06 fev Consultoria em Marketing Digital – Porque Devo Contratar Uma?

 

Excelente texto do  sobre algo que muitas empresas, principalmente as pequenas e médias, ainda tem dúvidas ou acham que podem fazer de forma amadora ou caseira, correndo riscos de levar os negócios ao fim por falta de investimento nesse quesito.

Leia a íntegra do texto abaixo e não deixem de seguir o blog do Pedro, conteúdo sempre pertinente para a área.

Sabemos que a qualidade de um serviço prestado é muito importante. Com a facilidade gerada por plataformas gratuitas de criar blog com caras de sites, a necessidade de focar mais diretamente no marketing digital de um site tornou-se peça chave para que o mesmo ganhe reconhecimento e credibilidade entre seus usuários. Mesmo os menores, se desejam estar entre os mais conhecidos da categoria, precisam trabalhar esse marketing para que tudo saia perfeitamente e o sucesso venha logo.

O que é marketing digital?

Como gosto de falar marketing digital não existe, o que existe é o bom e velho marketing, porém hoje ele pode ser aplicado ao ambiente digital. Para isso se faz necessário o conhecimento tanto das estratégias de marketing e vendas tradicionais como das mais modernas ferramentas e plataformas que possibilitam as empresas fidelizar seus clientes, aumentar seus lucros e diminuir os custos ao longo do processo.

Você basicamente irá trabalhar a pesquisa do seu mercado, planejamento das suas ações e plataforma, publicação do seu conteúdo, promoção e propagação de sua marca, personalização dos contatos alcançados e mensuração (precisão) dos resultados, isso em linhas gerais é a base da metodologia 8ps do marketing digital.

Isso acontece através do desenvolvimento de um site otimizado, trabalho sério e profissional de links patrocinados. Inclusão de sua empresa nas mídias sociais, Facebook marketing e até mesmo trabalhando a otimização do seu espaço com uma consultoria de SEO. Hoje é indispensável focar nisso porque se você não investe na sua plataforma de negócios online, com certeza ela não passará de mais um site hospedado e sem muito atrativo.

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Porque contratar um consultor de Marketing Digital

Primeiro porque esses profissionais estão devidamente treinados e atualizados sobre os melhores mecanismos da internet para que seu site ganhe credibilidade. Um consultor de marketing digital fará todo o trabalho de planejamento e estratégia que você precisa para estar entre os melhores.

Muitos se atrevem a fazer consultoria de marketing digital apenas por gostar muito de internet e sacar as jogadas já utilizadas. Lembre-se que nessa geração onde tudo se transforma rapidamente, ter um profissional devidamente formado, vai deixar você, com certeza, bem a frente daquele que acha que marketing digital é apenas saber usar os mecanismos de busca e fazer troca de links em páginas.

Quando eu devo contratar um consultor de marketing digital?

Existem alguns fatores que podem identificar se você precisa ou não de um consultor de marketing digital para seu site. Antes de tudo, você possui uma identidade visual no seu site? Ter uma marca e um padrão de cores é muito importante, até um simples menu trabalhado em harmonia com a sua marca, pode causar um bom impacto em seus leitores. Seu site está bem posicionado no Google e você é facilmente encontrado? Sua marca possui presença forte na web e constância nas ações de mídias sociais?

Se você tem uma loja virtual, seu sistema de compra é fácil, rápido e seguro? A linguagem dos textos publicados em seu site está adequada para o publico que o lê?

Esses são apenas alguns questionamentos e caso as respostas sejam negativas, está na hora de você procurar um consultor de marketing digital e conversar sobre como melhorar seu negócio e gerar mais oportunidades através do marketing digital.


Fonte: anavictorazzi

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04 fev Como pequenas empresas usam redes sociais

 

O fundador da Freshology, Todd DeMann (dir.) na cozinha da firma. Ele diz que o Facebook foi o sexto maior gerador de tráfego para seu site em 2012

Seis de cada dez donos de pequenas empresas nos Estados Unidos dizem acreditar que as ferramentas de mídia social são valiosas para o crescimento do negócio — mas a maioria não está bem impressionada com o Twitter.

Apenas 3% dos 835 donos de negócios consultados em uma pesquisa realizada em janeiro pelo The Wall Street Journal e a Vistage International disseram que o serviço de microblogs da Twitter Inc. tinha o maior potencial de ajudar suas empresas.

A rede social para contatos profissionais LinkedIn Corp. ficou no topo da pesquisa; 41% dos participantes a apontaram como potencialmente benéfica para a empresa deles. O YouTube, o serviço de vídeo da Google Inc., foi indicado por 16% dos entrevistados e a rede social da Facebook Inc, por 14%.

O resultado ilustra os desafios enfrentados pela Twitter para demonstrar a pequenos empresários os benefícios de usar seu serviço de mensagens curtas de texto para chegar aos consumidores. A Twitter afirma que está apenas começando a cortejar as pequenas empresas, que compõem o grosso das companhias americanas e são uma importante fonte de receita para muitos gigantes da área de tecnologia, inclusive o Google.

Mas a Twitter, por exemplo, não convenceu empresários como Todd DeMann, fundador da Freshology Inc., empresa de Los Angeles que prepara e entrega refeições com calorias controladas.

Há três anos, DeMann, de 47 anos, começou a usar o Facebook e o Twitter para anunciar o seu serviço e, em 2011, designou um dos seus 78 funcionários para dedicar 20 horas por semana às redes sociais, promovendo discussões sobre saúde no Facebook e publicando dicas e artigos no Twitter.

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Em 2012, diz DeMann, o Facebook era o sexto maior direcionador de tráfego para o seu site. A rede social Pinterest, que permite compartilhamento de conteúdo multimídia e que a Freshology começou a usar há apenas quatro meses, estava na 59a posição. O Twitter, na 117a. “No Twitter, você não pode engajar [os usuários] de uma forma significativa”, disse ele.

A Facebook afirma que esses resultados são mais consistentes com outras pesquisas independentes realizadas recentemente com pequenas empresas, que mostram que seu site é o canal de rede social mais usado e o mais eficaz.

Donos de pequenas empresas geralmente têm recursos e tempo limitados para descobrir as melhores maneiras de tirar proveito das redes sociais. Na pesquisa, apenas quatro em cada dez proprietários disseram ter funcionários dedicados para campanhas em redes sociais. Quase a metade deles gasta entre uma e cinco horas por semana na atividade e um terço não gasta tempo algum.

Muitos empresários, incluindo Ken Lopez, de Washington, que começou a usar redes sociais para divulgar sua consultoria em 2011, tendem a pensar que o “valor” das redes sociais vem principalmente de fatores mensuráveis, como o número de visitas às páginas do site, de cliques em anúncios ou vendas diretas.

“Nós tuitamos dez ou mais vezes por dia e colocamos mais ou menos o mesmo número de posts no LinkedIn diariamente. Ainda assim, obtemos resultados totalmente diferentes”, diz Lopez, cuja empresa A2L Consulting presta serviços para escritórios de advocacia.

Nos últimos dois anos, ele se dedicou duas vezes por semana a atrair tráfego para o seu site usando os sites LinkedIn, YouTube, Facebook e Twitter. E o trabalho valeu a pena. Ele diz que o site da A2L hoje tem 12.000 visitantes por mês, ante 800 em 2011, e que a sua receita gerada através da internet quintuplicou.

Mas a A2L obtém pouco tráfego para o seu site por meio do Twitter em comparação com outras redes sociais. “O LinkedIn é o gerador de tráfego preponderante”, diz Lopez. “Comparativamente, o Twitter gera um percentual pequeno.”

Richard Alfonsi, vice-presidente mundial de vendas on-line da Twitter, disse que a companhia precisa se esforçar mais para ensinar às pequenas empresas os benefícios de utilizar seu serviço para atingir potenciais clientes e sobre as formas mais eficazes de usá-lo.

“Estamos apenas no início desses dois esforços”, diz ele, acrescentando que cerca de 4,5 milhões de pequenas empresas já usam o Twitter hoje, mesmo sem muita dedicação da companhia a esses pequenos negócios.

A Twitter informou há cerca de um ano que começaria a permitir que pequenas empresas comprassem anúncios no seu serviço, que as mensagens delas circulassem com mais destaque ou que fossem direcionadas para grupos específicos de usuários. Antes, só grandes empresas podiam comprar anúncios no site. Mas ela reconhece ter trabalhado pouco no serviço de anúncios para pequenas empresas para garantir que ele seja o melhor. O serviço continua em teste com um grupo seleto de clientes.

Freed Maxick, um escritório de contabilidade do Estado de Nova York que participa do teste da Twitter, afirmou que os anúncios que ele comprou na rede social, direcionados a pessoas que procuravam por opiniões sobre impostos dos candidatos à presidência dos EUA, geraram 2,1 milhões de cliques na sua página na internet. “Ganhamos muitos novos seguidores e nos envolvemos em alguns grandes debates, levando usuários para nosso site”, disse Emily Burns Perryman, especialista em marketing e comunicação on-line da Freed Maxick.

A Twitter não divulga seus resultados financeiros, mas a empresa de pesquisa eMarketer Inc. estima que a empresa terá uma receita em torno de de US$ 545 milhões neste ano, acima dos US$ 288 milhões no ano passado.

A Facebook divulgou uma receita de US$ 4,28 bilhões com anúncios em 2012. O faturamento da LinkedIn nos primeiros nove meses do ano passado foi de US$ 668,7 milhões. Cerca de um quarto desse valor veio de propaganda, anúncios de emprego pagos e outros tipos de publicidade. Nenhuma dessas empresas especifica quanto da receita com anúncios vem de pequenas empresas.

Josh Weiss, que tem 27 anos e mora em Woodbury, no Estado de Nova York, diz que gasta dez horas por semana usando as redes sociais para atrair clientes para sua empresa de dez funcionários, a Bluegala.com, que vende vestidos para bailes de formatura e outros ocasiões. Ele posta mensagens no Twitter em nome da empresa desde 2009. Mas nunca conseguiu o retorno que desejava porque “no Twitter a atenção das pessoas é curta”, diz ele. “Elas querem ler notícias rápidas e ir em frente. Elas não estão no Twitter para comprar.”

Weiss diz que agora usa o Twitter como uma ferramenta para monitorar as tendências de moda e os concorrentes. Ele disse ter notado reclamações de clientes de concorrentes com relação às taxas de entrega, então começou a anunciar frete grátis no seu site para obter uma vantagem competitiva.

A pesquisa realizada neste mês pelo WSJ e a Vistage, uma de orientação de executivos, foi realizada entre os dias 14 e 23 de janeiro com empresas de vários segmentos que têm receita anual inferior a US$ 20 milhões.

No geral, aproximadamente 14% dos empresários consultados disseram que usam o Twitter. O número está de acordo com a pesquisa divulgada no ano passado pela Pew Internet & American Life Project, que verificou que cerca de 15% de todos os internautas adultos usam o Twitter.

 

Fonte:WSJ

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01 fev Efeitos que o SMO têm sobre o SEO

 

O termo SMO (Social Mídia Optimization) se refere a otimizações que são feitas nas mídias sociais. Hoje, não basta somente ter quantidade grande de seguidores se não houver uma interação entre eles através de comentários, likes, shares ou, no caso o Twitter, haver retweets. Se a sua marca está consolidada nas mídias sociais, inevitavelmente tem chances de posicionar bem nos resultados do Google.

Este vídeo do Matt Cutts fala exatamente sobre como é o posicionamento do Google em relação aos resultados sociais.

Realizei um teste com o Google+ com objetivo de descobrir se ele tem algum efeito direto nos resultados das SERPS. Verifiquei que, em alguns momentos, existe uma atualização constante e uma interação maior na rede social do Google, e é aí que os resultados das buscas se tornam mais interessantes. Entretanto, o Google+ não ainda “pegou” aqui no Brasil, mas acredito que é questão de tempo para o usarmos com muito mais frequência.

As mídias sociais normalmente são um grande termômetro através do qual podemos ter uma noção de como nossa marca está sendo aceita, por isso é sempre importante medir os resultados, acompanhar o desenvolvimento das estratégias e analisar todo o cenário atual, fazendo comparações e ajustando onde for necessário, numa análise contínua.

Visitas e engajamento social

Há dois aspectos importantes em que a popularidade social influencia o SEO: visitas e engajamento social.

Se o seu site recebe muitas visitas, o Google pode lhe beneficiar com melhores posições, já que as pessoas estão encontrando informações relevantes dentro dele. E se a sua marca possui engajamento dentro do Facebook, do Twitter e de outras mídias sociais, a chance de isso acontecer aumenta.

Não faça venda, faça relacionamento

Um e-commerce vive de vendas, mas imagine como seria chato se a todo instante aparecessem promoções de uma determinada loja em nossa timeline. O interessante é que haja um relacionamento com o cliente para que uma fidelização seja criada.

Você não precisa forçar seu cliente a ir para a sua loja – faça-o querer vir comprar com você. E isso só é possível se o cliente não se sentir pressionado.

Faça perguntas

Umas das formas de conseguir uma melhor interação é fazendo perguntas de forma natural.

Por exemplo, se a empresa é de tecnologia e postou um link para “Guia de presentes tecnológicos para 2013″, no mesmo  post, poderia existir uma pergunta direcionada aos usuários para saber que “presente nerd” eles gostariam de ganhar durante o ano. Ou a empresa poderia perguntar aos usuários o que eles acham que deveria estar no topo da lista como o item mais geek do ano, ou o que vai “bombar”. Apenas cuidado com a forma de falar – é importante que as perguntas sejam feitas na linguagem dos usuário, que podem a vir se tornar clientes.

Os usuários do Facebook, e de outro sites, estão usando as mídias sociais para passar o tempo. Portanto, a maioria deles é mais receptiva a perguntas casuais e inteligentes, e aos conteúdos disponibilizados através da mídia social.

Levante questionamentos

Pegue um artigo que saiu recentemente e peça a opinião de seus usuários. Vejo marcas de cervejas e canais de esporte fazendo isso muito bem. Exemplo: Técnico Felipe Scolari disse que Brasil tem a obrigação de ganhar a Copa do Mundo – você concorda com ele?

Use vídeos, fotos e imagens para se comunicar

Não fique somente em textos, mas se comunique por vídeos, fotos e imagens. Muitas vezes, a mensagem será melhor encaminhada se for veiculada por uma mídia que não seria trabalhada normalmente.

Mensure

Não adianta um ótimo trabalho nas redes sociais, se você não consegue medi-lo. Veja a ferramenta URL Builder, na qual  é possível criar suas URLs já no formato que será acompanhado no Google Analytics. Assim, você saberá qual campanha está tendo maior sucesso que outras, quantos cliques, taxas de conversões, valores em vendas etc.

Vamos colocar um exemplo de uma campanha de links patrocinados, feita no Facebook, sobre chuteiras para um e-commerce, e você deseja saber quantas pessoas compraram seus produtos a partir dessa campanha. Os parâmetros para montar sua URL deverão ser os seguintes:

utm_source=facebook

Indica a origem do clique; no caso, o Facebook.

utm_medium=cpc

Insere o meio em que a campanha está sendo veiculada – se é pago, orgânico, comparadores, patrocínios, e-mail marketing etc.

utm_term=calcados+chuteiras

A que se refere a campanha.

utm_content=banner_jovens_idade_18

Pode colocar a data em que foi lançada a campanha ou o local onde fica o link no banner, além de informações do seu público.

utm_campaign=campanha_carnaval

O nome da campanha de fato, para ser identificada dentro do Analytics.

Usando a ferramenta, a URL a ser distribuída nas mídias sociais seria esta:

http://www.meusite.com.br/?utm_source=facebook&;utm_medium=cpc&utm_term=calcados%2Bchuteiras&utm_content=banner_jovens_idade_18&utm_campaign=campanha_carnaval

Open Graph

O Facebook criou uma codificação na qual é possível escolher as imagens que devem ficar no link no momento da postagem dentro da timeline. Assim, é possível colocar o título e a descrição do link postado que queremos. Não é recomendável deixar o próprio Facebook fazer isso, porque acaba não ficando tão bom quanto gostaríamos.

<meta name="description" content="Lorem Ipsum is simply" />  <meta property="og:title" content="Olá Mundo, salvem as baleias"/>  <meta property="og:site_name" content="Conteúdo para teste"/>  <meta property="og:type" content="article"/>  <meta property="fb:app_id" content="ID_DA_SUA_CONTA">  <meta property="og:url" content="http://url-do-conteudo.com.br/" />  <meta property="og:image" content="http://url-da-sua-imagem.jpg" />

Testar é preciso

Não existe receita de sucesso, e é sempre importante a realização de testes no seu e-commerce. Todas as dicas aqui mencionadas lhe trarão bons resultados, mas, se integradas a outras boas práticas, seu trabalho será otimizado e consequentemente melhores resultados virão.

  • Faça anotações dentro do Analytics em cada teste realizado, assim voce terá a real noção se as alterações são frutos de um bom trabalho ou de possíveis updates do Google, como o Panda.
  • É importante acompanhar os principais profissionais no Twitter, que sempre estão comentando algo imporante. Nossa área sobrevive com o compartilhamento de conhecimento.
  • Outra fonte de pesquisa, onde poderá realizar testes de suas técnicas, é o desafio anual de SEO. Nos meses de janeiro e fevereiro é realizado um desafio entre profissionais de SEO, no qual é definido um termo que não existe e nunca foi pesquisado no Google. Quem terminar em primeiro lugar é o vencedor após 40 dias. O termo deste ano é “Eletrikus Brasiliensis”. Nesse desafio, o mais importante são os testes realizados.

Estou participando com o site eletrikusbrasiliensis-site.com.br e tenho percebido que o conteúdo tem surtido efeito positivos em posicionamento, mas a falta de um engajamento desse mesmo conteúdo não mantém o post em melhores posições.

O que tenho visto é que as estratégias de links ainda são muito fortes. Ter bons sites recomendando o seu faz uma diferença absurda.

Outro fator importante que pude perceber é o engajamento dos usuários. Fiz uma campanha na qual houve uma grande visitação no site, com vários comentários e baixa taxa de rejeição. Percebi um grande salto nas SERPS, mas, assim que terminou a campanha, o site caiu de posicionamento.

Sem uma boa estratégia definida, o site fica variando de posições. O Google procura resultados relevantes, e esse deve ser nosso objetivo. Nossos testes são realizados para encontrar uma melhor forma de mostrar para o Google que também temos um site qualidade.

Cada teste é feito para verificar quais técnicas de fato estão dando mais certo com uma força maior que outras. Assim, podemos usá-las nos próximos meses do ano em ambientes de produção.

Fonte Imasters

 

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31 jan Mobile e redes sociais turbinam marketing direto

 

Expectativa do setor é de crescimento de 16,4% até 2014, de acordo com a Abemd (Associação Brasileira de Marketing Direto)

 

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Usuário acessa o Twitter através da internet móvel de seu iPhone: mobile e redes sociais são as grandes apostas para 2013

 

O marketing direto não figura mais entre os termos da moda dentro do ambiente de negócios. Mesmo assim, ele continua crescendo e ganhando importância para as estratégias das marcas. As ferramentas tradicionais como mala direta, e-mail marketing e telemarketing passam a conviver com novos canais

Um levantamento realizado pela Abemd (Associação Brasileira de Marketing Direto) com CEOs e diretores de empresas fornecedoras e usuárias dessas ferramentas apontam as ações em plataformas como Facebook ou dirigidas a celulares e smartphones como a principal tendência para os próximos anos. O uso de redes sociais para o marketing direto passou de 45,1% para 64,3% entre 2011 e 2012. No mesmo período, o uso do canal mobile saltou de 17,6% para 52,4%. Por outro lado, o e-mail marketing registrou uma queda dos 70% para 64,3%, ocupando a primeira colocação do ranking juntamente com as redes sociais.

O setor cresceu: 78,5% dos associados da entidade registraram aumento em seus faturamentos (no caso das agências) ou nas verbas destinadas ao marketing direto. A expectativa da Abemd é por um crescimento de 16,4% até 2014. “A área conquista espaço pela excelência de suas campanhas e por ter a medição de resultados em seu DNA. As ferramentas tradicionais como malas diretas e call Center continuam sendo bem utilizadas, mas houve crescimento expressivo do e-mail marketing e mais recentemente das ações em redes sociais e mobile. Não se concebem mais campanhas sem o uso dessas ferramentas”, afirma Efraim Kapulski, Presidente da Abemd (Associação Brasileira de Marketing Direto).

Mobile ainda tem muito a crescer

O grande terreno de expansão para as ações de marketing direto é o mobile. Com o crescimento no número de smartphones, as marcas querem ampliar o diálogo com os consumidores através das aplicações compatíveis com telefones que tenham acesso à internet. O que antes se restringia ao envio de SMS, agora pode ser o palco para ações mais sofisticadas, como o desenvolvimento de plataformas digitais ou mecanismos integrados às redes sociais.

O uso do marketing Direto nos dispositivos móveis é o único capaz de realizar uma comunicação one to one em tempo real com os consumidores, estando eles à frente de um computador ou não. E este é um segmento que ainda está começando no Brasil. “São 240 milhões de celulares no nosso país. Claro que ainda existe uma divisão grande em pós-pagos e pré-pagos, mas de qualquer forma, é uma cobertura gigantesca. Isso cria grandes oportunidades se as empresas souberem qual é o público, qual será o canal e qual comunicação será feita para ele”, explica Wiliam Kerniski, Sócio Diretor da LeadPix.

O desenvolvimento de estratégias de relacionamento no mobile aliada a um bom trabalho de database permite que as marcas ofereçam produtos e serviços pertinentes ao consumidor com o mínimo de dispersão. “Hoje ainda não tem escala, embora tenha crescido rápido. Ainda não é um canal significativo para as empresas. Porém, é grande a tendência. Se tivesse que apostar, seria no mobile. Outra vertente é o mercado de aplicativos. Tem iniciativas muito legais, mas ainda dependem de aprendizado”, diz Marcelo Souza, Diretor Executivo da MarketData, em entrevista ao portal.

 

Telemarketing e mala direta estão mais assertivos

Mesmo com a perspectiva de crescimento de ferramentas digitais e mobile, pode-se imaginar que ações mais tradicionais como a mala direta e o telemarketing perderam importância. Mas não é isso que a Abemd percebe em seu acompanhamento do mercado. “Verificamos entre os associados que as redes sociais e o mobile são grandes apostas. Mas é importante destacar, no entanto, que isso depende muito dos objetivos de cada empresa. Em determinadas situações, nada substitui uma boa mala direta ou uma ligação”, explica Efraim Kapulski, Presidente da entidade.

O amadurecimento do setor fez também com que estas ferramentas se tornassem mais assertivas. A mala direta perdeu espaço para o e-mail marketing, que tem o custo unitário mais baixo. Mas ela é capaz de despertar a atenção do consumidor de maneira diferenciada. A chave para sua boa utilização está na análise do banco de dados para conhecer mais de perto o consumidor e assim gerar relevância. “Pode parecer senso comum, mas a relevância ainda é o elemento mais importante para estas ações. Se você quer trocar de carro e recebe um material com uma proposta interessante para isso, é óbvio que isso terá relevância e você terá toda a boa vontade em ouvir”, coloca Marcelo Souza, da MarketData.

Em determinados setores, como o de telecomunicações, o telemarketing ativo tem grande peso dentro das estratégias. De acordo com a Abemd, esta ferramenta representa 31% da demanda. Por ser mais intrusivo, ele exige um esforço constante para manter as bases de dados qualificadas. “Quando existe algum tipo de desconfiança ou incômodo, significa que a ação não foi bem formatada. O erro mais comum é achar que basta estar de posse de uma lista imensa de pessoas para gerar um retorno. Não é assim que funciona”, complementa Wiliam Kerniski, da LeadPix.

Ferramentas mudam, mas conceito é o mesmo

Entre as ferramentas menos demandadas pelas empresas anunciantes estão a mala direta, com 26,2% e o SMS, com 23,8%, de acordo com os dados de 2012. Apesar da criação de novos canais, a essência do marketing direto permanece a mesma, que é oferecer um relacionamento mais próximo entre empresas e seus clientes e um diálogo mais personalizado.

Um dos grandes desafios para trabalhar bem com o marketing direto continua sendo a organização de boas bases de dados. Mesmo com as redes sociais, ainda existe uma grande dificuldade em organizar estas informações, o chamado Big Data, para que isso possa ser utilizado de maneira eficaz nas estratégias de das marcas. “O Facebook e o Linkedin são as maiores fontes de dados do mundo. Não existe nenhum banco de dados com esta envergadura. Mas estes dados não estão diretamente acessíveis aos anunciantes. O desafio que temos é encontrar maneiras de usar as informações disponibilizadas para oferecer aos clientes o que eles realmente gostam”, avalia Marcelo Souza, da MarketData.

Sem esta análise, os esforços não geram resultados sustentáveis. “O marketing direto surgiu como contraponto ao marketing tradicional. Naquela época, a mídia de massa estava ficando desgastada e o target estava pulverizado. As novas ferramentas tinham a função de promover um diálogo mais próximo e diferenciado, ao invés de falar com todos de maneira igual. E este continua sendo o grande valor desta área”, complementa Marcelo, em entrevista ao portal.

 

Fonte:Exame

 

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31 jan Como o design e as cores do seu site afetam suas vendas

 

Dados coletados de diversas fontes pela empresa Kissmetrics e consolidados no belo infográfico a seguir (clique na imagem para ampliá-la) respondem de maneira clara e direta à pergunta do título. Apresentamos a seguir um resumo em português de suas principais informações.

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1- Cor e Marketing. 93% dos consumidores colocam a aparência e as cores acima de outros fatores durante a situação de compra. 85% dos consumidores citam a cor como o motivo primário no momento de escolher um produto.

2 – Cor e Marca. O uso da cor aumenta em 80% o reconhecimento da marca, uma variável diretamente ligada à confiança.

3 – Cor e Consumidor. O infográfico apresenta o impacto de 8 cores sobre a percepção do consumidor:

Vermelho: Energia, aumenta a frequência cardíaca, cria urgência. Normalmente usada em liquidações.

Amarelo: Transmite otimismo, juventude. Usada para captar a atenção das pessoas que olham vitrines.

Azul: Sensação de confiança e segurança, normalmente usada em bancos e outros negócios.

Verde: A cor mais facilmente processada pelo olho humano. Usada para criar sensação de relaxamento.

Laranja: Uma cor agressiva, usada para incitar à ação.

Rosa: Romântica e feminina, usada no marketing para mulheres e meninas.

Preto: Poderoso e elegante, usada no marketing de produtos de luxo.

Púrpura: Usado para tranquilizar e suavizar, usado em produtos de beleza e antienvelhecimento.

4 – Cor e segmentação. As cores também podem ser usadas para atrair tipos específicos de compradores. Por exemplo, as cores vermelha, laranja, preta e azul real são usadas para atrair os compradores por impulso. Já o azul marinho e o azul petróleo (“teal”) são mais atraentes para compradores que estejam com o dinheiro contado. Finalmente, compradores mais tradicionais são atraídos por tons de rosa e azul celeste.

5 – Design. Além das cores, o conjunto da decisões de design adotadas no site são fundamentais para as vendas. Segundo o infográfico, 42% dos consumidores baseiam inteiramente no design a sua opinião sobre um website, sendo que 52% dos compradores decidem não retornar a um site devido ao impacto estético geral.

6 – Rapidez. 64% dos compradores online podem deixar de comprar um produto caso o site esteja muito lento. Um estudo da Amazon.com revela que cada 100 milissegundos a mais de espera no carregamento de uma página representam 1% de queda nas vendas.

7 – Poder das palavras. 52% dos consumidores terão maior probabilidade de entrar em uma loja caso ela tenha um cartaz de “Liquidação” na vitrine, enquanto 60% terão maior probabilidade de comprar um produto que tenha a palavra “Garantia” associada a ele.

Esta pequena compilação de dados da Kissmetrics, já possibilita estabelecer um conjunto mínimo de critérios para avaliar a estratégia de design adotada em seu website e implementar correções com alto potencial de impacto sobre a sua taxa de conversão. Precisa de ajuda? Entre em contato pelo formulário a seguir.





Fonte:gessicahellmann

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30 jan Na hora de investir, use as mídias sociais

 

Durante muito tempo, se fosse para resumir mídias sociais em apenas três palavras, elas seriam “compartilhamento, entretenimento e engajamento”. O “social” desses canais impera até hoje como o sinal mais forte, mas esse universo tem dado muitas outras mostras de que pode servir para quase qualquer coisa na face da Terra.

Quem poderia imaginar, por exemplo, que investidores adotariam as mídias sociais como uma de suas fontes de informação para tomar decisões de investimento? Pois é o que revela uma pesquisa internacional apresentada ontem pela consultoria inglesa Brunswick Group, especializada em comunicação financeira.

Uma das principais revelações da pesquisa, realizada com cerca de 500 analistas do mercado financeiro e investidores da Europa, Estados Unidos e Ásia, é que 86% dos entrevistados disseram que os meios digitais e as redes sociais se tornaram mais importantes em 2012. Ou seja, essa turma que até bem pouco tempo confiava apenas em extensos relatórios cheios de números, teleconferências com os diretores das empresas e apresentações corporativas passou a explorar outras fontes de informação mais ágeis e informais.

O Twitter, por exemplo, cresceu 19% em importância como fonte, de 2010 para 2012. O percentual de profissionais do setor de investimento que investigou um assunto depois de ter tomado conhecimento dele através do Twitter quase triplicou em dois anos (28% em 2012 contra 11% em 2010).

E não é só isso. Um quarto dos entrevistados disse que já havia tomado uma decisão de investimento após ter consultado um blog. Para o Twitter, esse número é de uma decisão em cada oito, até três vezes mais do que dois anos atrás (12% em 2012 contra 4% em 2010).

Os asiáticos disparam na frente de europeus e norteamericanos: investidores do Oriente são o grupo mais disposto a considerar informações colhidas online na hora de tomar decisões de investimento. Por exemplo, eles dão muito mais importância às informações no site da empresa e aos canais digitais que esta utiliza.

Sinal dos tempos é também a grande pulverização de escolhas. Dezenas de mídias digitais, de websites corporativos a canais dirigidos como Yahoo Finance e Seeking Alpha, se somam a redes sociais como Twitter e LinkedIn e a tradicionais serviços de notícias como Bloomberg e Thomson Reuters na composição da opinião que um investidor forma sobre uma empresa antes de decidir aplicar seu dinheiro nela.

Do encontro pessoal ao contato digital — Sem dúvida, as informações produzidas pelas próprias companhias continuam sendo a fonte mais confiável, desejada e influente de informações para 85% dos investidores. Embora o tête-à-tête com executivos da empresa ainda apareça como o principal sonho de consumo, e os investidores se apoiem fortemente em relatórios de analistas (segundo mais importante fator de influência), a pesquisa da Brunswick deixa claro que as mídias digitais têm ganhado importância. E isso vale também para investidores individuais, mesmo pequenos, trabalhando com um home broker.

Como resultado, empresas que buscam influenciar seus investidores tratam de aprimorar seus procedimentos e ampliar seus pontos de contato. “É cada vez mais importante produzir e distribuir conteúdo de qualidade, bem como promover o engajamento da comunidade de investimentos através de canais múltiplos, inclusive digitais”, avalia Tereza Kaneta, diretora da filial brasileira da Brunswick. Para ela, fica evidente que as companhias devem considerar estabelecer blogs de Relações com Investidores, perfil de Twitter ou SlideShare específicos que contenham conteúdo relevante para os investidores – todos canais de duas mãos que permitem também colher opiniões.

Definitivamente, em 2013, o engajamento pelo digital não é mais opcional. E as empresas brasileiras têm que acompanhar a realidade mundial.

Fonte:Exame

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