22 ago Como manter um bom diálogo entre o jurídico e as mídias sociais

O trabalho em equipe desses dois departamentos pode determinar o sucesso da empresa em crises online.

juridicoredessociais

 

Jurídico e mídias sociais precisam discutir a relação para trabalharem bem juntos

Nós precisamos conversar.

Quando você escuta essa frase, sabe que o assunto é sério. E é exatamente essa frase que precisa ser pronunciada entre os departamentos jurídico e de mídias sociais de uma empresa. Mesmo com trabalhos extremamente ligados, as equipes desses dois setores dificilmente conversam. Quer dizer, conversam apenas quando algum problema sai do controle, ganha proporções maiores do que o esperado e precisa ser resolvido imediatamente. “As mídias sociais são algo muito novo para os advogados e há certa aversão em entendê-las”, afirma Fernando Santiago, consultor em direito, fundador do espaço de coworking 4Legal e do site Webjurídico.

Márcio Cots, sócio da Cots Advogados, escritório especializado em direito digital e comércio eletrônico, também diz que há uma dificuldade por parte da turma das mídias sociais. “Eles nem sempre entendem que tudo o que eles fazem tem consequências jurídicas”, afirma.

Mas não dá para fugir dessa DR. Se os dois departamentos querem o sucesso da empresa, precisam compartilhar mais que algumas palavras em tempos de crise. Conversei com Santiago e Cots e listo abaixo algumas práticas para um bom relacionamento entre as equipes desses dois setores:

– Procure sempre profissionais qualificados para os dois times e tente achar membros que tenham algum conhecimento sobre o outro departamento. Caso tenha dificuldades em encontrar profissionais com essa experiência, promova treinamentos regulares específicos para cada setor: de legislação específica para a equipe de mídias sociais e sobre marketing e relacionamento nessas redes para o pessoal de jurídico, por exemplo.

– Um canal de diálogo entre os dois departamentos deve ser aberto desde o começo do negócio. No caso de empresas estabelecidas, que foram surpreendidas pelo crescente poder e popularidade das mídias sociais, uma reunião com os dois precisa ser realizada o quanto antes. Nesse encontro, estabeleça um guia de conduta sobre os passos a serem tomados em caso de problemas nos perfis das empresas nessas mídias. Esse guia deve ser propagado entre todos os membros das duas equipes.

– Estimule todos os membros a se interessarem e se atualizarem sobre temas do outro departamento, mantendo todo mundo sempre no mesmo nível de informações.

– Realize reuniões regulares para manter as duas equipes atualizadas sobre o desenvolvimento das atividades que envolvem os dois departamentos.

– Crie um guia também para os momentos de crise, o que agiliza uma resposta e ação dos dois departamentos. “O tempo no meio virtual é muito mais dinâmico. As duas equipes têm de estar preparadas para dar uma resposta unificada e alinhada”, afirma Cots. Eles também devem saber priorizar as crises mais urgentes e determinar as medidas necessárias para cada uma delas.

– O departamento de mídias sociais precisa criar o costume de consultar o jurídico nos casos em que não souber as possíveis implicações legais de determinadas respostas nesses meios. Para Santiago, o jurídico deve ser mais ativo também em sua relação com as mídias sociais, se oferecendo para revisar a parte legal das práticas de comunicação da empresa.

Fonte:PEGN

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22 ago Seus anúncios são exibidos em sites adequados?

 Imagine uma empresa de roupas de bebê tendo seus banners exibidos em páginas de pornografia. Ou ao lado de uma notícia de assassinato. Não adianta ter milhões de views se esses não tiverem relevância. Sua marca precisa estar protegida.

Desde a consolidação da internet, nunca foi tão fácil anunciar. De grandes conglomerados até o dono da mercearia da esquina, todo tipo de negócio busca na rede uma solução eficiente, rápida e barata para ser visto pelo consumidor. Mas conforme o mercado de marketing digital se agiganta, é cada vez mais necessário saber se aqueles anúncios comprados na velocidade do milissegundo estão sendo, de fato, entregues da maneira desejada.

Ferramentas de verificação de publicidade online são empregadas com diversos objetivos, da investigação de fraudes à análise do público atingido. Neste artigo, vamos tratar da verificação como forma de proteger a marca, uma das principais preocupações do anunciante. Afinal, uma fabricante de produtos de bebê não ficará contente em ver um banner seu exibido em um site pornográfico ou ao lado de uma notícia sobre o assassinato de uma criança. Para evitar situações como essa que a verificação existe.

Como mostra estudo recente da consultoria eMarketer, várias empresas oferecem sistemas de verificação, inclusive algumas plataformas de anúncio. Entre as ferramentas mais usadas estão as DoubleVerify, AdXpose, Evidon e Adometry. Gigantes como comScore e Nielsen também dispõem de soluções próprias.

“Sempre existiu e continuará existindo preocupação com a segurança da marca quando anúncios são exibidos em locais indesejados e parte do orçamento publicitário acaba indo para os responsáveis por aquele conteúdo”, disse à eMarketer o CTO e fundador da firma de verificação de anúncios Integral Ad Science, Will Luttrell.

Estudo da Integral Ad Science mostrou que o risco é real. No segundo trimestre de 2012, 3,1% dos anúncios comprados por meio de networks foram exibidos em sites que apresentavam risco alto ou muito alto para os anunciantes. No caso de publicidade adquirida por meio platforms e exchanges, a taxa foi de 2,9%. O número parece pequeno, mas pode representar um desperdício de milhões de dólares para grandes anunciantes e, pior, um risco enorme para as marcas.

Uma das formas de evitar isso é a solução de bloqueio de anúncio. Por meio dela, a firma de verificação de publicidade absorve dados sobre a localização das propagandas e do conteúdo ao qual elas estão associadas durante o carregamento das páginas. Caso o cruzamento das informações indique que a veiculação da propaganda naquele site é perigosa para a imagem da marca, o ad server recebe prontamente uma recomendação para que o anúncio seja trocado por outro.

Segundo a eMarketer, a verificação geográfica e da audiência também é importante para a proteção da marca, impedindo que o tráfego para os anúncios seja manipulado por fraudes, portanto, garantindo a eficiência da publicidade.

No próximo artigo, vamos continuar o assunto, com foco no desafio que é garantir a entrega esperada dos anúncios em terrenos como vídeo, mobile e redes sociais.

Fonte:Webinsider

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22 ago Como ser mais criativo nas suas ações de Marketing Online

A criatividade está relacionada à geração de novas ideias ou conceitos que geralmente produzem soluções originais. Mas na hora de sua aplicação, o que funciona para uma empresa pode não resultar útil para outra.

O conceito de criatividade  é complexo. Ser criativo é muito mais que um adjetivo. Não é simplesmente um dom, mas sim um processo que devemos desenvolver e exercitar diariamente, mantendo nosso cabeça aberta e alimentando-nos de distintas fontes de inspiração.

criatividade midiatismo Como ser mais criativo nas suas ações de Marketing Online

Por isso, no seguinte post reuní algumas dicas para manter o músculo criativo acordado e dessa forma melhorar as suas ações de Marketing Online.

Conselhos sobre Criatividade Empresarial

De acordo ao artigo (em espanhol) do Blog Marketísimo, a criatividade está presente em praticamente todas as atividades de Marketing.

Sem criatividade, uma empresa não poderia inovar e sem inovação a empresa não poderia melhorar nem evoluir, tornando-se obsoleta e sendo ultrapassada pela concorrência.

Na internet há centenas de sites que oferecem todos os dias conselhos e ideias sobre criatividade focados ao Marketing.

E se realizar um Brainstorming?

O brainstorming é uma técnica grupal para gerar ideias que pode resultar muito efetiva como parte de um processo criativo. É bastante utilizada para buscar alternativas na resolução de problemas, tomadas de decisões, processos de inovação, etc.

Como funciona? Os membros do grupo fornecem, durante um tempo previamente estabelecido, o maior número de ideias possíveis sobre um tema ou problema determinado. É muito importante entender que neste processo não será permitido julgar nem criticar as opiniões ou ideias alheias.

Se você está pensando em fazer um Brainstorming mas não sabe como começar, leve em conta estas recomendações:

  • Quantidade de participantes: Para alcançar melhores resultados o número ideal de participantes está entre 6 e 10. Menos participantes podem afetar a diversidade de ideias e mais podem fazer com que seja um caos.
  • Tipo de perfis: Escolher pessoas com perfis e pensamentos diferentes, sem dúvida valorizará o processo criativo uma vez que contará com ideias e pontos de vista bem diferenciados.
  • Moderador: Deve-se escolher uma pessoa que dirija e coordene o proceso. É muito importante que essa pessoa tenha capacidade de criar um ambiente propício para que todas as pessoas possam expressar-se com liberdade. Além disso, estará encarregado de escrever ou gravar as ideias que forem geradas.

Conselhos para a sua próxima Campanha de E-mail Marketing

Por que é conveniente ser criativo em uma campanha de E-mail Marketing? Existe uma realidade inegável: os usuários recebem diariamente dezenas de e-mails em suas caixas de entrada. E é aí onde entra em jogo a criatividade para ter sucesso e ser diferente na multidão.

O primeiro desafio é escolher um assunto suficientemente atrativo e original para chamar a atenção do usuário e convercer-lo a que abra seu e-mail.

Conseguiu? Então basta superar o segundo obstáculo: que o usuário leia o conteúdo do e-mail e click nos links ou calls to action que estiverem no e-mail. Como conseguir? Com conteúdo e design inovadores, interessantes e originais.

Como mencionei, a criatividade no E-mail Marketing pode ser aplicada de diferentes formas. Por exemplo, você pode utilizar distintos templates, modificar o dia e horário de envio da campanha, segmentar em diferentes grupos a sua base de dados, etc.

Segundo um estudo do Yahoo! realizado na Espanha, 83% dos entrevistados declararam que preferem a publicidade quando é criativa.

Dentro da mesma pesquisa, descobriu-se três características que os entrevistados mais esperavam encontrar em uma publicidade: que não fosse invasiva, que oferecesse informação relevante sobre a marca e que emocionasse. Em última análise, que fosse atraente. Interesante, não?

Você quer conhecer casos de sucesso de empresas que aplicaram a criatividade em suas campanhas de E-mail Marketing? Não deixe de falar comigo.

Sempre digo que a chave do sucesso é testar diferentes versões e medir os resultados obtidos de cada uma. Recomendo alguma aplicação (DopplerMailchimp e e-Goi entre outras) que possua Campanhas Teste A/B dentro da própria plataforma!

Você tem tentado aplicar a criatividade em suas campanhas de E-mail Marketing? Quero saber como tem sido. Até a próxima!

 

Fonte:Midiatismo

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21 ago Branding: muito além da marca

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Se, há cerca de duas décadas, branding era um conceito novo, que proporcionava uma visão renovada e complexa sobre como gerenciar uma marca, hoje, grande parte das empresas, independentemente do porte ou segmento, afirma possuir alguma iniciativa relacionada a branding. Mas, até que ponto estas iniciativas pontuais podem, de fato, ser chamadas de branding? Ouso ir um pouco mais longe: até que ponto os profissionais e, consequentemente, as empresas percebem a extensão e a abrangência do que é branding nos dias de hoje e o que ele será no futuro?
 
Entendo que branding envolve as ações de gestão empresarial, marketing e design de forma conjunta e não isoladamente. Defino branding como a contínua execução da estratégia do negócio e seus desdobramentos, como escolha de canais de venda, posicionamento mercadológico, estrutura de pessoas, extensão de linhas de produtos e criação de novas marcas. Apesar de estarem conscientes da necessidade de gestão da marca, concluo que as empresas ainda precisam entender que, muito mais do que um discurso ou de uma promessa, a marca é construída a partir da cultura organizacional e das práticas empresariais. 
 
Toda empresa, a partir do momento em que é criada, possui um propósito. Seja para solucionar um problema e suprir uma demanda existente ou para se antecipar a uma necessidade futura do mercado, toda organização possui uma razão de existir. A partir da forma como este negócio é conduzido e com base nos valores e princípios que são disseminados e compartilhados internamente – de forma planejada ou não – é inevitável que a cultura organizacional se constitua. Por intermédio dos diversos pontos de contato da marca, tal cultura extrapola os limites da organização, permeando também a sociedade, que passará a ter uma percepção e/ou uma experiência em relação a esta marca. 
 
Alinhar a estratégia do negócio à cultura organizacional é o ponto chave para a construção de uma marca de sucesso. A estratégia tem que ser perseguida pela organização, que depende, inclusive, dos colaboradores para entregar a promessa de marca. Um time engajado com a cultura e os valores da empresa é o primeiro desafio de qualquer empresário e/ou CEO de companhia de qualquer porte. Por isso, reforço que a marca é reflexo da organização. 
 
A reputação de uma marca reflete a imagem criada a partir de percepções e experiências dos diversos públicos da cadeia de valor. Enquanto aqueles que já tiveram algum contato direto com a marca acumulam e transmitem suas experiências, os que nunca se relacionaram com ela criam percepções provenientes da forma como a marca se expressa, bem como por meio do discurso daqueles que transmitem suas vivencias. 
 
A comunicação e as ações de relacionamento adotadas pelas companhias são poderosas ferramentas na construção de marca, já que expressam de forma verdadeira o que a empresa faz de fato, sem a pretensão de criar uma identidade ou de “vender” uma imagem dissonante da realidade. 
 
No design, embalagens, logotipos, cores, formas, signos, todos os elementos que se desdobram a partir da dimensão visual de uma marca também fazem parte do branding. Eles são uma das formas da marca se expressar e carregam parte da cultura e da identidade da marca de qualquer empresa. No entanto, tão pouco podem ser considerados capazes de construir sozinhos a reputação de uma organização e de todas as suas marcas. 
 
Há no mercado quem se refira ao branding como um tema exclusivamente ligado à comunicação ou ao design. Há, ainda, aqueles que já percebem a relação direta destas duas frentes com o branding, porém, não percebem que atualmente o branding vai além, devendo envolver a gestão empresarial e de pessoas. Trata-se do design alinhado à comunicação, comunicação alinhada à gestão, tendo como plataforma uma forte e enraizada cultura organizacional capaz de sustentar a estratégia do negócio. 
 
Se hoje algumas empresas começam a considerar o branding com tamanha importância a ponto de criar departamentos específicos para conduzir a gestão de suas respectivas marcas, não tenho dúvidas de que no futuro não haverá organização que não levará em conta o fato de que as questões relacionadas à marca deverão estar alinhadas às de gestão.

 

Fonte: Adnews

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21 ago Facebook Ads apresenta resultado favorável para e-commerce

Levantamento da agência digital Jüssi compara resultados de marketing na rede social a outros canais no segmento de moda

facebook ads ecommerce

Os anúncios do Facebook são hoje uma das mídias pagas mais rentáveis para quem busca conquistar novos consumidores em determinados segmentos, é o que revela um levantamento da agência digital Jüssi. Em análise com clientes da área de moda, em média 24% da receita total dos sites é proveniente dos Facebook Ads, enquanto apenas 5% da receita é proveniente de Google. Entre os sites de varejo que vendem multimarcas, a receita proveniente de Google (17%) ainda é maior do que a de Facebook (8%).

“De forma geral, percebemos que, para produtos que dependem de uma compra mais impulsiva, o Facebook pode ser mais atrativo para os anunciantes”, explica Henrique Russowsky, sócio-fundador da Jüssi.

A busca institucional é responsável pela média de 31% da receita dos sites analisados. Enquanto isso, marcas recém-lançadas e muito menos conhecidas tem em média apenas 5% de sua receita proveniente de buscas institucionais.

Além do segmento de moda, o Facebook também apresenta bons resultados como uma opção de mídia para captação de clientes em outras áreas que não dependem de impulso para compra, e sim de um ciclo de decisão mais longo. “A capacidade de segmentação e também de viralização são os principais motivos desse resultado. Nos anúncios de posts patrocinados, amigos podem recomentar o serviço oferecido no anúncio, o que nos demonstra um alto nível de qualificação da audiência atingida no canal”, completa Russowsky.

Fonte:Proxxima

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21 ago Quais são mídias sociais mais usadas para organizar eventos?

Foram entrevistados 1500 organizadores de eventos ao redor do mundo, especializados em diferentes frentes

Redes Sociais Eventos

Redes sociais: segundo pesquisa, principais mídias utilizadas são Facebook (78%), Twitter (56%) e LinkedIn (49%), seguidas por YouTube (42%) e Google Plus (39%)

São Paulo – Amplamente utilizada por empresas e marcas, as redes sociais captam também a função de organizar e administrar eventos, independente do tamanho.

Segundo pesquisa divulgada pela Amiando, que trabalha com a venda de ingressos online, as principais mídias utilizadas são Facebook (78%), Twitter (56%) e LinkedIn (49%), seguidas por YouTube (42%) e Google Plus (39%).

Foram entrevistados 1500 organizadores de eventos ao redor do mundo, especializados em diferentes frentes, como conferências, treinamentos, eventos corporativos e seminários.

Como exemplo de impacto, o levantamento cita a partida final da UEFA Champions League, entre FC Bayern München e Borussia Dortmund, quando 4,8 milhões de tweets foram criados sobre o evento.

A pesquisa mostra também os objetivos buscados em uma divulgação nas redes sociais. 58% dos entrevistados procuram aumentar seu awareness (percepção) da realização, enquanto 49% preferem amplificar a exposição da marca.

Para 41%, a prioridade é criar um novo canal de comunicação e 30% acreditam que o melhor é desenvolver a lealdade com o consumido. A geração de novos leads (ou contatos) é a meta para apenas 22% dos organizadores.

A divulgação de eventos nas redes sociais ganha ainda mais força, segundo Gabriel Borges, quando utilizado por marcas que falem diretamente com jovens.

O CEO da Ampfy, agência de comunicação especializada em aproximar marcas e consumidores da dinâmica das mídias sociais, aponta para a Fusion Energy Drink (Ambev), como uma amostra.

“Em uma das frentes de atuação da conta, atuamos na promoção de festas que levam a marca, tanto as realizadas pela empresa, como às que contam apenas com seu patrocínio. Vemos pelos resultados a força que o Facebook, por exemplo, tem na propagação deste tipo de material” , explica Borges.

Fonte:Exame

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