18 jul Veja como usar o Pokémon Go no Marketing do seu negócio e alcance resultados incríveis

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O jogo “Pokemon Go” causou uma onda instantânea de obsessão entre pessoas de todas as idades e lugares do mundo na semana passada.

Uma das tendências digitais mais peculiares que surgiram nos último tempos, este já é o jogo de celular mais popular de todos os tempos. Em apenas sete dias, o mais novo sucesso da Nintendo alcançou a marca de 65 milhões de downloads, de acordo com dados da revista Exame.

Um dos fatores que levaram ao sucesso do Pokemon Go é o fato de que este é um jogo de realidade aumentada. Ou seja, envolve a interação dos usuários não só com o app, mas com lugares e estabelecimentos ao redor deles.

Por essa razão, profissionais de Marketing já estão estudando como o jogo pode ser uma ferramenta para promover marcas e estabelecimentos.

Quer saber como o Pokémon Go pode ser uma poderosa ferramenta de Marketing?

Confira nosso post.

pokemon go no marketing: Pikachu

Mas afinal, o que é Pokémon Go?

Pokémon Go é o jogo de realidade aumentada que foi lançado pela Nintendo na semana passada, e faz parte da franquia Pokémon.

O principal objetivo do jogo é capturar criaturas fictícias conhecidas como Pokémons que estão espalhados pelo seu bairro e cidade. Para isso, os jogadores precisam explorar o mundo real para encontrar estes Pokémons.

Se você observar uma pessoa, ou mesmo um grupo de pessoas, andando com seus celulares na mão e mexendo o braço em várias direções, elas provavelmente estão à procura um Pokémon.

pokemon go no marketing: multidão atrás de pokémons

Benefícios do Pokémon Go para seu estabelecimento

O jogo abriu portar para diversos estabelecimentos explorarem o boom do aplicativo. Muitas estratégias já estão sendo criadas e quando ele finalmente chegar no Brasil, você não vai querer deixar essa grande oportunidade passar, não é verdade!?

Confira os benefícios que o Pokemon Go pode trazer para o seu estabelecimento.

Uma razão para explorar a cidade

Capturar muitos Pokémons e bons Pokémons são pré-requisitos na hora de alcançar os objetivos do jogo. Isso requer que os jogadores se locomovam para locais diferentes e novos, que o jogador nunca foi.

Portanto, é necessário explorar novas partes da cidade, ruas e bairros, o que pode aumentar o tráfego de pedestres perto do seu estabelecimento.

Acúmulo de muitas pessoas em um só lugar

Como este é um jogo de realidade aumentada, boa parte da interação consiste em estar fisicamente em lugares específicos da cidade.

No Pokémon Go, existem dois tipos de lugares aonde os jogadores precisam frequentar para alcançar seus objetivos:

Poké-stops: são locais aonde o jogador pode receber itens do jogo gratuitamente.

Gyms: são locais aonde treinadores fazem batalhas de Pokémons.

Além de já serem valiosos para o jogo, os lugares que são determinados como Poké-stops e Gyms podem se tornar ainda mais valiosos quando possuem “iscas” que atraem mais Pokémons para a região por um período de tempo limitado.

Encontros sociais

Ao contrário de outros jogos de celular, o Pokémon Go tem promovido a socialização entre jogadores e não-jogadores. Quem já joga Pokémon Go consegue identificar alguém que está procurando um Pokémon, o que pode causar um momento de socialização entre estranhos.

Até mesmo para quem não joga, um grupo de pessoas andando a esmo com o celular na mão pode ser um motivo de parar o dia para observar.

De qualquer maneira, o jogo pode levar a uma maior concentração de pessoas no seu estabelecimento.

Como usar o Pokémon Go no Marketing do seu negócio

De acordo com o jornal New York Post, um restaurante em Nova Iorque aumentou suas vendas em 75% depois que ativou o “módulo de atração” do Pokémon Go, que atrai Pokémons para a localização geográfica da sua escolha.

Pokémon Go no Marketing: gerente comemora aumento de vendas

*imagem retirada do New York Post

O gerente do estabelecimento investiu 10 dólares para ter 12 Pokémons posicionados nas coordenadas do seu restaurante.

Ainda não há indícios de empresas brasileiras que estejam utilizando este modo pago para atrair Pokémons para os seus estabelecimentos. Porém, existem outras maneiras de utilizar o jogo a seu favor.

Seja proativo e confira estas dicas simples de como você pode usar o Pokémon Go para promover seu negócio!

Determine se é a estratégia certa para você

Quando uma novidade aparece, é comum ficarmos com a “síndrome do objeto brilhante” e termos vontade de adotar novas estratégias, mesmo sem antes avaliar se são relevantes para o negócio.

No caso do Pokémon Go, algumas empresas possuem mais chance de se beneficiar com o jogo do que outras.

Por exemplo, estabelecimentos em áreas movimentadas da cidade irão atrair mais jogadores. Além disso, se seu negócio está localizado perto de um Poké-stop ou Gym, você também terá grande vantagem.

Caso contrário, se seu estabelecimento for localizado em uma parte muito remota da cidade, esta estratégia pode falhar pois mesmo com incentivos do jogo, jogadores poderão preferir outras áreas que possuem maior concentração de Pokémons.

Dê dicas sobre a localização de Pokémons perto de você

pokemon go no marketing: localização de pokemons

Em primeiro lugar, comece a utilizar o app para entender como o jogo funciona (cuidado para não se viciar)! Viu um Pokémon dentro do seu estabelecimento? T

ire uma foto com a funcionalidade de câmera do app, e poste nas redes sociais.

Faça o mesmo caso um dos seus clientes capture um Pokémon dentro do seu negócio. Desta maneira, você vai aumentar o número de pessoas no seu estabelecimento e pode atrair novos clientes.

Ofereça recarga de bateria

O Pokémon Go é um jogo que requer muita bateria dos celulares. Aproveite isso para oferecer carregadores de celular no seu estabelecimento.

Promova o fato de que você está oferecendo isso para jogadores de Pokémon Go, e você pode ganhar diversos clientes fiéis!

Ofereça ofertas especiais para times

Todos os jogadores do Pokémon Go precisam escolher um time, representados pelas cores amarelo, azul e vermelho. Além de estimular rivalidade e competição, estes times podem ser uma oportunidade de negócio para você.

A medida que mais pessoas aderem ao jogo, o orgulho de fazer parte de um dos três times aumenta. Você pode utilizar isso em seu favor por meio de ofertas para times diferentes em dias diferentes.

Por exemplo, segundas-feiras podem ser dia de 10% de desconto para o time amarelo. Assim, você estimula a concentração de pessoas no seu estabelecimento.

Avise sobre Pokémons raros na sua região

Alguns Pokémons raros só podem ser encontrados em áreas específicas, e por essa razão eles são os mais procurados pelos jogadores.

Um desses Pokémons raros é o famoso Pikachu. Se você encontrou um Pokémon raro perto do seu estabelecimento, avise seus seguidores nas redes sociais ou até mesmo coloque uma placa no seu negócio avisando que Pokémons raros podem ser encontrados ali perto.

Veja o efeito causado pela localização de um Vaporeon (pokémon raro no jogo), no Central Park:

Utilize iscas para atrair jogadores

Iscas, ou “lures”, são artifícios utilizados no jogo para atrair Pokémons para uma área específica. O maior efeito de uma lure, no entanto, acaba sendo a atração de seres humanos para determinado local.

Basta utilizar uma dessas iscas para ver uma aglomeração de pessoas se reunindo na busca do Pokémon.

Nos Estados Unidos, já é possível comprar lures por 1 dólar. Ainda não se sabe da possibilidade de comprar lures no Brasil, mas guarde esta dica para quando for possível!

Se o estabelecimento está perto de um Poké-stop, você pode utilizar uma lure por 30 minutos.

Para donos de cafés e restaurantes, estas iscas são ideais porque os jogadores vão provavelmente ficar no local por algum tempo, com o potencial de comprar uma bebida ou algo para comer enquanto esperam o Pokémon ser atraído pela isca.

Para aqueles negócios que não estão localizados perto de Poké-stops, os desenvolvedores de Pokémon Go anunciaram que em breve será possível patrocinar uma localização.

O Pokémon Go não tem nem um mês de idade, e já é considerado uma revolução cultural. A medida que mais pessoas aderirem, outras funcionalidades irão surgir.

Portanto, mantenha-se sempre informado! Mas nunca se esqueça de avaliar se esta é uma estratégia que combina com seu negócio. Afinal, não é para qualquer um.

Se você leu este artigo, com certeza se interessa por inovações no Marketing.

 

Fonte: Marketing de Conteúdo

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18 jul Tudo sobre Design Gráfico e como ele se aplica no Marketing de Conteúdo!

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Ao trabalharmos com marketing de conteúdo, entramos em um universo muito amplo e de crescimento enorme.

Sendo assim, precisamos nos diferenciar dos concorrentes que surgem aos borbotões diariamente.

E para nos destacarmos em meio a multidão, precisamos investir em algo que de fato nos diferencie.

Conteúdo já é disponibilizado por muitos, mas sem dúvida a forma como esse conteúdo é apresentado é extremamente importante.

As vezes o seu conteúdo é bem melhor do que o do seu concorrente, mas tem gerado bem menos engajamento pelo fato do seu conteúdo não ser tão atraente.

E é aí que entra o design gráfico!

É ele que vai deixar o seu conteúdo com uma cara “profissional”. Vai dar interatividade e apelo visual aos seus materiais.

Além disso, um conteúdo bonito e com imagens bacanas desperta muito mais o desejo do leitor compartilhar.

Vamos entender um pouco melhor sobre isso?

O que é design gráfico?

Design, literalmente falando, é uma palavra da língua inglesa que tem um significado bem amplo, mas via de regra é usada para designar um “projeto” ou simplesmente “desenho”.

Curiosamente, cerca de 20 anos atrás todos os cursos de design no Brasil eram chamados de “desenho industrial” (o que já seria uma boa tradução).

Países de língua espanhola, por exemplo, ainda usam a palavra “diseño” quando tratam de design.

Mas que raios é o tal do design?

Definir design em palavras é uma tarefa complicada, justamente pelo fato de que ele se vale de todos os elementos tangíveis e sensoriais para se construir.

Quando falamos em design, estamos falando justamente de projetar, planejar e executar algo que tenha um apelo ou função sensorial.

Comumente, logo que pensamos em design, pensamos em imagens, cores e textos, ou seja, o que é ou pode ser visto, mas ele também pode usar os demais sentidos (olfato, audição e tato) para criar soluções.

Logo, design é: criar soluções através de um projeto.

Sendo assim, para um bom design, precisamos desenvolver uma linha de raciocínio acerca do “problema” que queremos resolver, desenvolver um conceito, pensar em todas as hipóteses e probabilidades antes de executar um trabalho.

Como já foi chamado de desenho industrial, uma parte muito importante do design é a sua reprodutibilidade.

Via de regra, esses projetos são feitos para serem produzidos em escala. Sendo assim, falhas precisam ser apontadas e corrigidas e é por isso que cada minúcia do projeto deve ser planejada, testada e avaliada.

O Design é geralmente dividido em três grandes áreas de atuação:

  • Design de produto: projetos voltados para o desenvolvimento de objetos tridimensionais e funcionais (cadeiras, luminárias, armários, celulares, etc…)
  • Design gráfico: projetos com finalidades visuais, com o objetivo de informar.
  • Design de interiores: envolve projeto e planejamento, para otimizar espaços da melhor forma possível. Já foi chamado de decoração.

Eles, por sua vez, são divididos em mais incontáveis áreas. Vamos focar esse post em design gráfico, umas vez que é este o tipo de design mais útil ao marketing de conteúdo.

O que é designer: a diferença entre design e designer?

Não confunda os termos! Peixe é peixe; boi é boi; peixe-boi é outra coisa! ?

Design é a atividade; designer é o profissional.

Assim como temos o médico que estudou medicina, o engenheiro que estudou engenharia, o arquiteto que estudou arquitetura, temos o designer que estudou design.

Como o design é muito amplo, temos especialidades dentro do design (como foi citado acima). E temos especialidades dentro das especialidades.

Por exemplo, um designer gráfico pode trabalhar com:

  • Web design (criação de sites)
  • Motion graphics (animação)
  • Tipografia (criação de fontes)
  • Diagramação (jornais, revistas, panfletos)
  • 3D (modelagem de imagens tridimensionais)
  • Ilustração (desenhos)
  • Branding (criação de logo)
  • Entre outras coisas

A maioria dos designers são polivalentes e atacam em todas as áreas, mas na maioria das vezes eles tem predileção ou simplesmente maior aptidão por certas especialidades.

Logo, marca, logotipo, logomarca, slogan…

Esses são alguns termos que causam certa confusão no público em geral, mas é importante que essa dúvida seja esclarecida. Os cinco termos listados acima não são sinônimos!

Cada um é uma coisa. Abaixo um infográfico simples pra explicar quando usar os termos, é só clicar na imagem para visualiza-lo :

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De acordo com o infográfico (e vários teóricos do design) logomarca é um termo errado e que não existe. É uma redundância provavelmente criada por algum publicitário prolixo.

Seria o mesmo que chamar um sujeito chamado “Carlos” de “Carlos Carlos”.

Outra justificativa para nunca mais usar o termo “logomarca” é o fato de que você pode procurar em todos os livros sobre design oriundos dos países que originaram e começaram a tratar design como ciência (Alemanha e Estados Unidos). Você vai encontrar os termos “logo” ou “mark”. Nunca os dois juntos.

Assim sendo, vamos as definições:

Logo

Em sua essência, a palavra logo vem do grego logos, que traduzindo para o português é “significado”.

Em comunicação/design, logo é o símbolo pelo qual a sua marca/empresa/negócio é reconhecida.

Marca

Em sua essência, a palavra marca vem do germânico “marka” que traduzindo para o português é “significado”.

Porém, no mundo da comunicação a palavra marca vai bem além da representação gráfica. Marca está também relacionada ao conceito da empresa, aquilo que fica no imaginário das pessoas.

Por exemplo, quando fala-se da Adidas, logo se pensa em prática de esportes, alta performance, tudo isso com estilo e qualidade.

É essa “imagem” que veio a cabeça que a marca representa. Mas também se usa muito o termo “marca” para se referir ao logo (o que não é considerado errado).

Logotipo

Quando um logo possui um suporte de texto, chamamos o símbolo total de logotipo. É a união de um logo e um texto. Veja nos exemplos abaixo o logo e o logotipo da Nike, respectivamente.

 

design grafico

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Logomarca

Muito embora possa ser encontrado nos dicionários da língua portuguesa, o termo não é usado nas línguas que criaram o ofício/ciência do design. Logo e marca tem o mesmo significado.

“Significado do significado”, isso não faz nenhum sentido!

Slogan

Algumas pessoas usam a palavra slogan para se referir ao logo, mas dessa vez há uma confusão referente a semelhança das palavras.

Na verdade, slogan não tem nada a ver com logo.

Slogan é uma frase/expressão que define a empresa, as vezes também chamada de jargão. Um trabalho dos redatores, e não dos designers.

Como o design pode ajudar no marketing de conteúdo?

De nada adianta oferecer um conteúdo matador no seu blog sem se preocupar em como as pessoas vão ver isso.

A preocupação com o design nos materiais gráficos que você disponibiliza é muito importante e muito abrangente, afinal, o design gráfico está presente na sua página de facebook, no seu perfil do twitter, no seu site, no seu ebook, landing pages, materiais promocionais, vídeos, apresentações, etc.

Ter um bom designer na sua equipe é imprescindível, uma vez que é comprovado que conteúdo com boas imagens geram um engajamento muito maior (como pode ser visto nessa pesquisa apresentada ela HubSpot).

Falando a língua do designer

Designers gráficos possuem um dialeto muito peculiar e estão sempre usando termos difíceis. Essa linguagem é tão corriqueira que é importante ao menos entender um pouco alguns termos mais recorrentes.

Imagens digitais

O designer gráfico lida diretamente com dois tipos de arquivos: os arquivos de imagem digital e os arquivos para impressão.

E existe entre eles algumas diferenças básicas que fazem muita diferença no resultado final. A maior diferença que há entre esses dois tipos de arquivos é o tipo de cor que se emprega neles.

Escala CMYK

Os arquivos para fins de impressão usam a escala CMYK (ciano, magenta, amarelo e preto).

Uma vez que serão impressos com tinta posteriormente, aquelas cores que vemos na tela durante a visualização da imagem são meramente ilustrativas. O resultado final da impressão depende também da calibragem da impressora que vai executar a impressão, do tipo de papel, etc.

Escala RGB

Já os arquivos digitais utilizam a escala RGB (vermelho, verde e azul) que são as três cores-luz que são emitidas por qualquer tela.

Essa escala permite cores muito mais cintilantes e fluorescentes (cuja reprodução seria impossível numa impressão sem tintas especiais).

Tipos de imagens digitais

No mundo de imagens digitais contamos com dois tipos de imagens: imagem vetorial e imagem bitmap (mapa de bits). E é muito importante entender a diferença entre esses dois tipos e as suas melhores aplicações.

Imagem vetorial

Imagens vetoriais (ou simplesmente “vetor”) são imagens com um visual mais “chapado” (flat), sem sombras muito complexas e uma estética mais ilustrativa (muito embora alguns artistas vetoriais consigam fazer vetores que mais parecem fotografias).

Trabalhar com vetores pode ser muito útil por uma série de fatores.

Primeiro, vetores são mais simples e, na maioria das vezes, uma estética mais simples tem uma assimilação mais rápida e concisa. Se você tiver um bom designer gráfico, ele vai conseguir sintetizar ideias complexas em poucos elementos vetoriais.

Mas sem dúvida, a maior vantagem de uma imagem vetorial é o seu tamanho e a sua escalabilidade.

O nome “imagem vetorial” se dá pelo fato de que as imagens são formadas por pontos vetoriais (assim como aqueles que aprendemos nas aulas de física).

Logo, as imagens são formadas a partir de poucos pontos que geram formas, que possuem informações de cores nos preenchimentos. Mais ou menos igual aos livros de ligar pontos que e colorir que a gente adorava quando criança.

Além dos arquivos ficarem bem pequenos, eles também possuem uma escalabilidade infinita. Você pode fazer uma arte de 5x5cm e usar ela pra envelopar um edifício de 200 andares sem perder resolução e sem precisar de um arquivo imenso!

As imagens vetoriais podem ser encontradas nos formatos .ai, .cdr, .eps, .svg, .pdf. Vamos entender um pouco melhor sobre esses formatos na parte sobre ferramentas, mas já adianto que, para adicionar um vetor em uma página de web o formato que deve ser usado é o SVG.

Bitmap

As imagens de mapa de bits são as mais difundidas no meio digital, umas vez que elas podem reproduzir fotos com fidelidade.

O nome “mapa de bits” se dá pelo fato de que as imagens são formadas por vários pontos minúsculos (chamados pixels). Pixels são aqueles quadradinhos que vemos quando damos zoom em uma imagem.

Bitmap é sem dúvida o tipo de imagem mais utilizada no meio digital, mas ter um conhecimento sobre as suas particularidades é essencial.

Primeiro, os bitmaps possuem um dado muito importante chamado resolução, que nada mais é como se um limite de escalabilidade predefinido e imutável que a imagem possui. Sendo assim, se você excede a resolução pré estipulada de uma imagem bitmap, os pixels começam a “estourar” (assim como no exemplo abaixo).

design gráfico: exemplo bitmap

Dessa forma, o ideal é que sempre trabalhemos com imagens em bitmap com uma folga de tamanho, sempre maiores do que o arquivo final, pois as vezes estamos fazendo um material pra ser usado numa resolução pequena (exibição numa página de internet, por exemplo) mas que no futuro pode vir a ser impresso.

Para visualização digital, o ideal é que trabalhemos com imagens a 72 ou 96 dpi, na escala de cores RGB. Já para impressão as imagens precisam ter 300dpi e estarem na escala CMYK.

DPI significa “dot per inch” — em português, ponto por polegada — e é esse valor que estipula a resolução de uma imagem. Quanto maior o DPI de uma imagem, maior a resolução e maior também o tamanho do arquivo.

Arquivos bitmap são encontrados em diversos formatos, mas os mais famosos são: .bmp, .jpg, .jpeg, .png, .gif.

Bancos de imagens

Se você está precisando de imagens para os seus materiais mas não tem verba pra contratar fotógrafos ou artistas gráficos, você pode encontrar ótimas imagens disponibilizadas em bancos de imagens.

Elas não são exclusivas, mas podem salvar a sua vida em alguns momentos!

Fontes

Sempre que trabalhamos com textos, vamos recorrer a fontes. Fonte nada mais é que o tipo de letra que você usa num texto.

As fontes são muito importantes pois uma aplicação errada de fonte pode dificultar a leitura do seu material e ninguém tem tempo pra perder tentando entender o que está escrito em algum lugar.

A dica de ouro aqui é: seja simples! Fontes simples facilitam a leitura. Você pode ter muita vontade de usar uma fonte radical no seu material sobre surf, mas tome muito cuidado!

Fontes muito rebuscadas, além de prejudicarem a leitura, não são bem vistas pela comunidade de design. São consideradas não profissionais, bregas e mal aplicadas.

Recomendamos que você evite as seguintes fontes:

  • Comic Sans MS: tem um ar infantil e pode ser substituída por outras fontes menos usadas
  • Papyrus: comumente utilizada fora de propósito e já foi usada exaustivamente
  • Zapfino: usada exaustivamente e muito invasiva, não funciona bem nos layouts

Outra dica legal é: saia do comum. Essas fontes citadas, além de apresentarem um visual estético duvidoso, foram utilizadas exaustivamente! Isso vai fazer com que os seus materiais pareçam genéricos.

Criar uma identidade pra sua marca/empresa está diretamente relacionado as fontes que você usa nos seus materiais. Escolha duas ou três fontes para serem as suas fontes padrão.

 

Ferramentas de design

E quais são as ferramentas utilizadas pelos designers gráficos para dar vida a tudo isso? Vamos listar aqui as ferramentas mais utilizadas.

Pacote Adobe

Líder de mercado há anos, a Adobe apresenta os softwares mais versáteis e mais bem integrados da atualidade. A sua utilização depende de uma assinatura mensal paga, mas que vale cada centavo investido.

Adobe Photoshop

Devido a sua versatilidade, esse é sem dúvida o mais famoso software gráfico do mundo. Ideal para manipular imagens bitmap, pode ser usado para atividades simples como alterações de formatos e cores até tratamentos e montagens sofisticadas.

Adobe Illustrator

Esse é o software de imagens vetoriais da Adobe. Com ele você pode manipular pontos e preenchimentos de forma fácil e rápida. Seu arquivos nativos apresentam a extenção .ai, mas pode salvar em qualquer formato vetorial.

Adobe InDesign

Programa extremamente útil para diagramação de materiais extensos como livros, e-books, jornais, revistas, livretos, etc. A função do InDesign é organizar grandes quantidades de informações. Seus arquivos nativos possuem a extensão .indd.

Adobe Premiere

Se você precisa editar os seus vídeos com recursos profissionais de corte, transições, correções de cores e muitos outros, esse é o programa que você está procurando.

Adobe After Effects

Software de pós-produção de vídeo, nele você pode fazer desde animações simples de texto surgindo ou deslizando pela tela até helicópteros explodindo e dinossauros andando pela cidade. Não é um programa tão intuitivo e exige um conhecimento e experiência.

Obs.: o pacote adobe ainda conta com vários outros softwares, mas esses são os mais comuns nas áreas de trabalho dos designers gráficos.

Outras ferramentas

CorelDraw

Antes da hegemonia Adobe, esse era o líder de mercado. Perdeu espaço para os programas do pacote Adobe por tentar fazer tudo o que todos os softwares da adobe fazem, mas não cumprir tão bem com nenhuma das funções.

Sua polivalência era comprometida pela instabilidade. Seu foco, na verdade, sempre foram as imagens vetoriais. É um excelente software vetorial, mas perde para o Illustrator principalmente pela falta de integração com outras ferramentas.

Maya, Cinema 4D, 3DS Max, Blender

Programas de modelagem e animação tridimensional, são extremamente complexos e exigem muito tempo para serem dominados.

Designers que dominam essas ferramentas são bastante valorizados no mercado. Dos 4 citados, o Blender é open source/gratuito e pode ser baixado em seu site oficial.

Gimp

O Gimp é a alternativa open source gratuita para quem quer uma ferramenta gráfica próxima do Photoshop mas não quer pagar nada. Profissionais que dominam esse software dizem que ele pode ser ainda mais poderoso e versátil que o Photoshop. Baixe grátis no site oficial.

O universo do design gráfico é muito amplo, mas espero que este artigo tenha ajudado a entender um pouco mais sobre ele.

Marketing de conteúdo sem um bom design aplicado pode ter uma efetividade muito baixa então não ignore isso. Um bom designer é essencial para um bom time de marketing.

E não se esqueça: faça design sempre voltado pra conversão!

 

Fonte: Marketing de Conteúdo

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18 jul 9 benefícios do Marketing Digital para pequenas empresas

Pequenas e médias empresas têm descoberto com mais frequência os benefícios que as estratégias de Marketing Digital podem oferecer para negócios consolidados ou que ainda buscam uma presença sólida no mercado em que atuam.

Durante períodos de instabilidade financeira, como o atual, a necessidade de buscar alternativas para um investimento mais seguro é ainda mais evidente e tem feito com que empresários de diferentes setores busquem mais informações sobre como o Marketing Digital pode ser vantajoso para negócios menores.

Alguns benefícios do Marketing Digital são amplamente reconhecidos, enquanto outras vantagens nem sempre recebem a divulgação que merecem.

Confira a seguir 9 benefícios do Marketing Digital para pequenas empresas.

1. Presença online

Atualmente, ao ter um contato com alguma marca, muitos consumidores já perguntam diretamente pelo site ou redes sociais para acompanhar e se informar melhor antes ou depois de uma compra.

A presença online consiste em ser encontrado por pessoas que já conhecem a marca e para atrair um novo público em potencial.

Em tempos onde o Google é rei, ter uma presença online é essencial para empresas que desejam ser encontradas pelos clientes.

2. Criar relacionamento com o cliente

A internet permite que, além de atrair um cliente e aumentar as oportunidades de vendas, as empresas possam criar relacionamentos duradouros com o cliente.

Por exemplo, um atendimento nas redes sociais demanda menos tempo que o contato telefônico ou uma postagem em blog que esclareça uma dúvida recorrente dos consumidores.

São diversos os canais que podem ser relacionados para interagir com o cliente.

3. Autoridade de marca

Marcas que atuam ativamente no ambiente digital, como por meio de um blog corporativo, site e mídias sociais, principalmente realizando o Marketing de Conteúdo, têm grandes chances de se tornar uma autoridade da marca.

Mas o que a empresa ganha com isso?

Ela se torna uma referência no setor em que atua, sendo citada por clientes, formadores de opinião, veículos de comunicação e até mesmo concorrentes, que buscam nessa autoridade um exemplo a se seguir.

Com a autoridade de marca, a empresa pode alcançar uma melhor colocação no mercado, solidificando a atuação e também aumentando o número de clientes interessados e, consequentemente, as vendas.

4. Concorrência com empresas maiores

Muitas vezes uma empresa pequena tem receio de iniciar uma estratégia de Marketing Digital por acreditar que, assim como no marketing offline, estará em desvantagem em relação às concorrentes.

Contudo, o ambiente online é o que oferece melhores condições de equiparação dessa diferença.

Quando se possui uma estratégia criativa e bem desenvolvida, que é constantemente aprimorada e alimentada com novos conteúdos, as chances de ter bons resultado são altas.

O importante é que as técnicas de marketing sejam executadas profissionalmente – com eficiência e qualidade – mesmo que os recursos sejam limitados.

5. Fidelização de clientes

Além de permitir atrair e qualificar os Leads, a estratégia digital oferece recursos para que, após essa etapa, seja possível desenvolver meios de continuar em contato com o cliente.

O relacionamento constante pode melhorar a experiência pós-venda de várias maneiras, por exemplo, com conteúdos relevantes, cupons promocionais, ofertas correlacionadas e oportunidades para futuros negócios.

Uma atuação ativa da equipe de pós-venda permite com que sua empresa aumente bastante a fidelização de clientes, fazendo com que que clientes satisfeitos voltem a comprar futuramente ou mesmo que façam uma divulgação positiva do negócio – o sempre importante boca a boca.

6. Segmentação de público

Diferentemente do que ocorre nos meios tradicionais de comunicação, na internet é possível falar com um público muito específico que esteja interessado em um produto ou serviço.

A segmentação possível desde o primeiro contato do visitante com a marca faz com que toda a experiência de compra seja mais satisfatória e gere um sentimento positivo no usuário, que vai receber apenas conteúdos direcionados ao seu interesse, demonstrado nas etapas iniciais de contato.

A segmentação também tem muita relação com a personalização das etapas de compra, fazendo com que um Email Marketing, por exemplo, só seja encaminhado para um usuário em determinada etapa da jornada de compra, além de ter especificado o nome – cuidado simples, mas que aproxima empresa e consumidor.

7. Resultados de longa duração

O Marketing Digital oferece meios pagos e orgânicos. Entre os orgânicos estão o SEO e o Marketing de Conteúdo que, dentre outros benefícios, são coisas que o site jamais perde (a não ser que queira).

Os conteúdos criados podem ser acessados anos após serem publicados e ainda gerarem uma conversão e resultar em uma venda, pois o importante é que o usuário tenha as necessidades dele atendidas, independentemente de quando o conteúdo foi criado.

8. Mensuração dos resultados

Algumas estratégias dificultam identificar o ROI (retorno sobre o investimento) e acompanhar métricas que mostrem qual o retorno de cada ação desenvolvida no plano estratégico mais geral.

O Marketing Digital permite acompanhar diversas métricas de acesso, conversão e vendas, entre outras. Ele também permite definir e acompanhar os KPIs, que são as métricas mais fundamentais para o objetivo geral do negócio e que ajudam a empresa a atingir as metas.

Diferentemente das demais métricas, os KPIs são dados mais específicos e detalhados que oferecem oportunidades mais vantajosas para a empresa.

9. Excelente custo-benefício

Após tantas vantagens apresentadas, muitas pessoas pensam que o Marketing Digital provavelmente custará uma fortuna e está fora do orçamento possível para uma empresa de pequeno porte, mas é justamente neste aspecto que o Marketing Digital se mostra tão vantajoso.

Não existe um preço mínimo para investir online, o ideal é que o budget esteja de acordo com os objetivos do negócio, que por sua vez devem ser condizentes com a verba disponível.

Estratégias como links patrocinados e Facebook Ads são pagas apenas quando o usuário deseja.

O Marketing de Conteúdo, em conjunto com o SEO, pode ser adequado em um escopo menor, mas, se bem executado, ainda oferece diversas oportunidades.

Nas mídias sociais, a criatividade e a ousadia das ações possuem mais relevância para os resultados do que o investimento em si.

Por essas razões o Marketing Digital se mostra uma estratégia extremamente eficaz para pequenas e médias empresas e que, em um momento de crise financeira, procuram por um investimento mais seguro e que resulte em aumento das vendas.

Executando as estratégias de Marketing Digital

O mais importante, ao iniciar uma estratégia de Marketing Digital, é conhecer as oportunidades que o investimento oferece, mas sem perder de vista que os resultados só aparecem com as estratégias sendo executadas e aprimoradas mês a mês.

Mesmo com a possibilidade de alguns contatos e resultados desde o início da estratégia, com o tempo o retorno será muito mais expressivo, sendo uma solução mais eficaz a médio e longo prazo.

 

Fonte: Sai do Lugar

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12 jul 79 estatísticas de email marketing essenciais para sua campanha

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Se você já aposta em uma estratégia de email marketing, sabe que esta é uma das estratégias de marketing digital que apresenta maior custo-benefício na aquisição de clientes.

Mas você sabe o verdadeiro impacto que esta modalidade tem em empresas de todo o mundo?

Diversos fatores influenciam o sucesso de uma estratégia de email marketing, desde entregabilidade (a capacidade de efetivamente entregar emails sem cair na caixa de Spam) até a utilização de dispositivos móveis para visualizar suas mensagens de marketing.

Se você quer otimizar sua estratégia e gerar resultados de verdade, não pode ignorar a maneira como seus usuários utilizam este canal.

Portanto, confira abaixo 79 estatísticas de email marketing que irão te ajudar a conhecer o comportamento da sua audiência e melhorar suas campanhas!

Volume de utilização do email

1) É esperado que o  número de contas de email alcance 4,3bilhões no final de 2016. – Radicati Group

2) Funcionários de empresas passam, em média, 13 horas da sua jornada semanal de trabalho verificando sua caixa de entrada – McKinsey & Company

3) 92% dos adultos presentes online utilizam email, sendo que 61% deles utilizam diariamente. – Pew Research

4) 76% dos profissionais de marketing observam crescimento constante na sua base de emails. – Ascend2

5) A média global de emails enviados todo mês é de 1,38 milhões. – MarketingLand

6) 12% dos usuários de email possuem caixas de entrada separadas para uso pessoal e profissional. – HubSpot

7) 72% dos consumidores escolhem email como o melhor canal para receber comunicações de empresas e marcas. – MarketingSherpa

Engajamento

8) 35% dos destinatários abrem um email levando em conta somente o assunto – Convince&Convert

9) Um email é 40 vezes mais efetivo para aquisição de novos clientes do que redes sociais como Facebook e Twitter – CampaignMonitor

10) 81% dos consumidores online que recebem emails baseado em hábitos de compra demonstrados anteriormente possuem mais probabilidade de realizar outras compras no futuro. – eMarketer

11) Quando se trata de compras realizadas como resultado direto de uma mensagem de marketing, o email possui maior taxa de conversão (69%) que redes sociais e outros canais offline – DMA

12) Os contatos na sua lista de email possuem uma probabilidade 3x maior de compartilhar seus conteúdos nas redes sociais que visitantes de outras fontes. –QuickSprout

13) 72% das pessoas preferem receber conteúdos promocionais por email do que via redes sociais. – MarketingSherpa

14) Uma mensagem é 5x mais provável de ser vista no email do que em redes sociais. –Radicati

15) 69% dos destinatários marcam um email como Spam levando em conta somente no assunto – Convince&Convert

16) Mais de 50% dos usuários de email afirmam ler a maioria dos emails que recebem. –HubSpot

17) “Vagas” e “empregos” são palavras de assuntos mais clicados. – HubSpot

18) As taxas de abertura e cliques aumentam quando o nome do destinatário é utilizado no assunto. – HubSpot

19) De acordo com a HubSpot, 6 da manhã é o horário que possui maior taxa de cliques e abertura. – HubSpot

20) Seus contatos mais recentes são os que possuem maior probabilidade de interagir com seus emails. – HubSpot

21) 70% dos usuários de email afirmam que sempre abrem emails das suas empresas favoritas. – ExactTarget

22) 95% das pessoas que optam por receber mensagens de uma marca acreditam que estas mensagens sejam úteis. – Salesforce

23) Você tem de 3 a 4 segundos para chamar a atenção do seu destinatário a ponto de ele abrir e clicar no seu email. – Litmus

24) Emails com botões de compartilhamento em redes sociais aumentam a taxa de cliques em 158% – Nonprofit Hub

25) Os dois fatores que mais influenciam as taxas de abertura são o endereço do remetente (64%) e o assunto do email (47%). – OutboundEngine

Conversão

26) Consumidores que compram produtos promovidos por meio de email marketing gastam 138% mais que consumidores que não recebem ofertas por email –Convince&Convert

27) 44% dos destinatários de email realizam ao menos uma compra por ano baseado em um email promocional – Convince&Convert

28) “Clique aqui” é o call-to-action que possui maior taxa de cliques. – HubSpot

29) 59% dos profissionais de marketing B2B afirmam que email é o canal mais eficaz para gerar receita. – BtoB Magazine

30) 49% dos profissionais de marketing B2B investem mais tempo e recursos em email marketing que em outros canais. – BtoB Magazine

31) Empresas que utilizam email marketing para nutrir suas leads geram 50% mais leads qualificadas para a equipe de Vendas, a um custo 35% menor. Estas leads, por sua vez, são responsáveis por um aumento de oportunidades de negócio em 20%. – HubSpot

32) Nos Estados Unidos, donos de pequenas empresas estipulam que investir uma hora do dia em estratégias de email marketing gera um retorno de $273. – ConstantContact

33) Profissionais de marketing afirmam que email marketing é a estratégia mais eficaz para aquisição, conversão e retenção de consumidores. – Gigaom

34) Email é quase 40x melhor na aquisição de clientes que Facebook e Twitter. –McKinsey & Company

35) Executivos de marketing dos Estados Unidos acreditam que o email gera a mesma quantidade de receita que redes sociais e mídias pagas juntos. – eMarketer

36) 23% dos consumidores potenciais na Internet abandonam seus carrinhos de compra propositalmente, na esperança de receber coupons que são enviados por email com o intuito de fechar a venda. 45% dos que abandonam o carrinho esperam receber uma oferta de frete grátis. – eConsultancy

37) Durante a Black Friday, dia dedicado a ofertas nos Estados Unidos, o email foi o maior canal de marketing, gerando 25,1% de todas as transações. Além do email, 21,1% das transações foram realizadas atráves de busca orgânica e 16,3% de busca paga, enquanto as redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e Pinterest) contribuíram com apenas 1.7% das vendas. – Custora

Utilização de email em mobile

38) 80,8% dos usuários de email afirmam abrir seus emails em dispositivos móveis –HubSpot

39) Aproximadamente 53% dos emails são abertos em dispositivos móveis –CampaignMonitor

40) 35% de empresários conferem seu email em um dispositivo móvel –Convince&Convert

41) 23% dos leitores que abrem um email em um dispositivo móvel, abrem o mesmo email mais tarde – CampaignMonitor

42) 75% dos 900 milhões de usuários do Gmail abrem seu email em dispositivos móveis –TechCrunch

43) Apesar de que o número de de usuários da Internet tem crescido menos 10% anualmente, o número de pessoas que optam por receber emails em seu smartphone tem aumentado em mais de 20% a cada ano. – TechCrunch

44) Quanto tempo os usuários de email passam lendo emails em desktop e dispositivos móveis?

Desktop:

  • 0-3 segundos: 37,88%
  • 3-15 segundos: 24,67%
  • 15+ segundos: 37,45%

Dispositivos Móveis:

  • 0-3 segundos: 41,01%
  • 3-15 segundos: 24,93%
  • 15+ segundos: 34,06%

(fonte: Movableink)

45) 91% dos consumidores conferem seu email ao menos uma vez ao dia em dispositivos móveis. – ExactTarget

Automação de Email Marketing

46) Emails transacionais (confirmação de transações online) são abertos e clicados 8x mais que qualquer outro tipo de email, e podem gerar 6x mais receita – Experian

47) Ferramentas de automação de email são utilizadas por 82% das empresas B2B e B2C – Regalix

48) 95% das empresas que utilizam automação de marketing também apostam em email marketing – Regalix

49) Profissionais de marketing em empresas B2C que utilizam automação obtêm taxas de conversão de até 15% – eMarketer

50) Mais de 75% da receita gerada por email tem sua origem em emails automatizados e personalizados, não campanhas enviadas em massa. – DMA

51) Empresas que utilizam automação de email têm 133% mais chance de enviar mensagens relevantes que correspondem com o estágio do consumidor na jornada. –Lenskold Group

Personalização

52) Emails personalizados aumentam as taxas de clique em 14% e conversões em 10%. –Aberdeen

53) 74% dos profissionais de marketing afirmam que personalização aumenta o engajamento dos consumidores. – eConsultancy

54) Apenas 39% do mercado de varejo envia recomendações personalizadas de produtos via email. – Certona

55) Emails com assuntos personalizados possuem 26% maior probabilidade de serem abertos. – CampaignMonitor

56) Emails personalizados possuem taxas de conversão 6x maiores. – Experian

57) Profissionais de marketing observam um aumento médio de 20% em vendas quando estratégias de personalização são utilizadas. – Monetate

58) Empresas que segmentam sua lista de email apresentam uma taxa de abertura 39% maior e 28% menos contatos que optam por não receber emails. – Lyris Annual Email Optimizer Report

ROI do Email Marketing

59) O email marketing possui um ROI de 3800%. – DMA

60) O ticket médio de uma transação atribuída a um email é 3x maior que transações atribuídas a mensagens em redes sociais. – McKinsey

61) 29% dos profissionais de marketing utilizam ROI para medir a efetividade do email marketing. – DMA

62) 60% dos profissionais de marketing utilizam taxas de conversão para avaliar a efetividade de uma estratégia de email marketing. – DMA

63) Nos Estados Unidos, para cada dólar gasto em email marketing, é gerado um retorno de $38. – CampaignMonitor

64) 77% do ROI de email vem de campanhas automatizadas e personalizadas. – DMA

65) O ROI do email marketing é o segundo mais fácil de ser medido, depois de busca paga. 39% dos profissionais de marketing avaliam sua habilidade de medir o ROI do email marketing como “boa”. – eConsultancy

66) Email é a fonte de dados de negócios mais utilizada, com 41% das empresas avaliando a performance das suas campanhas de email marketing. Pesquisa (39%) e dados de transações (37%) foram as outras duas maiores fontes de dados. – Salesforce

Entregabilidade

67) 17% dos usuários de email criam um novo email a cada 6 meses – Convince&Convert

68) 30% dos usuários de email mudam seu endereço de email anualmente – Convince&Convert

69)21% dos destinatários marcam emails como spam mesmo quando sabem que não é – Convince&Convert

70) 43% dos destinatários clicam o botão de spam baseado no nome e endereço de email do remetente – Convince&Convert

Formato

71) 88% dos usuários preferem receber emails em HTML, e apenas 12% preferem emails que contém texto simples. – HubSpot

72) 65% preferem emails que contém imagem, enquanto 35% preferem que o email possua apenas texto. – Hubspot

73) Se um email não é mostrado corretamente, a probabilidade é que 71.2% dos usuários o apaguem imediatamente. – BlueHornet

Cenário brasileiro – como as empresas do país utilizam email marketing

74) 46,3% das empreas brasileiras utilizam email para distribuir conteúdo. – Content Trends

75) 82% das empresas de tecnologia do Brasil utilizam ferramentas de automação de email. Destas, as mais utilizadas são MailChimp (43,5%) e RD Station (33%). – TechTrends – Benchmarks de ferramentas para empresas de tecnologia

76) Entre as agências de marketing digital brasileiras, um dos serviços mais prestados é criação de campanhas de email (76,5%). – Panorama das Agências Digitais 2016

77) 42% das agências digitais brasileiras utilizam automação de marketing, enquanto apenas 22% das agências tradicionais apostam nesta estratégia. – Panorama das Agências Digitais 2016

78) A ferramenta de automação de email marketing mais utilizada pelas agências brasileiras é o Mailchimp (57,1%). – TechTrends – Benchmarks de ferramentas para agências digitais

79) 56,5% das instituições de educação brasileiras utilizam alguma ferramenta de automação de email marketing. Destas, a mais adotada é a Mailchimp (34,9%) – TechTrends – Benchmarks de ferramentas para – TechTrends – Benchmarks de ferramentas para instituições de ensino

Conclusão: a importância dessas estatísticas de email marketing

Coloque estes dados em prática na  hora de criar suas campanhas de email!

Como você pode ver, por exemplo, a maioria dos seus contatos visualiza emails em dispositivos móveis como smartphones e tablets.

Portanto, certifique-se de que seu template de email é responsivo e se adapta a estes dispositivos de maneira a facilitar a leitura.

Além de buscar sempre se informar sobre as novas tendências do email marketing, é importante que você colete dados das suas próprias campanhas de email e aprenda com elas sobre o comportamento do seu público.

Quer criar uma lista parecida com esta, porém de estatísticas das suas próprias campanhas? A melhor solução é agregar os dados de cada disparo que você fizer em uma planilha do Excel.

Anote números como taxa de abertura, taxa de cliques, reclamações de Spam e utilização de dispositivos móveis.

 

Fonte: Marketing de Conteúdo 

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12 jul Você sabe como fazer email marketing?

FazerEmailMarketing

Cada vez mais a internet está sendo usada para promover e divulgar produtos e serviços.

E essa é uma estratégia que faz todo o sentido: no Brasil, cerca de 98 milhões de pessoas tem acesso à rede.

Portanto, usar essa ferramenta para se posicionar no universo digital é uma tática e tanto.

Mas nem tudo é tão simples quanto parece.

Para alcançar as pessoas certas e transformar esses consumidores em clientes, é preciso muito estudo e trabalho árduo.

Mais do que isso, é necessário entender como fazer marketing digital para oferecer conteúdo de qualidade e conquistar a confiança do leitor.

Se você está começando a utilizar essa estratégia e precisa de mais informações, acompanhe esse post e saiba como fazer email marketing.

Por que email marketing?

Usar o email como um canal de contato com o lead é uma das maneiras mais efetivas de entregar sua mensagem.

Na verdade, sua lista de contatos é o seu ativo mais importante no mundo do empreendedorismo online.

E nessa hora você pode estar se perguntando: “Mas e as redes sociais, então, não devem ser a minha prioridade?”.

Nada assegura que as redes, de uma hora pra outra, mudem suas políticas de uso.

Imagine se o Facebook, por exemplo, decide excluir páginas ou contas sem questionar nada a ninguém.

Isso pode acontecer, justamente, porque você não é dono de nenhuma das páginas ou contas das suas mídias sociais.

Já a lista de emails é sua.

As pessoas confirmaram suas inscrições e cederam autorização para que você enviasse conteúdo a elas.

Mesmo que o serviço de email marketing que você usa falir por algum motivo, você pode exportar a sua lista e importar para um outro servidor.

Portanto, não coloque todos os seus pães em uma única cesta.

Ou seja, não deixe que seu negócio dependa somente de uma ou duas redes sociais.

Atualmente estima-se que 78% das empresas brasileiras utilizam recursos de email marketing para se comunicar com seus contatos.

Esse recurso também é o que apresenta o maior ROI (retorno sobre investimento), com cerca de US$ 40,56 para cada dólar investido.

Ao ignorar o poder do email marketing para o seu negócio, você pode estar deixando dinheiro na mesa.

Conceitos básicos

Entender algumas das definições mais utilizados por empreendedores que investem em marketing digital é fundamental para criar as suas próprias campanhas e táticas.

Veja só:

Formulário de captura

Meio de inscrição do futuro leitor na sua lista de email. É o local onde ele insere o endereço de email para receber mais informações.

Lista de email

Nada mais é do que todos os endereços de email de pessoas que se interessaram no que você tem a oferecer. É para essa lista que você dispara newsletters e quaisquer outros conteúdos que julgar importante.

Landing page

É uma página onde você insere um formulário de captura, uma chamada para ação e uma possível recompensa para o lead.

Lead

Potencial cliente – outra denominação para qualquer pessoa que se inscreva na sua lista.

Funil

Etapa de conscientização e conhecimento em que o lead se encontra.

Todos os leads começam na mesma altura do funil.

Com o passar do tempo e conforme o interesse de cada um, eles vão se aproximando da parte mais estreita do funil, que é a compra de um produto ou serviço que você oferece.

Depois disso, o lead vira cliente.

Recompensa

Forma digital de entregar um presente em troca do email de uma pessoa.

Gatilhos mentais

Muito usados no marketing digital, são recursos persuasivos que se baseiam na forma como o cérebro humano funciona desde os tempos mais primitivos.

Ao utilizar os gatilhos mentais da forma correta, você pode fazer as pessoas tomarem uma ação do jeito que você quer que elas façam.

São atalhos poderosos e devem ser utilizados sempre com muita ética.

Lembre-se de que se você não entrega o que promete, seu público não confiará mais em você.

Software de confiança

Escolher o serviço de email marketing é uma etapa fundamental na sua jornada no marketing digital.

Antes de mais nada, você precisa ter certeza de que o conteúdo que você preparou para a sua lista será entregue pelo serviço de email marketing.

Portanto, a ferramenta escolhida deve ter uma boa taxa de entrega, enviando os seus emails para a caixa de entrada das pessoas, e não para o spam.

Quando uma pessoa se cadastra na sua lista de emails, ela quer receber suas dicas, informações e saber mais sobre o que você oferece. Se ela passa um tempo sem “ouvir” notícias suas, você cai no esquecimento.

E o pior, serviços de email que encaminham newsletters para as pastas de spam ou lixo tendem a fazer isso com todos os conteúdos subsequentes  que você enviar.

Dessa maneira, os gerenciadores de email como Google e Hotmail “entendem” que você dispara spam e tendem a classificá-lo dessa maneira para cada vez mais pessoas.

Uma boa forma de evitar que isso aconteça é incentivar o lead, na mensagem de confirmação de inscrição na lista, a cadastrar o seu endereço de email como um contato.

Título

Para que as pessoas cheguem até os ótimos conteúdos que você preparou, você precisa chamar a atenção delas.

É necessário fazer com que elas se sentam interessadas em abrir o email para ver a sua mensagem.

Por isso, vale a pena gastar um bom tempo pensando e produzindo o título do seu email.

Procure não ultrapassar 70 caracteres no seu título (menos é mais) e nunca mande títulos prometendo ou comentando um assunto que você não trata no corpo do email.

Consistência e qualidade

Seus contatos merecem assuntos de real valor, e não apenas emails para cumprir tabela.

Por isso, é melhor você mandar emails com um intervalo um pouco maior de tempo, como a cada 15 dias, do que enviar emails diários com informações nem tão relevantes assim.

Se você utiliza a opção de autorresposta (programar emails para serem enviados automaticamente), escolha um espaço de 3 ou 4 dias entre um email e outro.

Essa é considerada uma boa distância de tempo para voltar a aparecer na caixa de entrada da sua lista.

Mostrar que você valoriza o tempo das pessoas é algo muito apreciado por quem recebe as suas mensagens.

Portanto, envie emails só quando realmente tiver algo interessante para oferecer e, principalmente, vá direto ao ponto.

Não escreva textos enormes para dizer algo que pode ser explicado em poucas linhas.

Aproximação

Você é uma pessoa, um ser de carne e osso, assim como o seu leitor.

Por isso, use uma linguagem pessoal e mostre que você também tem acertos e erros.

Isso aproxima você cada vez mais de quem lê seus emails.

Outra dica aqui é usar o seu nome ao invés do nome da sua empresa.

Isso dá a entender que você é acessível e que as pessoas podem se conectar com você.

Mobile

Mais de 76% das pessoas acessam a internet pelo celular.

Esse número ressalta a importância de adaptar a sua newsletter para que todos possam ler seu email em qualquer largura de tela.

Nesse caso, contar com um servidor de email marketing responsivo faz toda a diferença.

Alguns servidores permitem que, antes de confirmar o envio, você faça simulações para visualizar como a sua mensagem vai aparecer em diferentes tipos de telas.

Call to Action

É a chamada para ação, ou seja, um incentivo para que o leitor tome uma atitude após abrir e ler o email.

Pode direcionar para um post, vídeo ou outro tipo de conteúdo que você desejar.

A chamada para ação (ou simplesmente CTA) deve atrair a atenção e dar uma ordem.

Se puder, crie botões com cores chamativas e textos que motivem o leitor a clicar.

Procure distribuir mais de um call to action ao longo do corpo do email, pois isso também aumenta a taxa de cliques.

Outra dica também é deixar o CTA visível logo no início da mensagem.

Assim, aquelas pessoas que não rolam a mensagem para baixo também podem aproveitar a oportunidade de clicar no seu link ou botão.

Ofereça um presente

A recompensa digital é uma forma de fazer com as pessoas troquem seu email por um “presente” que você disponibiliza.

Essa recompensa ou isca pode ser oferecia em diversos formatos.

Algumas das mais conhecidas são eBooks, webinários, planilhas, tutoriais e infográficos.

Essa é uma ótima maneira de mostrar um pouco do seu trabalho e formar lista.

Mas lembre-se: é muito importante que a recompensa seja de qualidade.

Afinal, esse é o primeiro contato do leitor com o seu conteúdo.

A regra da primeira impressão se aplica nesse caso.

Design

Não ignore o design do corpo do email, botões de call to action e possíveis imagens a incluir na mensagem.

É cada vez mais necessário, em meio a tantos emails que as pessoas recebem diariamente, que o seu conteúdo se destaque e chame a atenção.

Não precisa ser nada muito elaborado, mas que seja simples, bonito e fácil de ler.

Ah, e não se engane: quando todos os concorrentes usam imagens e recursos gráficos, o design mais chamativo pode ser aquele que usa só texto, por exemplo.

Ainda sobre a questão de facilidade de leitura, muitos empreendedores preferem mandar suas mensagens configurando a largura máxima da coluna para 500 pixels.

É mais simples para o olho humano acompanhar textos que se encaixam em espaços menores.

Dicas extras

 

Não compre listas de email

Em hipótese alguma!

Listas prontas que são oferecidas no mercado podem ser o seu pior investimento.

Os endereços de email contidos nessas listas não foram confiados a você por aquelas pessoas.

Isso pode simplesmente queimar a sua reputação.

É preferível ver sua lista crescer aos poucos do que disparar email para milhares de pessoas que não querem ouvir o que você tem a dizer.

Personalize

Se puder, ao criar seus formulários de captura de email, peça também o primeiro nome do seu leitor.

Isso permite que você mande emails do estilo “Fulano, aqui está o seu presente”.

Estatísticas demonstram que as taxas de abertura de email podem aumentar em 14% quando as pessoas veem seu nome no assunto.

Além de se sentir importante, o leitor passa, mais uma vez, a se aproximar de você.

Unsubscribe

Inclua em todos os emails que você envia a possibilidade do lead se descadastrar da sua lista.

É direito do leitor escolher não receber mais os seus emails.

Quando essa opção está ativa, as chances das pessoas classificarem seus emails como spam diminuem, o que é bom para você aos olhos dos provedores de email.

Ao ver leads se descadastrarem da sua lista, não se desespere.

Pense pelo lado positivo: você está pagando (dependendo do software de email marketing) para manter aquele lead na sua lista.

Se ele não tem interesse nos seus assuntos e no que você oferece, o descadastro é quase um favor que ele presta a você.

Assim, você pode continuar seus projetos com quem realmente gosta e valoriza o seu trabalho.

Mensure

Uma das maiores vantagens de trabalhar com o marketing digital é a oportunidade de analisar todas as métricas disponíveis de uma forma muito mais barata e simples do que nas mídias convencionais.

Você pode controlar taxas de abertura e cliques em links no corpo do email, por exemplo.

Também pode fazer testes A/B, onde você envia duas variações do mesmo email para ver qual deles funciona melhor.

A partir desses resultados, você pode estudar suas estratégias e melhorá-las a cada novo envio de newsletter.

Segmente sua lista

Procure entender de onde seus leads vieram.

Se foi da página de captura onde você ofereceu uma recompensa sobre o assunto “x” ou se foi pelo formulário do seu site para receber suas newsletters.

Outro grupo interessante para se criar é o dos seus clientes – que podem receber conteúdos mais avançados ou até up sellings.

Ao separar as pessoas por interesse, você aumenta as chances de entregar conteúdos que sejam relevantes para cada grupo.

Responda os emails

Dedique um tempo do seu dia a responder os emails que os leitores encaminham a você.

Alguns podem até se surpreender positivamente por receberem uma mensagem sua.

Essa é mais uma oportunidade de você criar uma ligação entre você e o lead.

Se ficar difícil para você realizar essa tarefa, deixe alguém da sua equipe responsável pela tarefa.

Ah, só um detalhe: essa pessoa não deve assinar com o seu nome.

Parabéns, agora você já sabe como fazer email marketing!

Investir em métodos de relacionamento por email é uma das melhores maneiras de alavancar seus negócios e fidelizar clientes.

Segundo pesquisas, 44% das pessoas que recebem promoções via email realizam ao menos uma compra.

Esses são dados bons o suficiente para, pelo menos, dar uma chance aos recursos de email marketing.

Fonte: Saia do Lugar

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12 jul Snapchat: a cara dos millenials

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Conectado, visual, instantâneo e autêntico. Esses são apenas alguns dos adjetivos utilizados para caracterizar os millenials, grupo de jovens entre 16 e 24 anos que estão no foco da publicidade. Conhecidos por serem heavy users de redes sociais, uma delas em especial consegue reunir esses atributos e se tornou a marca desta geração: o Snapchat. O aplicativo de compartilhamento de imagens e vídeos cresce de forma exponencial em todo o mundo e vem se tornando obrigatório no plano de comunicação de uma marca que deseja aumentar sua presença digital.

Criada em 2011 por Evan Spiegel, Bobby Murphy e Reggie Brown, a rede social estourou em 2015 graças à participação maciça dos adolescentes. De acordo com pesquisa realizada pelo banco de investimentos Piper Jaffray, dos EUA, o Snapchat lidera a preferência dos jovens, com 28%, superando até mesmo o Instagram, até então líder e que tem agora 27%. Além disso, levantamento da Bloomberg mostra que há mais de 150 milhões de usuários ativos por dia utilizando o app, índice que superou recentemente o Twitter, outro ex-queridinho da web. No total, já são mais de 10 bilhões de vídeos visualizados diariamente dentro da plataforma.

Apesar do crescimento vertiginoso e de algumas marcas já explorarem o Snapchat com a criação de conteúdos exclusivos, ainda há um grande espaço para empresas – o que certamente vai impactar positivamente na evolução deste canal como ferramenta de marketing nos próximos meses. O app permite uma maior proximidade com o seguidor e apresenta uma nova forma de se comunicar e interagir com o público (indo ao encontro das peculiaridades da Geração Y e Z). Com ele, as marcas podem apresentar novidades, oferecer informações extras e até mesmo realizar promoções para engajar um novo público.

Para conseguir esse objetivo, um bom recurso corporativo é utilizar influenciadores digitais. Eles podem realizar “lives” (transmissões ao vivo) de eventos, mostrar detalhes de shows, trazer dicas ou até apresentar novos produtos e coleções para um novo público-alvo. Mas, vale lembrar, estamos falando de uma rede social dominada por jovens, exigindo que a comunicação seja alegre, criativa e inovadora. Os influenciadores já possuem essa linguagem e conseguem conversar com esta faixa etária de forma natural e autêntica, facilitando a transmissão da mensagem.

Enquanto a tecnologia avança e o mundo tende a ficar cada vez mais conectado, as marcas precisam absorver e entender rapidamente as novas características dos consumidores. Hoje, o jovem busca uma comunicação ágil, eficiente e divertida. Para isso, é necessário estar presente nas redes e canais que este público consome. Só assim é possível conversar, engajar e transformá-lo em possíveis clientes.

Fonte: Adnews

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