12 set O Novo Google Keyword Planner: como as mudanças afetam o seu marketing

mudancas-no-keyword-planner-620x316

Se você faz parte dos 70% de empresas que já investem em marketing de conteúdo, definitivamente já utilizou a ferramenta de palavras-chave do Google Adwords, o Keyword Planner.

Seja para fazer campanhas pagas, verificar variações de palavras-chave ou identificar o volume de buscas de uma palavra-chave específica. A ferramenta com certeza já foi sua aliada.

Se não, deveria!

Talvez você já tenha percebido que o Planner sofreu algumas alterações, mas se ainda não viu nós vamos mostrar para vocês.

Antes de tudo você precisa entender uma coisa: essas mudanças são grandes e podem trazer um grande impacto na forma como usamos a ferramenta.

Sem mais delongas, confira o que mudou e saiba como lidar com isso:

As novidades no Keyword Planner

As mudanças começaram em meados de julho, quando diversos sites grandes americanos como a Moz, Search Engine Land e Search Engine Journal reportaram uma mudança que poderia ser impactante para as pessoas:

O agrupamento de palavras similares.

Veja bem: antigamente se buscássemos SEO, ou Search Engine Optimization, o Google nos apresentaria resultados diferentes. O volume dessas palavras não seria o mesmo.

Mas, como podemos ver no print abaixo (retirado do Search Engine Watch), com o agrupamento, o Google apresenta os mesmos resultados para essas palavras-chave.

keyword-planner

No seu Twitter, o Google confirmou as mudanças na ferramenta através do seu perfil.

Você pode conferir nesse print:

keyword-planner-01

Aparentemente o Google estava agrupando:

  • Plurais
  • Variações
  • Acrônimos (como SEO)
  • Palavras com espaços
  • Palavras com hífens
  • Erros de digitação leves (optimization/optimisation, como vemos no print acima)

Isso pode gerar impactos, afinal palavras semelhantes podem ter um sentido e um valor bem diferentes.

Essa mudança não estava sendo confirmada para todos os usuários no Brasil, mas tivemos experiências com algumas palavras sendo agrupadas.

Isso não foi tudo

Aparentemente essas mudanças surgiram para culminar no que vimos hoje. Ao realizarmos uma busca, os resultados não foram mais tão exatos como costumavam ser.

Se antes buscássemos Marketing Digital, encontraríamos uma resposta quase exata como: 130.000

Já hoje, a realidade foi outra:

keyword-planner-02

O resultado, antes altamente aproximado de um número exato, apresentou uma gigantesca margem de erro.

Ou seja, atualmente você dificilmente identificará um número muito preciso para definir as suas palavras-chave na produção de conteúdo do seu blog.

Shut up and take my money

Obviamente essas mudanças possuem uma motivação lógica: dinheiro

Aparentemente, se você tiver campanhas ativas no Google Adwords, ainda visualizará os resultados da mesma maneira que víamos antes, de forma mais próxima à realidade. Ou seja, enquanto você tiver investindo no Google Adwords, encontrará resultados mais assertivos para as palavras-chave.

O que fazer?

Não se preocupe, você ainda tem algumas opções para combater isso.

Você pode pagar e investir em Adwords para continuar vendo o seu volume de palavras-chave ou utilizar outras ferramentas para identificar resultados mais próximos aos que você procura.

Podemos sugerir o SEMrush, que apresenta uma excelente precisão quanto a resultados de volumes de buscas. Apesar de não ter a mesma precisão do antigo Keyword Planner, ele ainda sim pode apresentar boas respostas e ajudar bastante na escolha de palavras-chave para o seu blog.

Um pequeno problema do SEMrush é para long tails mais específicas, ele não encontra os resultados de palavras-chave com um número de buscas muito baixo.

Para aprender a mexer no SEMrush com primor, veja esse tutorial incrível criado pelo nosso gerente de Conteúto Renato Mesquita:

O futuro ainda é nebuloso e em breve atualizaremos esse conteúdo com maiores informações e soluções para você continuar escolhendo as melhores palavras-chave para o seu negócio!

Fonte: Marketing de Conteúdo

 

Read More

09 set Esqueça os 4 P’s; foque os 4 M’s do marketing

4_ps

Há 56 anos, E. Jerome McCarthy concebeu os quatro P’s do marketing: produto, preço, ponto de venda e promoção.
Hoje, o produto ainda é o ponto de partida para a maioria dos programas de marketing, mas os outros três P’s não são particularmente úteis. Preço é entendido como sendo parte do produto. Ponto de venda e promoção são conceitos confusos.

Em vez dos 4 P’s, a combinação de marketing para o século XXI deve incluir os 4 M’s: merchandise, mercado, mídia e mensagem.

Passo 1: merchandise
Nas cinco décadas desde que McCarthy propôs os 4 P’s pela primeira vez, o conceito de marketing ampliou-se para incluir muitos outros conceitos além de produtos: serviços, pessoas, ideias, movimentos, organizações, cidades, estados, países e outras inúmeras ideias conceituais. E todas poderiam beneficiar-se do pensamento e execução de marketing.

Em vez do produto, talvez um termo para melhor descrever a identidade a ser comercializada seja o merchandise, que pode incluir quase qualquer elemento.

Então, o primeiro passo em qualquer programa de marketing é identificar seu merchandise em detalhes. Seu nome, preço concorrência, tamanho, peso, lugar na mente dos consumidores.

Passo 2: mercado
Uma das principais razões para aderir à abordagem do marketing mix é a ordem dos passos. Como a maior parte dos profissionais de marketing concordam, o primeiro passo é um estudo meticuloso do produto, do serviço ou ideia conceitual a serem trabalhados.

O segundo passo é identificar o mercado a ser conquistado. Ainda assim, muitos profissionais pulam essa etapa e vão direto para o quarto passo: mensagem.

No início desse ano, o Advertising Age e o Automotive News publicaram reportagens sobre os novos esforços publicitários da Nissan. Christian Meunier, novo chefe de vendas dos EUA, classificou a marca como “vaga”, a despeito dos bilhões de dólares investidos em anúncios.

Então ele trancou um grupo de 40 profissionais de quatro agências em uma sala durante duas semanas, com o intuito de gerar novas ideias.

A ideia que eles desenvolveram? Comerciais que mostram como carros e caminhões da Nissan podem ajudar consumidores a superar desafios diários, do atraso ao deixar as crianças na escola às poças no meio da rua.

Intitulada “Take on”, a nova campanha segue com o slogan da Nissan, “Innovation that excites”.

Mas o qual é o mercado para os veículos da Nissan? Uma marca que inclui sedãs, carros esportivos, SUV’s, vans, minivans, caminhões e automóveis comerciais. E, é claro, carros elétricos. Esse é o pensamento típico: mudar do Passo 1 para o Passo 4 sem descobrir primeiro o que o Passo 2 significa.

Marketing é como guerra. Nenhum general militar atacaria todos os frontes. Mas o ponto de ataque é crucial para o sucesso de longo prazo de um exército. E o mesmo vale para o marketing.

Com frequência, uma empresa precisa mudar sua linha de produto para começar em um novo mercado. A Subaru deixou de lado todos os veículos de duas rodas para focar nos de quatro rodas.

Por que o Starbucks é tão bem-sucedido (com vendas domésticas de US$ 16 bilhões no ano passado, a rede fica atrás somente do McDonald’s em faturamento de restaurantes)?

Você pode presumir que o Starbucks está vencendo a guerra dos cafés somente pela qualidade do café. Mas essa é apenas uma parte da resposta. A loja está focada no mercado de café de alta capacidade, com um preço bom e um ambiente que realce esse ideário.

“Fourbucks”, um apelido utilizado por muitos consumidores, apenas reforçou a posição da marca nesse mercado de alta performance.

Contanto que exista concorrência no mercado de trabalho, você não pode buscar agradar a todos como a Nissan está tentando fazer. Isso não é marketing. Passo 2: o mercado é absolutamente decisivo. Escolha um segmento para focar.

Passo 3: mídia
A próxima decisão mais importante é a mídia. Se você está lançando uma nova marca, sua escolha óbvia é RP.
É exatamente assim que Howard Schultz construiu a marca Starbucks. “É difícil lançar um produto por meio de publicidade porque os clientes não prestam atenção como no passado”, disse.

Nesses primeiros dez anos, a rede investiu apenas US$ 10 milhões em publicidade. E lançou sua primeira campanha para a TV aos 26 anos de operação.

Muitos gerentes de marca acreditam que uma campanha deva ser espalhar os recursos de marketing sobre um conjunto de mídia. Acho que isso está errado.

Cada meio tem suas vantagens e desvantagens. Para eficiência máxima, acredito que uma campanha de marketing deva focar o meio que funciona melhor para seu produto ou serviço.

Cinco anos atrás, o departamento médio de marketing investia 38% de seu budget publicitário em TV. Ano passado, esse mesmo núcleo destinou a mesma porcentagem à TV.

A tendência digital é boa ou não? Depende do produto. Cada produto ou serviço funciona melhor em um determinado meio.

A TV é melhor para marcas de mercado de massa, marcas que possam utilizar demonstrações de produto para concorrer com as rivais.

Impresso funciona melhor para marcas de luxo como relógios e joias.

Rádio é melhor para marcas com mensagens verbais mais fortes, especialmente se a mensagem pode ser expressada em rima ou aliteração.

Internet é melhor para marcas pioneiras em novas categorias. E marcas lançadas na internet com campanhas de vídeo, não apenas mensagens de texto.

Passo 4: mensagem
O marketing mix termina com a seleção da mensagem. Uma punica ideia expressada em um meio com apenas um target.
Com que frequência isso ocorre? Quase nunca. Por quatro motivos.

Merchandise é a mistura de muitos produtos e serviços. Pegue as quatro montadoras líderes: Ford, Chevrolet, Toyota e Honda. Todas fazem todos os tipos de veículos.

Mercado. Quando se faz tudo sob o nome de uma única marca, você não tem um target no qual mirar. É preciso atirar para todos os lados.

Mídia. Uma linha ampla de produtos para todo mundo não pende para meio específico algum. Para promover uma linha vasta de produtos é necessário ter opções de mídia.

Mensagem. Não surpreende que os slogans de quatro das maiores marcas de automóveis são:

Ford: “Go Further”.
Chevrolet: “Find new roads”.
Toyota: “Let’s go places”.
Honda: “The power of dreams”.

Ano passado, essas quatro marcas investiram um montante de US$ de 2,4 bilhões em publicidade. Talvez essas quatro marcas possam aderir a essa lógica de marketing mix.

Fonte:Meio & Mensagem

Read More

09 set O que é Remarketing? Nós vamos te contar tudo dessa estratégia.

display-retargeting-bullseye-ss-1920-800x450

Imagine que, enquanto você navega por uma loja virtual, encontra alguns produtos realmente interessantes.

Ao clicá-los, é direcionado à página do produto, mas por algum motivo, não efetiva a compra.

Até aí, nada de mais. Porém, ao visitar outros sites, aquele mesmo produto é oferecido a você em formato de anúncio.

Como isso acontece? Essa, meus amigos, é uma técnica conhecida como remarketing.

Nesse artigo, você saberá o que é e como funciona essa estratégia de marketing digital.

O que é remarketing?

O remarketing (ou retargeting) é uma técnica criada para anúncios feitos a usuários que já demonstraram interesse no produto.

Como visto no exemplo acima, a repetição da exibição pode fazer com que o consumidor reconsidere a opção de compra.

A expressão é uma fusão de três palavras: repeat (em português, repetir), target (alvo) e marketing.

Ou seja, é uma maneira de filtrar os internautas através do comportamento, tentando convencê-lo a fechar o negócio em um momento mais oportuno.

Como fazer remarketing

Existem várias plataformas que permitem a utilização do remarketing, como o AdRoll e oFetchBack, mas as mais conhecidas são o Google Adwords e o Facebook Ads. Qualquer que seja a sua escolha, ele funcionará de maneira semelhante.

Como essa estratégia é baseada em uma ação prévia do usuário, ela utiliza-se de cookies recolhidos durante a navegação, revelando as páginas por ele visitadas.

Para se fazer remarketing é preciso escolher uma ou mais páginas de destino onde um produto seja divulgado.

Feito isso, você deverá utilizar as plataformas de anúncios para atingir somente as pessoas que já visitaram aquela página.

Vale lembrar que a URL escolhida pode também ser a do carrinho de compras, ou seja, aqueles usuários que ultrapassaram a fase da consideração e apenas não efetivaram a compra.

O remarketing no Google Adwords

No Google Adwords, principal platafora de publicidade online, é preciso criar uma tag de remarketing, ou seja, uma etiqueta que identifique as páginas nas quais você espera utilizar a estratégia.

Depois, é necessário criar listas de remarketing para cada uma das suas páginas de destino. A cada vez que um usuário acessá-las, ele será adicionado à lista automaticamente.

Aqui, observa-se uma oportunidade de anunciar não apenas para o mesmo produto, mas para itens relacionados.

Por exemplo, se uma pessoa demonstrou interesse em uma camisa esportiva, você pode oferecer a ela também um tênis para prática de esportes. Faz sentido, não é mesmo?

Observa-se também uma boa chance para realização de promoções. Você pode optar por oferecer novamente o produto por um preço menor, ou quem sabe vender pacotes e kits com condições especiais.

Depois disso, é preciso criar as suas campanhas e selecionar os procedimentos naturais de uma campanha do Google Adwords, como a escolha do interesse, variação de comportamento, dados demográficos, geográficos, sociais, etc.

Além disso, também pode definir o valor pago pelo clique, impressões, entre outros ajustes técnicos.

Assim que você ativá-la, seus anúncios passarão a ser veiculados. Eles poderão ser vistos nos sites parceiros cadastrados através do Google AdSense, ou seja, na rede de display.

O mesmo processo vale para a rede de pesquisa, com alguns diferenciais de funcionalidade, como a escolha de palavras-chave.

O remarketing no Facebook Ads

Na plataforma de Mark Zuckerber, o remarketing é uma ferramenta relativamente nova, então pode ser uma ótima oportunidade de mercado.

Ela funciona de maneira similar à rede de display do Adwords, linkando as páginas desejadas nos anúncios.

As pessoas irão ver os anúncios enquanto navegam pela rede social.

Essa técnica pode ser uma poderosa aliada dos empreendedores digitais, já que o público brasileiro é líder em tempo gasto nas redes sociais, com aproximadamente 650 horas mensais.

Se considerarmos que o Facebook é a plataforma social mais utilizada no Brasil, com 103 milhões de usuários, fica fácil entender porque essa é uma prática extremamente recomendada.

 

Vantagens e desvantagens do remarketing

Além do fato de você criar uma nova oportunidade de fechar um negócio, existem diversos benefícios disponíveis em uma campanha de remarketing.

Por exemplo, o fato de haver diversas opções de segmentação comportamental de público.

É possível anunciar para qualquer um que já tenha visitado o seu website, apenas para usuários que abandonaram o carrinho, pessoas que acessaram uma página de destino específica e até mesmo para antigos compradores.

Em contrapartida, essa técnica não é recomendada para websites que possuam baixo tráfego, já que exige uma visita anterior às páginas de destino.

Tenha em mente, também, que este é um recurso limitado, então apesar de o custo ser relativamente mais baixo, não é uma ação que visa a divulgação massiva do produto.

No caso de anúncios gráficos, utilizados na rede de display do Google Adwords, há também um dispêndio de recursos, já que a composição das peças pode demandar investimento de tempo ou de profissionais especializados.

Cases de remarketing

Fonte: Conversionxl

Algumas empresas têm obtido resultados espetaculares com o uso do remarketing. Para confirmar essa afirmativa, mostramos alguns casos, onde a inteligência humana foi combinada com as ferramentas digitais:

Mazda

A empresa do ramo automotivo Mazda tinha como principal objetivo conseguir mais pessoas para fazerem o test drive de seus veículos. Para isso, utilizaram um software de remarketing.

Os responsáveis pela ação utilizaram a segmentação geográfica para atingir somente usuários que estivessem próximos a alguma loja ou concessionária.

A seguir, alinharam a estratégia com o remarketing. Com isso os anúncios de modelos específicos pelos quais os consumidores se interessavam chegavam até eles com um convite para o test drive.

Os resultados? Os usuários que visualizaram os anúncios converteram 53% mais do que aqueles invitados pelo grupo de controle, e o valor das vendas de carros através do remarketing foi 98% superior à média offline.

Bebê Store

A loja virtual de produtos para bebês precisava daquilo que é a meta final de quase todos negócios: aumentar as vendas.

A estratégia do casal de administradores brasileiros foi investir em uma das opções do Google Adwords, a otimização por conversão.

Nela, é possível fazer com que plataforma identifique automaticamente as melhores combinações de métricas para gerar uma conversão, incluindo dados comportamentais do consumidor.

Por fim, eles utilizaram uma ferramenta chamada de remarketing dinâmico, que é vinculado à rede de pesquisa do Google, e divulgaram seus produtos através do Google Shopping, mostrando em formato de carrossel os itens pelos quais os usuários haviam mostrado interesse.

No fim, as vendas aumentaram em 98% e a empresa obteve o tão sonhado destaque no mercado.

Watchfinder

A empresa ucraniana era líder do mercado de vendas de relógios online. Porém, na busca do sucesso, eles queriam aumentar as vendas diretas. Então, decidiram investir no remarketing.

O setor responsável criou 20 listas de remarketing, e definiram diferentes audiências pelo estágio da compra (na página do produto ou no carrinho de compras, por exemplo), localização, comportamento e – pasmem! – pelo servidor de internet.

Depois disso, foram muitas análises de relatórios, onde decidia-se quais seriam as melhores formas de investir.

Não há muito o que falar sobre os resultados obtidos, apenas observá-los e admitir o quanto essa estratégia pode ser eficaz: em 6 meses, a empresa alcançou o ROI (retorno sobre o investimento) de 1.300%.

Lumension

Agora vamos a um case relacionado a um negócio B2B (business to business), ou de empresa para empresa. A Lumension era uma grande marca de softwares de endpoint security, uma tecnologia de proteção e segurança de computadores, ou seja, ofereciam seu produto para outras empresas.

Eles não utilizaram somente uma campanha comum de remarketing, mas mesclaram com sua estratégia offline. Para tal, entraram em contato com websites parceiros responsáveis por eventos cujo público era interessante à Lumension.

Então, cruzaram os dados dos visitantes dos sites e definiram como alvo os internautas que demonstravam interesse no conteúdo de seus concorrentes. Portanto, tinham como objetivo atingir pessoas engajadas pelo mesmo produto, mas de marcas diferentes. Tudo isso utilizando informações obtidas por terceiros.

O volume de leads captados aumentou 81%, e o valor pago por clique foi reduzido em 30%. Resultados realmente impressionantes.

Dicas de remarketing

Algumas práticas são extremamente recomendadas no remarketing:

  • Invista na UX (experiência do usuário) do seu site e das suas landing pages;
  • Seja específico e crie listas diferentes para cada público;
  • Tome cuidado para não exibir anúncios do mesmo produto para usuários que já efetivaram a compra;
  • Fique atento ao valor dos lances e às palavras-chave que podem ser relevantes para o seu negócio;
  • Utilize anúncios gráficos de qualidade na rede de display;
  • Fique de olho no Google Shopping;
  • Observe outras plataformas onde o remarketing é disponibilizado, como por exemplo o YouTube e o Twitter Ads;
  • Realize testes e faça modificações durante a execução da campanha.

Conclusão

Não há dúvidas que o remarketing é uma das principais estratégias de marketing digital no cenário atual de internet.

Afinal, é muito mais fácil converter consumidores que já conhecem a sua marca. Cabe ao bom empreendedor saber tirar o máximo proveito dessa técnica para obtenção dos resultados esperados.

Fonte:Saio do Lugar

Read More

08 set Atraindo mais clientes para seu negócio local usando o Wi-Fi do Facebook

COMO ATRAIR MAIS CLIENTES PARA SEU NEGÓCIO LOCAL USANDO O WI-FI DO FACEBOOK

facebook-wi-fi

Você tem uma empresa local e quer aumentar o número de check-ins? Há uma maneira muito simples e fácil de fazer isso. Você pode começar a usar o Wi-Fi do Facebook!

É isso mesmo,o Facebook possui um recurso que transforma a sua empresa em um hotspot, ou seja, uma forma de oferecer acesso à internet sem fio em troca de um check-in. Há algum tempo essa função está liberada para empresas que querem aumentar o número de visitantes nas suas lojas físicas e a divulgação espontânea nas redes sociais.

VOCÊ SABE A IMPORTÂNCIA DO CHECK-IN NO FACEBOOK?

Hoje em dia, as redes sociais fazem diferença na hora da escolha de um local para almoçar, sair com os amigos ou passear com a família. Isso porque, é muito mais interessante ir à um lugar recomendado por seus amigos do que ir à um lugar que ninguém conhece. Não é mesmo? O risco de se decepcionar acaba sendo bem menor.

Sabendo disso, as empresas precisam estar presentes nas redes sociais e também criar um ambiente físico agradável que atraia novos clientes e o mais importante, que os fidelize.

Quando alguém faz check-in no Facebook, mesmo sem querer, ele está divulgando o local para seus amigos. Para as empresas, o mais legal de tudo isso é que ela ganhará uma divulgação do seu negócio sem custo algum.

blog_camila porto_wi-fi do facebook_imagem 2

O QUE É O WI-FI DO FACEBOOK

Muitas vezes as pessoas querem fazer check-in em alguns locais, mas por alguns motivos como: não ter dados no 3G ou ficarem com vergonha de pedir a senha, não fazem. Por isso, o Wi-Fi do Facebook é super vantajoso!

Quando você configura o Wi-Fi do Facebook na sua empresa, os seus clientes precisam apenas fazer um check-in no local para que o acesso à internet seja liberado.

Para o negócio é uma vantagem, pois em troca do acesso à internet, o cliente divulga sua marca no Facebook. Se o seu negócio apenas oferece a senha do Wi-Fi, pode estar perdendo a oportunidade de ter sua marca divulgada espontaneamente.

blog_camila porto_wi-fi do facebook_imagem 1

COMO CONFIGURAR O WI-FI DO FACEBOOK PARA O SEU NEGÓCIO

Os dois primeiros passos para quem quer configurar o Wi-Fi do Facebook são:

  • Ter uma página no Facebook e ser o administrador dela;
  • Ter um roteador compatível (confira a lista abaixo).

 

Após essas duas etapas, você deve seguir os passos abaixo:

Passo 1

Faça o login no seu perfil do Facebook.

Passo 2

Com um roteador compatível ao recurso, ative a opção de login com o Facebook. Segundo o Facebook, cada roteador possui um processo diferente.

ROTEADORES COMPATÍVEIS COM O WI-FI DO FACEBOOK

Não são todos os roteadores do mercado que possuem a função disponível, apesar do Facebook anunciar que está expandindo suas parcerias. Na central de ajuda do Facebook, foi divulgada uma lista com os roteadores compatíveis com o recurso. Olha só:

  • Produtos sem fio Meraki
  • Produtos sem fio Cisco
  • Roteador WiFi NETGEAR AC1750
  • Roteador D-Link Facebook Wi-Fi AC1750 (DIR-865L)
  • Produtos sem fio Open-Mesh
  • Produtos sem fio Aruba Networks
  • Roteador HotSpot 300 Intelbras
  • Produtos Ruckus Wireless
  • Roteadores ASUS RT-AC68U, RT-N18U, DSL-AC68U e DSL-AC68R

COMO CONFIGURAR O ROTEADOR COM O WI-FI DO FACEBOOK

Cada roteador é configurado de uma maneira diferente. Se você ficar com alguma dúvida no momento da instalação, aconselhamos que você entre em contato com um especialista ou um técnico de informática para ajudar você.

Separamos um guia de cada um deles para te ajudar:

Meraki:

No manual de instruções do roteador, você pode encontrar o endereço para acesso ao menu de configurações.  No menu “Página de Destaque”, selecione “Conectar-se com o Facebook”.

Cisco:

Acesse o menu de configurações descrito no manual do aparelho e faça login no painel Connect & Engage do seu roteador. Após essa etapa, encontre o menu e selecione a opção “Facebook Wi-Fi”.

NETGEAR:

Para iniciar o processo, acesse o site: www.routerlogin.net. Depois, clique na guia “Avançado” e em seguida em “Wi-Fi do Facebook” e confirme em “Configurar”.

D-Link:

No seu navegador, acesse endereço: dlinkrouter.local. Depois você deve clicar na guia “Setup > Guest Zone”.  Então, serão abertas na tela algumas opções e você deve marcar as caixas “Enable Guest Zones” e “Enable Facebook Wi-Fi”.

Open-Mesh:

Acesse em seu navegador o endereço: www.cloudtrax.com. Então, na seção “SSID #1 Splash Page” você deve clicar na opção “Facebook Wi-Fi”.

Aruba:

Se o seu roteador for o Aruba, no menu de configurações do roteador você deve selecionar a opção de se inscrever no “Wi-Fi Facebook” e, em seguida, configurar a duração da sessão e os termos de serviço.

Intelbras:

No manual do aparelho, você vai encontrar o número de IP para acessar o menu de configurações do roteador, insira ele em seu navegador para iniciar o assistente de instalação. Em seguida é só você selecionar a opção “Facebook” para o acesso ao Wi-Fi.

Ruckus Wireless:

Faça o login no menu de configurações do seu aparelho ZoneDirector. Após esse passo, siga o caminho:clique em Configurar > WLANs > Criar WLAN > para o Tipo do WLAN. Então, selecione “Mídia social” para fazer o Login. Por último, selecione a opção “Facebook”.

ASUS:

No seu navegador, digite manualmente o endereço IP padrão do roteador wireless, 192.168.1.1, ou digitehttp://router.asus.com e faça o seu login. Agora, selecione a opção “Rede de convidado” e na sequência “Wi-Fi do Facebook”. Então, é só habilitar.

Após instalado o Wi-Fi do Facebook, é só você aproveitar todas as vantagens desse recurso!

 

Fonte: Camila Porto

Read More

06 set Marketing de conteúdo: quatro marcadores para ficar de olho na hora de mensurar

2535780575-content

Mensurar estratégias e ações de marketing não é uma tarefa fácil. Algumas delas têm resultados muito subjetivos, ou de longo prazo, o que dificulta a visão do resultado imediatista com o qual estamos acostumados na propaganda. O marketing de conteúdo é uma dessas ações de prazo mais longo, e estratégia mais marcada por instigar nos consumidores algo que não é o simples desejo de compra. Estou falando de posicionamento de marca, de prestígio, de autoridade.

O marketing de conteúdo carrega consigo o peso de transformar uma marca em algo vendável, confiável e referencial naquele segmento. Então, como medir algo que mostra respostas tão complexas nos consumidores, e que não aparecem diretamente e imediatamente no aumento de vendas finais?

Bom, é justamente sobre isso que esses marcadores falam. Eles indicam aspectos que te permitem avaliar como anda sua estratégia de marketing de conteúdo, além de mostrar se sua máquina de vendas funciona bem. A máquina de vendas de uma empresa influencia diretamente esses marcadores, e consequentemente o próprio marketing de conteúdo. Logo, ter esse mecanismo processual funcionando bem é o básico para se conseguir qualquer métrica, ou mesmo efetividade de ações focadas em comunicação.

A máquina de vendas estrutura marketing, venda e pós venda, no mesmo padrão do funil de vendas, considerando realimentação e manutenção ao fim do funil. Essa máquina participa de toda a jornada do cliente pelos processos da empresa. É através desse bom funcionamento que é possível interpretar os indicadores que podem ser relacionados ao marketing de conteúdo. No marketing, temos os três primeiros marcadores:

Custo de Aquisição de Clientes e Custo por Lead: o custo de aquisição de um lead e de um cliente sempre deve ser o mais baixo possível. Captar clientes dispende dinheiro, mas deve ter uma boa relação custo x benefício. Quanto menor o custo, maior a efetividade. Quando um conteúdo chama a atenção, ele tende a atrair foco suficiente para se tornar uma oportunidade. A atenção é direcionada e alimentada para o foco de conversão de lead. Quanto mais alinhado o conteúdo for, mais ele chama a atenção do público alvo, logo ele custa menos, pois os esforços não precisam ser reciclados.

Taxa de conversão: esse marcador está diretamente ligado ao anterior, pois é na qualidade da informação compartilhada através do marketing de conteúdo, que a taxa de conversão aumenta. Quando o conteúdo é rico, ele guia o consumidor até o ponto de conversão. No fim do processo deve haver uma landing page para recepcionar seu consumidor curioso. Ali ele dará dados a você para conversão e entendimento de sua necessidade.

Presença digital: com o aumento do conteúdo, ele se torna uma base de dados que é sempre interessante a seu consumidor. Com maior espaço na web, tomado por sua marca, o conteúdo se mantém vivo no Big Data, e pode ser reutilizado, além de ser fonte de conhecimento eterno para seus clientes potenciais. Quanto maior sua presença digital, melhor. A marca vai ganhando autoridade, e as próprias oportunidades já criadas se tornam cases de sucesso. Essa presença aumenta, e é a uma métrica que mostra o reconhecimento da marca ao longo do tempo. Quando ocorre a venda, o lead já chega com informação detalhada, alimentada e direcionada. A partir do momento em que isso é reutilizado para manter o cliente fiel, e mesmo no posicionamento como autoridade, temos um processo de venda facilitado.

A venda é um processo que se mescla ao marketing, e é seguido pelo pós venda, onde é importante se atentar aos seguintes marcadores:

Net Promoter Score: é nesse ponto em que o marketing de conteúdo deve continuar nutrindo o cliente já conquistado. É aqui onde você divulga como melhor usufruir do seu produto ou serviço, melhorando a experiência e a satisfação do cliente. Eles mesmos vão nutrir sua marca com críticas positivas, o que aumenta sua reputação e deixa a empresa mais atraente, além de espalhar a palavra. Um cliente satisfeito é um cliente onde se pode crescer, manter e que se torna embaixador da sua marca.

Observando essas quatro marcadores é possível ter ideias dos resultados e direcionamentos que podem indicar necessidade de mudança ou constância na sua estratégia de marketing de conteúdo. O cliente é seu melhor termômetro.

 

Fonte: Adnews

Read More

05 set Estratégias de sucesso de SEO para Youtube: é hora de dominar os vídeos e expandir seu canal

Sabe como divulgar seu Canal no YouTube da forma mais eficaz possível?

Usando técnicas de SEO para YouTube.

Se você acha que para ganhar espaço no YouTube basta fazer excelentes vídeos, com conteúdo de valor e uma boa edição, sinto dizer, mas só isso não é suficiente.

Ao finalizar todo esse processo, você começa a segunda etapa do seu trabalho: a otimização do SEO para YouTube.

Você precisa começar a se acostumar a ideia de que sua audiência não vai chegar até você em um passe de mágica.

Portanto, se você quer ser encontrado, precisa conhecer melhor as boas práticas de SEO para YouTube.

E sim, o YouTube, assim como o Google, é um excelente mecanismo de busca.

Inclusive, é o segundo maior.

Se você fizer um bom trabalho de SEO para YouTube, não só seus vídeos aparecerão nas buscas do próprio YouTube, como também nas primeiras posições do ranking do Google.

Investir um pouco de tempo no SEO para YouTube e otimizar seu conteúdo para ranquear Google é saber aproveitar o melhor dos dois mundos.

Você tem uma missão difícil pela frente se quiser se destacar entre os mais de 300 mil vídeos postados diariamente no YouTube.

Difícil, porém possível. E eu estou aqui para te ajudar nessa jornada.

Garanto que agora você já está mais interessado(a) em aprender um pouco mais sobre SEO para YouTube, certo?

 

#1.ESCOLHER PALAVRA-CHAVE QUE REPRESENTE O CONTEÚDO DO VÍDEO

video-marketing-00

Antes até de começar a escrever o roteiro e gravar seu conteúdo, você pode considerar fazer uma busca para entender o interesse do público a respeito de um assunto.

Funciona muito bem também quando você está sem ideias do que fazer ou falar sobre em seus vídeos.

A primeira pesquisa por termos ou palavras-chave de interesse, pode ser feita no próprio espaço de busca do YouTube, para identificar o volume de resultados.

Outro lugar importante para encontrar termos que estão em alta nas pesquisas do YouTube é o Google Trends.

Captura 3 SEO para YouTube

Basta digitar a palavra-chave  no menu superior e clicar em Pesquisas do YouTube.

Além de entender a evolução da pesquisa, o próprio Google Trends traz sugestões de outros tópicos relacionados que estão sendo bastante pesquisados no momento.

No entanto, para aproveitar a chance de ranquear tanto no YouTube quanto no Google, você precisa procurar por termos que já possuem vídeos como resultados nas primeiras posições.

Alguns termos que começam com “como fazer”, além de tutoriais e resenhas de produtos tendem a ter vídeos ranqueados nas primeiras colocações do Google.

Caso contrário, o tráfego virá só do YouTube.

E claro, sempre recomendo verificar o volume de buscas do termo, caso você queira ranquear nos dois mecanismos de busca.

Você pode usar o Google Keyword Planner para isso. O volume de buscas não precisa ser tão alto quanto o indicado para um artigo.

A palavra-chave selecionada precisa estar presente em elementos importantes do seu vídeo, como título, tag e descrição.

#2. CAPA OU THUMBNAIL: ELEMENTO MAIS IMPORTANTE DO SEO PARA YOUTUBE

video-marketing-02

Grandes especialistas em YouTube são categóricos em afirmar que a capa do seu vídeo ou a thumbnail é o elemento mais importante do seu vídeo (além do conteúdo,obviamente).

Mais até que o próprio título, já que é a primeira coisa que chama a atenção de quem está navegando pelo YouTube.

Se você quer ganhar o clique do usuário, a thumbnail do seu vídeo precisa se destacar.

Não significa que escolher uma imagem super colorida e cheia e elementos é a melhor opção. Mas sim algo com uma bela composição e que transmita, em apenas uma imagem, qual o conceito e o conteúdo do vídeo.

Procure atentar para alguns detalhes na hora de criar a thumbnail do seu vídeo:

  • Escolha uma imagem: pode ser um frame do próprio vídeo ou uma foto feita para ilustrar a capa, mas precisa ser um close-up;
  • O texto da capa deve ficar entre duas e três palavras, no máximo;
  • O texto precisa representar o contexto do vídeo e se usar a palavra-chave melhor ainda;
  • Procure posicionar o texto da capa à esquerda para facilitar a visualização em dispositivos mobile;

Agora vamos conhecer o segundo elemento mais importante do SEO para YouTube: o título.

#3. TÍTULO: AQUELE QUE JAMAIS DEVE SER IGNORADO

video-marketing-03

Nunca subestime a importância dos títulos para qualquer tipo de conteúdo.

Assim como para cada artigo chegamos a criar mais de 25 opções de títulos, com os vídeos seguimos o mesmo processo.

O título de um vídeo no YouTube tem a mesma função que o título de um artigo: deixar claro para os mecanismos de busca que tipo de conteúdo o usuário encontrará.

Talvez no YouTube ainda mais, já que é impossível para os robôs lerem conteúdos visuais.

Portanto, fique atento(a) a algumas considerações bastante importantes ao criar os títulos de seus vídeos:

  • O título precisa ser curto para não correr o risco de ser cortado. Mantenha entre 40 e 55 caracteres no máximo;
  • Não faça títulos genéricos;
  • Use a palavra-chave relacionada ao conteúdo;
  • Não faça um título polêmico ou chamativo se o conteúdo do vídeo não vai tratar daquele tema. O expectador pode desistir de continuar assistindo ao perceber que foi enganado;
  • Seja objetivo, mas tente despertar a curiosidade ou alguma emoção para atrair mais views;

Outro elemento que precisa conter a ou as palavras-chave é a tag.

#4. USE TAGS

video-marketing-04

As tags nada mais são do que palavras-chave relacionadas a seu vídeo.

Por maior que seja a tentação de usar várias tags para que seu vídeo seja encontrado por mais pessoas, esqueça essa ideia.

Sinto dizer, mas o YouTube só reconhece em torno de 7 tags. Portanto, use um número de termos que fique próximo disso.

E como escolher as tags mais adequadas para seu vídeo? Siga algumas dessas dicas abaixo:

  • Faça uma pesquisa no YouTube pelos vídeos mais populares que estão ranqueando para a mesma palavra-chave que você. Anote as três principais tags utilizadas nestes vídeos e use exatamente as mesmas tags para ter mais chances de ver o seu vídeo ser exibido próximo a esses vídeos populares;
  • Veja as sugestões de tags do YouTube: quando você for digitar algum termo no campo de busca do YouTube, algumas sugestões serão mostradas e podem ser boas opções de tags (desde que estejam relacionadas a seu conteúdo);
  • Você pode usar tags que sejam relacionadas a seu site no geral e não somente ao conteúdo do vídeo. Por exemplo, algumas tags que utilizamos nos vídeos do Viver de Blog são: memorável, épico e viver de blog.
  • Considere usar uma tag única em todos os seus vídeos, uma combinação exclusiva de letras e números. A ideia aqui é fazer com que o YouTube mostre apenas capas dos seus próprios vídeos na seção de “vídeos relacionados”. Assim, as chances do usuário continuar assistindo outros vídeos do seu canal acabam aumentando.

#5.DESCRIÇÃO DOS VÍDEOS

video-marketing-05

Muitos YouTubers acabam não aproveitando a seção de “descrição” como deveriam e utilizam o espaço apenas para linkar para suas redes sociais.

Não faça isso você também.

Os robôs do YouTube também escaneiam a descrição para entender qual o conteúdo do seu vídeo.

E a descrição não deve ser feita para os robôs. Pessoas também costumam ler antes de assistir.

Principalmente o texto das 3 primeiras linhas, antes do “Mostrar Mais”. Como você já deve imaginar, a grande maioria das pessoas não lê o que está além disso.

Boas práticas para suas descrições de vídeos:

  • Lembre de usar a palavra-chave no início da descrição (dentro do limite das 3 linhas e nas primeiras 25 palavras);
  • Uma descrição de no mínimo 250 palavras e com o uso sem exageros da palavra-chave são boas recomendações. Não faça Keyword Stuffing;
  • Se o seu foco for atrair tráfego para seu blog ou site, a primeiro item que precisa aparecer na descrição é um link que direcione, seja para sua home page, para o artigo oficial ou para uma landing page de captura de emails. Você escolhe para onde deseja direcionar a sua audiência.
  • Não perca tempo otimizando textos âncora da sua html, já que os links vindos do YouTube são nofollow, ou seja, não contam como estratégia de Link Building.
  • Não esqueça de colocar links para suas outras redes sociais;
  • Uma chamada para se inscrever no canal do YouTube pode fazer parte da sua descrição.

Captura 2 SEO para YouTube

Certamente que a chamada para ação mais importante, aquela que você precisa que seu expectador faça, deve ser a primeira, pois as chances de obter o clique são muito maiores.

Portanto, organize seus links sempre por ordem de prioridade e importância.

 

#6.DURAÇÃO E QUALIDADE DO VÍDEO

video-marketing-06

Como não poderia deixar de ser, a qualidade de qualquer conteúdo que você produz precisa ser memorável.

Não destrua sua reputação com um vídeo de péssima qualidade, com imagens borradas e principalmente com áudio onde mal se entende o que você está falando.

O que adianta você ter o melhor conteúdo sobre o assunto, se ninguém consegue ver ou ouvir direito?

Todos os vídeos do Viver de Blog são postados em HD e com uma resolução de 1280 x 720, o que resulta em boa qualidade de imagem.

Se a qualidade do seu vídeo já está boa, é hora de se preocupar com a duração.

O assunto é um tanto polêmico e divide opiniões.

Como regra geral, recomendo que você tente se manter dentro de um limite de 10 minutos. Principalmente se o roteiro for basicamente você falando para a câmera.

No ambiente virtual, 10 minutos é quase uma eternidade e você consegue transmitir muito valor dentro desse limite de tempo.

Lembre-se: “um minuto de vídeo vale mais que 1.8 milhões de palavras”.

Portanto, otimize sua edição e seu conteúdo para usar até menos tempo.

Se não for possível, divida em outras partes e use a descrição ou anotações no próprio vídeo para linkar as partes.

#7. ANOTAÇÕES E CALLS TO ACTION

video-marketing-07

Você já deve ter reparado que em alguns vídeos, uma espécie de pop-up com um texto e muitas vezes um link, aparece na tela.

Isso é uma anotação, um recurso oferecido pelo próprio YouTube.

Você pode adicionar calls to action, como pedir para que as pessoas se inscrevam no seu canal, cliquem para assistir um outro vídeo relacionado ou ainda que direcione para seu site e assim turbinar sua estratégia de SEO para YouTube.

Para saber mais detalhes sobre como inserir anotações em seus vídeos, acesse este tutorial.

Não existe um limite de anotações que podem ser usadas em um vídeo e nem um local específico.

No nosso último vídeo de Marketing Viral, utilizamos uma anotação no canto direito superior, com um link para a publicação original no blog.

Dê o play e preste atenção ao ponto de exclamação que aparece na tela.

#8.COMO DOMINAR A SELEÇÃO DE VÍDEOS RELACIONADOS

Ao lado direito da sua tela no YouTube você verá uma lista de vídeos sugeridos, exatamente como vemos aqui:

Captura 1 SEO para YouTube

Não temos um controle exato de quais vídeos serão mostrados, afinal essa seleção depende do algoritmo do YouTube. Porém, não significa que não podemos dar uma “ajudinha”.

O YouTube, assim como o Google, prioriza a experiência do usuário, e seleciona vídeos que acredita serem do interesse do expectador.

Portanto, vamos supor que o expectador selecionou um vídeo seu sobre um assunto, como Marketing Digital.

Você pode fazer com que o YouTube continue mostrando seus vídeos para ele(a). Sabe como?

Criando uma “playlist” de Marketing Digital, com outros vídeos seus.

Ao fazer isso, o YouTube irá mostrar o vídeo seguinte de sua playlist como primeira colocação na lista de vídeos relacionados.

Outra vantagem de usar uma ou várias playlists, é a opção de colocar seus vídeos em reprodução automática.

Assim que um vídeo acaba, o outro começa sem que o usuário precise clicar em nada.

E você ainda pode criar uma anotação em seus vídeos para promover não só um vídeo específico, mas uma playlist inteira.

O mesmo pode ser feito na descrição dos vídeos.

E como relacionar seus vídeos aos de outros produtores mais bem ranqueados para a mesma palavra-chave?

Não é uma ciência exata, porém vídeos com títulos semelhantes possuem mais chances de aparecer na mesma lista de vídeos relacionados.

Eu recomendo que você teste essa estratégia de SEO para YOuTube, mas sem copiar o título de outro produtor.

E por último, você pode fazer trailers clicáveis dos seus melhores conteúdos no final de cada um de seus vídeos, para fazer com que o usuário continue consumindo seu conteúdo.

Para aprender como fazer isso, sugiro que você assista esse tutorial do grande especialista em vídeos, Michael Oliveira.

#9. FAÇA TRANSCRIÇÃO DE VÍDEOS

video-marketing-08

Poucas pessoas optam por fazer transcrições de seus vídeos porque além de tomar tempo pode ser uma tarefa bastante tediosa.

Porém costumar valer muito a pena se você quiser que o seu SEO para YouTube seja bem feito.

Como já falei, nem o Google e nem o YouTube, conseguem compreender o que você está dizendo em seu vídeo.

No entanto, seus robôs leem textos. E transcrições servem justamente para que os mecanismos de busca compreendam seu conteúdo e assim façam o ranqueamento mais adequadamente.

Você pode tanto optar pela transcrição automática feita pelo próprio YouTube ou fazer a sua e subir depois.

Sem dúvida a transcrição automática ainda não é uma boa opção, pois muitos erros são cometidos no processo. Mas você pode editá-la e usá-la depois.

Você pode até mesmo utilizar uma parte desta transcrição na descrição do seu vídeo.

Ou transformar sua transcrição em legendas!

#10. ADICIONE LEGENDAS OU CLOSED CAPTIONS

video-marketing-09

Outro fator bastante relevante do SEO para YouTube, o uso de legendas em seus vídeos.

As legendas automáticas, apesar de disponíveis para uso, são péssimas.

Se você já fez a transcrição do seu vídeo, é só fazer o upload do texto. O mesmo acontece se o seu roteiro já foi escrito palavra por palavra.

Tudo que você precisa fazer é uma pequena sincronização, que não leva mais que alguns minutos. Veja o passo a passo neste tutorial em inglês.

Além de poder fazer a tradução para outras línguas, você torna seu conteúdo mais acessível para pessoas com algum grau de deficiência auditiva.

#11. CONSIGA MAIS INSCRITOS NO CANAL

video-marketing-10

Quanto mais pessoas interagem com seus vídeos, curtem, comentam e compartilham, mais o YouTube entende que aquele é um material que vale a pena favorecer em seu ranking.

O número de inscritos no seu canal influencia na interação com seu conteúdo, mas muito mais importante do que o número de inscritos é o engajamento.

Mas para aumentar o número de subscribers, recomendo que você faça um vídeo de apresentação para seu canal.

Uma espécie de trailer, de no máximo um minuto, que transmita aquilo que o usuário vai encontrar em seu canal.

Outra boa dica para conseguir mais inscritos é divulgar em suas redes sociais ou para sua lista de emails o seguinte link:

www.youtube.com/user/nomedoseucanal?sub_confirmation=1

Basta colocar o nome do seu canal no link e pronto.

Toda vez que alguém clicar e estiver logado no YouTube, um pop up aparecerá na tela convidando-o para se inscrever no canal. Outro excelente complemento para sua estratégia de SEO para YouTube

 

#12. ANTECIPE SEU TRABALHO NO YOUTUBE

video-marketing-11

O YouTube não consegue incorporar o título ou a tag do seu vídeo assim que você faz oupload do vídeo.

Para garantir que, ao subir seu vídeo, todos os itens que são elementos fundamentais do SEO para YouTube, como a thumbnail, o título, tag, descrição já estejam sendo rastreados, você pode adiantar um pouco o processo.

Basta subir o vídeo programado como não listado e esperar um pouco para liberar para o público.

Quando você finalmente o fizer, tudo já estará funcionando perfeitamente.

#13. FAÇA TRANSMISSÕES AO VIVO NO YOUTUBE

video-marketing-12

O YouTube tende a favorecer eventos transmitidos ao vivo na hora de ranquear um conteúdo nos resultados de busca.

Para aproveitar essa vantagem, você pode fazer um evento ao vivo pelo Google Hangouts e gravar seu webinário.

Ao finalizar, será automaticamente postado no YouTube. Só não esqueça de configurar o vídeo como público.

#14.CUIDADO COM DIREITOS AUTORAIS

video-marketing-13

O YouTube costuma punir os criadores que não respeitam as leis de direitos autorais.

E como o Youtube descobre se aquela linda trilha sonora que você escolheu para seu vídeo pode ser usada ou não? Através do Content ID, que identifica pela frequência do áudio se aquela música está ou não da lista de sons com direitos autorais.

Depois de três avisos, o seu vídeo pode até ser tirado do ar ou pior ainda, você pode ter seu canal bloqueado de vez.

Caso seus vídeos gerem algum tipo de receita pelo YouTube e estejam utilizando músicas indevidas, a receita pode ir para o dono da trilha.

Para evitar este tipo de problema você pode comprar músicas e efeitos sonoros em sites como o Audio Jungle ou ainda procurar por trilhas na biblioteca gratuita do YouTube.

#15.ÍNDICE CLICÁVEL

video-marketing-14

O Table of Contents do YouTube funciona como uma espécie de sumário clicável, que você pode adicionar na descrição de seus vídeos.

Para vídeos curtos não faz o menor sentido usar este recurso. Porém, caso seu conteúdo seja extenso, você pode oferecer a oportunidade para o seu expectador clicar diretamente na parte do vídeo que deseja assistir.

Além de melhorar a experiência do usuário, você pode adicionar algumas palavras-chave nesse índice clicável para melhorar o SEO para YouTube.

Para saber como fazer um índice clicável em seu vídeo, veja este passo a passo aqui.

OUTRAS PEQUENAS OTIMIZAÇÕES QUE PODEM FAZER GRANDE DIFERENÇA

video-marketing-15

Só com as 15 dicas para melhorar o SEO para YouTube você já conseguirá alcançar ótimos resultados com seus vídeos.

No entanto, algumas pequenas otimizações de SEO também podem interferir positivamente na hora de ranquear seus vídeos.

  1. Nomeie o arquivo do seu vídeo com a palavra-chave principal, usando underline (_) para separar cada termo;
  2. A vinheta já não é mais um item obrigatório para seus vídeos, mas se fizer questão de usar, faça uma entre 5 a 10 segundos de duração;
  3. Invista algum tempo para criar a capa do seu canal. Além de chamar mais atenção dos usuários, você pode divulgar suas redes sociais ali também. 4.Sem ideias de como começar seu vídeo? Que tal já dar uma dica sobre o assunto que você vai falar e quanto tempo vai demorar para cobrir todo o conteúdo?
  4. Quer aproveitar melhor o potencial do seu vídeo no YouTube? Só indexe o vídeo em seu site depois de atingir um número satisfatório de views, para não acabar com um tráfego “dividido” antes do conteúdo pegar tração.
  5. Para acompanhar o desempenho dos seus vídeos, o YouTube oferece uma espécie de Google Analytics em seu painel de configurações.

Para garantir que você não esqueça de nenhuma das otimizações de SEO para YouTube que falei aqui, baixe gratuitamente o checklist com todas as ações que você precisa colocar em prática para ver seus vídeos brilharem no YouTube.

 

CONCLUSÃO: POR QUE ALGUNS VÍDEOS VIRALIZAM

video-marketing-16

O sonho de todo produtor de conteúdo é ver suas criações viralizando na internet e atingindo cada vez mais pessoas para sua audiência.

A viralização funciona para encurtar distâncias e melhorar drasticamente seus resultados.

Veja algumas características comuns em todos os conteúdos virais:

  • Apela para as emoções;
  • Possui conteúdo engraçado, útil ou provocativo;
  • Oferece uma promessa de solução de um problema;
  • Traz informações de fontes confiáveis;
  • Gera valor de forma gratuita

Mas a verdade é que não há uma receita de bolo para transformar um conteúdo em um sucesso viral.

Portanto, mesmo que você produza um conteúdo com todas as características comuns a conteúdos virais, isso não significa que o sucesso será certo.

Mas certamente investir na qualidade da sua Produção de Conteúdo é o  primeiro grande passo que você precisa dar para aumentar em até 10 vezes o poder de viralização.

Não desanime ao olhar para outras pessoas que já estão fazendo muito sucesso, com um canal cheio de inscritos e milhões de visualizações em seus vídeos.

Continue apostando nas suas criações e claro sem esquecer de utilizar as estratégias de SEO para YouTube que citei no artigo.

Foram poucos que conseguiram estourar da noite para o dia.

A grande maioria passa anos e anos produzindo conteúdo e vai crescendo aos poucos.

O grande segredo não está em fazer aquele vídeo que vai virar a sensação do momento, mas sim em gostar do que faz e fazer sempre.

 

Fonte: Viver de Blog

Read More