28 jun Você sabe qual é a melhor hora para divulgar seu conteúdo no Twitter?

Se você é um empreendedor que está querendo tirar o maior proveito do conteúdo que você divulga pelo Twitter, provavelmente vive se perguntando qual o melhor período do dia para fazer isso. Isso porque quantificar o sucesso de um tuite pode depender de alguns fatores, que o colunista Dave Larson, do site especializado Tweetsmaster, chama de RCEF:

– R: o número de retuites que seu conteúdo recebe dos seus seguidores;

– C: o número de cliques que o link anexado recebe;

– E: o número de seguidores que se engajam com a mensagem, interagindo com sua conta;

– F: o número de pessoas que favoritam seu tuite.

Uma forma de tentar otimizar sua atividade nessa mídia é descobrir os períodos em que seus seguidores são mais ativos. Mas como fazer isso sem perder tempo apenas monitorando constantemente sua conta e analisando detalhadamente a atividade de cada um dos seus seguidores?

Como sempre nesse universo, você descobre que alguém sentiu esta mesma necessidade e já criou uma ferramenta para resolver esse questionamento – neste caso, o Tweriod. O aplicativo utiliza um algoritmo que não só analisa seus últimos tuites, mas também aqueles dos seus seguidores – mesmo que naquele período alguns dos seus posts não tenham feito muito sucesso, não significa que seus seguidores não tenham sido mais participativos.

Depois de algum tempo analisando sua conta, que pode variar dependendo do seu número de seguidores, a ferramenta envia um relatório mostrando quais os horários nos quais seu tuites ganham mais exposição, dividido em dias da semana e fins de semana. O aplicativo também mostra em que períodos você tem o maior número de seguidores on-line, além daqueles em que você recebe mais interações.

Obviamente essa ferramenta em si não garante mais engajamento dos seus seguidores. É preciso testar cada período e conferir os resultados e, assim, checar que tipo de conteúdo e mensagem conseguem mais ressonância. Com isso você pode também adaptar sua linguagem e sua abordagem.

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27 jun No social commerce os consumidores preferem comprar em redes sociais, diz IBM

O tráfego de consumidores direcionado para vendas de varejo dentro de redes sociais tornou-se maior que o tráfego para sites de varejistas a partir de redes sociais, indicando que no social commerce é mais fácil de converter a navegação dos consumidores em vendas na própria rede social, de acordo com o estudo da IBM Coremetrics “Online Retail Holiday Readiness Report”. Em abril de 2011, menos de 1,25% das vendas totais foram realizadas por visitantes originários de uma rede social, enquanto 1,75% das vendas do varejo online são realizadas em redes sociais.

Enquanto que o tráfego em sites de varejo por usuários direcionados a partir de redes sociais tem tido um aumento constante desde dezembro de 2010, as vendas em redes sociais passaram de menos de 1% em dezembro para pouco mais de 1,25% em janeiro. Em fevereiro, caíram novamente para perto de 1%, e agora experimentam desde março um crescimento mais vigoroso.

Durante o período de realização do relatório IBM Coremetrics, que cobriu os seis meses que vão de outubro de 2010 a abril de 2011, o percentual referente as vendas do varejo com o mobile commerce quase dobrou em relação as vendas totais, subindo de 3,4% para 6,5%. O tráfego em sites de varejo a partir de dispositivos móveis aumentou quase 60% neste período, passando de 5% para quase 8%.

Visitantes sociais tem probabilidade quase duas vezes maior que os internautas em geral de a procura se converter em venda, com uma taxa de 10,7% comparada com 5,2%. A análise da IBM Cormetrics indica que muitos destes visitantes sociais são suscetíveis a receber ofertas, porém apresentam uma taxa de rejeição de 62,8% e seu tempo médio nos sites é baixo, ficando em cerca de 3 min e 26 seg.

Os usuários de dispositivos móveis também são menos engajados que os internautas em geral, visitando menos páginas, com menor tempo, menor taxa de conversão e maiores taxas de rejeição. A IBM afirma que, embora isto não seja surpreendente, ressalta a necessidade dos varejistas em monitorar e otimizar seus serviços para dispositivos móveis.

Redes sociais populares como Facebook e Twitter oferecem aos varejistas uma boa possibilidade de monetizar a sua presença nelas, de acordo com uma pesquisa realizada pelas empresas Shop.org, comScore e Social Shopping Labs. Resultados do estudo “2011 Social Shopping Survey” indicam que 67% dos usuários do Twitter afirmam que algum post os estimulou a clicar em um anúncio, e 56% dos usuários do Facebook disseram o mesmo.

Fonte:ecommercenews

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26 jun Aprimoramento no Google AdWords ajudar a carregar dados mais rapidamente no seu navegador

A equipe de desenvolvimento do Google realizou alguns aprimoramentos no Google AdWords para ajudar a carregar seus dados mais rapidamente no browser. Esse novo recurso utiliza o plug-in Google Gears para armazenar uma cópia dos dados de sua conta no computador. Assim, cada vez que você acessar o Google AdWords, seus dados serão carregados diretamente de seu computador, tornando sua experiência muito mais rápida.

Para começar, leia as instruções a seguir.

Como ativar o armazenamento local?

Veja como:

1. Clique no ícone do armazenamento local, que aparece como um círculo cinza cortado por um traço, ao lado de seu endereço de e-mail, no canto superior direito de sua conta do Google AdWords.

2. Leia e entenda o aviso de segurança; verifique se você não está usando um computador público ou compartilhado. Se você tiver alguma dúvida, leia “Onde meus dados são armazenados?” a seguir.

3. Clique em Continuar.

Observação: Se ainda não tiver instalado o Google Gears, seu navegador abrirá uma nova guia e guiará você por um breve processo de instalação. Depois que tiver terminado de instalar o Google Gears, será solicitado que você reinicie seu navegador. Faça login no Google AdWords e clique no ícone de armazenamento local novamente.

4. O Google Gears alertará você de que https://adwords.com.br usará o armazenamento local. Clique na caixa de seleção ao lado de “Confio neste site. Permitir que ele use o Google Gears.” e clique em Permitir. O armazenamento local está ativado.

Como ele funciona?
Quando o armazenamento local é ativado, o Google AdWords armazena os dados de sua conta em seu computador na primeira vez que for carregado. A partir de então, quando você altera a visualização (selecionando uma campanha ou um grupo de anúncios diferente, por exemplo, ou classificando por uma coluna diferente), seus dados são carregados diretamente do computador. Não é mais necessário esperar que os dados sejam baixados de nossos servidores.

Os dados serão armazenados em meu computador. Isso significa que os dados que eu vir no Google AdWords estarão desatualizados?
Não. O Google AdWords garantirá que seus dados sejam sempre atualizados e recuperará as últimas estatísticas enquanto você estiver trabalhando. No entanto, como acontece no Google AdWords, os cliques e as impressões recebidos nas últimas três horas talvez não estejam incluídos imediatamente em sua exibição.

Onde meus dados são armazenados?
Seus dados são armazenados em seu computador pelo Google Gears da mesma forma que seu navegador armazena cookies. Outras pessoas que usarem seu computador com nomes de usuário diferentes não poderão acessar seus dados.

Como desativar o armazenamento local?
Basta clicar no ícone da marca de seleção verde ao lado de seu endereço de e-mail, no canto superior direito do navegador. Ao lado de os dados da conta local estão ativados, clique no link Desativar. O armazenamento local será desativado, e todos os dados locais serão excluídos.

O que acontece se eu usar o Google AdWords em outro computador?
Você precisará ativar o armazenamento local em cada computador que usar. Lembre-se de que uma cópia dos dados de sua conta será armazenada no navegador. Então, esteja ciente disso ao ativar o armazenamento local em um computador compartilhado.

Recomendamos não ativar o recurso em computadores de uso público afim de manter a privacidade e o sigilo das informações de sua conta AdWords!

Requerimento de sistema

Mac OS 10.6 Snow Leopard, G4+/Intel CPU;
Firefox 1.5+;
Safari para Mac OS Snow Leopard ainda sem suporte;
Chrome for Mac OS Snow Leopard ainda sem suporte.

O Google Gears roda no Windows, Windows Mobile, Mac OS Tiger/Leopard, Mac OS Snow Leopard, Linux e Android.

Para esta e outras informações você pode acessar o Fórum de Ajuda do AdWords. Faça o donwload do plug-in Google Gears.

 

Fonte:digitalmarkketing

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25 jun BI caminha para uma nova geração

Tecnologias preditivas de Business Intelligence estão surgindo para facilitar as tarefas da TI e possibilitar melhorias significativas para os negócios.

 

Soluções de Business Intelligence (BI), conhecidas por tornar os negócios mais inteligentes e fortes, ajudam empresas de todos os tamanhos a analisar e a sintetizar uma enorme quantidade de dados corporativos para melhorar o desempenho.

BI pode rapidamente identificar informações críticas diante de uma grande massa de dados e levantar pontos de melhoria, crescimento e transformação das operações, vendas e marketing. Centenas de dados podem ser extraídos das aplicações de BI.

Nos últimos anos, as companhias acompanharam a evolução da tecnologia e esse cenário gera algumas dúvidas. Brian Hopkins, analista de tecnologias emergentes da Forrester Research, diz que está havendo a evolução do BI tradicional para novas e valiosas ferramentas de negócios, que estão gerando discussões nas empresas.

Como as empresas podem estar em linha com as melhorias que acontecem constantemente nas soluções de BI para que possam se beneficiar das inovações? E como podem tirar melhor proveito das informações críticas que extraem dos sistemas de BI?

“Os CIOs precisam conversar com as áreas negócios”, afirma Hopkins. “Eles devem expandir o escopo do que consideram dados corporativos. O escopo tradicional de que a informação é tudo para os negócios é muito maior agora, por causa do surgimento de dados de mídias sociais etc.”

O que eles também precisam fazer, segundo ele, é ter a certeza de que suas aplicações de BI acompanham o crescimento de dados que os negócios geram dia após dia.

“Eles precisam perceber que com todas essas novas tecnologias e fluxos de dados, como mídia social, é um ponto que merece atenção”, avalia Hopkins.

“CIOs devem falar com os líderes empresariais sobre como podem adicionar valor a partir de toda essa ampla, e não filtrada, quantidade de dados.”

O que está acontecendo no mundo dos fornecedores de BI e aplicações, segundo ele, é que BI vem evoluindo rapidamente nos últimos anos para permitir formas inovadoras de tratar os inúmeros dados criados pelas companhias. Para alguns, essas mudanças poderiam indicar que a ideia do BI tradicional tem falhado, mas Hopkins diz que essa conclusão não é correta. “A definição do que é BI é que vem mudando”, assinala. “Não acredito que falhou.”

Na verdade, prossegue o executivo, BI tem de ser capaz de ajudar as empresas a responder conjuntos definidos de perguntas e ser capaz de responder e definir conjuntos finitos de perguntas com coerência, usando conjuntos conhecidos e bem-estruturados de dados.

Tudo isso tem sido possível a partir do uso de ferramentas de análise em aplicações de BI que permitem às empresas buscarem nas profundezas dos dados padrões de informação e as histórias que estão por trás das informações.

“BI tradicional tem sido como dirigir e olhar no espelho retrovisor do carro”, compara. “Para ver onde você está e o que há para trás”, diz Hopkins. “Agora, a direção do BI é para frente, em que se é capaz de conduzir e olhar para fora para ver o que vai acontecer.” Para as empresas hoje, esse é um benefício enorme.

O BI tradicional faz perguntas, recolhe dados, limpa e estrutura as informações e as coloca em um formato que podem ser consultadas e filtradas para produzir dados comerciais valiosos que podem ser usados para planejar estratégias e auxiliar nas tomadas de decisão. “BI tradicional é sobre como criar relatórios e fazer deduções sobre o passado e o futuro”, explica Hopkins.

Em vez de atravessar os conjuntos de dados e reagir ao que já aconteceu nos negócios, os mais modernos sistemas de BI podem fazer mais, antecipando o que pode acontecer no futuro e ajudar a planejar as expectativas, com base nos dados antigos que já foram coletados.

“A ideia de realizar uma análise preditiva tem surgido há algum tempo”, avalia Hopkins. “Não é uma nova ciência, mas a verdade é que mais mudanças estão por vir.” Essencialmente, a nova geração de ferramentas de BI vai fornecer às empresas informações adicionais de análise.

“Começamos a ver o surgimento de BI há cerca de cinco a dez anos, quando as companhias aéreas passaram a estabelecer os preços dos bilhetes usando modelos sofisticados”, lembra Hopkins. “Hotéis seguiram o exemplo, com base em modelos preditivos. Lojas de varejo estão usando a tecnologia para identificar o que eles devem ter no estoque no futuro com base nas necessidades atuais dos clientes.”

Com os antigos métodos de BI, as empresas estavam apenas olhando para o passado e executando um modelo estatístico sobre os dados. “O que observamos agora é uma nova geração de análise preditiva, desenvolvida para eliminar a etapa de filtragem.”

Os novos métodos de BI não exigem que os usuários conheçam questões específicas que precisam inserir na ferramenta para obter as respostas que procuram. “A maneira antiga exigia que o profissional soubesse as perguntas para obter as informações corretas”, pontua Hopkins. “O que estamos começando a ver são maneiras totalmente novas de usar BI para análise.”

Os novos recursos mantêm a evolução do BI, acredita Hopkins. “A maneira antiga atingiu alguns limites. A análise costumava ser feita por meio de um processo de lote.”

Isso significa que os dados de BI podem agora ser verificados em tempo real, em vez de analisado após a inclusão em relatórios. A maneira antiga simplesmente não pode manter-se e muitos usuários estão sobrecarregados com os enormes volumes de dados que entram rapidamente nos sistemas da empresa.

“Essa é a nova fronteira do BI”, pontua Hopkins.”CIOs serão capazes de usar BI de novas maneiras. Nosso entendimento sobre o que é BI está mudando.”

Para os CIOs e outros líderes, as mudanças e os avanços do BI vão ser a chave para filtrar empresas que terão ou não sucesso na forma como a nova geração de dados dados é utilizada, afirma.

“As empresas bem-sucedidas são aquelas que vão encontrar maneiras de tomar decisões com base nessa nova massa de dados não estruturados”, avalia Hopkins. “Eles precisam desafiar suas plataformas de tecnologia e descobrir como estão conduzindo as soluções para assim mudá-las e conseguir capturar os dados não estruturados.”

 

Fonte:computerworld

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22 jun 10 Itens Fundamentais do Carrinho Eletrônico

Existem várias razões para que os carrinhos sejam abandonados. Aqui abro um parêntese para comentar algo inusitado que vi estes dias, é que alguns alunos de um curso sobre gestão de comércio eletrônico estão pensando em criar uma campanha intitulada “Adote um Carrinho Abandonado” de tão grave é este problema nos dias de hoje. Brincadeiras a parte, para que essa situação seja cada vez menor, existem elementos que são essenciais para reduzir essa taxa de abandono, sendo elas:

  • 1. Oferecer miniaturas das imagens dos produtos
  • 2. Os produtos devem conter link para página de detalhe, quantidade selecionada e preço (não custa reforçar)
  • 3. Sempre exibir o estoque atual do produto
  • 4. Botão para edição da quantidade e para remoção do item
  • 5. Exibir o telefone da empresa de forma clara e de fácil localização
  • 6. Conter uma interface simples e funcional, evitar elementos que possam distrair o consumidor
  • 7. Exibir destacado o sumário da compra (total, desconto, frete)
  • 8. Incluir referencia das ferramentas de segurança utilizadas pela loja
  • 9. Evitar grandes destaques para o Cupom de Desconto
  • 10. Fornecer cálculo de frete e taxas na própria tela do carrinho

Os itens abaixo são desejáveis, porém não fundamentais:

  • 11. Atalho para Chat Online
  • 12. Possibilidade de inserção do produto em lista de desejo
  • 13. Exibição das possíveis formas de pagamentos
  • 14. Exibição de detalhe resumido e flutuante do produto no próprio carrinho
  • 15. Mensagens de vantagens promocionais
  • 16. Componentes de Cross-Sell ou UpSell
  • 17. Possibilidade de envio para presente
  • 18. Impressão do carrinho

E claro a mais importante de todas as dicas é testar o carrinho com o maior número de pessoas e possibilidades para se acercar de todas as situações possíveis. A presença do consumidor dentro do carrinho de compra é praticamente estar a um passo de converter em venda. Por isso não devemos medir esforços para refinar esse processo para aumentar nossas vendas e por conseqüência o conforto e facilidade para os consumidores. Faça do carrinho uma ferramenta de vendas e não uma simples lista de compra.

 

Fonte:ecommercenews

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22 jun Os 5 descuidos mais comuns em Marketing Digital

1. Tenho 100 mil fãs no Facebook, eu mando: Na verdade não, número de seguidores não importa, o trabalho é criar uma comunidade virtual onde os relacionamentos e as conversas saudáveis possam acontecer.

2. Não tenho ideia de tendências mobile para área dos meus clientes: Com os usuários frequentemente usando smartphones como um dispositivo social, todas as estratégias têm de ter uma conexão com plataformas móveis.

3. Tornar o tráfego como metas: como já falamos anteriormente: o tráfego é bom, mas o que importa é a conversão. Ficar contando apenas as visitas ao seu site pode ser uma estratégia muitas vezes enganosa; analise o comportamento do visitante ao seu site e verifique se ele navega nas páginas que você gostaria que ele estivesse.

4. Ter mesmo conteúdo em toda parte: você repetiria a mesma conversa várias e várias vezes para seus amigos? Passe algum tempo se colocando no lugar do usuário; descubra onde estão as novas tendências.

5. Terceirizar muito ou pouco? É sempre melhor a se envolver em áreas como coleta de informações, que é a parte central do marketing digital. Por outro lado, você pode ampliar o seu serviço ou “sair do quadrado” trazendo profissionais de fora.

Se você tem evitado essas armadilhas, você está fazendo um bom trabalho. Mas lembre-se que a atualização constante é chave para ser bem sucedido no marketing digital.

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