26 out Como o Marketing de Conteúdo pode ajudar na construção da sua marca

 

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Saiba por que o Marketing de Conteúdo vai muito além da produção de materiais e impacta diretamente na sua marca e nas suas vendas.

O perfil do consumidor tem mudado rapidamente nos últimos anos e, hoje, ele está muito mais conectado e exigente. Mais da metade da população brasileira tem acesso à internet e oito em cada dez brasileiros possuem dispositivos móveis.

Essas mudanças alteraram também seus hábitos de consumo. Por exemplo, uma pesquisa da TNS revelou que 76% dos consumidores pesquisam na internet antes de adquirir algum produto de tecnologia.

Para atender às exigências desse público, o Marketing de Conteúdo surgiu como uma alternativa mais adequada ao novo processo de compra, pelo seu formato menos intrusivo e capaz de criar um relacionamento mais forte com o consumidor, fornecendo informações e educando-o ao longo do processo.

Desde então, muitas empresas passaram a aderir ao Marketing de Conteúdo com um objetivo claro em mente: vender mais. A criação de um blog passou a ser uma estratégia para atrair tráfego para o site; os materiais ricos têm o objetivo de gerar Leads e os Email Marketing servem para nutrir os Leads com conteúdos relevantes para que avancem no processo de compra e se tornem clientes.

A eficácia desse modelo de marketing é comprovada, como podemos atestar aqui na Resultados Digitais. Contudo, ele não se resume a isso. O Marketing de Conteúdo também tem um “efeito colateral” bastante benéfico para as empresas que o praticam de maneira correta: ele ajuda (e muito!) na construção da marca da organização. Veremos a seguir como.

Conecte-se com seu público

A importância da produção de conteúdo já foi percebida há muito tempo por profissionais de comunicação, que enxergaram essa estratégia como uma ponte para encurtar o caminho até os públicos-alvo de uma organização.

Isso ocorreu porque o objetivo da comunicação das organizações é criar um canal de relacionamento entre empresa e público, e esses departamentos perceberam que a criação de conteúdos era uma ótima maneira de engajar seus clientes em um contato mais próximo com a organização. Esse contato, por sua vez, favorecia o relacionamento entre ambos, o que trazia maior relevância e autoridade para a empresa.

Naturalmente, com esse canal de relacionamento aberto, as empresas passam a ter um novo recurso para chegar até seus clientes. E esse novo recurso é muito vantajoso, pois agora a empresa não precisa mais de intermediadores para alcançar seu alvo: ela pode atingi-lo e influenciá-lo diretamente.

Além disso, a possibilidade de esse contato avançar e a empresa conseguir fidelizar o cliente aumenta muito, pois a organização consegue entender muito melhor seu público, seu mercado, seus anseios e suas dores.

Torne-se referência

É claro que a produção de conteúdos não serve apenas para abrir o diálogo e aproximar o relacionamento entre empresas e públicos. O próprio conteúdo em si também agrega valor à esse relacionamento. Isso ocorre porque a criação de conteúdos visando à geração de Leads tem um tom mais educativo e informacional, apresentando um tema de interesse do potencial cliente.

E, uma vez que a empresa conseguiu converter o visitante em Lead, o Marketing de Conteúdo postula que esse Lead deve então ser nutrido. Ou seja, ele deve ser alimentado com mais conteúdos que vão lhe dando informações e conhecimentos importantes para que ele possa se conscientizar sobre aquele tema de que a organização está tratando – e que, portanto, é de seu domínio e está relacionado ao seu serviço/produto – até o ponto em que ele entende que aquilo que a empresa oferece é bom para ele e então se torna um cliente.

Como é possível perceber por esse breve fluxograma descrevendo o processo de conversão e nutrição do Lead, ele é abastecido a todo momento com conteúdo relevante para que possa tomar a decisão de compra.

Para a organização, isso tem um benefício final bem claro, pois gera mais previsibilidade e receitas, permitindo que a empresa tenha mais controle da jornada dos seus Leads e consiga direcioná-los para o momento de compra de forma mais ágil.

Contudo, isso também tem um outro efeito, que é o de impulsionar a reputação e imagem de uma empresa ou marca, pois, com o consumo de conteúdo, é natural que o Lead transfira a relevância e importância do conteúdo que consome para a empresa que o produziu.

Ou seja, se um texto que sua empresa produziu ajudou o Lead a resolver alguma dúvida ou dificuldade que ele estava enfrentando relacionada ao seu mercado, você já conseguiu se colocar numa posição privilegiada perante a esse Lead.

Construa uma marca “top of mind”

Contudo, muitas empresas ainda esquecem que conteúdo bom deve ser compartilhado, e muito! Ao adotar uma estratégia de Marketing de Conteúdo e realmente se engajar para fazer essa estratégia decolar, a empresa está fazendo mais do que criar um pipeline de vendas mais eficiente e previsível: ela está também aumentando sua autoridade e sua reputação. E por que isso é interessante? Porque autoridade e reputação ainda são armas eficientes para conquistar novos clientes.

Uma pesquisa feita pela PwC mostra que confiança na marca é fator decisivo para 45% dos consumidores brasileiros, perdendo apenas para preço, com 60%. Contudo, a mesma pesquisa conclui que “quando uma marca consegue transmitir ao consumidor seus atributos de valor com a relevância e distinção que seu posicionamento requer, o preço torna-se importante sim, mas deixa de ser o fator principal de decisão de compra”.

Portanto, confiança ainda é fator preponderante para os consumidores no momento de decisão de compra, e a melhor maneira de construí-la é através de um relacionamento próximo, honesto e bem planejado.

Cativar seu Lead com conteúdos atraentes e relevantes para ele irá fazer com que ele passe a colocar sua empresa como referência dentro de seu segmento e o faça procurar pela sua marca primeiro. E a consequência disso vai aparecer em outro setor da sua empresa, o de vendas.

Impacto em vendas

Como abordado acima, autoridade e confiança na marca são critérios decisivos para o cliente escolher um produto ou serviço. E, se sua organização estiver fazendo um bom trabalho de relacionamento, você consegue transformar esses critérios em vantagens competitivas e aumentar o número de clientes que procuram você como a primeira, se não a única opção, no seu segmento.

Um exemplo disso é a marca de action cameras GoPro, que tem uma estratégia altamente baseada na produção de conteúdo colaborativo. A empresa adotou a estratégia de estimular seus clientes a compartilharem suas próprias experiências e conteúdos criados com seus produtos, e então passou a compartilhar esses conteúdos em seus canais.

Como consequência disso, a empresa começou a aumentar cada vez mais o engajamento dos usuários, e os seus vídeos foram ficando cada vez mais populares. O resultado? Qual a primeira marca que você pensa quando ouve falar em action cameras? GoPro, certo? Sabia que existem outras dezenas de marcas produzindo câmeras desse tipo? Pois é, mas devido ao bom trabalho feito em Marketing de Conteúdo, a GoPro não só conseguiu se tornar líder de mercado, mas também referência dentro do seu segmento, e qualquer pessoa que pense em action cameras hoje pensará em GoPro.

Conclusão

Como vemos, é possível gerar grandes resultados a partir do Marketing de Conteúdo. Mas, para isso, é fundamental que a empresa tenha atenção aos detalhes: saiba qual é o seu público, seu objetivo, a mensagem a ser transmitida e faça um planejamento condizente à sua estratégia. A criação de conteúdos e a nutrição de Leads são armas muito poderosas, e sua empresa deve começar a tirar proveito delas desde já.

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04 out Twitter oferece mais praticidade para pequenos e médios anunciantes

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O Twitter Ads (@TwitterAdsBR), ferramenta de anúncios “self-service” do Twitter que possibilita que as empresas criem de forma autônoma e prática campanhas de marketing, comunica que a partir de agora passa a aceitar o pagamento em reais com cartões de crédito nacionais no Brasil. A novidade traz às empresas mais facilidade na criação de anúncios, já que o investimento em moeda local permite maior previsibilidade e controle do orçamento.

Além disso, a partir de agora as empresas podem iniciar campanhas com um investimento de qualquer valor, que pode ser aumentado gradativamente de acordo com o seu desempenho e objetivos. A compra de mídia pode ser feita no modelo pré-pago, opção que oferece um jeito mais fácil de degustar a mídia do Twitter. O resultado destas campanhas e ações podem ser acompanhado e analisado em tempo real.

“O Twitter Ads ajuda empresas a alcançarem objetivos como: atrair visitantes para o site, gerar leads qualificados, promover download de aplicativos, aumentar a base de seguidores e atingir um público-alvo específico, entre outros”, afirma Gabriela Comazzetto, diretora de vendas para pequenos e médios negócios do Twitter Brasil. Segundo a executiva, como as pessoas estão em um momento de descoberta e conhecimento ao navegar no Twitter, elas estão também abertas à interação com novos negócios. “Por conta disso, as empresas podem explorar o Twitter para ampliar seu alcance e se conectar com clientes novos e já existentes.” Atualmente, mais de 9 milhões de pequenas e médias empresas em todo o mundo têm presença no Twitter.

Outra novidade está relacionada à equipe local do Twitter Ads no Brasil, que passará a oferecer suporte e capacitação para pequenas e médias empresas interessadas em criar campanhas na plataforma. “Em cada nova parceria procuramos entender como o Twitter pode ajudar a empresa a atingir seus objetivos de negócio, e a flexibilidade e capacidade de segmentação da nossa plataforma permitem customizar soluções.”

Para auxiliar os anunciantes, o Twitter Ads lançou um passo a passo para a criação de campanhas de acordo com o objetivo pretendido. Conteúdos como Guia de Campanhas, Como Segmentar Campanhas e Perguntas Frequentes com noções básicas de faturamento já estão disponíveis em português.
Mais informações em https://ads.twitter.com

 

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28 set LinkedIn anuncia atualizações para aumentar engajamento; veja o que muda

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As atualizações representam uma das maiores mudanças já feitas na rede social – estão previstos uma nova interface, um feed de notícias por interesse e melhorias no serviço de mensagens, dentre outros.

O LinkedIn anunciou uma série de reformulações com a finalidade de impulsionar o engajamento dos usuários. As atualizações representam a maior mudança já feita na versão desktop da rede social – estão previstos uma nova interface, um feed de notícias por interesse e melhorias no serviço de mensagens, dentre outros.

Em um comunicado postado no blog do LinkedIn, o CEO da empresa, Jeff Weiner, disse querer que seus 450 milhões de membros “usem a rede social para serem produtivos e bem-sucedidos, além de ficarem conectados e informados, avançando em suas carreiras”. As atualizações fazem parte de uma série de mudanças que iniciaram ano passado – antes ainda da aquisição da companhia pela Microsoft, em junho deste ano – com o lançamento do novo aplicativo móvel.

As mudanças serão implantadas em setembro nos Estados Unidos. No Brasil, a previsão é de que parte da atualização esteja disponível em outubro. Veja abaixo as principais novidades:

Nova interface para desktop

A nova interface para desktop do LinkedIn será mais limpa, simples e intuitiva, para que os usuários acessem as ofertas de empregos, informações e insights de que necessitam. A ideia é que os profissionais estejam mais bem preparados para suas reuniões diárias ou aprendam uma nova habilidade de que precisam. “É o maior redesign desde a origem do LinkedIn, e a base para nosso futuro”, diz o comunicado.

Accelerating LinkedIn’s Vision Through Innovation from LinkedIn

Feed organizado por interesse

A ideia do novo feed do LinkedIn é informar os profissionais com as notícias mais relevantes sobre indústria e tendências: “queremos que os profissionais venham até o LinkedIn diariamente para conseguir a informação certa sobre o que é tendência na sua companhia, na sua indústria e nas notícias”.

Atualmente, a rede social recebe 160 mil textos em formato longform (textos extensos, voltados à publicação online) por semana, além de contar com conteúdo produzido por mais de 500 influencers. Para tornar mais fácil para os usuários encontrarem o conteúdo que faz mais sentido para eles, o feed passa a ser organizado também por interesse.

Esse feed personalizado será proporcionado por uma combinação de algoritmos, tendo como base os assuntos de interesse dos usuários combinados com dados como profissão, indústria, empresa e região.

Mensagens mais inteligentes

Desde que o novo aplicativo móvel do LinkedIn foi lançado no ano passado, a companhia disse ter visto um aumento de 240% no número de mensagens enviadas. Por isso, a ideia é oferecer uma plataforma de mensagens que habilite ainda mais o usuário a entrar em contato com outra pessoa em qualquer lugar que esteja no LinkedIn. A atualização também prevê robôs que enviam mensagens para ajudar os usuários a programarem seus compromissos.

Plataforma de learning

O LinkedIn acredita que existe uma necessidade crítica de ajudar pessoas a adquirirem novas habilidades por meio de uma experiência de aprendizagem personalizada, data driven e engajadora. Por isso, lança o LinkedIn Learning, que combinará conteúdo do Lynda.com – plataforma de estudos online subsidiária do LinkedIn – com os dados da rede social, para oferecer cursos direcionados.

Como já falamos , o LinkedIn é uma plataforma muito relevante para gerar resultados para sua empresa. Por isso, é importante estar por dentro das suas atualizações.

Fonte: Resultados Digitais

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20 set CAC: Entenda a Métrica de Custo de Aquisição de Clientes

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Você por acaso sabe quanto gasta para atrair, encantar, envolver e converter um cliente? Será que essa métrica é importante para sua empresa? Quantas vezes você já se perguntou se seus esforços de marketing realmente valem a pena? As repostas para essas e tantas outras perguntas podem ser facilmente obtidas com o cálculo do Custo de Aquisição de Clientes (CAC) do seu negócio. Neste post você vai entender o que é essa métrica e como ela pode influenciar o desenvolvimento da sua empresa. Pronto para continuar?

O que é o Custo de Aquisição de Clientes?

Do inglês Customer Aquisition Cost, o CAC é uma métrica que revela o quanto é gasto para se conquistar um novo cliente. Conhecer esse custo permite que você determine com maior precisão suas metas de vendas e seu orçamento de marketing, otimizando recursos para maximizar resultados. O cálculo é tão simples que você nem sequer precisa de uma calculadora para fazê-lo: basta dividir o investimento em marketing e vendas pelo número de clientes conquistado! Vale lembrar que esse índice é calculado dentro de determinado período de tempo — que pode ser mensal, trimestral, semestral ou até anual. O importante é guardar que quanto menor for seu CAC, mais lucrativa é sua empresa.

E como reduzir seu CAC?

Como o Custo de Aquisição de Clientes impacta diretamente na lucratividade da sua empresa, é bom ficar sempre de olho no que ele vem indicando. Sendo assim, separamos algumas dicas para você conseguir reduzir seu CAC de modo a tornar seu negócio cada vez mais eficiente e rentável:

Invista em inbound marketing

Segundo pesquisas, quem investe na tendência do inbound consegue reduzir seus custos de marketing em até 62%! E a verdade é que se você investe menos no marketing da sua empresa consequentemente reduz seu Custo de Aquisição de Clientes.

Nutra adequadamente seus leads

Educar seu público-alvo sobre o mercado é a maneira mais eficaz de acelerar seu ciclo de vendas, uma vez que leads mais qualificados tomam decisões mais rapidamente e não exigem tanto trabalho do seu time de vendas no momento da decisão de compra.

Alinhe marketing e vendas

Quando marketing e vendas trabalham em conjunto, com o mesmo entendimento sobre personas, funil de vendas, metas e leads qualificados, você automaticamente percebe uma queda na ocorrência de falhas, assim como uma significativa melhoria na performance de ambos os times, que passam a contar com processos integrados, foco em resultados e Custo de Aquisição de Clientes reduzido.

Compreenda a jornada do consumidor

A jornada do consumidor nada mais é que o trajeto que ele faz até se tornar um cliente efetivo da empresa, compreendendo todas as suas interações com seu fluxo de nutrição. Se você conhece de fato a jornada do consumidor, cria conteúdos certeiros para envolver seus leads e levá-los pelo funil de vendas com muito mais agilidade, convertendo mais clientes em menos tempo.

Faça testes A/B

Testes A/B são perfeitos para validar estratégias de marketing digital. Por meio deles, apenas com pequenas alterações no design do site, das landing pages, do seu blog ou dos links patrocinados você já pode comprovar, sem margem para erros, qual é a melhor estratégia, o melhor design e o melhor conteúdo para atingir seus leads com precisão, convertendo-os mais rapidamente. Sendo mais efetivo nas estratégias de marketing, seu CAC diminui proporcionalmente.

Agora chegou a hora de colocar essas estratégias em ação para ver sua empresa mais lucrativa! Ah, e não deixe de assinar a nossa newsletter para receber em primeira mão conteúdos exclusivos que certamente ajudarão sua empresa a melhorar ainda mais seus resultados!

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20 set Reduzindo seu custo de aquisição de cliente com automação de marketing e vendas

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Nos dias atuais, vemos as startups crescerem de maneira exponencial. Os desenvolvedores têm várias possibilidades de trabalho — seja nas áreas de desenvolvimento das empresas, seja atuando como freelancer — e têm trabalhado muito com o desenvolvimento do seu próprio negócio por meio de startups. Mesmo existindo uma série de investidores dispostos a arcar com custos e conhecimentos que costumam faltar em alguns desenvolvedores, é importante que os profissionais desenvolvam outras habilidades para que não fiquem totalmente dependentes dos investidores.

Embora a maioria dos desenvolvedores tenha um bom conhecimento do mercado, das métricas, de valores, tecnologias, metodologias, prazos etc., alguns não conseguem evoluir muito suas startups porque lhes falta algum conhecimento sobre marketing e vendas, principalmente no que se refere a custo de aquisição de cliente.

Dentre as métricas que uma startup deve ter sempre em seu radar, o custo de aquisição de cliente (ou CAC, na sigla em inglês) é uma das mais importantes. Ele equivale ao custo total de vendas e marketing dividido pelo número de negócios fechados. Ou seja, quanto mais baixo, melhor.

Da fórmula, pode-se extrair duas maneiras diretas de reduzir o CAC de uma empresa: cortar os custos dos departamentos responsáveis pela conversão de um prospect em cliente, ou aumentar a eficiência de sua equipe no trabalho de aquisição (a primeira solução deve ser mais uma consequência da segunda, pois, sozinha, pode afetar seus resultados).

Esses objetivos podem ser alcançados com a implementação de um ciclo de vendas mais simples, que não requer muito esforço da sua equipe para fechar negócios e permite a ela se dedicar a mais oportunidades.

O modelo de vendas low-touch é um exemplo. Ele é definido pelo contato humano mínimo entre representantes comerciais e potenciais clientes, além de ter como modus operandi a automação de tarefas manuais e repetitivas de marketing e vendas, o que traz escalabilidade.

O low-touch não é exclusivo delas, mas, neste artigo, vamos focar principalmente na operação de empresas de tecnologia que vendem software como serviço. Para um guia completo sobre o modelo, recomendo a leitura do ebook Construindo um processo de vendas low-touch: Escale processos, reduza custos e gere mais vendas com Inbound Marketing e automação de vendas, produzido pela iugu e pela Resultados Digitais.

Automatizando o ciclo de vendas

Imagine um funil de marketing e vendas básico, com as etapas de conversão a seguir: 1) prospect > lead, 2) lead > oportunidade, 3) oportunidade > cliente. As duas primeiras ficam por conta da equipe de marketing; a última, do time de vendas.

Para automatizar o avanço dos seus potenciais clientes nesse funil e, consequentemente, na jornada de compra, é crucial que você mapeie todos os eventos em seu site que indiquem as conversões, as mudanças de status de um prospect até se tornar cliente. Ferramentas como Mixpanel, Webengage e Kissmetrics podem ajudar com isso.

Vale dizer que o inbound marketing, ou marketing de atração, é um grande aliado do modelo low-touch. Em vez de buscar ativamente clientes em potencial, o inbound faz com que eles cheguem até você, o que requer um investimento menor do que o marketing tradicional.

Com landing pages voltadas para a distribuição de conteúdo de qualidade, você deve captar as informações de visitantes em seu site, que até então era anônimos, enquanto se tornam leads. Esses dados de identificação vão alimentar os próximos níveis da automação de marketing: a segmentação e a nutrição desses leads.

Um processo de vendas automatizado vai aproveitar essas informações (nome da empresa, cargo, indústria, receita estimada etc.) para dividir os leads em diferentes grupos que atendam ao melhor critério da sua operação. Quanto mais precisa for a segmentação, maior pertinência e aderência vai ter a sua comunicação na fase de nutrição.

Essa comunicação – e-mails, mensagens dentro do app, entre outros meios, oferecendo mais conteúdo para os leads – já deve estar pronta e apenas responder a gatilhos do próprio lead ou de tempo (“Enviar e-mail XPTO três dias depois da primeira comunicação com o lead”), que estarão espalhados por todo o seu fluxo de automação.

Cada interação desse lead deve ser pontuada segundo o grau de importância dessa interação no seu processo. Essa prática, conhecida como lead scoring, ajuda também a identificar quais deles merecem ser abordados pela sua equipe de vendas.

Seus leads vão se tornar oportunidades quando mostrarem interesse em materiais comerciais (tabela de preços, lista de funcionalidades, por exemplo), pedirem uma demonstração online do seu produto/serviço, abrirem uma conta gratuita na sua solução ou iniciarem um período de testes. Nada exclui, neste momento, aquela mínima interação humana do modelo low-touch, que pode acelerar o fechamento do negócio.

Onboarding

Se seu serviço tem uma versão freemium ou um período de testes, a automação segue no processo de onboarding, que deve satisfazer as expectativas iniciais dos seus potenciais clientes.

O mapeamento de eventos ainda é regra. Entreviste seus clientes para entender que ações eles tomaram no freemium ou no trial até sentirem que sua solução era a ideal para eles. Com esses milestones em mente, guie os novos usuários pelos mesmos caminhos.

Mais importante ainda: elimine todos os obstáculos que poderiam fazer usuários desistirem da compra. A contratação deve ocorrer dentro da sua solução, sem que haja necessidade de uma ligação para o setor de vendas ou o redirecionamento para uma página externa.

Caso você já tiver informações de cartão de crédito do usuário no início do período de testes, pode fazer a primeira cobrança automaticamente ao fim do trial, por exemplo. Ou, se sua solução for freemium, pode recomendar o upgrade automático de plano no momento em que o usuário tentar usar uma funcionalidade de um pacote pago.

Fica claro agora como um modelo de vendas low-touch, menos complexo, pode reduzir o CAC do seu negócio, certo? A eficiência da sua equipe de aquisição pode aumentar muito com um processo quase todo automatizado. Só tenha em mente que ele não é exato e único: requer constante otimização por meio de testes e análises de desempenho.

Fonte: Imaster

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13 set Facebook lança hoje novo recurso voltado a publicitários

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O Facebook anuncia hoje o lançamento do terceiro pilar da família Blueprint: a Certificação Blueprint – um programa de credenciamento global do Facebook. Considerado um dos programas de treinamento mais avançados do mercado, ele certifica o nível de especialização do profissional na família de produtos e serviços do Facebook, o que inclui as ferramentas de anúncio do Instagram e Messenger.

No mundo dinâmico do marketing digital, pode ser difícil se manter atualizado sobre todas as ferramentas e oportunidades disponíveis pela família de produtos e serviços do Facebook. Além disso, o Facebook oferece o Blueprint, que é uma plataforma de educação para ajudar os anunciantes a extraírem o máximo das ferramentas de marketing oferecidas. Com mais de um milhão de inscritos, ele tem ajudado profissionais de marketing e empresas – de todos os tamanhos – por meio dos Módulos Online do Blueprint, que são gratuitos e qualquer um pode acessar, e dos treinamentos em primeira mão do Blueprint live, que são realizados presencialmente com agências e chegou ao Brasil no começo desse ano.

A Certificação Blueprint possibilita ao profissional, independentemente do cargo que exerce, ter um melhor entendimento das ferramentas de anúncio do Facebook para maximizar o ROI, além de oferecer às empresas um modo de desenvolver e reter pessoas especializadas nas soluções do Facebook. A Certificação Blueprint não é apenas o mais rigoroso e confiável método de medição dos conhecimentos das competências de propaganda do Facebook, mas é a única oficialmente reconhecida por nós.

Como funciona a Certificação Blueprint?

Atualmente, existem dois caminhos de certificação disponíveis: o Certificado Profissional de Planejamento em Facebook e o Certificado Profissional de Compra no Facebook. Uma vez que o indivíduo tenha selecionado o caminho de certificação desejado, ele também terá a oportunidade de se preparar com o Exame de Competências Gerais de Propaganda. Todos eles foram elaborados seguindo um sistema de entendimento e aplicação das habilidades necessárias. Para a maioria dos casos, os exames podem ser conduzidos com um inspetor online na conveniência e privacidade em suas casas ou no trabalho.

Uma vez que são aprovadas nos testes elas recebem um badge virtual que pode ser verificado online por qualquer um que ele tenha selecionado para compartilhar. Obadge, ou crachá, da Certificação Blueprint pode ser publicado no Facebook ou qualquer outra rede social, incorporado em um website e blog ou, até mesmo, em assinaturas de e-mails ou em currículos eletrônicos. A certificação deve ser renovada anualmente para demonstrar uma proficiência contínua e ter uma manutenção do status de certificação conforme a família de produtos e serviços do Facebook evolui.

A Certificação Blueprint está disponível globalmente. Inicialmente, todos os exames estarão disponíveis em inglês, com outros idiomas sendo liberados de forma gradual.

Alguns números sobre a ferramenta

Atualmente, já existem um milhão de usuários que aprendem com o Blueprint. Seu tempo gasto, em média, para cada curso é mais de 20 minutos. Até agora, os cursos mais acessados são o Terminologia do Facebook, Bem-vindo ao Marketing no Facebook, Melhores Práticas para Marcas, Campanhas bem-sucedidas e o Teste A/B. Os países que mais usam a plataforma são EUA, Índia, Brasil, México e Coréia do Sul.

 

Fonte:Adnews

 

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