08 ago 5 dicas para que sua rede social corporativa tenha mais sucesso

redesocialcorporativa

Para você que curte e sabe de muitas informações através das redes sociais, que tal levá-la para o seu trabalho? A rede social corporativa é uma ferramenta exclusiva para empresas que possibilita a total integração dos colaboradores de uma instituição, sendo utilizada para uma comunicação mais rápida e eficaz. Não é à toa que muitas empresas estão adquirindo esse tipo de ferramenta para melhorar a comunicação interna e ainda largar na frente com algo inovador tornando-se um diferencial no mercado. Segundo a pesquisa ‘ Brazil Digital Future in Focus 2013’ do ComScore, hoje os brasileiros passam cerca de 27 horas no mês conectados à internet, e o acesso às redes sociais no geral, consomem cerca de 36% do seu tempo total no dia.

Esses números são bem representativos, pois reforçam o interesse das pessoas em utilizar ferramentas que lhe possibilitem a total integração no seu cotidiano, e porque não trazer essa facilidade para o trabalho? Porém, nem todos sabem utilizar os benefícios dessa tecnologia a seu favor. Por isso desenvolvemos cinco dicas para que sua rede social corporativa se torne hábito e tenha mais sucesso.

1 – Escolha uma ferramenta de fácil adaptação, mas completa – O primeiro passo é a escolha da rede social que a empresa irá disponibilizar aos colaboradores. A ferramenta deve ser de comunicação rápida, com interface de fácil adaptação, possibilidade de personalização e customização das funcionalidades. Estamos na era da ansiedade e internautas gostam de agilidade, portanto, soluções intuitivas são bem-vindas. Ninguém quer perder tempo lendo manuais para ver como a rede social funciona. São interessantes também as ferramentas que se integram a outros sistemas já existentes na empresa. As redes sociais mais modernas possuem a opção de baixar aplicativos condizentes com tarefas diárias de cada departamento. Outra opção são os sistemas na nuvem, um diferencial nesse mercado, que permite o acesso da ferramenta fora da empresa através até mesmo dos tablets e smartphones.

2 – Faça com que sua rede social seja uma biblioteca corporativa – Você já imaginou como a rede social da sua empresa pode ser rica de informações? Um novo funcionário pode começar, por exemplo, a ler os manuais com as regras da empresa logo que é contratado. Projetos também podem ser postados, possibilitando a troca de ideias entre os departamentos e filiais, reduzindo custos com infraestrutura, telefonia, deslocamentos etc. Todos os comunicados do RH também podem ficar disponíveis na rede, possibilitando a realização de endomarketing. Outro detalhe é que tudo ficará registrado e com a certeza (diferente de um email) de que a mensagem chegou para a outra pessoa.

3 – Deixe os perfis atualizados para permitir a integração entre os funcionários –  É necessária a atualização dos dados de todos os funcionários, pois estes permitirão uma rápida integração com os novos colaboradores. É mais fácil, principalmente, em grandes empresas, você localizar alguém ou saber quem é quem por meio dos perfis de cada um. É possível também saber a data de aniversário e não é preciso ter o email da pessoa para fazer o contato. Em redes sociais basta você clicar no perfil de pessoa para deixar recado, saber se ela está on-line.

4 – Divulgue todos os resultados da empresa – Com a comunicação interna bem estruturada, a empresa passa a ser mais prazerosa para os colaboradores. É muito mais interessante trabalhar para uma empresa que cresça continuamente e que esteja engajada em bons resultados, consequentemente, ela torna-se mais competitiva no mercado em que atua. Além disso, dá condições aos colaboradores se tornarem formadores de opiniões sobre os produtos da empresa e também defensores da marca. Quando os gestores contribuem de forma efetiva com a comunicação interna da empresa, indiretamente, transfere para o restante do grupo, daquela área, o orgulho e total engajamento em campanhas e eventos futuros. Assim a equipe passa a pensar estrategicamente.

5 – Divulgue notícias de interesse da empresa – Mesmo com o excessivo número de informações que circula entre nós, muitos assuntos ainda escapam. Portanto, compartilhe notícias de interesse da empresa que possam desenvolver, estimular, motivar ainda mais a equipe. Reportagens com cases de outras empresas, inovações, conquistas podem inspirar as pessoas. Há a opção de também postar links de outros grupos e compartilhar vídeos. Mas cuidado! Lembre-se de que essa rede social é corporativa e não pessoal.

O tripé que melhor define a rede social corporativa é a ‘comunicação, a integração e o conhecimento’, três itens fundamentais quando o assunto é comunicação interna. Por isso, tenha certeza que terá nas mãos uma excelente ferramenta. Experimente!

Fonte:Adnews

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06 ago Métricas e Relatórios de Mídias Sociais para guiar Planejamentos

Por incrível que pareça, muitas vezes ocorre um embate entre setores de planejamento x monitoramento, avaliação e pesquisa, com os primeiros ignorando as orientações dos últimos ou os relatórios não sendo úteis e direcionados ao planejamento. Sempre que trabalho com ou oriento agências de mídias sociais, algo que gosto de pontuar é o seguinte: os clientes mais importantes das informações e insights do monitoramento são os outros setores da própria agência. Se as informações de relatórios de performance ou comportamento ajudam os setores de planejamento, criação, atendimento e gestão a melhorarem continuamente seu trabalho, as chances da comunicação impactar positivamente os resultados do cliente são grandes.

Então trago aqui o slideshow da apresentação “Análise de métricas e relatórios para guiar e repensar planejamentos digitais”, que traz um olhar de uma planejadora experiente sobre esta questão:

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05 ago Você conhece o seu nível de maturidade em Social Business?

Entender bem esse conceito é importante para planejar estratégias mais realistas e eficientes. E ao conhecer o nível pode-se desenvolver atividades específicas e com melhores chances de conversão.

Supondo que você já sabe o que é Social Business, uma vez que o primeiro post da série explorava seus conceitos e exemplos, podemos ir para o próximo passo: por onde minha empresa deve começar?

Cada importante autor tem criado um framework diferente para implementação da estratégia. Uns recomendam imersão e pesquisa profunda na cultura da empresa e do público-alvo como primeiro passo. Outros dizem que nada se começa antes de entender os macro objetivos de negócios e alinhá-los com os objetivos da estratégia de Social Business. Mas eu vou concordar com a Altimeter, que indica que a estratégia toda vai depender do seu nível de maturidade em Social Business.

Mas o que é isso?

Bom, simplificando, existem alguns “degraus” de evolução da cultura e experiência de Social Business dentro de uma organização. Você pode não ter nenhuma estratégia de social media implementada ainda na empresa, pode estar iniciando o processo neste momento, ou pode estar em um nível mais avançado, já utilizando social media como uma ferramenta de geração de negócios em todos as unidades da sua empresa.

Pessoalmente, acredito que avaliar o nível de maturidade como primeiro passo é vantajoso porque, além de obter uma visão clara do que foi feito até o momento e quais são os próximos passos, traz um certo “choque de realidade” para os decision-makers ao perceberem que as possibilidades relacionadas ao “social” chegam muito além do que pensavam. Já pode ser o começo da sua compreensão sobre a cultura interna da empresa e ao mesmo tempo o primeiro passo da sua tarefa de aculturamento dos funcionários.

Curioso para saber o seu nível? Disponibilizei uma versão em português do teste construído pela Altimeter em minha página do Facebook chamada Social Business Brasil.

Como declarado por Kate Cooper, diretora da Bloom Social Business, não há nível ‘certo’ ou ‘errado’ para se estar. O ponto chave de saber o seu nível é que cada um deles possui indicações de atividades especificas que guiam a empresa para o próximo nível.

Vamos conhecer o que a Altimeter orienta a respeito do que uma empresa deve priorizar em cada um dos níveis?

1. Principiante. Você está somente começando o processo, praticamente experimentando social media. Para que inicie bem, organize um grupo de profissionais que sirvam como coordenadores e educadores de Social Business dentro da empresa e os coloque em uma posição organizacional central. Ao mesmo tempo, desenvolva um time bem treinado para interagir com o público, que possa servir as demandas existentes de maneira satisfatória e rápida. Na parte da tecnologia, o indicado é investir em um programa inteligente de social listening para geração de valor para todas as áreas da empresa.

2. Intermediário. Nesta fase é importante estabelecer um modelo formal para Social Business, o que inclui programa de treinamento, acesso a informação de maneira fluida e estabelecimento de regras e politicas próprias. Além disso, o indicado é investir em programas para geração word of mouth marketing e em sistemas de gerenciamento de social media.

3. Avançado. No nível avançado o essencial é ‘espalhar’ a estratégia para toda a empresa, chegando a todos as unidades de negócio e funcionários. Uma dica nesta fase é trabalhar com empresas focadas em Social Business e não social media. Em relação a tecnologia, este é o momento de investir em integração social para todos os touchpoints digitais e em softwares sociais do tipo escaláveis.

Pronto, agora você já tem uma ideia mais madura sobre suas possibilidades. Mas calma: não vai sair seguindo essas dicas por conta própria. Uma estratégia de Social Business deve ser cuidadosamente montada por experts, amarrando cada ação aos objetivos de negócio e combinando estas orientações com as prioridades relacionadas ao contexto da empresa.

Não é uma receita de bolo (se fosse, eu provavelmente não compartilharia com vocês), mas é um bom start para que você compreenda o que deve buscar e ter uma ideia mais clara de como será esta estrada.

Quer estudar mais o assunto?

 

Fonte:WebInsider

 

Entender bem esse conceito é importante para planejar estratégias mais realistas e eficientes. E ao conhecer o nível pode-se desenvolver atividades específicas e com melhores chances de conversão.

Por Cássia Colling

Supondo que você já sabe o que é Social Business, uma vez que o primeiro post da série explorava seus conceitos e exemplos, podemos ir para o próximo passo: por onde minha empresa deve começar?

Cada importante autor tem criado um framework diferente para implementação da estratégia. Uns recomendam imersão e pesquisa profunda na cultura da empresa e do público-alvo como primeiro passo. Outros dizem que nada se começa antes de entender os macro objetivos de negócios e alinhá-los com os objetivos da estratégia de Social Business. Mas eu vou concordar com a Altimeter, que indica que a estratégia toda vai depender do seu nível de maturidade em Social Business.

Mas o que é isso?

Bom, simplificando, existem alguns “degraus” de evolução da cultura e experiência de Social Business dentro de uma organização. Você pode não ter nenhuma estratégia de social media implementada ainda na empresa, pode estar iniciando o processo neste momento, ou pode estar em um nível mais avançado, já utilizando social media como uma ferramenta de geração de negócios em todos as unidades da sua empresa.

Pessoalmente, acredito que avaliar o nível de maturidade como primeiro passo é vantajoso porque, além de obter uma visão clara do que foi feito até o momento e quais são os próximos passos, traz um certo “choque de realidade” para os decision-makers ao perceberem que as possibilidades relacionadas ao “social” chegam muito além do que pensavam. Já pode ser o começo da sua compreensão sobre a cultura interna da empresa e ao mesmo tempo o primeiro passo da sua tarefa de aculturamento dos funcionários.

Curioso para saber o seu nível? Disponibilizei uma versão em português do teste construído pela Altimeter em minha página do Facebook chamada Social Business Brasil.

Como declarado por Kate Cooper, diretora da Bloom Social Business, não há nível ‘certo’ ou ‘errado’ para se estar. O ponto chave de saber o seu nível é que cada um deles possui indicações de atividades especificas que guiam a empresa para o próximo nível.

Vamos conhecer o que a Altimeter orienta a respeito do que uma empresa deve priorizar em cada um dos níveis?

1. Principiante. Você está somente começando o processo, praticamente experimentando social media. Para que inicie bem, organize um grupo de profissionais que sirvam como coordenadores e educadores de Social Business dentro da empresa e os coloque em uma posição organizacional central. Ao mesmo tempo, desenvolva um time bem treinado para interagir com o público, que possa servir as demandas existentes de maneira satisfatória e rápida. Na parte da tecnologia, o indicado é investir em um programa inteligente de social listening para geração de valor para todas as áreas da empresa.

2. Intermediário. Nesta fase é importante estabelecer um modelo formal para Social Business, o que inclui programa de treinamento, acesso a informação de maneira fluida e estabelecimento de regras e politicas próprias. Além disso, o indicado é investir em programas para geração word of mouth marketing e em sistemas de gerenciamento de social media.

3. Avançado. No nível avançado o essencial é ‘espalhar’ a estratégia para toda a empresa, chegando a todos as unidades de negócio e funcionários. Uma dica nesta fase é trabalhar com empresas focadas em Social Business e não social media. Em relação a tecnologia, este é o momento de investir em integração social para todos os touchpoints digitais e em softwares sociais do tipo escaláveis.

Pronto, agora você já tem uma ideia mais madura sobre suas possibilidades. Mas calma: não vai sair seguindo essas dicas por conta própria. Uma estratégia de Social Business deve ser cuidadosamente montada por experts, amarrando cada ação aos objetivos de negócio e combinando estas orientações com as prioridades relacionadas ao contexto da empresa.

Não é uma receita de bolo (se fosse, eu provavelmente não compartilharia com vocês), mas é um bom start para que você compreenda o que deve buscar e ter uma ideia mais clara de como será esta estrada.

Quer estudar mais o assunto?

Minha página do Facebook tem o objetivo de educar os profissionais e empresas brasileiras sobre Social Business. Curte lá: https://www.facebook.com/SocialBusinessBrasil [Webinsider]

– See more at: http://webinsider.com.br/2013/08/04/voce-conhece-o-seu-nivel-de-maturidade-em-social-business/#sthash.iCL8y0LE.dpuf

Entender bem esse conceito é importante para planejar estratégias mais realistas e eficientes. E ao conhecer o nível pode-se desenvolver atividades específicas e com melhores chances de conversão.

Por Cássia Colling

Supondo que você já sabe o que é Social Business, uma vez que o primeiro post da série explorava seus conceitos e exemplos, podemos ir para o próximo passo: por onde minha empresa deve começar?

Cada importante autor tem criado um framework diferente para implementação da estratégia. Uns recomendam imersão e pesquisa profunda na cultura da empresa e do público-alvo como primeiro passo. Outros dizem que nada se começa antes de entender os macro objetivos de negócios e alinhá-los com os objetivos da estratégia de Social Business. Mas eu vou concordar com a Altimeter, que indica que a estratégia toda vai depender do seu nível de maturidade em Social Business.

Mas o que é isso?

Bom, simplificando, existem alguns “degraus” de evolução da cultura e experiência de Social Business dentro de uma organização. Você pode não ter nenhuma estratégia de social media implementada ainda na empresa, pode estar iniciando o processo neste momento, ou pode estar em um nível mais avançado, já utilizando social media como uma ferramenta de geração de negócios em todos as unidades da sua empresa.

Pessoalmente, acredito que avaliar o nível de maturidade como primeiro passo é vantajoso porque, além de obter uma visão clara do que foi feito até o momento e quais são os próximos passos, traz um certo “choque de realidade” para os decision-makers ao perceberem que as possibilidades relacionadas ao “social” chegam muito além do que pensavam. Já pode ser o começo da sua compreensão sobre a cultura interna da empresa e ao mesmo tempo o primeiro passo da sua tarefa de aculturamento dos funcionários.

Curioso para saber o seu nível? Disponibilizei uma versão em português do teste construído pela Altimeter em minha página do Facebook chamada Social Business Brasil.

Como declarado por Kate Cooper, diretora da Bloom Social Business, não há nível ‘certo’ ou ‘errado’ para se estar. O ponto chave de saber o seu nível é que cada um deles possui indicações de atividades especificas que guiam a empresa para o próximo nível.

Vamos conhecer o que a Altimeter orienta a respeito do que uma empresa deve priorizar em cada um dos níveis?

1. Principiante. Você está somente começando o processo, praticamente experimentando social media. Para que inicie bem, organize um grupo de profissionais que sirvam como coordenadores e educadores de Social Business dentro da empresa e os coloque em uma posição organizacional central. Ao mesmo tempo, desenvolva um time bem treinado para interagir com o público, que possa servir as demandas existentes de maneira satisfatória e rápida. Na parte da tecnologia, o indicado é investir em um programa inteligente de social listening para geração de valor para todas as áreas da empresa.

2. Intermediário. Nesta fase é importante estabelecer um modelo formal para Social Business, o que inclui programa de treinamento, acesso a informação de maneira fluida e estabelecimento de regras e politicas próprias. Além disso, o indicado é investir em programas para geração word of mouth marketing e em sistemas de gerenciamento de social media.

3. Avançado. No nível avançado o essencial é ‘espalhar’ a estratégia para toda a empresa, chegando a todos as unidades de negócio e funcionários. Uma dica nesta fase é trabalhar com empresas focadas em Social Business e não social media. Em relação a tecnologia, este é o momento de investir em integração social para todos os touchpoints digitais e em softwares sociais do tipo escaláveis.

Pronto, agora você já tem uma ideia mais madura sobre suas possibilidades. Mas calma: não vai sair seguindo essas dicas por conta própria. Uma estratégia de Social Business deve ser cuidadosamente montada por experts, amarrando cada ação aos objetivos de negócio e combinando estas orientações com as prioridades relacionadas ao contexto da empresa.

Não é uma receita de bolo (se fosse, eu provavelmente não compartilharia com vocês), mas é um bom start para que você compreenda o que deve buscar e ter uma ideia mais clara de como será esta estrada.

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Entender bem esse conceito é importante para planejar estratégias mais realistas e eficientes. E ao conhecer o nível pode-se desenvolver atividades específicas e com melhores chances de conversão.

Por Cássia Colling

Supondo que você já sabe o que é Social Business, uma vez que o primeiro post da série explorava seus conceitos e exemplos, podemos ir para o próximo passo: por onde minha empresa deve começar?

Cada importante autor tem criado um framework diferente para implementação da estratégia. Uns recomendam imersão e pesquisa profunda na cultura da empresa e do público-alvo como primeiro passo. Outros dizem que nada se começa antes de entender os macro objetivos de negócios e alinhá-los com os objetivos da estratégia de Social Business. Mas eu vou concordar com a Altimeter, que indica que a estratégia toda vai depender do seu nível de maturidade em Social Business.

Mas o que é isso?

Bom, simplificando, existem alguns “degraus” de evolução da cultura e experiência de Social Business dentro de uma organização. Você pode não ter nenhuma estratégia de social media implementada ainda na empresa, pode estar iniciando o processo neste momento, ou pode estar em um nível mais avançado, já utilizando social media como uma ferramenta de geração de negócios em todos as unidades da sua empresa.

Pessoalmente, acredito que avaliar o nível de maturidade como primeiro passo é vantajoso porque, além de obter uma visão clara do que foi feito até o momento e quais são os próximos passos, traz um certo “choque de realidade” para os decision-makers ao perceberem que as possibilidades relacionadas ao “social” chegam muito além do que pensavam. Já pode ser o começo da sua compreensão sobre a cultura interna da empresa e ao mesmo tempo o primeiro passo da sua tarefa de aculturamento dos funcionários.

Curioso para saber o seu nível? Disponibilizei uma versão em português do teste construído pela Altimeter em minha página do Facebook chamada Social Business Brasil.

Como declarado por Kate Cooper, diretora da Bloom Social Business, não há nível ‘certo’ ou ‘errado’ para se estar. O ponto chave de saber o seu nível é que cada um deles possui indicações de atividades especificas que guiam a empresa para o próximo nível.

Vamos conhecer o que a Altimeter orienta a respeito do que uma empresa deve priorizar em cada um dos níveis?

1. Principiante. Você está somente começando o processo, praticamente experimentando social media. Para que inicie bem, organize um grupo de profissionais que sirvam como coordenadores e educadores de Social Business dentro da empresa e os coloque em uma posição organizacional central. Ao mesmo tempo, desenvolva um time bem treinado para interagir com o público, que possa servir as demandas existentes de maneira satisfatória e rápida. Na parte da tecnologia, o indicado é investir em um programa inteligente de social listening para geração de valor para todas as áreas da empresa.

2. Intermediário. Nesta fase é importante estabelecer um modelo formal para Social Business, o que inclui programa de treinamento, acesso a informação de maneira fluida e estabelecimento de regras e politicas próprias. Além disso, o indicado é investir em programas para geração word of mouth marketing e em sistemas de gerenciamento de social media.

3. Avançado. No nível avançado o essencial é ‘espalhar’ a estratégia para toda a empresa, chegando a todos as unidades de negócio e funcionários. Uma dica nesta fase é trabalhar com empresas focadas em Social Business e não social media. Em relação a tecnologia, este é o momento de investir em integração social para todos os touchpoints digitais e em softwares sociais do tipo escaláveis.

Pronto, agora você já tem uma ideia mais madura sobre suas possibilidades. Mas calma: não vai sair seguindo essas dicas por conta própria. Uma estratégia de Social Business deve ser cuidadosamente montada por experts, amarrando cada ação aos objetivos de negócio e combinando estas orientações com as prioridades relacionadas ao contexto da empresa.

Não é uma receita de bolo (se fosse, eu provavelmente não compartilharia com vocês), mas é um bom start para que você compreenda o que deve buscar e ter uma ideia mais clara de como será esta estrada.

Quer estudar mais o assunto?

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05 ago Facebook lança recurso de incorporação de postagens

Por meio dessa nova função, os usuários poderão publicar seus posts do Facebook em seu site ou blog.

 

O Facebook anunciou um novo recurso para as postagens, as Publicações Incorporadas. Com a novidade, os usuários da rede social poderão levar suas publicações para outros espaços da web com maior rapidez.

Por meio dessa nova função, os usuários poderão publicar seus posts do Facebook em seu site ou blog. Quando integradas, as publicações poderão incluir fotos, vídeos, hashtags e outros conteúdos. Além disso, os internautas poderão curtir e compartilhar diretamente dos outros sites.

Segundo o Facebook, somente os posts públicos poderão ser incorporados a outros sites. Veja três exemplos de posts integrados sobre acontecimentos recentes:

A página oficial da monarquia britânica publicou esse post logo após o nascimento do bebê real. Se o usuário clicar diretamente na hashtag #RoyalBabyBoy, poderá ver conteúdos semelhantes no Facebook.

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O tenista Andy Murray compartilhou esta foto após vencer o Torneio de Wimbledon deste ano. Os usuários poderiam curtir a página do atleta britânico diretamente do Post Incorporado, clicando em “Curtir Página” (Like Page) no canto superior direito.

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Além disso, se os usuários clicarem em “Ver mais” em posts incorporados, poderão expandí-los e ver os textos completos, além de poderem seguir os autores das postagens. 

seguir

Segundo o Facebook, a parceria com postagens integradas já está ocorrendo com CNN, Huffington Post, Bleacher Report, People Magazine e Mashable, para que possam incorporar seus posts do Facebook a outros locais. A rede social afirma que em breve deve expandir esta parceria.

 

Fonte:Administradores

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01 ago Conheça o Planejador de Palavras-chave: a nova ferramenta de pesquisa de palavras-chave do Google

A ferramenta de Palavra-Chave do Google AdWords ficará indisponível nos próximos meses. Não se espante, a pesquisa de palavras-chave passará a ser feita agora pelo Planejador de Palavras-Chave, que deve facilitar a sua estratégia de Links Patrocinados ou SEO. Antes que a mudança seja feita em definitivo, você já pode experimentar a nova ferramenta logando-se na conta do Google AdWords.

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Quando realizamos a nossa pesquisa de palavra-chave para SEO, precisamos definir qual será o conjunto de palavras que vamos focar para iniciar nosso ciclo de otimização, certo?

Além do grupo de ideias de palavras-chave que a ferramenta do Google pode nos oferecer, precisamos identificar também aquelas palavras que tenham um volume de busca adequado para a nossa otimização, afinal, seria um esforço inútil posicionar uma palavra em primeiro lugar no Google, mas que não tenha nenhuma ou quase nenhuma conversão.

Otimizar páginas e posicioná-las em primeiro lugar – ou em segundo ou em terceiro ou até mesmo em décimo – não é nada fácil. Além do mais, desde o Venice Update (otimização de sites Local), o trabalho de SEO ficou ainda mais divertido (difícil). Quer dizer, um bom profissional de SEO não é mais só um bom profissional de SEO. Ele é também um bom profissional de Local SEO. E é neste aspecto que o Planejador de Palavras-Chave finalmente melhorou, pois agora é possível encontrar o volume de busca baseado em pesquisas feitas em uma ou várias cidades.

Let’s get started!

Antes de começar, é obrigatório que você tenha uma conta do Google para poder acessar o Planejador de Palavra-Chave. Uma vez logado, a primeira tela que irá aparecer para você é essa aqui:

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Clique na primeira opção: Procurar ideias de palavras-chave e grupos de anúncios. Em seguida, no box que será exibido, insira o grupo de palavras-chave e as variantes que você escolheu. Por exemplo, se você está otimizando para um varejista de calçados, então você deve incluir palavras como:

  • tênis
  • sandálias
  • botas
  • sapatênis

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A grande novidade da nova ferramenta vem agora. Você pode obter o volume de busca das suas palavras de acordo com a região geográfica que você especificar. Por padrão, a ferramenta já dá o país que você está localizado, mas você pode segmentar para a cidade que os serviços do seu negócio abrange. Para isso, clique em cima do nome do país (normalmente República Federativa do Brasil) e depois clique em Remover. Assim você está filtrando o volume de busca das palavras que você selecionou para uma região específica que iremos escolher agora.

Você pode filtrar sua pesquisa para uma ou várias cidades. Se você quiser saber quantas pessoas estão procurando por suas palavras-chave, por exemplo, na cidade de Ribeirão Preto.

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Ao clicar em Ribeirão Preto, em seguida você pode incluir quantas cidades quiser. Depois que fizer isso, olha só que legal, clique em Pesquisa avançada e obtenha um mapa com todo o perímetro da cidade e suas adjacências. Se clicar em cima do mapa e depois em Próximo, uma coluna ao lado mostra outras cidades vizinhas que você pode incluir na sua pesquisa. Um outro detalhe interessante é que também será possível fazer pesquisas por volume de busca baseado no CEP de uma região, bairro ou rua, bastando clicar em Locais em massa, porém esse tipo de pesquisa parece ainda não estar funcionando corretamente.

Depois é só concluir e depois clicar em Obter ideias.

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Se estiver tudo certo, você irá visualizar as ideias de grupo de anúncios, que nada mais são do que palavras-chave relacionadas sugeridas pelo Planejador. Por padrão, a ferramenta mostra as ideias de grupo de anúncios. Clique em Ideias de palavras-chave para visualizar exatamente os termos de pesquisa que você determinou.

Agora sim você pode ter uma ideia da média de pesquisas mensais dos usuários da cidade que você escolheu.

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Nesta aba você também pode ter algumas ideias relacionadas de palavras-chave, assim como na ferramenta antiga, bem como o nível de concorrência (baixa, média ou alta) e o CPC de cada uma das palavras. Se você fizer a mesma pesquisa na ferramenta antiga, vai perceber que o volume de buscas para cada palavra é menor. Isso acontece porque a nova ferramenta também incluirá na conta acessos vindos de tablets e smartphones.

A partir daqui, quais palavras-chave você vai usar e quais estratégias irá aplicar no seu projeto já é com você. Para mais informações sobre como usar o Planejador de Palavras-Chave, leia também a documentação própria do Google aqui e aqui.

Fonte:Imasters

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01 ago O marketing nosso de cada dia e a integração com a tecnologia

marketingintegracao
Não é de hoje que sofremos uma forte tendência mundial para que a produção de campanhas passe a ser mais inteligente, desde a sua criação até a forma como são entregues. Com a ascensão dos novos canais de venda online, a entrega de qualquer material em uma campanha de marketing começa a ter um peso diferente. É preciso entender exatamente como aquilo se difere de um custo padrão de operação e como mensurar quais retornos (tácitos e tangíveis) podem ser obtidos a partir disso. Este é o motivo pelo qual o marketing passa a ser cada dia mais estratégico e tecnológico. Está nas mãos dos CMO’s (e futuros CMT’s) resolver o desafio de criar um modelo capaz de proporcionar uma gestão unificada de múltiplos canais de venda, com informações específicas do consumidor por canal (comportamento de compra, experiências proporcionadas pelo contato com produtos correlacionadas ao perfil de consumo de cada usuário) – Referência: Omni channel. Os marketeiros padrão irão se transformar em especialistas tecnológicos para cada modelo de venda e publicação de ofertas de sua companhia, isso transforma a dinâmica convencional do marketing. 

Além da tradicional produção, passaremos a contar com times cada vez mais ligados a controle e gerenciamento de indicadores de consumo, usuários de novas tecnologias. Os líderes de marketing serão os especiaslistas e responsáveis por viabilizar as vendas em qualquer modelo, on e offline. Um reflexo prático desse desafio é a dificuldade que grandes players B2C possuem ao tentar migrar ou iniciar um modelo de vendas online (e-commerce), ou como empresas B2B, quando precisam ou desejam ampliar seu mercado por meio de uma estratégia de LongTail com uma oferta SaaS(Software As A Service). Boa parte deles precisa começar uma nova empresa e duplicar parte de suas estruturas de backoffice para simplesmente operarem um novo canal de venda, sem nenhuma garantia de que estão aproveitando o que já foi construído no modelo offline ou de que serão capazes de direcionar seu modelo para uma maior probabilidade de vendas por meio desta experiência, junção do modelo atual com o futuro (off/on, on-premisses/online respectivamente).

Ao observar os índices de crescimento dos investimentos em comunicação e marketing, estudos recentes de mercado apontam que dentro de alguns anos os CMOs terão mais budget para gastar com tecnologia do que os CIOs. As mídias, o perfil das ofertas, os investimentos, os profissionais, tudo está mudando! Além disso, já existe uma forte entrada de mecanismos não convencionais de venda, começando pelas plataformas que são bem diferentes das que tínhamos até algum tempo. No futuro, mais importante do que estar conectado, será a capacidade de conseguir ofertar seus produtos em qualquer canal desejado, sem nenhuma dependência manual ou necessidade de duplicação ou aumento de custos.

O conceito “smart” que foi introduzido e lançado dentro dos celulares está ganhando forma e será predominante na maioria dos produtos no futuro (smart watch, smart glass, smart wall etc.). Em linha com isso, hoje, grande companhias e anunciantes não aceitam mais só investir em campanhas, elas querem ter e ver o retorno disso, precisam de índices e métricas palpáveis que, por exemplo, permitam calcular o ROI (Return On Investiment) e o ROA (Return On Assets), indicadores que apontam o retorno do investimento feito pelas empresas. Cruzar a base financeira com informações de vendas se torna um mecanismo, cada vez mais, essencial para promover ações assertivas. Todas essas ações envolvem diretamente a utilização de novas tecnologias. É por isso que o marketing passa cada vez mais a consumir diferentes tipos de tecnologia. Toda essa transformação deixa claro que o cenário dos negócios mudou e vai mudar mais ainda. A integração entre o marketing e a tecnologia elimina barreiras e facilita o engajamento entre a marca e o consumidor.

Fonte:Adnews

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