03 set 5 atitudes que prejudicam sua empresa nas redes sociais

Especialistas falam sobre que tipo de ação uma empresa não deve ter quando sua as redes para divulgar o negócio

redesSociais

Vários exemplos já provaram a força das redes sociais para as pequenas empresas. Uma resposta mal feita ou uma discussão com os clientes podem ganhar proporções enormes e marcar para sempre a marca como desrespeitosa e pouco profissional. Por isso, cuidar bem da sua imagem em redes sociais como Facebook e Twitter é essencial.

Sem um manual pronto para usar, os empresários precisam entender como atingir seu público nas mídias sociais. “É importante lembrar que não existem ainda regras pré-definidas. É um meio de comunicação ainda novo em que tanto pequenas quanto grandes empresas estão construindo seu relacionamento. Estamos em uma época de experimentação”, explica Eric Messa, professor da Faculdade de Comunicação e Marketing e coordenador da área de mídias sociais da Faap.

Para André Siqueira, sócio-fundador e diretor de marketing da Resultados Digitais, o primeiro passo é evitar problemas. “Não se envolver em polêmicas, quando não tem nada a ver com o negócio. Falar de futebol, religião e política vai mexer com os sentimentos das pessoas que o acompanham, sendo que não tem relação com a empresa”, diz.

1. Não perca a paciência nem ignore reclamações

As discussões nas redes sociais não podem extrapolar o profissional. Por isso, nunca perca a paciência nem ignore o que as pessoas estão dizendo sobre o seu negócio.

“Se alguém reclamou, a gente tem que tentar entender a intenção da pessoa. Se ela tiver só fazendo para incomodar, não adianta ficar irritado, pode gerar uma repercussão negativa”, diz Siqueira. Ignorar também não ajuda, já que as mensagens, muitas vezes, ficam públicas e outros clientes podem ver.

2. Separe redes de SAC

Depois que os consumidores perceberam que o resultado de reclamar nas redes sociais é mais rápido e eficaz, muita gente passou a deixar o Serviço de Atendimento ao Consumidor de lado e só usa este canal. Para empresas, é importante informar com clareza a função de cada um. “Ao criar o perfil nas redes, dá a impressão de que abriu canal de atendimento, é preciso ter muita atenção de como prestar esse atendimento”, indica Messa.

Antes de começar a atender nas mídias sociais, veja a estrutura do seu negócio e se ele está pronto para fazer este atendimento, que deve ser rápido e funcionar a todo momento. “Tem que ser muito ágil, quase que imediato. Se não tem equipe para dar esse tipo de retorno, é melhor nem deixar essa porta aberta. Pode ter presença, mas deixar evidente que ali não é canal de atendimento e deixar claro quais são os melhores meios para esta finalidade”, diz o professor.

3. Fale de vários assuntos, não só do seu produto

Nas redes sociais, o usuário não espera receber só ofertas ou notícias sobre produtos. É preciso gerar conteúdo. “Falar só de produto não funciona em nenhuma rede. Além disso, é importante só falar a verdade”, indica Siqueira. Tenha uma frequência de postagens e não exagere na quantidade de posts.

4. Tenha uma linguagem própria

Tirando algumas exceções, a maioria das pessoas nas redes sociais espera uma linguagem mais informal. “É muito bom tentar ser mais informal com o relacionamento com o consumidor quando está nesse ambiente, porque tem essa proximidade com o consumidor. Não dá para colocar como regra, porque a empresa que tem como imagem ser formal não tem que aparecer com uma linguagem diferente”, ensina Messa.

Decidido se seu perfil vai atuar ou não como call center, é preciso que ele tenha linguagem própria. “O ideal é que o atendimento não siga o mesmo molde ou seja feito pela mesma equipe que faz o call center. A linguagem não é a mesma. O processo tradicional do call center que passa por etapas não funciona e pode acabar estimulando um crescimento de reclamações”, diz Messa.

5. Não implore participação

Ter mais compartilhamentos significa que mais pessoas vão conhecer seu negócio. Mas implorar para que os usuários curtam ou compartilhem algo não é o ideal. “Principalmente no Facebook, você vê marcas implorando com por favor, pedindo para curtir, comentar. O que é feio é quando o conteúdo não é interativo e você fica implorando por likes sem ser merecedor disso”, diz Siqueira.

Além disso, cuidado com o tal “comportamento de spammer”. “É querer crescer a base de qualquer forma. No Facebook, marcar as pessoas em fotos da empresa é muito chato. Pode dar visibilidade no curto prazo, mas ao longo do tempo pode prejudicar muito a reputação”, afirma. 

Fonte:Exame

Read More

03 set 4 motivos para não usar Curta x Compartilhe em suas promoções no Facebook

Olá, como vai?

O Facebook lançou uma novidade que fez muitos profissionais reverem seus conceitos. Mesmo que rever seus conceitos, neste caso, não seja algo necessariamente legal. Bem, o fato é que as diretrizes do FACEBOOK para promoções mudaram.

A “novidade” foi divulgada na página de notícias do Facebook para Empresas, com o título “Agora ficou mais fácil administrar promoções no Facebook”. Será mesmo?

O que isso significa?

Muitas pessoas que trabalham com Facebook Marketing não sabiam ou não sabem que determinados tipos de formatos de promoções não eram permitidos pela rede social. Em linhas gerais, até então, todas as promoções no Facebook deveriam seguir (pelo menos) essas três regras:

  • Ser realizadas dentro de aplicativos (Sorteie.me, Yes Ganhei, por exemplo);
  • Não podia usar uma foto publicada no mural da página para realizar a promoção (Curta e Compartilhe essa foto para participar da promoção);
  • Não usar o “Curtir” do Facebook como mecanismo de votação (o comentário mais curtido ganha, por exemplo).

Bem, o fato é que agora é que muita coisa foi liberada! Você tem a liberdade de usar o mural da sua página para a promoção. Pode usar um aplicativo para tal também. Pode pedir para as pessoas curtirem, comentarem, votarem nos comentários,  mandarem mensagens e todo tipo de possível utilização que o Facebook possa oferecer para sua mente insana e criativa.

PORÉM, há duas restrições importantes:

  1. Não é permitido pedir para as pessoas “Compartilharem imagens ou sua promoção em seus perfis pessoais”. É o que diz o ponto 3 dos Termos para Promoções. “Timelines pessoais não devem ser usadas para administrar promoções (ex: “Compartilhe no seu perfil para entrar” ou “Compartilhe no perfil do seu amigo para obter entradas adicionais” não é permitido).”
  2. Também há restrição a não ser permitido às páginas incentivar as pessoas a se marcarem em fotos. Por exemplo, curta, comente, mande uma mensagem PODE. Curta,  comente, mande uma mensagem e marque seu perfil na foto, NÃO PODE. Agora ficou fácil.

Oh wait! Tem mais algumas coisas

Lembra-se de que há algumas semanas grande parte dos profissionais surtou com a portaria 422 e as regras de promoções de Sorteios Comerciais? Então, é muito importante que você compreenda que:

  1. Temos uma legislação que regulamenta sorteios e concursos culturais. Esta legislação vigora no BRASIL, as diretrizes do FACEBOOK, valem NO FACEBOOK e estão subordinadas à legislação;
  2. Essa legislação está ACIMA das diretrizes do Facebook;
  3. Ao fazer uma ação em sua página, em PRIMEIRO LUGAR atenda aos requisitos da LEGISLAÇÃO para tal. Se for um concurso cultural, atenda a regulamentação para tal (famosa portaria 422). Se for uma promoção comercial, atenda as normas e diretrizes do Ministério da Fazenda ou da Caixa Econômica Federal. (No meu curso Facebook para Empresas temos uma aula que trata sobre as promoções e concursos).

Por haver essa questão de legislação, o Facebook incluiu algumas coisas no seu Termo de Uso de Páginas, algo que eu tenho certeza que você nunca leu. Se você já leu, comente abaixo.

Vamos lá:

  1. Se você usa o Facebook para comunicar ou administrar uma promoção, você é responsável pela lei vigente daquela promoção, incluindo: 

a.      As regras (legislação) oficial;

b.      Oferecer termos e requerimentos de elegibilidade (ex. restrições de idade ou localização); e

c.       Conformidade com as regras e regulamentos aplicáveis ​​que regem a promoção e todos os prêmios oferecidos (ex: registro e obtenção de aprovações regulamentares necessárias)

 

2.       As promoções no Facebook devem incluir o seguinte:

a.    Um release completo sobre o Facebook para cada participante;

b.    O reconhecimento de que a promoção não é de forma patrocinado, endossado ou administrado por, ou associada, Facebook.

 

3.       As promoções podem ser administrados em páginas ou dentro de aplicativos no Facebook. Timelines pessoais não devem ser usadas para administrar promoções (ex: “Compartilhe no seu perfil para entrar” ou “Compartilhe no perfil do seu amigo para obter entradas adicionais” não é permitido).

 

4.   Nós não iremos ajudá-lo na administração de sua promoção, e você concorda que, se você utilizar o nosso serviço para administrar a sua promoção, você o faz por sua conta e risco.

Resumindo, você precisa atender, em primeiro lugar, a legislação para realizar sua promoção. Feito isso, você precisa atender as diretrizes do Facebook. Ok?

4 razões para não usar promoções de Curta x Compartilhe em suas ações de Facebook Marketing

Mesmo sabendo que temos a legislação, também sei que seria utópico esperar que todos pedissem autorização na Caixa para sortear um livro de R$9,90 ou um jantar com acompanhante.

Por isso, gostaria que PELO MENOS você não caísse na tentação de fazer promoções de Curta x Qualquer coisa. Sim, elas são ótimas para gerar engajamento, trazer novos fãs e fazer seus gráficos subirem muito. Porém, SEMPRE recomendo usar as promoções como mecanismo de captura de fãs de QUALIDADE e pensar nas promoções como forma de gerar ativos para sua empresa, ou seja, uma base de dados de potenciais clientes, por exemplo.

Por isso, quero trazer os pontos negativos de se fazer uma promoção neste molde em seu negócio.

1. Qualquer um curte e comenta qualquer coisa para ganhar

Fala sério! Se você vê aquela promoção de sushi que seu amigo compartilhou e “tudo o que você precisa fazer” é comentar a foto, claro que você vai. Mesmo que nem saiba direito de quem é a promoção. É muito fácil fazer isso.

Por isso, muitas empresas atraem usuários que não trazem interações de valor. A consequência disso? Pessoas que não vão interagir com você, não vão comprar de você, só vão sugar seus brindes.

Olhe o exemplo abaixo. A empresa postou uma promoção, choveram participantes. Depois, ela PEDIU para as pessoas votarem nela na Veja Comer e Beber, uma publicação importante para o setor que ela atua e veja a resposta do “fã”. Também costumo chamar esse tipo de fã de “fã-ntasma” .

promocao-face

#ficadica

Quando você usa um aplicativo para realizar a promoção, você faz a pessoa “caminhar mais” para participar. Ela terá que clicar no link do aplicativo, entrar nele, dar uma olhada e se inscrever. Isso cria um funil, onde só quem está a fim de ganhar vai participar e se cadastrar. É uma forma de filtrar as pessoas que participarão da promoção.

2. Você não tem uma forma TRANSPARENTE de realizar o sorteio

Quando você usa uma foto em um mural para fazer uma promoção, você não tem uma forma automática de saber quem está participando, quem comentou, quem curtiu. Tem que ser no olho e na mão.

Eu sei que você é honesto e pegará todos os nomes dos participantes, mas será que todos são assim? Por não haver um processo automático e transparente de sorteio, você pode ter problemas como o dessa festa. A promoção era entrar no camarim do Luan Santana. Era preciso compartilhar a foto e tal.

festa-fb

O resultado? Falta de transparência no sorteio e MUITA GENTE #chatiada com o resultado. O pior! Com razão!

Veja aqui o resultado da “ação

#ficadica

Quando você usa um aplicativo, pode coletar o e-mail e nome da pessoa, por exemplo. Com isso, pode usar essa lista para fazer o sorteio de forma mais transparente. Você pode, por exemplo, imprimir o nome dos participante e jogar para cima, filmar e divulgar na sua página. Pirando um pouco, você pode fazer do sorteio algo realmente interessante e que engaje as pessoas.

xuxa-cartas

3. Você será um entregador de brindes

Quando se realiza uma ação de curta x compartilhe é bacana. Sua página bomba, seu chefe ou cliente fica loucão ao ver o número de fãs subindo e todo mundo “Curtindo sua página adoidado”. Mas, e depois que a promoção acabar? Você vai conseguir os fãs da sua página, pode ser que alguns realmente sejam seus fãs, mas a maioria queria apenas ganhar o prêmio. Aí, a festa acabou, a caravana passou e você vê seus gráficos de engajamento despencarem.

Para te animar, SQN, compartilho depoimento da Brícia, ex-aluna do Curso Facebook para Empresas

Tenho uma empresa de Fotografia e uma das coisas que mais fiz foi pedir para as pessoas curtirem minha pagina, pessoas que nem se quer se interessavam pelo meu trabalho. No final sabe o que me aconteceu? Fãs vazios e o publico que não pode pagar o meu trabalho. Infelizmente foi formando uma rede de um publico que eu não queria e hoje estou pensando em desfazer da minha pagina e fazer uma outra” .Brícia, ex-aluna do Curso Facebook para Empresas

#ficadica

Ao usar um aplicativo, por exemplo, você pode coletar o email das pessoas, criar uma base de dados e usar em ações em vários canais. Dentre minhas listas de email marketing, as que me dão mais retorno, ACREDITE, são as que construí com promoções, como a de 2 anos do Curso Facebook para Empresas.

 4. Não PODE usar Curta x Compartilhe, só Curta x Comente, Curta x Mande uma mensagem

Um motivo óbvio para não usar Curta x Compartilhe é que, pelos termos de uso de páginas, não pode pedir para a pessoa compartilhar a foto, vídeo wtv da promoção.

#ficadica

Então, se ainda quiser fazer esse tipo de promoção, boa sorte e não peça para o participante compartilhar.

#ficadica[2]

Essas são algumas razões pelas quais você, em minha opinião, não deve cair na tentação desse tipo de promoção. Se você quiser saber mais sobre estratégias de promoções, sugiro conferir o post “Palestra: Promoções no Facebook: o que pode e o que não pode?”. Nela você encontra um webinar que fiz e uma apresentação de slides.

Fonte:Imasters

Read More

03 set Infografia digital elevada a outro nível

A infografia é a antiga arte de transformar muita informação em algo que se explica sozinho. Dominada por poucos, está arte tem o objetivo de facilitar a leitura e compreensão de um número excessivo de dados. Ao invés de uma planilha, algo que pode ser explorado visualmente.

No meio digital este formato fez muito sucesso nos últimos anos, com o surgimento de diversos infográficos, que eram postados em excesso em diversos blogs, inclusive aqui. Mas utilizar o infográfico deste jeito está muito longe de explorar o real potencial dos meios digitais.

Nos meios impressos, a infografia fica limitada a tinta, tendo o mínimo de interatividade que você pode imaginar. Isto ainda é agravado pela limitação do papel, já que você dificilmente vai ter espaço muito maior que algumas folhas de alguma revista qualquer. Não estou desmerecendo o trabalho daqueles que trabalham com o meio impresso, eles apenas tem um desafio talvez até maior.

Já nos meios digitais temos uma infinidade de possibilidade, com gráficos em movimentos, interações em tempo real com o usuário, atualizações periódicas de dados, vídeos, fotos, animações… é muita coisa. Existem diversos ótimos exemplos de infografia digital bem trabalhada por aí, como o “A evolução da web” e o “Big Mac Index“, mas este outro merece destaque.

Mapeando Informações sobre Armas” é um infográfico interativo criado pela PRIO (The Peace Research Institute Oslo) que tem como objetivo mostrar como funciona o mercado de armas no mundo, mostrando quanto cada país importa e exporta de produtos relacionados a armas e com quem estes países estão negociando. O trabalho é uma obra prima, não apenas pelo seu conteúdo, mas pelo forma como o conteúdo está disponível e como o usuário pode interagir com os dados.

infografia digital mapping arms data Infografia digital elevada a outro nível.

Mapeando Informações sobre Armas

Fonte: Midiatismo

Read More

28 ago 7 dicas para enriquecer a sua Base de Dados

O conceito de Marketing de Permissão  tem vital importância na hora de construir e desenvolver uma base de dados de qualidade. Gostaria de propor 7 dicas para ajudar a conseguir cada vez mais e melhores assinantes, aplicando os seus princípios fundamentais.

Como alguns já sabem, o Marketing de Permissão é baseado no consentimento para estabelecer relações valiosas e sustentáveis com o nosso mercado objetivo.

Trazendo isso para o campo das comunicações e do E-mail Marketing, isso quer dizer que a nossa mensagem será muito mais efetiva se tivermos o consentimento explícito da pessoa que a receberá.

mercado marketing objetivo 7 dicas para enriquecer a sua Base de Dados

Mas como atrair novos usuários para a nossa campanha de E-mail Marketing? A seguir alguns conselhos para obter os resultados!

Como alimentar a sua base de dados?

Site

  • Formulário de cadastro: deve estar presente estrategicamente nas principais páginas do site, a fim de convidar as pessoas a que deixem seus e-mails. Lembre-se de não incluir muitos campos.
  • Incentivos: o acesso gratuito a serviços, relatórios e investigações em formato PDF pode resultar em um grande estímulo para obter e-mails. É recomendável criar uma landing page (Lander, UnbounceInstaPage e Landingi entre outras) especial para este tipo de ações, onde será possível comunicar claramente o benefício e a forma de conseguir-lo.
  • Mensagens na parte inferior dos textos: se você publica artigos interessantes para o seu mercado objetivo, inclua um call to action ao final deles, convidando os leitores a que façam cadastros para receber a sua newsletter e assim terem acesso a mais conteúdo relacionado.

Template de E-mail Marketing

Parece muito óbvio, mas nunca é demais lembrar. Não deixe de incluir em seu e-mail a opção de recomendar/encaminhar a um amigo, assim como links para compartilhamento nas principais redes sociais. Dessa forma são maximizadas as chances de obter novos assinantes que estejam dentro do perfil de nosso mercado objetivo.
É importante escolher uma aplicação de E-mail Marketing (Doppler, Virtual Target e Mail Sender entre outras) com a opção de enviar uma Campanha Social, a qual te permite viralizar suas mensagens com as redes sociais de forma simples. É só selecionar em quais redes você permitirá que seus usuários cadastrados compartilhem a sua campanha e ao realizar o envio, se assim o desejar, a campanha poderá ser publicada automaticamente nas contas autorizadas.

Webinars

Além de ser uma excelente ferramenta para interação e fidelização com os nossos clientes atuais, a organização de webinars ou conferências web é uma ótima carta de apresentação. É a forma ideal de estarmos posicionados como especialistas diante do nosso mercado objetivo.
Desenvolva temas atuais e interessantes para a sua comunidade e então verá que com prazer os visitantes passarão seus e-mails para receber promoções e informação sobre futuros webinars.

Redes Sociais

As redes sociais são aliadas fundamentais para as nossas campanhas de E-mail Marketing. Se você possui newsletter, não há limites para promocionar-la passivamente no muro do Facebook ou no Twitter.
Estimule os cadastros interagindo com a sua audiência através de concursos e deixe como condição para participar, que escrevam o endereço de e-mail. Isso será muito útil para enviar e-mails promocionais.

Eventos

Os eventos presenciais (conferências, seminários, oficinas, etc) são grandes geradores de contatos e relações. Aproveite todas as ferramentas de marketing direto que você tenha ao seu alcance para receber a informação de contato dos participantes em seu evento.
Realize pesquisas de satisfação e sorteios para obter feedback das pessoas e solicitar os seus e-mails.

Call Center

Se pelas características do seu produto ou serviço você possui uma central de atenção ao cliente, treine os seus representantes comerciais para que aproveitem as chamadas de seus usuários e possíveis clientes para solicitar os endereços de e-mail.
Mas há que buscar, com certeza, que exista uma razão plausível e que se proporcione uma resposta interessante para eles.

Códigos QR (QrCode)

Os códigos QR são um dos recursos mais inovadores proporcionados pelo marketing mobile. Se você desenvolve um evento ou possui um comércio, inclua os códigos em seus materiais impressos ou na sua vitrine, convidando as pessoas para interagir e receber promoções especiais e e-mails diretamente no celular.
Você conhece outras formas de alimentar a sua base de dados? Quero saber da sua experiência e trocar ideias sobre outras alternativas. O conhecimento é o único bem que se expande quando é compartilhado!

 Fonte:Midiatismo

Read More

27 ago Ranking das agências brasileiras nas redes sociais

Acostumadas a trabalhar a imagem de grandes marcas, as agências de publicidade estão aplicando seus aprendizados dentro de casa. De acordo com levantamento do indexSocial, ferramenta que mede a performance das marcas nas principais redes sociais (Facebook, Youtube e Twitter), este é um setor que cresceu 28% em audiência nos últimos seis meses, chegando a mais de 1 milhão de conexões ligadas a 80 agências monitoradas. Para analisar o comportamento deste segmento nas redes sociais, o indexSocial lança o primeiro ranking das agências brasileiras. Neste primeiro relatório, a ferramenta traz informações da primeira quinzena de agosto. A partir desta primeira análise, os resultados serão divulgados a cada trimestre.
 
Nos primeiros quinze dias de agosto, a agência África aparece na liderança de audiência nas redes sociais. Vem seguida da agência DM9DDB, em 2° lugar, e a CASA, em 3°. Completam o ranking das maiores audiências a Espalhe Marketing de Guerrilha, AlmapBBDO, AgênciaClick Isobar, Young & Rubicam, DPZ, W3Haus e Loducca.  O ranking mostra que 79% da audiência está concentrada em 20 agências. Entre as cinco primeiras, esse percentual chega a 37%. 
 
Mais do que atrair uma grande audiência, as empresas também buscam interagir com este público, gerando conteúdo relevante. No perído foram registradas 4.135.000 de interações, sendo que as agências Top 20 concentraram 92% desse montante, enquanto as Top 5,  37%. A liderança de engajamento fica com a Espalhe Marketing de Guerrilha, seguida de F/Nazca e F.Biz. Vale ressaltar que as duas últimas não aparecem no Top 10 de audiência.
 
Analisando separadamente cada uma das três principais plataformas sociais – Facebook, Youtube e Twitter – a África lidera duas delas: Facebook e Twitter. CASA e Espalhe Marketing de Guerrilha ocupam as 2ª e 3ª posições no Facebook. DM9DDB e AlmapBBDO aparecem na 2ª e 3ª posições no Twiiter, respectivamente. Já o Youtube tem na liderança a AlmapBBDO, seguida de DM9DDB e Loducca.
 
As práticas de sucesso 
São diversas as motivações para as agências investirem na comunicação com o público das redes sociais. Atração e retenção de talentos, exposição de seus cases, interação com outros profissionais do mercado, avaliação do comportamento da audiência nesses canais, entre outros. Durante o festival de Cannes, por exemplo, que é um dos eventos mais prestigiados do mercado publicitário, as agências aproveitam para compartilhar com o mercado seus cases de sucesso e premiações. Em 2013, o festival aconteceu em junho, quando apresentou a maior média de crescimento da audiência direcionada a este segmento no Brasil. O fato mostra que as agências despertam o interesse de diferentes perfis de audiência, sejam profissionais da área, estudantes, investidores sejam aqueles que apenas buscam acompanhar tendências. 
 
Na primeira quinzena de agosto, os posts mais engajadores tratavam de assuntos institucionais como compartilhamento de cases, conteúdo jornalístico no qual a agência ganhou destaque e curiosidades do dia-a-dia das empresas. Espalhe Marketing de Guerrilha, W3Haus, Ogilvy Brasil, África e DM9DDB tiveram destaque nesse período.
 
Confira o ranking de audiência:
 
Veja o ranking de engajamento:
 
Confira o share de engajamento:
 
Fonte: Adnews

 

Read More

27 ago Educando através da tecnologia

educandoatravesdatecnologia

Muito se fala sobre o poder da educação na sociedade. Sabemos que é através da educação que conseguimos melhores empregos e uma vida mais digna. O célebre educador e filósofo Paulo Freire já afirmava: “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” Mas o modo como a educação vem sendo passada de geração em geração está sendo cada vez mais contestado. Nosso modelo educacional padroniza as crianças por idade e determina o que elas vão aprender, etapa por etapa. Este modo foi eficaz durante anos, permitindo que nossa sociedade prosperasse. No entanto, hoje ele começa a ser considerado como não mais satisfatório. 
 
Começamos a perceber que pessoas diferentes têm necessidades diferentes, não importando se são ou não da mesma idade ou classe social, por exemplo. Se uma criança aos sete anos tem muito mais interesse em história do que em matemática, por que não passar mais conhecimentos sobre o que ela tem mais afinidade? Dessa maneira, estaremos estimulando esse aluno a estudar o que gosta e a desenvolver pensamentos cada vez mais apurados sobre uma aptidão que ela já possui. 
 
Várias correntes têm estudado sobre o processo de aprendizagem humano, que deu origem a diversas teorias de ensino, como o Comportamentalismo, Construtivismo, Socioconstrutivismo, etc. Alguns métodos pregam que as pessoas aprendem através da repetição e da memorização, outros defendem que é pela experiência. O famoso “método” construtivista, desenvolvido pelo biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), defende que a criança constrói seu conhecimento por meio das descobertas. O aprendizado precisa ser um processo interessante, que valorize o conhecimento prévio dos alunos, gere questionamentos e amplie suas ideias. 
 
Aí tocamos em um ponto primordial: aprender precisa ser uma atividade interessante, tanto para crianças quanto para adultos. Quando sentimos prazer em aprender, a atividade deixa de ser um fardo para tornar-se diversão. Dessa forma, uma ótima maneira para tornar o aprendizado uma experiência divertida é investir na tecnologia. 
 
E quando falamos sobre o uso de computadores, tablets e smartphones nas salas de aula, acredito que esta é uma discussão ultrapassada, pois estes dispositivos fazem parte de tal maneira na vida da nova geração que seria tolice deixar de usufruir das suas funcionalidades. É claro que o grande desafio aqui será como usar de forma eficiente guiando os alunos para que estas ferramentas não virem uma distração e, assim, conseguir aproveitar totalmente seus benefícios.
 
Com o auxílio da tecnologia, podemos aprender em qualquer lugar, durante nosso tempo livre. Hoje todos temos rotinas cansativas, com diversos compromissos e pouco tempo livre. Aprender uma língua, tocar um instrumento ou adquirir uma nova habilidade parece uma tarefa árdua, que toma tempo e exige muito do aluno. Mas com o auxílio da tecnologia – principalmente dos dispositivos móveis que já nos acompanham por aí – podemos tornar o aprendizado dinâmico, divertido e rápido, adaptado ao nosso dia a dia. 
 
Estudo recente publicado pela Universidade de Iowa (EUA) e desenvolvido com centenas de pessoas com 50 anos ou mais, revelou que aquelas que jogam videogame têm a capacidade de melhorar diversas habilidades cognitivas. Outro dado interessante é que o grupo dos jogadores foi capaz de reverter em até sete anos a decadência mental relacionada à idade. Os jogos se mostraram como uma forma de deixar o cérebro sempre em pleno funcionamento. 
 
Por que não aprender através de jogos eletrônicos, então? Com as atuais técnicas de gamificação – que transformam as tarefas em prêmios e os estudantes em jogadores – aprender pode ser muito mais estimulante e divertido. Você não estará se esforçando para memorizar aquela fórmula enfadonha ou decorar quais as muitas terminações de um verbo irregular. Você será um destemido jogador em busca dos pontos necessários para passar de fase e conseguir atingir desafios ainda maiores. A cada nova fase, novos conteúdos são inseridos e assim, novos conceitos aprendidos. A ideia é mesclar períodos de jogo “puro” com momentos de aprendizagem divertida.  
 
A intenção é que cada pessoa respeite o seu tempo e a sua necessidade, participando com jogos que partilhem interesses que ela já possuía e aprofundando nos seus assuntos favoritos. As pessoas são únicas e têm interesses diferentes que serão respeitados. Assim, é possível aprender respeitando o seu tempo e o interesse de cada um. 
 
As empresas já dão sinais de que estão entendendo o poder do jogo. Segundo a consultoria Gartner, 70% das duas mil companhias mais poderosas do mundo no ranking Forbes terão ao menos um aplicativo de gamificação até 2015. E mais: a consultoria M2 Research afirma que, no mesmo ano, serão investidos mais de US$ 1,6 bilhão nesse mercado somente nos Estados Unidos.
 
Se essa é uma ferramenta com tamanho poder de venda, imagine o poder que teremos ao usá-la para a educação, pois, como disse Paulo Freire, “Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.” Podemos ensinar qualquer conteúdo através dos jogos. E você? Também acredita que é possível aprender assim? 
 
Artigo encaminhado porMarcos Abellón, diretor geral da Q2L.

 

Fonte:Adnews

Read More