20 jun Estudo analisa hábitos do internauta brasileiro

Pelo quarto ano consecutivo, a E.life, empresa brasileira especializada em inteligência de mercado e gestão do relacionamento nas redes sociais, apresenta os resultados do estudo “Hábitos e Comportamento dos Usuários de Redes Sociais no Brasil”.

Com o objetivo de compreender como os internautas brasileiros avaliam e utilizam a web, a pesquisa entrevistou 650 pessoas. As perguntas foram aplicadas por meio de divulgação nas redes sociais, principalmente blogs, Facebook e Twitter.

Entre os temas abordados no questionário, estiveram os locais e plataformas para acesso à internet, tempo de permanência na rede, outras atividades praticadas durante o período em que o internauta está online e os aplicativos mais utilizados para navegar na web.

Dispositivos móveis

 O estudo mostrou que mais de 53% dos usuários brasileiros de internet navegam fora do ambiente doméstico via celular, sendo este o meio de acesso principal para mais de 10%. O uso da web por dispositivos móveis, aliás, está em alta no País: 62% dos entrevistados utilizam a rede por celulares ou smartphones, percentual próximo ao dos que acessam por notebooks, que é de 66%. O meio mais utilizado segue sendo o computador de mesa (desktop), com 75%.

O tempo gasto na internet pelo celular está abaixo da média de outros dispositivos. Mais da metade dos entrevistados (55%) costuma passar até dez horas por semana navegando pelos aparelhos móveis. Entre os usuários de tablets, o tempo gasto online é maior: 46% ficam conectados até 20 horas. No geral, 54% dos internautas passam pelo menos 30 horas por semana na rede. Já 34% navegam por mais de 40 horas semanalmente.

Redes Sociais

Quando questionados sobre que atividades praticam na internet, 98% dos entrevistados disseram passar parte do tempo nas redes sociais. Destas, o Facebook segue na preferência nacional, acessada por 81% dos entrevistados. Já o Google+ foi a rede social que mais cresceu em cadastros (quase 15 pontos percentuais): cerca de 71% dos entrevistados disseram possuir cadastro na página, contra pouco mais de 56% no ano anterior. No caminho oposto está o Orkut, que saiu de 2º lugar em 2012 (75%) para a 5ª colocação na lista deste ano (57%) – queda de mais de 21 pontos percentuais.

A rede da moda é o Instagram, que mostrou o maior crescimento exponencial recebendo o cadastro de 22% dos entrevistados nos três meses anteriores à pesquisa. Os dados refletem um cenário favorável para redes focadas no compartilhamento de imagens, já que o Pinterest também teve grande adesão recente: 10% dos entrevistados cadastraram-se no site no mesmo período.

Hábitos nas redes

As redes sociais foram o quarto canal mais utilizado pelos internautas para se comunicar com o atendimento (SAC) das empresas nos últimos seis meses (52%), atrás de telefone (78%), e-mail (73%) e site (72%). A maioria (67%) afirma seguir páginas de empresas, produtos e serviços para receber atendimento (SAC) sempre que precisar.

No Facebook, 93,3% dos internautas curtem perfis de marcas que admiram – a grande maioria para manifestar apoio. Destes, 48% disse que passou a admirar mais as marcas após acompanha-las pela rede social.

Segunda tela

Outra tendência apontada pelo estudo é que os brasileiros cada vez mais dividem as suas atenções entre internet e TV ou rádio. 71% dos entrevistados afirmaram navegar pela web de olho na televisão (20 pontos percentuais a mais que em 2012), enquanto 50% disseram que costumam ouvir estações de rádio (12 pontos percentuais acima que à pesquisa anterior).

A pesquisa mostrou ainda que 26% dos internautas pautam as suas escolhas de programação baseados nos comentários das redes sociais. 16% afirmaram contar nas redes o que estão assistindo na TV.

Clique aqui e acesse a versão pública:

Fonte: Adnews

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20 jun Os três tipos de presença online que geram empatia

Os consumidores brasileiros raramente tomam decisões de compra sem antes fazer algumas pesquisas. Hoje, essas buscas geralmente começam online – o consumidor avalia todas as informações —e críticas— obtidas por meio de blogs, mídias sociais, websites, e publicidade para fazer sua avaliação final dos prós e contras da compra. Por isso que é tão importante que sua empresa ofereça um conteúdo online completo e tenha um plano de marketing eficaz para conquistar e manter sua credibilidade no mercado.

Para ajudar seu negócio a conquistar mais clientes online, a ReachLocal recomenda aqui os principais tipos de conteúdo que não podem faltar:

Blog informativo

Ao produzir um blog de conteúdo sobre o mercado em que sua empresa atua, ele se apresenta como uma fonte de informações, e não como um canal de vendas. Aproveite a oportunidade para a publicação de materiais de credibilidade com dados interessantes para todas as pessoas do setor, como pesquisas setoriais, infográficos, notícias e artigos. Ao produzir um blog de negócios, certifique-se de mantê-lo sempre atualizado com as últimas novidades e tendências e evite a divulgação de produtos.

Além disso, a manutenção de um blog é uma ótima maneira de alavancar a presença de sua empresa na web de negócios, aumentando a visibilidade via busca orgânica. Lembre-se de incluir links de acesso para os serviços, produtos e empresas que você mencionar, para que os leitores sintam que seu blog é uma fonte e assim, engajem-se mais. Aproveite e faça uso de palavras-chave interessantes para o seu negócio, compartilhe os posts nas mídias sociais onde está presente e mantenha uma assinatura com seus contatos no rodapé!

Posts nas mídias sociais

Outra forma valiosa de atrair consumidores é por meio da geração de conteúdo com engajamento social. Plataformas como Facebook, Pinterest, Google+, Twitter e YouTube são ótimas ferramentas para conectar sua marca com clientes em potencial e outros interessados em seu mercado.

Os consumidore adoram posts interressantes publicados nas mídias sociais, pois são uma forma de interação fácil e rápida. Ao fazer uso destes canais para a publicação de fotos, dicas úteis, ofertas especiais, vídeos e outros, você estará compartilhando o expertise de sua empresa. Por meio destas mídias, sua empresa constrói uma relação próxima que pode ser fonte de muitos negócios.

Dica extra: Publique posts que engagem e peça aos seus seguidores que compartilhem!

Resenhas e testemunhos dos clientes

Parceiros e clientes em potencial sempre gostam de ter acesso às avaliações de clientes que já foram atendidos por sua empresa. Isso pode ajudá-los a ter uma ideia real sobre como é fechar negócio com você.

Enquanto a opinião de amigos, familiares e colegas de trabalham continuam tendo um forte peso junto aos clientes indecisos, eles também gostam muito de encontrar testemunhos online – nos EUA, 90% dos consumidores são influenciados por esses reviews na hora da decisão da compra, aponta pesquisa da Dimensional Research. Por isso, é crucial fazer um bom gerenciamento de sua reputação online, monitorando o que as pessoas estão dizendo nos diretórios e sites de opinião e claro, buscar soluções para clientes insatisfeitos e respondê-los de forma educada e clara. Mas a gestão da reputação não é apenas gerenciar relatos negativos, é também importante pedir que clientes felizes deixem seus relatos.

Dica: Produza também vídeos de testemunho para publicação na sua página e nas redes sociais.

Ao criar e publicar conteúdo que seja útil e compartilhável, você maximiza a exposição do mercado em que atua e, consequentemente, de seu negócio. Desta forma, você forma opinião junto aos clientes em potencial e engaja os interessados por meio de conteúdo cativante ou que sirva de esclarecimento.

Você está usando estas três formas de presença online a seu favor? Pense nisso e comece já!

Artigo encaminhado por José Geraldo Coscelli, presidente da ReachLocal para a América Latina, líder mundial em soluções tecnológicas de marketing online, busca e rastreamento de clientes via internet

Fonte:Adnews

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19 jun A revolução da educação digital [com infográfico]

Estou no aeroporto, fechado por causa da neblina, à espera de que meu voo decole. O saguão de embarque está cheio, e há também famílias – incluindo idosos, bebês de colo e várias crianças de idades entre três e oito anos. Como entreter os pequenos diante de atrasos de mais de duas horas para qualquer voo? A resposta é bem fácil: com um tablet. Pais que se prezem hoje não viajam com crianças sem carregar o apetrecho entre os bichos de pelúcia, o travesseirinho favorito e o carrinho de estimação.

De um lado, os que defendem que o excesso de tecnologia (TV, computador, tablet, smartphone) em tenra idade pode transformar as crianças, que “desaprenderiam” o valor de brincar (especialmente com outras crianças) e de ser criativas com poucos recursos, além de estimulá-las a uma vida mais ao ar livre, praticando atividades físicas. De outro, pais hightech que acreditam que a tecnologia faz parte da geração atual de bebês e que eles interagem de maneira instintiva com os equipamentos, ampliando sua visão de mundo desde muito novinhos, o que desenvolveria habilidades cognitivas.

A filha de oito anos de uma amiga me confidenciou há alguns dias que gostaria de ter um iPad e passou vários minutos escolhendo uma capa decorada com personagens de cartoons para o celular que ela nem tem. Essa geração de nativos digitais, que não sabe o que é a existência sem celular ou internet, tem argumentos muito sólidos para justificar por que querem os mais recentes gadgets do mercado.

“Vou poder estudar em qualquer lugar”, argumenta a menina (justificando o iPad), ciente de que a mobilidade e o “estar o tempo todo conectado” são realidades. A escola como a conhecemos está em constante modificação. Como se dará a relação ensino-aprendizagem num futuro próximo? O que motiva os alunos hoje? Como os professores podem se preparar melhor para as demandas crescentes de pais e alunos em um mundo regido pela tecnologia?

“O educador continua sendo importante, não como informador nem como papagaio repetidor de informações prontas, mas como mediador e organizador de processos. O professor é um pesquisador junto com os alunos e articulador de aprendizagens ativas”, diz José Manuel Moran, ex-professor de Comunicação na USP e pesquisador de tecnologias digitais na educação. “Os professores podem ajudar os alunos incentivando-os a saber perguntar, a enfocar questões importantes, a ter critérios na escolha de sites, de avaliação de páginas, a comparar textos com visões diferentes. Podem focar mais a pesquisa do que dar respostas prontas. Seu papel é mais nobre, menos repetitivo e mais criativo do que na escola convencional”, avalia Moran.

Qualquer tentativa de pensar na educação do futuro necessariamente inclui tecnologia. Nada do que fazemos hoje está desvinculado disso. O grande erro, porém, é pensar que a tecnologia na educação é um fim em si.

O que vem de novo por aí

O caminho que a tecnologia traçou no meio educacional é sem volta. E já deu para perceber o seu efeito arrebatador, tanto em termos de conteúdos de aprendizagem como de formas de monitorar a evolução do aluno, tornando o processo de aprendizagem mais personalizado e eficiente.

Uma das iniciativas que está chegando ao mercado é a startup Picxies, cuja base são aprofundados testes online de perfil psicológico que desvendam as preferências de interação com o mundo, estilo de aprendizagem e perfil de competência e trabalho em equipe, de alunos de todas as idades. O objetivo é utilizar a tecnologia para nortear, de um lado, professores e diretores na melhoria da qualidade do ensino nas escolas públicas ou privadas (monitorando os resultados individuais, de cada classe, de cada disciplina, da escola em comparação com outras etc) e, de outro, jovens em escolhas profissionais mais acertadas, a partir da compreensão sobre a maneira como se relacionam, se interessam e reagem ao mundo, para que possam optar por caminhos que tenham a ver com seu temperamento, habilidades e competências.

Já a Crazy for Education, também uma startup, se apoia na tecnologia para outra proposta na área educacional: funcionar como um banco de aulas de diversos professores, sobre diversos temas, em diferentes línguas. O professor interessado pode postar sua aula lá, gratuitamente, e os alunos pagam uma anuidade para ter direito a acessar todo o conteúdo, a qualquer tempo. O princípio é o de flipped learning, ou “aula invertida”. A ideia é que o aluno assista vídeos, leia textos e execute exercícios e experiências antes de ir à escola, de acordo com um processo orientado pelo professor, e use o tempo da aula presencial para debater e tirar dúvidas em cima desse aprendizado individual.

Como será a escola do futuro

“Não adianta apenas dispor de artefatos tecnológicos. Se você não sabe como usá-los, computadores, tablets e smartphones são apenas um monte de ferramentas inúteis. Tecnologia é saber usar as ferramentas de que se dispõe, em busca dos melhores resultados”, ensina Carlos Seabra, consultor em novas mídias da Editora FTD.

O desafio das escolas hoje é combinar metodologia de ensino e tecnologia, com base no tripé competitividade, capacitação dos professores e gestão. Como diz Carlos Seabra, a tecnologia por si só não melhora ou piora a qualidade do ensino. É como um megafone – só amplifica. Nas mãos de um desafinado, não vai gerar nenhum bom resultado.

No ensino superior, os desafios não serão muito diferentes. O infográfico abaixo, produzido pela Porvir, resume o que vai reger a educação superior em um futuro já muito próximo.

Infográfico A-universidade-de-amanhã

Fonte:Exame

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13 jun Google Places – otimizar para buscas locais é essencial

Suponhamos que você tenha uma empresa que atenda somente dentro da Grande São Paulo. Suponhamos também que sua empresa seja especializada em serviços de buffet para eventos. Uma vez que sua empresa atenda somente na Grande São Paulo, não teria sentido que um cliente do Rio de Janeiro solicitasse os seus serviços na cidade dele. Portanto, seu interesse é buscar clientes na região de sua abrangência, ou seja, usuários que estejam buscando por serviços de buffet dentro de São Paulo. É aí que entra o Google Places, serviço que faz parte das buscas verticais do Google.

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Google Places

Como no exemplo acima, se um usuário de São Paulo buscar por “serviços de buffet”, a página do Google exibirá, além das buscas orgânicas hotizontais, uma listagem com sete resultados para serviços de buffet em São Paulo. Também chamada de seven list, essa é a listagem de empresas cadastradas no Google Places.

O cadastro é muito simples. Simples até demais, porém muitos pecam em deixar de lado algumas informações que possam ser interessantes para o usuário, como horário de funcionamento da empresa, raio de abrangência, formas de pagamento, imagens sobre a empresa ou até mesmo se o local possui estacionamento. Preencher essas informações faze toda a diferença.

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Para cadastrar sua empresa no Google Places, basta criar uma conta neste link e seguir as etapas. Ao final do cadastro, você precisa validá-lo com um número pin. Para ter acesso a esse número, você tem opção de receber via SMS – resposta instantânea – ou por carta destinada ao endereço que você cadastrou – que leva cerca de duas semanas ou mais para chegar. Somente após a confirmação desse código é que o cadastro será validado e dentro de mais alguns dias finalmente estará indexado para que o seu negócio apareça também nas buscas verticais. Essa é uma grande vantagem, pois a sua empresa pode ficar entre as primeiras posições, uma vez que a seven list aparece logo abaixo da primeira posição das buscas orgânicas.

confirmacao

Google+ Local

Este é o espaço do usuário disponível no perfil do Google+. As empresas se cadastram no Google Places, e o usuário comum poderá fazer comentários sobre a sua empresa, opinar sobre a qualidade do seu serviço, classificá-la como boa ou ruim – através do sistema de pontuação expressiva em 30 pontos da Zagat (ainda não disponível no Brasil) -, fazer upload de fotos e compartilhar todas essas informações entre os demais usuários que tenham uma conta na rede social do Google.

Todas as informações que você cadastrou no Google Places estarão também disponíveis no Google+ Local, suscetíveis a comentários e opiniões de seus clientes. E nada como o próprio cliente para indicar a sua empresa a um amigo. Essa é a melhor propaganda. Além de o seu negócio conquistar mais consumidores e mais confiança, poderá também fidelizá-los.

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Otras cositas más

Esta é uma ótima forma para demarcar sua área de atuação, inclusive serviços que não tenham nem mesmo um site (e há muitos)! Serviços delivery também se beneficiam bastante com o Google Places. É importante acrescentar que este é apenas um dos aspectos da otimização local. Uma boa combinação de Google Places, Google+ e Rich Snippet (texto-âncora) é no mínimo uma obrigação para quem quer ter o seu negócio no topo das buscas.

 

Fonte:Imasters

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12 jun Google possui 84% do Market Share no Brasil

 

Mercado e Tendências do Marketing Digital

A Hitwise revelou em seu estudo que o Google Brasil detém 78,63% de participação nas buscas no mercado brasileiro. O período selecionado é de 4 semanas terminadas em 29 de dezembro de 2012

Após o gigante das buscas, segundo maior market share é do Bing, buscador da Microsoft, com 7,61% da preferência dos usuários, seguido de Ask Brasil, com 5,34% e Google.com, com 5,03%.

Somando-se todos os domínios do Google entre os top 10 buscadores mais visitados no Brasil, o buscador atinge 84,43% de participação no mesmo período de 4 semanas terminadas em 29 de dezembro. Já o Bing e Bing Brasil têm, juntos, 8,19% da participação de buscas no período.

O Yahoo! Brasil está em quinto lugar na preferência dos usuários de Internet no país, com 1,19% de participação de buscas nas 4 semanas terminadas em 29 de dezembro de 2012. Ainda entre os top 10 buscadores mais usados no Brasil no período estão Google Portugal (0,74%), Ask (0,65%), Bing (0,58%), Yahoo! (0,064%) e Google Espanha (0,035%).

Market Share de Buscas no Brasil

Yahoo! Brasil lidera em taxa de sucesso

O Yahoo! Brasil ficou no topo do ranking de taxa de sucesso dos 10 buscadores mais relevantes na Internet brasileira. No período de 4 semanas terminadas em 29 de dezembro de 2012, buscador registrou 82,89%, enquanto o Bing Brasil atingiu 81,32%. Isto significa que, para os dois mecanismos de busca, mais de 80% das buscas executadas resultaram em uma visita a um site.

Já o Ask Brasil registrou taxa de sucesso de 77,80%, seguido do Ask (76,66%), Google (72,55%), Yahoo! (72,21%), Google Portugal (70,78%), Bing (70,73%), Google Brasil (68,13%) e Google Espanha (67,61%).

A taxa de sucesso é calculada pela proporção das buscas realizadas em cada uma das ferramentas que geraram efetivamente uma visita a um site.

Buscas contendo uma palavra são maioria

As buscas contendo uma palavra foram 31,56% do total no período de 4 semanas terminadas em 29 de dezembro de 2012, seguidas por buscas que continham duas palavras, com 20,16%, e três palavras, 19,11%. As buscas contendo quatro palavras somaram 11,25% do total, enquanto aquelas contendo cinco palavras totalizaram 7,89%.

 

Fonte:AgenciaMestre

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12 jun 5 ferramentas gratuitas para emular seu site em dispositivos móveis

 

Muitas pessoas encontram dificuldades em testar um site nas diferentes resoluções dos muitos dispositivos móveis existentes no mercado.

Para auxiliar tais pessoas (tanto desenvolvedores quanto usuários comuns), selecionamos 5 ferramentas gratuitas que permitem simular o comportamento de um site no navegador de vários dispositivos móveis, como Tablets e Smartphones. Confira:

1) Mobile Phone Emulator

A ferramenta online permite emular qualquer endereço web, simulando seu funcionamento em dispositivos como iPhone, Sansung Galaxy e Blackberry, além de permitir visualizar a tela horizontal ou verticalmente.

Link: mobilephoneemulator.com

2) Ipad Peek

No iPad Peek é possível emular seu site ni Ipad e Iphones 4 e 5. Também é possível visualizar o dispositivo na vertical ou na horizontal.

Link: ipadpeek.com

3) ScreenFly

Com uma interface mais bonita, o ScreenFly permite a visualização em diversos dispositivos, incluindo monitores de 24″ e televisores. É possível também customizar as medidas de tela para qualquer valor em pixels.

Link: quirktools.com/screenfly/

4) Responsivepx

Semelhante ao Screen Fly, o Responsivepx permite a personalização de valores verticais e horizontais em pixels.

Link: responsivepx.com

5) Opera Mobile Emulator

Diferente das ferramentas anteriores, o Opera Mobile Emulator é um navegador que pode ser baixado gratuitamente com o objetivo de emular qualquer site em vários dispositivos móveis.

Link para download: opera.com/pt/developer/mobile-emulator

 

Fonte:Designerd

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