30 out Dicas para bombar o canal de sua marca no Youtube

O Socialbakers, empresa de análise de dados sociais, compartilhou algumas técnicas simples para deixar o canal de sua empresa no YouTube mais atrativo.

As dicas são variadas e vão desde o visual dos canais como a duração dos vídeos.

Dê uma aparência simpática ao seu canal

 A “embalagem” de seu canal é essencial, afinal, a primeira impressão é a que fica. E não é só na home de seu canal, mas também na miniatura do vídeo. Aproveite que o Youtube disponibiliza a opção de produzir uma miniatura personalizada.

Não utilize um trecho do vídeo como miniatura.

Quer um exemplo? Perceba as miniaturas dos dois vídeos abaixo. Ambos são do Porta dos Fundos, mas apenas um utiliza a miniatura de maneira eficaz.

Lembre-se também de refletir a personalidade de sua marca na foto de perfil e capa de seu canal.

Crie vídeos mais curtos

Transmita a sua mensagem. Ponto final. Esqueça os takes de vídeos institucionais, longas aberturas, não floreie o material apenas para agradar o cliente, ao contrário, explique que isso irá expantar a audiência, gerando menos views.

Veja o gráfico abaixo. Nele, vemos que a maioria das marcas, de diferentes setores, optam por fazer upload de vídeos com menos de 3 minutos.

Vine, Instagram e os vídeos mobile

Lembre-se, não é preciso uma superprodução para se destacar. Use a criatividade para aproveitar o Vine e o Instagram, onde vídeos de até 6 e 15 segundos, respectivamente, podem ser disponibilizados. Veja o exemplo do Tide por exemplo:

É uma bela oportunidade para atrair audiência mobile.

Surfe na onda dos virais

Fique ligado no que está rolando nas redes. Veja o exemplo do Harlem Shake por exemplo. À época do viral, Google, Intel, Facebook e outras empresas aproveitaram a onda e divulgaram suas marcas.

Está em suas mãos

Não basta sentar e esperar o tráfego. Tire o máximo de proveito de outros canais como Facebook, Twitter, Google+, seu blog ou site para promover seu vídeo e para criar o buzz que você precisa para torná-lo viral.

Aqui estão algumas dicas úteis do criador de virais Michael Dubin .

– Divirta-se. Se você está se divertindo, os telespectadores vão se divertir.

– Lembre-se: vá direto ao ponto.

– Falar sobre coisas relacionadas ao core business.

– Utilize a comédia para contar uma história ao mundo dos negócios.

– Tenha uma razão de ser, sua empresa não pode estar no Youtube apenas por estar. Planeje.

– Surpreenda. As pessoas estão esperando uma coisa, mas o inesperado é o que faz algo cômico “bombar”.

Via Socialbakers

Fonte: Adnews

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30 out Sua marca já está aproveitando a nova timeline do Twitter?

Esta semana, o Twitter anunciou mudanças que objetivam valorizar vídeos e fotos na timeline do microblog. O feed da rede social vai ficar mais parecido com Instagram e Facebook, por exemplo. Sua marca já está aproveitando a novidade?

A intenção do microblog é que o usuário não precise deixar a timeline para responder, dar rt ou curtir um tweet. Ou seja, as empresas que estiverem por lá devem optar pela postagem exclusiva de conteúdo nas ferramentas do próprio Twitter. Significa que uma foto postada no pic.twitter.com, por exemplo, terá, possivelmente, mais impacto que uma imagem linkada do Instagram.

Como analisa o BuzzFeed, parece que as redes sociais buscam o feed perfeito para que o usuário não queira sair dele. Nessa missão, elas se inspiram umas nas outras. O Twitter, por exemplo, mudou o botão “favorito” para “curtir”. O Facebook e o Instagram implementaram as hashtags.

Agora é a vez do microblog apelar mais para as imagens. Alguns dos maiores momentos da rede social envolvem fotos. Por exemplo, o tweet mais retransmitido de 2012: “Mais quatro anos“.

Quando o assunto são as marcas, quem já está aproveitando a novidade é a marca de biscoitos Oreo. Visite o perfil aqui.

Veja como está a nova timeline:

Fonte:Adnews

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28 out O que o Google diz sobre a publicidade

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Uma campanha desenvolvida por Christopher Hunt, da Ogilvy & Mather de Dubai, em parceria com a ONU Mulheres, que utiliza o recurso autocompletar do Google para mostrar o preconceito em relação ao sexo feminino vem dando o que falar mundo afora . Pensando nisso, o Adnews resolveu fazer o mesmo, mas com temas relacionados à publicidade brasileira, como a fanpage “Casa dos Focas”, que fala sobre jornalismo, fez neste post, mas com mais exemplos.

 

Seguindo o mote da campanha, frases como “publicitário é” e “comercial do” foram escritas com o objetivo de saber o que os internautas têm procurado no maior site de buscas do mundo.

 

Confira:

 

Quado o termo publicitário é buscado

 

Os resultados variam entre dúvidas quanto a profissão e a busca por uma notícia de um assassinato.

 

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O que é publicidade?

 

O recurso exibe, entre outros resultados, a frase do fotógrafo Oliviero Toscani.

 

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Washington Olivetto

 

Um dos maiores expoentes da publicidade nacional, o nome de Olivetto ainda aparece ligado ao seu sequestro, ocorrido em 2001 e finalizado em 2002.

 

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Conar

 

Parece haver certa dúvida em relação ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária.

 

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Roberto Justus

 

Justus talvez seja a figura midiática ligada ao mundo da publicidade mais evidente do Brasil. Nas buscas do Google, a palavra “arrogante” aparece ao lado de seu nome.

 

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Publicitária

 

Quando a palavra publicitária é buscada, um dos destaques é Renata da Paz Ataíde, publicitária que perdeu o olho durante protestos ocorridos no centro do Rio este ano.

 

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Propaganda do…

 

Joel Santana aparece no topo quando os termos buscados são “propaganda do…”

 

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Comercial do…

 

O filme de Dolly parece fazer bastante sucesso entre os usuários do Google.

 

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Coca

 

Já a Coca-Cola aparece no topo quando “comercial da…” é colocado na busca.

 

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Bordão que caiu na boca do Google

 

Se buscarmos o termo “a carne é”, adivinhem qual o segundo resultado.

 

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Pior

 

E quando o assunto é o pior comercial do mundo, o resultado é o embate entre a Selaria Texana e a Alphagraphics (veja os comerciais abaixo). 

 

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Fonte: Adnews

 

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28 out Consumidores brasileiros querem mais das marcas

Consumidores brasileiros querem mais das marcas

Com o avanço da internet, as novas mídias digitais, os dispositivos móveis, além de outras tecnologias e formatos de mídia, o consumidor está cada vez mais exigente. Além disso, ele ganhou voz ativa e muito mais poder no diálogo com as marcas. Todo esse cenário aumentou significativamente o desafio das empresas.

Estudos ajudam a iluminar os difíceis caminhos que precisam ser trilhados para manter um trabalho de marketing de qualidade. A Edelman Significa apresentou ontem (25) o seu estudo Brandshare, em sua primeira edição, que foi conduzido junto a 11 mil pessoas em oito países. Foram avaliadas globalmente 212 marcas – 68 no Brasil -, o que permitiu traçar um mapa dos comportamentos que influenciam na propensão ao uso, recomendação e compra.

Confira os principais insights da pesquisa:

Compartilhar entra definitivamente na agenda estratégica das marcas no Brasil. A esmagadora maioria dos brasileiros (87%) deseja que as empresas, por meio dos seus produtos e serviços, realizem isso de forma mais eficaz. No entanto, apenas 16% consideram que as marcas efetivamente o façam.

No Brasil, em geral, o nível de expectativa em relação ao compartilhamento das marcas é muito superior às médias globais. “Conseguimos definir um novo princípio para estratégias de marca. A partir da premissa de que o consumidor deve ser o elemento central, os maiores retornos são alcançados quando são priorizados conteúdos e atividades planejadas a partir de suas necessidades e interesses”, constata Jennifer Cohan, presidente global da prática de Consumo da Edelman.

Marcas que compartilham suas trajetórias, tanto no Brasil quanto no mundo, têm um ganho proporcional na propensão ao consumo, ainda que este não seja particularmente o comportamento mais desejado. Neste sentido, as formas de compartilhamento mais relevantes no Brasil, ou seja, desejadas porém ainda não atendidas, são aquelas relacionadas a objetivos comuns e produtos, o que sinaliza, por exemplo, um grande potencial para envolvimento de consumidores em programas de cocriação. Quanto mais abertas e transparentes, maior será o potencial de engajamento das marcas.

“A abordagem do marketing agora deve ser multidisciplinar”, diz Alan Vandermolen, presidente de práticas globais na Edelman. “Os profissionais da área devem evoluir, passar de um modelo linear e tradicional de grupos focais, no qual o consumidor é envolvido apenas nas etapas finais, para um modelo que envolva os consumidores em absolutamente todas as fases do desenvolvimento de produtos. Marcas também devem integrar o marketing com as narrativas da comunicação corporativa e emitir uma mensagem única e forte. Neste cenário, os canais de engajamento devem ser adaptados para permitir cada vez mais o compartilhamento eficaz”.

Diálogo: uma via de mão dupla

Haver canais que permitam fazer perguntas e expressar opiniões é o comportamento mais importante nesta dimensão (74%) para os brasileiros. Entretanto, a performance percebida das marcas fica muito aquém (15%). Outra importante diferença é identificada na forma como as marcas escutam e respondem às demandas. O nível de importância é de 72% e a entrega, de 12% apenas.

Em geral, as pessoas desejam que marcas as escutem, mostrem interesse genuíno naquilo que têm a dizer e, acima de tudo, tomem atitudes a partir do que escutam. Essa expectativa é válida para todas faixas etárias, em especial para aqueles acima de 45 anos. No Brasil, 53% deste grupo afirmam querer se engajar em conversas mais relevantes com as marcas.

Experiência: todas as ocasiões são especiais

86% dos brasileiros dizem querer se engajar em experiências promovidas por marcas e 64% consideram esta atitude importante.

Sobre o dado, Yacoff Sarkovas, CEO da Edelman Significa, comenta: “temos visto uma grande evolução das marcas neste terreno, que aplicam cada vez mais a promoção de experiências como estratégia para reforçar suas mensagens e atributos. O impacto dessas ações, entretanto, será maior quando considerados os interesses e expectativas do público que deseja engajar”.

Objetivos: queremos atingir as mesmas coisas

Equilibrar a vida financeira ou desenvolver a comunidade local podem ser objetivos almejados tanto por consumidores quanto por marcas. Quando esses objetivos se encontram, isso é reconhecido. No Brasil este é o elemento que apresenta a maior correlação entre valor gerado ao negócio e demanda não atendida.

Dentre os entrevistados brasileiros, 87% valorizam marcas que os ajudam a atingir seus objetivos. O número é similar globalmente – 90%. Esta é também a dimensão que apresenta o maior gap entre importância (80%) e percepção de entrega (15%).

Valores: acreditamos nas mesmas coisas

Os valores da marca também são relevantes na propensão ao consumo. 88% dos brasileiros desejam fazer negócios com marcas cujas crenças vão ao encontro das suas. Outro aspecto demandado é o aumento da transparência em relação à cadeia produtiva – 43% no Brasil e 47% globalmente. Ampliar a contribuição para a comunidade onde se opera também é apontado por 43% dos brasileiros como prioridade.

Produto: criamos juntos

Trazer os consumidores para os processos de criação de produtos é a segunda variável em termos de correlação entre expectativa e influência nas decisões de compra no Brasil. Aqui, o interesse em cocriar é citado por 88% dos entrevistas. No mundo, trata-se da principal variável e 91% dos entrevistados desejam ser envolvidos nos processos de design e desenvolvimento de produtos. Nesta dimensão, os brasileiros se destacam em relação à importância atribuída à transparência e honestidade sobre a performance dos produtos, com a média mais elevada dentre todos países pesquisados – 87%.

História: nós crescemos juntos

A demanda às marcas para compartilhar suas histórias é a mais baixa dentre todas dimensões, tanto no Brasil quanto no resto do mundo. Ainda que não desejada, em todos lugares identifica-se que o fato de marcas falarem sobre sua trajetória tem a mais alta influência na propensão ao consumo.

Fonte: Adnews

 

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28 out Como pequenas e médias empresas podem tirar proveito do Twitter

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Todos os dias, donos de pequenas e médias empresas nos perguntam como o Twitter pode ajudá-los. Como têm recursos e tempo limitados, eles querem provas de que ações no Twitter podem gerar negócios no mundo real. Para ajudar a entender o valor do Twitter para PMEs, pedimos à Market Probe International para realizar uma pesquisa com 500 pessoas, em vários segmentos dos EUA e do Reino Unido, que seguem pequenas e médias empresas no Twitter. Acreditamos que as descobertas são úteis para muitos tipos de pequenos e médios negócios.

Aqui está o estudo completo; segue abaixo as principais conclusões:  

1. Seguidores geram vendas e recomendações.
Pessoas têm mais probabilidade (72%) de fazer uma compra de uma pequena ou média empresa depois de seguí-la ou interagir com ela no Twitter. Também notamos um aumento (30%) em pessoas que são propensas a fazer recomendações. Por que recomendações importam? Porque elas geram tráfego: 86% dos respondentes afirmaram que é mais provável que eles visitem um pequeno negócio depois que um amigo o recomenda.
Conclusão: Os seguidores podem não apenas se tornar clientes, mas também falar sobre você, trazendo ainda mais clientes.

2. Seguidores têm uma conexão emocional com as PMEs.
Uma das razões mais mencionadas (63%) pelas quais as pessoas seguem PMEs é para demonstrar seu apoio àquele negócio. A maior parte das pessoas (85%) também dizem que se sentem mais conectadas a uma PME depois de seguí-la. Isso pode explicar por que os seguidores das PMEs têm mais probabilidade de realizar uma compra e recomendar esse negócio.
Conclusão: O Twitter ajuda as PMEs a se conectar com clientes novos e antigos de uma forma que os faz sentir bem.
Agradeça os seus seguidores pelo apoio deles com ofertas especiais que estão disponíveis apenas para os usuários do Twitter.

3. Seguidores querem saber das novidades e dar feedback.
Uma razão comum pela qual as pessoas seguem PMEs é para saber antes de lançamentos de produtos (73%). Mas eles também querem mais do que só consumir informação no Twitter; eles querem dividir ideias e receber respostas nas interações (61%). Como uma PME, essas podem ser as principais razões pelas quais você decidiu usar o Twitter para o seu negócio.
Conclusão: Aprofunde as conexões com seus seguidores atuais e atraia novos dando o que eles querem: convide os seguidores para compartilhar suas ideias, fazendo perguntas e dando feedback. Satisfaça a curiosidade sobre os novos produtos oferecendo uma “espiada” exclusiva no Twitter.

4. Marketing com o Twitter te ajuda a chegar a novos clientes.
Um terço (34%) dos respondentes dizem que eles interagiram com uma PME depois de ver um anúncio no qual aparece o handle do Twitter da marca. As pessoas que vêem um Tweet Promovido de um PME que se relaciona com seus interesses ou necessidades têm mais probabilidade (32%) de visitar o negócio.
Conclusão: Anúncios do Twitter podem ajudar você a expandir o alcance da sua mensagem além da sua base de seguidores e encontrar outros que também se interessam pelo seu negócio.
O estudo confirma que as pessoas querem saber das PMEs e interagir com elas no Twitter. Além disso, se você pedir ideias aos seus seguidores, responder e oferecer uma visão exclusiva, é mais provável que eles realizem compras e façam recomendações.

Por Tim Perzyk (@tperzyk), Manager, Twitter Ads Research, publicado originalmente no blog do Twitter

Fonte:Adnews

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28 out Instagram revela seu primeiro formato publicitário

Publicações “Sponsored” poderão ser ocultadas pelos usuários

A introdução de anúncios já era sabida faz tempo, mas hoje o Instagram revelou uma amostra de como o seu primeiro formato publicitário irá aparecer na timeline dos usuários.

Segue o mesmo padrão de qualquer publicação da rede social, seja foto ou vídeo, mas incluindo um ícone de “Sponsored” no canto superior direito, além da possibilidade de ocultar o anúncio. Caso um usuário decida por isso, poderá dizer o motivo de não ter gostado da publicidade.

Assim como todo mundo, o Instagram deseja incentivar anúncios criativos e engajadores. Esse primeiro teste será realizado apenas nos Estados Unidos, com uma veiculação sobre o próprio aplicativo. É uma maneira de fazer a audiência se habituar com formato.

instagrampropaganda

Fonte:Brainstorm9

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