01 jul Veja como funciona o ‘Sparks’ do Google+

Selecione assuntos do seu interesse para acompanhar no Google+, e discuta tópicos com quem também gosta dos temas

Ao clicar no botão “Sparks”, na tela inicial, várias imagens vão aparecer. Na barra principal (veja na foto abaixo) você digita o tema de interesse e clica em “Add Interest”. A partir daí, os assuntos de seu interesse ficarão armazenados e tudo o que tiver rolando sobre o tema na internet vai aparecer para você.

Seja vídeo, imagem ou texto, você pode compartilhar com seus amigos e círculos. No mesmo esquema do Hangout, você digita o nome de alguém específico ou escolhe os grupos com os quais você quer compartilhar a publicação. Assim como no Feed de Notícias do Facebook e do próprio Stream do Google+, é possível escrever algum comentário em cima do post que você vai compartilhar.

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01 jul Entenda como funciona o ‘Stream’ do Google+

Similar ao Feed de Notícias do Facebook, é a parte onde o usuário pode ler todas as mensagens postadas por amigos na rede social

O Google lançou nesta semana sua mais nova tentativa de barrar o Facebook. Após as frustrações com o Wave e o Buzz, a empresa decidiu apostar em uma rede social que se integra a diferentes serviços, como Gmail, Google Talk e Google Profiles. A rede também adotou o sistema de convites – como foi usado por muito tempo no Gmail, Orkut e no pouco tempo de vida do Wave – mas, dessa vez, parece que eles foram mais generosos e disponibilizaram uma quantidade maior, logo no início.

O Olhar Digital já teve acesso ao Google+ e explica como ele funciona.

Por enquanto, ainda há pouca gente disponível no Google+, mas, pelo visto, não vai demorar muito para que todos tenham acesso. Uma das funções é o Stream, que é, basicamente, o Feed de Notícias do Facebook. É onde o usuário recebe todas as informações postadas pelos amigos, sejam mensagens, fotos ou vídeos. E é onde é possível interagir com os outros usuários da rede, seja comentando o conteúdo postado ou clicando no “+1”, o Curtir do Google+.

Publicar conteúdo no Stream é fácil: clique na caixa “Compartilhe novidades”. Abrirá uma caixa para digitar um texto. No canto inferior esquerdo encontram-se ícones para postar fotos, vídeos, links ou a sua localização. O funcionamento é igual ao do Facebook, não é necessário clicar no link para postá-lo, basta inserí-lo na caixa de texto.

Na parte de baixo aparece o campo para selecionar os círculos que receberão a mensagem: em “Público”, qualquer pessoa poderá acessar, mesmo que não tenha conta no Google+. É possível selecionar diversos círculos para receber aquele conteúdo, ou até mesmo uma pessoa específica – nesse caso, apenas os integrantes dos círculos, ou as pessoas escolhidas, poderão ler o que foi postado.

É possível postar no Stream do Google+ sem estar exatamente no Google+. Na barra superior, que aparece também no Gmail, no lado direito, tem um campo “Compartilhar”, que, ao clicar, abre a mesma caixa de mensagens do Stream.

No menu esquerdo é possível filtrar mensagens de quais círculos aparecerão no Stream. Ao clicar no círculo “Amigos”, por exemplo, você verá apenas as postagens feitas por quem foi adicionado nesse círculo.

“Entrada” mostra pessoas conectadas a você que ainda não foram adicionadas a nenhum círculo e “Notificações” agrupa as atualizações recebidas no canto superior direito, como no Facebook. Já “Visão geral” volta para a visualização do Stream sem o filtro de círculos.

No menu da direita encontra-se, na parte superior, uma lista de contatos do Google+. Ao clicar na foto de algum dos seus contatos você será redirecionado para o pefil do Google Profiles dele. Abaixo estão algumas sugestões de amigos para adicionar a círculos.

Já no topo, ao centro, existem 4 ícones.

Você pode estar em qualquer área do G+ mas, ao clicar no primeiro botão, é direcionado para a “Home”, ou seja, o “Stream”. O segundo botão te leva para quatro galerias de fotos diferentes, que você escolhe em um menu à esquerda: fotos de seus círculos, do seu telefone, suas fotos que foram taggeadas por outros ou seus próprios álbums. O terceiro mostra o seu perfil no Google, com todos os seus círculos, mensagens publicadas, vídeos, fotos, informações a seu respeito e as páginas da web que têm o botão “+1”, e que você já tenha “favoritado”. O quarto botão te leva para o “Circles”. É aqui onde você cria os seus círculos de amizade, arrastando as “carinhas” de todos para dentro dos grupos determinados.

Fonte:OlharDigital

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30 jun Landing Page – A página mais importante de seu Site!

Ela pode ser a primeira, ou a última página vista pelo seu usuário!

Vamos começar com uma pergunta simples, mas que gera muita confusão ainda no mercado online: Afinal, o que é uma Landing Page? Fazendo uma simples tradução, Landing Page significa Página de Entrada, ou seja, qualquer página de seu site na qual o usuário inicia sua navegação. Se formos um pouco detalhista, podemos trabalhar com 2 termos diferentes: Landing Page e Entry Page. E qual a diferença entre eles? Landing Page é a página de entrada para uma campanha, seja ela online ou offline. São páginas que você possui total gestão e, normalmente, possuem alta visitação em um curto espaço de tempo. Já as Entry Pages podem ser qualquer página de entrada em seu site – seja através de uma campanha, por um acesso direto, por sites de buscas, entre outros. Ambas são importantes, mas, neste artigo, vamos focar apenas nas Landing Pages!

Sempre que pensamos em performance, o melhor exemplo que temos são os e-commerces, por isso vou explorar este segmento de páginas ao longo do texto, o que não quer dizer que não pode ser aplicado para sites com objetivos diferentes, como gerar cadastros, engajamento dos usuários, fazer um atendimento online, etc. (apenas lembrando, gerar visitas nunca deverá ser o objetivo de seu site!).

Para isso, vou usar uma reflexão que costumo usar com frequência. Vamos imaginar algumas situações em nossas lojas físicas:

Primeiro, uma loja mal planejada, com a vitrine amontoada de produtos. Você entraria nesta loja?

E uma loja aonde você entra, não é atendido, não tem informação sobre os produtos e não existem preços em lugar algum. Você perderia seu tempo? Ou iria embora?
Agora aquela tradicional loja que você entra e é atacado por vendedores desesperados: “Veja esta e mais esta!”, “Olha, você pediu azul, mais a vermelha está fantástica e é a sua cara!”. Dá vontade de fugir, não dá?
Quem nunca passou por isso? Qual a sua reação? Compra ou desiste? Na internet encontramos esta mesma situação o tempo todo. A página de entrada do usuário no seu site (ou landing page) pode ser apenas a 1ª página que será vista no site, mas também pode ser a última!

Esta decisão do usuário entre continuar navegando ou sair do seu site está diretamente relacionada com a qualidade de sua Landing Page. Vou ilustrar com algumas perguntas: O Call to Action de sua página está bem destacado? Está claro o que o usuário deve fazer nesta página? O usuário possui informações claras e objetivas sobre o seu produto? Possui fotos ou vídeos nesta página? Todas as informações necessárias para o usuário tomar uma decisão estão transparentes para este usuário? Ex. Forma de pagamento, prazo de entrega, especificações do produto, etc. A mensagem de sua Landing Page está coerente com a mensagem de sua campanha? Sua Landing Page está compatível com todas as versões de Browsers? Está carregando rapidamente? São diversas boas práticas que devem ajudar na maioria dos casos, mas que devem ser adaptadas para o objetivo de cada site. Mas, como saber se estamos tomando a decisão correta? Se o botão comprar do meu site deve ser verde, amarelo ou até mesmo vermelho? Se devo usar a mensagem “Comprar”, “Compre Agora” ou “Compre Já”?

Nesta hora, o trabalho de Web Analytics (em todas as suas métricas e análises) e a aplicação dos testes Multivariáveis (tambem chamados de testes multivariados) são imprescindíveis para o sucesso de nossas estratégias online. Através destes testes, é possível aplicar variações de layout, de cor, de conteúdo e até de imagens para escolher com garantia estatística qual combinação gera mais resultados em conversões. Existem diversas ferramentas para implementar estes testes na prática, inclusive opções gratuitas como o Google Website Optimzer, simples, rápido e fácil de utilizar. Só não se esqueça de contar com o apoio de profissionais experientes ou consultorias especializadas para extrair o máximo das ferramentas e economizar tempo e dinheiro. Os resultados são surpreendentes!

Ainda não começou? Então mãos a obra!

Credito:Gerson Ribeiro
Gerente de Business Intelligence e Search na Direct Performance
Membro do Comitê de Web Analytics da IAB Brasil

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29 jun Estudo revela a utilização de profissionais do marketing para análise de dados da web

Um combinado de 60% das empresas têm zero (25%) ou um (35%) funcionário dedicado a fazer a análise de dados da web. Outras 18% têm dois funcionários, 10% têm mais de cinco, o que é 10 vezes o número que tem exatamente cinco (1%), e também é maior que o número que conta com três ou quatro funcionários dedicados.

É difícil quantificar se as empresas estão utilizando mais ou menos funcionários nesta área com base apenas nestes dados. Como exemplo, o número de empresas que não tem nenhum funcionário atuando nestas funções aumento 10% e chegou a 22%, enquanto o número de empresas que tem apenas um funcionário nesta função aumento caiu 17%, chegando a 42%.

Além disso, o número de empresas que utilizam dois, quatro, cinco ou mais funcionários se manteram praticamente estáveis, enquanto que o percentual que utiliza especificamente três funcionários mais que dobrou chegando a 4%.

O tipo de dados mais analisados são as interações entre os diversos canais online (70%), seguidos de dados de pesquisas dos clientes (65%), reputação/métricas de mídia social (55%) e dados de engajamento dos clientes (54%).

A comparação de dados deste ano com o estudo anterior mostra algumas mudanças nas prioridades dos varejistas. Por exemplo, apenas 45% dos entrevistados analisavam as ​​métricas de mídia sociais no ano passado, o que representou um crescimento de 22% este ano. De mesma forma, 48% analisaram os dados de engajamento dos clientes ano passado, crescendo 12,5% em um ano. Áreas como CRM/perfis do cliente, interação online/offline e dados de pesquisa dos clientes também apresentaram crescimento neste ano.

Por outro lado, 76% dos entrevistados haviam analisado a interação entre os diferentes canais online, o que representa um declínio de 8% no ano a ano, e a análise de informações dos concorrentes caiu 9%, passando de 57% para 52%. Analisar as pesquisas de mercado de terceiros diminui ligeiramente, caindo de 41% para 40%.

Medição, análise e aprendizagem é considerado por 57% dos norte-americanos e europeus o principal gargalo que afeta os profissionais de marketing, de acordo com um estudo realizado no ultimo trimestre de 2010 pela Unica chamado “The State of Marketing 2011”.

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28 jun Alinhamento de Expectativas – o Gap do Cliente no marketing digital

Não entender as expectativas do cliente - Gap do Cliente

Não entender as expectativas do cliente – Gap do Cliente

Um dos problemas mais comum na prestação de serviços é não entender as expectativas do cliente. Em Marketing de Serviços, esse problema é conhecido há algumas décadas e é chamado de Gap do Cliente (ou Lacuna do Cliente) e faz parte de um modelo proposto em 1985 por um pessoal que um professor meu chamava de “Trio Parada Dura” – Parasuraman, Zeithaml e Berry.

A idéia desse modelo é identificar cinco pontos comuns de erros na prestação de serviços (mais recentemente, um pesquisador propôs outros dois gaps/problemas comuns). Estes problemas afetam a qualidade percebida do serviço e você não precisa ficar reinventando roda nenhuma, nem entender o modelo todo, basta saber que o principal problema em serviços é achar que entendeu o que o cliente quer, enquanto, na verdade, ele quer outra coisa (essa diferença é o que chamamos de Gap do Cliente).

É muito comum, principalmente pra quem trabalha em agência ou presta serviço pra clientes internos, receber briefings como esse da figura. O cliente enche a boca para dizer que quer um site moderno, clean, dinâmico, jovem, com uma pegada interativa…

Aí, você volta pro escritório (sem ter entendido cazzo nenhum!) e vai tentar passar o job pra frente. Naturalmente, seu designer, arquiteto, programador, conteudista, o que for, não vai ajudar muito a decifrar o que é um site “inovador e alegre” e o trabalho vai, sem dúvida alguma, sair sem pé nem cabeça.

Bem, talvez ajude saber o seguinte: isso é culpa sua!

É papel do profissional de serviços educar o cliente. Uma das tarefas dentro deste papel de educador é ajudá-lo a passar melhor as informações sobre como, por exemplo, ele quer um blog ou um email marketing. O cliente não tem a menor obrigação de entender do que você entende. É normal ele descrever suas necessidades dessa maneira (site clean e com tom simpático etc…) e é você quem deve insistentemente investigar o que diabos ele quer dizer com aquilo.

Recentemente participei de um briefing em que a necessidade passada pelo cliente era exatamente assim (não estou exagerando!): “Meu site tem que ser diferente, fora da caixa! Quero uma coisa inovadora, que transmita poder…”

Pois bem, imagina se eu chegasse na agência e passasse pro meu Gerente de Projeto essa diretriz. Pior, o que seria dos profissionais envolvidos em conceber esse trabalho? Será que o arquiteto conseguiria fazer algo a partir daí? Será que daria pro designer seguir com essas diretrizes?

Você deve se preocupar em fazer perguntas pro cliente para te ajudar a compreender o que está na cabeça dele. Por exemplo:

  • O que significa “inovador, dinâmico etc” pra você?
  • Existe algum site que seja parecido com o que você quer?
  • Como você acha que o seu cliente usaria o site?
  • Qual é a primeira coisa que o seu cliente gostaria de ver quando entrasse no site?

Utilize quanto tempo for necessário nessa troca, até que você esteja seguro de que sabe exatamente o que ele quer. Lembre-se sempre: o principal problema (e o primeiro a aparecer) é essa diferença entre o que o cliente espera e o que você acha que ele quer.

 

Fonte:ninocarvalho

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28 jun Usando o Facebook para melhorar a performance das buscas orgânicas

De acordo com a BrightEdge, cerca de 70% das empresas não praticam qualquer tática e técnica de SEO em suas páginas no Facebook. Bom, como sabemos que a maior rede social do mundo vem se tornando a cada dia um gigante ainda maior, ignorar tal potencial é colocar em risco suas ações em mídias sociais. Já são mais de 750 milhões de usuários, sem contar que o Facebook já vem sendo utilizado como buscador, o que incomoda e muito o Google.

As buscas em mídias sociais usando formas de SEO podem auxiliá-lo no gerenciamento da reputação da sua marca, produto ou empresa, aumenta a visibilidade do seu negócio, seja para enxergar o mercado além do horizonte vasculhando seu share ou para que seus clientes o enxerguem, e possibilita uma integração melhor das suas mídias sociais (diálogo mais eficiente entre os diversos canais).

O arquivo “As melhores práticas para trabalhar a performance da busca orgânica usando o Facebook” traz diversos pontos interessantes sobre como a sua página oficial na rede social pode ajudá-lo. Para isso, você pode exibir o link da sua fan page em seu site principal, assim como inserir uma caixa do Facebook para que as pessoas possam se tornar fãs da sua marca, além do fato de que 1 fã no Facebook gera 20 pageviews a mais para seu site. Outro fator que ajuda bastante é a inserção de publicidade na rede, gerando grande impacto de visibilidade.

Para mais detalhes Clique aqui!

 

Fonte:blogmidia8

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