solução de problemas, porque rapidamente uma mensagem mal respondida pode se espalhar. O imediatismo na resposta, pelo menos com um posicionamento inicial, é importante”, afirma Schiavon.

6. Desrespeitar os clientes

A maior parte dos empresários não ofenderia pessoalmente um cliente porque ele reclamou de um produto. O mesmo deveria valer para a internet. Tudo nas redes sociais se multiplica com muita velocidade e algumas empresas já puderam sentir a reação dos usuários quando destratam ou ofendem um consumidor. “Não discuta com o usuário e lembre que ele tem sempre razão”, ensina Luz.

O melhor procedimento para o caso de reclamações na página é pedir desculpas pelo erro, propor uma solução e esclarecer publicamente o que aconteceu. Não delete a mensagem ou tente discutir o assunto na própria página.

7. Abandonar a página

Outro problema é criar a página e deixá-la desatualizada. “Se tem presença na rede, deve mantê-la ativa e viva. Muitas empresas simplesmente criam o canal com a configuração inicial e depois abandonam. Para manter esse canal eficiente, é importante desenvolver conteúdo e promoção”, conta Schiavon.

Além disso, há o risco de não responder as reclamações e isso dar a impressão de que a empresa não dá importância aos clientes. “É melhor não ter se não está preparado para interagir com o consumidor”, explica o executivo da Agência Enken.

 

Fonte:exame

 

 

 

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11 jan Cinco dicas para matérias transmídia

 

Com leitores obtendo as notícias através de tablets, celulares, laptops e muito mais, os jornalistas têm a oportunidade de criar um novo tipo de matéria.

A reportagem transmídia significa dividir pedaços de uma matéria em múltiplas plataformas para formar uma narrativa coesa. Histórias transmídia têm como objetivo principal o engajamento do público.

Criar um componente online para o seu documentário, realizar um evento ao vivo para complementar uma matéria sobre uma causa e criar um site interativo junto com o lançamento de um livro são formas de construir o engajamento público através de plataformas.

O termo “transmídia” gerou controvérsia, por ser muitas vezes usado para descrever técnicas de marketing e entretenimento para promover filmes e séries de TV (e arrecadar dinheiro).

Mas como quer que você chama esta forma de contar histórias, ela permite que você tire proveito de várias mídias de forma única. Se experimentar esta técnica, mantenha estas dicas em mente:

Mantenha o conteúdo único

Em vez de repetir a informação em diferentes plataformas, use diferentes partes de uma história para combinar com a força de uma plataforma e maximizar a experiência do usuário. Um projeto chamado “Culture of Coffee” (Cultura do Café) combina trechos especiais das matérias com diferentes formas de mídia. O criador do projeto Metasebia Yoseph descreve as raízes e tradições do café em um blog no Tumblr, um site, um livro de mesa de café (em andamento), eventos ao vivo, rede social e página de crowdfunding.

Forneça um ponto de entrada coerente

Porque o engajamento público é central para esta forma de contar histórias, certifique-se de que a plataforma utilizada faça com que o leitor interaja de uma forma muito simples. “A interface é crucial; nada acaba mais rápido com um esforço ambicioso em multiplataforma do que um ponto de entrada grosseiro”, escreveu Jessica Clark, estrategista de mídia do AR, num resumo anual de projetos exemplares de transmídia.

image:

O documentário interativo Reframing Mexico (Reformulando o México) utiliza uma interface simples para manter a audiência engajada. O documentário apresenta narrativas pessoais online com infográficos que oferecem informações básicas sobre as estatísticas sociais, econômicas e históricas do país.

Faça parcerias

Não é possível esperar que um jornalista faça tudo. Parcerias são importantes. Várias organizações colaboraram no projeto transmídia NYC Stillspotting, que utiliza vídeo, mapas interativos, áudio e estudos de dados para criar uma matéria sobre os níveis de barulho em Nova York.

Aatsinki: A História dos Cowboys do Ártico é um documentário de longa-metragem sobre um ano na vida de pastores de renas. Tem um componente interativo online, The Aatsinki Season (Temporada do Aatsinki) que mostra as questões sociais, políticas, ambientais e morais por trás da prática. A ideia veio de um hackathon de fim de semana com desenvolvedores e cineastas.

Mantenha o custo-benefício

A escritora Felicia Pride, fundadora do [Pride Collaborative falou sobre custos durante um webinário focado em técnicas de contar histórias. Ela disse que projetos transmídia de grande nome como o Half the Sky — uma combinação de livro, documentáris, jogos para celular e uma campanha para os direitos de gênero — podem ser muito caros, mas há maneiras de incluir outros meios de comunicação, sem quebrar o banco.

“Você pode incorporar a transmídia de uma forma de mais barata, por exemplo, introduzindo as mídias sociais como uma forma de estender a história,” Pride disse. “Depende de seus objetivos e o que você está tentando alcançar.”

A história é a parte principal

“Existem tantas ferramentas para a criatividade que pode às vezes ser demais para a cabeça”, disse Patrick White, diretor criativo da Arcade Sunshine Media, durante um evento do Pride Collaborative sobre inovação narrativa.

Ficar preso aos recursos e ignorar os princípios básicos de contar histórias pode prejudicar seu projeto. “A história vem em primeiro lugar, sempre,” disse White. O Arcade Sunshine produz projetos transmídia como o Lakou Mizik, um centro online sobre música haitiana com áudio, vídeo e uma campanha de ação social.

O fotojornalista e guru de jornalismo transmídia, Kevin Moloney, resume a essência e o objetivo do jornalismo transmídia em seu blog dedicado à prática:

“Ao contar histórias interligadas podemos abraçar a nuance e complexidade que existem no mundo de qualquer história”, escreveu Moloney. “Através de múltiplas formas, podemos engajar as diferentes partes do nosso cérebro que ama histórias. Distribuindo-os em canais diferentes, podemos atingir o público que realmente importa. “

Primeira imagem via Yoseph do site Culture of Coffee . Segunda imagem do infográfico do site Reframing Mexico.

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11 jan Obstáculos e oportunidades para as redes sociais corporativas em 2013

 

Grandes mudanças, como a integração de ferramentas sociais com os negócios, levam tempo. Lembre-se que em movimentos demorados chamados de revolução, os persistentes são os mais propensos a se saírem bem no final

A revolução das redes sociais corporativas já está ‘chegando’ há algum tempo, e eu não espero que ela, de fato, chegue em 2013. Falar em “revolução” implica em grandes mudanças, o que leva tempo. A Revolução Americana levou oito anos. Mesmo revoluções que valem a pena são difíceis.

Alan Lepofsky, da Constellation Research, prevê que 2013 será um ano para falar menos e fazer mais, conforme a necessidade de explicar os conceitos básicos dos negócios sociais desabrocha, e mais empresas colocam em uso ferramentas sociais para trabalhar de forma mais prática a resolução de problemas. “Para fabricantes, 2013 será menos sobre a criação de novos recursos que brilham e mais em ajudar seus clientes (e prospects) a extrair valor real de suas plataformas”, afirma.

Lepofsky vê as tarefas de gerenciamento social tomando corpo de forma efetiva, assim como mais e melhores integrações entre as ferramentas sociais e as aplicações corporativas de negócios. Mais empresas enxergarão a utilidade da criação de aplicativos personalizados que usam as metáforas entre nuvem e social para unir processos de negócios que abrangem vários sistemas. Eu não vou tentar resumir o seu conjunto completo de previsões, mas estou feliz de endossá-las em sua maioria.

Só não estou tão confiante de que veremos mudanças drásticas em 2013. A taxa de adoção pode acelerar, mas será gradual, aos trancos e barrancos, tendo que superar as resistências em cada estágio.Considere a questão da integração entre aplicações sociais e os sistemas das linhas de negócios. É um padrão aceito amplamente por seus benefícios claros e práticos? De jeito nenhum, pelo menos não agora.

Foram muitos os artigos publicados desde o começo de 2012 e ainda assim eu vejo os mesmos potenciais de limitar o sucesso das ferramentas sociais, e não posso afirmar que os obstáculos hoje são mais tranquilos hoje.

Além de questões técnicas, tais como a integração, os obstáculos incluem questões culturais, como a insegurança dos líderes em querer abraçar a transparência e o debate aberto dentro de suas organizações. Um obstáculo talvez tenha piorado. O número dois na minha lista de obstáculos, ainda em janeiro, foi a superação das conotações negativas de “Facebook dentro de sua empresa.” Devido a isso, alguns líderes empresariais olharam para as redes sociais internas como um convite para a frívola perda de tempo. Na época, eu disse que muitos líderes também gostariam de imitar o Facebook como um sucesso empresarial.

Quando minha colega Debra Donston-Miller escreveu sobre como a abertura de capital do Facebook afetou o social business, eu tinha certeza de que o efeito seria positivo para as empresas e iniciativas de negócios sociais. Isso foi antes das ações irem a venda e rapidamente perderem metade do seu valor, em parte por causa de técnicas e procedimentos sem sentido, mas também por causa das dúvidas sobre o modelo de negócios da empresa. Por uma questão de culpa por associação, a ideia de negócio social também viu uma queda de suas ações.

Se o Facebook não fez jus ao seu momento de campeã mundial, no entanto, a rede, por um tempo, continuou distante de montar um modelo de negócios que pudesse afastar os pessimistas e mostrarem que eles estavam errados. Hoje, porém, há sinais de que o Facebook, de fato, pode saber como fazer dinheiro via celulares – depois de tudo -, e a recente tendência ascendente no preço de suas ações tem colocado gente para correr em busca de uma parte da coisa.

Se há uma lição a tirar do Facebook, talvez seja essa: persistência e foco. O próximo ano vai ser o ano dos negócios sociais? Provavelmente não, mas quem se importa? A verdadeira questão é se esse modelo de negócios será o ideal para você? Será este o ano em que você vai mostrar que sabe como colocar o software social para trabalhar de uma forma que compensa para o seu negócio? Se seus concorrentes não descobrirem isso em 2013, melhor para você.

 

Fonte: itwebitweb

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04 jan Google, e-mail marketing e redes sociais: o que gera mais conversão para as empresas?

 

O explosivo crescimento no número de usuários de redes sociais, como Fabebook, Twitter, Instagram e mais recentemente o Pinterest, colocou as mídias sociais como “o” tema do momento. A velocidade com que estas redes surgem e crescem, seu valor de mercado e o crescente tempo que os usuários passam conectados são os principais motivos que sustentam esse interesse.

Na esteira deste movimento, as marcas viram a necessidade de também estarem presentes nestas redes e isto abriu um leque enorme de possibilidades de interação com seus consumidores. A questão que surge, então, é se o investimento feito tem apresentando bons retornos, em termos de venda.

Uma pesquisa conduzida recentemente pela Monetate ajuda a responder esta questão. Os resultados mostram uma importância crescente das mídias sociais com aumento de 55% no share de origem do tráfego em um ano. Entretanto, elas são a origem de apenas 2,15% do tráfego nos sities de e-commerce.

A mesma pesquisa aponta os buscadores, como Google, e o e-mail marketing, como os principais geradores de tráfego e que devem, portanto, ser o foco do plano de marketing. Além disso, são os que apresentam os melhores resultados em termos de bounce rate e e taxas de conversão.

Sobre taxas de conversão, é importante destacar que a pesquisa confirma o que vemos em diversos projetos, onde o e-mail marketing apresenta taxas de conversão muito acima de buscadores e mídias sociais. A pesquisa Monetate aponta para um resultado 38% superior aos buscadores e mais de 9 vezes maior que as mídias sociais. Ou seja, o e-mail marketing é o canal que apresenta melhor retorno. O gráfico abaixo mostra o comparativo das taxas de conversão por origem:

conversao

Devemos então abandonar o uso das mídias sociais? A resposta é não! Embora ainda representem uma pequena parcela do tráfego e tenham os piores indicadores de conversão, estes canais representam uma grande oportunidade de relacionamento com os clientes, reforçando o posicionamento da marca. Além disso, a expectativa é que continuem crescendo ao longo dos próximos anos…

 

Fonte: Imasters

 

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03 jan 6 dicas para usar o Instagram como ferramenta de marketing

instagramAgora, parte do Facebook e com mais de 100 milhões de usuários, o aplicativo de compartilhamento de fotos popular ganhou ainda maior alcance e penetração. O conteúdo que os usuários do Instagram estão gerando e consumindo permite que as marcas e sites de comércio eletrônico possam aproveitar o poder de compartilhamento de fotos para aumentar as relações com os seus clientes. Luis Sanz, um americano especialista em marketing nas redes sociais preparou as seis dicas abaixo. Elas podem ser um ponto de partida para o sucesso das marca no Instagram:

Crie sua conta e defina um calendário editorial .

As imagens são uma ótima maneira de se comunicar com seus clientes, o que faz do Instagram um canal de distribuição para o seu grande conteúdo visual mais atraente. Sempre que você está lançando uma nova linha de produtos ou um evento, uma única foto, em algumas oportunidades, pode se comunicar de forma mais eficaz do que um grande texto.

Mas, assim como com outras formas de marketing de conteúdo, você não deve limitar a esses eventos. Configure um calendário editorial (a postagem de pelo menos um par de fotos por semana pode ser um bom começo) e defina que tipo de conteúdo você vai criar. Um bom exemplo é a Nike, que regularmente exibe uma mistura de seus próprios produtos, eventos, equipamentos esportivos equipe ou clientes usando seus produtos.

Escolha uma série de hashtags e foque estes

Hashtags são a melhor maneira de categorizar o conteúdo no Instagram, mas também a maneira mais fácil de construir uma marca no serviço. Você deve definir poucos hashtags e cumpri-los a risca. Isto vai ajudar os seus seguidores a se lembrar e identificá-los com a sua marca. Além dos óbvios, como o nome de sua marca ou de seus produtos mais vendidos, é uma ótima prática para criar a campanha hashtags específicas que se comunicam com a sua marca. 

Interagir / comentar as fotos de seus clientes sobre você

Se você está ativamente envolvido ou não, seus clientes já estão falando sobre seus produtos no Instagram. Portanto, não há lugar melhor para começar a conversa do que lá.

Mesclar offline / online

A natureza móvel do Instagram permite um nível de interação que simplesmente não é possível em outras plataformas. Isso lhe dá a oportunidade de se envolver com os seus usuários ao redor de locais ou eventos específicos, o que é uma grande oportunidade para misturar seus esforços de construção off-line da marca com a sua presença digital.

Mostrar fotos de seus clientes sobre seus produtos

Como a web está se tornando mais visual, qual a melhor maneira de ajudar seus clientes potenciais a pesquisar o produto? Mostrar outros clientes felizes em usá-los. Este tipo de integração traz vários benefícios. Seus potenciais clientes agora podem ver como seus produtos ficam em uma pessoa normal, o que irá ajudar na conversões de vendas. 

Combine

Finalmente, você pode combinar todas as iniciativas anteriores para criar uma experiência mais abrangente. Como você pode ver em todos os exemplos, o Instagram pode ser uma ótima maneira de aumentar o conhecimento da marca, o envolvimento dos usuários e até mesmo gerar mais vendas para a sua loja de comércio eletrônico.

Com informações do Businnes Insider


Fonte:ADNews

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