26 out Análise S.W.O.T: uma forma inteligente para a Gestão Estratégica das Empresas

Alguma vez você sentiu a necessidade de conhecer mais sobre a comunicação interna de sua empresa ou do mercado em que ela está inserida? Uma ferramenta de gestão estratégica empresarial bastante utilizada para isso é a Análise S.W.O.T, uma ferramenta prática e simples que busca verificar a posição estratégica da empresa no ambiente, interno ou externo, que se quer analisar.

A Análise S.W.O.T (Strenghts. Weakness. Opportunities. Threats) é um estudo sobre as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças da comunicação interna ou externa da organização. É uma medida fundamental para diagnosticar questões incertas para o sucesso das ações da empresa, desde problemas internos ou externos de imagem até uma análise de mercado para um melhor posicionamento, pois permite conhecer fatores favoráveis e desfavoráveis do mercado e situar a empresa em seu contexto real.

Para desenvolver a análise em uma organização é necessário se voltar para o ambiente interno – formado pelos pontos fortes e fracos – e o ambiente externo, formado pelas oportunidades e fraquezas. Com essa comparação é possível ter conhecimento de todos os fatores que estão prejudicando o desenvolvimento da organização e todos que estão ajudando ou que podem vir a ajudar.

Mas como levantar todos esses dados? Para isso você deve extrair todas as informações necessárias daquilo que se quer analisar. Se for comunicação interna com os funcionários de sua empresa, faça uma pesquisa para saber a visão deles sobre as atividades e do trabalho em si;  se for uma necessidade de análise de como sua empresa está no mercado, vá até seu público e pesquisa a opinião deles sobre sua instituição, sobre os concorrentes.

Após o levantamento de todas as informações necessárias, chega o momento de analisar as questões principais (os pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças) para encontrar soluções para o desenvolvimento da organização. É fundamental que questões básicas estejam presentes na hora do levantamento S.W.O.T. No texto “A Análise S.W.O.T como ferramenta da gestão estratégica” (www.superempreendedores.com) são apontadas algumas:

  • Pontos Fortes: O que você, sua empresa e equipe fazem bem? Que recursos especiais você possui e pode aproveitar? Quais são os seus diferenciais? O que a concorrência, a equipe, os clientes e os fornecedores acham que você faz bem?
  • Pontos Fracos: No que você precisa ficar atento? O que precisa melhorar? Onde deve se blindar? Onde possui menos recursos que os demais? Quais são suas fraquezas identificadas pelos outros?
  • Ameaças: Que ameaças (leis, regulamentos, concorrentes) podem lhe prejudicar? Qual o ponto forte do seu concorrente que pode ser uma ameaça para você? Quais as estratégias e diferenciais dos seus concorrentes?
  • Oportunidades: Quais são as oportunidades externas que você pode identificar? O que seu cliente deseja e precisa que pode servir como oportunidade de negócio? Como agregar valor ao seu produto e ao seu serviço? Que tendências você pode aproveitar ao seu favor?

Combine os fatores externos e internos até encontrar estratégias que ajudarão na elaboração de um plano e no alcance de resultados.

Fonte:RPJR

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26 out Google Shopping – O que é e como funciona

Na última semana tivemos o anúncio oficial do Google sobre o lançamento de mais uma de suas plataformas para o público brasileiro: o Google Shopping. A plataforma tem como objetivo comparar e exibir produtos de diversas lojas virtuais, dando ao usuário do Google a possibilidade de encontrar um produto diretamente pela busca tradicional.

O que é o Google Shopping?

A idéia por trás do Google Shopping é bem simples: exibir produtos relevantes a consulta do usuário, juntamente com lojas que os oferecem, fotos do produto e por fim reviews de usuários sobre aquele determinado produto. É realmente um Buscapé, como a maioria está pensando, só que integrado aos resultados de busca.

Como funciona o Google Shopping?

O funcionamento do Google Shopping é muito fácil de entender, basta, por exemplo, digitar o termo “tv lcd”:

tv lcd - Pesquisa Google

Como você pode notar acima, o Google integra o Shopping através dos resultados abaixo de “Resultados de compra para tv lcd”, exibindo uma foto do tipo do produto e alguns produtos similares a consulta do usuário, que no caso é “tv lcd”.

Eu tenho duas formas de conduzir uma filtragem. A primeira é clicando no nome de um dos produtos que apareceu e a segunda é clicando no “Resultados de compra para tv lcd”.

No caso de clicar em “Resultados de compra para tv lcd”, o Google Shopping irá mostrar uma série de produtos que possuem o termo “tv lcd” em seu nome:

tv lcd - Pesquisa Google - filtro 2

Caso eu tivesse escolhido diretamente um produto lá na página de resultados inicial, o Google Shopping iria me conduzir para a página do produto, com fotos, as lojas que possuem o produto juntamente com o preço de cada loja e por fim os reviews de quem já comprou aquele produto.

Google Shopping - Página de Produto

Com isto, o usuário pode ser direcionado para uma loja, para comprar o produto que deseja, seguindo os critérios que desejar.

Como incluir a minha loja no Google Shopping?

Para incluir os seus produtos no Google Shopping basta ir ao Google Merchant Center e enviar o seu feed de produtos. O feed é muito parecido com o arquivo XML que você já utiliza para os comparadores de preço normais, mas o Google possui uma especificação para o seu feed de produtos, vale a pena conferir.

No caso dos clientes que trabalhamos aqui na MestreSEO, conseguimos fazer toda a criação do feed para as lojas virtuais seguindo a especificação listada no documento de ajuda do Google. Esta foi a base para a solução de todas as nossas dúvidas, uma vez que o suporte do Google ao Shopping e aos anunciantes é bem pequeno.

Como fazer SEO no Google Shopping

A primeira pergunta que muitos profissionais e donos de negócio estão fazendo é: como o Google escolhe a ordem das empresas na página do produto.

Google Shopping - Página do Produto - Ordem dos Anunciantes

Mais uma vez aqui a fórmula é secreta, mas temos alguns indícios de como o Google rankeia as empresas:

  1. Título da sua página de produto – isto mesmo, a title tag da página do seu produto lá no seu website colabora para você aparecer bem listado no Google Shopping;
  2. O preço – logicamente, oferecer um preço competitivo, na média do mercado pode alavancar o seu posicionamento;
  3. A descrição do produto – o ponto aqui é que muitos websites irão enviar (através do feed) a descrição padrão do fabricante. Caso você tenha algum diferencial, explicando melhor o produto, você pode aparecer melhor posicionado;
  4. Atributos no Feed – é essencial que você preencha da melhor maneira todos os produtos que você envia no feed. Quanto mais completo, mais chances de aparecer bem posicionado;
  5. Imagens – obviamente, o Google Shopping quer exibir as pessoas diferentes imagens do produto. Caso você envie uma variedade de fotos, ou fotos com boa qualidade, as suas chances de aparecer bem posicionado no Shopping aumentam.

De modo geral, estes são os indícios que trabalhamos aqui para os nossos clientes aparecerem bem no Google Shopping. Com a adoção de mais lojas virtuais, teremos uma maior competitividade e assim poderemos estimar melhor o que o Google irá utilizar como fator de rankeamento. Até lá, trabalharemos com os itens listados acima.

Conclusões

Para alguns profissionais, o Google Shopping parece a “morte” para alguns varejistas quando falamos de página de resultados (SERP). Eu defendo que temos uma nova porta de entrada para os visitantes, que é baseado em outro algoritmo e, melhor ainda, existe uma baixa competitividade.

Com a popularização do serviço, tenho certeza que os usuários ficarão mais satisfeitos e as lojas online irão procurar mais formas de aparecer bem posicionadas na comparação entre elas. Desta forma, se você é um profissional de SEO, procure aprender mais sobre o tema, pois teremos muitas oportunidades de trabalhar na área nos próximos meses.

 

 

Fonte:Mestreseo

 

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25 out 5 dicas para criar uma landing page mais eficiente

A tradução literal de “landing page” é “página de pouso”, ou seja, é a página onde o usuário vai “pousar” ao vir de algum link, publicidade ou redirecionamento. As landing pages são utilizadas com frequência em campanhas de links patrocinados, mas também podem ser utilizadas dentro de um site em conjunto com um botão “call-to-action”.

O objetivo da landing page, portanto, é informar e vender determinado produto ou serviço. A grande diferença deste conceito em relação a uma página comum, é oferecer uma informação rápida, direta e com maior número de elementos persuasivos.

Veja aqui 5 dicas para construção de uma landing page mais eficaz dentro de sua estratégia.

#1 Título e Sub-título

Quando a pessoa “pousa” em uma landing page é extremamente importante que ele encontre rapidamente com os olhos o que ela estava indo atrás. Por exemplo, se você colocou um anúncio no Google AdWords oferecendo “Pizza pela metade do preço”, é obrigatório que, quando a pessoa acessar, ela veja o que deve ser feito para obter este desconto.

Os sub-títulos vão ajudar a pessoa a compreender, de forma rápida quais são as outras vantagens que aquele site está oferecendo além do título. Por exemplo, o título vai ser “Pizza pela metade do preço”, chamando atenção do visitante e, com um pouco menos de destaque, a o sub-título pode fazer a chamada para completar a ação: “Escolha seu sabor e peça agora mesmo!”.

exemplo landing page 5 dicas para criar uma landing page mais eficiente
Exemplo de Landing Page (via epicmarketingstudio.com)

#2 Use um call-to-action forte

O “call-to-action”, ou “chamada para a ação” (tradução literal) é a parte responsável por influenciar o visitante a tomar determinada ação. Voltando ao exemplo da Pizza. Imagine um site de pizzaria clássico, com preços e cardápio. Qual é o principal objetivo que aquele site tem? Conseguir mais encomendas, não?

Então o site pode, através de um botão bem localizado, adicionar um texto como “Encomende agora e receba em até 30 minutos em sua casa”. O texto nem sempre vai ser persuasivo a ponto de fazer a pessoa tomar a ação, mas pode influenciar em pequenas ações.

Uma forma de conseguir chamar atenção é oferecer ações rápidas, como aqueles banners spam fazem: “Compre agora e receba X% de desconto”.

#3 Use links com cautela

Quando você atrai um usuário para uma landing page, você deve oferecer o máximo de informações de forma rápida e sempre se preocupar e chamar o usuário para completar determinada ação.

O uso de links dentro de uma landing page pode fazer com que o usuário seja levado para fora daquela página, tirando sua atenção e também o poder de conversão da landing page.

#4 Vídeos e imagens que complementem

O ser humano é audiovisual por natureza, portanto você não pode ignorar os vídeos e imagens, que sempre ajudam a sustentar o visual de uma página e muitos vezes podem ser utilizados para manter a atenção do visitante.

#5 Mantenha testes constantes

O grande objetivo por trás de uma landing page acaba sendo a conversão, ou seja, o número de pessoas que passaram de visitante para possíveis compradores. A mensuração desta taxa é importante, pois com ela você poderá fazer testes e definir qual melhor estratégia para sua página.

Por exemplo, altere uma foto ou título da sua página e veja se a taxa de conversão vai melhorar. Mantenha este tipo de teste constantemente e descubra qual a melhor estratégia para a sua landing page.


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21 out 15 pequenas dicas para seu Twitter

Veja mais algumas dicas que organizamos para deixar seu Twitter mais interessante.

Algum tempo atrás, publicamos aqui no blog algumas dicas para aumentar sua influência no Twitter, com foco no conteúdo. Retomando o assunto, recolhemos mais algumas dicas que vão te ajudar a administrar melhor o seu perfil. Confira!

1. Inclua em sua biografia algumas palavras-chave relacionadas a seus interesses e/ou área de expertise. É uma boa maneira de mostrar às pessoas por que elas devem te seguir.

2. Preste atenção aos horários em que você tweeta. Um post às 5 da manhã pode não receber a mesma atenção do que se fosse publicado às 5 da tarde, por exemplo. Procure compreender quais horários são melhores para impactar sua audiência, você pode usar ferramentas como o When to tweet.

3. Ao escrever um tweet, pense em “manchetes”. Use frases curtas mas completas, com palavras que chamem a atenção dos seus seguidores. Não é uma tarefa fácil, mas melhora com a prática.

4. Boas causas devem ser compartilhadas. Tweete sobre sua ONG preferida para que mais gente fique conhecendo o trabalho dela. Você pode começar ajudando a divulgar o Teleton, que tal? 🙂

5. Hashtags são usadas para classificar ou identificar tweets sobre um determinado assunto, um recurso muito usado em eventos. Os usuários podem clicar nas #palavras ou fazer buscas e encontrar outros tweets relacionados. Use estas tags em seus tweets, #mas #não #exagere.

6. Ficar atento aos seus replies é necessário para manter as interações, mas também é legal configurar uma busca por palavras-chave como seu nome, site etc. para saber o que outras pessoas estão falando. Neste post ensinamos uma forma de fazer esse monitoramento.

7. Julgar o valor de um perfil de Twitter somente pelo número de seguidores é uma medida bem fraca. De que adianta ter um milhão de seguidores mas não impactar realmente nem 1% dessa audiência? Qualidade é melhor do que quantidade.

8. É provável que uma boa parcela de seus seguidores nunca vá interagir com você de fato. Se você quer respostas para seus tweets, faça perguntas. Estimule conversas, crie engajamento.

9. Crie o hábito de conferir seus tweets duas vezes antes de publicar e verifique se o link que pretende compartilhar está abrindo corretamente. Melhor encontrar erros quando eles ainda podem ser corrigidos.

10. O número de tweets que você deve publicar por dia só depende de você, não existe um número mínimo. Dependendo do que você está divulgando – um post novo no seu blog, por exemplo -, é até interessante repetir o tweet em horários diferentes para atingir um número maior de pessoas.

11. Dê um toque especial aos seus posts de #FF (Follow Friday). Ao indicar pessoas para seus seguidores, inclua um comentário explicando por que elas são interessantes. Isso pode lhe render boas indicações também, em agradecimento.

12. Uma boa forma de controlar seus posts é reler os seus tweets da semana passada. Veja quais posts geraram mais retorno, procure por lacunas de conteúdo ou redundâncias (intencionais ou não). Use esta análise para criar um conteúdo mais balanceado.

13. Mesmo com a ferramenta de RT automático do Twitter, facilite o compartilhamento: mantenha-se abaixo dos 120 caracteres. Desta forma, seus seguidores podem replicar seu conteúdo da forma antiga e ainda manter os devidos créditos.

14. Só porque a maioria dos usuários acessa o Twitter usando aplicativos, não significa que você não deve personalizar o background do seu perfil. Use bem esse espaço!

15. Não existe uma fórmula específica para fazer sucesso no Twitter, mas conhecendo bem seu nicho e sua audiência você estará no caminho certo. E, como já dissemos antes, lembre-se de se divertir. 😉

E você, tem mais alguma dica? Compartilhe aqui nos comentários!

 

Fonte: Boo-Box

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21 out Você sabe como enfrentar uma crise nas mídias sociais?

Você está preparado para lidar com uma crise nas mídias sociais? Segundo um estudo divulgado recentemente pela Burson-Marsteller, uma empresa global de relações públicas, a resposta é não. Para 632 empresários dos Estados Unidos, da Europa, da Ásia e da América Latina entrevistados, a companhia que lideram está a menos de 12 meses de distância de uma grande crise originada dentro do espaço online. Apesar de estar cientes de que a força da propagação de opiniões nos meios digitais colocou o consumidor no comando do relacionamento com a marca, eles declararam não saber como gerenciar uma crise. Com a mudança na relação marca-consumidor, executivos de marketing de diferentes segmentos têm procurado estabelecer novos planos de comunicação para não serem surpreendidos. Num contexto em que comentários negativos e reclamações podem pipocar a qualquer momento nas mídias sociais, alguns princípios básicos devem nortear sua estratégia digital. Selecionamos oito dicas para ajudá-lo a enfrentar uma crise nas mídias sociais sem dor-de-cabeça:

1. Defina o objetivo de sua estratégia para mídias sociais com clareza

Antes de criar uma conta no Twitter ou no Facebook, tente responder a perguntas básicas: Meu negócio realmente exige presença nas redes sociais? O que desejo atingir com essa estratégia? O que farei para alcançar esses objetivos? Se você não souber aonde quer chegar antes de começar a atuar nas redes sociais, os riscos de uma crise acontecer são maiores;

2. Crie uma política de atuação nas mídias sociais

Ela deve guiar suas ações, fornecer a linha editorial de suas postagens e determinar os tipos de respostas que seu cliente deve receber nas mais variadas situações (previamente estudadas). Essa política deve conter as melhores práticas da sua empresa nas mídias sociais, o que ajuda a evitar a falta de alinhamento na equipe;

3. Desenvolva uma plano para lidar com uma situação de crise

Reúna sua equipe para discutir ideias e propostas para um cenário de crise. Coloque no papel exemplos de situações negativas em que o nome de sua empresa pode se envolver, formule respostas e defina qual papel cada membro da equipe deverá desempenhar nesses cenários. É necessário saber quem lidará com o problema no Twitter e no Facebook, por exemplo, para evitar que na hora do surgimento da crise não se perca tempo delegando responsabilidades. No processo de discussão das respostas à crise, defina a quantidade e o tipo de informação que será divulgada. Precaução e planejamento são, portanto, fundamentais;

4. Treine sua equipe

Além de criar uma política de atuação nas mídias sociais e desenvolver um plano para situações de crise, é preciso fornecer treinamento para sua equipe para que ela entenda as melhores práticas da empresa, aprenda a fornecer alertas e participe do processo de desenvolvimento das estratégias;

5. Monitore o que falam de sua empresa

Em vez de esperar uma situação sair do controle nas redes sociais, você pode se antecipar a uma crise usando uma ferramenta de monitoramento de mídias sociais. Acompanhe o que estão falando da sua marca em tempo real e faça uma análise de sentimento das citações. Antes de iniciar seu monitoramento, defina uma estratégia de classificação dos itens coletados. Ao monitorar, você consegue rastrear quem são os maiores influenciadores no cenário de crise e agir junto a eles. Em muitos casos, uma crise nas mídias sociais começa rápido, mas pode acabar logo no início se você ouvir o que dizem da sua marca;

6. Invista na sua comunicação

Crie estratégias para que a comunicação entre a equipe de gerenciamento de crise seja fluida e não esbarre em qualquer tipo de barreira;

7. Seja claro

Ao transmitir sua mensagem durante o gerenciamento de uma crise, lembre-se que essa informação deve ser útil e entendida pelo público. Clareza e objetividade são fundamentais. Isso ajuda que a mensagem seja replicada pelas pessoas; e

8. Seja transparente

Nas mídias sociais, você deve ser autêntico e verdadeiro. A falta de honestidade nas informações transmitidas ou o silêncio tendem a fomentar uma crise. Não minta.

 

Fonte: Scup

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21 out Redes sociais e Mobile devem representar 50% da receita do e-commerce em 2015

Um novo levantamento conduzido pela Gartner estima que as redes sociais e os dispositvos móveis devem representar 50% da receita do e-commerce no ano de 2015.

Em um evento nos Estados Unidos, a consultora disse que as empresas do mercado de comércio eletrônico devem cada vez mais oferecer recursos móveis que podem ser acessados através de navegadores ou a partir da instalação de aplicativos em smartphones e tablets.

A Gartner também estima que o uso de navegadores e de aplicativos móveis devem ser a principal forma de interação dos consumidores, uma vez que uso de aparelhos móveis já ultrapassou o de computadores de mesa.

Para Gene Alvarez, vice-presidente de pesquisa do Gartner, os comerciantes do setor de e-commerce devem reajustar suas operações para atender a demanda resultante do aumento de pessoas que acessam à internet através de dispositivos móveis. Alvarez acrescenta que os consumidores não têm mais a  paciência de visitar lojas de varejo sentados em frente ao computador de mesa, e que as empresas de comércio eletrônico devem começar a oferecer soluções móveis como parte de sua estratégia online em geral.

Alvarez prossegue em sua apresentação revelando que os voluntários (cosumidores) do levantamento estavam “desesperados” por novas formas e fácil de interagir com empresas nas quais mantêm relação. Como resultado, é o momento dos comerciantes investirem no social commerce, tecnologias móveis e na globalização como o futuro de sua organização no mundo virtual.

Dados do Gartner ainda mostram que 80% das empresas norte-americanas e europeias voltadas para o setor de comércio eletrônico devem expandir suas operações para países como o Brasil, Rússia, Índia, África, Japão ou China até 2013. Muitas delas, já estão lançando plataformas de vendas online na esperança de expandir suas receitas em outros mercados.

Alvarez afirma que o crescente acesso à internet em países como o Brasil através de PCs, laptops e dispositivos móveis cria novos canais de vendas. Além disso, as barreiras à entrada estão diminuindo e aumentanto o número de cosumidores, o que torna os investimentos nestes países um bom negócio.

 

Fonte:ecommercenews

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