21 nov Compras de TI sofrem impacto de redes sociais, diz estudo

 

socialwebAs mídias sociais estão assumindo um papel cada vez mais importante nos processos de compra de TI, revela um estudo chamado “IT Pucharsing Goes Social” ou “Compras de TI estão ficando Sociais”, em tradução livre. A pesquisa, feita pela Forrester e encomendada pelo LinkedIn, descobriu que as plataformas emergem como fonte crescente de influência nos processos de compra.

Foram entrevistados 400 profissionais de TI em diversas escalas de indústrias em toda a América do Norte. O LinkedIn também encomendou um acompanhamento do estudo com a Research Now para fornecer informações adicionais sobre como os profissionais de TI estão se engajando com o Facebook, Twitter e, claro, LinkedIn.

“Queremos entender como os decisores das compras de TI estão peneirando a enorme quantidade de informações disponíveis no mercado antes de realizar uma compra”, disse Mike Weir, líder da categoria de desenvolvimento da indústria de TI do LinkedIn.

O estudo descobriu que 85% dos decisores de TI utilizaram, no mínimo, uma rede social para fins comerciais e que 73% se engajaram com um fabricante de TI em alguma rede. Além disso, 59% dos entrevistados disseram que dependem das plataformas sociais para decisões de compras, enquanto 46% recorrem a publicações online.

“Os canais de influência continuam sendo os mais diversos: eventos ao vivo, sites, mídias de TI especializadas”, disse Weir. “Entretanto, as mídias sociais começam a subir no ranking.”

Há também um mix mais diversificado de stakeholders envolvidos nas decisões de TI, complementou Weir. “Se é o CFO que agora trabalha com o CIO para fazer uma implementação de CRM para que ele tenha uma vista horizontal completa de todos os programas de mercado, ou o líder de vendas ou operações que está agarrando a tecnologia para capacitar seus times para fazer seus afazeres de maneira melhorada, a tecnologia está fornecendo uma verdadeira diferenciação nos negócios”, disse.

Então, o que está aumentando o uso de plataformas sociais, especialmente quando a maioria dos profissionais de TI tem que operar de uma posição muito protegida para evitar a revelação de informações sensíveis de suas organizações e/ou informações que podem ser usadas para ganhar vantagem competitiva?

Weir disse que há uma variedade de maneiras nas quais os profissionais de TI estão se engajando nas redes sociais: “Mais e mais pessoas estão participando de grupos”, disse. “A capacidade de entrar em qualquer conversa – seja por meio de e-mail promocional de uma empresa de tecnologia ou quando assiste a um evento ao vivo ou virtual – nos mostra que a questão social se tornou um ponto de validação. Estamos vendo uma expansão contínua nas nossas plataformas e mais e mais grupos especializados que permitem os decisores de TI estarem aptos para conversarem com seus pares e, também, consultar especialistas, seja consultores, representantes de companhias ou revendas de valor agregado. A possibilidade de entrar em grupos e desafiar ideias que são apresentadas, para que surjam as novas ideias que acabam de descobrir… Os grupos de discussões são um dos pontos que mais estão engajando nas mídias sociais.”

Weir disse que existem quatro fatores específicos que estão direcionando o uso das mídias sociais durante o processo de tomada de decisões:

  • Confiança: os profissionais de TI querem aprender com seus pares ou com matérias de especialistas. Redes sociais profissionais permitem que os usuários chequem os antecedentes e credenciais das pessoas que eles estão se comunicando.
  • Eficiência: as redes sociais torna fácil atingir um grande número de indivíduos.
  • Relevância: os usuários podem rapidamente encontrar acesso à informação e pessoas que eles precisam.
  • Acesso: as redes sociais permitem que os usuários consigam conversar com pessoas que eles nunca antes sonharam em se comunicar diretamente.

Fonte:Itweb

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21 nov As marcas estão mais sociais?

As redes sociais não são apenas para gerar negócios. Elas geram relacionamentos; e essas geram negócios. Acho que esse conceito está, ou pelo menos deveria estar, bem claro na mente dos gestores de marcas. O Facebook, Twitter, LinkedIn, Pinterest e Instagram são poderosas ferramentas de vendas, mas só expor produtos ou divulgar uma promoção, e achar que isso vai dar resultado, é um pensamento errado. Seja menos mídia e mais social! Essa é uma das regras da rede social.

Esse artigo é inspirado em um case bem interessante que vi no site da Revista Proxxima, do Chamyto, produto da Nestlé que concorre diretamente com o famoso Yakult. Diferente do concorrente mais famoso, o Chamyto trabalha outros sabores e pedirá ao consumidor, por meio da Internet, que ajude a decidir o novo sabor do produto, pré-definido pela marca, e assim ampliar o portifólio de sabores do Chamyto. Uma estratégia a princípio até “batida”, mas que dá resultado! A marca entendeu que não dá mais para decidir tudo sozinha. É preciso envolver o consumidor cada vez mais. De novo, ser menos mídia e mais social.

Vale lembrar aqui o famoso case da marca de roupas GAP, que mudou seu logo e a repercussão nas redes foi tão negativa que a marca voltou ao seu antigo logo. A revolta das pessoas foi exatamente não terem sido ouvidas sobre essa decisão da marca. As pessoas se relacionam com as marcas e querem saber de tudo. O e-consumidor (e vamos entender aqui as pessoas que compram e também pesquisam – independente de comprar ou não – pela web) se mostra interessado em se relacionar com a marca, pois ele quer fazer parte desse mundo e fazer parte significa se envolver nas decisões. Infelizmente, gestores, as marcas não estão mais em suas mãos.

A Batata Ruffles fez uma ação similar a do Chamyto, porém, envolveu a TV além de ações digitais – o que na minha opinião é sempre válido. Já está mais do que certo que a mídia 360º é o que realmente dá resultado. A Ruffles pediu para que as pessoas criassem um novo sabor para o portifólio. O objetivo da Ruffles era o mesmo da Nestlé: ampliar o portifólio de sabores do produto. As pessoas se engajaram, entraram na “brincadeira” e isso foi positivo para a marca, ela ouviu o consumidor e colocou no mercado o sabor que ele criou. Starbucks my Idea é um projeto nos mesmos moldes e funciona bem no mundo todo. Recentemente, a Tecnisa lançou o projeto Tecnisa Ideias para ouvir o consumidor. Lembrando que a marca já vendeu um empreendimento inteiro por que ouviu as necessidades dos idosos no Orkut, criou o empreendimento, ofereceu a esses idosos que compraram.

O que diferencia a ação da Nestlé é que além de ser uma ação voltada as crianças, público-alvo da marca, ela envolve engajamento com a marca através de um game. O voto só é computado depois que o jogador finaliza o game. Por um lado, isso pode ser ruim, pois muitos vão desistir de votar por causa dessa dificuldade, afinal – estamos acostumados a votar em enquetes em segundos. Por outro lado, quem vota no produto são crianças realmente engajadas e que desejam ampliar o relacionamento com a marca, no meu ponto de vista, um voto mais qualificado.

Na minha opinião, essa ideia é simples. Simples e não simplista. Estou cada vez mais “viciado” nesse conceito do simples, aliás, estou escrevendo um capítulo apenas sobre esse tema no meu livro e penso em criar um E-book sobre o tema. Essa ação resolve o problema da marca. Talvez a agência não ganhe Cannes com essa ação, mas resolve o problema da marca e esse é o papel do planner: resolver problemas de marca!

 

Fonte:Imasters

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13 nov 4 coisas que você não pode esquecer na publicidade digital

 

publicidadigital
Na última quinta-feira (8), foi realizado no Pestana São Paulo Hotel o XII Fórum Internacional ABANET, evento que tinha como objetivo discutir como aliar as tendências de comportamento do consumidor e novas tecnologias na publicidade digital.

 
Em meio a preciosas dicas de estratégias, um dos painéis que chamou atenção foi “O consumidor e as oportunidade digitais: tudo que você está deixando de aproveitar”, que debateu questões importantes sobre o que os anunciantes deveriam estar fazendo há algum tempo no meio digital e no entanto, não fazem por receio ou por acharem que tratam-se de mudanças que podem “ficar para depois”.
 
O Adnews reuniu os melhores conselhos desta palestra e fez um “guia” do que você provavelmente está esquecendo e deveria dar mais atenção. Confira abaixo:
 
Redes pessoais são diferentes de redes profissionais
 
Segundo Osvaldo Barbosa, diretor geral do Linkedin no Brasil, muitas marcas não sabem diferenciar as redes pessoais das profissionais. Ele explica que enquanto a pessoal é usada para passar o tempo, a profissional serve para investir tempo. Deste modo, por terem propósitos diferentes, devem ser usadas de maneiras diferentes pelos marketeiros.
 
Ainda de acordo com o executivo, as redes profissionais devem dar coselhos, recomendações e até mesmo ajudar em decisões. No caso do Linkedin, existem diversos recursos pouco explorados pelas empresas aqui no Brasil que já tem apresentado números positivos lá fora. É o caso das Company Pages (similares às Páginas do Facebook) e os Grupos, que podem criar uma rede de contatos e dicas entre diversos segmentos.
 
Companhia deve focar nas pessoas, e não no canal
 
Para Marco Bebiano, diretor de agências do Google Brasil, “marcas não vendem marcas, pessoas vendem marcas”. Sendo assim, a eficiência de uma mídia não está no foco nos canais, mas sim nas pessoas. 
 
Um dos cases que Bebiano citou e exemplifica bem isto é o “Find Your Greatness”, da Nike. Criada neste ano durante as Olimpíadas de Londres, a campanha falava sobre as pessoas que eram atletas sem mesmo ter ido para o evento, ao invés de dar enfoque nos jogos olímpicos.
 
Dessa forma, devem existir estratégias para cada canal, entretanto, o conteúdo líquido deve ser o mesmo para se adequar a todos eles.
 
O advento do mobile já aconteceu
 
Muitas pessoas acreditam que falar em mobile seja uma previsão, no entanto, trata-se de um advento que já vivenciamos. De acordo com Marcelo Castelo, sócio diretor da F.biz, 41 milhões de brasileiros navegam na internet pelo celular atualmente. Destes 41 milhões, 83% utilizam o serviço de internet pré-paga, o que acaba com os boatos de que só quem tem conta pós-paga pode acessar a web diariamente.
 
Além disso, as pessoas tem deixado cada vez mais de usar o PC para navegar no celular, seja no caminho para algum lugar ou até mesmo dentro de casa. Segundo pesquisa divulgada pelo executivo, ao acessar um site que não possui versão mobile, 36% dos usuários acreditam que perderam tempo e 50% acham que a marca não “cuida” deles. 
 
“Se uma pessoa é palmeirense, ela vai acessar notícias sobre o Palmeiras tanto no computador quanto no celular. O indíviduo é o mesmo e tem os mesmos interesses, o que muda é o device”, afirma Castelo. Precisa de mais algum motivo para você migrar para o mobile?
 
Mensurar é importante, contexto também
 
CTR, ePCM, ROI… Todos nós sabemos que essas métricas são importantes para determinar o sucesso de uma campanha. Contudo, sozinhas, elas podem enganar. 
 
Segundo Roberto Eckersdorff, CEO da Aunica, a métrica fora do contexto não é nada, pois mesmo apresentando números altos, ela não significa que a pessoa comprou o produtou ou até mesmo clicou no anúncio. Para o executivo, é preciso mensurar também outros três itens importantes: pessoas, reação e parceiros.
Fonte:Adnews
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11 nov Redes sociais não são vilãs da internet, defendem psicólogos

 

redesociasPesquisas e reportagens sobre os males causados pelo uso desenfreado de redes sociais surgem a toda semana; há poucos dias, o próprio Facebook, ao se comparar a um bolo, advertiu que doce demais faz mal, e de tempos em tempos aparece alguma consultoria dizendo que esses sites são como drogas. Mas será que são tão ruins assim? Afinal, mais de 1 bilhão de pessoas usam o Facebook ao redor do mundo, o Twitter passou dos 500 milhões e outros serviços do gênero caminham para alcançar números semelhantes.

Um dos principais pontos que as plataformas virtuais têm a seu favor é o fator social, a coragem que proporcionam aos seus usuários. Muitas vezes o sujeito é tímido demais para se socializar, e redes como Facebook, Orkut, Twitter dão um empurrão. Esses sites, diz a psicóloga Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da PUC-SP, criam “a possibilidade de aproximar pessoas e fazer com que elas pertençam a um grupo e, muitas vezes, ajudam-nas a encontrar apoio numa hora difícil”.

As redes sociais não geram nada nas pessoas, elas servem apenas como facilitador ou impulsionador do que cada um já é. Tanto que não há uma doença diretamente associada à internet; mesmo o vício na rede é tratado como algo à parte, pois aquela pessoa na verdade já tinha propensão a sofrer algum distúrbio. Da mesma forma, não há tratamentos oficiais em que se recomenda o uso da rede para curar um desvio – existem apenas estudos sobre o tema.

Segundo a psicóloga Andrea Jotta, também da PUC, há no ambiente virtual uma “intensificação”, por isso, embora seja comum os internautas tentarem montar uma personalidade positiva, é difícil fugir de quem se é na vida real. “Se eu tenho como característica algo mais amargo, é comum que meus comentários na internet sejam mais ácidos”, conta. “Na rede social é mais difícil esconder o que é natural em você.”

A psicóloga Dora Sampaio Góes, do Grupo de Dependência de Internet do Ambulatório de Transtornos do Impulso (que faz parte do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo), conta que o problema começa quando ocorre a substituição do mundo real pelo virtual: se a pessoa tenta diminuir o uso da web e não consegue, se tem mais amigos virtuais do que reais, deixa de ter uma vida cotidiana – se encontrar com amigos, fazer refeições, passear etc.

Mas até chegar a este ponto, a própria rede ajuda, pois escancara os rastros de cada um. O Facebook é o melhor exemplo disso por conta da linha do tempo, pela qual é possível olhar para trás e, se for o caso, identificar algum problema. Luciana adverte, no entanto, que só o vício pequeno dá condições de resolução própria: “Quando uma pessoa percebe que faz um uso excessivo e consegue parar, significa que aquilo não é patológico.”

Outro recurso favorável são os aplicativos e jogos, que por trás dos objetivos óbvios ligados a entrenimento acabam servindo também como ferramentas de aproximação de pessoas. Dois internautas que não têm nada a ver um com o outro se encontram naquele ambiente por terem um FarmVille ou um Angry Birds em comum.

“Além disso”, complementa Andrea, “nessas redes em que o foco é o humano [Facebook, Orkut, Google+], as pessoas possuem um perfil com fotos, situações, amigos que tinha pelos últimos 10 anos… Isso ajuda o ser humano a se sentir integral, você consegue ver as mudanças – ou falta delas – de uma forma mais linear, não fragmentada.”

As redes sociais não dependem da web, elas são criadas a partir do momento em que pessoas estão presentes. Por isso, a internet é só um passo adiante, mas ajuda no treinamento comportamental por funcionar como encurtadora de distâncias e por gerar diversas facilidades. A recomendação para não encontrar as mazelas das plataformas é moderar sempre; Dora disse que o problema mais grave é a perda de controle, então o Facebook, ao se comparar com um bolo, teria acertado em cheio. “Essa é a ideia”, apontou a psicóloga. “Tem de servir a nosso favor, não nos transformar em escravos.”

 

Fonte:Olhar Digital

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08 nov Executivo do Google explica como funciona ferramenta que adapta site para smartphones

PETER DANIEL TEIXEIRA

O Google, em parceria com a empresa DudaMobile, lança hoje no Brasil uma ferramenta capaz de adaptar um site convencional em móvel, visível portanto em smartphones. Um dos focos da iniciativa é atrair pequenos empreendimentos que ainda não oferecem ao consumidor uma versão mobile de suas páginas virtuais. “Para restaurantes, 14% do tempo de pesquisa o brasileiro faz pelo celular. Ou seja, 14% da demanda digital vem do celular, mas infelizmente essas empresas não oferecem uma experiência boa para o consumidor”, diz Peter Fernandez, especialista em publicidade móvel do Google para a América Latina.

A ferramenta faz parte do GoMo – iniciativa desenvolvida pela gigante de buscas para ajudar negócios a entrarem na era móvel – e não terá custos para o empreendedor no primeiro ano de uso. Após doze meses, o DudaMobile cobrará pelo serviço de hospedagem. “Basicamente, é uma parceria de distribuição. Para o Google, é incrivelmente importante educar o mercado sobre a importância de sites mobile. Para DudaMobile, é uma oportunidade de alcançar a audiência do Google”, analisa Fernandez.

Veja a seguir um vídeo com Peter Fernandez explicando como a ferramenta funciona.

 

Fonte:Estadão

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06 jun Na publicidade digital, buscas são mais representativas que Facebook

A propaganda no Facebook ainda é emergente e a busca continua como a maior geradora de ROI para os anunciantes, revela o Adobe Digital Index. O relatório mostra que a publicidade digital mantém crescimento rápido em todos os canais.

As aplicações direcionadas ao Facebook, segundo o estudo, cresceram 93% ao ano e representam entre 3% e 5% das despesas com busca. No entanto, os índices indicam que as redes sociais é um canal de publicidade digital forte, em crescimento. 
 
“Os publicitários passaram a investir mais em anúncios sociais no ano passado. As redes sociais estão em ascensão e representam um canal importante, mas a área de busca ainda é o principal gerador do ROI para o marketing digital. Com a emergência dos tablets, os dispositivos móveis criam uma nova oportunidade para investimentos em busca, com ganhos de eficiência no geral, pelo menos a curto prazo”, explicaDavid Karnstedt, vice-presidente e gerente geral da Unidade de Digital Marketing da Adobe. 
 
O investimento em plataformas móveis atingiu 8% de todo o aporte em buscas nos Estados Unidos e 11% no Reino Unido. Os tablets representam 4% das aplicações totais em buscas no país norte americano. Já os dispositivos móveis e tablets são canais de menor custo e contribuíram para a redução de 5% ao ano do Preço por Clique (CPC) do Google. Por outro lado, o CPC do Bing/Yahoo aumentou 18% ao ano. 
 
O tráfego em dispositivos móveis, especificamente em tablets, aumentou quatro vezes em termos anuais, e os anunciantes responderam rapidamente, aumentando os investimentos em busca entre dispositivos móveis e tablets em 250% no ano. 
 
 
Todo mês, a Adobe analisa os dados de anunciantes responsáveis por mais de US$ 2 bilhões em anúncios. Com base em um índice de clientes dos últimos três trimestres, a partir do segundo trimestre de 2011, algumas tendências chaves foram reveladas.
 
Nos Estados Unidos, os investimentos em buscas devem aumentar em 10% a 15% durante os três próximos trimestres 2012, alinhado às macrotendências. Já em relação aos tablets e dispositivos móveis, as aplicações financeiras devem chegar de 15% a 20% de todo o investimento em sites de buscas até o final de 2012. 
 
A publicidade para tablet deve aumentar com o crescimento rápido do número de visitas originadas por este dispositivo. As taxas de conversão em dispositivos móveis são comparáveis ao desempenho do desktop, ainda que os CPCs desses aparelhos móveis sejam 30% menores. 
 
Enquanto os CPCs do Facebook aumentaram 40% por trimestre nos últimos três trimestres, os CPCs das ‘Histórias Patrocinadas’ do Facebook tendem a ser menores do que os ‘Anúncios de Mercado’ da rede social, o que pode contribuir para reduções temporárias dos CPCs.

Fonte: Adnews
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