11 Maio Infográfico: Google Ads vs. Facebook Ads

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O tempo passa e a discussão continua: Google Ads ou Facebook Ads? Qual ferramenta ideal para sua empresa ou marca?

Apesar de serem muito parecidas, elas possuem benefícios distintos dependendo do seu negócio, do orçamento, do público-alvo e do seu objetivo estratégico. Por exemplo, o Google pode alcançar mais de 2,6 bilhões de usuários por mês, mas o Facebook permite uma segmentação baseada em interesses específicos e no comportamento dos usuários.

Confira esse infográfico e descubra qual dos concorrentes você deve usar na sua empresa.

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Fonte: Trampos

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09 Maio Como usar a visão analítica para diminuir os atritos entre marketing e vendas

Conflict.

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Assim como muito acontece entre pessoas com opiniões divergentes, é comum também que a responsabilidade e a pressão levem áreas inteiras de uma empresa a atritos de relacionamento. No caso de empresas que trabalham com Inbound Marketing, onde os times de marketing e vendas são os principais geradores de receita, frequentemente ocorre esse desalinhamento.

Temos basicamente duas formas de trabalhar nesse tipo de contexto, uma delas subjetiva e outra objetiva. A primeira é baseada na opinião dos envolvidos e normalmente leva a decisões unilaterais ou baseadas em hierarquia. Já a segunda usa um intermediador com poder de decidir pelo grupo: os números.

O motivo de trazer uma avaliação numérica para os impasses entre esses e outros relacionamentos é tornar as discussões algo construtivo e que sempre resulte na decisão que trará maior benefício para a empresa.

Nesse post falaremos sobre como usar dados para evitar que opiniões e achismos atrapalhem a tomada de decisão e mostrar também alguns tipos simples de análise que esclarecem 80% das discussões.

A origem do problema

O contexto natural de um vendedor é a pressão constante. Isso faz com que os vendedores sejam os principais apontadores de problemas do marketing, que tem, sim, forte ligação com a sua própria performance. Além disso, o feedback de vendas sobre o desenvolvimento dos Leads dentro do pipeline é fundamental para que sejam identificadas oportunidades de melhoria no processo.

No entanto é preciso fazer uma diferenciação. Os feedbacks de vendas são na verdade hipóteses de melhoria e não verdades absolutas! Por isso, implementar todo e qualquer feedback de vendas ao seu processo é um erro, da mesma forma que desestimular a prática de feedbacks por parte de vendas também. Em ambos os casos, estamos deixando que percepções não validadas controlem nosso resultado.

Quero dizer com isso que as “críticas” de vendas ao trabalho de marketing são essenciais e, possivelmente, o principal gerador de hipóteses de melhorias dos processo de marketing. No entanto, devido a natureza subjetiva dessa feedback, marketing tem a obrigação de investigar se determinada mudança faz sentido estatístico para a empresa.

A verdade dos números e seus benefícios

Quando discutimos acerca de algum assunto de trabalho, está implícito que devemos usar de todo o profissionalismo para tomar decisões pensando no bem da empresa. No entanto, no calor do dia a dia, é praticamente impossível desvincular o lado emocional e de relacionamentos dessa conta.

Justamente por isso, é comum que aceitar ou não determinadas ideias no trabalho pode levar a atritos entre profissionais e mesmo entre times inteiros. Esses atritos, por sua vez, acabam terminando em decisões fortemente influenciadas por achismo e pelo tom de voz de certas pessoas. Esse tipo de comportamento é muito perigoso para a empresa e costuma destruir resultados e oportunidades.

Felizmente, existem formas de tornar o processo de tomada de decisão construtivo, independentemente do contexto. Afinal, ambos os times buscam maximizar as suas entregas, e as reclamações na verdade são insights para melhorar a performance da empresa. O que quero dizer é que, para que a relação entre marketing e vendas seja construtiva, o marketing deve agradecer por todas as “reclamações” de vendas, uma vez que essas são na verdade ideias de como melhorar. Do outro lado, vendas deve estimular o pensamento crítico, mas aceitar que nem todas as percepções de linhas de frente maximizam a entrega da empresa.

Trazendo para a realidade, aqui na RD recorrentemente recebíamos reclamações referentes a Leads de empresas com 1 funcionário sendo mandados para vendas. Vendas afirmava que esse perfil não era apto a comprar o produto, pois não tinha mão de obra para extrair resultados. O marketing tomou esse feedback e mergulhou nas planilhas para descobrir que Leads com essa característica realmente tinham um potencial de fechamento 4x pior que a média geral, mas que ainda assim representavam uma parcela das vendas mensais da empresa. Com os números na mesa, foi possível uma discussão e decisão muito melhor embasadas, com ambos os times de acordo com o desfecho.

Como transformar hipóteses em análises numéricas

O contexto e as informações acessíveis a cada investivação tornam o processo de análise bastante personalizado.

No entanto, algumas formas de encarar um problema são aplicáveis à maioria dos casos e já trazem uma visão muito mais analítica para o problema. Listei 3 desses tipos de análise abaixo:

1 – Olhando proporções

Uma forma simples e muito eficaz de entender um problema é a partir da distribuição de determinado acontecimento, principalmente em processos repetitivos. Dessa forma, é possível entender os acontecimentos para evitar erros e repetir acertos.

Um exemplo clássico entre empresas que trabalham com Inbound Sales é o envio de MQLs (Marketing Qualified Leads) para qualificação de vendas. Nesse contexto, sabemos de antemão que alguns deles serão aceitos por vendas, tornando-se oportunidades de negócio, e outros voltarão para ser nutridos pelo marketing.

Se, ao enviar esses Leads para vendas, somente recebêssemos um feedback binário, como qualificado ou não, em um mês onde nossa proporção de qualificados mudou muito não faríamos a menor ideia do porquê. Para entender melhor o funcionamento do sistema, criamos uma série de “tipos de desqualificação”, para que cada Lead recusado por vendas traga consigo um feedback.

Na prática, terminamos com a seguinte situação:

alinhamento marketing e vendas (2)

Com isso, se em determinado mês a proporção de qualificados cair ou aumentar, temos boas pistas do que está acontecendo. Se agências, empresas que já são oportunidades ou clientes estão chegando em vendas em uma proporção indevida, certamente temos algum problema com nossos filtros. Se o problema foi o fit dos MQLs enviados, nosso problema está no processo de seleção dos Leads que podem ir para vendas. Já para os sem site ou sem telefone para abordagem, é hora de revisar onde essas informações são exigidas nas Landing Pages.

De acordo com o seu contexto e padrões de acontecimentos, modele a sua entrega de forma a permitir que você use essas proporções para entender o que está afetando a métrica de seu interesse.

2 – Comparando eficiências

Entender como determinada característica influencia no alcance de determinado objetivo também é uma boa saída em diversos casos, pois pode compactuar ou refutar algumas decisões quando comparadas com o desempenho de outros processos da empresa.

Exemplificando, recebemos de vendas há algum tempo o feedback de que determinados domínios de emails identificavam, por si só, Leads ruins. A hipótese era basicamente que Leads com provedores de email como BOL, Hotmail, IG, UOL e afins tinham uma performance de vendas muito pior que os Leads do Gmail ou com emails corporativos.

Para entender se realmente deveríamos deixar de entregar esse tipo de Lead para vendas, comparamos a eficiência dos Leads de cada provedor em se tornarem oportunidades de negócio. O resultado foi bastante surpreendente e revelou que esses outros domínios performam tão bem quanto os demais, como você pode ver na tabela abaixo:

alinhamento marketing e vendas (1)

Com esses números em mãos, marketing e vendas rapidamente chegaram a conclusão de que não há perda de performance de vendas para Leads com provedores de emails considerados “antiquados”. Até hoje não temos quaisquer tipos de restrição de entregas para vendas baseada no domínio do email.

3 – Entendendo fontes de aquisição

Uma coisa que acontece bastante e deixa muitos analistas encucados é quando a performance de um processo cai sem motivo aparente. Em termos digitais, é quando o mesmo volume de Leads em determinada etapa geram resultados completamente diferentes de um período para outro.

Um bom exemplo para isso foi o desempenho do chat online que disponibilizamos nas nossas páginas no mês de fevereiro. O que aconteceu foi que o mesmo número de chats foi iniciado, mas o número de oportunidades e vendas dessa origem caiu bruscamente. Tudo indicava que a qualidade dos Leads que iniciaram o chat diminuiu aparentemente sem motivo, até entrarmos mais a fundo nos dados.

Como o volume a princípio não tinha variado, fomos investigar como esse volume estava distribuído entre as páginas com o chat instalado. Feito isso, vimos que todas elas tinham tido um aumento de tráfego, exceto duas delas que haviam despencado.

alinhamento marketing e vendas (3)

Ou seja, o volume total tinha se mantido estável, pois o crescimento de tráfego de algumas páginas acobertou a diminuição do tráfego em outras. E com isso, fica a pergunta, um Lead que inicia um chat da home page do site ou de uma Landing Page de teste gratuito tem diferença de potencial? No nosso caso, a resposta é sim, pois as duas páginas que perderam tráfego recebiam Leads muito próximos do momento de compra e geravam bons resultados no chat.

Logo descobrimos também os motivos que causaram uma queda de tráfego nessas páginas, e descobrimos que duas campanhas de mídia pagas haviam sido desligadas, gerando essa variação. A partir desse apanhado de informações, pudemos bolar um plano para reestabelecer o desempenho do chat online.

Concluindo

Claramente existem, para cada problemática dessa, diversas outras formas de se chegar a conclusões analíticas. Correlações, tendências e cohorts são apenas alguns exemplos para problemas mais cascudos. No entanto, a grande maioria dos casos se resolve assim, com análises bastante simples.

Espero que essa forma de pensar ajude sua empresa a ter relacionamentos mais profissionais e construtivos e, se vocês realmente precisarem ir além em suas análises, comentem abaixo que buscarei trazer conteúdos sobre formas de investigação mais hardcore.

 

Fonte: Resultados Digitais

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09 Maio Estudo mostra como fazer o consumidor amar seu e-mail marketing

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Apesar do potencial das redes sociais, o e-mail marketing ainda é a ferramenta mais efetiva para vendas, independente do tamanho do negócio. É o que afirma a Associação de Marketing Direto dos Estados Unidos. De acordo com a entidade, os e-mails marketing possuem um índice de conversão equivalente a 66%. Esse é o meio de comunicação entre empresas e consumidores e que mais resulta em compra de produtos e serviços.

No entanto, os empreendedores enfrentam uma dificuldade: convencer os consumidores a assinarem suas listas de e-mail. A razão? As pessoas estão saturadas de mensagens nas suas caixas postais.

Mas como convencer essas pessoas? Um estudo recente realizado pela Adestra descobriu quais são os melhores incentivos para inscrições em mailing.

Em parceria com a eConsultancy, a Adestra consultou 1100 marqueteiros e usou dados de campanhas de e-mail marketing para ver o que é mais eficiente para engajar o consumidor. O resultado foi que a melhor forma para chamar a atenção das pessoas é através de incentivos financeiros. Das pessoas consultadas, 85% afirmam que só aderem a esse tipo de e-mail na esperança de receber algum desconto ou promoção.

A pesquisa também revelou o tipo de promoção mais atraente para os consumidores: 35% dos participantes preferem descontos sobre os preços dos produtos e serviços. Logo em seguida, 20% são motivados pelas ofertas de frete gratuito.

Além dos incentivos financeiros, o estudo também apontou outros tipos de motivação para consumidores. Dentre os consultados, 41% afirmaram que realmente assinam e-mails marketing para se manter informado sobre novos produtos e serviços de uma empresa. Apesar de ter uma força bem menor se comparado aos incentivos financeiros, esse tipo de engajamento também é significativo, já que representa dois em cada cinco consumidores norte-americanos.

Segundo artigo na revista Inc., um terço dos participantes da pesquisa (38%) podem aderir a um mailing simplesmente por gostarem da marca em questão. Todos esses dados coletados comprovam que há diversas maneiras de convencer os consumidores a assinar uma lista de e-mails marketing e incentivá-las a abri-los.

 

Fonte: PEGN

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09 Maio 3 dicas fáceis de divulgação para fazer pessoas influentes repararem em você

 

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Este artigo é uma tradução do texto 3 Easy Outreach Hacks To Make Influential People Notice You, da BloggerJet

Imagine que Gary Vayneruchuk acabou de virar seu amigo próximo.

Você acha que isso mudaria sua vida de alguma forma?

Com certeza!

Gostemos ou não, nós somos muito influenciados pelas pessoas ao nosso redor.

Não há nada que nós possamos fazer para resistir a essa influência, mas, por sorte, nós temos a habilidade de escolher as pessoas que nos influenciam.

Me diga quem seus amigos são…

De acordo com Jim Rohn, nós somos uma média das cinco pessoas com as quais nós passamos a maior parte do nosso tempo.

“Você é uma média das cinco pessoas com as quais você passa maior parte do seu tempo”

Jim Rohn

Mas não se preocupe, eu não vou sugerir que você, de repente, afaste todos os seus amigos que não são bem sucedidos.

Em vez disso, eu quero te lembrar da importância de expandir sua rede de contatos e se conectar com novas e interessantes pessoas que te influenciarão de forma positiva.

Vamos ser ainda mais específicos — eu quero falar sobre “divulgação do seu blog

Existem algumas dicas muito eficientes que eu quero compartilhar com você e alguns exemplos de divulgação de blogs para exemplificá-los.

Mas, antes de começarmos, aqui está mais uma frase incrível para você tuitar. Desta vez, do senhor Richard Branson:

“Ser bem sucedido nos negócios se trata de fazer boas conexões”

Richard Branson

Nota: caso você esteja interessado, nós usamos o Tweet Button Generator para criar estas frases tuitáveis legais.

Dica #1: O efeito Ben Franklin

Você já ouviu falar do “efeito Ben Franklin”?

É um fenômeno psicológico engraçado, que sugere que uma pessoa que fez um pequeno favor a outra é mais suscetível a fazer outro favor para aquela pessoa do que ela seria se ela tivesse, de fato, RECEBIDO um favor daquela pessoa.

Eu aprendi essa lição de uma famosa autobiografia de Benjamin Franklin, onde ele compartilha a história de lidou com as desavenças com seu rival de uma forma surpreendente:

Tendo ouvido falar que ele teria, em sua biblioteca, um certo livro muito raro e curioso, eu escrevi a ele um recado, expressando meu desejo de lê-lo, e perguntando se ele poderia fazer o favor de me emprestá-lo por alguns dias.

Ele me enviou imediatamente, e eu o devolvi cerca de uma semana depois com outro recado, expressando fortemente minha gratidão pelo favor. Depois, quando nos encontramos, ele conversou comigo (algo que ele nunca tinha feito antes) com muita educação, e até manifestou interesse em me ajudar em todos os sentidos. Então, nos tornamos grandes amigos, e esta amizade continuou até a sua morte.

Quão engenhoso é isso?

Eu usei esta pequena dica para me conectar com Sue Anne Dunlevie, do “Successful Blogging”.

Enquanto eu verificava as pessoas que tinham tuitado meu artigos, encontrei o blog dela e eu fiquei impressionado pelos números que vi em seus botões de compartilhamento.

Então, imediatamente entrei em contato com ela:

dicas de divulgação

Olá, Sue!

Eu percebi que você tuitou alguns dos meus artigos no bloggerjet.com, então eu quis te procurar e agradecer pelo seu apoio! :)

Eu verifiquei o seu blog e eu adorei o quanto ele é bonito e agradável.

Eu também notei que seus artigos estão tento bons compartilhamentos no Pinterest… Existe algum artigo onde você compartilha o segredo do seu sucesso no Pinterest? :)

Abraços,

Tim Soulo

bloggerjet.com

Como você pode ver, eu não pedi muito — apenas para ela compartilhar comigo alguns links onde eu pudesse ler sobre suas estratégias.
Sue me respondeu em um e-mail bastante simpático e compartilhou comigo dois artigos incríveis sobre Marketing no Pinterest:

Até hoje, nós trocamos 16 e-mails com Sue, e eu aprendi várias coisas com ela (e ainda consegui um convite para fazer um guest post)

E eu tenho certeza de que o nosso contato não termina por aqui. Certo, Sue? ?

Dica #2: O Argumento Perfeito

Vamos ser honestos. Na maior parte das vezes em que procuramos pessoas influentes é porque queremos que elas compartilhem nossos artigos, correto?

Mas aqui está uma questão importante:

POR QUE eles iriam querer compartilhar?

Existem milhões de artigos publicados em milhões de blogs todo dia. Por que você acha que o seu artigos é digno de um tweet deles?

Bom, talvez você tenha algum argumento perfeito?

Dê uma olhada em um e-mail recente meu para Jimmy Dale, da Vero, e veja se há algo que diz a ele que meu artigo é digno de sua atenção:

dicas de divulgação

Oi, Jimmy!

Eu sei que você é um grande fã de artigos épicos, e eu quero te mostrar um :)

Eu normalmente não faço esse tipo de aproximação, mas este monstro gigante de 7.000 palavras foi destaque na newsletter “Moz Top 10”.

Então, eu achei que fosse válido mostrá-lo a você :)

É tipo a técnica do Brian Dean “Técnica dos Arranha-Céu”, só que bombada!

Aqui está o link: bloggerjet.com/guide-to-strategy-writing/

Não estou pedindo nada, só tentando te impressionar mesmo! haha

Abraços!

Tim Soulo

bloggerjet.com

Na verdade, eu dei a ele 3 motivos diferentes para ele ver meu artigo:

1: “EU SEI QUE VOCÊ É UM FÃ DE ARTIGOS ÉPICOS”

Essa pequena frase diz ao Jimmy que eu realmente sigo o blog Vero, porque recentemente eles publicaram um guia para e-mail marketing e fizeram um follow-up sobre artigos épicos.

Então este foi o motivo que me fez aproximar dele. Eu sei que ele ama artigos épicos e eu apenas publiquei um deste tipo no meu blog.

DICA EXTRA: Você nunca deve usar frases como: “Eu venho seguido seu blog por um tempo”, ou “Eu sou seu leitor de longa data”, porque muitas pessoas já as utilizam. Mesmo que você esteja dizendo a verdade, você vai ativar um gatilho interno na pessoa que diz: “SPAM DETECTADO”.

Veja um exemplo:

dicas de divulgação

Oi, Tim!

Eu tenho seguido seu blog por um tempo — e sinceramente, você escreveu algumas coisas bem inspiradoras!

E é por isso que eu estou escrevendo para você hoje…

…Se você quiser mais detalhes ou quiser ouvir a história completa, me avise… Eu adoraria te ligar para conversar!

Abraços,

Andrea

 

Andrea começou o e-mail dela me dizendo que ela é uma leitora de longa data, que era o motivo pelo qual…

… eu nem cheguei a ler o seu e-mail.

Eu realmente duvido que uma pessoa que esteja “lendo meu blog há um tempo”, me mandaria um e-mail assim.

2- “…FOI DESTAQUE NA NEWSLETTER “MOZ TOP 10…”

Este é um perfeito exemplo de “prova social”.

Por que Jimmy deveria se importar com meu artigo? Porque a principal comunidade SEO deste planeta considerou ele bom o suficiente para inclui-lo em sua newsletter semanal!

Ok. Mas e se a MOZ não destacou o seu artigo?

  • Bem, talvez alguém influente tenha tuitado?
  • Ou talvez algum blog popular o linkou?
  • Ou ele foi votado loucamente no inbound.org?
  • Talvez tenha recebido mais de 200 compartilhamentos no Facebook?

Existe QUALQUER COISA sobre seu artigo que prove que você não é a única pessoa que pensa que ele é legal?

3. “…TIPO A “TÉCNICA DO ARRANHA-CÉU” DO BRIAN DEAN, SÓ QUE BOMBADA!…”

Eu percebi que Jimmy mencionou a famosa “Técnica do Arranha-Céu”, de Brian Dean, o que indica que ele gostou dela.

Bom, meu artigo “Guia para Escrita Estratégica” foi meio que um “olhar mais aprofundado sobre a Técnica do Arranha-Céu”. O que poderia indicar que Jimmy gostaria dele tanto quanto ele gostou do artigo de Brian Dean.

Então, enquanto você perceber que algum blogueiro está defendendo algum conceito, você pode usá-lo como motivo para mostrá-lo a sua própria versão do mesmo.

Dica #3: Crítica cruel

Na verdade, você vai fazer vários inimigos se você simplesmente sair e criticar outros blogueiros.

Então, por que eu estaria sugerindo isso como uma dica efetivo de divulgação?

Bom, aqui estão duas formas de fazer a crítica funcionar para você:

1 ESPERE ATÉ QUE ELES PEÇAM POR ELA

Dainis Graveris, o orgulhoso dono do 1stwebdesigner.com, é um amigo bem próximo.

E a nossa amizade começou a partir do meu comentário neste artigo, no qual Dainis estava pedindo para que seus leitores criticassem seu site:

dicas de divulgação

“O que você acha que nós poderíamos melhorar em design, conteúdo, funcionalidade? — Nos critique! Nós realmente queremos melhorar!”

Eu deixei para ele um comentário gigante de 500 palavras e disse a ele que eu tenho ainda mais conselhos se ele estiver interessados.

E adivinhe só? Isso foi há 5 anos e nós somos amigos desde então!

Nós nos encontramos algumas vezes (apesar de vivermos em países diferentes) e nos falamos frequentemente pelo Skype para discutir estratégias de negócios.

Mas e se nenhum dos blogueiros que você segue está pedindo que você os critique?

2 PEÇA PERMISSÃO

Aqui está uma lista de 7 vídeos, onde Derek Halpern está mostrando a alguns blogueiros de sucesso o que está errado com o site deles.

Ao dizer “blogueiros de sucesso”, eu falo de caras grandes, como Chris Brogan, Pat Flynn, Jay Baer, etc.

É óbvio que eles não pediram que ninguém criticasse o site deles, foi o Derek que os procurou e os ofereceu o conselho. E pelo que eu sei, Derek conseguiu muita credibilidade por fazer isso, e ele ainda é amigo de todos estes blogueiros.

Aqui está outro bom exemplo onde Matthew Woodward permitiu que Stuart Walkercriticasse publicamente seu blog:

E aqui está Mitro Patrikainen dando alguns conselhos para Ana Hoffman em seu próprio blog:

Então, sempre que você perceber que um blogueiro está fazendo alguma coisa errada (ou não está fazendo uma coisa que você sabe que é certa),  se aproxime e peça permissão para criticá-lo.

Sempre. Seja. Autêntico.

Para falar a verdade, você não pode forçar as pessoas a gostarem de você.

E não há forma de manter um relacionamento com alguém se você planeja apenas usá-lo para benefício próprio e não se importar realmente com essa pessoa.

É por isso que eu escolho os alvos de minhas divulgações muito cuidadosamente. Eu apenas me aproximo de uma pessoa com quem eu continuaria mantendo contato, mesmo sabendo que ela nunca tuitaria meus artigos.

E quanto a vocês, amigos?

 

Fonte: Marketing de Conteúdo

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09 Maio Cara, cadê meu PageRank?

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Se você já tem conhecimento sobre SEO há pelo menos 5 anos, já deve pelo menos ter ouvido falar bastante das “traquinagens” que o Google costuma fazer com os profissionais de SEO. Um exemplo ocorreu em 2011, quando o Google lançou o update Panda e passou a não aceitar mais qualquer conteúdo mal escrito, com repetições exageradas de palavra-chave apenas para melhor posicionar. No mesmo ano, a empresa decidiu que não iria mais exibir qualquer informação sobre as palavras-chave que trouxeram tráfego para o seu site (o famoso “Not Provided”). Já em 2012 o Google lançou o update Penguin, fazendo com que todos os sites com links de baixa qualidade, artificiais, sofressem consequências.

Bom, verdade seja dita: todas essas mudanças que o Google estabeleceu foram justas e necessárias. Sim, visto que o algoritmo do Google foi feito para traduzir o que seria uma boa experiência para o usuário e não para que os sites artificialmente se adequassem a esse algoritmo (que é o que sempre aconteceu).

Sob essa mesma premissa, no dia 18 de abril de 2016, o Google anunciou a mais nova: a partir desse dia, ele não exibiria mais publicamente a informação do PageRank de todos os sites.

Para você que não se impressionou muito, precisamos contextualizar:

O que é PageRank

O PageRank é uma maneira criada por Larry Page, cofundador do Google, de medir a autoridade de uma página. A métrica é baseada na quantidade e qualidade de links que um site recebe. Todos esses critérios são analisados e ilustrados através de uma escala de 0 a 10. Sendo 0 um site com pouquíssima relevância e autoridade e 10 com extrema autoridade e relevância. A métrica está intimamente relacionada com o link juice.

A escala sempre foi muito importante para os especialistas em SEO planejarem suas estratégias. Afinal, o PageRank era a métrica ideal para identificar as páginas mais fortes de um site. Inclusive muitas ferramentas (algumas até pagas) disponibilizavam essa métrica para seus usuários.

Ainda assim não é o fim do mundo. Existem algumas alternativas que você pode utilizar para não sentir os fortes efeitos dessa mudanças.

Alternativa 1 – SEOmoz

A SEOmoz, uma das maiores ferramentas focadas em SEO do mundo, possui uma métrica/escala própria que ilustra uma espécie de autoridade muito parecida com a proposta do PageRank: estamos falando do Page Authority.

O Page Authority é uma escala logarítmica (quanto maior o número, mais difícil é crescê-lo) que vai de 0 a 100. Apesar dessa métrica levar em consideração não só a qualidade e quantidade de links que a página em questão tem, os outros fatores que ela avalia estão bem relacionados com a autoridade e relevância da página, fazendo com que você tenha esse número ilustrativo parecido com o PageRank.

Em 2015, no famoso artigo anual da MOZ (Search Engine Ranking Factors 2015 – Moz), o Page Authority foi um dos fatores que melhor representavam um bom desempenho nos motores de busca, provando ser de alto valor, assim como o PageRank.

A SEOmoz é uma ferramenta paga.

Alternativa 2 – Ferramentas de análise de links

Como já dito, o PageRank é baseado no número de links e na qualidade deles. Uma forma, até um pouco óbvia, de continuar entendendo da autoridade e relevância das páginas, é analisar manualmente a quantidade e qualidade dos links para essas páginas, através de ferramentas de análise de links.

Muitas ferramentas voltadas para linkbuilding possuem suas próprias métricas, que avaliam esses critérios. A Majestic SEO, por exemplo, tem as métricas Trust Flow e Citation Flow para traduzir a autoridade dos links que uma página recebe. Ou a ferramenta Ahrefs que possui uma funcionalidade para identificar as páginas mais fortes de um site.

Além dessas citadas aqui, existem muitas outras que podem te ajudar a interpretar melhor os links de uma página. Se você já é mensalista de alguma ferramenta desse tipo, investigue as suas funcionalidades e provavelmente encontrará métricas que serão de grande ajuda na hora de entender a força de uma página.

 

O PageRank ainda existe

É importante ressaltar que essa nova notícia que o Google deu não se trata da extinção do PageRank, mas sim apenas a não divulgação do mesmo. O PageRank ainda continuará existindo, porém agora só o Google terá acesso a essa informação.

Sendo assim, se você pesquisar hoje mesmo uma calculadora de PageRank ou em qualquer outra ferramenta que exibe essa escala, o retorno da ferramenta provavelmente será zero, mas não siginifica que o PageRank seja realmente zero.

Conclusão

As ações que você fazia para impactar no PageRank e aumentá-lo continuam surtindo efeito.

Afinal, o que você quer realmente impactar não é o PageRank e sim o rankeamento do Google, e este, graças ao bom Deus, ainda continua sendo mais do que público para todos. Caso deseje, você pode conferir aqui mais notícias sobre esse assunto.

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09 Maio [Infográfico] Quais os tamanhos de imagens para as redes sociais?

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Existem vários elementos que devem ser pensados antes de fazer uma publicação em uma rede social. Um desses elementos é a imagem. A imagem é um recurso que mexe com o psicológico das pessoas e as leva a engajarem mais com a publicação. Por isso, essa escolha tem uma importância fundamental no desempenho da sua postagem.

Porém, mais importante do que utilizar qualquer imagem, é utilizar uma imagem apropriada, caso contrário pode ser um tiro no pé. Quem nunca passou por uma publicação com uma imagem de má qualidade? Só esse aspecto já é motivo suficiente para a audiência não interagir com a postagem. Se você não se esforçou para fazer uma publicação impecável, por que os leitores deveriam interagir com o que você está compartilhando?

Para evitar que a escolha da imagem seja um tiro no pé, é importante conhecer como cada rede social trata esse recurso. Algumas aceitam imagens com resoluções maiores, outras nem tanto.

Neste post, trazemos um infográfico que mostra o tamanho ideal das imagens para Facebook, Twitter, LinkedIn, Google+, Instagram, Pinterest e Youtube.

Nosso objetivo com esse infográfico é que ele se torne um guia sempre que você precisar verificar o tamanho que uma imagem deve ter para ser aceita e utilizada com boa qualidade nas redes sociais citadas.

Como não existe um tamanho único para tudo, é importante ter esse guia para saber como redimensionar as imagens exatamente de acordo com a sua finalidade. Por exemplo, o tamanho da imagem de um link do Facebook é diferente do tamanho da imagem da capa de uma fan page.

Por isso, sugerimos que você marque e guarde esse post de alguma forma (adicionando-o aos Favoritos, por exemplo) para ter acesso rápido a ele sempre que precisar.

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Fonte: Resultados Digitais

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