04 abr Redes sociais forçam empresas a responder rápido

 

infograficoRedesSociaisUma pesquisa que acaba de ser concluída, e que trago em primeira mão a vocês, leitores do blog, mostra que as empresas brasileiras estão se esforçando para reduzir o tempo que levam para responder a dúvidas e reclamações de seus clientes. A esmagadora maioria das empresas corre para responder em questão de horas, seja no Twitter seja no Facebook, as duas redes mais utilizadas.

Do universo de mais de 225 mil respostas acompanhadas no Brasil pela plataforma de monitoramento de redes sociais Scup, no segundo semestre do ano passado, 91% foram emitidas em menos de 24 horas. O tempo médio de resposta, porém, foi de apenas três horas.

Há que se lembrar, porém, que responder de maneira ágil e eficiente nas redes sociais não significa resolver o problema com a mesma velocidade. As empresas estão sendo rápidas ao montar estruturas de resposta, mas estas precisam estar acompanhadas de processos igualmente rápidos nos bastidores.

Em outras palavras, o feitiço pode virar contra o feiticeiro e o cliente pode se sentir enganado/iludido ao invés de satisfeito, se a solução de seu problema continuar se arrastando. Vai parecer que dar um retorno imediato pelo Twitter foi só uma artimanha para evitar que o consumidor fosse ao Procon…

Entre julho e dezembro, o índice de retorno de demandas em menos de 24 horas saltou 114%. Dezembro foi o mês em que as empresas mais se esforçaram em atender rápido, talvez por preocupação com sua imagem na época do boom de vendas de Natal.

Segundo o Scup, o Twitter é muito mais ágil do que o Facebook, tanto para os questionamentos quanto para as respostas. No Twitter, a quantidade de respostas dadas em menos de 24 horas é bem maior (94%) do que no Facebook (84%). Além disso, a rede dos 140 caracteres também é o espaço em que as respostas em menos de um dia acontecem em menos tempo: 2 horas e 15 minutos, contra 4 horas e 30 minutos no Facebook.

Uma das possíveis explicações é que as pessoas acabaram convencionando o Twitter como um SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor). Além disso, o microblog é mais “aberto”, com perfis mais públicos, o que facilita o monitoramento, enquanto no Facebook é mais complicado acompanhar os comentários por causa da dificuldade de acesso a todos os perfis. Ainda assim, é impressionante perceber que, no Facebook, houve um crescimento de 313% da quantidade de respostas em menos de 24 horas, entre julho e dezembro.

Definitivamente, as redes sociais têm hoje um papel fundamental na qualidade do relacionamentos das marcas com os consumidores e, principalmente, na gestão de sua reputação.

 

Fonte: Exame

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04 abr Qual será o futuro das redes sociais?

Se a interação é o segredo do sucesso do Facebook, encarar a mobilidade de frente será o grande desafio das novas ferramentas

 FaustoPaiva

O estudante Fausto Paiva deu adeus ao Facebook e diz viver bem sem ele

 O Google, na web 1.0, consagrou-se por fazer o trabalho de organizar o caos informativo da internet com um mecanismo de busca funcional e clean. Na web 2.0, a interação impera e o símbolo mais destacado dela, nos tempos atuais, é o Facebook. Sem dúvida, a ferramenta consegue hoje reunir diversas funcionalidades interativas: serve para conversar, jogar, compartilhar status, agrupar fotos, assistir a vídeos e até para trabalhar, a depender do ofício.

Graças às diferentes possibilidades da rede, ela consegue atrair um total de 1 bilhão de usuários. Mas por quanto tempo esse “polvo” extremamente funcional continuará em alta? Não se sabe dizer com certeza, até porque um estudo da empresa de consultoria em mídias sociais, Social Bakers, mostrou que, nos últimos três meses, nada menos que 4,5 milhões de usuários do Facebook abandonaram o site nos EUA e no Reino Unido.

No Brasil, o número cresce, no entanto, há pessoas que deletaram o perfil na rede, como o estudante de arquitetura Fausto Paiva. Ele sentia que estava sendo bombardeado por propagandas e informações bobas. Desfocado do estudo e do trabalho “para nada”, como ele define, disse adeus à rede e diz viver muito bem sem ela. 

Hoje, Fausto conversa com os amigos por Gtalk, e-mail e celular. “Realmente, perco o contato com amigos distantes, mas os próximos eu encontro sempre”, conta o estudante, que se comportou exatamente como preveem os especialistas: buscou mobilidade e ferramentas simplificadas, que vão de encontro à oferta excessiva do Facebook

Assim, que tipo de inovação terá que desenvolver para segurar toda essa multidão de usuários mundo afora quando a comunicação estiver, por exemplo, completamente adaptada aos dispositivos móveis? Como será a rede social do futuro? A maior parte dos estudiosos ainda não tem uma resposta definida sobre isso, mas as tendências apontam que, para ter sucesso, a ferramenta que ligará indivíduos deverá nascer sob o signo da mobilidade. Segredo até então dominado pelo Instagram e o Whatsapp. 

 Fonte: JConline

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04 abr Redes sociais podem melhorar produtividade no trabalho

redesociaisprodutividadenotrabalhoUma pesquisa da Warwick Business School, do Reino Unido, afirma que as redes sociais podem ajudar a aumentar a produtividade no trabalho. O estudo vai contra ao pensamento da maioria, pois afirma que usar Facebook, Twitter ou Skype para conversar capacita funcionários a responder com mais velocidade os clientes da empresa. 

Segundo Joe Nandhakumar, professor de sistemas de informação da Warmick Business School, tal comportamento pode ajudar nos resultados da empresa e torná-los melhor. O aumento da produtividade, de acordo com a equipe responsável pela pesquisa, se dá por algo chamado “teoria da copresença virtual”, que seria resumido como a capacidade de ajudar pessoas que estejam longe de você.
Com o uso das redes sociais, ainda segundo o estudo, há também um aumento na colaboração entre os colegas de trabalho. Além disso, a empresa que adere às ferramentas digitais consegue se manter digitalmente experiente para competir por jovens talentos. 
Fonte:Adnews
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27 mar Internet só fica atrás da TV em publicidade

 Apesar do aumento na audiência, preço dos anúncios na web sofreram deflação

internetpublicidade O Interactive Advertising Bureau (IAB), principal órgão do segmento digital interativo brasileiro, apresentou nesta terça-feira, 26, os resultados e projeções de crescimento para o mercado de publicidade em 2013.

Segundo Rafael Davini, presidente do órgão, a publicidade na internet ultrapassou os jornais e chegou a 32% de crescimento, se comparado com o mesmo período do ano passado. A web se tornou o segundo maior meio de publicidade ficando atrás apenas da TV.

Os grandes anunciantes brasileiros de internet movimentaram R$ 4,57 bilhões em 2012 e a previsão é que o investimento no setor cresça os mesmos 32% em 2013 (número que considera display, mídias sociais, buscadores e classificados), chegando a R$ 6 bilhões.

Os números consideram apenas o mercado de publicidade online e não incluem publicidade móvel e ad networks – redes que conectam diversos sites e disponibilizam o inventário para comercialização de publicidade para agências e anunciantes.

As aplicações em displays e mídias sociais devem crescer 21% neste ano, o que representará R$ 2,2 bilhões do montante. Já os investimentos em buscadores e mídias sociais devem crescer 39%, chegando a R$ 3,8 bilhões.

Quedas

Davini lembrou que o único meio que sofreu deflação no último ano foi a internet. Os valores de anúncios praticados caíram apesar do crescimento no setor.

“A oferta cresceu e o mercado de compradores jogou os preços para baixo. Nosso maior desafio agora é mostrar que este é o meio que mais cresce e é o mais efetivo, portanto, merece ser monetizado corretamente”, comentou o presidente da IAB.

O executivo ainda informou que todos os outros meios, inclusive os jornais, que tiveram queda na audiência, desfrutaram da inflação no valor de anúncios, menos a web. 

Fonte:Olhardigital 

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27 mar Google lança ferramenta para calcular impacto da publicidade mobile

 

Serviço traz diversas métricas para saber o custo-benefício de sua campanha

publicidademobileGoogle lançou, nesta terça-feira, 26, um novo serviço para mensurar o impacto da publicidademobile feita com suas ferramentas. Batizada deFull Value of Mobile, a calculadora ajuda a acompanhar os efeitos das campanhas feitas com o Google.

De acordo com a empresa, configurar a calculadora demora apenas 30 minutos. E, com ela, é possível obter números como o ROI, valor por clique e o custo-benefício de sua campanha.

Em um post em um dos blogs do Google, Johanna Werther, chefe de marketing da área de propagandas mobile, nota que o objetivo da ferramenta é fazer os anunciantes enxergarem o contexto completo de sua campanha.

Google já havia feito outros esforços nesse sentido, como quando extendeu o Analytics do AdWords para os dispositivos mobile.

A calculadora está sendo lançado no mesmo dia que o Yelp também coloca no mercado sua ferramenta para estimativas de impacto do serviço.

Fonte:Olhardigital 

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20 mar As novidades do Email Marketing 3.0 e os erros antigos

 

email

Tive a oportunidade de assistir uma palestra da ABEMD sobre o Email Evolution Conference 2013 o EEC que aconteceu em MIAME. E agora vou relatar um pouco do que ouvi.

Mesmo com o grande avanço da tecnologia com HTML 5,  conteúdos responsivos que são adaptáveis automaticamente em Pcs, Tablets,  Celulares e exibição de vídeos streaming dentro do próprio e-mail marketing vejo muitas dúvidas e erros básicos ao disparar suas campanhas, vou citar os principais erros e as possíveis soluções e depois vou citar algumas novidades.

1º Base de dados

NUNCA, mas NUNCA compre base de dados, CDs com e-mail ou qualquer outro pacote de sucesso que contenha e-mail para você disparar, resumindo no português claro, você esta comentando a maior “cagada” de sua campanha ao comprar esses matérias.

Podemos dizer que sua base  é o coração da sua campanha, você pode ter as melhores tecnologias se sua base não for de boa qualidade e adquirida de forma correta, via opt-int ou double opt-int não irá adiantar nada.

2º Segmentação

Enviar grandes quantidade de e-mails requer uma infra-estrutura capaz de suprir essa necessidade,  com a escassez do IPV4 no mundo, se torna cada vez mais difícil as empresas de e-mail marketing oferecerem grandes quantidades de ips. Limitando os disparos  e aumentando as  barreiras dos provedores de e-mails como Gmail, Yahoo, Hotmail.

Você precisa segmentar sua base de dados, de preferência com histórico de navegação, interação com campanhas anteriores e ou interesses de seus usuários. Hoje há diversas maneiras  simples e barata de se fazer essa segmentação.

3º Conteúdo, Assunto é Html

Faça um conteúdo atraente, que desperte curiosidade na pessoa que recebeu a visitar seu site pelo e-mail recebido, de preferência segmentado e de acordo com os interesses dele.

Mescle Texto com Imagens, dê prioridade nas informações relevantes, não adianta querer ganhar Cannes na criação do e-mail, tente ser direto.

Alinhe o assunto de acordo com o conteúdo, nunca saia do foco, não divulgue, “Você ganhou uma TV” e quando o usuário abre seu e-mail, esta lá, 200 TVs a venda, provavelmente se o assunto não ser coerente com o conteúdo você ganhará diversos Opt-Outs.

Uma das partes mais complexas para muitas empresas é a criação do HTML, existe diversos sites, validadores para auxiliar nessa parte, se não tem conhecimento profundo procure ajuda ou uma empresa especialista.

4º Escolha de uma boa ferramenta de e-mail marketing

De preferência, escolha a ferramenta que te mostre a reputação dos IPS que serão utilizados para disparar suas campanhas, funcionalidades de segmentação por interesse dos contatos, higienização dos e-mails inválidos e relatórios analíticos que serão úteis para você otimizar seus disparos.

Você não precisa de uma ferramenta que aceite comandos por voz, limpe sua casa e te faça dormir, não se deixe levar por promessas encantadoras desses funcionalidades e concentre-se no primordial.

Agora sim as novidades.

HTML  Responsive.

Com o aumento dos tablets e celulares, aumentou muito as pessoas que lêem  e-mail nestes dispositivos o Html Responsive é a adaptação que os principais provedores e programas de e-mail já interpretam, adaptando o conteúdo de acordo com a tela do usuário, assim ele consegue ver corretamente seu e-mail e posteriormente interagir com ele.

Vídeo dentro de e-mail marketing

Pense em duas mídias muito poderosas unidas, o usuário receber um e-mail com sua promoção, dentro um vídeo criativo apresentando seu produto e os links indo direto para o carrinho de compras.

Os principais provedores é programas de e-mail já estão lendo esse tipo de conteúdo que se trata do HTML 5.

Há muitas novidades que citarei em outros posts.

 

Fonte:Ecommercenews

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