29 abr Vendas online são arma de empresas de e-commerce contra a crise

Empresas com forte atuação no e-commerce resistem à crise graças ao salto nas vendas online, Assim, grandes varejistas são impulsionados na Bolsa e conseguem enfrentar a queda no mercado financeiro, informou a Folha de São Paulo.

Um exemplo é a Amazon. Nesta semana, segundo a Folha, a gigante americana do e-commerce, atingiu valor de mercado recorde. Com a pandemia de coronavírus e consequentemente, a paralisação das atividades econômicas. as principais Bolsas globais tiveram uma grande desvalorização, em março.

Inicialmente, as empresas de saúde e biotecnologia foram as primeiras a escapar do movimento. Mas o e-commerce também foi resistente.

Pesquisas apontam que vendas online saltaram durante a quarentena, especialmente as de itens essenciais, como alimentos, remédios e produtos de higiene. Mas paralelo a isso, eletrônicos,videogames, roupas e maquiagem também têm sido mais procurados nas plataforma.

O Magazine Luiza foi um exemplo no Brasil, informou a Folha. Em 2019, 48% da receita da companhia veio das vendas online, a grande aposta da varejista. A empresa tem um caixa robusto para atravessar a crise. Isso reflete na na baixa queda de vendas, com das ações 6,5%, enquanto o Ibovespa desaba 31,7%.

No mercado global, a Amazon atingiu valor de mercado recorde, a US$ 1,2 trilhões. A empresa viu a demanda nos Estados Unidos explodir. Levando-a a aumentar em mais de 20% em seu quadro de empregados em apenas um trimestre.

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29 abr Carrefour Brasil vê e-commerce triplicar após coronavírus, mas custo operacional cresce

O Carrefour Brasil viu seu comércio eletrônico mais que triplicar no último mês como resultado das medidas de isolamento social para conter o novo coronavírus, afirmou à Reuters o diretor presidente da varejista, mesmo com crescentes desafios operacionais em meio à pandemia.

Em apenas 15 dias a subsidiária do grupo francês Carrefour tomou 240 decisões para responder ao crescimento da demanda nas lojas físicas e online no Brasil, incluindo novas medidas sanitárias para proteger empregados e clientes, além de contratações e congelamento de preços.

“Antecipamos algumas ações porque já tínhamos experiência com essa epidemia na Europa, onde começou algumas semanas antes, e agora já estamos até compartilhando iniciativas do Brasil com a França”, disse o diretor presidente Noël Prioux em entrevista na sexta-feira.

Com cerca de 3 mil funcionários afastados das funções por pertencerem ao grupo de risco ou apresentarem sintomas de Covid-19, o Carrefour Brasil abriu 4 mil vagas temporárias e planeja contratação de mais 1 mil nos próximos dias, contou o executivo. O grupo conta com cerca de 86 mil trabalhadores no país.

Além de medir a temperatura de todos os seus colaboradores diariamente, a empresa há cerca de 15 dias testou o mesmo com clientes nas lojas físicas. A iniciativa, segundo Prioux, foi bem recebida e agora está sendo adotada em todas as 692 unidades de diferentes formatos.

“Ter febre não quer dizer que a pessoa tem coronavírus, mas temos que proteger todo mundo, então temos um time que pode fazer a compra para pessoa ou damos máscara e luva para ela mesma fazer”, explicou. “Agora algumas cidades da França como Nice, por exemplo, adotaram a mesma prática”, acrescentou o diretor presidente.

O Brasil registrava 22.169 casos confirmados de coronavírus, com 1.223 mortes, até 12 de abril, mostraram dados do Ministério da Saúde.

Maior varejista alimentar do país, o Carrefour Brasil também intensificou as negociações com fornecedores para evitar escassez de mercadorias e aumento nos preços de 200 produtos de marca própria até 3 de junho.

“Infelizmente alguns produtores subiram os preços e não podemos aceitar… Estamos aportando volumes e, em troca, nossos fornecedores mantêm os preços”, disse Prioux, destacando oscilações mais bruscas nos preços de feijão, leite, legumes, verduras e frutas.

No segmento de atacarejo, no qual a varejista opera sob a marca Atacadão, ele observou uma “redistribuição de vendas”, com a demanda maior de pequenos mercados, padarias e outros negócios que se encaixam na categoria de serviços essenciais compensando o fechamento de bares e restaurantes por decretos municipais e estaduais.

Enquanto em supermercados, hipermercados e lojas de proximidade clientes passaram a comprar volumes maiores para sair menos de casa, a frequência de compras aumentou significativamente no comércio eletrônico, destacou o executivo.

“Mais que triplicamos as vendas (online) no último mês… Vemos aceleração principalmente em São Paulo e repetição de compras também, mas não sabemos se vai continuar assim no futuro”, afirmou.

O Carrefour Brasil registrou crescimento de 40% no total de vendas online no quarto trimestre, de acordo com o balanço mais recente, com salto de 405% no ecommerce alimentar.

Juntas, alertou Prioux, todas as medidas relacionadas ao Covid-19 devem elevar as despesas operacionais, o que por sua vez pode compensar o recente aumento das vendas e limitar as margens.

“Vendemos volumes maiores, mas reinvestimos em custos adicionais… A visão que temos hoje é de que (a margem) não vai mudar e será mais ou menos como antes da crise”, disse Prioux, minimizando ainda o impacto do auxílio de 600 reais concedido pelo governo federal a trabalhadores informais.

As ações do Carrefour Brasil exibiam queda de 0,15% no início dos negócios desta segunda-feira, enquanto o Ibovespa recuava 0,4%. Os papéis da companhia encerraram março praticamente estáveis, enquanto o Ibovespa despencou cerca de 30% no mês.

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29 abr Vendas das PMEs no e-commerce aumentam 140% em março

Com a quarentena adotada e o consequente fechamento das lojas físicas e centros de compras, a internet tornou-se alternativa até mesmo para quem ainda não vendia online. A mudança de comportamento de consumo fez com que as pequenas e médias lojas virtuais encerrassem o mês de março com alta de 140%, aponta levantamento realizado pela Nuvemshop, plataforma de e-commerce para PMEs.

Com o susto inicial da população com a Covid-19 na primeira metade do mês, as lojas virtuais sentiram uma queda de 45% até o dia 22. A partir de então, iniciou-se uma retomada até o final do mês, alcançando uma alta de 140% até o dia 31.

Na análise setorial durante o período, as lojas de comidas e bebidas foram as que mais aumentaram suas vendas, com crescimento de 80%. Os lojistas de insumos médicos chegaram a zerar o estoque em 72 horas, durante os dias 21 e 23 de março. Já os segmentos que mais sentiram foram os de Serviços, com queda de 60% nas vendas, e o de Viagens, que quase não chegou a realizar vendas a partir de 15 de março.

Na última semana do mês, mais positiva para a maioria dos segmentos, as maiores altas foram notadas em vendas de livros, educação e presentes, com mais de 50%, enquanto eletrônicos e pets registraram entre 10% e 20%.

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29 abr Os benefícios de um Ecommerce para seu negócio

Você já deve ter ouvido falar em E-commerce, que nada mais é que produtos sendo disponibilizados para venda em uma loja virtual, não é mesmo?

Esse tipo de negócio tem se popularizado em diversos países e feito cada vez mais sucesso. No entanto, isso não acontece apenas entre os lojistas, mas entre os próprios consumidores.

Em vista disso, seja para quem já tem uma loja física ou para quem quer criar sua marca, entender a importância e os benefícios de ter um E-commerce é fundamental. Por esse motivo, iremos falar mais detalhadamente sobre o assunto neste artigo.

Primeiramente, devemos citar o fato de que o mundo está cada vez mais conectado. Essa realidade leva à conclusão de que as necessidades das pessoas estão mudando com o passar do tempo.

Se há poucos anos o hobby de muitos consumistas era gastar seu tempo e dinheiro nos shoppings centers, hoje isso mudou. Os apaixonados por consumo estão passando mais horas fazendo compras online.

A boa notícia em meio a isso tudo é que o mercado está conseguindo seguir essa tendência.

De acordo com a pesquisa divulgada pela Ebit/Nielsen, as vendas a partir de E-commerce no Brasil aumentaram 12% no primeiro semestre de 2019. Isso possibilitou um faturamento de mais de R$ 26 milhões para o mercado.

Com base nesse e em outros dados, vamos mostrar por que você deve apostar na criação de loja virtual.

Por que preciso de um E-commerce?

Como citado anteriormente, este segmento está se desenvolvendo cada dia mais no Brasil, e você como empreendedor precisa seguir esta tendência se não quiser perder seus clientes.

Por esse motivo, se estiver com dúvidas sobre as vantagens de abrir seu E-commerce, leia este artigo até o final.

Entre os benefícios estão:

  • A possibilidade de ter sua loja aberta 24 horas por dia;
  • A diminuição de custos com atendentes;
  • O aumento do alcance de clientes; e outros que vamos detalhar no decorrer do texto.

A pesquisa da TIC Domicílios destaca que, em 2018, 70% dos brasileiros já tinham acesso à internet.O resultado equivale à aproximadamente 127 milhões de pessoas, e a tendência é que nos próximos anos este número aumente.

Diante disso, nada mais natural que voltar às atenções ao mercado de vendas online, atendendo esta demanda em constante crescimento.

Flexibilidade e alcance de clientes por todo o país

A mobilidade é um fator crucial para as lojas virtuais, tanto para o lojista, que não precisa estar presencialmente na sua loja física cuidando do seu negócio, quanto para os clientes.

Isso porque, de acordo com a pesquisa da TIC Domicílios, 71 milhões de brasileiros utilizam a internet somente pelo celular. Essas pessoas estão conectadas em casa, no transporte público, no trabalho. Podem então desfrutar do E-commerce de qualquer um desses lugares.

A possibilidade de vender seus produtos em uma loja virtual também ajuda a aumentar o seu alcance para novos clientes. A partir de estratégias do marketing digital, como o SEO e o inbound marketing, seu E-commerce pode atingir um público selecionado e que, de fato, se interessa pelos seus produtos.

Dessa forma, sua marca pode deixar de ser local e você pode abrir seus horizontes para novos desafios. Você terá a oportunidade de entregar produtos e divulgar sua marca em todo o país ou até mesmo no exterior.

O E-commerce tem custos mais baixos se comparados à loja física

Para manter uma loja física, além da compra dos produtos para serem vendidos, outros gastos são imprescindíveis. O aluguel do espaço, as despesas com água e energia elétrica e o salário dos atendentes são alguns deles.

Além disso, muitos lojistas equipam o local com câmeras de segurança, o que acarreta em ainda mais custos. Entretanto, com a opção da loja online, muitos desses gastos não existem, resultando em menos despesas para os empreendedores.

Do mesmo modo, o investimento inicial de um E-commerce também é muito menor quando comparado ao de uma loja física.

Enquanto existem opções de ferramentas gratuitas para a criação de sites, a loja física precisa de um espaço preparado para vender produtos e receber clientes, sendo essa mais uma forma de reduzir custos.

Independência financeira

Se você está se interessando pelo Ecommerce agora, pode ter visto o marketplace como uma opção para o seu negócio. De início, essa pode ser uma experiência válida, afinal os marketplaces reúnem muitas lojas, como se fosse um shopping virtual.

Essa ferramenta pode proporcionar maior visibilidade para a sua marca, e isso é interessante para o crescimento do seu empreendimento.

Entretanto, qualquer marketplace vai cobrar uma taxa em cima de cada venda. Dessa maneira, criar uma loja virtual dá a oportunidade de você ter lucros próprios e andar com as próprias pernas.

A independência no E-commerce é importante, fortalece a marca e não deixa seu negócio refém de um marketplace que pode sair do ar por qualquer problema técnico.

Personalize a sua loja virtual

Na hora de criar seu E-commerce você terá controle sobre os processos, desde os mais pessoais, como o seu horário de trabalho, até os detalhes de design da marca.

Por falar em processos, é importante considerar que, além de dono do seu negócio, você é consumidor de muitos outros. Dessa forma, já deve ter percebido como é agradável acessar sites responsivos, organizados, com navegação intuitiva e fácil comunicação.

Pensando nisso, na hora de elaborar sua loja virtual, considere ter um site responsivo, que se adapte ao aparelho que seu cliente está utilizando.

Outro fator importante é ter controle sobre as categorias que serão criadas no seu site. Elas podem definir quanto tempo o seu cliente vai permanecer online e até mesmo o quanto ele vai gastar.

Lembre-se, ainda, de aplicar as técnicas de marketing digital para atrair e fidelizar seu público, como os leads e o funil de vendas.

Aposte também na sessão de suporte do seu E-commerce. É por ali que você terá contato com os seus clientes e poderá humanizar o atendimento que é apenas online.

Conclusão

Com base em todas as informações deste artigo, fica clara a importância e de um E-commerce para o seu negócio. Esperamos ter contribuído para você passar a considerar essa opção para sua empresa ou aplicá-la de uma maneira mais efetiva.

Invista pesado em estudo e tecnologia antes de montar sua loja, para que seu site seja agradável para os seus clientes e traga os resultados esperados. Gostou desse conteúdo? Gostaria de saber mais sobre tecnologia?

Tem interesse em abrir um E-commerce (Ou loja virtual) para o seu negócio? Esse é um excelente momento para isso! entre em contato para mais informações!

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29 abr 10 passos essenciais para criar uma e-commerce de sucesso

Ainda que não seja preciso investir muito para começar no comércio eletrônico, você deve ter planejamento e estratégia para se destacar no mar de lojas virtuais. Veja as dicas dos especialistas

novo coronavírus fez muitos negócios suspenderem suas operações e muitos trabalhadores reduzirem ou até perderem sua renda. Ao mesmo tempo, os consumidores estão cada vez mais se acostumando a comprar pela internet.

Por isso, o interesse em abrir a própria loja virtual só cresce. Ainda que não seja preciso investir muito para começar no comércio eletrônico, você deve ter planejamento e estratégia para se destacar no mar de lojas virtuais.

Os especialistas Pedro Henrique Freitas (CEO da Loja Integrada) e Rodrigo Bandeira (vice-presidente da ABComm) deram dicas a Pequenas Empresas & Grandes Negócios sobre abrir um empreendimento digital e ter sucesso nessa empreitada.

1. Aposte nos nichos ao decidir quais produtos vender
O empreendedor que está começando dificilmente vai ter a competitividade de preço de uma loja de departamentos. Por isso, não tente vender de tudo. Aumente sua taxa de conversão virando referência em um nicho e vendendo produtos relacionados. Bandeira dá como exemplo uma bailarina que investiu em suas redes sociais e acabou criando uma loja virtual que vende produtos para balé.

Outro caminho é procurar produtos nos grandes comércios eletrônicos e não encontrá-los: a escassez pode ser uma oportunidade de negócio.

É preciso definir como será seu processo de compra e venda de produtos. Você irá produzir ou revender itens? Qualquer que seja sua resposta, pesquise bons fornecedores (da matéria-prima até a plataforma de hospedagem) e faça cotações.

Monte um rascunho desses custos objetivos do seu negócio para o mês, o trimestre e o ano. O negócio pode ser virtual, mas o planejamento deve ser tão sério quanto o de um negócio com ponto comercial.

3. Organize a operação da sua futura loja virtual
Com custos tabelados, também organize como se dará o dia a dia do seu negócio. Por exemplo, quais meios de pagamento e de entrega você usará e quais são seus prazos.

Também defina se você terá funcionários e quem ficará responsável por organizar o estoque, atender o cliente e despachar encomendas. As funções devem estar decididas antes de a loja virtual começar.

4. Adquira conhecimento em técnicas de venda
Quem já tinha uma loja física está familiarizado com conceitos como comprar material de fornecedores, estocar, promover vendas e entregar produtos. Pode até ter um estoque já parado, tendo como único desafio transpor sua experiência para um canal digital.

Quem nunca trabalhou com varejo precisa aprender todo esse processo do zero. “A loja é apenas uma ferramenta. É preciso adquirir conhecimento para ser bem sucedido”, diz Freitas. Uma porta de entrada são cursos online, muitos deles gratuitos.

Uma decisão importante para quem está começando no e-commerce é decidir seu modelo de venda. Você pode abrir uma loja virtual própria ou cadastrar produtos em um marketplace, plataforma maior que reúne diversos lojistas.

No marketplace, você tem soluções prontas de visual (layout), pagamentos e entrega. A plataforma também traz exposição e fluxo de clientes ao seu negócio. Mas você competirá com outros lojistas no mesmo site e precisará pagar comissões sobre cada venda.

Na loja virtual, você precisa criar seu próprio fluxo de clientes e poderá ter de investir em layout, integração com meios de pagamentos e estruturar entregas. Mas você divulga sua própria marca, monta sua carteira de clientes e não paga comissões sobre a venda.

Na hora de decidir entre os dois modelos, considere quanto as comissões podem corroer sua margem financeira e quão disposto você está a dedicar tempo ao seu negócio. Sempre é possível testar os dois modelos, cadastrando produtos tanto na loja virtual própria quanto no marketplace.

Para Batista, o marketplace pode ser um bom teste. “Você experimenta a mecânica de uma loja virtual, tendo que cadastrar produtos, responder seus clientes rápido e organizar suas entregas. É um exercício para ter sua própria loja, mas com uma escala de divulgação maior.”

Não coloque os produtos na sua loja virtual de qualquer jeito: invista tempo em imagens de qualidades e em descrições detalhadas dos seus produtos. Quando seu consumidor não descobre o tamanho ou a cor exata de uma roupa, por exemplo, pode desistir da compra no lugar de perguntar por mais informações.

7. Tenha um canal de comunicação recorrente
“O público que não o conhece precisa de segurança. Mostre que sua loja existe mesmo e que irá entregar os produtos”, diz Freitas. Para isso, o presidente da Loja Integrada recomenda investir em ferramentas de interação com os consumidores.

Exemplos são ferramentas de chat integradas no próprio e-commerce ou aplicativos de mensagem, como o WhatsApp.

“A ausência de comunicação gera um volume de e-mails e telefonemas desnecessários, atrapalhando a operação do negócio”, alerta Bastista.

8. Aposte no marketing digital para aparecer organicamente
Não basta criar uma loja virtual para que usuários encontrem seu negócio e comecem a comprar. Para ir da criação à venda, é preciso ter uma estratégia de marketing digital.

Primeiro, associe suas boas descrições de produtos conteúdos para ranquear bem nos buscadores. Os conteúdos podem ser enviados para sua lista de clientes cadastrados, desde que você tenha moderação: ninguém gosta de uma caixa de e-mails lotada.

Quando sua loja virtual estiver mais madura, você pode considerar investimentos em mídia paga para atrair tráfego. Exemplos são o Google Ads e o Google Shopping. Mas de nada adianta atrair visitantes se eles não conseguem entender os produtos e comprar com facilidade.

“A mídia paga alavanca quem já tem um site profissional e gera um bom volume de vendas por mês. Se sua loja ainda não estiver pronta, o cliente entra no anúncio e continua inseguro. A conversão não acontece e você pode ter jogado dinheiro fora”, diz Freitas.

9. Tenha táticas para impedir o abandono de carrinho
Um grande desafio para quem trabalha com o comércio eletrônico é o abandono de carrinho: consumidores selecionam produtos, mas não chegam a concluir a venda. Freitas recomenda programar o disparo de cupons de desconto específicos: quando o usuário cadastra seu e-mail ou quando está prestes a sair do seu site, por exemplo. Os cupons podem aumentar a chance de fechamento das vendas.

Outra estratégia é ter uma política de frete gratuito quando a compra é maior, o que causa um aumento do tíquete médio. Fica o alerta: faça as contas para que todos esses descontos não corroam sua margem.

10. O mais importante: coloque o cliente no centro
Lembre-se de que sua loja fornece uma experiência de compra ao seu cliente: o grande objetivo é que ele goste da jornada que teve com seu negócio. “Você investindo muito ou pouco, as pessoas no fundo querem um bom atendimento. Se a experiência for boa, os consumidores compartilham. Se for ruim, compartilham mais ainda. Tenha como alvo a satisfação do seu cliente“, diz Batista.

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06 abr Por que o chat privado é o futuro do e-commerce

Os varejistas estão perdendo oportunidades ao não dar a devida atenção aos grupos de aplicativos de mensagens instantâneas, segundo o cofundador do Finder.com Fred Schebesta.

“O futuro do comércio está nos aplicativos de mensagens,” diz Schebesta, de 38 anos, em uma entrevista ao Yahoo. “Hoje, antes de comprar algo, mandamos WhatsApp para algumas pessoas, fazendo algumas perguntas”, ele acrescentou. “Nós temos a informação e já pesquisamos o tema, mas podemos obter respostas praticamente imediatas nos nossos grupos sociais”.

Em breve, uma compra pode estar a uma mensagem de texto de distância – ou pelo menos disponível após navegar rapidamente por um aplicativo de mensagens instantâneas. Essa capacidade já está sendo usada por usuários de aplicativos de smartphone em alguns países, disse Schebesta.

Ele destacou o aplicativo chinês WeChat, que permite que os usuários troquem mensagens com amigos e familiares, e permite também pesquisas e compras de produtos. O WeChat anunciou em 2018 que tinha 1 bilhão de usuários mensais ativos. O Gojek – um aplicativo indonésio que afirmou ter quase 30 milhões de usuários mensais ativos, somente na Indonésia, no ano passado, de acordo com a Reuters — funciona como aplicativo de transporte, delivery e streaming, entre outros serviços.

“A nossa tese é de que haverá um metasserviço”, disse ele. “Um único aplicativo ao qual você recorre. Isso está começando a acontecer na China e na Indonésia, com o WeChat e o Gojek”.

“Nós os chamamos de meta-aplicativos”, acrescenta.

No ano passado, o Facebook introduziu ferramentas de e-commerce no Instagram e no WhatsApp. Em março, o Instagram acrescentou uma função de compras, que permite que os usuários paguem, dentro do aplicativo, por itens comprados nos seus anúncios de publicidade. Alguns meses depois, em novembro, o WhatsApp acrescentou uma função de catálogo que permite que pequenos negócios exibam seus produtos – embora os usuários precisem comprar os itens em outro lugar.

Schebesta fez estas observações durante uma conversa que foi ao ar em um episódio do Influencers with Andy Serwer, do Yahoo Finance, uma série semanal de entrevistas com líderes do mundo dos negócios, da política e do entretenimento.

Em 2006, aos 26 anos, Schebesta fundou o Finder.com, um site australiano de comparação de preços que atualmente opera em 83 países e emprega 310 pessoas full-time, segundo ele. Em outubro do ano passado, o Australian Financial Review classificou Schebesta — que mora em Sydney — como o 22º australiano mais rico, com menos de 40 anos de idade, com um patrimônio líquido de US$ 193 milhões.

Schebesta disse que as plataformas de tecnologia, assim como outros serviços populares, atraíram empresas terceirizadas que desenvolvem seu trabalho com base nas capacidades desses serviços.

“Todos os serviços, em todos os setores, passam por essa fase, onde há fornecedores”, disse ele. “O passo seguinte é aquele no qual você agrega essas camadas de serviços aos que já oferece”.

Ele citou o Finder.com como um produto que atua com base em empresas como Amazon e eBay, já que o site ajuda os usuários a comparar preços que poderiam ser encontrados na Internet.

“O que estamos dizendo é que, quando você vai fazer uma compra e está nessa jornada de usuário, há uma parte que fica acima disso, que tem a ver com consciência, consideração e comparação,” disse ele. “Só depois, você faz a compra”.

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