18 nov Showcase Ads: saiba como usar esse formato do Google Shopping

Precisando melhor os resultados das ações de divulgação do seu e-commerce? Com o aumento da concorrência no comércio eletrônico, é importante redobrar a atenção com as estratégias empregadas para gerar mais tráfego e, claro, vendas.

Dentre as opções oferecidas pelo Google, o Showcase Ads, disponibilizado há alguns meses para o mercado brasileiro, tem ajudado os negócios online a melhorar seus resultados.

Preparamos para este artigo um guia básico para você testar esse tipo de anúncio no seu e-commerce. Confira!

Por que diversificar as estratégias de divulgação do negócio?

Ter um negócio online deixou de ser uma opção apenas para determinados nichos. O acesso à internet hoje é democrático, ou seja, está disponível para todas as classes sociais e regiões do país.

Para os lojistas, ter um e-commerce significa abrir novas frentes de atuação, buscando a melhor combinação entre os diferentes canais de vendas.

Fique atento: não faz sentido pensar em substituição. O consumidor tem um comportamento omnichannel, então sairá na frente quem conseguir oferecer várias opções para o cliente. Ele é quem vai decidir se vai comprar no site, no mobile, nas redes sociais, no televendas ou no app de mensagens.

Nesse cenário mais diversificado, contudo, aumenta a responsabilidade dos gestores. É preciso redobrar a atenção com as estratégias de divulgação e promoção do e-commerce.

A explicação é simples: é importante ter ações que consigam impactar o público em diferentes canais de comunicação, sempre com a mensagem mais adequada para o seu momento na jornada de compra.

No dia a dia, isso exige que os investimentos sejam bem distribuídos. O apoio de mão de obra especializada pode ajudar bastante, mas é importante que os gestores de e-commerce tenham noção sobre o que podem fazer para melhorar a visibilidade da loja.

Nos próximos tópicos, vamos ajudar você a entender como usar o Showcase Ads, formato do Google Shopping que tem gerado bons resultados para o e-commerce.

Qual o diferencial do Showcase Ads do Google Shopping?

Basicamente, a principal vantagem do Showcase Ads é a possibilidade de exibir informações sobre diversos produtos relacionados.

Nesse sentido, trata-se uma excelente opção para impactar o cliente que fez uma busca mais genérica, não especificou um item na sua pesquisa.

A recomendação, então, é que o e-commerce use esse tipo de anúncio para divulgar uma seleção especial de produtos da loja ou promover todos os itens de determinada marca.

Em termos visuais, trata-se de uma abordagem bem mais atrativa, uma vez que diferem dos anúncios convencionais do Google Shopping, que são estáticos.

Com o Showcase Ads o lojista tem como exibir várias imagens do seu catálogo de produtos, como uma vitrine. E, caso desperte o interesse do usuário, ela será expandida.

Vamos explicar melhor como isso funciona na sequência. Acompanhe!

Como funciona o Showcase Ads?

Como explicamos acima, em vez de uma imagem estática no Google Shopping, esse novo formato permite que você trabalhe com uma coleção de imagens.

Além da possibilidade de mostrar mais itens e atrair a atenção do consumidor, há outro diferencial importante: a cobrança não é feita apenas porque o usuário expandiu o seu anúncio.

Para que a cobrança aconteça, a pessoa deve visualizar o anúncio por pelo menos 10 segundos ou clicar em um dos produtos, o que vai levá-la para o site da loja.

No caso do Showcase o Google adota um esquema diferente de cobrança, baseado em CPE, custo por engajamento.

Pode parecer um detalhe sem importância, mas não é. Como a primeira impressão é gratuita, isso pode representar redução dos investimentos no Google Adwords, a partir da otimização.

Aumento do ROI (Returno sobre o Investimento) é hoje um objetivo a ser buscado pelos negócios online, até para ter condições de diversificar os investimentos em vários canais.

Como criar os anúncios do Showcase?

A criação dos anúncios do Showcase Ads é feita na plataforma do Google, no item Campanhas do Shopping.

No momento da configuração, é preciso definir, de acordo com a estratégia do e-commerce, se eles serão exibidos no Google Shopping, na Pesquisa Google ou nos parceiros de pesquisa do Google.

Outra decisão importante diz respeito ao lance que será dado para o grupo de anúncios. Como explicamos, no caso do Showcase o que vale é o custo por engajamento: você pagará quando alguém clicar para expandir o anúncio e passar 10 segundos nele ou clicar em um link.

Na criação dos anúncios, fique atento a essas dicas para otimizar os resultados:

Escolha das imagens

Como o principal atrativo desses anúncios é o apelo visual, seja criterioso ao escolher as imagens que serão usadas para atrair a atenção dos usuários.

Vale a pena, por exemplo, analisar as fotos que os concorrentes estão usando para buscar diferenciar-se, destacar o seu produto naquela categoria.

Funciona adicionar um fundo diferente ou mesmo usar um modelo ao invés de optar por uma foto simples do produto.

Aplique táticas de SEO

A otimização para os motores de busca é outra estratégia relevante ao seu trabalhar com Showcase Ads. Portanto, use o nome da marca no título e capriche no estilo, no tamanho, na cor e em outros elementos descritivos.

Estude palavras-chave negativas

Nesse tipo de anúncio não é possível selecionar palavras-chave, mas você pode trabalhar com palavras-chave negativas (no nível da campanha ou em um grupo de anúncios específico) para impedir que seu anúncio seja exibido em lugares irrelevantes.

Adicione promoções

Ter boas estratégias promocionais pode fazer a diferença nos resultados obtidos com o Showcase Ads. Fique atento: oferecer vantagens adicionais aos compradores que visualizem os anúncios é uma forma de incentivar o clique.

Por que incluir o Showcase Ads na sua estratégia?

Como destacamos no início do artigo, hoje o comércio eletrônico é um setor mais disputado, até em razão do crescimento registrado no setor. Nos últimos anos aumentou o público que prefere comprar pela internet, mas também o número de lojas disponíveis no ambiente digital.

Nesse contexto, é importante que as lojas busquem estratégias de divulgação que ajudem a gerar mais tráfego, atrair os clientes para o site. Caso contrário, do que adianta ter os melhores produtos e investir na melhor plataforma de e-commerce se o público não chega até a sua loja?

Os resultados iniciais apurados pelo Google para esse novo formato de anúncio são bem positivos:

— nos países nos quais o recurso está disponível houve, em média, o dobro de pesquisas relacionadas às marcas depois que as pessoas foram impactadas pelos anúncios do Showcase.

— a média é que 80% do tráfego seja de novos visitantes que acabaram de descobrir a marca por meio desse novo formato de anúncio.

— como o anúncio é direcionado para quem faz buscas genéricas, a opção tem se mostrado importante para ajudar o público na tomada de decisão por um item daquela categoria.

— outra vantagem importante para o e-commerce é a possibilidade de destacar produtos sazonais ou exclusivos de promoções.

Como você viu, o Showcase Ads do Google Shopping é uma boa opção para trabalhar melhor a divulgação dos produtos ou mesmo as novidades das lojas virtuais. Se tem uma agência parceira, converse com ela sobre o uso dessa possibilidade.

Read More

18 nov Entenda como funciona o Google Ads para e-commerce

Aumentar as vendas é o desejo de todo lojista, mas em um setor tão concorrido isso só é possível quando a loja tem boa visibilidade! É por isso que o Google Ads para e-commerce é uma ótima opção. Saiba como funciona!

Quem tem uma loja online sabe bem que vender na internet representa estar visível para um público muito grande, mas, ao mesmo tempo, competir com uma diversidade enorme de outros negócios. Diante dessa concorrência, além de oferecer bons produtos e serviços, é fundamental investir para ganhar ainda mais visibilidade. E aí o Google Ads para e-commerce se torna uma ótima opção!

O que é o Google Adwords

Google você já conhece: trata-se do buscador mais utilizado no mundo, permitindo pesquisas ágeis e eficientes com diversos recursos para que o usuário encontre tudo o que precisa na internet. E quando dizemos tudo, falamos sobre textos, imagens, vídeos e, é claro, produtos! Afinal, pesquisas sobre marcas, serviços e produtos já representam de 60% a 70% das buscas online.

E se os consumidores aproveitam essa plataforma para conhecer e-commerces e ter mais segurança na compra de mercadorias, essa também é uma ótima oportunidade para que as lojas online divulguem seus itens e seus benefícios e atraiam mais clientes. É justamente aí que entra o Google Ads, o gerenciador de anúncios do Google.

Vamos explicar: como você bem sabe, a concorrência na internet é gigantesca e ter a sua marca ou o seu produto nos primeiros resultados das buscas do Google de forma orgânica, isto é, sem criar um anúncio, é uma tarefa quase impossível. Por isso, para se destacar e colocar a sua loja em uma boa posição no ranqueamento, é preciso investir em mídia paga. Neste caso, no Google Ads.

Criando anúncios no Google, você fica muito mais perto de ser visto pelo seu público-alvo, pois eles destacam o seu negócio entre os resultados. A plataforma ainda tem diversas vantagens: possibilita a segmentação para que você crie anúncios para a sua persona, tem investimento e formatos flexíveis, facilita a mensuração de resultados, gera tráfego para o site e aumenta a visibilidade da sua marca.

De acordo com a pesquisa E-commerce Trends 2018, gerenciar anúncios em mídias pagas é a terceira principal função das equipes de marketing no comércio eletrônico, citada por 66,2% dos profissionais entrevistados. Além disso, os anúncios no Google são o segundo maior canal de aquisição de clientes, com 48,2% das respostas, atrás apenas das redes sociais.

As possibilidades do Google Ads para e-commerce

O Google Ads disponibiliza vários espaços para a publicação de anúncios, que podem ser produzidos em diversos formatos diferentes. Todas as opções são valiosas para uma estratégia de campanha para e-commerce, mas é importante conhecer as suas características para acertar na escolha ao criar cada anúncio. Por isso, vamos detalhar cada opção:

Rede de Pesquisa

A Rede de Pesquisa do Google consiste nos links patrocinados que ficam em destaque no início e no fim das páginas de resultados de busca. Essa é uma das opções mais utilizadas por empresas de vários segmentos, já que não é preciso divulgar um produto necessariamente, o que abre margem para a divulgação de sites em geral.

Os links patrocinados são muito parecidos com os links orgânicos, diferenciando-se apenas por uma marcação em verde que indica que são anúncios. Veja como eles aparecem na busca:

Ao criar um anúncio, você deve segmentá-lo utilizando palavras-chave que tenham relação com os produtos que você oferece. Se você tem uma loja online de artigos para pets, o termo “ração para cachorro” é uma opção, por exemplo. Porém, como é uma palavra-chave genérica e que tem muita concorrência, vale apostar em termos mais específicos, como “ração para pitbull”, entre outros.

Dessa forma, quando a sua persona procurar por uma dessas palavras-chave no Google, o anúncio da sua loja pode ser um dos primeiros resultados, o que ajuda a atrair clientes e aumentar as vendas. Vale lembrar que esse posicionamento depende de alguns critérios do buscador, como a qualidade do anúncio e da página de destino e o valor que você escolheu pagar por cada clique.

Rede de Display

A Rede de Display é mais uma boa opção do Google Ads para e-commerce. Essa rede é formada pelo YouTube, pelo Gmail e por outros milhares de blogs, sites e aplicativos que exibem os anúncios feitos por meio da plataforma do Google. Nesse caso, a campanha para e-commerce deve ser produzida em forma de banner estático, gif, texto, vídeo, entre outros modelos.

Veja um exemplo de anúncio da Rede de Display na home de um site:

A grande vantagem de fazer uma campanha para e-commerce na Rede de Display é que o anúncio aparece para o usuário sem que ele precise procurar por uma palavra-chave relacionada ao nicho em que você atua. No exemplo acima, o anúncio foi visualizado sem que a pessoa tenha procurado esse produto, bastou apenas uma visita a um site que faz parte da rede para gerar a visualização.

É possível utilizar a segmentação para tornar os resultados ainda melhores. Se você vende roupas para mulheres jovens, por exemplo, pode definir que o anúncio seja visualizado por pessoas desse gênero e dessa faixa etária. Outra opção é escolher que ele seja mostrado em sites com a mesma temática ou, ainda, estabelecer manualmente os sites em que o anúncio deve aparecer.

Google Shopping

O Google Shopping é outra alternativa do Google Ads para e-commerce muito eficaz. Aliás, a opção é praticamente feita sob medida para as lojas online, pois é possível divulgar todos os produtos do seu negócio individualmente, explorando todas as características deles e utilizando fotos para aproximar ainda mais os clientes e aumentar as vendas.

Os produtos aparecem do lado direito da página, como no exemplo abaixo, e podem ser visualizados também quando o usuário clica na aba Shopping do buscador:

Ao criar uma campanha para e-commerce no Google Shopping, você também pode segmentar os anúncios por público-alvo e palavras-chave. No exemplo acima, ao buscar por “ração para pitbull”, o Google mostra justamente os itens que se relacionam com o termo, porém, com mais detalhes do que na Rede de Pesquisa, já que exibe fotos e preços de maneira direta.

Além da Rede de Pesquisa, da Rede de Display e do Google Shopping, o Google Ads também permite criar anúncios em vídeo no YouTube e em aplicativos. Com ele, você ainda pode criar campanhas de remarketing, fazendo seus anúncios aparecerem para quem já esteve no seu site, e produzir materiais para pessoas cadastradas em listas de e-mail.

Como usar o Google Ads para aumentar as vendas no e-commerce

Como vimos, não faltam ferramentas para usar o Google Ads para e-commerce. Porém, é necessário utilizá-las da maneira correta para conquistar bons resultados. O primeiro passo é saber quem é a sua persona, pois as características dela impactam na segmentação e na escolha das palavras-chave, que devem ser definidas levando em conta o perfil do seu negócio também.

Além disso, é preciso colocar os investimentos em Google Ads no orçamento para que os anúncios sejam feitos de forma constante e não apenas quando sobrar dinheiro em caixa. Assim, você garante visibilidade por mais tempo e com mais qualidade, fazendo com que os resultados sejam muito melhores do que quando se investe apenas uma vez ou outra.

Por fim, analise os resultados periodicamente. Confira a taxa de visualizações, cliques e conversões e verifique se a segmentação e as palavras-chave escolhidas estão tendo o retorno esperado. E não tenha medo de reestruturar a estratégia se isso for necessário. É melhor investir tempo na gestão dos anúncios do que dinheiro em uma ação que não traz resultados.

Gostou do artigo? Esperamos que essas informações tenham ajudado você a entender a importância do Google Ads para e-commerce. Se você ficou com alguma dúvida, deixe seu comentário que a gente conversa! Estamos a postos para ajudar a sua loja online a aumentar as vendas!

Read More

05 jul O que fazer para melhorar a performance da sua loja?

Quem decide desbravar o mundo do comércio eletrônico nem sempre sabe o que lhe espera pela frente: legislação, marketing, taxas de conversão, tributos, logística, operação. Trabalhar com e-commerce é muito mais do que apenas adotar uma plataforma.

Mas quais são as questões mais importantes para melhorar a performance de uma loja virtual? Na opinião de  Tiago “Doc” Luz, Head de e-commerce da Shoulder, e Gerson Ribeiro, cofundador da Vitrio, é preciso ter uma visão única da empresa.

Os dois especialistas falaram sobre o tema nesta quinta-feira (22), durante o Congresso Ads&Performance.

O primeiro passo não requer técnicas nem ferramentas caras: apenas instituir uma cultura nova na loja, principalmente quando existem unidades físicas. “A gente [Shoulder] deu sorte de os donos entenderem que, no final, o dinheiro vai para o mesmo bolso”, contou Luz.

Nicho vale a pena?

Apontado como o grande futuro do comércio eletrônico, o varejo de nicho tem as suas vantagens – como, por exemplo, maior índice de fidelidade e melhor engajamento dos clientes -, mas nem tudo são flores nesse modelo de negócio.

“Na prática, o nicho é cruel”, cravou Luz. Ele citou o caso da loja 33e34, especializada em sapatos para esses números. “Você tem um público de milhões de pessoas que não podiam comprar sapatos de números menores antes. Mas não é porque elas têm essa opção agora que vão comprar”, explicou.

Há a dificuldade de equilibrar as vendas da loja própria com a estratégia utilizada para marketplaces, opção muito procurada por quem vende produtos de nicho. “O lojista não vai conseguir vender muito em todos os canais”, afirmou Ribeiro.

Saber precificar na loja própria e no marketplace também é um desafio. “O que complica, na minha opinião, é quanta grana eu vou perder. E os marketplaces ficam com os dados dos clientes”, ponderou Luz.

Usabilidade

A experiência do cliente dentro do site, para os especialistas, é fundamental não só para se diferenciar da concorrência, mas organizar as informações de modo que o internauta encontre rapidamente o que busca.

Ou seja, as chances de converter a compra aumentam exponencialmente.

Aqui, a imaginação é quem dá as cartas. “Não sei quem criou essa história de que a página principal precisa ter só produto e preço”, desabafou Gerson Ribeiro. “Na home page, é preciso direcionar o cliente para onde for melhor. E ‘melhor’ varia de caso a caso, não é bolo de receita”, completou.

A Shure – empresa especializada em equipamentos de áudio -, por exemplo, apresenta, na sua página inicial, links para três áreas: profissionais de música, de áudio profissional ou som instalado, em vez de apresentar os preços logo de cara.

Home page da Shure no Brasil / Reprodução

A entrega de conteúdo – principalmente fotos e vídeos – faz toda a diferença para o cliente finalizar um pedido. Então, na contramão do que o mercado costuma praticar, investir em imagens enormes, de boa qualidade, e integrar os produtos ao contexto – um sapato no pé da pessoa – melhora a usabilidade e diminui a chance de o cliente comprar um item errado.

“Não faz sentido, em 2018, falar que o ‘vídeo é pesado’. A gente sabe que não é assim. A maior parte da lentidão no site é de erro de código, Javascript, tag mal instalada, chatbot”, disse Tiago Luz.

A hierarquização das informações na página também é um ponto para ficar de olho. E, novamente, a criatividade esbarra no modelo tradicional adotado pelo mercado. “Sou muito contra o menu lateral vertical. Simplesmente não funciona. Depois porque, dá um scroll, o menu acaba e fica aquele espaço em branco”, reclamou.

Exemplo de como a Shoulder decidiu mostrar o seu menu, com filtros, no site

Métricas

Por fim, quem trabalha no e-commerce precisa ter como rotina acordar e, antes de tomar o café da manhã, olhar as estatísticas do site. Ao menos, é o que Tiago Luz faz todos os dias.

Mas, segundo ele, é preciso escolher as métricas corretas e com as quais se possa extrair algum resultado prático. Como exemplos, Luz citou as perguntas que devem ser feitas na hora de olhar para os números:

  • Quais são os canais nos quais o site mais tem acesso?
  • Por qual canal a conversão é maior?
  • Por quais aparelhos?
  • Quais as formas de pagamento mais convertem?
  • Quais são as categorias os clientes mais cancelam a compra? Qual a origem desses acessos (orgânico, afiliados, links patrocinados?
Read More

05 jul Como utilizar a logística reversa a favor do seu e-commerce

É possível utilizar a logística reversa para melhorar o caixa no fim do mês? Segundo Samuel Gonsales, especialista em e-commerce, a resposta é um sonoro “sim”. Para ele, é possível economizar de 40% a 50% nos custos da empresa apenas aperfeiçoando esse sistema. “Isso não apenas é um fato, como exige um baixo investimento”, garantiu.

Entre os tópicos da sua apresentação durante a conferência na 24ª Intermodal 2018, Gonsales explicou que trabalhar melhor as imagens e a descrição dos produtos estava entre as primeiras coisas a se fazer para reduzir o problema das trocas. Isso porque, na maioria das vezes, os produtos são substituídos por não condizerem com a fotografia ou com o texto relacionado.

Melhorar a qualidade e resolução das fotos e investir em textos bem informativos, com o máximo de conteúdo possível, estão entre as pequenas mudanças que, no fim, resultarão em uma grande economia.

A infinidade de canais disponíveis para solucionar a troca para o cliente também foi explorada pelo especialista. “Hoje existe até o WhatsApp Business, ferramenta com grande potencial de aproximação com o consumidor. Há também o Messenger, o Skype, o Instagram… oferecer um rápido retorno a um problema do consumidor já pode ser feito por diversos caminhos e deve estar entre as principais prioridades do lojista”, afirmou.

Trabalhar a questão da política de devolução também deve ser priorizada, a fim de evitar a desistência do cliente antes mesmo da compra. Nesse caso, Gonsales recomendou utilizar um trato descontraído com a situação, preferencialmente criando um texto fora do padrão dos sites de e-commerce.

O empreendedor pode aproveitar o campo do texto reservado para as políticas de devolução e criar um conteúdo próprio, com linguagem amigável para amenizar a frustração do cliente.

Entender as motivações que levaram o cliente a devolver a compra entram no circuito dessa operação. Questões como “Por que ele quer fazer a devolução” ou “Qual o motivo de estar saindo produto errado no sistema” devem ser levantadas e, posteriormente, corrigidas.

“Uma logística reversa bem trabalhada garante a solução de muitos problemas na empresa. Quando você se preocupa com a questão da troca, automaticamente cria-se um vínculo com o cliente, e esse propagará positivamente a atitude da sua loja. E o contrário também ocorre. Por isso é imprescindível estar ligado em todos os canais de atendimento para atender e resolver com agilidade e transparência aquele transtorno”.

Hoje não se trata mais de uma função ou obrigação do empreendedor, mas, sim, de um diferencial competitivo dentro do setor. “Dados revelaram que 47% das pessoas deixaram de comprar no e-commerce por conta de problemas com a logística reversa. Ou seja, esse é mais um dos pontos onde o lojista pode levar vantagem e reconquistar essa fatia”, finalizou.

 

Fonte: EcommerceBrasil

Read More

05 jul Conheça algumas estratégias de logística para alavancar suas vendas

O processo de logística para uma loja virtual tem uma grande importância no desempenho das vendas online. Afinal, o controle certo do estoque, cálculo do frete, planejamento de vendas, armazenamento de produtos e até o empacotamento são fundamentais para garantir uma boa experiência de compra ao cliente e, consequentemente, a evolução da marca.

Independentemente da importância de todos esses fatores, muitos empreendedores ainda possuem dificuldades na gestão de logística de seu negócio. Além dos altos custos com manuseio e armazenagem. Uma pesquisa promovida pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) mostra que 61% das lojas virtuais têm como principal problema o atraso nas entregas, o que afeta diretamente a experiência de compra e a fidelização do cliente. Mais da metade dos contatos realizados nos SACs das lojas virtuais são devido a problemas com entrega de pedidos.

Dados da 35ª edição do Relatório WebShoppers (ebit – Buscapé) demonstram que, mesmo diante da situação econômica do país, o comércio eletrônico tende a evoluir. O avanço das plataformas de e-commerce, principalmente com o crescimento das compras via celular (mobile), bem como a chegada de novos players que irá possibilitar um aumento da concorrência no varejo online e contribuirão com este crescimento.

Para mudar esse cenário só há uma maneira: dominar o conhecimento dos principais pontos que envolvem a logística no e-commerce, a fim de escolher as melhores estratégias para a sua empresa.

Para ajudá-lo nessa, confira um guia de logística para e-commerce, dessa forma você poderá elaborar mecanismos para melhorar seu processo de entrega e expandir cada vez mais o seu negócio.

Planejamento de vendas e operações.

O sucesso de uma loja online está diretamente ligado ao processo de armazenagem, expedição e entrega dos produtos. Afinal, para que conclua uma venda é fundamental que o produto esteja disponível.

Ainda assim, muitas vezes o cliente entra em um site com a intenção de compra e se deparada com a mensagem “produto indisponível”. Para evitar essa situação, é indispensável uma gestão de estoque minuciosa e o apropriado planejamento de vendas, que é onde entra o sales and operation plan (S&OP), ou seja, vendas e planejamento das operações.

Controle de estoque

O objetivo básico do controle de estoque é poupar o acúmulo desnecessário ou a falta de produtos, além de auxiliar no controle das finanças e o espaço físico da empresa. Caso contrário, podem ocorrer duas situações que atingem a margem de lucro: um determinado produto com alta procura pode ficar indisponível, ocasionando perda de vendas, ou você pode ter em estoque muitos produtos com baixa procura.

É considerável definir quais níveis de estoque serão mantidos, quais serão os critérios e tempo de ciclo de reposição, sendo esse o tempo entre o pedido e a entrega do material ao estoque, e quais os critérios tomados para a liquidação de estoques defasados e promocionais.

Liquide e queime estoque quando necessário

Se o produto não tem saída, ou está chegando ao ponto de obsolescência, queime! Faça promoção, seja criativo no seu canal de venda. São poucos os itens que se “valorizam” ao longo do tempo dentro de um estoque.

O estoque deve ser a consequência de um plano comercial realístico e alinhado estrategicamente. Não há controle de estoque que compense um plano incorreto de suprimentos e vendas. Por isso, dedique mais tempo ao plano e política de estoques.

Acompanhe inventários permanentes

O que não é medido não é contado, portando, produza inventários constantemente. Não leve o inventário somente como uma obrigação contábil, faça a harmonia dos itens, mesmo que parcialmente, com frequência quase que diária, ou utilize um prazo máximo de 3 dias de intervalo. Além das perdas financeiras, vender e não ter o produto para atender é um risco fatal para os lojistas.

Reduza Custos

Gastos com embalagem, empacotamento e frete ocupam uma parcela considerável do orçamento do comerciante. Para que se tenha noção, somente o manuseio e o estoque são responsáveis por uma considerável parte dos custos de uma loja virtual, totalizando 37,4% das despesas desse setor, segundo levantamento realizado em 2015 pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

Outro ponto notável é que usualmente o profissional se desdobra para dar conta de inúmeras atividades da rotina administrativa e, ao mesmo tempo, precisa ter como garantia o crescimento do seu e-commerce. O problema é que algumas dessas etapas consomem muitas horas do dia, o que torna difícil ter tempo livre para estudar soluções inovadoras e aumentar as suas vendas.

Aposte em bons parceiros especializados em logística, que possuam ferramentas atuais e que ofereçam acima de tudo segurança na entrega de seus produtos.

Vimos que ter uma boa logística, seja ela interna, ou por meio de uma plataforma externa eficiente, é um diferencial no processo de decisão de compra de seu cliente, e a experiência de compra sendo positiva, a fidelização do mesmo se torna cada vez menos difícil.

 

Fonte:ecommercenews

Read More

05 jul A importância das fotos nos produtos de ecommerce

A experiência de compra em uma loja virtual é totalmente diferente da loja física, portanto, investir em imagem de qualidade é fundamental para o sucesso de um ecommerce. É um erro, quando alguns negócios virtuais deixam o processamento e a qualidade fotográfica dos produtos em segundo plano. As fotos fornecidas pelos fabricantes podem vir sem tratamento, baixa resolução, que acabam desvalorizando o produto e por vezes impossibilitando a publicação em marketplaces. É preciso ter cuidado ,para não usar foto de produto que está sendo usado por um modelo que não é compatível com a audiência, mercado ou estilo. Claro, que tem um custo, mas a taxa de conversão de vendas pode ser bem maior, além de ampliar a confiança do cliente na loja.

Vamos juntos entender definitivamente sobre a importância das imagens para a sua loja virtual? Destaquei nove dicas fundamentais relacionado ao tema fotografia para o sucesso do seu negócio.

  • Chroma key, famoso fundo verde

Nem pensar! O verde contamina as cores do produto e encarece a pós-produção. Eu achei que já tinha visto de tudo, mas em 2018 já tive que tratar um produto de acrílico transparente capturado em fundo verde. Veja exemplo abaixo:

  • Fundo branco sempre, em alguns casos, fundo cinza

O fundo cinza ou iluminação leve é o ideal para captura de produtos como cristais, relógios, óculos de sol e qualquer outro produto que possui material espelhados ou material que refletem tons claros. A pós-produção vai ser muito mais efetiva, rápida e com qualidade visual superior.

  • Processo de qualidade

Um profissional de pós-produção deve ser envolvido logo na fase de captura para o levantamento do custo final e a criação correta da galeria de fotos do ecommerce. Fundo, luz e posicionamento podem ser determinantes para a plástica da fotografia e influenciar a decisão da compra pelo consumidor final. O fotógrafo é o artista de composição e da luz. O pós-produtor vai garantir que a foto será compatível com e-commerce e marketplaces. E acredite, os custos serão diluídos. Lembre-se que a experiência do usuário no ecommerce está diretamente relacionado com a imagem, então vale a pena investir em qualidade e serviço profissional.

  • Fotos em Lote

Já que você decidiu por usar serviços profissionais, o ideal é contratar um fotógrafo com parceiro de pós-produção voltados para e-commerce e marketplace no pacote. Isso evita que você tenha que remover o fundo da foto, correr atrás de um designer, freelancer, estúdio ou devolver o serviço para o fotógrafo cobrar pela adaptação da foto para marketplace ou e-commerce. Durante a captura então, organize a demanda, pois a diária de um fotografo pode ser melhor aproveitada, já que o profissional estará a sua disposição. Resolva tudo com antecedência como o ambiente e os produtos disponíveis para a foto, assim você otimiza o tempo do profissional e o seu também.

  • Fotos no detalhe
O fotógrafo romântico adora fotos com efeitos especiais, colagens, fusões, sobretudo, fazer a pós-produção de forma única, como uma obra de arte.

O fotógrafo de e-commerce é diferente. Embora tenha a mesma paixão, ele sabe que só fatura enquanto estiver usando o tempo dele para fotografar, pois sabe que o cliente vai pagar o mesmo valor se levar 1 ou 20 dias para pós-produzir. Nessas horas é importante ter um parceiro especializado em pós-produção de fotos para marketplace para escalar a entrega de serviço dele e aumentar o faturamento.

No caso do empreendedor, mais uma vez vamos tocar no tema “experiência”, como o cliente não pode tocar no produto, diferentes ângulos, além de detalhes do produto devem ser ressaltados, assim mesmo não tocando será possível perceber o tamanho real, a cor e outras especificações. Lembre-se o cliente sabe sempre o que quer, é exigente e se sair da sua loja talvez não volte, então a experiência deve ser incrível.

  • Estilo

Pense na loja como uma vitrine de rua, que precisa chamar a atenção, mas precisa ter singularidade e o estilo faz a diferença e sua marca poderá ser reconhecida por isso. Pense em uma cor de fundo padrão, produtos dispostos em uma mesma linha de posição e enquadramento, separados por categorias, enfim mantenha a harmonia, e quanto menos poluição visual melhor, portanto o produto será sempre a estrela.

  • Conexão entre o real e o virtual

O cliente pode até saber o que quer comprar, mas se uma linda modelo estiver usando o sapato escolhido, com certeza a conexão entre o real e o virtual se estabelece nesse momento, o desejo entra em cena e o imaginário do consumo é ativado. As fotos com modelos vivos custam mais caro, pois envolvem uma alta produção, mas é possível dedicar um orçamento para 10% dos produtos da loja, não precisa investir na totalidade, pense nos produtos que vendem mais, por exemplo, assim o consumidor se sentirá mais ligado a peça e a vontade de consumir aumenta (Ficou linda nela, quero para mim).

  • Fotos 360°

A foto 360º já em uma realidade tanto no ambiente físico quanto virtual. Os recursos de rotação 360º aumentam o valor do produto ou da loja e a experiência, que falamos desde o começo do nosso artigo torna a compra mais divertida e interativa, além de favorecer um aumento na taxa de conversão de vendas da loja. Veja o exemplo abaixo e observe cada detalhe de uma visualização em 360º com recurso de aumento de imagem (zoom) e rotação.

Facebook já tem o recurso de foto 360º e lançou recentemente o recurso de post com objetos 3D. Imobiliárias já estão aderindo a solução de exibir cômodos para ser explorada na fotoespera – finalmente você vai poder ver o espaço sem precisar visita-lo e perder seu tempo e do corretor.

  • Novidade

Podemos chamar de novidade ou exclusividade, por isso, vale a pena guardar uma parte da fotos para mudar a exposição do seu carrossel de produtos, assim a loja terá sempre novidade, um visual novo e moderno. Não gaste todas as suas “cartas” em um único dia, variar dará mais frescor a loja.

 

Fonte: Ecommercenews

Read More