08 jul Como contratar uma agência digital?

O que eu percebo todos os dias é a falta de entendimento, se é que podemos falar assim, dos clientes, empresas e até mesmo outras agência (off) que estão necessitando de trabalhos digitais (Afinal, isso está na moda) et em que contratar uma agência digital.

Muito se perdem e muitas vezes acabam contratando uma agência de forma errada. Todos sabemos que eistem profissionais de todos os tipos no mercado e nessa meio digital, os Gurus Picaretas, são os que mais existem e se proliferam cada vez mais.

Bom, sem descer a letra no mercado – algo que possa deixar para outro post – este post tem o propósito de falar sobre um manual bem interessante criado pela Apadi – Associação Paulista das Agências Digitais.

O documento de Concorrência e Avaliação para serviços digitais conta com 10 principais pontos que devem ser considerados durante o processo de avaliação e contratação de uma agência, além de dar dicas ótimas sobre como uma empresa deve criar um briefing.

Empresa, a leitura é obrigatória.

Você também pode baixar no site: www.concorrenciadigital.com.br

Baixe também o Manual de Preços da Apadi.

Fonte:midiaboom

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08 jul Redes sociais de interesses específicos encostam no Facebook

 

Mensagem foi postada na última sexta-feira. Foto: AFP

Nos EUA e na Inglaterra, Twitter é a segunda rede social mais usada
Foto: AFP

Sites de rede social menores e voltados para públicos e interesses específicos cresceram rapidamente nos últimos anos, paralelamente ao Facebook, que foi criado em 2004 e já contabiliza cerca de 750 milhões de usuários. Em países como Estados Unidos e Grã-Bretanha, o serviço de microblog Twitter e a rede social de contatos profissionais LinkedIn já são respectivamente o segundo e o terceiro sites de rede social mais acessados depois do Facebook, segundo a análise do especialista em mídias sociais italiano Vicenzo Cosenza.

No Brasil, sites como o Twitter e LinkedIn já estão entre os dez mais acessados entre as redes sociais, atrás dos líderes Orkut (primeiro lugar), Facebook (segundo) e Windows Live Profile (terceiro), de acordo com a Comscore, empresa americana de pesquisa de dados na internet.

Para analistas de mercado, a atuação de empresas em diversos sites de rede social com públicos específicos se tornará mais importante, na medida em que eles conquistam mais usuários. “A relevância das redes para os negócios depende mais da identificação das pessoas com elas do que do nicho que elas atingem. Em alguns casos, Tumblr ou Twitter podem ter importância muito maior do que o Facebook”, diz Luis Fernando Santos, gerente de mídias sociais da consultoria de marketing digital Predicta.

Conheça os principais sites:

Twitter: O microblog, que permite compartilhar mensagens e links em até 140 caracteres, já ultrapassou a marca de 200 milhões de usuários em todo o mundo e ocupa o segundo lugar entre as redes mais populares em países como Austrália, França, Alemanha, Grã-Bretanha e Estados Unidos. Foi criado em 2006. A Comscore estima que o site é o quarto site de rede social mais acessado do Brasil.

LinkedIn: Um site social específico para profissionais em busca de contatos e oportunidades. Permite disponibilizar o currículo na internet, recomendar colegas e se comunica com outros serviços como o Twitter. Criado em maio de 2003, o Linkedin já ultrapassa a marca de 100 milhões de usuários, segundo o blog da empresa. É o 11º site mais acessado nos Estados Unidos, segundo a empresa de monitoramento de tráfego Alexa. Segundo a Comscore, o LinkedIn é o sexto mais acessado do Brasil entre as redes sociais.

Tumblr: Inaugurado em 2007, o Tumblr é uma espécie de Twitter de imagens, onde os usuários criam blogs para compartilhar referências visuais e conversar entre si. É possível acompanhar as postagens dos blogs selecionados em uma linha do tempo, como no Twitter. O site já é o 25º mais acessado nos Estados Unidos e o 45º do mundo, de acordo com a Alexa. Tem cerca de 20 milhões de usuários. Trata-se do oitavo site de rede social mais acessado do Brasil, de acordo com a Comscore.

Flickr: A rede permite que cada usuário compartilhe fotografias, comente as fotos de outros usuários e participe de grupos de discussão. Desde 2004, o site acumulou cerca de 5 bilhões de fotos feitas por quase 60 milhões de usuários, segundo seus próprios dados. É o 31º site mais acessado no mundo.

Last.fm: Segundo seus criadores, o Last.fm é a maior rede social online de música do mundo, com mais de 30 milhões de usuários. O site possui um sistema de recomendação de músicas, que faz um perfil do gosto musical de cada pessoa com base nas músicas que ela ouve em seu computador, dispositivo portátil ou em rádios online. O perfil é disponibilizado na rede social e pode ser compartilhado em sites como Twitter e Facebook e comentado por outros usuários. Foi criado em 2002.

Foursquare: A rede social online se baseia em um aplicativo para celulares e dispositivos móveis. Cada usuário faz um “check-in” no lugar onde está e pode fazer comentários e interagir com outras pessoas que estejam perto. O Foursquare pode ser integrado a sites como o Facebook e o Twitter e cresceu rapidamente desde sua criação, em 2009. Em junho de 2011, atingiu a marca de 10 milhões de usuários.

Instagram: A rede social de compartilhamento de imagens nasceu a partir de um aplicativo para iPod e iPhone, que permite aplicar efeitos retrô nas fotografias feitas com estes dispositivos. A partir daí, os usuários podem compartilhar suas imagens em um portfólio virtual e em outros sites similares. Desde seu lançamento, em 2010, o serviço acumulou cerca de 5 milhões de usuários.

Goodreads É uma das principais redes sociais para leitores, com cerca de 4 milhões de usuários registrados. Nele, as pessoas podem criar suas próprias estantes virtuais, com livros que já leram, que estão lendo e que pretendem ler, além de fazer resenhas dos livros e recomendá-los para amigos. Foi criado em 2006.

Fonte:terranoticias

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08 jul Como se tornar um profissional de SEM (Search Engine Marketing)

O SEM (Search Engine Marketing) se tornou uma das áreas mais promissoras dentro do marketing digital, e faltam profissionais qualificados no mercado, portanto quem investir em estudo de SEM irá valorizar sua carreira.

Para quem não está familiarizado com o termo, SEM (Search Engine Marketing) são estratégias de marketing digital cujos objetivos são posicionar um ou mais sites nas primeiras posições nos sites de buscas, principalmente no Google. O SEM é a combinação de estratégias de SEO com links patrocinados.

Mesmo para quem não deseja se tornar um profissional especializado em Search Marketing, é fundamental estudar SEM, pois muitas empresas estão em busca de profissionais com conhecimentos nesse tema. Por exemplo: Webdesigner com conhecimentos em SEO, Analista de marketing com experiência em AdWords, Jornalista com experiência em SEO etc.

 

Caso deseje investir na carreira de SEM, as oportunidades estão abertas, porém é necessário cautela para não se iludir com o mercado, que está muito aquecido. É necessário muita dedicação e estudo para se tornar um bom profissional de SEM, não bastam poucas horas de estudo e alguns sites bem posicionados para ter a ilusão de que já é um especialista.

Quanto mais aumenta nosso conhecimento, mais evidente fica nossa ignorância. John F. Kennedy

Neste artigo, abordarei alguns pontos essenciais para se tornar um bom profissional de SEM.

Links Patrocinados (AdWords) ou SEO? Eis a questão!

É necessário lembrar que há duas grandes divisões nos cargos de SEM (search engine marketing): Links Patrocinados e SEO. Como escolher qual foco deve dar em seus estudos?

Links Patrocinados (AdWords)

Os links patrocinados do Google, mais conhecidos como AdWords, correspondem a mais de 95% do faturamento do Google. Eles foram planejados para que a própria empresa faça a gestão das campanhas, ou seja, tecnicamente é fácil criar campanhas de AdWords. É de interesse do Google que o número de empresas anunciantes aumente a cada dia, pois aumenta a concorrência do leilão das palavras-chave e o faturamento do Google. Estudos mostram que 30% dos cliques vão para os links patrocinados e 70% para busca orgânica.

Quais são os diferentes perfis de profissionais envolvidos nas campanhas de AdWords?

  • Especialista em AdWords – Profissional capacitado para planejar campanhas de AdWords e montar/gerenciar equipes.
  • Instrutor de AdWords – Com a falta de profissionais qualificados, é cada vez maior o número de empresas e agências que necessitam de capacitação interna. O instrutor deve ser um profissional com experiência prática de mercado, mas também deve ter facilidade em identificar as necessidades do cliente e adequar o treinamento de acordo com cada público.
  • Consultor de AdWords – O papel deste profissional deve ser planejar/gerenciar campanhas de AdWords. Pode ou não fazer a gestão operacional das campanhas e a criação de anúncios.
  • Analista de AdWords – Este profissional realiza a gestão operacional das campanhas e também emite relatórios de análise de resultados.
  • Redator de Anúncios para AdWords – Redigir bons anúncios exige um conhecimento profundo da empresa, da concorrência e do mercado. Além disso, seria importante conhecimentos de redação publicitária para criar anúncios que gerem resultados.
  • Designer de Anúncios Gráficos – A Rede de Display é pouco utilizada pela maioria dos anunciantes, pois exige o investimento na criação de anúncios gráficos. Por esse motivo, existem boas oportunidades para designers que se especializarem na criação desse formato de anúncios. Veja: Formatos de Anúncios Gráficos do AdWords.

SEO (search engine optimization)

Quando surge um tema novo como SEO (search engine optimization), muitas pessoas tendem a se manter na zona de conforto e criam argumentos para justificar que não é “responsabilidade delas”.

“A zona de conforto é um “espaço” no qual nos sentimos seguros e confiantes, pois é composto por tudo que estamos acostumados a fazer, sentir e pensar. Todos possuímos nossas zonas de conforto e, em geral, não há problema algum em desejarmos permanecer dentro dela. Sair deste “espaço” implica enfrentar o medo do desconhecido e das mudanças, e para isso é necessário aprender coisas novas.”
Fonte: Marketing Digital e Zona de Conforto.

Quando a internet se tornou comercial no Brasil em 1996, os sites eram “responsabilidade da área de informática”. Atualmente, sabemos que o planejamento deve ser da área de marketing. O SEO está em sua fase inicial, portanto as pessoas que preferem se manter na sua zona de conforto perdem oportunidades para quem está investindo em conhecimento.

Veja os diferentes cargos de SEO.

  • Especialistas em SEO – Cumpre o papel de técnicos do time, definindo estratégias, definindo ferramentas de SEO (Web CEO, Advanced Web Ranking, ), processos de SEO e capacitando a equipe.
  • Analista técnico de SEO – Responsável pela análise da estrutura do site (SEO on-page), sistemas de gerenciamento de conteúdo, implantação de sitemaps (Google webmaster tools) e outras atividades que demandem conhecimentos de HTML, programação e web standards.
  • Analista de negócios de SEO – SEO envolve análise de planilhas com palavras-chave, pagerank, back-links, sites de referências, concorrentes etc, portanto é necessário ter um perfil analítico e ser um usuário avançado de Excel. Não podemos nos esquecer de ser um bom conhecedor de técnicas avançadas de busca e como as páginas de resultados são montadas.
  • Editor/Redator de SEO – Qual palavra é mais pesquisada no Google: Dieta ou Emagrecimento? Veja na imagem abaixo que DIETA tem muito mais buscas e é fácil perceber que há uma grande busca pelos nomes de cada dieta (dieta da sopa, dieta dos pontos etc.). O Editor/Redator de SEO pode alinhar a pauta editorial com as palavras-chave mais pesquisadas que refletem os “desejos” das pessoas em busca de conteúdo. Uma boa dica de título baseado nas informações abaixo: “Dietas para um emagrecimento saudável”.
  • Analista de Link Building – Sabemos que os links que apontam para seu site, principalmente se tiverem origem em sites relevantes para sua área, são muito importantes para o posicionamento do seu site. A estratégia de construção de links – link building – exige uma dedicação especial, pois envolve conhecer muito bem os negócios da empresa e uma interação direta com os sites (via e-mail, telefone, twitter etc.) para conseguir links de qualidade e com bons textos âncora.
  • Profissional de Redes Sociais – Saber interagir com as diversas redes sociais que podem gerar um alto impacto ao seu negócio também interfere no SEO, pois algumas redes sociais como o Slideshare, Scribd, Yahoo!Respostas são muito bem indexadas. Além disso, redes como o YouTube intereferem na busca universal. Lembrem-se de que SEO não é apenas Google, pois saber otimizar um vídeo postado no YouTube ou uma apresentação no Slideshare pode ser a diferença entre ter algumas dezenas de visitas ou milhares de visitas.

Antes de tudo, o bom profissional de SEM deve conhecer as pessoas

A extensa lista de cargos e atividades somente pode ser aplicada em grandes empresas, é lógico que para pequenas/médias empresas as pessoas irão acumular funções de acordo com seu perfil. Porém, é necessário lembrar que acima de tudo que foi dito neste artigo, o foco do profissional de SEM deve ser as pessoas.

No HSM Expomanagement 2010, assisti à excelente palestra sobre Neurociência e Consumo (ver Mapa Mental), na qual Pedro Furtado (Neurovox) mostrou como as pessoas tomam decisões com base nas emoções. Ele citou cases como o Mini Cooper que ativa as mesmas áreas do cérebro que são ativadas quando olhamos para o rosto de um bebê ou da Apple que ativa em seus seguidores as mesmas áreas do cérebro das pessoas religiosas em momentos de fé.

Se as pessoas tomam decisões com base na emoção, quando elas realizam buscas na internet não é diferente. Todas as ações das pessoas serão basedas em modelos mentais (crenças) que irão interferir diretamente nos resultados. Mas como aplicar esses conceitos em estratégias de SEM?

Pense na seguinte situação: João e Maria são noivos e buscam pacotes de lua de mel no Google.

Como saber se eles procuram pacotes promocionais ou pacotes românticos? Se você não planejar o perfil de busca do seu potencial cliente, como criar o conteúdo do site de modo a atender as expectativas e os desejos das pessoas?

Saiba usar as principais ferramenta de SEM

Existem diversas ferramentas online que permitem fazer estudos sobre o comportamento de busca e de preferências das pessoas. Connhecer os conceitos básicos das principais ferramentas pode ser a diferença entre ser aprovado ou não em uma entrevista ou na conquista de um cliente. Destaco as seguintes soluções online:

  • Ferramenta de Palavras-Chave (Keyword Tool) – Permite analisar as palavras mais buscadas no Google de acordo com seu volume de busca, período do ano e CPC estimado.
  • Google Insights para Pesquisa – Compara até 5 palavras-chave de acordo com seu volume de busca ao longo do tempo.
  • SEM Rush – Ferramenta que permite pesquisar as principais palavras-chave do Google AdWords e as orgânicas dos concorrentes.
  • Web CEO – Ferramentas de SEO que gera rankings de palavras-chave e do seu site comparando com a concorrência.

Quais são os próximos passos?

Como o mercado está altamente aquecido e com a carência de profissionais qualificados, muitas pessoas estão com a ilusão de que é fácil ganhar dinheiro com SEO e links patrocinados. É necessário ficar atento para não criar uma “zona de conforto” e acreditar que já sabe o suficiente.

Ainda haverá muitas mudanças em Search Marketing e, assim como o fenômeno das compras coletivas, é provável que haverá uma acomodação do mercado. O profissional que não souber definir seu posicionamento poderá perder espaço.

Como próximos passos, sugiro:

  • Defina quais são as áreas do SEM com as quais você mais se identifica.
  • Tenha um site ou blog pessoal que possa ser utilizado como estudo.
  • Procure se envolver com projetos que tragam um bom aprendizado.
  • Evite “projetos gratuitos para gerar portfólio”. Teste sua capacidade de gerar valor e cobrar para isso, assim desenvolverá habilidades de negociação.
  • Leia livros como “A Cauda Longa e FREE – O Futuro dos Preços (Chris Anderson)”, ” AdWords – A Arte da Guerra (Ricardo Vaz Monteiro)”, “Tribos – O poder de uma idéia e A Vaca Roxa (Seth Godin)” e outros.
  • Participe de cursos, eventos e seminários.

Espero ter ajudado e aceito sugestões para melhorar este artigo.

 

Fonte :imasters

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07 jul As métricas-chuchu e a proposta de “valor das referências do cliente”

Você já deve ter ouvido a expressão “comer chuchu e arrotar peru”. Quando o assunto é métrica, essa expressão popular pode ser aplicada em muitas empresas – e o que não falta no Brasil é gente que fantasia métricas-chuchu como pomposos perus…

Métricas não passam de ferramentas de medição e, como todas as ferramentas, podem ser bem ou mal utilizadas. E podem fazer muito bem… ou muito mal para a empresa.

Utilizar métricas na definição dos processos e monitorá-las de forma profissional é uma ótima forma de buscar o sucesso de um projeto, realizando eventuais ajustes durante o percurso.

Manipulando resultados

Este é o bom uso das métricas. Mas e aquelas pessoas menos comprometidas, mais interessadas em benefícios próprios do que no bem da empresa? Elas também podem usar as métricas a seu favor. Com amostragens controladas, métricas podem ser manipuladas. Em casos mais extremos, métricas são maquiadas desde que não haja uma auditoria para investigar como foram “atingidas”.

Esta última técnica, apesar de deplorável, infelizmente é bastante utilizada quando mais de um nível da hierarquia está envolvido. O “líder” e o “liderado” acordam as métricas e os benefícios, o “líder” endossa o número pré-fabricado, contando que ninguém num nível superior a ele irá descer até o nível do liderado para descobrir que aqueles números não existem.

Dessa forma, ferramentas interessantes como o Net Promoter Score (NPS) – que indica a propensão dos clientes a recomendar seu produto/serviço/empresa – podem ser manipuladas simplesmente pela forma de fazer a pergunta ao pesquisado.

Quando o objetivo é obter um bom resultado para garantir uma promoção (ao invés de pesquisar a real situação do mercado), a metodologia vai por água abaixo.

Associando métricas à realidade

O brilhante Brian Solis cita em seu livro “Engage” a questão de métricas mais palpáveis propostas por Dr. Kumar, sob o acrônimo CRV – Customer Referral Value, ou “valor das referências do cliente”.

Novas métricas tornam-se necessárias porque o NPS é uma forma relativamente subjetiva de medir resultados. Então fica o exemplo da pergunta: “Você poderia propor esta solução a outras pessoas?“. O pesquisado pode responder afirmativamente (ainda mais se a pergunta for direcionada ou estimulada) e não recomendar, efetivamente, o produto/serviço/empresa.

Dr. Kumar sugere que a métrica esteja associada a ações reais e palpáveis, coisas que efetivamente aconteceram. A partir desse fator, podemos alterar a pergunta para “Você de fato recomendou o produto/serviço/empresa?”. E vai além: “Essa pessoa [que recebeu a recomendação] tornou-se um cliente?”

Claro que sem comprometimento (e sem auditoria), esse processo também pode ser fraudado. Porém é uma forma de chegar mais perto do conceito de CRV, gerenciando cada cliente com base na sua capacidade de gerar lucro indireto para a empresa.

 

Créditos:Luciano Palma

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02 jul Comparativos de mercado do Google Analytics

O período de comparação  é de 1º de novembro de 2010 a 1º de fevereiro de 2011. A comparação é realizada com base nos dados de 1º de novembro de 2009 a 1º de fevereiro de 2010. Não são informadas as métricas absolutas, como o número total de visitantes, as visualizações de páginas ou as conversões de todos os websites que ativaram o compartilhamento.

Para simplificar, a palavra “websites” representará “os websites que ativaram o compartilhamento anônimo de dados com o Google Analytics”.

Métricas do site

Em comparação com um ano atrás, os websites apresentaram uma redução de páginas por visita, tempo médio no site e taxa de rejeição.

1/11/09 – 1/2/10 1/11/10 – 1/2/11 Diferença
Páginas por visita 4,9 4,5 -0,4
Taxa de rejeição 48,2% 47,0% -1,2%
Tempo médio no site 5:49 5:23 -0:26

Detalhamento por região geográfica

Nosso banco de dados anônimos agregou detalhamentos geográficos no nível do país. Veja alguns países representativos e suas respectivas métricas agregadas. O primeiro número em cada célula representa a métrica para o período de 01/11/10 a 01/02/11. O número entre parênteses é o delta anual comparado com um ano atrás.

País Páginas por visita Taxa de rejeição Tempo médio no site
Estados Unidos 4,7 (-0,1) 42,5% (-6,1%) 6:06 (-0:10)
Reino Unido 4,9 (-0,3) 41,5% (+0,2%) 5:38 (-0,27)
França 4,4 (-0,4) 49,7% (+1,4%) 4:40 (-0:08)
Brasil 4,1 (-0,1) 47,8% (-2,9%) 5:20 (+0:03)
China 4,1 (-0,1) 58,2% (+1,0%) 3:46 (+0:37)
Japão 3,9 (-0,1) 48,6% (-9,0%) 3:47 (-2:59)
Para a taxa de rejeição, a distribuição por pais é indicada abaixo:
A distribuição acima é anotada com alguns países, que parecem indicar um histórico de lazer e um estágio de desenvolvimento econômico. Para uma métrica relacionada: tempo médio no site, a distribuição por país está descrita no gráfico abaixo:

Os tipos de países que constam no gráfico de tempo no site acima parecem estar em ordem inversa em relação aos que constam na distribuição da taxa de rejeição.

Detalhamento por origens de tráfego

As origens de tráfego abaixo são identificadas pela forma como os servidores de coleta do Google Analytics recebem os parâmetros “origem” e “mídia”. Leia este artigo que descreve a que se referem esses termos.

Origens de tráfego Páginas por visita Taxa de rejeição Tempo médio no site
Direta 4,0 (-0,5) 47,2% (-4,0%) 5:21 (-0:07)
Referência 5,0 (+0,1) 43,1% (-1,1%) 6:36 (-1:48)
Pesquisa orgânica 4,9 (-0,1) 47,9% (-1,1%) 4:43 (+0:06)
Pesquisa de CPC (custo por clique) 5,6 (+0,0) 41,4 (-1,7%) 3:57(+0:07)

Distribuição da taxa de conversão

A métrica favorita de vários profissionais do marketing é a taxa de conversão. Veja a distribuição global da taxa de conversões de meta do Google Analytics por país.

Alguém teria imaginado que os países conhecidos pelas conversões também possuem uma taxa de conversões de meta alta por parte de sua população? Para alguns países com baixa população, a relevância estatística da métrica de conversão é duvidosa.

Origens de tráfego

As origens de tráfego abaixo são identificadas pela forma como os servidores de coleta do Google Analytics recebem os parâmetros “origem” e “mídia”. Leia este artigo que descreve a que se referem esses termos.

Porcentagem de visitas das origens 1/11/09 – 1/2/10 1/11/10 – 1/2/11 Diferença
Direta 36,5% 36,8% +0,3%
Referência 21,0% 19,4% -1,6%
Mecanismos de pesquisa 27,0% 28,0% +1,0%
Outros 15,5% 15,8% +0,3%

Sistemas operacionais

Os navegadores e SOs (sistemas operacionais) estão identificados pela string “referenciador” enviada pelos navegadores dos usuários.

Porcentagem de visitas dos sistemas operacionais 1/11/09 – 1/2/10 1/11/10 – 1/2/11 Diferença
Windows 89,9% 84,8% -5,1%
Macintosh 4,5% 5,2% +0,7%
Linux 0,6% 0,7% +0,1%
Outros 5% 9,3% +4,3%


 

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01 jul Ferramenta cria sites móveis para Android de forma rápida, fácil e gratuita

Google Sites Mobile permite a criação de páginas móveis mesmo que o usuário não tenha conhecimento de programação

A Google não para. A empresa mal anunciou o Google+, e já lança outra ferramenta que promete facilitar a vida de muitos usuários. O Google Sites Mobile dá a opção de criar sites comerciais para smartphones de forma simples, fácil, rápida e sem precisar ter nenhuma experiência em web design. A empresa afirma ser possível criar um site em apenas alguns minutos.

A ferramenta possui 5 modelos prontos, mas também é possível criar seu próprio layout.  O serviço ainda disponibiliza o Google Analytics, que permite ao usuário saber a quantidade de acessos às páginas. O Google Sites Mobile não é muito elaborado e cheio de recursos, mas cumpre o prometido e permite que os donos das empresas expandam seu negócio para a internet móvel, trazendo o sucesso para mais perto deles.

Crie agora o site móvel de sua empresa ou veja abaixo um vídeo demonstrativo do serviço:

 

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