24 Maio Três mudanças que os profissionais devem fazer para lidar com a criação movida pelos dados

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Programática. À medida que as estratégias de marketing avançam neste ano, essa palavra não sai da cabeça dos profissionais do mercado. O investimento global na compra de mídia programática deve atingir 21,6 bilhões de dólares em 2016, respondendo por 67% de toda a movimentação nas vendas de anúncios digitais em display.[1]

A publicidade programática permite às marcas atingir suas audiências com mensagens customizadas de acordo com os interesses e o modo de pensar nos diferentes momentos em que as decisões de compra são tomadas. Assim, a programática está mudando não apenas a maneira como compramos e vendemos mídia, mas também está transformando o modo como desenvolvemos a estratégia e o design criativos.

Fazer a transição para o cenário em que a criação é movida pelos dados oferece recompensas reais. Para os profissionais de marketing, esse movimento pode aumentar a efetividade das campanhas. As agências de mídia podem ampliar o portfólio de serviços aos clientes. Já as agências criativas e de produção podem desenvolver criativos de alta qualidade, tornando o processo muito mais eficaz.

Mas a pergunta é: como fazer na prática essa transição? Na DoubleClick, nós enxergamos uma necessidade de definir as melhores práticas para desenvolver e implementar estratégias criativas para campanhas de mídia programática. Em parceria com o estúdio criativo digital Fancy Pants Group e com a empresa de consultoria Accenture, nós testamos diversas possibilidades com três marcas: Gilt Groupe, L’Oreal Vichy e Royal Bank do Canadá.

Ao longo dos testes, nós identificamos um processo criativo mais efetivo para as campanhas de mídia programática. Hoje, nós revelamos esse processo e a pesquisa por trás dele em um guia completo para os profissionais de marketing.

Nós identificamos três mudanças fundamentais que podem ajudar os profissionais de marketing a fazer a transição para uma criação movida pelos dados:

1. Entenda todos os dados que estão disponíveis e, então, selecione os sinais certos.

Os profissionais de marketing já podem usar os dados de uma ferramenta de CRM ou de uma pesquisa para estimular as campanhas. Mas dados adicionais muito ricos também estão disponíveis, desde análises primárias do site da empresa como dados de audiência de parceiros que apontam informações adicionais como aparelhos, localização e tipo de mídia usados.

Por exemplo, quando trabalhamos com a L’Oreal na campanha programática para a linha de protetor solar da Vichy, nós usamos dados de localização, listas de audiência e informações do clima como os sinais capazes de informar os criativos e oferecer uma base sólida para testes.

2. Trabalhe com agências criativas para desenvolver estratégias criativas que são sustentadas por dados.

Muitas vezes a agência criativa e a produção são integradas ao processo depois que as grandes decisões da campanha já foram tomadas. Em vez disso, os profissionais de marketing devem trabalhar com agências capazes de construir estratégias criativas que são baseadas em dados antes mesmo de começar o projeto.

Quando desenvolvemos uma campanha programática para o Royal Bank do Canadá, nós trabalhamos com a marca para reunir todos os times em uma única sala a fim de construir o briefing criativo. Juntos, nós traçamos uma estratégia que resultou em um time composto por profissionais de várias agências envolvidos no processo desde o começo.

3. Lidere um processo ágil e colaborativo para a campanha que envolva todos os profissionais e agências do começo ao fim.

No processo criativo das campanhas de hoje, cada empresa realiza sua tarefa e passa o trabalho para a outra com muito pouco feedback. Isso dificulta a comunicação e a transparência das informações entre criação e mídia. Para garantir o sucesso, os profissionais de marketing devem envolver todas as agências ao longo de todo o processo de desenvolvimento da campanha, garantindo que todos estejam se comunicando corretamente.

Quando trabalhamos com o Gilt.com em uma campanha programática para estimular filiações, nós envolvemos todos os profissionais não apenas no começo, como também trabalhamos juntos depois de a campanha inicial ter se encerrado. Ao fazer isso, a marca pôde avaliar a capacidade analítica das várias partes envolvidas.

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24 Maio YouTubers fazem a cabeça dos jovens

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Um novo perfil de ídolo desponta como o preferido entre os jovens brasileiros. Não é preciso gostar das mesmas coisas ou ter ideias parecidas para influenciá-los. Beleza física também não é importante. O ídolo das novas gerações é espontâneo, autêntico, original, inteligente e bem-humorado. O ídolo das novas gerações ainda está na TV, mas faz sucesso mesmo é no YouTube.

Não por acaso, metade das personalidades mais influentes entre os adolescentes brasileiros já são youtubers, aponta uma pesquisa inédita realizada pela consultoria Provokers a pedido do Google e do jornal Meio & Mensagem.

Além dos youtubers, os jovens admiram atores, atrizes e apresentadores da TV. Mas há uma diferença fundamental entre as duas mídias. Enquanto o poder de influência da TV depende de qual atração está no ar, os youtubers possuem uma relação mais constante com os jovens, gerando capacidades de engajamento e mobilização muito maiores.

Seja Kéfera Buchmann com seu canal “5incominutos”, seja Leon e Nilce com “Coisa de Nerd”, o que os youtubers oferecem faz muito mais sentido para as novas gerações. Eles produzem conteúdo original e divertido, respondem a comentários, interagem diariamente com a audiência, pedem sugestões de temas para os próximos vídeos. Em resumo: saem do pedestal tradicionalmente reservado aos ídolos e se colocam no mesmo nível dos jovens.

Por que os youtubers oferecem o que os jovens querem

Os atributos que os adolescentes mais valorizam nos seus ídolos são características típicas dos youtubers.

Autenticidade

Ser autêntico é fundamental para se transformar em um ídolo para os jovens. E, a julgar pelos canais mais populares do YouTube, também é algo comum entre os produtores de conteúdo do site. Do ponto de vista dos jovens, ser autêntico significa “ser você mesmo”. Tome como exemplo Iberê Thenório, do canal “Manual do Mundo”. Seja em um vídeo gravado no estúdio ou numa viagem à Disney, o youtuber não muda: apresenta-se da mesma maneira descontraída que tanto agrada seus fãs.

Espontaneidade

Embora as transmissões dos youtubers tenham evoluído do posto de vista técnico, o conteúdo permanece livre e fluido. É praticamente impossível imaginar um youtuber lendo um texto pré-produzido. Kéfera, por exemplo, volta e meia liga a câmera e fala sobre determinado assunto, sem saber exatamente qual será o roteiro daquele vídeo. Esse despojamento é marca dessa nova relação do jovem com o ídolo.

Inteligência

Ninguém quer apenas um rostinho (ou corpinho) bonito. Não por acaso, o critério “sex appeal” figura entre as últimas posições da pesquisa para transformar alguém em ídolo. Para os jovens, as celebridades do vídeo têm de ser inteligentes e oferecer conteúdo relevante. Não à toa, quatro dos cinco youtubers mais populares dos adolescentes abordam temas, digamos, cabeçudos em seus canais, como o “Manual do Mundo”, o “Canal Nostalgia” e, é claro, o “Coisa de Nerd”

Originalidade

O YouTube permite aos produtores de conteúdo criar qualquer coisa. Não há regras sobre duração, conteúdo (desde que não haja material ofensivo), formato, temática. Essa liberdade criativa favorece o surgimento de personalidades e formatos inovadores e originais.

Bom humor

Ser bem humorado é fundamental para atrair a atenção das novas gerações. Apresentar-se de modo leve e descontraído parece ser a chave para se aproximar dos jovens. Não é de se espantar que todos os youtubers citados na pesquisa sejam, em maior ou menor grau, divertidos e façam vídeos com muito humor, como Felipe Neto e Kéfera Buchmann.

Divertido mesmo e muito eficaz é imaginar a sua marca se beneficiando de todos esses atributos e conectando-se diretamente com jovens de todo o Brasil. Conheça o recurso Google Preferred, solução que reserva para você os 5% dos canais mais vistos, seguidos e compartilhados do YouTube. Divididos em doze categorias temáticas, esses canais são continuamente reavaliados com base em watchtime, curtidas, compartilhamentos e frequência.

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24 Maio 10 coisas que irão destruir a imagem da sua marca no Facebook

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Estar presente nas redes sociais é fundamental para sua estratégia de Inbound Marketing, especialmente com o objetivo de consolidar a sua imagem na internet. Algumas práticas, porém, podem destruir todo o seu trabalho e causar muito prejuízo à sua marca.

Confira, agora, as 10 coisas que irão destruir a imagem da sua marca no Facebook:

1. Erros de português

“É muinto inportante prestar atensão nos eros de portugues na ora de esrever para sua fanpeige. Consertesa vosse não quer si tornar o novo meme da internet porcausa de erros que degrine sua imagen. Iso acaba com a sua altoridade e destrui a prezenssa da sua marca no facebok. Senpre revize todo o testo com muinto cuidado e não deiche passar nenhum erro de portuges” (sic). *

2. Deletar comentários negativos

A internet é um meio aberto de comunicação. As pessoas falarão bem daquilo que quiserem, assim como falarão mal de algo que não as deixarem satisfeitas.

É inevitável e você não pode controlar, assim como não pode chegar a uma praça pública e impedir que todas as pessoas ali reclamem que o cachorro-quente da barraquinha está com a maionese estragada. Os comentários negativos seriam feitos, quer você esteja lá ou não.

Deletá-los vai demonstrar tirania e amadorismo e pode gerar ainda mais “hate” na galera. Além disso, que tal olhar para as críticas com um olhar diferente? Deixe o orgulho de lado e comece a documentar os comentários negativos e gerar inteligência para melhorar o seu negócio!

É uma pesquisa de opinião gratuita! Não desperdice essa oportunidade.

O ideal é sempre respondê-los com empatia e buscar atender o cliente da melhor forma possível e entender os motivos de sua insatisfação. Pense que, se ele estivesse falando com você pessoalmente, você provavelmente não o ignoraria, correto?

É importante, porém, diferenciar comentários negativos de “trolls” que apenas dizem coisas ofensivas para aparecer e conseguir atenção.

Nestes casos, o ideal é realmente deixar passar, ou, se possível, deletar, caso seja algo muito recorrente, esteja utilizando palavras de baixo calão ou que esteja causando SPAM.

O próprio Facebook possui ferramentas para te ajudar a moderar este tipo de comentário ofensivo.

3. Não responder dúvidas

Quando você pergunta algo a alguém, é justo que você espere uma resposta. Além de dar atenção aos comentários negativos, pois eles representam uma insatisfação imediata, não responder a simples perguntas feitas na sua página podem ser um indício de insatisfação futura daquela pessoa.

E muito além disso! As pessoas verão que você não interage e não responde questões simples e se sentirão menos incentivadas a interagir com você, seja de forma neutra ou mesmo positiva!

Responda sempre, toda e qualquer dúvida que tiverem, e você verá os efeitos de ter uma audiência mais interativa.

4. Não interagir de forma alguma

Mesmo se não houver algo negativo e mesmo se não houver uma pergunta direta. Que tal interagir com todos (ou com o máximo possível) de pessoas que conversarem com você?

Muitas páginas lutam, diariamente, para conseguir engajamento de seus seguidores, e, se você já chegou ao ponto de ter pessoas conversando com você por livre e espontânea vontade, qual o sentido de não retribuir este diálogo?

Curta, comente e dê valor a toda e qualquer interação que surgir a respeito de sua marca.Sua audiência é tudo e é um erro capital apenas prestar atenção nas críticas e ignorar os outros comentários, especialmente os positivos.

Dê  muito valor a todas as pessoas que estão conversando com você, este é um dos principais motivos para você fazer o que você faz, portanto, não ignore ninguém!

Além disso, tem outro motivo muito simples para você interagir com todo mundo que interage com você. Quanto mais interações um post tem, mais o Facebook o identifica como relevante e mais você consegue aparecer na timeline das pessoas, de acordo com o algoritmo que ele utiliza.

Não perca essa oportunidade.

5. Não ser autêntico

Existe sim, uma diferença clara entre nossa postura em diferentes meios e conversando com diferentes pessoas. Podemos dizer que assumimos papeis sociais distintos no trabalho, entre os amigos, com a família e em determinados eventos ou situações.

Nós mudamos a nossa forma de nos vestir, nos comunicar e nos portar. Porém, ainda assim, nós mantemos nossa essência, e demonstrar extrema incoerência entre estes diferentes papeis executados é algo que acaba ganhando uma conotação negativa de falsidade.

Funciona da mesma forma na internet. Você deve ser sempre autêntico em sua fanpage no Facebook. Não assuma um comportamento extremamente diferente daquele assumido em outros locais ou em seu atendimento presencial.

É incoerente ficar pregando sustentabilidade e compartilhando vídeos sobre desmatamento se você fica imprimindo milhares de folhetos físicos e distribuindo aos montes pela rua. Seja autêntico com a sua própria imagem e seus conceitos.

6. Forçar a barra com conteúdos engraçadinhos

Ponto Frio, Prefeitura de Curitiba, Guaraná Antártica, Chupa Chups, e diversas outras empresas, marcas e instituições apostam no bom humor em suas estratégias para cativas e engajar seus seguidores.

Produzir conteúdo engraçado e divertido é algo que realmente gera engajamento, se for algo bem feito. Existem duas coisas que você deve considerar antes de repostar aquele meme que você viu no Whatsapp: timing e relação com a marca.

Os memes estão muito relacionados com o momento e contexto no qual eles estão inseridos. Na maior parte dos casos, o timing é fundamental para você acertar. A não ser que seja proposital gerar um sentimento nostálgico, fazer uma brincadeira com o “para nooooossa alegria” não faz muito sentido hoje em dia, concorda?

Ainda assim, é importante você observar o comportamento e os hábitos da sua Persona ao analisar o timing do meme.

Algumas pessoas têm acesso às piadinhas muito antes de elas atingirem o grande público (geralmente heavy users de plataformas como o Tumblr e o Twitter), enquanto outras apenas conhecem os memes quando eles já chegam aos grupos de família no Whatsapp.

Observe a sua persona e qual o timing dela com as piadas e tenha um timing certeiro. Além disso, é ela que vai te orientar a respeito dos limites e dos assuntos que você vai abordar. De nada adianta fazer uma piadinha de nicho sobre o último filme de Star Wars se o seu público não é nada interessado neste universo.

A outra coisa a ser considerada é a relação com a sua marca, não adianta forçar a barra para criar conteúdos engraçados se este não é o perfil de sua empresa ou se a piada não possui objetivo algum dentro de sua estratégia e o restante de seu conteúdo.

7. Misturar pessoal e profissional

A fanpage da sua marca é a fanpage da sua marca e o seu perfil pessoal é o seu perfil pessoal. Mesmo que as duas coisas estejam ligadas, ou, por exemplo: mesmo que a sua marca tenha o seu nome, e a sua imagem seja algo importante para a estratégia comercial de sua empresa, você deve diferenciar muito bem as coisas.

Suas fotos de calção na Praia de Canoa Quebrada não interessam aos seguidores da fanpage da sua empresa e dificilmente eles irão se interessar pelo estado de saúde de sua tia-avó.

Isso não é nada interessante para sua estratégia de conteúdo. Saiba diferenciar o tipo de postagem pessoal e profissional e tampouco publique suas opiniões pessoais sobre política ou aquela zoada no time adversário!

8. Dar opiniões sobre assuntos polêmicos

Já que mencionamos política e futebol, devemos falar um pouco mais sobre isso. Não apenas você deve evitar mostrar sua opinião pessoal a respeito destes assuntos, como, se possível, é melhor evitar polêmicas de qualquer forma!

Não quer dizer que seja proibido fazer conteúdos interessantes com conotação esportiva ou social, mas é bom repensar bastante antes de incluí-los dentro de seu planejamento de conteúdo. Tente manter a neutralidade ao abordar estes tópicos e evite o radicalismo.

Seja leve, tente ser neutro e jamais assuma tons agressivos.

9. Imagens fortes, degradantes ou agressivas

Sabe aquela imagem de pessoa acidentada com muito sangue ao redor? Ou aquele vídeo que contém imagens explícitas de conteúdo erótico?

O que dizer, então, de uma montagem mal feita simulando uma personalidade feminina importante da política nacional em posições degradantes? (esta, inclusive, quebra várias regras que citamos aqui!).

Evite conteúdos que contenham imagens agressivas, não apenas porque isso é prejudicial para sua imagem, mas também porque o próprio Facebook pode bloquear sua página por conteúdo impróprio.

10. Fazer spam e “floodar” a timeline

É verdade que o Facebook tem, cada vez mais, diminuído o alcance orgânico das publicações, mas isso não é motivo ou deve ser um incentivo para você postar, sem parar, o mesmo conteúdo o tempo inteiro. Sua fanpage pode ganhar a fama de “chata” e “insistente”, e você pode perder muitos seguidores nessa brincadeira.

Esta prática, popularmente conhecida como “flood”, pode inclusive ser identificada como spam pelo próprio Facebook, e isso pode gerar até o bloqueio de suas atividades por tempo indeterminado.

E aí? Já identificou alguma prática que você tenha feito nas redes sociais da sua empresa? Agora é a oportunidade perfeita para repensar estes erros!

 

Fonte: Marketing de Conteúdo

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24 Maio Podcasts: um guia completo

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Podcasts: um guia completo

Inspirados pelos programas de rádios, as pessoas criavam os seus próprios, tratando de qualquer tema, produzindo seu próprio conteúdo e disponibilizando para amigos e conhecidos.

Com o tempo, várias empresas encontraram oportunidades de monetizar os podcasts, principalmente preparatórios para concursos, livros falados e outras ideias de negócio que buscavam fornecer informações para as pessoas de uma maneira diferente.

Os podcasts deram uma sumida por alguns anos, mas com o crescimento do mercado móvel, ter áudios no celular passou a ser bem interessante para muitas pessoas, e não estamos falando de músicas!

As pessoas passam cada vez mais tempo ligadas ao mundo pelo mobile e até a iTunes Store e o Google Play já disponibilizam podcasts para download. Um exemplo é o Serial, podcast da WBZ Chicago que teve mais de 5 milhões de acessos no iTunes.

É uma oportunidade para diversas empresas e profissionais criarem mais um tipo de conteúdo para o seu mix.

Hoje, vamos mostrar para você como criar um podcast do começo ao fim!

Com esse guia completo, vai ficar muito fácil criar programas e disponibilizá-los online.

Acompanhe!

Escolha o tema e formato do podcast

Para começar o seu podcast com o pé direito, é preciso ter um tema e um formato bem definidos de como será o programa.

Claro, não existem limites para a criatividade, mas com a possibilidade de já existir alguém fazendo um podcast idêntico ao que você tem em mente, não custa nada fazer um planejamento.

Primeiro, delimite um tema. Você pode ter como base o marketing de conteúdo, por exemplo, mas não se limite a isso. Conforme você cria mais podcasts, expanda para outras áreas do marketing (e até de vendas) que estejam relacionados ao content marketing. Assim, além de atrair mais público, seus programas não se tornam repetitivos e limitados.

O formato é mais fácil. Podcasts costuma durar entre 10 a 20 minutos, dependendo do mercado e do assunto que está sendo tratado. Programas com música costumam durar mais, já que a parte realmente falada não consome o tempo médio de um programa.

Tudo depende do seu público e do estilo do seu podcast. Se for um programa mais didático, o ideal é que o programa não seja tão longo, para não ficar massante. Caso seja de entretenimento, a duração mais longa pode não ser um problema.

Mas, antes de qualquer coisa, procure testar! Comece com um formato básico, que vai funcionar, e otimize conforme os seus ouvintes passam feedbacks sobre seus podcasts.

Checklist: 3 coisas que você precisa para gravar um podcast

Para mandar bem na hora de gravar o seu programa, existem 4 peças-chave para você não se enrolar no processo.

Vamos ver quais são elas?

1. Roteiro

Na hora de começar, você precisa de um norte!

A melhor forma de se organizar ao começar a gravação de um podcast, é um com um roteiro bem estruturado. Comece organizando o seu programa em blocos, defina tópicos principais para cada um deles, anote ideias, comentários importantes, nomes e links que você precisa fazer.

Alguns roteiristas inserem diversas informações e detalhes, outros, preferem dar um guia e deixar rolar ao longo do programa. Escolha o que funciona melhor para você!

2. Microfone

O áudio é o principal fator do podcast. Você pode ter um programa sensacional, mas sem uma boa captação vai ficar difícil conquistar ouvintes. E um bom áudio começa por um bom microfone.

Você não precisa de um mic caro para criar bons podcasts, o segredo é escolher o certo.

Entrando em um lado um pouco mais técnico, existem diversos padrões de captação para microfones e diversos tipos de microfone. Vamos focar em dois tipos de microfones e de captação.

Para um podcast, você pode optar por microfones condensadores ou dinâmicos.

Os condensadores são muito famosos no mundo da música, como aqueles grandes microfones usados por diversos cantores em estúdio (como o Neumann U87).

Os dinâmicos são aqueles utilizados para voz ao vivo, com certeza você já viu algum desses por aí. O Shure SM58 é muito usado para shows ao vivo e o SM57b é famoso dentro de rádios.

A diferença que você precisa conhecer entre condensadores e dinâmicos é bem simples: os condensadores são mais “abertos”, eles captam mais sons do ambiente e da sala que você está. Se você estiver em um local com pouco vazamento de som externo, é uma excelente opção. Principalmente se mais pessoas estiverem fazendo o podcast com você e houver apenas um microfone disponível.

Os dinâmicos são mais direcionais, eles “vazam” menos som do ambiente que você está e é preciso estar próximo deles para que a voz saia com claridade. Se você está em um ambiente mais movimentado, essa é a escolha.

Os padrões de captação (ou seja, qual a direção onde o som é captado) é muito simples e pode te ajudar caso você vá fazer um programa com um entrevistado, por exemplo.

A primeira delas, e a mais simples, é a cardióide. Também conhecida como “padrão polar”, ela capta todo o sinal que estiver logo a frente do microfone, em um ângulo de até 120o. É o tipo de captação mais comum.

Agora, vamos supor que você está entrevistando outra pessoa e quer utilizar um microfone que possa ficar parado sempre. Então, a captação figura-8 é uma boa solução para você. Ela isola totalmente qualquer sinal que esteja vindo da lateral do microfone e foca no que está logo a frente e atrás dele. É uma excelente opção para fazer entrevistas com apenas um mic, sem precisar ficar alternando ou movimentando o microfone.

Os microfones USB (como o Samson e o Blue) são opções bem interessantes que bem no seu bolso. Você também pode utilizar gravadores com microfones embutidos, como os da Tascam.

3. Programa de gravação e edição

Mesmo usando um microfone USB, um gravador ou um microfone comum, você vai precisar de um programa de gravação e edição para trabalhar o áudio posteriormente.

Existem diferentes necessidades para um programa, o que influencia na escolha de qual você vai usar. Hoje, é possível fazer todo o trabalho em um só programa, sem precisar escolher um para gravar e outro para editar.

Algumas opções bem interessantes são o Audacity e o Reaper, ambos gratuitos. Eles são programas criados para a captação de áudio e são usados, inclusive, em estúdios de gravação. Mas não se assuste, as duas interfaces são super simples de usar e as funcionalidades atendem às suas necessidades.

Basicamente, você vai usar o programa para duas coisas: nivelar o volume das vozes, caso duas ou mais pessoas façam parte do programa, e editar partes desnecessárias ou inserir músicas entre cada bloco. É bem simples e você consegue fazer tudo em um só lugar.

Exportando o áudio com a qualidade certa

Há algum tempo, a qualidade da conexão com a internet e as plataformas disponíveis limitavam a qualidade dos arquivos de áudio. Mas hoje, é preciso ter a melhor possível para fazer parte do mercado.

Com o mp3, os arquivos ficaram menores, mas a qualidade também foi perdida pela compressão. Por sorte, podcasts são compostos por muitas falas na grande maioria das vezes, o que permite que você tenha um arquivo coeso com menor perda de qualidade.

Existem dois tipos de arquivos que são utilizados para áudio: o WAV e o mp3.

WAV é a forma curta de WAVEform, o formato-padrão de áudio da Microsoft e IBM, ele não tem perdas de informação e não há compressão no arquivo. Ele costuma gerar arquivos bem grandes, já que não existe nenhum tipo de compressão.

O mp3 é a melhor opção para podcasts. Há alguns anos, ele era limitado a 192 kbps (kilobytes por segundo), que é a qualidade de áudio presente em um CD de música. Agora, é possível exportar arquivos com 320 kbps, o que é mais próximo da qualidade do WAV. A grande vantagem desse formato é que ele permite um carregamento rápido sem perda de qualidade, mesmo em redes móveis utilizadas no celular.

Como publicar o podcast

Chegou a hora de mostrar o seu podcast para o mundo!

Existem diversas plataformas onde você pode divulgar seus programas, algumas são pagas, mas a maioria delas é grátis.

O primeiro passo da maioria dos podcasts é criar um site, mesmo que grátis (como oWordPress ou Blogger). Assim, você consegue ter um endereço fixo na web e armazenar todos os seus programas em um só lugar.

O Soundcloud é o grande escolhido para hospedar os áudios. É um programa de streaming— transmissão de dados pela internet — gratuito, criado especialmente para áudio. A versão grátis possui algumas limitações de tempo, mas você vai conseguir publicar diversos programas antes de precisar de uma conta premium.

O RSS Feed também é interessante para espalhar a palavra sobre o seu programa. O RSS mostra para diversos sites que você está criando um novo conteúdo através de um simples arquivo XML. Você pode utilizar o Feedity para criar seu Feed e divulgar o seu podcast.

Agora, você não pode esquecer de explorar outros meios de marketing!

Compartilhe nas redes sociais (mesmo que seja no seu perfil pessoal, por enquanto), crie um post no seu blog introduzindo o tema do podcast e envie para sua lista de e-mails (caso você tenha uma). Assim, você vai atrair mais ouvintes e ganhar espaço com o seu programa.

E não se esqueça de disponibilizá-lo no iTunes! Existe uma seção exclusiva para vocêcolocar seus podcasts gratuitamente (e até cobrar por eles).

Como fazer dinheiro com o seu podcast

É bem provável que vai chegar uma hora que a ideia de ganhar dinheiro com seu podcast vai aparecer. E saiba que isso não é impossível!

Tornar seus programas uma fonte viável de renda (complementar, pelo menos) é uma boa ideia e existem algumas estratégias bem interessantes que você pode usar.

A primeira é vender espaços publicitários no seu podcast. O rádio já faz isso há anos, mas existe uma dica de ouro aqui: você precisa de anunciantes que compartilhem o mesmo público que você.

Imagine anunciar um show de pagode em um programa sobre rock? Ou divulgar uma marca de casacos de pele em um programa sobre preservação da fauna e flora? Você precisa ter em mente que todo o conteúdo do podcast precisa ser relevante para quem está ouvindo, inclusive os anúncios!

Outra possibilidade é vender o próprio podcast. Essa é uma alternativa para programas mais “famosos”, que estão há mais tempo por aí. Uma ideia interessante é criar versões especiais sobre um determinado assunto e vender apenas elas. Vamos supor que você tem um podcast sobre direito e, duas vezes por semana, expõe suas ideias sobre um tema específico da área jurídica.

Você pode criar um podcast mais extenso sobre uma direito empresarial, por exemplo, e vender esse programa para os seus ouvintes. Como ele aprofunda o tema e é mais longo do que a média, vai mostrar o valor daquele conhecimento para quem acompanha seus podcasts regularmente.

Como você viu um pouco acima, também é possível disponibilizar podcasts através da Apple, tanto de forma gratuita quanto cobrado por eles.

Mas não se esqueça de continuar produzindo os seus programas gratuitos!

Concluindo

Os podcasts voltaram a fazer parte de muitas estratégias de marketing atuais.

O Copyblogger é um grande portal sobre marketing de conteúdo que faz diversos programas através do Rainmaker.FM.

Produzir um bom podcast não é uma tarefa super complicada. Com uma boa organização, alguns equipamentos básicos, conteúdo de qualidade e um pouco de treino, é possível criar bons programas e conquistar uma audiência constante.

Mas para isso você precisa utilizar mídias para compartilhar o seu trabalho. Redes sociais são indispensáveis, e você ainda pode pensar em e-mail marketing e marketing de conteúdo para compartilhar seu podcast com mais pessoas.

Na hora de publicar o seu podcast, tente disponibilizá-lo no maior número de canais possíveis e lembre-se que ganhar dinheiro com seus programas pode ser uma boa ideia.

A divulgação é parte importante de todo podcast, estratégia de marketing, produto ou serviço.

Fonte: Marketing de Conteúdo

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19 Maio Adwords não aceitará mais banners em flash

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Quem acompanha as iniciativas do Google sabe que já faz um tempo que a empresa está dando preferência para materiais desenvolvidos em HTML5. Isso se refletiu principalmente quando o Chrome passou a não exibir mais muitos objetivos feitos em flash na tela do usuário.

Os banners em flash ainda são muito utilizados no mercado de mídia para criar peças animadas e interações (como os banners que expandem ao passar o mouse em cima), mas o Google está dando um jeito de contornar isso, pelo menos na plataforma do Adwords.

A partir do dia 30 de Junho de 2016 o Google Adwords passará a não aceitará mais o upload de banners feitos em flash, somente aceitará banners criados em HTML5. Não se preocupe, você ainda poderá continuar usando imagens estáticas nos formatos PNG, JPG e GIF, ou até mesmo um banner animado feito em GIF.

Note que essa regra de 30 de Junho vale para novos banners inseridos na conta, ou seja, se depois dessa data você tentar subir um banner em flash, ele não será aceito pelo sistema. Quem já possui banners dentro da conta com status aprovados e rodando, eles ainda continuarão sendo exibidos, mas fique atento: A partir de Janeiro de 2017 nenhum banner em flash será aceito, sejam novos ou velhos já dentro da conta.

O Google irá tentar converter as suas peças de flash para HTML5, mas a recomendação é que você não espere o período de corte chegar e já comece a migrar para HTML5 se você ainda não utiliza esse formato.

Abaixo algumas ferramentas que podem ajudar vcê nesse processo:

GOOGLE SWIFFY

Referência: https://developers.google.com/swiffy/convert/upload

Google Swiffy é uma ferramenta que ajuda você a converter seus banners de flash para HTML5. É super fácil de usar, bastando carregar o arquivo e deixar a ferramenta fazer o resto do trabalho.

ADWORDS HTML5 VALIDATOR

Referência: https://h5validator.appspot.com/adwords

Essa ferramenta do Google permite você verificar se os seus banners em HTML5 estão corretos e prontos para uso. Muitas pessoas tem tentado fazer o upload e recebem uma mensagem de erro genérica, e essa ferramenta pode ajudar a identificar o problema.

Fiz um tutorial na comunidade oficial de Adwords demonstrando as etapas: https://www.pt.advertisercommunity.com/t5/Artigos/Novo-Validador-de-Banners-HTML5/ba-p/142591

GOOGLE WEB DESIGNER

Referência: https://www.google.com/webdesigner/

Podemos dizer que a ferramenta Google Web Designer é um tipo de Photoshop do Google e que já exporta suas peças direto para HTML5, prontas para subir no Adwords. É uma ótima alternativa principalmente para quem não tem conhecimento técnico em HTML5. Como toda ferramenta que precisamos aprender, se você nunca mexeu com criação de banners e peças, precisará se acostumar um pouco com o funcionamento até pegar os conceitos básicos, então tenha paciência e vá estudando :)

Se você conhece um pouco de inglês dá para acompanhar os vídeos do canal oficial da ferramenta no YouTube: https://www.youtube.com/user/GoogleWebDesigner

RICH MEDIA GALLERY

Referência: https://www.richmediagallery.com/resources/html5-toolkit

Esse é um site fantástico que mostra algumas ferramentas do Google para HTML5 (inclusive algumas das acima) e também possui repositório de vários outros elementos. Fontes, formatos de banners e muitas outras coisas podem ser encontradas aqui. Recomendo bastante esse link.

DOUBLECLICK STUDIO

Referência: https://www.google.com/doubleclick/studio/homepage/

Navegue por diversos modelos de HTML5 e crie seus próprios anúncios usando o banco de dados de modelos do richmediagallery.com.

CRIADOR DE ANÚNCIOS GRÁFICOS DO ADWORDS

Referência: https://support.google.com/adwords/answer/2991648?hl=pt-br

O próprio Adwords possui um sistema de criação de banner dentro da interface que pode ser útil pra muita gente. Lá você consegue consultar vários modelos diferentes em uma galeria e personalizar os dados.

CONCLUSÕES GERAIS

É muito importante que os anunciantes possam acompanhar as mudanças da ferramenta, pois conhecendo as coisas que o Google faz, isso também causa impacto na experiência do usuário.

Não deixe para fazer a conversão na última hora e aproveite as ferramentas para começar a criar suas peças em HTML5.

Você pode achar mais informações sobre essas ferramentas e mudanças na central de ajuda: https://support.google.com/adwords/answer/6249073?hl=pt-br

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19 Maio Mensagens Instantâneas vs Redes Sociais: Para onde estamos caminhando?

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IM vs Social Network

As redes sociais não estão morrendo, mas mesmo assim os serviços de mensagens instantâneas parecem ser o futuro da relação entre as pessoas online. Eu não sei você, mas cada vez mais meu uso de aplicativos tem se centralizado ao redor de apps de mensagens, como WhatsApp e Facebook Messenger.

A internet é muito cíclica e os serviços de troca de mensagens que já existem a mais de décadas, desde a época daquele que não morre nunca do ICQ, passando pelo MSN/Windows Live Messenger, mas ganharam força nos últimos anos com serviços que vieram para competir com o SMS, mas acabam competindo a atenção com as redes sociais também.

Em 2015 este gráfico abaixo da Business Insider já mostrava essa tendência. Os 4messaging apps (aplicativos de mensagens) tinham mais usuários ativos do que as 4 principais redes sociais.

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O Facebook é uma rede social que também tem serviço de mensagens instantâneas (dois, se contarmos que o WhatsApp também é deles) e continua sendo o serviço com maior número de usuários ativos [cerca de 1.6 bilhão atualmente], mas atrás dele vem dezenas de serviços de serviços de MI (Vou abreviar Mensagens Instantâneas para facilitar).

Uma pesquisa recente da Statista listou os principais serviços sociais em número de usuários ativos e dos 10 primeiros, apenas o Facebook, Twitter, Instagram e Tumblr são “redes sociais” e não apenas IM – detalhe que todos oferecem serviço de mensagens internamente, inclusive o Twitter removeu o limite de 140 caracteres das direct messagespara incentivar o seu uso como ferramenta de comunicação.

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Se somarmos todos os números de usuários ativos, veremos que estes serviços de mensagens tem muito mais usuários ativos mensalmente. Aparentemente não existe nenhum serviço tão grande quanto o Facebook porque nenhum serviço de IM consegue atingir a fama mundial. WhatsApp é muito popular no Brasil, Facebook Messenger nos EUA, WeChat e QQ na China, assim como os outros são populares em diferentes países.

Também devemos lembrar que esta pesquisa não mostra o número de usuários do Apple iMessage e Apple FaceTime, que são atrelados diretamente a plataforma, ou mesmo do SMS, que também entraria na lista de serviços de mensagens. O Google, apesar de já possuir o Hangouts e lançou o Allo e Duo, que são novas ferramentas de comunicação através de mensagens e vídeos.

Alex Hayes publicou no Mumberella uma excelente matéria [em inglês] questionando se os instant messaging apps irão devorar as redes sociais e neste texto trouxe alguns insights interessantes.

E a nova era de mídias sociais é liderada por um grupo demográfico de compradores muito importante – adolescentes e jovens adultos – atraídos por uma forma móvel, privada e pessoal de livremente conversar e compartilhar com os amigos.

Ele lembra que existem dezenas de apps com mais de 1 milhão de usuários (eram 50 em 2014, não consigo nem imaginar quantos são hoje) e isso traz um problema muito grande para marcas. Qual rede social atuar? E pior, como atuar nelas? É complexo.

Talvez os bots, que já falamos aqui no blog, possam auxiliar na interação em várias redes sociais e possam ser o grande passo das marcas dentro dos serviços de mensagens.

O futuro na verdade é híbrido.

Quando falamos desta “guerra” entre IM e redes sociais percebemos que a grande maioria delas são controladas pelas mesmas empresas e, portanto, são integradas de alguma forma. É difícil dizer quais são os serviços mais populares, até porque alguns deles ficam em um linear de classificação. O Snapchat é serviço de mensagens ou rede social? Ou nenhum?

O Facebook é a maior rede social e também o maior serviço de mensagens instantâneas, com o Facebook Messenger e o WhatsApp, mas serviços como o Twitter, Tumblr, Google+ já possuem, além de suas ferramentas de mídia social, serviços de mensagens, apenas não começaram focados nisso.

No futuro será ainda mais difícil diferenciar IM de rede social, mas certamente ambos existirão. Vamos ter apps apenas de redes sociais e apps apenas de mensagens, mas a grande maioria será um híbrido entre ambos.

 

Fonte: Midiatismo

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