18 jul 5 dicas de como utilizar hashtags no Facebook

A dica de hoje é do blog Markitty, que desenvolve aplicativos e dá dicas de marketing para PMEs.

Segundo a marqueteira e gerente de produtos da Markitty, Unmana Datta, ainda não é conclusivo se as hashtags no Facebook são ferramentas para se ficar animado ou preocupado. De qualquer forma, é uma mudança que deve ser levada em consideração quando sua empresa está na rede social. Ela analisou como as pequenas e médias empresas estão usando as hashtags e deu algumas dicas do que podemos aprender com isso.

O Pensando Grande aproveitou os ensinamentos e também trouxe alguns exemplos para entender como as fanpages devem utilizar as hashtags de forma eficaz. Vamos lá?

O QUE NÃO FAZER

Não use muitas hashtags no mesmo post

Hashtags existem para facilitar o agrupamento de informações sobre um tema, evento, grupo de pessoas e até uma ação empresarial. No Twitter, usar muitas hashtags já é comum e é errado (tanto que esse termo é conhecido nos Estados Unidos como spam, igual ao e-mail mesmo).

Se você usa as hashtags dessa forma no Twitter, vale mudar o comportamento e não espalhá-lo no Facebook. Não use hashtags com palavras sinônimas e utilize se elas realmente forem relevante para aquilo que você está dizendo.

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O QUE FAZER

1)      Integre uma ou duas hashtags no seu post para categorizá-lo

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2)      Use para eventos ou ações promocionais

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3)      Utilize para conectar pessoas em torno de um tema ou feriado

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4)      Encontre consumidores

Geralmente, as empresas utilizam as hashtags para serem encontradas ou ganhar mais visibilidade. No entanto, uma vantagem da ferramenta é poder achar consumidores. Por exemplo: uma designer autônoma de vestidos de casamentos pode monitorar a hashtag #Casamento e descobrir se existem noivas falando sobre a procura pelo vestido perfeito. Está aí uma boa oportunidade de dar sugestões.

Mas atenção: não venda seu produto de cara! Interaja, converse, troque ideias.  A pessoa também poderá ver que você trabalha com isso e, naturalmente, perguntar sobre a empresa. Somente se houver oportunidade na conversa, diga que trabalha no ramo e que pode ajudá-la.

Veja o que os benefícios da nuvem podem fazer para aumentar a produtividade do seu negócio. Conheça as várias ferramentas que o Office 365 pode trazer para a sua empresa.

Fonte:PensandoGrande

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17 jul Novo Facebook Insights: primeiras impressões

 

Recebi a tão esperada mensagem do Facebook: Teste o novo Facebook Insights. Uma ferramenta indispensável para quem deseja mensurar a efetividade de suas ações no Facebook ficou muito mais fácil de usar e compreender. Uma vitória do Facebook e uma ótima notícia para os profissionais.

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À primeira vista, ele se parece um pouco com o Google Analytics. Porém, seria injusto com o Facebook exigir uma ferramenta tão completa como o Analytics, tendo em vista o tempo de existência das duas ferramentas e a expertise do Google que vem de longos anos de mercado. Entretanto, por mais que o Facebook Insights ainda esteja longe de ser um Google Analytics, ele está muito à frente de outras ferramentas de web analytics presentes em outras mídias sociais.

Confira neste artigo e no vídeo a seguir minhas impressões sobre o novo Facebook Insights.

Divisão

Algo que se manteve no novo Facebook Insights foi a divisão das métricas. Nessa divisão, é possível encontrar dados segmentados por áreas específicas, como perfil dos fãs, engajamento com posts e visão geral da página.

Visão geral

Na página inicial do novo Insights, temos um resumo dos últimos sete dias de desempenho. Aqui, é possível conferir como está o andamento das suas estratégias.

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O mais interessante da mudança é que ficou muito mais fácil acompanhar a evolução das suas estratégias. Com barras de comparação, você sabe exatamente se seu desempenho melhorou ou piorou nos últimos dias. A divisão é feita entre número de fãs, alcance dos posts e engajamento. Neste ponto, o cálculo automático do engajamento vai facilitar muito sua vida, pois é possível saber quantas pessoas curtiram, comentaram, compartilharam e clicaram em suas postagens. Outra coisa que chamou atenção é a saída da métrica “Pessoas Falando Sobre Isso”. Essa métrica mostrava quanto de engajamento de propagação (curtir, comentar, compartilhar) sua página teve, mas não contemplava o engajamento de ação (cliques em vídeos, links, visualizações de fotos), o que também é engajamento, mas não era contemplado na métrica.

Página

Nesta área do novo Facebook Insights temos dados EXTREMAMENTE importantes para serem acompanhados. Nesta etapa, é possível saber como sua base de fãs está crescendo ao longo dos meses, de onde as pessoas curtem sua fan page, origens de visita e muitos outros dados interessantes.

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Porém, um dado muito importante e que estava escondido no Facebook Insights antigo é o Feedback Negativo. O Feedback negativo é um novo elemento do EdgeRank e define quais postagens terão menos alcance se as pessoas marcarem como spam, esconderem essa ou todas as suas postagens.

Para saber mais sobre como o Feedback Negativo afeta seu alcance, sugiro ler: Alcance das páginas não caiu. Saiba como os Feedbacks Negativos influenciam seu desempenho

Para saber que tipo de Feedback Negativo sua página recebeu, era preciso exportar os dados do Insights para o Excel. Agora não, tudo fica bem à vista e fácil de saber quais posts geraram essa interação negativa.

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Publicações

Nesta área, é possível comparar a performance de todas as suas últimas postagens. Aqui, sem dúvida o Facebook deu um presente para todos. Na guia “Todas as publicações”, é possível acompanhar suas postagens dentro de uma janela de 90 dias. Antes eram 28 dias. Além disso, ficou muito mais fácil avaliar o tipo de alcance que cada publicação recebeu.

Com filtros para o alcance, você pode saber quantos dos seus fãs foram alcançados por seus posts, quantas pessoas que não são seus fãs foram e o alcance proveniente de anúncios. Os chamados alcance “Sistemático”, “Viral” e “Pago” foram simplificados e transformados em alcance de “Fãs”, “Não fãs” e “Pago”, mas seu significado continua o mesmo.

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Outra função muito interessante é a mensuração por tipo de engajamento. Um filtro permite saber que tipo de conteúdo recebeu mais curtir, comentários e compartilhamentos, além de oferecer a taxa de engajamento de cada post. Essa taxa é resultado da divisão do engajamento pelo número de alcance de cada post.

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Para completar, o Facebook libertou todos os profissionais da árdua tarefa de saber manualmente ou com a ajuda de uma ferramenta paga em que horários do dia seus fãs estão online. O que era possível saber mensurando os dados do “Alcance Sistemático” das publicações, agora está bem ali, na guia “Quando seus fãs estão online”. WOW! Chega de infográficos genéricos dizendo que o melhor horário era às 15h. Agora você pode saber que horas do dia SEU PÚBLICO está no Facebook de forma muito mais simples. Isso já era possível saber e quem fez o Curso Facebook para Empresas já sabia, mas agora está mais fácil para todos.

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Concluindo a área de métricas de postagens, temos a guia “Melhores tipos de posts”. Aqui não tem segredo, você vai saber com mais detalhes que tipo de conteúdo traz mais engajamento, mais alcance e cliques. Uma ótima forma de saber se REALMENTE postar só fotos é uma boa estratégia. Você pode se surpreender.

Pessoas

Na última guia, temos os dados sobre seus fãs e que pessoas você impacta. Aqui estão dados preciosos sobre sua audiência. Quem curte sua página, quem interage com seu conteúdo e quem é impactado por suas postagens pode ser encontrado ali. Um recurso interessante é o comparativo que o Facebook mostra ou exibir quem são seus fãs, quais deles engajam mais e/ou quais deles são mais impactados.

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Sem dúvida, o novo Facebook Insights está muito melhor. Dados muito mais claros e aplicação de fórmulas automaticamente, o que facilita muito a vida de todos. Agora, você não tem mais desculpa para não acompanhar seus resultados.
Confira no vídeo a seguir minhas primeiras impressões sobre o Facebook Insights.

 Vídeo

 Fonte : imasters

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16 jul Links patrocinados: mitos e verdades

Com possibilidade de baixo investimento e sem fidelização ou contrato, as estratégias de divulgação com links patrocinados atraem de micro a grandes empresas. Veja o que considero verdade ou não sobre o assunto:
 
Links patrocinados são anúncios. Verdade. É uma forma de anunciar em buscadores e outras ferramentas com links para seu site. A ferramenta do Google para links patrocinados é o Adwords, na qual você pode se cadastrar e criar seus anúncios.
 
O valor investido é variável. Em partes. Você pode mudar o valor investido a qualquer momento. Mas também pode fazer a campanha parar no momento em que atingir o máximo que destinou para ela. A grande vantagem dos links patrocinados é o fato de o anunciante pagar apenas por cliques válidos. Dessa forma, o anúncio só aparece se o usuário estiver buscando por seu produto ou serviço e for até o seu site. E lá você tem a chance de converter essa visita em uma venda. Importante lembrar que, no Adwords, as palavras-chave têm uma média de custo por clique (CPC) diferente – o quanto você irá pagar cada vez que um usuário clicar no seu anúncio. Enquanto o termo “desentupidora”, em São Paulo, tem um CPC médio de R$ 52,97, a palavra-chave “floricultura” custa R$ 1,84.
 
Preciso de muita verba para começar. Mito. É possível começar com orçamentos baixíssimos, a partir de R$ 40 e fazer testes para ver quais anúncios recebem mais cliques, quais palavras-chave vendem mais e com isso ir melhorando seu desempenho nessa ferramenta.
 
Profissionais e empresas de qualquer porte podem usar a ferramenta.
Verdade. Qualquer empresa pode fazer suas campanhas em links patrocinados, desde profissionais liberais até grandes multinacionais Como os orçamentos são escaláveis, praticamente qualquer um pode começar a anunciar nessas ferramentas (a mais relevante é o Google Adwords).
 
Basta ter um site na Internet para começar. Em partes. É fato que o site é necessário para a utilização de links patrocinados, mas é imprescindível que ele tenha alguns recursos para a mensuração de resultados e, principalmente, seja claro para que haja sucesso em sua campanha. Os links patrocinados levam o consumidor à sua página na Internet, mas se o site não tiver informações adequadas, pode ser um “tiro no pé”. Você não irá atingir a conversão necessária para compensar o investimento.
 
Links patrocinados no Google substituem as propagandas no Facebook e vice-versa. Mito. O Google Adwords funciona dentro das buscas, ou seja, a pessoa tem de digitar no Google uma palavra-chave que você tenha selecionado para que seu anúncio apareça. Dessa forma, seu anúncio só irá aparecer para pessoas que sabem ou imaginam o que querem, já têm uma necessidade e com isso estão em um estágio mais avançado da compra. No Facebook Ads, você pode exibir seus anúncios para pessoas que nem conhecem sua empresa e não fizeram busca alguma por seus serviços ou produtos e de forma bastante segmentada. Assim, você irá atingir esses usuários em estágios iniciais da compra, em que eles ainda talvez não tenham a necessidade. O Facebook também ajuda a promover uma empresa nova ou um novo serviço que as pessoas ainda não conhecem. No Adwords, isso não se aplica, já que ninguém faria buscas por algo de que nunca ouviu falar.
 
É possível mostrar a propaganda apenas para determinado público. Verdade. Muitos não sabem da possibilidade de segmentação dos links patrocinados. Por exemplo, exibir anúncios apenas para uma cidade, em determinados horários e que ainda algumas palavras devem ser negativadas. Caso você venda cursos, mas o usuário estiver procurando cursos mais a palavra “grátis”, você pode configurar para que seu anúncio não apareça. Essas são ferramentas importantes para garantir que seu anúncio seja relevante para o usuário e que você não irá gastar dinheiro com cliques que não irão converter em vendas.
 
Os resultados são imediatos. O Adwords gera tráfego de qualidade de forma quase imediata para seu site. Assim que o anúncio começar a ser exibido, você provavelmente terá cliques e visitas; diferentemente do SEO, que leva algum tempo para gerar resultados (em alguns casos), o Adwords é muito mais rápido.” Do ponto de vista de retorno financeiro, o monitoramento dos resultados é fundamental para avaliar o quanto está sendo investido para a conversão em vendas. O próprio Adwords já gera alguns relatórios para que o cliente acompanhe os dados da sua campanha, como impressões, cliques, custo por venda (se o rastreamento de conversão estiver ativado). Com isso, já é possível avaliar seu investimento na ferramenta e a agência irá buscar melhorar o desempenho e maximizar o investimento.
 
Quem paga mais aparece na frente. Em partes. Apesar de o leilão do Adwords funcionar por concorrência – quem dá um lance maior tem mais chance de aparecer no topo – o valor é apenas um dos fatores. Além do valor que você está disposto a pagar por clique, o Google considera o índice de qualidade do seu site para definir a posição do seu anúncio. O índice de qualidade usa fatores do SEO e da relevância do anúncio (se tem a palavra-chave no anúncio, se direciona para uma página coerente etc.). O seu lance mais esse índice é que irão melhorar ou piorar a sua posição na página de resultados da busca. Por mais barato e simples que seja o Adwords, ele ainda deve ser visto como um investimento sério e, por isso, ser monitorado e otimizado constantemente, salienta.
 
Fonte:Imasters

 

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12 jul Ter presença online não é mais estratégia, é necessidade

De acordo com levantamento do IBOPE Media, essa é a primeira vez que a marca 100 milhões de pessoas com acesso a internet é superada no Brasil. E sua empresa precisa aproveitar essa abrangência.
 
O total de pessoas com acesso à internet no Brasil no primeiro trimestre de 2013 chegou a 102,3 milhões, segundo o IBOPE Media. O crescimento foi de 9% sobre os 94,2 milhões divulgados pelo IBOPE Media no terceiro trimestre de 2012.Esse número considera pessoas de 16 anos ou mais de idade com acesso em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses e outros locais), além de crianças e adolescentes (de 2 a 15 anos de idade) que têm acesso em casa.Evolução do número de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente, em milhões – Brasil – 3º trimestre de 2012 a 1º trimestre de 2013pessoas_com_acesso_a_internet
 
Pessoas de 16 anos ou mais de idade com acesso em qualquer ambiente e pessoas de 2 a 15 anos com acesso em domicílios. Fonte: IBOPE MediaSegundo Janette Shigenawa, diretora do IBOPE Nielsen Online, atingir esse número de usuários confirma a importância da internet para os brasileiros nos últimos anos.  “É a demonstração de que há, no Brasil, um público relevante consumindo, interagindo e comentando informações sobre as marcas e os produtos nesse novo mundo digital”, afirma Janette. “É a massificação do acesso e o processo de democratização da informação, cultura e educação”, completa.Trabalho e domicíliosO acesso no local de trabalho ou em domicílios chegou a 76,6 milhões no segundo trimestre de 2013, o que significou um aumento de 5,3% sobre os 72,7 milhões do primeiro trimestre de 2013 e de 12,6% em relação aos 68 milhões do segundo trimestre de 2012. Já o número de pessoas que moram em domicílios com acesso a web foi de 73,7 milhões no segundo trimestre de 2013.Número de pessoas com acesso, em milhões – Brasil
domicilios
 
Em domicílios, pessoas com 2 anos ou mais de idade; nos demais ambientes, pessoas com 16 anos ou mais de idade Fonte: IBOPE MediaQuando se considera o número de usuários ativos no mês de maio de 2013, o Brasil alcançou a marca de 56,4 milhões em casa ou no trabalho, sendo 5% mais que no mês anterior. Em domicílios, o número de usuários ativos foi de 47,1 milhões.Evolução do tempo de uso por pessoa, número de usuários ativos e número de pessoas com acesso – Brasil – trabalho e domicílios – abril de 2013 e maio de 2013
 
acessos
 
Fonte: IBOPE MediaEntre os usuários ativos em casa ou no local de trabalho, as categorias de sites que mais registraram crescimento do número de usuários únicos em maio estão relacionadas ao Dia das Mães, como ocasiões especiais, com aumento de 7%, cartões virtuais de felicitação, com evolução de 8%, e flores e presentes, categoria que cresceu 43%.Então, ter uma presença online de qualidade e apresentar conteúdos relevantes pode encurtar os caminhos para a prosperidade empresarial.Para isso, é importante conhecer muito bem o negócio, os produtos e os serviços e pensar em diferenciais e inovação focados no público-alvo. É fazer as pessoas e consumidores perceberem o valor do que você tem a oferecer.
 
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11 jul Especial Search: As ferramentas do momento

 

SEO, Links Patrocinados, Adwords, Web Analytics, Busca Social, Mobile SEO… Afinal, qual é a bola da vez?

 

Especial Search: As ferramentas do momento

Todo mundo sabe que existem várias formas e tecnologias para fazer com que um site ou blog apareça bem posicionado nos resultados dos mecanismos de busca, mas será que alguma dessas atuais ferramentas pode ser considerada ‘a bola da vez’, a ponto de merecer maior atenção ou investimento por parte das empresas e agências? A resposta é negativa. Segundo Fabio Rowinski, presidente do Comitê de Search do IAB Brasil, infelizmente não há um único modelo com essa capacidade toda. “Quando falamos em search, o que existe, na verdade, é um jogo de bolas que se retroalimentam.”

Ele explica que isso acontece pelo fato de o comportamento do usuário também não ser único. “A mesma pessoa que faz buscas no Google também navega e assiste vídeos pelo YouTube, também acessa sites de conteúdo específico – finanças, esportes, gastronomia ou de outras áreas de seu interesse –, também participa de redes sociais, ou seja, para ter bons resultados não dá para querer usar uma única ferramenta, e sim um complexo de ações de mídia”, diz.

Além disso, as novidades estão surgindo em uma velocidade muito alta, o que significa, na prática, que a plataforma de gerenciamento de campanhas no Google, por exemplo, precisa ter outros tipos de ferramentas de inteligência acopladas, para permitir que a gestão da mídia seja feita com muito mais eficiência. “Essas tecnologias, que em sua maioria são norte-americanas, estão vindo para o Brasil rapidamente. Como resultado, as agências têm se especializado cada vez mais não só na gestão de Links Patrocinados como também no manuseio dessas novas ferramentas de otimização.”

Pessoal qualificado  

Ainda que as tecnologias venham de fora, nem por isso o Brasil fica devendo algo para outros países. “Claro que quanto mais especializada a agência for, mais rápido ela consegue desenvolver projetos inovadores e bem-sucedidos envolvendo ferramentas de search, mas hoje a barreira tecnológica entre todos os mercados é muito pequena”, diz Rowinski, que também é diretor da iProspect aqui no Brasil.

Por outro lado, Rowinski alerta para o fato de existir no mercado nacional muito mais demanda por esses serviços do que pessoal qualificado, o que acaba fazendo com que o turnover dentro das agências digitais de performance – que são as mais focadas em search – seja da ordem de 50% ao ano. “Essa é, inclusive, uma das principais preocupações do Comitê de Search hoje: fortalecer a estrutura do mercado brasileiro por meio de ações que possam beneficiar a todos.”

Como parte dessa estratégia, Rowinski antecipa que o IAB Brasil – em parceria com a iProspect – está finalizando a estrutura de um curso profissionalizante presencial para formar pessoal capacitado nessas novas ferramentas. A primeira edição do curso, ainda sem nome definido, está prevista para ter início no mês de agosto, na capital paulista. “A ideia é formar inicialmente pelo menos 40 pessoas, sendo que os melhores colocados já entrarão como trainee na iProspect, mas depois também vamos expandir o curso para outras cidades e estados brasileiros”, afirma

Fonte:Proxxima

 

 

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11 jul Mobile marketing para a Classe C é um bom negócio

 

Empresas e profissionais devem focar muitas das suas ações nesses consumidores e fazer parcerias com as operadoras a fim de oferecer produtos e soluções atrativas e adequadas ao poder aquisitivo desses.

A publicidade móvel na América Latina está em desenvolvimento e depende de uma série de fatores para deslanchar por aqui. Entre as mudanças necessárias estão estabilização das economias nos países emergentes, a padronização do mercado e a adoção das novas tecnologias. Nos Estados Unidos, por exemplo, a penetração de smartphones é realmente muito grande, superando os 70% da base de celulares, segundo pesquisa apresentada no último MEF Americas 2012. O Brasil pode seguir o exemplo.

Entretanto, é evidente o fato de a realidade socioeconômica do Brasil ser muito diferente e, mesmo com a atração das tendências tecnológicas, os ecossistemas do mercado mobile são completamente heterogêneos. Um dos fatores para essa diferença também se deve ao acesso à internet móvel, estamos em um país onde cerca de 81% das linhas são pré-pagas. As operadoras estão se esforçando para possibilitar o acesso à internet móvel através de pacotes de dados mais acessíveis, porém o custo ainda é elevado e a rede não suporta a demanda dos clientes.

Outro fator é que boa parte do consumo da publicidade móvel nos países que apresentam melhor performance está atrelado a utilização de pagamentos via cartão de crédito, ou seja, não basta ter uma base grande de smartphones no Brasil se a realidade socioeconômica e cultural de compra via cartão de crédito em plataformas mobile ainda é pequena.

E por fim, as operadoras possuem dificuldade para operacionalizar as campanhas dos anunciantes e não possuem formatos padronizados o que atrasa o crescimento da publicidade móvel no país. Tornou-se “normal”, mas não deveria ser, um anunciante desenvolver um plano de comunicação específico para uma “única” operadora, pois não possuem padrões comerciais e tecnológicos, o que acaba inibindo e dificultando as marcas de investirem.

Pensando em um futuro próximo, a publicidade móvel no Brasil deve ter uma representação bem mais significativa nos próximos anos. Estamos em um país com mais de 190 milhões de habitantes, com mais de 262,26 milhões de linhas ativas de telefonia móvel. E desses, 20% são usuários que utilizam smartphones – ou seja, são 52,5 milhões de consumidores, à frente da França (25 milhões) e Alemanha (24 milhões) em base de usuários. Entretanto, temos um longo caminho pela frente.

As agências e anunciantes podem apostar mais em ações mobile em 2013. Mas para isso, é necessário investir em profissionais especialistas no assunto ou desenvolver parcerias estratégicas com empresas mobile, que entendam do mercado, incorporando os serviços no dia a dia.

É importante lembrar que no Brasil, o grande motor de crescimento nos próximos anos está ligado aos consumidores da classe C – hoje, te uma base composta de 170 milhões de brasileiros e que teve seu poder de compra elevado em 260% nos últimos três anos. Atualmente o Brasil lidera a intenção de compras de smartphones segundo estudo da Accenture realizado em 2012. Cerca de 78% dos entrevistados brasileiros sinalizaram a intenção, contra uma média de 40% em outros países (Pesquisa realizada com mais de 17mil pessoas em 13 países). Também se destacam Rússia (73%), México (61%) e África do Sul (57%). [Webinsider]

Fonte:webinsider

 

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