01 out Autenticidade: 4 dicas para o sucesso das marcas na mídia social

Confira algumas recomendações para tornar autentica a narrativa das empresas nas redes sociais

Autenticidade: 4 dicas para o sucesso das marcas na mídia social

Uma voz autêntica é o que pode fazer ou quebrar a presença de uma marca em mídia social. Muitas vezes, as empresas esquecem que as redes sociais não são um canal para divulgar produtos, mas para permitir a ligação entre as pessoas através de uma variedade de relacionamentos. Por isso, os usuários de mídia social esperam que o perfil de uma marca seja honesto como um perfil de usuário comum, respeitando a inteligência e a narrativa presente nestas plataformas.

Exemplos negativos

Existem muitos casos conhecidos em que as marcas não conseguiram ser autênticas e receberam muitas críticas dos usuários. Em fevereiro deste ano, a American Airlines passou por uma situação desagradável. A marca fez uma promoção, na qual respondia os tweets dos usuários, independente qual fosse o conteúdo. Quando os usuários começaram a twittar insultos e críticas, a empresa continuou respondendo com tweets padrões. Esse tipo de postagem torna a comunicação inautêntica e impessoal.

Em janeiro, a rede de supermercados britânica Tesco também começou a ter problemas com os usuários por causa de tweets programados. A empresa sofreu com a revelação sobre a presença de carne de cavalo em diversos produtos. A empresa sofreu nas redes sociais, e praticamente parou de twittar conteúdo original, como receito de retaliações.

Dicas para autenticidade

Para ser autentica nas redes sociais, a marca precisa estabelecer estratégias antes mesmo de estar presente nas plataformas. Confira abaixo quatro dicas para conquistar essa autenticidade no mundo social.

1- Tornar o perfil mais pessoal possível: A melhor maneira para melhorar a presença de uma marca na mídia social é fazer com que os usuários se identifiquem com o conteúdo. Os consumidores gostam obter informações com uma perspectiva privilegiada. Respostas em tempo real para perguntas dos usuários reais e reclamações também são um enorme sucesso.

2- Evite scripts e horários: Os tweets programados, que seguiam scripts, podem facilmente sair pela culatra. Evite padronizar as postagens. Se você agendar suas mensagens, pelo menos, certifique-se de verificar e pausar a programação em face de uma tragédia nacional ou uma crise dentro da marca.

3- Nunca utilize tragédias: Falando de tragédias nacionais , nunca é uma boa ideia usá-las para seu próprio benefício. Esta estratégia raramente (ou nunca) engana os clientes, particularmente aqueles na área afetada pela tragédia.

4- Seja criativo: A peça mais importante de autenticidade em mídias sociais é ser criativo. A mídia social se destina a ser constantemente mudados à medida que os usuários postam diferentes tipos de atualizações sobre si mesmos e sobre suas vidas. Da mesma forma, sua marca deve estar postando conteúdo novo e inovador em uma variedade de formatos para manter os usuários engajados.

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01 out 5 dicas de endomarketing para você aplicar na sua empresa

5 dicas de endomarketing para voce aplicar na sua empresa

Para uma empresa conquistar clientes, parceiros e ser reconhecida no mercado, dentre outras ações, é essencial trabalhar sua comunicação. A forma como você ‘fala’ para seus consumidores faz toda a diferença em como eles perceberão sua marca.

Chamamos isso de imagem projetada (forma como você se coloca para o mercado e clientes) e imagem percebida (forma como os consumidores realmente veem a sua marca). A reputação da empresa vai depender da forma como os seus clientes enxergam a organização. No entanto, existem algumas ações e posicionamentos de marketing – que podem ser previstos em um planejamento estratégico – que podem induzir os consumidores a olhar para os pontos positivos que você deseja destacar.

Dentro do que chamamos de comunicação integrada, uma das formas de fazer isso é trabalhar o seu público interno. A palavra ‘mágica’ é Endomarketing – que de mágico mesmo não tem nada. Endomarketing é uma prática corporativa que adapta estratégias e elementos do marketing tradicional para o público interno de uma empresa. Por lidar com o quadro de funcionários, as ações estipuladas afetam, direta ou indiretamente, os recursos humanos e a relação entre os colaboradores.

Essas ações de marketing institucional dirigidas ao público interno visam estimular o ambiente dentro da organização, motivando as pessoas, aprofundando o compromisso com a empresa e fortalecendo os laços internos. O objetivo final é conquistar bons resultados mercadológicos, econômicos, administrativos e humanos.

Conheça alguns exemplos de ações de endomarketing que você pode adotar em sua PME.

– Comunicação interna: é possível criar canais de comunicação, em uma via de mão dupla (na qual a empresa fala e também escuta o colaborador). Alguns veículos comuns são os boletins informativos, mural, jornal interno e intranet.

– Pesquisa de satisfação ou de clima: costuma ser realizada semestral ou anualmente e permite que os sócios avaliem o clima organizacional da empresa, pontuando falhas na comunicação ou potenciais problemas com seus funcionários.

– Eventos e iniciativas de integração: happy hours e festas pontuais, como as de final de ano, são alguns dos casos mais comuns. No entanto, a empresa pode ir além e criar grupos que tenham a intenção de desenvolver algo ausente ou complementar aos objetivos corporativos. Exemplos: grupo de estudos, para promover o aprendizado coletivo e o trabalho colaborativo; grupos de corrida ou de exercício coletivo, para estimular o sentimento de ultrapassar obstáculos; grupos de auxílio a entidades carentes ou de reciclagem, para incentivar a colaboração e o pensamento sustentável e social. Esses são apenas alguns dos exemplos mais comuns que podem e devem ser personalizados de acordo com a organização, seus valores e perfil dos funcionários.

– Palestras/eventos motivacionais: em momentos pontuais, como fusões, ampliação da empresa e até mesmo início de ano, as palestras motivacionais funcionam como um “plus” na hora de motivar seus funcionários a crescer ou focar em um projeto.

– Benefícios extras: além de vale alimentação, transporte e assistência médica e odontológica, existem outros benefícios que podem ser oferecidos aos colaboradores, especialmente em startups e nas pequenas e médias empresas. Dependendo do perfil da sua organização, home office, vale-academia ou convênio com alguma próxima ao local de trabalho, horário flexível e espaço para pets ou crianças pequenas são algumas opções interessantes para serem adotadas. Isso estimula a qualidade de vida e permite uma flexibilidade na vida pessoal que fará toda a diferença na forma como seus funcionários o enxergam.

Vale lembrar que nada disso funcionará se o intuito de motivar os colaboradores não for real. Logicamente, a ideia é trazer mais qualidade para a rotina para que ele trabalhe e produza melhor. No entanto, as pessoas sabem quando estão sendo manipuladas e quando recebem uma oportunidade idônea.
Em resumo, ao comunicar corretamente os valores da sua empresa, motivar seus funcionários e estabelecer ações que estimulem o sentimento de pertencimento à organização, você estará fomentando fãs naturais da sua marca. E os funcionários são alguns dos melhores porta-vozes que uma empresa pode ter. Fica a dica.

Fonte:Pensando Grande

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01 out “O Brasil ainda engatinha no marketing esportivo”

Às vésperas de sediar dois grandes eventos esportivos, Copa do Mundo (14) e Olimpíadas (16), o Brasil vê crescer o interesse das marcas no esporte. Entretanto, o segmento de marketing esportivo ainda engatinha no País, de acordo com os principais especialistas no tema.

O momento é de grande oportunidade e, evidentemente, há um longo potencial pela frente. Para discutir essas e outras questões que permeiam esse universo, o Adnews na TV entrevistou Fábio Wolff, sócio diretor da agência Wolff Sports, campeã no quesito fechamento de patrocínios no País.

“O marketing esportivo está se desenvolvendo de forma mais profissional e acelerada, mas é um segmento onde há muito para fazer no País. O Brasil ainda engatinha perto do que já acontece nos Estados Unidos e na Europa”, analisa Fábio Wolff.

O especialista em marketing esportivo também falou sobre a cultura (ou a falta dela) do esporte no Brasil, um dos problemas que freiam o progresso do mercado. “A falta de base e investimento no esporte não atrapalha apenas o desempenho dos atletas, mas também na parte do marketing, no desenvolvimento do atleta como produto de mídia. Hoje temos poucos atletas considerados atletas de mídia. Os poucos que temos são mal trabalhados”, explica.

Confira a entrevista completa:

1º Bloco – Amadurecimento do marketing esportivo no Brasil

 2º Bloco – A falta de Investimento na cultura do esporte

 

3º Bloco – Formatos de patrocínio e o leque de oportunidades

Fonte: Adnews

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01 out Como tornar o seu aplicativo popular na internet

como tornar seu aplicativo popular na internet

Muitas empresas ainda estão na etapa de começar a descobrir o potencial das plataformas móveis na melhoria de processos, no engajamento de seus clientes e no aumento de vendas. Para desenvolvedores de aplicativos esse mercado tem se mostrado aberto a possibilidades, ainda que um de seus maiores desafios seja tornar sua oferta um sucesso na internet.

O que sabemos hoje é que já existem resultados tentadores. A Starbucks é um bom exemplo, esta rede multinacional de cafés usa uma solução que processa 4 milhões de dólares por semana por meio de vendas via dispositivos móveis. Outro caso é o da Walgreens, rede norte-americana de farmácias, na qual 40% de sua receita correspondem a transações via mobile. Dados assim evidenciam que estamos no início de uma nova fase na indústria tecnológica.

Inicialmente, os principais canais de distribuição de aplicativos App Store e Google Play fizeram um excelente trabalho em abrir o mundo desses produtos aos usuários. Porém, hoje essas plataformas atrapalham o mercado de lançamento de aplicativos, uma vez que limitam a descoberta de novidades, concentrando a maior parte de seu conteúdo em rankings.

Parte do problema de visibilidade dos aplicativos se deve ao fato de terem uma abordagem diferente da dos websites. Na web, o usuário precisa apenas acessar um link, enquanto que via mobile ele necessita baixar a aplicação antes de usá-la. Com isso, produtos de qualidade, ainda que pouco conhecidos, podem acabar sendo ofuscados. E, para evitar que isso aconteça com o que foi desenvolvido pela sua empresa, é preciso ser criativo.

Uma das estratégias para driblar a limitação é a busca de presença nas mídias sociais. O uso destes canais pode trazer mais downloads para a sua aplicação, reforçando ainda a relação do produto com a dos seguidores de determinada mídia. Blogs especializados, por exemplo, atingem um público altamente segmentado e ligado ao conteúdo. Por isso, recomendo procurar blogs são só relacionados à plataforma desenvolvida, mas também ao nicho com o qual ela se conecta.

Há também a possibilidade de buscar divulgação no Facebook, que oferece espaço para anúncios. Através dele é possível comercializar instalações do seu aplicativo, bem como monitorar exatamente quantas delas são realizadas. Outros grandes aliados são vídeos promocionais, muito eficazes para colocar em evidência, além de explicar o uso de um novo aplicativo. 

Artigo foi encaminhado por Thiago Peres, diretor da Ideais Mobile

Fonte:Adnews

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01 out Rock in Rio: o desempenho dos patrocinadores nas redes sociais

rock in rio os patrocinadores nas redes sociais

Utilizando a ferramenta IndexSocial, a agência Espalhe MSLGROUP criou um infográfico que traz um mapeamento completo de informações de audiência e engajamento das marcas patrocinadoras do Rock in Rio. O panorama da atuação das marcas e a resposta do público nas redes sociais permite avaliar como os principais patrocinadores buscaram expandir o seu investimento para além do público que esteve presente na Cidade do Rock.

Confira:

Fonte: Adnews

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27 set Email Mobile: Construíndo emails para dispositivos móveis

 O área de dispositivos móveis é hoje uma das mais promissoras dentro de qualquer assuntos relacionado a comunicação, quando falamos de email não é diferente. Enquanto o acesso a websites através de smartphones já passa de 17% a nível mundial  – com um média de 7% na América do Sul -, nos emails a porcentagem é muito maior. Segundo a Litmus, uma das principais empresas de email do mundo, a abertura de emails em dispositivos móveis chegou a 47% no último mês, com previsão de 50% até o final do ano. Nesta pesquisa não há um dado específico sobre o Brasil, mas usando por base a outra pesquisa, podemos ter certeza que este valor deve passar de 20% por aqui.

Se os sites ainda não estão preparados para os dispositivos móveis, o que vamos falar dos emails? Ainda segundo a Litmus, o iPhone é o principal cliente de abertura de emails, com cerca de 1/4 das aberturas atualmente – Os outros clientes, como Outlook, outros dispositivos móveis e o próprio Apple Mail em geral estão fragmentados, então ainda há mais gente abrindo em desktop do que mobile. Devemos lembrar também que apesar de o iPhone ser o principal dispositivo de abertura, boa parte destes aparelhos estão configurando com diferentes provedores de email, como Gmail, Outlook, Yahoo e tantos outros.

Mas o meu email abre no smartphone, por que devo me preocupar?

Assim como no caso dos websites, é muito difícil convencer alguém de que é importante prestar atenção nos dispositivos móveis em geral. Existe uma ideia de que apenas o fato de o site abrir em um smartphone torna ele pronto para ser utilizado nestas plataformas, o mesmo acontece com os emails. Mas há uma diferença muito grande em funcionar e ser acessível.

Neste contexto, funcionar significa que a mensagem abre, mesmo que demore para carregar, seja pesada e mostre informações que precisem de zoom para serem lidas. Isto serve tanto para sites como para emails, mas com a diferença de que praticamente nenhum aplicativo de email para smartphones permite você dar zoom no conteúdo do email, o que inviabiliza a pessoa acessar boa parte do conteúdo que ali se apresenta.

Existem dois grandes problemas de tornar a sua mensagem inacessível dentro dos smartphones.

  1. Desistência: Se o seu cliente/consumidor tem costume de abrir os seus emails através do smartphone dele e perceber que toda vez que abre tem dificuldade de acessar o conteúdo (fonte pequena ou botões ruins de clicar), ele irá parar de abrir os seus emails, podendo até colocar como spam ou solicitar que você pare de lhe mandar mensagens;
  2. Desperdício: Outro problema de ignorar este público é desperdiçar mais de 20% do seu público. Sabemos que cada clique de um email vale muito, então devemos nos preocupar em deixar ele o mais acessível possível para todos que recebem aquela mensagem. O que adianta otimizar seu email para o Gmail se há uma grande chance de ter muita mais gente abrindo ele no iPhone?

Construção de email responsivo para uso em peças de marketing

Para quem não conhece, já falamos bastante aqui sobre o design responsivo. Apesar de o cenário de diferentes tamanhos de telas ser muito mais crítico para o desenvolvimento para desktop, esta parece ser a melhor solução para trabalhar com emails mobile dentro dos smartphones.

O foco da construção de emails responsivos é conseguir levar uma mensagem eficaz para quem está acessando através do smartphone sem sacrificar nenhum pixel quando aquela mesma mensagem for aberta em um webmail ou aplicativo de email no desktop. Assim como na construção de um site, você não precisa construir um código do zero, basta usar os exemplos de framework que indicamos no final deste artigo – é importante lembrar que muitos serviços de email, como Mailchimp, já oferecem templates de email mobile e/ou email responsivo.

Nem tudo são flores, há muitos problemas

Assim como qualquer nova tecnologia, existe vários problemas relacionados ao trabalho com email desenvolvidos para smartphones. O principal deles está ligado a falta de padronização das tecnologias adotadas pelos serviços e clientes de email, cada um adota diferentes padrões HTML o que dificulta a utilização de códigos muito complexos. Cada cliente de email tem as suas próprias características, quem trabalha com desenvolvimento de peças de email marketing sabe do que eu estou falando.

Por esta razão, o desenvolvimento de email mobile é bem complicada e deve ser feito com muito cuidado. Não é por acaso que a maioria dos frameworks de email responsivo ainda trabalham com tabelas, que acabam -infelizmente- sendo uma das únicas formas de conseguir criar um layout estruturado dentro dos clientes de email, já que a maioria deles tem um suporte muito ruim as div.

Na tabela abaixo (acesse versão completa aqui) você consegue conferir qual o suporte que os principais clientes de email dão para diferentes estilos de CSS. É interessante salientar que inicialmente quase nenhum deles dá suporte ao email responsivo, mas neste caso ele se refere aos “media queries“, que são a principal propriedade de CSS utilizada para criar websites responsivos, mas que não é realmente necessária no caso dos emails.

tabela suporte css html dentro email marketing Email Mobile: Construíndo emails para dispositivos móveisPedaço da tabela de suporte de CSS dos clientes de email.

Não tenho tempo para desenvolver para mobile, o que devo fazer?

Primeiro recomendo ler este artigo novamente. A nível mundial, praticamente metade dos emails são aberto em dispositivos móveis, no Brasil não vamos demorar muito para chegar a números parecidos. Caso você ainda ache desnecessário, recomendo que ao menos procure melhorias básicas. Abra o email marketing de sua empresa no celular e identifique possíveis melhorias, as vezes apenas a mudança do tamanho da fonte já causa um impacto satisfatório no acesso através de smartphones.

Templates e FrameWorks:

Antwort

O Antwort é um projeto open source de template para criar emails responsivos. Segundo a descrição do projeto, ele oferece uma compatibilidade quase completa com todos os grandes clientes de email da atualidade.

internations.github.io/antwort/

Zurb Email

Dos mesmos criadores do framework Foundation, estes diferentes templates de email responsivo funcionam em praticamente todos os grandes clientes de email atuais.

zurb.com/playground/responsive-email-templates

Diversos templates de email responsivo prontos

Nesta página você encontra diferentes layouts de email mobile para utilizar em sua campanha.

briangraves.github.io/ResponsiveEmailPatterns/

Leituras complementares:

Market share dos clientes de email – Mundial

Confira nesta página os dados atualizados dos 10 principais clientes de email a nível mundial – É o suficiente para se basear no Brasil.
emailclientmarketshare.com/

10 exemplos de email com design responsivo

Neste blog americano você pode conferir 10 exemplos de marcas que já usam a técnica de email responsivo, trabalhando inclusive com versões para desktop, tablets e smartphones.

econsultancy.com/us/blog/63427-responsive-email-design-10-great-examples

Tabela de compatibilidade do email mobile com os principais apps para smartphone

Neste post do Litmus, você confere como funciona o suporte dos principais clientes de email mobile em relação ao suporte de emails mobile.

litmus.com/blog/mobile-email-compatibility-guide-what-works-where

Empresa aumentou o CTR de seu email em 10% apenas usando email responsivo

litmus.com/blog/responsive-email-testing-yields-higher-click-rate-deckers

Mais de 20 páginas sobre email mobile

Confira a publicação feita pelo pessoal do Mailchimp sobre o desenvolvimento de email focados em dispositivos móveis.

mailchimp.com/resources/research/email-on-mobile-devices/

Fonte:Midiatismo

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