10 jun Como o Snapchat pode ajudar a impulsionar as marcas nas redes sociais

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Seguindo a tendência das demais redes sociais, o Snapchat já deu sinais de que quer se aproximar das marcas e publishers para impulsionar sua receita em publicidade. A última atualização da rede divulgada ontem (8), por exemplo, é uma prova de que o Snap quer facilitar o acesso de seus usuários aos conteúdos dos parceiros (confira aqui).

No mercado digital, um plataforma com muitos usuários não é necessariamente sinonimo de resultado para as marcas, existem uma série de outros fatores a serem considerados para além da quantidade de pessoas que ali estão. No caso de Snapchat, no entanto, as duas coisas podem estar relacionadas.

Segundo Fábio Ricotta, inbound marketing e cofundador da Agência Mestre, o crescimento da comunidade é um fator importante a ser levado em consideração pelas empresas que querem explorar um nova entrada nas redes socias. “Com a quantidade de pessoas usando o Snapchat, e com as possibilidades de estratégia de anúncio e produção de conteúdo, podemos dizer que é uma excelente rede social para se investir”, destaca o empresário, referindo-se à quantidade de visualizações que um vídeo patrocinado pode ter no aplicativo: 40 milhões.

Para quem pensa em investir em conteúdo em vídeo, o Snapchat pode mesmo ser uma boa opção. “Além de ter um público com grande maioria de pessoas entre 18 e 34 anos, essa rede social também se provou um ambiente de muito engajamento”, explica o especialista, destacando que para o lançamento de um filme, um anúncio no Snapchat se provou 3 vezes mais efetivo que peças em outro local. Por enquanto, o sistema de anúncios não está disponível a todos, mas deve ser liberado em breve.

Postagens imensuráveis para resultados imensuráveis

Acostumados com múltiplas possibilidades de mensurar os anúncios, os profissionais de marketing digital terão que aceitar as restrições do Snapchat, alerta Ricotta. “Os dados que o aplicativo permite visualizar são apenas a quantidade de visualizações e os usuários que deram ‘print’ na tela”, explica o especialista. Os prints são a única maneira de “eternizar” um post, já que o Snapchat se destaca por deixar as fotos e vídeos por apenas 24h. “A efemeridade das publicações torna a rede social um ambiente muito mais dinâmico”, conta.

Para pensar nas estratégias que uma marca pode ter, Ricotta dá algumas dicas importantes. “O Snapchat é um ambiente muito voltado para os bastidores, então vale a pena investir em mostrar ao público como são criados os produtos, ou como é a vida da pessoa que representa a marca”, explica.

O profissional também destaca que, quem acompanha alguém no Snapchat, é muito mais do que um seguidor, mas um verdadeiro fã. “É uma rede social muito pessoal, que reproduz a visão da pessoa e faz os fãs se sentirem juntos dela, por isso não dá para publicar apenas vídeos impessoais, e sim focados nas pessoas”, alerta. Estas características são evidenciadas pela pouca possibilidade de edição de vídeos e também pelas ferramentas de bate-papo que valorizam a conversa apenas entre duas pessoas.

Duas funcionalidades importantes do Snap são destacadas por Fábio: “Os filtros e máscaras permitem uma linguagem leve, jovem, e inspirada nos memes”, conta. Desta forma, as marcas mais vinculadas ao bom humor podem encontrar vantagens. “Mostrar os bastidores tem que ser sempre uma coisa leve e feita para mostrar que somos humanos, como aqueles vídeos de erros de gravação que até hoje passam na TV”, compara Ricotta.

A “cereja do bolo” que o aplicativo oferecem segundo o especialista, é o Geofiltro. “É como se fosse um selo que estampa na imagem em que lugar a pessoa está”, explica. Fábio conta ainda que existem marcas já criadas para cidades, mas as marcas podem criar seus próprios filtros, como um tipo de anúncio que gera engajamento. “É uma ferramenta que pode gerar muito resultado para restaurantes e parques, por exemplo, além de vários tipos de eventos”, finaliza.

 

Fonte: Adnews

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08 jun Crowdfunding: entenda a importância do financiamento coletivo

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Imagine que você tem uma baita ideia para um game, mas não tem grana para começar a desenvolver o jogo. Ou então teve um insight sensacional para o roteiro de um filme, mas tem certeza que nenhum investidor iria apostar as fichas na produção.

Triste, não é mesmo? Pois até algum tempo atrás, grandes músicos, autores, diretores e até inventores passavam por esse mesmo problema.

E foi aí que surgiu o crowdfunding, um modelo de financiamento com base na web que vem ajudando vários criativos ao redor do mundo a dar vida aos seus projetos.

Nunca ouviu falar disso? Pois então, meu amigo, saiba que talvez aquela sua grande ideia ainda esteja parada na gaveta sem motivo algum.

Quer ver só? Então vem com a gente e conheça um pouco mais sobre esse tal crowdfunding.

Primeiramente, o que é crowdfunding?

Popularizado graças ao crescente uso da internet, o termo crowdfunding significa em português “financiamento pela multidão”, ou financiamento coletivo, como é mais conhecido por essas bandas. Um tipo de modelo de negócios onde as pessoas se juntam para financiar um determinado projeto, às vezes em troca de algum tipo de retorno ou às vezes apenas pelo prazer de ajudar aquilo a ganhar vida.

Só que muito se engana quem acha que essa ideia é nova: antes mesmo de existir Internet e até mesmo energia elétrica, o autor Alexander Pope já buscava ajuda do financiamento coletivo para tentar traduzir alguns poemas gregos para o inglês. Isso lá no século XVIII.

No entanto, é claro que a chegada da nossa querida internet ajudou bastante ao facilitar a conexão entre quem tem a ideia e quem se dispõe a pagar por ela — e também o pagamento através dos cartões de crédito e serviços de bankline.

Mas para entender melhor sobre essa parte do pagamento, primeiro precisamos entender como o crowdfunding, de fato, funciona.

Como funciona esse tipo de financiamento?

Bem, a ideia aqui é muito simples: primeiro você cria a sua campanha on-line, na maioria das vezes através de alguma plataforma — nós vamos falar sobre isso mais tarde. Nela você dá informações sobre o projeto, fala quanto irá gastar para produzi-lo, quanto tempo levará para ficar pronto, como as pessoas podem ajudar e o que elas podem ganhar em troca por aquele financiamento.

Se tudo funcionar direitinho, depois disso é só colocar a campanha no ar, ligar o cronômetro e observar para ver se as pessoas estão ou não se interessando pela sua ideia.

Os benefícios do crowdfunding

Ainda pensando se o crowdfunding é realmente uma boa ideia para quem quer colocar um projeto pessoal na rua? Então vamos analisar mais de perto o por quê ele é uma ótima ideia.

Comprovação de mercado

Um dos principais benefícios para quem coloca um projeto em uma campanha de crowdfunding é esse: a comprovação de mercado.

Mas o que isso significa? Simples: significa que se você tem dúvidas se o seu produto tem ou não chances de se dar bem no mercado, é aqui que elas são tiradas, afinal, se o povo diz que pagaria para ter a sua ideia em mãos é porque ela tem uma grande oferta de mercado.

Produção sob encomenda

Outro benefício do crowdfunding vem do fato de você saber exatamente quantos produtos deverão ser fabricados em uma primeira tiragem ou versão, já que só quem pagou receberá o item.

Equity crowdfunding

Outro benefício do modelo de financiamento coletivo é mais direcionado para quem tem uma boa ideia de negócio e não necessariamente um produto.

Esse benefício se chama Equity crowdfunding, e na verdade é mais um modelo de crowdfunding onde os empreendedores que buscam algum tipo de investimento podem se cadastrar em plataformas atrás de pequenos investidores.

Através dele, quem procura por pequenos apoios financeiros (como de cem mil reais, por exemplo) pode encontrar ajuda de vários investidores interessados em arriscar em um determinado negócio (como 100 investidores com mil reais em mãos cada um) tornando oprocesso de captação bem mais simplificado.

Pronto, agora você já sabe o que é crowdfunding, como ele funciona e até mesmo quais são os benefícios, certo? Mas onde encontrar as plataformas de financiamento coletivo na web? Existe alguma alocada aqui no Brasil?

Vejamos!

As maiores plataformas de financiamento coletivo

Respondendo a última pergunta: sim, existem ferramentas de crowdfunding já bastante consolidadas aqui no Brasil. E, sim: é bem fácil encontrá-las pela internet, tanto as daqui quanto as internacionais.

Alguns exemplos:

No Brasil

Catarse

Considerado a primeira e maior plataforma de financiamento coletivo do Brasil, o Catarse está no ar desde o começo de 2011, já tendo agraciado mais de 2500 projetos, responsáveis por levantar mais de 44 milhões de reais investidos por mais de 280 mil pessoas.

Muita coisa, não é mesmo? E olha que ele nem é o único exemplo que nós tempos aqui nas terras tupiniquins.

Kickante

Com uma pegada de crowdfunding um pouco mais social, o Kickante já lançou mais de 19 mil campanhas responsáveis por angariar pra lá de 22 milhões de reais em toda a plataforma.

Vakinha

Apesar de ter sido lançado oficialmente dois anos depois do Catarse, a ideia do Vakinha não é nada nova.

Criado em 2009 esse site surgiu depois que dois amigos perceberam o perrengue que era juntar a grana de um grande grupos de pessoas para bancar um projeto — que no caso eram os presentes de casamento de um dos fundadores da marca.

Agora, mais de 7 anos depois, o Vakinha já conseguiu arrecadar grana para mais de 400 mil projetos cadastrados por lá.

No mundo

Kickstarter

Achou os números das plataformas de crowdfunding brasileiras impressionantes?

Então dá só uma olhada nos do Kickstarter, a maior do mundo: são mais de 2,4 bilhões de dólares arrecadados ao longo de 5 anos para mais de 106 mil projetos. Entre eles o famoso Oculos Rift (comprado posteriormente pelo Facebook) e até o filme baseado na série The Veronica Mars (que arrecadou mais de 5 milhões de verdinhas em sua campanha).

Indiegogo

Favorito dos produtos de curtas e filmes independentes, o Indiegogo é o responsável por ter dado vida a projetos como o aclamado Hardcore Henry (filme totalmente filmado em primeira pessoa com ajuda de algumas GoPros) e Lazer Team, responsável por arrecadar quase 2 milhões e meio de dólares em menos de 2 semanas.

Rockethub

Fundado em 2009 em Nova York, o Rockethub é um tipo de plataforma de crowdfunding que inicialmente atendia mais a projetos de tecnologia e ciência, no entanto, com o passar do tempo ele foi se transformando em um sistema mais aberto voltado a projetos educacionais que já atendeu a dezenas de milhares de instituições ao redor do mundo.

Pronto, viu só como existem várias plataformas de crowdfunding com pegadas diferentes aqui no país e lá fora na gringa? Pois é, agora saiba de uma coisa: além de ajudar a milhares de empreendedores ao redor do mundo, o financiamento coletivo também tem feito a diversão de muitos apoiadores por aí, seja através de games, discos e até filmes extremamente interessantes.

Ideias que já ganharam vida com esse modelo de negócios

Com o poder de ajudar a dar vida a produtos extremamente interessantes, as plataformas de financiamento coletivo têm trazido à tona diversos projetos que talvez jamais teriam alguma chance no mercado convencional, mas que depois de prontos muitas das vezes comprovam ser verdadeiros sucessos.

Livros e HQs

Lançado em maio de 2016, o projeto para o livro Contos de fadas originais, da produtora Marina Avila, pedia R$2.950 para ganhar vida (através do Catarse). No entanto bastou pouco mais de um mês para essa quantia ultrapassar em mais de 100% a meta, sendo um ótimo exemplo de case de sucesso literário do financiamento coletivo no país.

Discos

Dos capixabas do Dead Fish até os gaúchos do Apanhador Só, o que não falta no Brasil são bandas que conseguiram produzir seus discos graças ao crowdfunding.

Filmes

Considerado um dos maiores autores da atualidade, o norte-americano Chuck Palahniuk tem vários best-sellers em sua carreira, no entanto talvez nenhum deles tenha o mesmo sucesso de Clube da Luta, livro que teve a fama ampliada graças a versão cult dos cinemas lá do final da década de 90.

E aí, com um nome desse currículo, Palahniuk não pensou duas vezes ao planejar a adaptação de outra de suas obras (Cantiga de Ninar): apostou todas as fichas em uma campanha do Kickstarter.

E não é que deu certo? Em menos de 2 semanas mais de 3 mil pessoas arrecadaram os 250 mil dólares necessários para dar inicio a essa aguardada produção.

Podcasts

Considerado o podcast de maior sucesso da história, o Serial precisava de uma certa graninha para fazer a sua segunda temporada. E aí não teve jeito: lá foram os produtores recorrer à uma campanha de crowdfunding para dar vida à ela.

Uma campanha que não apenas funcionou como abriu caminho para que esse modelo de financiamento fosse cogitado para uma possível próxima temporada.

Games

Produzido por uma parte da equipe responsável por clássicos dos games como BioShock e Dead Space (ambos com uma pegada de terror), Perception chamou a atenção da mídia internacional por causa de seu visual e sua história, que narra a vida de uma garota cega que é obrigada a andar por cenários mal assombrados.

O game precisava de 150 mil dólares para ser desenvolvido e arrecadou 168 mil e uns quebrados em pouco mais de 1 mês, se tornando um dos maiores cases de sucesso do Kickstarter.

Shows e eventos

Capazes de levar centenas de milhares de pessoas as ruas todo ano durante o carnaval de Belo Horizonte, o bloco Chama o Síndico em 2016 inovou ao montar uma campanha no Catarse em busca de arrecadar 25 mil reais que viabilizassem a folia nesse ano. Uma quantia que foi batida rapidamente em questão de dias.

Viu só como o que não falta são projetos realizados através do financiamento coletivo? No entanto, o que muita gente não vê é que além deles apontarem uma boa saída para quem está em busca de uma forcinha para tirar suas ideias do papel, todos eles também são uma baita aula de como se fazer um belo marketing digital na internet.

Não entendeu porque? Então calma que a gente explica.

O financiamento coletivo e o marketing digital

CD do  Dead Fish, game de terror, filme independente, talvez nenhum desses cases de sucesso que listamos agora a pouco, existiriam se não fosse pelo financiamento coletivo através da web.

No entanto, para que suas campanhas de financiamento funcionassem, também era preciso ter um bom conhecimento a respeito de marketing digital.

Sim, isso mesmo! Pense com a gente: você acha que apenas colocar um projeto em uma página e ficar lá esperando pelos cliques ajudaria alguém a ganhar a dinheiro? Se fosse assim a vida na web seria fácil demais, não é mesmo?

Pois então, para que as ações desses projetos dessem resultados, era preciso que cada responsável fizesse sua parte, como por exemplo cuidando de alguns pontos muito importantes para esse tipo de marketing :

  • Social Media
  • Mídia Paga
  • Marketing de Conteúdo
  • SEO
  • Análise de dados

Conseguiu ver a relação entre crowdfunding e marketing digital? Então, só para fechar o assunto, dê uma ida até o perfil do game Perception no Kickstarter e repare como que o pessoal da The Deep End Games (produtora do jogo) cuidou de sua campanha.

Veja como eles mandaram muito bem no conteúdo, produzindo vídeos, usando imagens, cuidando da escaneabilidade do texto e divulgando seu projeto em suas redes sociais.

Com certeza esse é um ótimo caso para você estudar e compreender a importância do marketing digital para qualquer tipo de projeto web.

Bem, como você viu por aqui, hoje em dia não existe maneira melhor de tirar uma ideia do papel do que através do crowdfunding. Mas pra isso é preciso saber vender o peixe e dominar a arte do marketing digital. Algo que, para quem acompanha as nossas dicas, não é nada complicado, certo?

Fonte: Marketing de Conteúdo

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08 jun Inbound Marketing e Outbound Marketing: qual a diferença?

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O Inbound Marketing é um conceito que está sendo cada vez mais discutido e falado no mercado brasileiro. Mesmo com ar de novidade, muitas empresas já vêm implementando a metodologia e aí muitas perguntas surgem na cabeça dos empresários curiosos por esse novo tipo de marketing. A principal delas geralmente é: será que vale a pena trocar a estratégia do meu negócio para o Inbound?

Mas, para responder essa pergunta, é preciso antes de tudo entender o que é o Inbound Marketing de fato, além de conhecer suas particularidades e diferenças em relação ao marketing tradicional. Assim, ficará mais fácil decidir qual faz mais sentido para seu negócio.

O que é Inbound Marketing

O principal objetivo do Inbound Marketing é atrair e fidelizar clientes. Em português livre, Inbound Marketing quer dizer marketing de atração, ou seja, a ideia principal não é ir atrás do cliente, e sim despertar o interesse dele para que ele venha até você e se interesse pelo que a sua empresa oferece.

Essa atração é conquistada através de conteúdos de qualidade para o seu público. Sendo a produção de conteúdo o principal combustível para o Inbound, é necessário que esse conteúdo seja de qualidade e que comunique com as pessoas certas.

Assim como a ideia principal é atrair o público e despertar nele um interesse genuíno nos produtos ou serviços da empresa, é preciso entender bem quem é esse público. Ou seja, primeiro saber quais são seus interesses, dúvidas e desafios, para então oferecer materiais/conteúdos que o ajude a resolver os problemas que tem ou o faça enxergar uma oportunidade ainda não vista, onde a solução é exatamente o serviço/produto que a sua empresa oferece.

Esse caminho é o que chamamos de Funil de Vendas, no qual o objetivo da sua empresa é ajudar esse público a “caminhar” até o fundo do funil e virar efetivamente um cliente.

Portanto, usando conteúdos atrativos, você aumenta o tráfego do seu site, sendo que nessa fase eles ainda são apenas visitantes, você ainda não tem um contato, não sabe quem é essa pessoa. Então, mais do que criar conteúdos relevantes, é preciso ter em seus canais pontos de conversão, ou seja, formulários ou Landing Pages que transformem seus visitantes em contatos, que em Inbound chamamos de Leads.

Com os Leads, já é possível criar um canal de relacionamento através de Email Marketing, por exemplo, em que é possível nutrir esse Lead com informações relevantes que gerem ou aumentem sua intenção de compra.

Assim, ao publicar o conteúdo certo no lugar e no momento certos, o marketing se torna relevante e útil para os seus clientes, e não intrusivo. Dessa maneira, a venda é resultado de um trabalho de qualidade, bem orientado e específico.

Outro ponto a se destacar no Inbound Marketing é o seu custo. Aqui você vai conseguir investir menos e ter um bom retorno. E, com o tempo, quanto mais otimizado seu conteúdo em termos de SEO, por exemplo, melhor seu rankeamento e, consequentemente, menor será a necessidade de investimento em mídias pagas.

Exemplo de Inbound Marketing na prática

Engana-se quem pensa que Inbound só funciona para o segmento de tecnologia, em que o ciclo de vendas é mais longo e a decisão de compra mais demorada. O Inbound pode ser aplicado em diversos negócios de vários segmentos.

Uma academia local, por exemplo, pode se beneficiar do Inbound pra a atração e retenção de alunos.

Primeiro, é preciso ter um site na internet que seja focado em SEO e na experiência do usuário. Você pode criar um blog, que servirá como mais um canal de atração e, claro, de referência. Aqui podem entrar temáticas diversas, de interesse da sua persona, saúde, bem estar, consequências de não se praticar atividades físicas etc.

Vale lembrar das etapas do funil e da jornada de compra que esse cliente percorre. Ou seja, visitantes do seu site podem estar no topo do funil e ainda não compraram a ideia da academia ou já estarem no fundo, pesquisando academias da sua região para se matricular.

Então é válida a produção de conteúdo que supra todas essas etapas que um consumidor passa até realmente virar seu cliente, desde despertar o interesse no tema de fitness e bem-estar até, por exemplo, um programa de desconto no plano semestral.

Depois de atraídos e captados os Leads, é necessário também pensar na nutrição e relacionamento, não só com os novos contatos mas também com quem já é cliente da academia.

Aqui você pode pensar em criar campanhas de Email Marketing, como newsletters, emails que mostrem a frequência do aluno, programas de indicação, ofertas, dentre outros.

O que é Outbound Marketing

O Outbound Marketing, ou o marketing tradicional, por sua vez tem como principal objetivo trazer clientes oferecendo serviços ou produtos. A ideia é ir atrás do cliente ativamente e não necessariamente gerar o interesse genuíno desse possível cliente na sua empresa.

Esse tipo de marketing cresceu muito com o uso de propagandas no rádio, TV, jornais, revistas, mala direta, cartazes, patrocínio de eventos, enfim, nos meios mais tradicionais de publicidade.

Mas, além desses meios, podemos encontrar o Outbound no meio digital também. Você provavelmente já foi interrompido por uma propaganda enquanto assistia a um vídeo na internet, certo? Banners, emails em massa e pop-ups são alguns tipos de publicidade presentes nessa metodologia.

O investimento no Outbound difere bastante do Inbound pois as mídias são bem mais caras. No Outbound, se, por exemplo, você precisar cortar o investimento de uma hora para outra, você “some” da mídia.  Isso é algo que não acontece no Inbound, já que seus conteúdos continuam na internet e podem ser acessados a qualquer momento.

Exemplo de Outbound Marketing na prática

Aqui, engana-se quem pensa que o Outbound serve só para empresas antiquadas ou muito tradicionais. Essa metodologia pode ser adotada por diversos segmentos.

Voltemos à academia citada acima. Ela também pode se beneficiar do Outbound Marketing. Ações que podem funcionar para atração de novos clientes, por exemplo, seria fazer folhetos de promoções e distribuir nos comércios mais próximos, um spot na rádio da região e, até mesmo, uma ação de panfletagem na porta do estabelecimento.

Pensando também no digital, a academia poderia fazer mídia paga direcionando para um público específico da região onde a academia se encontra.

Usando essas ações mais tradicionais não necessariamente a academia vai atingir quem está interessado, mas no meio dessas pessoas expostas a esses tipos de ações podem ter aquelas que no momento se sentirão atraídas pela oferta e se tornarão clientes.

Inbound e Outbound: como mesclar os dois

Pelo que vimos, é muito normal adotar as duas metodologias em uma empresa. Não necessariamente você deve escolher, sendo que uma não anula a outra. Portanto, sim, é muito possível mesclar as duas em suas estratégias de marketing.

O que se deve levar em consideração é o retorno sobre o investimento (ROI) e como você vai conseguir comprovar isso. Esse retorno é que vai te dizer em quais canais vale mais a pena investir dinheiro e tempo.

O investimento em Marketing Digital é mais fácil de ser mensurado através dos cliques, das conversões e das vendas. Já a mensuração do retorno da mídia offline pode ser um pouco mais complicada. Por exemplo, como mensurar de fato quais daquelas pessoas que foram impactadas pelo outdoor da sua empresa viraram realmente clientes, qual foi essa taxa de conversão? Fica um pouquinho difícil comprovar esse número. O que não quer dizer que esse canal não funcione.

O que vai guiar principalmente a mescla dos dois modelos no seu negócio é, principalmente o perfil do seu cliente (que chamamos de Persona), a jornada de compra desta Persona, o ticket médio da empresa, o funcionamento interno do time de marketing e vendas e, por fim, o modelo de gestão da sua organização. Antes é preciso fazer a análise de todos esses pontos e identificar, então, qual caminho seguir.

Exemplo de Outbound + Inbound Marketing na prática

Abaixo apresentaremos alguns exemplos práticos de como misturar as duas estratégias usando diferentes meios.

Parcerias e indicações

As parcerias e indicações são bons exemplos de fonte de geração de Leads usando as duas metodologias.

A academia, por exemplo, poderia fazer uma parceria com consultório de nutricionistas e assim implantar um programa de indicação e benefícios exclusivos para quem é cliente dos dois. As indicações acontecem no meio off, mas podem ser trabalhadas pelo meio online através de ferramentas, como email personalizados, para quem veio desse parceiro.

A própria RD também possui um forte programa de parceria voltado a agências de Marketing Digital, além de ter como grande fonte de aquisição os próprios clientes, que acabam nos indicando para outros.

Dessa forma, a prospecção acontece via Inbound com as ações educativas envolvendo conteúdo e relacionamento e também via Outbound com as indicações externas e parcerias.

Loja física + loja online

Algumas lojas físicas também possuem versões de ecommerce, e aí fica a dúvida: como mesclar, nesse caso, o off e o digital?

Aqui algumas ações que funcionam muito bem são, por exemplo, ter nos computadores da loja páginas de captura específicas para cadastro de clientes. Dessa forma você vai saber quem veio do off e pode trabalhar com essa lista de emails oferecendo ofertas/descontos exclusivos para que esses clientes comprem também na loja online.

Eventos

Os eventos também são um ótimo exemplo da mistura offline + online. Em eventos, é muito comum o cadastro de participantes se você estiver promovendo ou patrocinando, e também a  troca de contatos como maneira de networking.

Nessas horas, ao invés de anotá-los, por exemplo, em uma planilha ou bloco de notas, use também uma página de captura em seu tablet ou notebook.

Dessa forma, você vai saber exatamente quais Leads foram gerados nesse evento e poderá se relacionar de forma diferente dos demais, criando fluxos de automação pós-evento, por exemplo.

Conclusão

Nesse post, você viu que trabalhar com Inbound Marketing não exclui a possibilidade de trabalhar também com Outbound. E vice-versa.

Mesmo com diferenças bem salientes, esses dois métodos juntos podem se complementar e, juntos, formar uma poderosa estratégia de marketing para sua empresa.

Abaixo, fizemos um quadro comparativo com as principais características de cada metodologia. Agora é só entender bem o seu público e por a mão na massa!

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E sua empresa, quais estratégias utiliza hoje? Já trabalha com Inbound Marketing ou ainda está somente no Outbound?

Conte nos comentários como tem sido sua experiência com Inbound, caso já esteja utilizando a metodologia. Ou, ainda, se já mesclou Inbound e Outbound, conte como têm sido os seus resultados.

 

Fonte: ResultadosDigitais

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08 jun YouTube para negócios em marketing digital

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Muitas pessoas têm dúvidas se é possível montar uma estratégia de YouTube para negócios em marketing digital. Hoje eu vou mostrar que tem, sim.

Mas antes de falarmos das possibilidades do YouTube para negócios em marketing digital, vamos falar um pouco de números:

  • 70% dos computadores do mundo acessam o Youtube;
  • O Youtube já superou a marca de mais de 3 bilhões de visualizações diárias;
  • 8 em cada 10 usuários de internet no Brasil acessam o Youtube;
  • Até 2017, os vídeos responderão por 69% do tráfego da internet.

Isso significa que o vídeo não é uma promessa para o futuro, mas já é uma ótima maneira (se não a melhor) de produzir seus conteúdos. E se você ainda não começou a pensar em estratégias para alavancar seu negócio por meio do YouTube, já chegou a hora de pensar nisso.

Mas por quê?

Os vídeos são mais dinâmicos

Primeiramente, como o mundo está cada vez mais “a mil”, conteúdo dinâmicos estão ganhando espaço. A necessidade de aprender em menos tempo torna-se necessária, porque em um vídeo você consegue explicar algo muito melhor e muito mais rápido do que em um texto, por exemplo – e isso não sou eu quem diz, mas já é provado que 93% da comunicação não é verbal (isso significa que em um texto se perde 93% de chance de passar o que queria transmitir).

Vídeos são, na minha opinião, as iscas digitais

Como citei acima, é no vídeo que você consegue uma melhor comunicação. Mas vai além disso; com vídeo você consegue se tornar mais pessoal para sua audiência. É comum alguns passarem a imitar você, a forma que gesticula, que se expressa.

A questão é que com vídeos você desperta mais sentimento de empatia com sua audiência, gerando mais confiança e credibilidade.

Use depoimentos (prova social)

Um dos melhores gatilhos mentais que existe é a prova social. E não há maneira melhor de aplicá-la do que em um vídeo de depoimento de um ex-cliente satisfeito. Se você trabalhar para conseguir depoimentos em vídeos de ex-clientes e colocá-los em sua estratégia de marketing, tenho certeza que sua conversão irá aumentar.

8 passos para fazer uma boa estratégia de YouTube para negócios em marketing digital

  1. Primeira coisa é pensar nas palavras-chaves que usará em seus vídeos. Pode fazer isso utilizando o planejador de palavras-chaves do Google;
  2. Quando realizar a pesquisa, pesquise temos parecidos. Quando encontrar uma busca igual ou maior do que 300, vá ao passo seguinte;
  3. Agora deve ir ao YouTube e fazer a exata busca para essa palavra-chave. Observe quais são os 3 primeiros resultados e veja se o SEO deles então bem feitos;
  4. Caso esses 3 primeiros resultados estejam muito bem estabelecidos, e com SEO bom, prefira procurar outro termo ou pular para outro assunto;
  5. Mas, se pelo contrário, perceber que SEO eles é bem ruim, continue seu trabalho;
  6. Nesse passo, comece a criação do conteúdo em vídeo. Você pode editar ou não, colocar legendas, enfim, dar aquela enfeitada. Mas muito importante: trabalhe a arte da miniatura do seu vídeo. O YouTube dá a opção de vocês escolher uma miniatura personalizada para seu vídeo (que você mesmo pode fazer) ou usar um frame (pedaço) do seu próprio vídeo. Prefira a miniatura personalizada;
  7. Daí suba o vídeo para o YouTube e faça o trabalho de posicionamento para vídeos;
  8. Depois, comece o trabalho de divulgação desse vídeo até que ele alcance pelo menos 301 visualização.

Esses são os motivos para começar a trabalhar com vídeo. E de quebra, passei para você o método para posicioná-los bem no YouTube.

 

Fonte: Imasters

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08 jun KPIs: por que eles são essenciais para medir o seu sucesso?

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Se você faz parte do time de estratégia de um negócio, muito provavelmente já ouviu falar na sigla KPI.

Ao se tratar da performance de uma determinada estratégia, os gestores precisam analisar numericamente o que funciona e que precisa ser repensado. Dessa maneira, fica mais fácil saber se você está cumprindo com os objetivos da estratégia de marketing digital.

Mas o que exatamente significa essa sigla? KPI é uma sigla em inglês: Key Performance Indicator, (em português, Indicador-Chave de Desempenho), que permite melhor medição de processos. Os KPIs também são conhecidos como KSI (Key Success Indicator).

Trata-se de uma ferramenta que possibilita que os gestores comuniquem o desenvolvimento da empresa aos seus subordinados, quantificando o desempenho e atividade dos funcionários.

Essa já é uma excelente maneira para ter uma equipe engajada!

KPI é o mesmo que métrica?

Os KPIs agem através das métricas brutas. Enquanto as métricas fornecem dados fechados como origem do tráfego, visitantes por sessão e taxa de rejeição, os KPIs são trabalhos realizados em cima das métricas.

Uma métrica vira um indicador-chave quando torna-se relevante para uma estratégia. Em palavras mais simples, o KPI aponta se determinada meta de conversão foi alcançada.

Os valores do KPI podem ser expressos de forma numérica ou percentual.

Se estamos falando a taxa de rejeição do blog, o valor será expresso em percentual. Já o ticket médio por clientes será expresso em uma média de valores monetários.

Exemplos de KPIs

Quando falamos de sucesso em uma empresa ou estratégia, logo nos vem a seguinte pergunta: como mensurar os resultados?

Existem várias maneiras de fazer isso, utilizando indicadores de produtividade, qualidade, capacidade, entre outros.

De forma prática, se o gestor quer medir a capacidade de resposta de um processo operacional, ele vai se respaldar em indicadores de capacidade.

Da mesma forma, se o objetivo é saber se a empresa está cumprindo com os objetivos traçados, os KPIs podem apresentar um comparativo entre o cenário atual e o cenário ideal, através dos indicadores estratégicos.

É importante ressaltar que os KPIs devem ser escolhidos de maneira relevante para seu negócio. Bons indicadores permitem, por exemplo, entender a dinâmica de vendas da empresa.

O KPI de valor do ticket médio do cliente vai te fornecer qual é o cliente que mais investe em produtos da sua empresa.

O Indicador-chave do ticket médio do vendedor vai te mostrar qual funcionário está avançado em suas metas.

KPIs que não podem ficar de fora

Se você jé está por dentro do Inboud Marketing, com certeza vai precisar de alguns indicadores-chave específicos para estruturar sua estratégia.

  • Tráfego orgânico: aqueles visitantes que chegam de forma autônoma no seu site são incluídos no tráfego orgânico. Isso significa que eles não clicaram em um anúncio pago no Google ou Facebook para te encontrar. Já dá para ver que a saúde de seu site ou blog está boa!
  • Taxa de conversão de leads: para entender se há engajamento dos visitantes do seu site, aposte nessa taxa. Ela vai te apontar se existem comandos interativos para os visitantes deixarem seus contatos e reduzir o custo de aquisição de clientes.
  • Taxa de conversão de compradores: esse indicador vai te mostrar se seu conteúdo está trazendo leads qualificadas e alinhadas com o objetivo da sua empresa.
  • Performance de e-mail marketing: se seu banco de e-mails cresce, o engajamento e abertura de e-mails também deve crescer. Essa taxa mostra se o conteúdo dos e-mails disparados está de acordo com as leads.
  • Alcance social: aqui não vamos medir somente curtidas e compartilhamentos nas redes sociais, mas, sim, quanto engajamento um artigo publicado vai ter em determinada rede.

Escolhendo um KPI principal

O primeiro passo para fazer uma definição de um bom KPI principal é a disponibilidade dos dados a serem mensurados. Para saber quantos visitantes acessam a sua página, você deve ter um sistema (como o Google Analytics) instalado e funcionando!

Alguns gestores erroneamente apontam indicadores que não são relevantes. Esses são os casos dos KPIs sociais, que medem comentários, compartilhamentos e curtidas nas redes.

Isso acontece porque esses indicadores não são concretos e não traduzem em nada o real objetivo da sua empresa.

Esse fator também diz respeito às escolhas inteligentes. As interações em redes sociais muitas vezes não servem para nos direcionar aos resultados importantes. O KPI principal precisa ser embasado em escolhas que mostram boas trilhas para seu negócio.

Por último, mas não menos importante, o KPI principal precisa não só ser de dados a serem analisados com frequência como devem ter o acompanhamento constante para auxiliar na tomada de decisões.

KPIs primários

Falando de estratégia e resultados, tratamos diretamente dos KPIs primários. São eles que interessam os diretores do seu negócio! Eles traduzem se você está dentro do objetivo e se está trazendo resultados tangíveis para a empresa.

Sejam valores absolutos como receita total e receita por cliente, quantidade de visitantes e conversões, estamos falando de indicadores primários.

KPIs secundários

Para cuidar e tratar da equipe e cumprimento de metas, usamos os KPIs secundários. Eles são utilizados para reforçar os primários, traduzindo se o gerenciamento estratégico está no rumo que deveria.

Os gestores tem mais tempo e disponibilidade para estudar desdobramentos dos KPIs principais. Em exemplos práticos, temos o número de subscribers de um blog, visitantes que estão retornando à página, tipo de tráfego, entre outros.

Os KPIs secundários podem dizer, por exemplo, se o seu e-commerce está tendo sucesso e ampliando na rede! Até mesmo quais produtos tem mais procura, através do bounce rate, ou desistências por página.

Outro dado importante é o tempo gasto por visitante no seu site. Afinal, o algoritmo do Google usa essa métrica na hora de elaborar o ranking de resultados.

Escolha um KPI SMART!

Que um KPI precisa ser inteligente, a gente já sabe. Mas o que exatamente é a construção SMART?

  • Específico (Specific): o resultado esperado pela empresa deve ser claro.
  • Mensurável: como já foi dito, os dados a serem medidos precisam ser disponíveis.
  • Atingível: o objetivo deve ser realista, mesmo que desafiador!
  • Relevante: também já foi explicado, portanto não queira mensurar curtidas e compartilhamentos em redes sociais. Escolha um indicador-chave que esteja alinhado com o seu planejamento.
  • Temporal: estipular um prazo hábil é fundamental para se obter sucesso na escolha do KPI principal.

KPIs e o Marketing Digital

O controle absoluto do seu negócio é fundamental para identificar gargalos no funil de vendas. Se você percebe que seu site não está gerando leads, ou seja, que a taxa de conversão está baixa, está na hora de pensar em estratégias específicas.

O Marketing Digital trouxe uma facilidade para mensurar os resultados das estratégias da empresa. Ainda assim, há desafios que, caso não sejam estudados, podem mascarar falhas e erros estratégicos.

Ao tomar uma posição ativa na prospecção de pessoas, o Marketing de Conteúdo e o Marketing Digital favorecem relacionamentos duradouros e sintonizados com objetivos e metas.

Se o seu site possui uma chamada para ação (ou call-to-action), o KPI vai mostrar quantos visitantes passam pelo site e quantos, de fato interagem com a chamada, deixando seus dados para o eventual contato de vendedor e lead.

Já dá para perceber que o KPI e o marketing digital caminham de mãos dadas! O pulo do gato vem dessa combinação perfeita: definir bons indicadores-chave e usá-los para nortear as próximas pautas e ações da estratégia de conteúdo.

Qual artigo me levou para o topo do Google? Qual foi o assunto que mais interessou minha persona? Com qual periodicidade devo atualizar meu conteúdo?

Todas essas perguntas podem ser respondidas a partir dos KPIs!

KPI no Excel e WordPress

Se você já está familiarizado com todas as informações acima, provavelmente já ouviu falar do termo dashboard, referindo-se ao Excel. Muitos gestores utilizam essa ferramenta para gerenciar seus indicadores-chave e controlar todos os resultados.

Por ser um software com tempo de mercado e referência do tipo, o Excel ainda é o preferido quando pensamos em planilhas e controle se números e dados.

O mercado já disponibiliza alguns aplicativos automatizados para traduzir em gráficos e imagens os dados obtidos pelos KPIs. Assim, fica mais fácil visualizar o caminho até a meta traçada e produzir um relatório completo.

Apesar de ser uma ferramenta muito utilizada, o Excel não é a única!

Para aqueles gestores que utilizam blogs na sua estratégia de marketing de conteúdo, alguns desenvolvedores criaram plugins que integram ferramentas como o Analytics do Google e Facebook no próprio painel de controle da plataforma WordPress.

 

Fonte: Saidolugar

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08 jun Estudo sobre uso de dispositivos móveis no Brasil e o impacto da Publicidade

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Brasileiros não ficam sem seu dispositivo móvel: 92% acessam várias vezes ao dia.

87% acreditam que o dispositivo móvel os tornam mais eficientes.

57 minutos é o tempo gasto com vídeos, por semana.

78% declararam que preferem a publicidade em anúncios, e não por meio de conteúdo em sites.

Um mergulho profundo no mercado de mobile brasileiro em 2016 (smartphones e tablets), o uso e exploração de dispositivos móveis, atitudes e comportamentos, foram identificados e mapeados noDiário do Mobinauta Brasileiro pela Pointlogic, líder do mercado global em soluções de marketing estratégico e pela Tapestry, em parceria com a S4M (Success for Mobile), plataforma programática especializada em publicidade mobile.

Diário do Mobinauta Brasileiro revela que os brasileiros são hiper-conectados, ou seja, 92% – quase a totalidade do perfil analisado – se dizem conectar com o aparelho várias vezes ao dia por diferentes motivos. O uso preponderante do aparelho móvel refere-se a organização de tarefas e comunicação (entre pessoas), embora o entretenimento também esteja no topo da lista.

O estudo, que foi desenvolvido no período de janeiro e fevereiro deste ano, com 1108 pessoas que possuem telefone celular, de 16 a 64 anos, mostra que os brasileiros são dependentes do seu dispositivo móvel e o investimento que se faz é bastante alto, seja na aquisição do produto ou no pagamento referente ao uso mensal. Brasileiros adoram os vídeos e é considerada uma atividade popular, seja em busca de entretenimento ou informações. Proprietários de mobiles são bem abertos à publicidade, assim como os de smartphones para os anúncios. Com relação a forma de se conectar, o estudo mostra que os brasileiros ficam conectados de variadas formas, mas ainda prevalece o cabo-modem.

Veja mais informações aqui no infográfico abaixo do texto.

 

Impacto da publicidade no mobile

No geral, os proprietários de dispositivos móveis são mais receptivos à publicidade:

  • 89% admitiram que a publicidade pode ser útil  para apresentar novos produtos ou marcas interessantes;
  • 86% revelaram prestar atenção à publicidade no celular quando estão no mercado, por exemplo, em busca de um determinado produto;
  • 79% acreditam que a publicidade oferece informações úteis;
  • 78% ainda disseram que é indiferente se a publicidade está apresentando um conteúdo realmente útil;
  • 78% declararam que preferem a publicidade em anúncios, e não por meio de conteúdo em sites;
  • 76% reforçaram que as empresas deveriam personalizar a publicidade, com base no comportamento passado.

 

Principais conclusões do estudo, para as marcas:

 1. Concentre-se nas atividades certas

Proprietários de dispositivos móveis estão cada vez mais fazendo mais em seus dispositivos. Conecte experiências entre diferentes telas para criar experiências ainda mais agradáveis.

2. Remova barreiras

Ajude a facilitar uma maior utilidade para as atividades e promova o acesso mais transparente e livre de preocupações para os serviços digitais. Dê aos usuários uma maior sensação de controle para incentivar mais uso.

3. Leve o compromisso para o próximo nível

Os brasileiros estão abertos para as capacidades da próxima geração de celulares e estão abertos a marcas que permitam experiências novas e diferenciadas.

 

Diário do Mobinauta Brasileiro 2016 - infográfico-red

 

Fonte: Digitalks

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