18 jan Mídias sociais não substituem sites corporativos

Com a ascensão das mídias sociais, muitas empresas estão deixando de atualizar e até mesmo de possuir sites corporativos. Essa nova tendência que desponta para o início de 2011, ocorre pelo fato de que muitos gestores acreditam que as redes sociais já suprem em grande parte, suas necessidades na internet.

Entretanto, esse movimento pode ser bastante perigoso. Por mais que uma rede social ajude na divulgação de uma empresa e de seus serviços/produtos, elas ainda não comportam todas as necessidades de uma marca. Isso quer dizer que ainda se faz necessário às empresas, ter um site corporativo que reflita fielmente a imagem que elas desejam transparecer.

No que diz respeito a divulgações e relacionamentos, as mídias sociais se mostram muito eficientes. Elas propiciam um forte eco que geralmente resulta em retorno financeiro rápido. Porém, elas não são suficientes.

O site corporativo ocupa o lugar de fachada da empresa na internet. É o lugar onde o cliente pode visualizar – com detalhes – o que a empresa é capaz de fazer, o que já fez e o mais importante, sentir ou não confiança no que ela transmite.

Em uma analogia simples, as mídias sociais são como um outdoor interativo e o site corporativo como uma sede da empresa na web – talvez daí venha o termo “endereço eletrônico”. Cada um tem suas especificidades e merece cuidados, mas sem esquecer que ambos fazem parte de uma mesma coisa.

Nesse aspecto, temos as mídias sociais – chamativas e criativas – trabalhando com o portal corporativo – que deve estar limpo, organizado e sempre atualizado. Em resumo, elas são como uma via de mão dupla enquanto o site é de mão única.

Sendo assim, o mais correto é uma empresa usar as duas ferramentas em conjunto, pois desta forma estará aproveitando amplamente as vantagens que a internet pode oferecer para sua empresa. O mais importante é respeitar e aproveitar o que cada um tem de melhor para ser usado sempre em seu favor.

Créditos: Esther Hinrichsen – dBrain

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18 jan Como Analisar Dados nas Mídias Sociais

A tão aclamada possibilidade de mensuração de números na Internet encontra algumas barreiras quando tentamos aplicá-la nas mídias sociais – devido ao seu carater subjetivo. Considerar quais páginas de um site o usuário percorreu até o momento da compra final é uma ótima medida. Desconsiderar que, este mesmousuário, já foi anteriormente influenciado por blogs, portais, contatos e amigos, no entanto, seria uma visão míope.

Em face desta situação, Prashant Suryakumar sugeriu algumas ideias no site Mashable, que podem facilitar a análise deste panorama. Confira abaixo:

  1. Investir em Informação
    Segundo o autor, é imperativo que as organizações tenham boas ferramentas de monitoramento e, ainda, que estas possam ser facilmente integradas aos processos da empresa. Segundo ele, só desta forma é possível ter uma visão 360º – unindo dados tanto do mundo on-line como do mundo off-line.
  2. Monitoramento em Tempo Real
    A informação em tempo real possibilita resposta rápida a qualquer contingência. As redes sociais exigem que isso seja feito, pois caso contrário, a conversa se perde e você adquire um consumidor insatisfeito. Além disso, a informação em tempo real torna possível verificar o desempenho das diversas ferramentas e das pessoas que fazem uso delas.
  3. Análise Emocional
    Entende-se análise emocional como a compreensão de que o consumidor toma decisões de compra considerando aspectos não somente racionais, mas também psciológicos e emocionais. Em termos práticos, podemos entender esta análise como a percepção do contexto em que se passa uma conversa, e não somente em seu conteúdo.
  4. Novas Métricas
    Cada empresa possui necessidades distintas, mas três categorias precisam ser contempladas com métricas eficazes. São elas:métricas que ajudem a compreender a conversa e suas relações (ex.: sentimentos demonstrados), métricas que encontrem pessoas influentes acerca da sua marca (ex.:pontuação de influência) e métricas que demonstrem o real resultado das mídias sociais no negócio.
  5. Relacionar Buzz, Marca e Vendas
    Pois estas variáveis estão intrinsecamente relacionadas e, freqüentemente, é possível observar relações de causa e efeito entre elas.
  6. Testar Mecanismos
    O ambiente das mídias sociais é bastante propício para experimentos que podem responder perguntas como “Qual o melhor horário para postar atualizações” ou “Como o buzz influencia este mercado?“.
  7. Comportamento de massas
    Uma das possibilidades mais incríveis das mídias sociais consiste em poder observar comportamentos e conversas de pessoas em seu ambiente natural. Ou seja, sem o estímulo de pesquisa (que geralmente foca a resposta a uma pergunta, e não o que o consumidor realmente pensa) e sem interferências no discurso. Se um consumidor falar bem da sua marca, é porque ele teve interesse espontâneo em fazê-lo. Explore esta oportunidade de aprender.
  8. Design de Produtos
    Afinal, a facilidade de comunicação através das mídias sociais não deve ser desperdiçada. Converse com seu consumidor e o que ele pensa do seu produto. Em alguns casos até, pense em produto em conjunto com ele – a colaboração costuma obter resultados espantosos.

Se as dicas foram úteis para você, comente o que acha. A realidade de cada empresa exige uma adaptação total das teorias.

Abraços! @mfernandalp

Fonte:midiassociais

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18 jan Marketing Direto Vitaminado

Muito se discute nesses dias em como “aumentar o bolo da mídia online”, ou seja, como direcionar maiores orçamentos de marketing para a Internet. Não há caminho viável sem a criação de um sentido de comunidade em torno do marketing online e o espírito colaborativo que pode vir dela. A estratégia de cooperação para fortalecer essa comunidade é o que foi usado com sucesso por outros meios ao longo do tempo. Eu torço para que a comunidade de Search Engine Marketing puxe essa tendência.

Parte do trabalho dos membros dessa comunidade com certeza é evangelizar pessoas sobre as vantagens/benefícios do SEM. Eu sei, eu sei… não é fácil. Quem tornou isso sua vida profissional, que o diga. Ontem me deparei com uma situação dessas. Numa grande empresa me reuni com um grupo de pessoas envolvidas com marketing. Meu objetivo era convencê-los a investir mais nesse formato de publicidade online chamado links patrocinados, também conhecido como PPC ou pay-per-click.

Existem várias maneiras de se abordar as vantagens desse meio. Eu pretendo ao longo dos artigos tratar cada uma delas. Pagar apenas por resultados, ter a oportunidade de divulgar todos os ativos de sua empresa, se aproveitar do efeito memória, encontrar o público alvo nas diversas fases da tomada de decisão, etc. Todas esses são argumentos que vamos cobrir ao longo do tempo. Ontem usei o argumento de que links patrocinados nada mais é do que marketing direto elevado a décima potência.

Em 1961 foi a primeira vez que a expressão “marketing direto” foi usada, em uma apresentação de Lester Wunderman. A idéia é que essa disciplina do marketing se diferencia das demais porque seu intuito final é gerar uma ação. Seja um cadastro, uma solicitação de informações, uma compra, etc. E com uma enorme ênfase em mostrar resultados que fossem mensuráveis, que você pudesse analisar ao longo do caminho e alterar seu direcionamento baseado nas respostas dadas a esse esforço pelo seu público-alvo. O marketing direto existe desde que o primeiro catálogo de produtos foi enviado por correio, em 1872. Não é nada novo, é uma fórmula testada e aprovada por milhares de empresas ao redor do mundo.

Pois é meus caros, o conceito de links patrocinados bebe na fonte do marketing direto porque é orientado a uma ação (gerar um clique que leve ao site do anunciante) permite medir e analisar os resultados de forma palpável (vendas, cadastros, etc) e te dá a possibilidade de alterar suas campanhas publicitárias baseados nas respostas do público-alvo.

No marketing direto, você segmenta um determinado público-alvo e produz uma ação para gerar uma reação por parte deles. Essa segmentação pode ser complexa e talvez imprecisa porque você não tem como saber exatamente se o público-alvo está no momento certo para tomar essa reação. Nada mais poderoso do que veicular uma mensagem publicitária no exato instante em que os seus clientes estão buscando por você. Esse e o motivo pelo qual eu acho que links patrocinados elevam o marketing direto a sua máxima potência. Os links patrocinados permitem você entender o momento pelo qual o público-alvo passa, manifesto através das palavras-chaves usadas numa busca e disparar uma mensagem altamente customizada para aquele indíviduo.

Aí foi sopa no mel, porque eles dominavam todo o conceito de marketing direto e faltava apenas essa conexão. Para essa empresa, que tem uma história centenária, o investimento em marketing direto é enorme e com processos internos muito bem claros e definidos, incluindo sistemas avançados de análise de resultados. Agora era só juntar mais essa formato de publicidade dentro dessa já bem sucedida forma de fazer marketing.

Elas assistiram a minha apresentação e ao final todos estávamos em sintonia, vamos em frente. Para que você que tem que convencer seus sócios, seu chefe, seus pares ou seus clientes sobre essas vantagens, o importante é não se utilizar uma mensagem única. Para cada empresa, cada necessidade, existe um motivo para se apostar em links patrocinados. Você sempre consegue achar a sua.

Fonte:Imasters

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17 jan Você conhece o Spider? É hora de trabalhar com SEO

Provavelmente você já deve ter ouvido falar em Search Engine Optimization (SEO). Trata-se de um conjunto de ações que visam melhorar o posicionamento do seu site nos buscadores, isto é, quando o usuário digita uma palavra-chave no Google, o objetivo do SEO é fazer com que uma ou várias das páginas do seu website apareçam entre os primeiros resultados da busca orgânica.

Importante: Não confunda busca orgânica com link patrocinado (área paga).


Quando queremos ficar bem posicionados nas áreas relevantes (gratuitas) dos buscadores, são com os “robôs” que estamos querendo manter uma grande e duraroura amizade. No caso do Google, esta ferramenta atende pelo nome de Spider. Este “robô” fala várias línguas, mas ainda não é perfeito, pois linguagens como o flash, por exemplo, ele ainda não sabe ler, além de possuir uma lógica própria de raciocínio.
Entenda como funciona
Para ficar bem posicionado no Google, que é considerado o principal buscador da internet, você precisa saber que tudo o que é falado sobre a sua empresa na rede conta pontos. Atenção: eu disse tudo o que é falado, e não somente o que você diz. Mais ou menos como no marketing em que trabalhamos com os fatores abaixo:

  • Identidade corporativa: é o que a sua empresa é, como características, ações, personalidade e posicionamento;
  • Identidade visual: é o que a empresa quer mostrar sobre a identidade corporativa. Não necessariamente tudo, mas normalmente o lado bom, lógico;
  • Imagem corporativa: é o quebra-cabeça que montamos em nossa mente, criando uma imagem com os dados que recebemos da empresa e com o que é dito sobre ela.

O Google, segue isso ao pé da letra, por isso, preocupe-se e trabalhe sempre com o conteúdo on page (conteúdo do seu site), e off page (informações sobre você em outros sites, blogs e redes sociais).

Trabalhar com SEO não é só TI, é realmente saber se comunicar com pessoas e com “robôs” ao mesmo tempo. Um trabalho de gestão da qualidade da informação online, e bom relacionamento com outros sites e pessoas. Para fazer isso costumo usar um ciclo de ações:

  • Primeiro, deixo o site apto a ser encontrado nos buscadores. Para iniciantes o próprio Google ensina como fazer.
  • Faça ao menos mensalmente um relatório do seu site com as análises obtidas no Google Analytics.
  • Faça um buzz tracking das informações sobre a sua empresa e sobre o que é dito na web a respeito da palavra-chave que você deseja trabalhar. Como fazer?
  • Trabalhe com um assessor de imprensa digital. Repare na palavrinha mágica “digital”. Este profissional é diferente do assessor de imprensa comum.
  • Trabalhe as informações nas redes sociais e blogs assim como em seu site, (utilizando a mesma técnica).

Lembre-se: o seu site é o anfiteatro, portanto, buscadores, sites externos, redes sociais e blogs devem estar ligados a ele. Por isso, mantenha um bom relacionamento na web e de forma estratégica. Se o seu produto anda sendo criticado na rede, estes sites também serão destacados nos buscadores mesmo que você não responda ou saiba da existência deles. O que você vê nos buscadores é a imagem corporativa na visão e nos parâmetros destes robôs.
Última e importante dica: pense bem nas palavras-chaves que pretende trabalhar. Use poucas e boas, e aproveite essa ajudinha aqui.

Saiba que assim como você quer a vaga de melhor amigo do Spider, seus concorrentes também podem estar lutando por ela. Para saber sobre os seus concorrentes é facil: pergunte ao Google. Ele é sincero o suficiente pra dizer. Basta acessar site e digitar a palavra-chave desejada. Veja a diferença entre as situações de quando há disputa e quando não há:
Primeira situação: palavra-chave resort ou notícia. Veja que estas palavras são muito trabalhadas dentro dos sites que aparecem nas primeiras posições, em suas redes sociais e em outros sites com links para eles. Perceba que há um bom número de acesso e em sua maioria são feitos em html, java e/ou css.
Segunda situação: piso cerâmico. Fazendo uma análise de 5 segundos já podemos perceber que no caso da palavra piso cerâmico aparece até um arquivo em pdf nas primeiras posições, além de arquivos de páginas internas de sites aonde deveriam aparecer domínios. Veja que recursos como meta tags e outros comuns em otimização de sites não foram usados, e as frases que aparecem abaixo do endereço dos sites melhor posicionados são referentes a matérias internas e não foram usadas de forma proposital para SEO.
Neste caso é fácil obter uma posição de destaque sem muito esforço com um trabalho de otimização. É importante saber que SEO é um trabalho de médio/longo prazo que visa aumentar a quantidade de visitantes através da confiança dos buscadores. Uma vez feito o trabalho, quando o site aparecer bem nas pesquisas será por credibilidade.

Mãos à obra e boa sorte!

Fonte : midia8
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15 jan Tuitin Analytics monitora e analisa links nas mídias sociais

Para entender o que é a ferramenta tuit.in analytics é necessário, antes de tudo, compreender o problema a ser resolvido. ROI em Mídias sociais é o problema em questão.

Para quem não está habituado com a linguagem, ROI (Return on investment) é a taxa de retorno de um investimento. Em mídias sociais esse termo se torna um tanto complexo, pois, muitas vezes, o retorno não pode ser medido diretamente ou não existe um padrão amplamente difundido e que pode ser utilizado para toda empresa ou campanha nas redes sociais.

Qual a solução então? O tuit.in analytics tenta ajudar aqueles que gerenciam campanhas de mídias sociais ou que estão a frente do departamento de marketing de uma empresa e têm a necessidade de mostrar a seus clientes, acionistas ou ao departamento financeiro o resultado em números do investimento feito nas mídias sociais. Inicialmente o foco do tuit.in analytics é auxiliar quem utiliza o Twitter a fazer campanhas ou divulgar ações.

A ferramenta disponibiliza relatórios, acompanhamento em tempo real de estatísticas de contas no Twitter ou de palavras chaves, tudo isso integrado em um aplicativo para o Twitter, que possui encurtador próprio de url com o propósito de auxiliar o monitoramento de links.

Além disso, o maior objetivo é que futuramente a ferramenta possibilite o monitoramento de uma campanha por completo, envolvendo várias mídias, como youtube, twitpic, blogs, facebook, dentre outros.

Funcionalidades:

  • Dashboard – Acompanhe em tempo real as estatísticas de uma conta como o número de seguidores, mentions, twits, novos seguidores, seguidores influentes, quem você influencia, dentre outros;
  • Relatórios – Gere relatórios com as informações e estatísticas sobre uma conta do twitter ou palavra chave. Os relatórios podem ser exportados para Excel, PDF ou Word ou serem impressos diretamente;
  • Monitoramento de links – Acompanhe em tempo real os clicks e mentions dos endereços encurtados pelo tuit.in a partir do tuit.in analytics;
  • Monitoramento de palavras-chave – Verifique em tempo real as citações e o gráfico ao longo do tempo de uma palavra chave e classifique as citações como: positivas, negativas ou neutras;
  • Armazenamento de informações – O tuit.in analytics possui um mecanismo de armazenamento de informações do Twitter em uma base de dados própria, aumentando a facilidade de acesso à informações passadas com velocidade e sem restrições.

Fonte:Startupi

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15 jan Medindo Ações do Marketing em Mídias Socias

Como medir a presença nos meios de comunicação social é um tema da moda. Por dois motivos, porque as empresas estão começando a investir na construção de sua presença nos meios de comunicação social e porque eles querem saber o efeito que essas mídias possuem.

O principal problema que enfrentamos quando falamos em marketing em mídia social é que não sabemos o que precisamos medir, e como sempre por falta de objetivos. O primeiro passo é a criação de um Plano de Marketing para Mídias Sociais, e é essencial.  Metas bem definidas (longo, médio e curto prazo) nos permitirá criar índices para medir o sucesso.

Alber Barra publicou uma série de artigos onde ele define que a presença nos meios de comunicação social é medida a partir de quatro perspectivas diferentes:

  • Gestão da Reputação
  • Posicionamento em Buscadores
  • Branding
  • Expansão do CRM

Outra coisa interessante foi levantada por Kelly Feller responsável pelas mídias sociais da Intel, ele demonstrou que 33% do trafego vem dos buscadores e os outros 33% vieram de outras redes e de campanhas publicitárias. Ao falar sobre a medição qualitativa ele falou de quatro indicadores:

  • Influência: Estamos falando com os clientes?
  • Privacidade: qual é o sentimento ou a afinidade de um cliente?
  • Interação: os clientes estão tomando decisões?
  • Participação: há clientes?

E finalmente, Javier Godoy no Online Expert Fórum, ele aposta em três fatores:

  • Reputação: o que eles dizem sobre um.
  • Popularidade: o que você diz.
  • Influência: a capacidade de inserir uma mensagem que irá expandir os círculos de influência dos demais.

Como você pode ver em todos os três casos se estabelecem parâmetros são intangíveis. Em qualquer caso, as métricas nesta área estão em âmbito de muita expectativa e muita experimentação.

 

Créditos :Bruno de Souza

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