28 jan 10 Dicas para sua empresa se destacar na internet

 

A Internet pode ser um lugar perfeito para empreender, principalmente para as micro e pequenas empresas. Mas, para se destacar em um meio tão concorrido e não começar com o pé esquerdo, veja 10 dicas que o estrategista de marketing, Gabriel Rossi – palestrante e comentarista da TV Estadão, contou ao Pensando Grande:

1-Evite a miopia de marketing: muitas empresas ainda focam no produto, não no mercado. É importante lembrar que o verdadeiro marketing é feito de fora para dentro. As empresas devem focar nos anseios e nas necessidades dos clientes, facilitando sua vida. Focar apenas no produto, em seu desenvolvimento, tornará o empreendimento obsoleto. As pessoas não compram produtos. Elas compram os serviços que eles oferecem.

2-Pense na marca desde o início – Criar uma marca forte e constante garantirá a fidelidade do cliente, que estará menos suscetível às mudanças de preços e ofertas dos concorrentes. Invista em atributos para a sua marca, agregando valor à ela.

3-Seja flexível: hoje o consumidor é mutante. Está ultrapassado acreditar em planejamento a médio e longo prazo. O empresário deve estar atento às constantes mudanças de mercado e pensar rápido para encontrar e adotar soluções criativas e adequadas para o momento.

4- Lembre-se do pós-venda: marketing não deve ser feito apenas no momento da venda do produto ou serviço. A pós-venda franca e eficiente agregará valor ao negócio, à marca da empresa e do produto, garantindo não apenas a manutenção do cliente, mas ampliando a sua fidelidade.

5- Estimule sempre o boca a boca: a melhor forma de divulgação ainda é a convencional e que hoje ganha mais força com as redes sociais. O boca a boca para micro e pequenas empresas, que sempre foi importante, agora deve ser virtual. Cada vez mais o consumidor utiliza a web para pesquisas sobre produtos e serviços.

6- Invista nas mídias digitais: as redes sociais são relevantes, já está provado. Mas é fundamental investir em profissionais capacitados para prover conteúdo e monitorar as redes sociais. Aquele esquema mambembe de tuitar e postar no Facebook sem padrão ou estrutura pode ser um “tiro no pé”.

7- Entenda o novo perfil do funcionário: não existe mais equipe que quer bater ponto e receber o salário no fim do mês. Existem, sim, os nativos digitais. Independentemente de idade ou sexo, estão ansiosos por mudanças e novas oportunidades. Oferecer cursos, flexibilidade de horário e qualidade de vida à equipe garantirá um ambiente de trabalho produtivo e harmonioso.

8- Faça sempre seu network: o que vale não é o que você faz, mas quem você conhece. E, hoje, com ferramentas como Linkedin, Facebook e Twitter é possível ampliar esta rede de contatos. Quanto mais gente souber de sua empresa ou produto, maior a chance de sucesso.

9-Invista em design: um bom design de produtos significa que primeiro você será percebido. O consumidor está cada vez mais emocional, se apegando à comunicação visual e as experiências de compra. Esta premissa também vale para os sites, que devem ter simplicidade, leveza e facilidade na navegação.

10-Tenha parceiros: é mais produtivo – e, muitas vezes, mais barato – investir em terceirização de determinados serviços do que contratar funcionários. Essa prática garantirá agilidade e será menos onerosa para sua empresa.

 

Fonte:Pensando Grande

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24 jan Conteúdo ou promoção: o que funciona melhor no Facebook?

 

Especialista fala sobre qual a melhor estratégia de atuação para empresas na rede social

 

Conteúdo ou promoção: o que funciona melhor no Facebook?
Respondido por Lucas Diniz, especialista em redes sociais


Algumas empresas pecam por investir apenas em promoções no Facebook. Concursos culturais e ações promocionais podem ser uma boa forma de construir audiência e engajamento rapidamente e sem investimento em Facebook Ads. Entretanto, o foco em conteúdo e branding é necessário para consolidar sua marca e identidade em redes sociais.

O branded content é uma das formas mais eficientes de marcas engajarem seu público. Além de dar uma identidade à atuação em redes sociais, esse tipo de conteúdo faz sua empresa ser vista como uma marca que presenteia seus clientes com entretenimento. Assim, seus conteúdos se tornam muito mais fáceis de serem disseminados espontaneamente pelos consumidores.

Aliadas a um bom trabalho de conteúdo, as ações promocionais podem trazer ótimos resultados. A pesquisa “O significado do like” da ExactTarget aponta que 58% das pessoas que curtem a página de uma marca esperam receber promoções e descontos. É a oportunidade para você oferecer preços especiais e cupons de desconto. Com os aplicativos do Facebook, você também pode realizar promoções e concursos culturais dentro de sua página.

Uma estratégia que combine promoção com conteúdo é a melhor forma de seu negócio construir audiência e engajamento no Facebook. Dessa forma, você fortalece sua marca ao mesmo tempo que divulga seus produtos e serviços.

 

Fonte: Exame

 

 

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24 jan Manipular a mente do consumidor também é estratégia de marca

 

Pense em um segmento, por exemplo, tecnologia. Qual a primeira empresa que vem à sua mente? Essa percepção tem imensa relevância e uma das maiores condições de valor para as corporações.

 Antes de começar, eu gostaria de deixar uma coisa bem clara ao leitor: muito mais do que dar respostas, a intenção do texto é provocar questionamentos e discussões sobre o tema.

Todos nós falamos de marcas, mas nunca paramos para pensar em como elas estão posicionadas nossas vidas. Vivemos cercados por elas e temos com as mesmas uma relação forte, íntima, passional e sacrossanta.

Mas, antes de entrarmos nesse mundo, faremos um exercício: pense em marcas nos segmentos de Tecnologia e Artigos Esportivos.

Pensou?

Eu imagino que tenha vindo à cabeça nomes como Apple, Samsung ou Microsoft, no segmento de Tecnologia, e Nike ou Adidas, em Artigos Esportivos. Claro que isso não foi uma pesquisa, e sim um brainstorming para visualizarmos como as marcas fazem parte do nosso dia a dia.

Martins e Blecher (1997, p. 15) conceituam marca como “Produto ou serviço ao qual foi dada uma identidade, um nome e valor adicional de uma imagem de marca. A imagem é desenvolvida pela propaganda ou em todas as outras comunicações associadas ao produto, incluindo a sua embalagem”.

Ora, partindo da visão dos autores, notamos que falar de marca não é somente laborar um símbolo gráfico com a equipe de criação. Vai além. Sua construção demanda tempo, podendo demorar meses, anos, décadas…

E até séculos!

Reputação, imagem, comunicação, projetos eficazes, diálogo com os stakeholders, fatores culturais, organização, gestão participativa, responsabilidade social e ambiental são alguns dos valores que fazem parte dessa construção.

Busca-se constantemente inovação. Aliás, essa é a palavra da moda no mundo corporativo. Inovar, inovar e… inovar! Porém, o desenvolvimento fica nas mãos do departamento de comunicação ou criação e muitas empresas se restringem à questão da semiótica, ou seja, do símbolo gráfico que a representa, e não busca inovação na essência da palavra. E por que isso?

Porque não pensam estrategicamente.

Pensar estrategicamente é tomar decisões globais, integradas e fazer com que toda a organização, em seus ambientes interno e externo, participe do processo de criação ou renovação da marca, que é o carro chefe da empresa. Não basta apenas o departamento de comunicação trabalhar exaustivamente se toda a equipe não compartilhar as ideias e percepções a respeito da construção da marca. Por isso, é fundamental o engajamento de todos.

Se a estratégia é elaborada por um planejamento minucioso, e o target é alcançado, criamos demanda e atingimos os consumidores. Em contrapartida, esses consumidores se familiarizam com a marca e se tornam clientes.

Quando a marca seduz, cativa, encanta e domina, podemos dizer que há manipulação da mente do consumidor, pois os benefícios que o produto da marca lhe proporcionará, trará sensações de afeto e carinho. E é esse envolvimento com a marca que toma a mente do consumidor. Isso sim é visão estratégica

A Nike, por exemplo, reúne amantes e inimigos ao redor do mundo. As razões são fáceis de detectar: o produto é bom, a marca é forte e é patrocinadora de grandes equipes e atletas esportivos em diversos países, porém está envolvida com a exploração de trabalho em sua linha de produção.

Por isso, eu gostaria de deixar três perguntas a respeito da Nike para reflexão:

  • Será que a exploração não é uma estratégia da empresa? Ou seja, falem bem ou falem mal, falem de mim?
  • A exploração ou a má remuneração dos funcionários não são uma decisão interna da empresa? Por que, então, causam tanta polêmica?
  • Se pensarmos que a responsabilidade social é uma discussão em pauta na sociedade, por que a Nike se encontra na contramão disso?

A estratégia bem traçada é um meio poderoso de manipular a mente do consumidor. Por isso, manipulação da mente do consumidor também é estratégia.

 

Fonte: Webinsider

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17 jan Graph Search: a mina de ouro do Facebook

Novo sistema de busca da rede social traz um mundo de oportunidades comerciais à empresa

 

GraphSearchO novo serviço de busca social do Facebook foi anunciado nesta terça-feira e já virou alvo de análises. O recurso foi chamado de Google, Foursquare e LinkedIn por oferecer acesso a todos os tipos de informações, obtidas com o cruzamento dos dados de seus usuários. 

A novidade parece um presente aos internautas (e foi anunciada desta maneira), mas o Facebook será o grande favorecido da história. O Graph Search trará possibilidades infinitas de negócios à rede social.

De acordo com Rodrigo Longo Canhissare, professor dos cursos de MBA da FIAP, agências de marketing/publicidade podem fazer parcerias com o Facebook para elaborar estudos de mercado e estratégias de divulgação de produtos/serviços. As empresas oferecem porcentagens ao site em troca de recursos mais elaborados de buscas. A vantagem é que dentro da rede social os dados são atualizados constantemente pelo próprio público alvo, enquanto que as bases de dados comuns dependem de terceiros.

A rede também consegue oferecer links patrocinados às empresas que possuem Fan Pages no site, além de prioridade nos resultados de buscas. Em uma pesquisa sobre “fotografias tiradas no Parque Ibirapuera”, por exemplo, imagens de um ensaio de moda da Nike podem surgir.

O Facebook ainda é capaz de vender perfis premium aos usuários que queiram mais recursos em suas páginas, algo semelhante ao que o LinkedIn faz. Por meio de mensagens internas, uma pessoa interessada em trabalhar em certa empresa tem a oportunidade de enviar ao CEO seu currículo, mesmo que o perfil do executivo seja privado. No Facebook não será diferente. Um usuário com acesso a diversos filtros de busca consegue encontrar elementos extras na rede. 

O Graph Search ainda traz oportunidades para outras empresas lucrarem. Agências e instituições podem oferecer cursos para ensinar profissionais a extrair mais informações da ferramenta. “O sistema de busca tem muito potencial. No entanto, é preciso saber até onde ele chega. Ainda existem dúvidas quanto a profundidade, extração e curadoria do conteúdo”, comenta.

Privacidade: Ter ou não ter?

Com a chegada do Graph Search, o tema privacidade se tornou mais recorrente. Canhissare afirma, no entanto, que nada muda.

O termo de uso assinado dá direito ao Facebook de compartilhar informações de seus usuários. E o perfil bloqueado continua impedido de ser acessado, portanto, não será indexado nos resultados de busca.

O professor lembra, contudo, que a restrição no perfil também impede o usuário de obter facilidades na rede. Uma promoção ou um recrutador não chegarão até o perfil escondido.

“Isso me lembra aquele recurso do Orkut, que permitia que as pessoas soubessem quem entrou na sua página. Para ter este mecanismo, você tinha que aceitar que as suas visitas também seriam expostas. É dar para receber”, diz.

A conclusão é que a partir de agora o Facebook poderá ser usado para outros fins e cabe ao usuário decidir se vai entrar nesta onda de oportunidades e riscos, ou, refugiar-se. Não será uma decisão fácil.

Para saber mais sobre o Graph Search, clique aqui.

 

Fonte: olhadigital

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16 jan Abril Mídia Digital lança vídeo para mercado publicitário

 

A Abril Mídia Digital, braço da empresa responsável por sua atuação nas plataformas digitais, desenvolveu um vídeo que exemplifica como a soma de conteúdo, eficiência e engajamento, fórmula aplicada pela empresa em todos os projetos desenvolvidos, aliada ao monitoramento em tempo integral por equipes especializadas, pode agregar valor e trazer resultados positivos às campanhas publicitárias.

  “A Abril tem excelência em falar com as pessoas com profundidade, oferecendo conteúdo com qualidade diferenciada, do jeito que elas preferem ler, ver e interagir, em todas as plataformas. Nossas marcas fazem parte da vida delas, o que confere credibilidade e confiança a todos que anunciam em nossas plataformas”, defende André Almeida, diretor de Publicidade Digital da Abril Mídia.
 
Além dos formatos publicitários tradicionais para sites e tablets, o portfólio da Abril Mídia Digital oferece aplicativos para mobile, conteúdo patrocinado, conteúdo em redes sociais, além de projetos especiais que envolvem todas as plataformas, resultando em sinergia multiplataforma.
 
“Nosso leque de formatos e oportunidades oferece aos clientes soluções que otimizam o resultado das campanhas. Temos uma equipe especializada que, a partir do recebimento do briefing, faz uma análise detalhada do público-alvo e dos objetivos do cliente e oferece as melhores opções para impactá-lo de forma relevante e efetiva”, afirma André.
 

Veja o vídeo:

Fonte : Adnews

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16 jan 1,5 bilhão de pessoas usam redes sociais regularmente, estima IBM

Companhia ouviu mais de mil empresas para elaborar relatório sobre tendências tecnológicas

 

A IBM apresenta nesta terça-feira, 15, o relatório “Tech Trends 2012″, no qual constata que a tecnologia é parte cada vez mais integrante das organizações, em todos os segmentos de mercado.

O estudo estima que cerca de 1,5 bilhão de pessoas usam regularmente as redes sociais,  sendo que a maioria deste público aderiu às plataformas entre 2009 e 2012.  Nos próximos dois anos, prevê a companhia, cerca de 70% das organizações irão aumentar os investimentos em tecnologias móveis.

O relatório foi elaborado a partir de entrevistas com 1,2 mil empresas de tecnologia de todo o mundo, incluindo o Brasil, líderes e tomadores de decisões de negócios. Segundo a IBM, os executivos ouvidos são responsáveis por definir quando, onde e como suas organizações adotam e investem em novas tendências.

Quase dois terços deles indicaram que as novas tecnologias são estrategicamente importantes para suas companhias. Porém, afirmam enfrentar obstáculos ​significativos como a escassez de profissionais qualificados e preocupações com a segurança de suas informações.

“A falta de conhecimento é um problema global e crítico para os negócios, pois atua como um obstáculo para a adoção das tecnologias avançadas, fundamentais para o sucesso de qualquer organização. Diminuir ou eliminar a diferença de habilidades não é tarefa para uma só empresa”, afirma Ricardo Mansano, gerente do Centro de Inovações da IBM Brasil. 

O estudo aponta crescente demanda por profissionais com qualificação nas áreas de computação na nuvem, dispositivos móveis, business analytics e social business. No entanto, faltam profissionais com conhecimento adequado para preencher esses cargos. Cerca de 90% das organizações pesquisadas informaram não possuir mão-de-obra suficientemente qualificada para atuar nessas áreas.

Apenas uma em cada dez empresas pesquisadas afirmou ter todos os requisitos e habilidades para atuar nas quatro áreas citadas acima. Três, de cada quatro estudantes e educadores, afirmaram enfrentar dificuldades moderadas ou grandes em suas capacidades para atender às novas demandas do mercado de tecnologia.

 

Fonte:olhardigital

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