08 Maio Oito fatores que determinam a posição de seu site no Google

posicionamentoGoogle

Se tem uma situação que pode ser chamada de embaraçosa na área de SEO é quando você tem que explicar para um cliente cético porque a sua página, com todos os requisitos ‘on-page’ atendidos, está na 34˚ posição no Google Brasil, enquanto uma outra página, com um HTML moribundo, está em 2˚ lugar. Os fatores ‘on-page’, embora importantes, claramente não são mais importantes que vários outros fatores (que vão ser melhor detalhados nesse texto) como os ‘inbound-links’, os likes do Google+, domínios de mais credibilidade, rapidez na renderização da página, ou do que o fato de uma certa página ser a fonte oficial de informação sobre um determinado assunto ou entidade.

Resumindo: a resposta para uma questão dessa ordem de grandeza pode não ter apenas um único fator responsável.

Contudo, essa situação, onde uma página bem otimizada em termos ‘on-page’ está mal colocada e uma que não está otimizada está na primeira página, é o que cria a tal perguntinha embaraçosa, cuja resposta pode não ser fácil. E essa pergunta é muito boa. Principalmente porque, ao respondê-la, é possível saber se, além da otimização ‘on-page’, há algo mais ao seu alcance que pode ser feito para melhorar a posição da página nos buscadores ou se é melhor deixar a página como está e partir para a próxima.    

1 – Fatores “on-page” – Os fatores ‘on-page’ são os fatores ligados à montagem de HTML da página. O HTML, como muitos sabem, é uma ‘linguagem de marcação’, onde alguns dos chamados ‘markups’ servem para atribuir valores semânticos e estruturais à um texto ou outro tipo de conteúdo. Os sites de busca utilizam essas marcações para guiar seu algoritmo de interpretação de arquivos e montagem do índice de melhores sites. Em teoria, os buscadores favorecem as páginas mais aderentes aos padrões web, definidos por uma entidade chamada w3c.

Você pode ver os fatores on-page em detalhes no sistema que desenvolvi, baseado nos estudos de correlação da empresa especializada SEOmoz, para captar esses sinais, acessível pelo seguinte link: http://mrcrawler.com.br/report_onpage.php?uid=jEFjvLRi

 

2 – Inbound links – O ‘pulo do gato’ que fez o Google se diferenciar dos demais sites de busca na web e, depois, se transformar na grande referência para todos eles, foi o fato de conseguirem reconhecer links apontados para as páginas indexadas a partir de outros sites da web, além da relação de “interlinkagem” dentro do próprio site. Essa foi a base da montagem do mítico ‘page-rank’, seu algoritmo de ordenamento de resultados por ‘relevância’.

Apesar dos inúmeros aperfeiçoamentos e utilizações de outros sinais, além dos links apontados, chamados também de “inbound-links” e “incomming-links”; essa dimensão segue como uma das mais importantes e parecem, a grosso modo, ter relação direta com os rankings.  

Você pode ver os inbound-links, ao lado da posição média no Google Brasil, no relatório gerado pelo Mr. Crawler, onde portais concorrem pela palavra-chave “horóscopo”: http://mrcrawler.com.br/report_rank.php?uid=ytDM427J.

3 – Fatores sociais – A popularidade de uma URL nas redes sociais sempre foi motivo de especulação por parte dos que trabalham com marketing de otimização para buscas. Enquanto a popularidade de uma URL em redes como Twitter e Facebook mostraram ter correlação positiva, porém baixa, com relação aos ‘rankings’; as ‘curtidas’ do Google+ impressionam por ter claramente forte correlação.

No relatório que segue, é possível ver um claro exemplo onde uma página com situação ‘on-page’ ruim, pode se posicionar bem se tiver bons (e naturais) links apontados e boas curtidas no Google Plus: http://mrcrawler.com.br/report_relationship.php?id=102

4 – Rapidez de entrega – Páginas que resolvem DNS e se descarregam mais rapidamente nos browsers, com escrita de códigos limpos e customizados, tendem a ser melhor rankeadas nos sites de busca. A rapidez de entrega conta pontos muitíssimo significativos no processo de formação do índice.

Nesse relatório: http://mrcrawler.com.br/report_relationship.php?id=96  não é possível ver com clareza qual é o fator que faz a página do site Casa.com, por exemplo, estar na quarta página do Google, enquanto a da Globo está em primeiro lugar. O design de Casa.com tem índice on-page muito melhor, e quase o dobro de links apontados para ela; e possívelmente mais curtidas de Google Plus (a ferramenta não consegue identificar esse número por conta do tipo de instalação do botão no site, mas deve ser mais que os dois da Globo).

No entanto, ao comparar a performance dessas duas página usando o Webpage Test (com parâmetros de geo-localização default); temos o seguinte resultado:

Clique no link para ver a imagem completa: http://mrcrawler.com.br/_public/img/filmstrip.png

A página de Casa.com, embora inicie o carregamento mais cedo, permanece ‘congelada’ por 4 segundos, e finaliza 1,5 segundo depois dessa página da Globo.  Esses 4 segundos de congelamento é o suficiente para a página não ser uma boa escolha para que o Google a deixe em sua primeira página.  

5 – Os Google Raters Qualifiers – Essa dimensão pode enlouquecer os que acreditam que o Google funciona apenas a base de algoritimos computacionais.  O fato é que isso não é verdade. Para certas ‘querys’, o Google faz ajustes finos utilizando critérios humanos, operados manualmente por seus funcionários.

 

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Páginas oficiais de pessoas famosas, lugares, empresas e eventos; podem ser identificadas pelos sistemas de busca por meio de análise humana. Quando isso acontece, a página em questão toma a primeira posição independente de qualquer outro fator.

As páginas oficiais do UFC são um bom exemplo disso. Tanto a oficial, como a da ESPN, que detém os direitos de transmissão do evento no Brasil, estão pouco otimizadas, mas dominam os rankings por terem sido reconhecidas como páginas ‘vitais’ e ‘muito relevantes’.

Relatório: http://mrcrawler.com.br/report_relationship.php?id=104

6 – Atualização – As “Query Deserves Freshness” (QDF) – Quando uma notícia acontece, muitas vezes ela pode estar relacionada à entidades concretas (pessoas, lugares, coisas), que em tempos ‘normais’, onde elas não se encontram relacionadas com acontecimentos noticiosos, são buscadas para satisfazer intuitos diferentes do de se obter informações sobre desdobramento de fatos.

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Apenas para citar dois exemplos de ‘querys’, feitas  em 15 de abril de 2013 em São Paulo, Brasil, com os termos “Venezuela” e “Carandiru”. Em tempos onde essas duas entidades não estão ligadas à um fato noticioso, tais buscas retornam com mais evidência, conteúdos enciclopédicos, onde o ‘frescor’ das páginas disponíveis para atender essas ‘querys’ não é algo importante.  No entanto, a Venezuela acabou de eleger um novo presidente e o massacre do Carandiru, está sendo julgado agora.   Nesse sentido, páginas de notícias sobre estes dois fatores podem perder para páginas sobre turismo na Venezuela ou, ainda, para um artigo sobre a história do Carandiru, ainda que alguns sites noticiosos façam uma excelente cobertura destes temas.

7 – Força e credibilidade do domínio – O número de páginas indexadas, links apontados para raíz do domínio em termos de quantidade e qualidade das fontes que fazem esses links. Todos esses fatores são contabilizados para estabelecer a reputação de um domínimo.  

8 – Atualizações ‘anti-spam’ – Essa área ‘anti-spam’ dos buscadores têm causado insônia nas agências que se beneficiam do SEO e que costumam obter resultados por meio de ‘truques’. No Google, essa área é liderada pelo conhecidícimo Matt Cuts. O trabalho de sua equipe consiste em descobrir sites que estão usando técnicas artificiais para obter bons resultados e, então, removê-los de seu índice.

O algoritimo de anti-spam que eles estão desenvolvendo chama-se Penguin e, a cada atualização, muitos dos chamados ‘black hat’ e ‘grey hat’ SEO’s acabam por verem todo o esforço de seus trabalhos escoarem pelo ralo e de quebra, acabam gerando pesados prejuízos aos seus clientes.

Sobre o autor: Ricardo Maekawa é Jornalista e especialista em SEO da Editora Abril. Trabalha ao lado de Junior João Gonçalves, Felipe Granado e Andrea Alves Costa, todos também especialistas em otimizações.

Fonte:InfoAbril

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30 abr Uso adequado de mídias reduz em até 30% os investimentos em comunicação

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O uso adequado detécnicas e ferramentas de mídia para a veiculação de campanhas publicitárias – para divulgação de ações, trabalhos e novidades de uma corporação – pode gerar uma economia superior a 30% nos investimentos destinados à área. Essa é a constatação de um estudo realizado pela Dainet Multimídia e Comunicações, consultoria especializada em comunicação multiplataforma fundada há 19 anos pelo publicitário Antonio Rosa Neto.

Para chegar a esse percentual, a Dainet considerou aspectos como análises dos objetivos e estratégias de mídia, planejamento e período de veiculação, seleção de plataformas e veículos, controles de verba por tempo, meio eveículo, além de outros. “Tudo isso é importante para saber qual a mídia mais adequada para cada tipo de ação, iniciativa ou empresa”, afirma Rosa Neto.
 
Para alcançar essa redução de 30% no investimento em mídia, diversas observações devem ser feitas como: análise de hábitos de mídia; CPM em target; filtragem das circulações de jornais e revistas; acompanhamento da audiência de rádio e TV; cuidado extremo nas negociações; simulação de análises de cobertura com frequência; checking das campanhas; análise dos objetivos e estratégia de mídia; períodos de veiculação; metas de cobertura e frequência; critério de seleção dos meios eveículos de comunicação; pesquisas de mídia; seleção com base no custo de GRP/COM; auditagem das negociações; controle dos investimentos por meio; controle dos investimentos por veículo; avaliação de patrocínios, merchandising e eventos; e taxa de retorno na propaganda.
Fonte:Adnews
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30 abr Engajamento: a arte de transformar clientes em fãs

 

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A comunicação via e-mail é seguramente uma das melhores formas de se relacionar com o cliente, devido a sua agilidade, mensurabilidade e possibilidade de gerar interações quase que instantâneas. Contudo, ao conversar com empresas de diversos segmentos, que seguem as boas práticas de email marketing e trabalham bases 100% opt-in, percebemos que há uma grande variação nos resultados obtidos de aberturas, cliques e conversão ao comparar as empresas entre si. Ora, se a base é de boa qualidade, a tecnologia de envio é a mesma e o conteúdo é relevante, porque observa-se tanta diferença nos resultados obtidos?

Nós acreditamos que a principal explicação está no nível de engajamento dos clientes com a empresa. Engajamento representa o quanto o público gosta, recomenda e se envolve com uma empresa. Clientes engajados obviamente vão interagir muito mais, pois eles adoram o seu produto/serviço e estarão sempre ansiosos para receber novos conteúdos. E se eles abrirem mais e clicarem mais no seu conteúdo, naturalmente aumentará a taxa de conversão e inclusive a entregabilidade. Portanto, TODAS AS AÇÕES de email marketing devem ter este propósito: aumentar o engajamento da base.

Com base em nossa experiência e em conversas com clientes e parceiros, percebemos que lojas virtuais de nicho conseguem naturalmente criar mais engajamento do que as lojas de departamentos. É comum, por exemplo, perceber taxas de abertura maiores em quem vende produtos de ciclismo do que em quem vende informática. Talvez o público de ciclismo seja mais apaixonado por bicicletas do que o de informática por computadores. As lojas virtuais de nicho talvez estejam mais relacionadas à hobbies e isso naturalmente desperta muito interesse nas pessoas. Enfim, independente da causa, o fato é que mesmo segmentos de negócios que não possuem um alto nível natural de engajamento podem – e DEVEM – buscar um maior engajamento.

E como se aumenta o engajamento?

O primeiro passo é segmentar sua base pelo comportamento. Você precisa saber quantos % da base nunca interagiu com suas campanhas, e este número por vezes é surpreendente (frequentemente é acima de 50%). Com este grupo separado, é hora de pensar em como criar mais interesse neles pela sua empresa. Descarte começar enviando ofertas, pois eles já demonstraram que não querem só isso. Então comece analisando o seu negócio e reflita sobre o VALOR que você entrega às pessoas que compram o seu produto. Se você vende suplementos alimentares, você entrega um corpo e uma vida mais saudável. Se você vende livros, você entrega mais cultura e conhecimento. Se você vende computadores, você entrega mais tecnologia. Se você vende games, você entrega diversão. Se você vende cosméticos, está entregando beleza. Se você vende roupas, está entregando uma boa aparência.

De posse desta resposta, se coloque no lugar do cliente. Vamos supor que você vende cosméticos, portanto entrega beleza. Agora imagine: que tipo de conteúdo estas pessoas gostariam de receber? Comece a enviar para estas pessoas um email por semana apenas com dicas de beleza, apresentando a melhor forma de utilizar uma determinada maquiagem ou quais alimentos podem contruibuir para ter uma pele mais bonita. Se você vende roupas, envie emails com textos interessantes sobre moda, as novas tendências, o que deverá fazer sucesso nesta ou na próxima estação.

Com certeza ao enviar estes conteúdos uma boa parte da base irá gostar e vai interagir abrindo as mensagens. À medida que você manter estes envios constantes, a tendência é que o engajamento só aumente. Quando você perceber um bom nível de engajamento através das novas taxas de abertura e cliques, aí sim é a hora de começar a inserir nestes e-mails algumas ofertas. Naturalmente as pessoas se interessarão em comprar, pois você já deu a elas novos conhecimentos sem cobrar nada. E o ser humano, por natureza, tende a recompensar a quem lhe deu algo que gostou. A recompensa de cada cliente pode ser um novo pedido, mas mais do que isso:um novo fã da sua marca. Um fã é muito mais que um cliente, pois ele vai recomendar sua empresa para todos os amigos e não vai pensar duas vezes onde procurar quando precisar de um produto que você vende. Ele estará conectado à sua empresa de uma forma muito mais forte que antes, assim como um torcedor fanático é conectado ao seu time de futebol.

ATENÇÃO: Tão importante quanto criar engajamento, é MANTÊ-LO!

Legal, então você entregou conteúdo relevante para a parte da base que não interagia, com isso aumentou o engajamento. Mas é aí que vem outro grande erro: a maioria das empresas para de buscar engajamento. É como se concluíssem o seguinte: “Ok, estas pessoas agora gostam de nós, então vamos bombardeá-las apenas com ofertas de agora em diante”. NÃO FAÇA ISSO! As pessoas neste momento estão sim mais dispostas a comprar produtos e podem receber suas ofertas, mas AINDA QUEREM e SEMPRE VÃO QUERER receber conteúdo relevante além das ofertas. Portanto, mantenha o envio de conteúdos diferenciados também quando o engajamento estiver bom.

Aproveite e experimente enviar estes novos conteúdos também para quem já é “engajado”. Você poderá se surpreender, afinal, engajamento não tem limite! E quanto mais você conseguir engajar o público com a sua empresa, o maior beneficiado será o negócio, que terá não apenas clientes, e sim verdadeiros fãs. E eles podem representar a sustentação do seu negócio no longo prazo, pois eles compram mais e possuem o incrível poder de atrair mais fãs através de recomendações positivas. Clientes todo mundo tem. Fãs são poucos que possuem. Que tal começar agora?

Fonte:Ecommercenews

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30 abr Infografico o que precisa saber sobre o edgerank do facebook

 

De certeza que você já se questionou porque razão sua News Feed deixou de apresentar os posts de alguns de seus amigos ou páginas favoritas. Pelo mesmo motivo, apenas 16% dos seguidores de sua página do Facebook visualizam os posts que você publica. Quem é o culpado? O EdgeRank!

No seu infográfico EdgeRank 102, a PostRocket define EdgeRank como sendo o algoritmo utilizado pelo Facebook para determinar onde e quais os posts que são divulgados em cada News Feed individual. O EdgeRank é um algoritmo muito complexo e é praticamente impossível para as empresas prever o que vai acontecer com cada post que publicam.

De acordo com o infográfico, o algoritmo é composto por três variáveis:

  • Afinidade: mede a relação entre o usuário que lê a publicação e o seu criador. Quanto mais interação existir entre seu seguidor e a sua página (curtidas, partilhas, comentários) maior será o grau de afinidade.
  • Peso: diferentes tipos de posts carregam diferentes pesos. As fotos ou vídeos apresentam um maior peso, seguidos pelos links e, por fim, pelo texto simples.
  • Tempo: à medida que o tempo passa, o post perde valor, permitindo que a News Feed dos usuários se mantenha o mais atualizada possível.

 

Mas se a álgebra o assusta e se lhe parece uma perda de tempo analisar todas essas variáveis para cada post, a PostRocket sugere uma análise muito mais simples do algoritmo que lhe dará uma visão básica e geral de como os posts são apresentados nas News Feeds de seus seguidores.

O infográfico apresenta duas categorias para explicar o funcionamento do EdgeRank:

Interação Pessoal

  • Histórico de interação com o autor dos posts: quanto mais o usuário interagir com a página, maior será a probabilidade de ver outros posts desse mesmo autor.
  • Histórico de interação com o tipo de post: se o usuário interagir mais com um determinado tipo de post, haverá mais probabilidade de voltar a ver o mesmo tipo de posts.

Reação da Comunidade

  • Reações dos usuários que já viram o post: quanto maior o número que usuários que interagiram com o post, maior será a probabilidade de outros usuários verem a publicação.
  • Quantidade de reclamações ou comentários negativos: se um post tem um número elevado de comentários negativos, então é menos provável que outros usuários vejam essa publicação.

Apesar de parecer um obstáculo incontornável, é essencial que você saiba o que está na base do EdgeRank para o usar em favor de sua página. Talvez esses dados o convençam: em 2012, os usuários do Facebook passavam 40% do seu tempo na News Feed, enquanto que no ano anterior apenas lhe dedicaram 27% do seu tempo de visita ao site.

EdgeRankFacebook

Fonte:Gestaodecomunidades

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30 abr Conheça detalhes de sua audiência com o Navegg Analytics

 

Ninguém pode negar: o acesso à internet no Brasil nunca esteve tão em alta e com tantas pessoas comprando online. Então surge a segmentação de audiência pra dar uma mãozinha pra quem tem um site, blog ou loja virtual – seja para entender seu público, fazer ofertas personalizadas ou buscar novos consumidores.

O NAVEGG ANALYTICS é uma ferramenta gratuita de análise de perfil de audiência, que pode ser usada em todo o tipo de sites.

Por meio da análise do comportamento de navegação dos visitantes e dos dados coletados, são gerados relatórios completos do perfil de cada internauta. Após instalar o serviço, você terá acesso a relatórios como os mostrados abaixo. Note que são informações que ferramentas como o Google Analytics não conseguem lhe fornecer.

NaveggAnalytics

 

Relatórios Online

Seus visitantes passarão a ser analisados de acordo com diversos critérios, entre eles: gênero, faixa etária, escolaridade, classe social, estado civil, assuntos de interesse, intenção de compra e tecnologia.

Assim, você terá o perfil completo de sua audiência e poderá usar essas informações para guiar sua produção de conteúdo, descobrir se o público que você está trazendo para o seu site é aquele que você quer atingir e muito mais.

NaveggAnalytics01

 

Como se inscrever e instalar o Navegg Analytics em seu site

  1. Acesse o endereço navegganalytics.
  2. Clique no botão “Comece grátis”, no canto superior direito da tela.
  3. Preencha as informações solicitadas e clique em “Finalizar”. Em seguida você receberá um email com as instruções de implementação.

E você, já conhecia o Navegg Analytics? Quer deixar sua opinião sobre a ferramenta? Deixe um comentário!

 

Fonte:ProfissionaisTI

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26 abr Adoção de mídias sociais deve crescer nas empresas em 2013

 

Manter os sites permanentemente atualizados é um dos maiores desafios para não perder competitividade diante dos avanços das ferramentas web, diz estudo

 

 

As PMEs estão em descompasso com as novas tecnologias disponíveis hoje e preocupam-se com a atualização precária de seus websites, o que prejudica a competitividade principalmente em relação às grandes empresas. É o que revela o mais recente estudo sobre as estratégias on-line de pequenas e médias empresas norte-americanas encomendada pelo SiteApps e realizada pelo Grupo Incyte, e que entrevistou cerca de 250 pessoas selecionadas aleatoriamente entre proprietários, CEOs e altos executivos de companhias de diversos setores.

As PMEs foram definidas como instituições com dois a 250 funcionários e os dados foram ponderados para refletir com precisão o atual recenseamento de empresas de pequeno porte nos Estados Unidos.

Apesar de o estudo refletir o mercado norte-americano, o resultado pode ser perfeitamente aplicado à realidade brasileira. “A escassez de tempo, recursos e desconhecimento para as empresas de pequeno porte investirem em atualização tecnológica é semelhante em qualquer parte do mundo. Seja no Brasil ou nos Estados Unidos, as PMEs acabam por concentrar seus esforços no negócio principal, relegando a presença on-line a um segundo plano”, avalia Phillip Klien, CEO do SiteApps e sócio-fundador da Predicta e que está à frente da base de negócios da empresa no Vale do Silício, em San Francisco, Estados Unidos.

O estudo indica que a grande maioria dos líderes de pequenas empresas considera modificar, melhorar ou até refazer totalmente seus websites uma prioridade em 2013.

PMEs e as mídias sociais
Enquanto 2012 foi um ano em que as pequenas empresas continuaram a lutar para superar a defasagem na adoção das mídias sociais, 2013 promete ser o ano de crescimento nesta área. No entanto, pode ser um período de “ou vai ou racha” para muitos canais de mídias sociais entre as pequenas empresas.

-> É Facebook ou nada: 41% das PMEs acham que o Facebook é o canal de mídia social mais efetivo para atingir os clientes. No entanto, o maior subconjunto dos entrevistados (47%) escolheu “nenhum”, o que indica que as mídias sociais ainda não valem o investimento para conquistar novos consumidores e engajar atuais clientes.

-> Adoção de mídias sociais deve crescer em 2013: Mais da metade das pequenas empresas (51%) disseram que mídias sociais não fizeram parte de seus esforços de marketing on-line em 2012. No entanto, no ano atual, perto da metade (47%) das PMEs acredita que sites como Facebook e Twitter são as ferramentas mais promissoras de venda para 2013 – mais ainda do que softwares tradicionais de vendas, como Salesforce  (14%).

Marketing online
Em matéria de estratégias de marketing on-line, os websites consistem em um fator chave para os pequenos empresários: 68% dos entrevistados disseram que a página da web foi importante para o direcionamento de negócios e/ou para o fortalecimento da marca. Além disso, grande parte dos respondentes (34%) escolheria criar um site totalmente novo se recebesse um cheque em branco para uma estratégia de marketing on-line – muito mais do que os 15% que escolheram ferramentas de busca paga.

Já em relação às mídias sociais, a maioria das pequenas empresas sequer considera isso um fator relevante de seus esforços em marketing.

“Pequenas empresas sabem a importância da homepage para apresentar uma identidade no meio on-line e para atrair novos clientes, ainda que não saibam como atingir esses objetivos ou se adaptar às novas tendências tão bem quanto as grandes empresas”, afirma Klien.

“Especialmente chocante é como poucas PMEs utilizam ferramentas como o Google Analytics para medir o desempenho de seus sites – o que é como fazer um voo cego em uma tempestade. Há uma clara necessidade para as PMEs de adotar soluções de marketing on-line simplificadas e não técnicas”, acrescenta o executivo.

Conexões perdidas
Mais da metade (54%) das pequenas empresas disse estar preocupada com a velocidade com que a tecnologia pode superar sua competitividade. Com as tecnologias de sites fugindo ao controle é grande o estresse causado pelo temor de se ficar atrás de competidores melhores adaptados às novas tecnologias.

No entanto, outros resultados indicam que pequenas empresas não devem estar criando sites que tragam bons resultados. Quase sempre os sites não oferecem a informação nem a experiência que os consumidores e possíveis clientes procuram e também não apresentam recursos que possam engajar e reter os visitantes.

-> 75% das pequenas empresas não usaram ferramentas de análise (como Google Analytics) para medir o desempenho de seus sites em 2012.

-> 60% das pequenas empresas não acreditam que análises de sites gerem dados e ferramentas para efetuar mudanças que possam garantir melhores resultados. Pequenas empresas sentem que não têm recursos para avançar com ações significativas a partir de relatórios de análises – o que significa que muitas não entendem como seus sites podem atrair ou refutar clientes.

-> Um quarto das PMEs (25%) não sabe se seu site é compatível com dispositivos móveis; e menos da metade (40%) assegurou que seu site funciona no formato em celulares e tablets.

O bom, o mau e o feito
Em 2013, 66% de pequenas empresas planejam melhorar seus sites segundo a opção de design mais popular, incluindo novos conteúdos estáticos (33%), segmentação e personalização (26%), integração de feeds de redes sociais (20%) e widgets (18%).

Entre as pequenas empresas que não previram atualização dos sites este ano, quase metade (49%)  “não sente que precisa” e outras 46% afirmam que o “o site não é prioridade”para elas. Em última análise, o custo foi um fator decisivo apenas para as menores empresa, com no máximo 20 funcionários,decidirem não atualizar a tecnologia ou melhorar os sites.

-> Tempo e complacência mantêm as pequenas empresas longe de adotar novas estratégias de marketing on-line. Trinta por cento dos entrevistados disseram estar satisfeitos com as táticas atuais, enquanto 25% alegaram a falta de tempo como a principal razão para a não implantação de novas tecnologias. A falta de conhecimento técnico não é um fator relevante.

-> Em 2013, 41% das pequenas empresas planejam focar a maioria dos esforços de marketing online na melhoria do website, especialmente em relação ao design e ao conteúdo. O objetivo é criar uma experiência personalizada aos clientes (29%), bem como melhorar em mídias sociais (18%) e campanhas CPC (Custo por Clique) (12%).

-> Quando se trata de pagar sobre essas melhorias, 59% das pequenas empresas preveem gastar menos de US$ 1.000,00 em seus websites em 2013. Um contingente de 35% admite gastar entre mil e 10 mi dólares.

-> Os sites desempenham um papel vital na atração de negócios – enquanto o e-mail ainda está no topo de importância, com 37% das pequenas empresas considerando-o a plataforma mais útil para aquisição e retenção de clientes, os sites aparecem na segunda posição, na opinião de 32% dos entrevistados. Mídia impressa (16%) superou mídias sociais (7%), sites de avaliação, como Yelp (4%), e links patrocinados, como Adwords (4%).

-> 72% das PMEs disseram que menos de 25% do total de seus negócios vieram de vendas on-line, enquanto 7% não soube afirmar o quanto de negócios pode ser atribuído à web.

-> Cerca da metade (47%) das pequenas empresas dizem que o objetivo principal de seus sites é informar, fornecendo dados para ajudar clientes, em oposição às vendas (27%), à construção de marca/ branding (18%) ou engajamento de clientes (8%).

-> A maioria (55%) das PMEs acredita ter alcançado sucesso em seus objetivos de marketing on-line em 2012.

 

Fonte: ComputerWorld

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