12 set Utilize o principio de AIDA como referência para melhores resultados.

 aida-atencao-interesse-desejo-acao

Os profissionais de marketing adoram uma sigla, ainda tenho minhas dúvidas se preferem mais siglas ou termos em outro idioma. AIDA vem do inglês Attention, Interest, Desire e Action e que também tem uma tradução que não muda a estrutura da sigla, que seria Atenção, Interesse, Desejo e Ação.

Este principio é visto em forma de linha temporal, que segue a seguinte lógica:

  1. A: Você chama a atenção do usuário;
  2. I: Você faz o usuário se interessar no que você tem;
  3. D: Você faz o usuário querer adquirir/comprar aquilo;
  4. A: Você convoca o usuário a comprar o item;

Este principio também é utilizado por muitos como uma pirâmide invertida. Esta forma de visualizar o principio de AIDA se assemelha muito à pirâmide da geração de leads (também chamado de funil de leads), onde o usuário passa do topo e afunila para a base.

O AIDA pode ser utilizado em diversos contextos dentro das ferramentas digitais, mas é conhecido principalmente por quem trabalha com a criação de landing pages e email marketing. Vamos analisar melhor cada um dos quatro pontos dentro destes dois contextos:

A – Atenção

Nesta primeira etapa o objetivo é fazer com que o usuário ao menos preste atenção em você. Isto pode ser feito de diversas formas e vai depender do objetivo de sua marca e do meio em que você está aplicando a técnica.

Email Marketing

  • No email, esta parte começa pelo o assunto. Ele precisa justificar o fato de clicar na sua mensagem e não em outra;
  • Após aberta a mensagem, você terá o mesmo processo acontecendo ao ver a sua mensagem. Você precisa chamar a atenção para que ele veja o resto do conteúdo;

Landing Page

  • Na página de pouso, a parte da atenção também passa por dois pontos: O anúncio que o trouxe até aqui e a mensagem da página;
  • O anúncio que leva até a landing page deve convencer a pessoa de que ela deve visitar o link;

I – Interesse

Após ter chamado atenção da pessoa, você precisa garantir que ela tenha interesse pelo que você está oferecendo. Nesta etapa uma boa parte das pessoas já “cai fora”, pois você levou ela até a mensagem, mas não vai ser tão fácil assim prender o interesse da pessoa. Ao longo da sua mensagem você deve mostrar o que está oferecendo e porque a pessoa deve adquirir aquilo.

Email Marketing

  • Dentro do email, você deve trabalhar com conteúdo e visual de forma que a pessoa se interesse pelo resto da mensagem;

Landing Page

  • Dentro da landing page você pode trabalhar com textos em destaque, como destacar as principais vantagens do produto;
  • Pense em conteúdos de consumo rápido, como imagens e frases de efeito, deixe o conteúdo mais longo e complexo para despertar o desejo;

D – Desejo

Depois de ter despertado o interesse na pessoa, no momento em que ela realmente está pensando em adquirir o que você está oferecendo, você deve mostrar conteúdo que vá definir se aquela pessoa vai tomar a ação ou não.

Email Marketing

  • Dentro do email as mensagens em geral são curtas e objetivas, portanto a etapa de interesse e desejo pode se confundir;

Landing Page

  • Já dentro da landing page, onde você geralmente tem mais espaço, você pode usar vídeos e depoimentos de clientes para convencer o usuário de que aquilo é o que ele precisa;

A – Ação

O usuário já foi transformado em um potencial cliente. Agora que você chamou a sua atenção, despertou o interesse e transformou este interesse em desejo, está na hora de convocar esta pessoa a comprar/adquirir o que você está oferecendo. Você deve utilizar um CTA (call to action) que realmente convença a pessoa a tomar aquela ação.

Email Marketing

  • Mostre que o preço está atrativo;
  • Faça a pessoa se sentir valorizada por ter recebido aquele email;

Landing Page

  • Aproveite a página para trabalhar com o sentido de urgência, mostrando que a pessoa não deve perder a oportunidade, seja porque há poucas unidades ou pouco tempo para adquirir;

Fonte:Midiatismo

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12 set Marketing móvel e m-commerce: o que funciona e o que não funciona

Estamos todos familiarizados com as estatísticas do m-commerce:

  • Mais de um terço de todos os consumidores fizeram pelo menos uma compra m-commerce com seus dispositivos móveis. (Fonte: Local e do grupo e-tailing, de 2012);
  • Dois terços dos usuários de celular localizaram um negócio usando seu dispositivo móvel antes de fazer uma compra na loja (Fonte: Google,2011);
  • Dois terços dos compradores usam um dispositivo móvel para pesquisar enquanto compram, e mais de um quarto usam dois dispositivos diferentes. (Fonte: Local e do grupo e-tailing, de 2012);
  • Mais de 60% dos consumidores buscam produtos on-line por pelo menos metade das suas viagens de compras (Fonte: GMA/Booz&CompanyShopperSurvey);
  • Mais da metade de todos os proprietários de telefones celulares usam seus telefones na loja para comparações e outras informações para ajudar na hora de fazer uma boa compra (Fonte: Pew American & Internet Life Project, 2012).

As empresas estão gastando bilhões de dólares em soluções m-commerce, aplicativos de marca e de marketing móvel, mas nem tudo está sendo bem gasto.

É hora de perguntar o que funciona e o que não funciona? Nós todos sabemos que o mobile marketing tem um papel na criação de marcas, lançamentos de produtos, geração de leads, desenvolvimento de relacionamento com os clientes, social e afinidade de marketing, estratégia de canais e muito mais.

Mas o que funciona? São sites móveis, gamificação, aplicativos de marca, mensagens, mídia social, vídeo, busca móvel, conteúdos baseados em localização ou existem recentes tendências emergentes que os marqueteiros e gerentes de comércio eletrônico precisam estar atentos?

Nesta era de “Mobilidade Social” muitas empresas estão preocupadas que elas não tenham o que é preciso para competir. Maurice Saatchi, da M&C Saatchi, sim aquele Saatchi, tem alguns conselhos reconfortantes: “Como as marcas cada vez mais adotam a mobilidade, eles não precisam ficar confusos ou até mesmo intimidados por aquilo que está por vir. Preocupações legítimas, como monitoramento, retorno sobre o investimento e complexidade técnica podem ser amenizadas por trabalhar com um parceiro que possa deixar todas essas preocupações sob controle”.

Mas o desafio não é simplesmente técnico. Em um mundo de comunicações pós-modernas, onde o meio é a mensagem, escolher a abordagem de marketing móvel correta é essencial.

A primeira discussão que você vai ouvir é o debate do site x app. Aqueles que defendem sites geralmente apontam para a eficácia de comunicar através de multicanais. Aqueles que defendem os aplicativos, se concentram na experiência, imersão e lealdade.

Táticas de Marketing Móveis de buscas a jogos são sempre melhores quando estão atentas ao contexto.

Isto significa ser sensível à localização e movida a propósitos. Por que o meu consumidor ou possíveis clientes interagem com seus dispositivos móveis neste lugar, neste momento? Por que este dispositivo (maioria de nós temos várias alternativas)? Descubra isto e você terá uma chance muito maior de escolher o veículo certo de marketing móvel.

Eu realmente não vejo um único veículo que é inerentemente melhor ou pior. O que funciona é inovação, criatividade e visão sobre o cliente. O que não funciona é a imitação, inadequação e ignorância das expectativas do consumidor.

Com isso em mente, alguns veículos são melhores para determinadas situações de marketing móvel. Indo além das discussões B2B e B2C óbvias, cada tipo de produto e de consumidor será melhor ou inadequadas para certas táticas de marketing móvel.

Mobile sites

A partir de agora (agora quando?), cada site deve ter um endereço web correspondente para celulares. Se você ainda não tem, o Google irá puni-lo nos resultados de busca e pior, você vai perder valor potencial de busca móvel e navegação móvel. Um site móvel bem desenhado que ofereça um nível alto de interação, utilidade e informações utilizáveis na hora, podem formar a base de uma boa estratégia de marketing móvel. Seu site móvel deve ser a base de seus aplicativos móveis assim como provedor de downloads, suporte e informação útil. Além do mais, seu site de m-Commerce será a base para um grande volume de transações de seus clientes.

Apps móveis / Apps de marca

Apps móveis têm provado ser o veículo global mais usado em marketing móvel e m-Commerce. Apps móveis deslumbram clientes e possíveis clientes com conteúdo de mídia rica e interativa e os mais altos níveis de interação e inteligência. Seus apps de mCommerce podem ser integrados com sistemas de backend para que você sempre faça um registro minucioso das ofertas para a máxima rentabilidade e apelo ao consumidor. Da navegação a mecanismos de recomendação, processamentos de pagamentos, um app m-Commerce é uma parte fundamental de seu arsenal. E não se esqueça, o seu app não é apenas um veículo de vendas do produto, é uma máquina de marketing. Os gênios do marketing na GEICO não inventaram o App de marca Brostache à toa.

Anúncios para celular

A colocação de anúncios móveis em sites populares é uma boa maneira de gerar tráfego para seu site móvel e aplicativos. Lembre-se que a segmentação é tão essencial para esta forma de publicidade como qualquer outra. Se o seu objetivo é comércio móvel, você já está na metade do caminho pois seu leitor de anúncio já está usando um dispositivo móvel. Com o MMA e outros que colaboram para ajudar a padronizar tamanhos de anúncios e formatos, a capacidade dos publicitários para abordarem a publicidade móvel como qualquer outra compra de publicidade, está melhorando.

Cupons móveis

Primeira-parte, cupons móveis selam o negócio quando um consumidor está no local e pronto para comprar, mas não são tão eficazes quando o consumidor tem que encontrar uma maneira de manter o controle de seu cupom em seu dispositivo móvel. É por isso que os provedores de cupons móveis de terceiros são mais eficazes, porque você pode voltar para seu aplicativo para fornecer vários cupons. O consumidor pode encontrar uma maneira de manter o controle do cupom da primeira parte que irá fazer com que economize grande quantidade de dinheiro, mas ninguém quer acessar vários sites ou aplicativos em supermercados para economizar um centavo ou dois em uma lata de sopa.

Concursos móveis

Concursos Móveis incentivam os consumidores a divulgar seus números de celulares. Construir uma base de engajamento de usuários móveis pode ser poderoso. Tudo que tem a fazer é escolher um prêmio e pedir ao seu público que envie uma mensagem com uma palavra-chave para entrar. Estes concursos são ótimos para marcas que podem efetivamente alavancar um relacionamento por texto com um consumidor. Portanto, estas tendem a ser as relações orientadas ao consumidor ou  estabelecidas.

Jogos móveis

As vezes chamados de advergaming, publicidade de gamificação e mensagens de marketing, permitem que uma marca possa atingir os consumidores e potenciais clientes de um modo divertido, dinâmico e envolvente. Dependendo do seu objetivo, jogos podem ser uma forma eficaz para construir afinidade, consciência e até mesmo lealdade. Os melhores jogos tem uma colocação do produto sem distrair a diversão ou o desafio.

Mensagens SMS

O marketing por mensagens SMS pode assumir muitas formas, com base no contexto. Transmissões de SMS, enquetes, concursos, resposta automática, etc. Mensagens móveis baseadas em localização pode ser um negócio complicado porque você tem que fazer um bom trabalho de antecipar a diferença entre comunicação desejada e spam irritante.

Mensagens MMS

Com serviço de mensagens multimídia, você é capaz de criar o que pode ser considerado mais atraente, mas potencialmente mais intrusivo. A chave é mantê-lo relevante, ter permissão e entregar valor na comunicação. Os usuários móveis que estão dispostos a consumir mensagens MMS de marqueteiros tendem a ser usuários avançados e não os consumidores comuns. Mire no alvo cuidadosamente com base em perfis de usuários.

Alcance de marketing com proximidade

Bluetooth sem fio apresenta uma oportunidade de marketing baseada na proximidade. Devido ao extremamente curto alcance do Bluetooth, este tipo de publicidade é altamente segmentada. Servidores Bluetooth que detectam o dispositivo e o tamanho móvel será capaz de enviar mensagens no tamanho e formato certo.

QR Codes

QR Codes fornecem uma maneira conveniente de amarrar cópias de publicidade de marketing móvel. A questão é saber se realmente vale a pena tentar envolver as pessoas em marketing móvel com outras formas de mídias caras. Todos nós já ouvimos sobre o que funciona e o que não funciona com QR Codes. QR Codes em sinais de metrô onde não há serviço de celular e revistas de bordo onde os telefones não são permitidos não vão ampliar suas taxas de respostas significativamente, mas,  no local certo e com uma utilidade interessante para o anúncio, pode ser um meio eficaz.

Transmissão de voz

Não vamos esquecer que os smartphones são telefones. Eles podem receber chamadas e mensagens de voz da loja. Transmissão de voz para telefones celulares podem ser baseados em localização, incorporar interação IVR e estar ligado a um call center.

O que funciona e o que não funciona? Aplicativos móveis eficazes e sites móveis são fundamentais para qualquer estratégia de marketing móvel. Usar outros métodos criteriosamente com base no seu perfil de usuário-alvo, o contexto de uso e um olho atento as tendências emergentes.

Fonte:Imasters

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04 set Estudo mostra que hashtags no Facebook não tornam posts mais populares

Um estudo recente apontou que as hashtags, implementadas recentemente pelo Facebook, não tornaram as publicações mais populares, conforme se esperava, mantendo as estatísticas dos posts muito parecidas com as das publicações que não utilizam o novo recurso.

O trabalho, realizado pela empresa EdgeRank Checker, levou em conta mais de 500 páginas que utilizaram as famosas hashtags durante o mês de julho. Cerca de 35 mil publicações foram avaliadas, e aproximadamente seis mil faziam uso do recurso, similar ao do Twitter.

hashtag facebook (Foto: Reprodução/João Paulo Carrara)
Hashtags no Facebook não fazem o sucesso que era esperado (Foto: Reprodução/João Paulo Carrara)

A empresa responsável pelo estudo partiu do princípio de que se as pessoas vissem um assunto em forma de hashtag em uma postagem e se interessassem pelo tema, clicariam para saber mais a respeito e, desta forma, impulsionariam o engajamento nos posts que utilizam a mesma tag. Os resultados, porém, apontaram que os posts com hashtags não alcançaram um resultado viral, nem tiveram mais audiência ou engajamento que os posts sem as hashtags.

A hashtag é um recurso já presente em outras redes sociais, como o Twitter, que permite que os usuários possam organizar e filtrar as mensagens em torno de um único assunto ou tema. Para isso, é necessário incluir palavras antecedidas pelo símbolo “#” em um posts e, assim, é possível clicar sobre ela para visualizar outros também marcados sobre o mesmo assunto.

O estudo completo sobre as hashtags no Facebook, em inglês, pode ser acessado no site edgerankchecker.com/blog. Nele, há comparações entre posts com e sem o recurso.

Fonte:Techtudo

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04 set E-mail Marketing: O aliado perfeito para o seu E-commerce

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Ao comercializarmos produtos ou serviços na internet, o Marketing Online nos oferece diversas alternativas para garantir o sucesso e chegar aos nossos objetivos. Entre elas se encontra o E-mail Marketing, com o qual é possível chegar ao seu objetivo de maneira criativa e personalizada.

Mas isso não é tudo! Você também pode medir e otimizar os resultados pelo custo mais baixo por contato. Você não sabia? Descubra as vantagens de integrar o E-mail Marketing ao seu E-commerce lendo esse post.

O Inbound Marketing chegou para ficar. A integração das distintas ferramentas de comunicação online atualmente disponíveis nos permite uma aproximação de nossos atuais e futuros clientes como nunca antes.

Embora seja possível publicar todos os tipos de notícias, novidades e ofertas em qualquer uma delas, é importante desenvolver uma estratégia de comunicação coerente, onde os distintos meios se integrem e se complementem entre si.

5 Vantangens de Integrar o E-mail Marketing ao seu E-commerce

Dentro desse contexto, o E-mail Marketing oferece uma série de vantagens que o tornam a carta de apresentação perfeita de sua marca e o aliado indiscutível de seu E-commerce.

Por um lado, para fazer chegar aos usuários cadastrados as ofertas e promoções do seu comércio online. E por outro lado, para que eles cheguem até o seu site e finalizem a compra. A seguir, apresentarei os principais benefícios e alguns conselhos para aproveitar essa integração:

Estimula a Ação Imediata

Os Calls To Action te ajudarão a influenciar o seu leitor para que ele realize o click e possa descobrir de que se trata a sua oferta, mas já estando no seu site.

Personalização e Segmentação

Com ferramentas como Doppler, Virtual Target e Mail Sender, MailChimp, entre outras, você poderá incluir diversos campos personalizados, os quais ajudarão a agregar valor à sua oferta. Além disso, você pode segmentar a base de dados de acordo ao perfil demográfico dos seus usuários cadastrados.

Possibilidade de testar seus Envios

Uma determinada audiência pode responder de uma forma totalmente diferente a uma mensagem dependendo do foco e do tom que utilizarmos. Por isso, se você utiliza o Teste A/B, poderá testar qual o  conteúdo que funciona melhor para o seu público e dessa forma otimizar os resultados da sua loja online. Há ferramentas de E-mail Marketing que permitem testar tanto os assuntos como o conteúdo das suas campanhas, com o objetivo de tornar os seus envios mais efetivos e aumentar a taxa de abertura e a taxa de clicks.

Medição e Otimização

As principais apps de E-mail Marketing oferecem a possibilidade de medir os resultados obtidos e otimizar as suas próximas campanhas com base neles. Por exemplo, com os relatórios é possível obter informação em tempo real sobre o comportamento dos seus usuários cadastrados. Por outro lado, você pode integrar as métricas da performance de sua campanha com os resultados finais obtidos no site a partir dela. Isso te dará uma visão clara do sucesso (ou não) da sua estratégia. Aproveite as ferramentas que possuem integração com o Google Analytics e tome decisões baseadas em resultados.

Economia de Tempo e Dinheiro

Com a criatividade e o conhecimento necessários, uma campanha de E-mail Marketing de sucesso pode ser elaborada em apenas algumas horas e chegar em pouco tempo à caixa de entrada de nossos usuários cadastrados. Deste ponto até o carrinho de compras do seu site, há somente un click de distância! Além disso, há um excelente ROI: em média R$80!

Ative a Criatividade

O E-mail Marketing te proporciona uma infinidade de ferramentas para estimular a sua criatividade no momento de elaborar uma mensagem e uma oferta que surpreendam o seu assinante e que aumente a sua taxa de abertura. Faça opção por um E-mail Promocional ou um Newsletter, utilizando templates originais, ofertas adaptadas ao perfil do seu target e principalmente a criatividade. Dessa forma também será maximizada a taxa de clicks.

Que tipos de envios são comuns no E-commerce?

Considere a sua base de dados como uma fonte de valor única para a sua loja online, uma vez que ali você possui informação muito valiosa sobre os seus usuários cadastrados, as quais podem ser utilizadas como parte da sua estratégia. Procure usar com planejamento e sem abuso, a fim de que não seja considerado um spammer.

Quais são as campanhas típicas que você pode enviar? E-mails de felicitações ou saudações de aniversários, e-mails de retenção para aqueles clientes que há muito tempo não compram e de fidelização de clientes através de incentivos e presentes especiais.

O E-mail Marketing também é muito efetivo no E-commerce quando o usuário abandona o processo de compra. Tanto para oferecer ajuda ou conhecer os motivos pelos quais não chegou a realizar a compra, como para incentivar que finalize a ação, oferecendo algum tipo de desconto.
E você? Já integrou o E-mail Marketing ao seu E-commerce?  Se ainda não foi possível, procure uma aplicação (recomendo Doppler, Virtual Target e Mail Sender, MailChimp, entre outras), crie uma conta grátis sem limite de envios e comprove você mesmo a efetividade dessa dupla.

Fonte:Midiatismo

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03 set 5 atitudes que prejudicam sua empresa nas redes sociais

Especialistas falam sobre que tipo de ação uma empresa não deve ter quando sua as redes para divulgar o negócio

redesSociais

Vários exemplos já provaram a força das redes sociais para as pequenas empresas. Uma resposta mal feita ou uma discussão com os clientes podem ganhar proporções enormes e marcar para sempre a marca como desrespeitosa e pouco profissional. Por isso, cuidar bem da sua imagem em redes sociais como Facebook e Twitter é essencial.

Sem um manual pronto para usar, os empresários precisam entender como atingir seu público nas mídias sociais. “É importante lembrar que não existem ainda regras pré-definidas. É um meio de comunicação ainda novo em que tanto pequenas quanto grandes empresas estão construindo seu relacionamento. Estamos em uma época de experimentação”, explica Eric Messa, professor da Faculdade de Comunicação e Marketing e coordenador da área de mídias sociais da Faap.

Para André Siqueira, sócio-fundador e diretor de marketing da Resultados Digitais, o primeiro passo é evitar problemas. “Não se envolver em polêmicas, quando não tem nada a ver com o negócio. Falar de futebol, religião e política vai mexer com os sentimentos das pessoas que o acompanham, sendo que não tem relação com a empresa”, diz.

1. Não perca a paciência nem ignore reclamações

As discussões nas redes sociais não podem extrapolar o profissional. Por isso, nunca perca a paciência nem ignore o que as pessoas estão dizendo sobre o seu negócio.

“Se alguém reclamou, a gente tem que tentar entender a intenção da pessoa. Se ela tiver só fazendo para incomodar, não adianta ficar irritado, pode gerar uma repercussão negativa”, diz Siqueira. Ignorar também não ajuda, já que as mensagens, muitas vezes, ficam públicas e outros clientes podem ver.

2. Separe redes de SAC

Depois que os consumidores perceberam que o resultado de reclamar nas redes sociais é mais rápido e eficaz, muita gente passou a deixar o Serviço de Atendimento ao Consumidor de lado e só usa este canal. Para empresas, é importante informar com clareza a função de cada um. “Ao criar o perfil nas redes, dá a impressão de que abriu canal de atendimento, é preciso ter muita atenção de como prestar esse atendimento”, indica Messa.

Antes de começar a atender nas mídias sociais, veja a estrutura do seu negócio e se ele está pronto para fazer este atendimento, que deve ser rápido e funcionar a todo momento. “Tem que ser muito ágil, quase que imediato. Se não tem equipe para dar esse tipo de retorno, é melhor nem deixar essa porta aberta. Pode ter presença, mas deixar evidente que ali não é canal de atendimento e deixar claro quais são os melhores meios para esta finalidade”, diz o professor.

3. Fale de vários assuntos, não só do seu produto

Nas redes sociais, o usuário não espera receber só ofertas ou notícias sobre produtos. É preciso gerar conteúdo. “Falar só de produto não funciona em nenhuma rede. Além disso, é importante só falar a verdade”, indica Siqueira. Tenha uma frequência de postagens e não exagere na quantidade de posts.

4. Tenha uma linguagem própria

Tirando algumas exceções, a maioria das pessoas nas redes sociais espera uma linguagem mais informal. “É muito bom tentar ser mais informal com o relacionamento com o consumidor quando está nesse ambiente, porque tem essa proximidade com o consumidor. Não dá para colocar como regra, porque a empresa que tem como imagem ser formal não tem que aparecer com uma linguagem diferente”, ensina Messa.

Decidido se seu perfil vai atuar ou não como call center, é preciso que ele tenha linguagem própria. “O ideal é que o atendimento não siga o mesmo molde ou seja feito pela mesma equipe que faz o call center. A linguagem não é a mesma. O processo tradicional do call center que passa por etapas não funciona e pode acabar estimulando um crescimento de reclamações”, diz Messa.

5. Não implore participação

Ter mais compartilhamentos significa que mais pessoas vão conhecer seu negócio. Mas implorar para que os usuários curtam ou compartilhem algo não é o ideal. “Principalmente no Facebook, você vê marcas implorando com por favor, pedindo para curtir, comentar. O que é feio é quando o conteúdo não é interativo e você fica implorando por likes sem ser merecedor disso”, diz Siqueira.

Além disso, cuidado com o tal “comportamento de spammer”. “É querer crescer a base de qualquer forma. No Facebook, marcar as pessoas em fotos da empresa é muito chato. Pode dar visibilidade no curto prazo, mas ao longo do tempo pode prejudicar muito a reputação”, afirma. 

Fonte:Exame

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03 set 4 motivos para não usar Curta x Compartilhe em suas promoções no Facebook

Olá, como vai?

O Facebook lançou uma novidade que fez muitos profissionais reverem seus conceitos. Mesmo que rever seus conceitos, neste caso, não seja algo necessariamente legal. Bem, o fato é que as diretrizes do FACEBOOK para promoções mudaram.

A “novidade” foi divulgada na página de notícias do Facebook para Empresas, com o título “Agora ficou mais fácil administrar promoções no Facebook”. Será mesmo?

O que isso significa?

Muitas pessoas que trabalham com Facebook Marketing não sabiam ou não sabem que determinados tipos de formatos de promoções não eram permitidos pela rede social. Em linhas gerais, até então, todas as promoções no Facebook deveriam seguir (pelo menos) essas três regras:

  • Ser realizadas dentro de aplicativos (Sorteie.me, Yes Ganhei, por exemplo);
  • Não podia usar uma foto publicada no mural da página para realizar a promoção (Curta e Compartilhe essa foto para participar da promoção);
  • Não usar o “Curtir” do Facebook como mecanismo de votação (o comentário mais curtido ganha, por exemplo).

Bem, o fato é que agora é que muita coisa foi liberada! Você tem a liberdade de usar o mural da sua página para a promoção. Pode usar um aplicativo para tal também. Pode pedir para as pessoas curtirem, comentarem, votarem nos comentários,  mandarem mensagens e todo tipo de possível utilização que o Facebook possa oferecer para sua mente insana e criativa.

PORÉM, há duas restrições importantes:

  1. Não é permitido pedir para as pessoas “Compartilharem imagens ou sua promoção em seus perfis pessoais”. É o que diz o ponto 3 dos Termos para Promoções. “Timelines pessoais não devem ser usadas para administrar promoções (ex: “Compartilhe no seu perfil para entrar” ou “Compartilhe no perfil do seu amigo para obter entradas adicionais” não é permitido).”
  2. Também há restrição a não ser permitido às páginas incentivar as pessoas a se marcarem em fotos. Por exemplo, curta, comente, mande uma mensagem PODE. Curta,  comente, mande uma mensagem e marque seu perfil na foto, NÃO PODE. Agora ficou fácil.

Oh wait! Tem mais algumas coisas

Lembra-se de que há algumas semanas grande parte dos profissionais surtou com a portaria 422 e as regras de promoções de Sorteios Comerciais? Então, é muito importante que você compreenda que:

  1. Temos uma legislação que regulamenta sorteios e concursos culturais. Esta legislação vigora no BRASIL, as diretrizes do FACEBOOK, valem NO FACEBOOK e estão subordinadas à legislação;
  2. Essa legislação está ACIMA das diretrizes do Facebook;
  3. Ao fazer uma ação em sua página, em PRIMEIRO LUGAR atenda aos requisitos da LEGISLAÇÃO para tal. Se for um concurso cultural, atenda a regulamentação para tal (famosa portaria 422). Se for uma promoção comercial, atenda as normas e diretrizes do Ministério da Fazenda ou da Caixa Econômica Federal. (No meu curso Facebook para Empresas temos uma aula que trata sobre as promoções e concursos).

Por haver essa questão de legislação, o Facebook incluiu algumas coisas no seu Termo de Uso de Páginas, algo que eu tenho certeza que você nunca leu. Se você já leu, comente abaixo.

Vamos lá:

  1. Se você usa o Facebook para comunicar ou administrar uma promoção, você é responsável pela lei vigente daquela promoção, incluindo: 

a.      As regras (legislação) oficial;

b.      Oferecer termos e requerimentos de elegibilidade (ex. restrições de idade ou localização); e

c.       Conformidade com as regras e regulamentos aplicáveis ​​que regem a promoção e todos os prêmios oferecidos (ex: registro e obtenção de aprovações regulamentares necessárias)

 

2.       As promoções no Facebook devem incluir o seguinte:

a.    Um release completo sobre o Facebook para cada participante;

b.    O reconhecimento de que a promoção não é de forma patrocinado, endossado ou administrado por, ou associada, Facebook.

 

3.       As promoções podem ser administrados em páginas ou dentro de aplicativos no Facebook. Timelines pessoais não devem ser usadas para administrar promoções (ex: “Compartilhe no seu perfil para entrar” ou “Compartilhe no perfil do seu amigo para obter entradas adicionais” não é permitido).

 

4.   Nós não iremos ajudá-lo na administração de sua promoção, e você concorda que, se você utilizar o nosso serviço para administrar a sua promoção, você o faz por sua conta e risco.

Resumindo, você precisa atender, em primeiro lugar, a legislação para realizar sua promoção. Feito isso, você precisa atender as diretrizes do Facebook. Ok?

4 razões para não usar promoções de Curta x Compartilhe em suas ações de Facebook Marketing

Mesmo sabendo que temos a legislação, também sei que seria utópico esperar que todos pedissem autorização na Caixa para sortear um livro de R$9,90 ou um jantar com acompanhante.

Por isso, gostaria que PELO MENOS você não caísse na tentação de fazer promoções de Curta x Qualquer coisa. Sim, elas são ótimas para gerar engajamento, trazer novos fãs e fazer seus gráficos subirem muito. Porém, SEMPRE recomendo usar as promoções como mecanismo de captura de fãs de QUALIDADE e pensar nas promoções como forma de gerar ativos para sua empresa, ou seja, uma base de dados de potenciais clientes, por exemplo.

Por isso, quero trazer os pontos negativos de se fazer uma promoção neste molde em seu negócio.

1. Qualquer um curte e comenta qualquer coisa para ganhar

Fala sério! Se você vê aquela promoção de sushi que seu amigo compartilhou e “tudo o que você precisa fazer” é comentar a foto, claro que você vai. Mesmo que nem saiba direito de quem é a promoção. É muito fácil fazer isso.

Por isso, muitas empresas atraem usuários que não trazem interações de valor. A consequência disso? Pessoas que não vão interagir com você, não vão comprar de você, só vão sugar seus brindes.

Olhe o exemplo abaixo. A empresa postou uma promoção, choveram participantes. Depois, ela PEDIU para as pessoas votarem nela na Veja Comer e Beber, uma publicação importante para o setor que ela atua e veja a resposta do “fã”. Também costumo chamar esse tipo de fã de “fã-ntasma” .

promocao-face

#ficadica

Quando você usa um aplicativo para realizar a promoção, você faz a pessoa “caminhar mais” para participar. Ela terá que clicar no link do aplicativo, entrar nele, dar uma olhada e se inscrever. Isso cria um funil, onde só quem está a fim de ganhar vai participar e se cadastrar. É uma forma de filtrar as pessoas que participarão da promoção.

2. Você não tem uma forma TRANSPARENTE de realizar o sorteio

Quando você usa uma foto em um mural para fazer uma promoção, você não tem uma forma automática de saber quem está participando, quem comentou, quem curtiu. Tem que ser no olho e na mão.

Eu sei que você é honesto e pegará todos os nomes dos participantes, mas será que todos são assim? Por não haver um processo automático e transparente de sorteio, você pode ter problemas como o dessa festa. A promoção era entrar no camarim do Luan Santana. Era preciso compartilhar a foto e tal.

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O resultado? Falta de transparência no sorteio e MUITA GENTE #chatiada com o resultado. O pior! Com razão!

Veja aqui o resultado da “ação

#ficadica

Quando você usa um aplicativo, pode coletar o e-mail e nome da pessoa, por exemplo. Com isso, pode usar essa lista para fazer o sorteio de forma mais transparente. Você pode, por exemplo, imprimir o nome dos participante e jogar para cima, filmar e divulgar na sua página. Pirando um pouco, você pode fazer do sorteio algo realmente interessante e que engaje as pessoas.

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3. Você será um entregador de brindes

Quando se realiza uma ação de curta x compartilhe é bacana. Sua página bomba, seu chefe ou cliente fica loucão ao ver o número de fãs subindo e todo mundo “Curtindo sua página adoidado”. Mas, e depois que a promoção acabar? Você vai conseguir os fãs da sua página, pode ser que alguns realmente sejam seus fãs, mas a maioria queria apenas ganhar o prêmio. Aí, a festa acabou, a caravana passou e você vê seus gráficos de engajamento despencarem.

Para te animar, SQN, compartilho depoimento da Brícia, ex-aluna do Curso Facebook para Empresas

Tenho uma empresa de Fotografia e uma das coisas que mais fiz foi pedir para as pessoas curtirem minha pagina, pessoas que nem se quer se interessavam pelo meu trabalho. No final sabe o que me aconteceu? Fãs vazios e o publico que não pode pagar o meu trabalho. Infelizmente foi formando uma rede de um publico que eu não queria e hoje estou pensando em desfazer da minha pagina e fazer uma outra” .Brícia, ex-aluna do Curso Facebook para Empresas

#ficadica

Ao usar um aplicativo, por exemplo, você pode coletar o email das pessoas, criar uma base de dados e usar em ações em vários canais. Dentre minhas listas de email marketing, as que me dão mais retorno, ACREDITE, são as que construí com promoções, como a de 2 anos do Curso Facebook para Empresas.

 4. Não PODE usar Curta x Compartilhe, só Curta x Comente, Curta x Mande uma mensagem

Um motivo óbvio para não usar Curta x Compartilhe é que, pelos termos de uso de páginas, não pode pedir para a pessoa compartilhar a foto, vídeo wtv da promoção.

#ficadica

Então, se ainda quiser fazer esse tipo de promoção, boa sorte e não peça para o participante compartilhar.

#ficadica[2]

Essas são algumas razões pelas quais você, em minha opinião, não deve cair na tentação desse tipo de promoção. Se você quiser saber mais sobre estratégias de promoções, sugiro conferir o post “Palestra: Promoções no Facebook: o que pode e o que não pode?”. Nela você encontra um webinar que fiz e uma apresentação de slides.

Fonte:Imasters

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