30 nov Loja virtual open source ou solução comercial. Como escolher?

Decidi escrever este artigo, pois sempre me questionam com relação ao uso de soluções open source, por exemplo, Magento e OS Commerce, para montar uma loja virtual. E, vejo o open source como um conceito muito interessante que favorece a colaboração em massa. Na prática, se isso fosse uma verdade absoluta seria o mundo ideal, mas não é!

Mesmo a solução open source sendo grátis, os códigos-fonte se tornando propriedade da empresa, a comunidade desenvolvendo novas funcionalidades e não existindo um vínculo com uma empresa de desenvolvimento específica, tudo isso pode não ser somente vantagem.

O download do código open source é grátis, mas alguém terá que fazer a implantação, customizar e sustentar essa solução para mantê-la disponível sempre evoluindo e apresentando diferenciais competitivos. Na maioria das vezes, as customizações realizadas modificam as características da solução que não fica mais amigável à instalação de novas funcionalidades disponíveis pela comunidade. A instalação de novas funcionalidades torna-se muito mais trabalhosa e a comunidade não acaba sendo aproveitada como poderia.

A equipe ou empresa contratada para implantar e customizar acaba concentrando todo o conhecimento do projeto, criando um vínculo forte com todas as regras de negócio da plataforma, amarrando-a a essa solução. Por último, ter o código-fonte não é somente uma vantagem. O código-fonte é um ativo da empresa que depreciará, caso não tenha um investimento contínuo em evolução e inovação.

Além disso, é necessária uma infraestrutura adequada para que, na maioria das vezes, faça as empresas fugirem do seu foco principal para cuidar desse tipo de solução, impactando diretamente nos resultados e custos da operação.  Também temos que considerar os problemas de segurança que uma solução de código aberto pode gerar por ter suas falhas muito mais expostas devido ao modelo de negócio.

As soluções open source seguem o mesmo ciclo de vida, com intensidades diferentes, onde temos o entusiasmo dos pioneiros, a adesão em massa que tem a sensação de crescimento acelerado e ganho, a fragmentação em subgrupos que customizam suas soluções e descaracterizam a solução principal e acabam criando um novo ciclo com um projeto próprio. Sendo que, esse ciclo terá um tempo maior de duração quando falamos de “commodities” como um sistema operacional, por exemplo. Consequentemente, uma solução de loja virtual que atende varejistas, particularidades dos países onde são implantadas e regras de negócio específicas de cada mercado, não pode ser considerada como um “commodity”.

Dentro desse cenário, uma solução open source se confunde com soluções comercias dentro do mesmo modelo de negócio de posse dos códigos-fonte e, portanto, podemos compará-las as linguagens de programação. Isso quer dizer que uma solução open source poderá concorrer diretamente com uma linguagem de programação e a empresa ou equipe que irá implantar poderá concorrer com as soluções comerciais do mercado, cada uma com seu modelo de negócio.

Diferente do modelo Open Source, soluções no modelo SaaS (Software as a Service) estão se tornando cada vez mais utilizadas. Esse modelo garante ao lojista foco no que realmente é importante para sua operação: “vender e entregar”. Em breve farei um artigo trazendo mais informações do modelo SaaS.

Para concluir é importante ressaltar que o planejamento de uma operação de comércio eletrônico é crucial para o seu sucesso e a plataforma é mais um dos pilares de sustentação. Não existe fórmula matemática para escolher uma ou outra solução e escolher errado pode influenciar diretamente em seus resultados. Portanto, não se deixe convencer pelos anúncios de loja “GRÁTIS”, já que vimos que isso não existe.

 

Fonte:ecommercenews

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30 nov Xingando muito nas redes sociais

Quer saber sobre o que os consumidores mais reclamam na internet? O Seekr Monitor te ajuda! Para melhor entender como os consumidores se expressam nas principais redes sociais, o Seekr Monitor monitorou 822 ocorrências com reclamações de consumidores sobre diversos temas relacionados ao comércio e empresas. Confira os segmentos que mais se destacaram negativamente:

infografico reclamacoes

 

Fonte:Seekr

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28 nov O sucesso na campanha de mídia display

Em uma campanha de mídia display é essencial entender os objetivos desejados pelo cliente, o que não envolve apenas performance, mas também entender quais foram as diretrizes de seu planejamento e criação.

Quando recebemos uma nova campanha, devemos analisar primeiramente quais são seus KPIs (Key Performance Indicators – ou Indicadores Chave de Performance).

Por exemplo: o objetivo da campanha pode ser vender um produto ou serviço, gerar cadastros, gerar “likes” no Facebook ou seguidores numa determinada rede social ou ainda fazer com que o público alvo se engaje e participe do seu site executando determinadas ações.

Após determinar o objetivo principal, passamos a buscar por objetivos secundários ainda ligados a performance: Custo por venda, Custo por lead, Custo por usuário impactado, Custo por usuário engajado, entre outros.

Além disso, muitas vezes um objetivo secundário pode também ser um primário quando precisamos efetuar 1.000 vendas a um Custo por Venda de R$ 100,00 cada no máximo.

Com os KPIs claros e bem definidos, é hora de entender aspectos importantes para que a campanha rode com a máxima eficiência possível. Todas as informações relativas ao público alvo são importantes e nenhuma deve ser desprezada.

Quando temos em mãos um briefing para uma campanha de varejo que determina qual segmentação deve ser usada e qual interesse desse público, ela começa a rodar e em poucos dias temos o resultado da ação, mostrando qual o principal perfil dos compradores. Com essa informação fica fácil melhorar o índice de conversão.

Partindo desses dados é possível notar que na maioria das vezes a atenção e as discussões estão concentradas no processo operacional da campanha (Proposta, Negociação de Preços, Envio de PIs e Criativos e Monitoramento de Resultados), mas é necessário ter consciência que isto é a consequência do entendimento da necessidade do cliente por parte da agência e seu posterior planejamento e criação.

Quanto mais dessas informações forem compartilhadas com as empresas que operam nesse novo modelo de compra de mídia display, maiores serão as chances de sucesso da campanha, uma vez que a compra de mídia é focada no indivíduo e não apenas no local de exposição da marca.

No modelo de compra de mídia, podemos utilizar o que chamamos de 1st party data e 2nd party data, que são gerados pelo próprio site do cliente e os dados que do nosso lado vamos acumulando no decorrer da campanha.

O uso dessas informações e da tecnologia de ponta permitem que sejamos cada vez mais assertivos quando entregamos uma peça a um usuário, o que aumenta as chances de conversão e diminui a dispersão e os custos.

Empregar os dados de perfil demográfico e/ou intenção de compra, conhecidos também como 3rd party data, também pode agregar inteligência e resultados à campanha.

Além disso, em breve será possível à integração com dados do CRM (Customer Relationship Management) do cliente, o que facilitará no entendimento de compra por grupos de indivíduos e para estabe lecer campanhas muito mais focadas com ofertas realmente relevantes a cada um desses grupos. Assim como já é tradicional em Campanhas de Marketing Direto, e será no Marketing Digital.

Um ponto fundamental para o sucesso de uma campanha é a criação. Testar diferentes criativos ao longo da campanha, realizar testes A/B entre eles pode gerar um grande impacto também, assim como a correta correlação entre criativo e landing page, inclusive hoje em dia é possível fazer uma otimização casada entre os dois através de ferramentas.

Essa é uma realidade muito comum nos Estados Unidos, mas somente explorada por poucos players em nosso país. Outro aspecto que pode economizar tempo e dinheiro é a solução de DCO ou Dynamic Creative Optimization, na qual o criativo será entregue dinamicamente de acordo com o perfil do usuário. Nesse caso, é necessária uma configuração previa para que o sistema possa entend er para qual usuário ele deverá entregar cada peça.

Idealizar o DCO trabalhando com o CRM num ambiente de compra de mídia em tempo real e com otimização automática de landing pages, é uma realidade para muitos fora do país.

Resumindo o que foi dito no texto, as diretrizes para se ter uma campanha de sucesso são: entender nosso público alvo e como podemos nos beneficiar com o uso de dados, trabalhar com linhas criativas diferentes, testá-las e trocá-las periodicamente e sempre que possível, fazer testes de landing pages.

Além disso, o correto acompanhamento da empresa responsável por correr a mídia (veículos, Adnetworks ou empresas como a nossa) e as possibilidades de otimização desse lado podem fazer uma grande diferença nos resultados.

 

Fonte:Imasters

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25 nov 4 formas de fazer e-Commerce usando o WordPress

O WordPress é um dos principais CMS (content managment system, ou sistema de gerenciamento de conteúdo) que temos hoje em dia. Segundo informações recentes, cerca de 20-25% dos sites do mundo usam algum tipo de CMS, sendo 9% do total feitos em WordPress e, entre os 1000 sites mais visitados do mundo, cerca de 1% é feito em WP (WordPress).

Uma ferramenta como esta, amplamente utilizada, abre possibilidades imensas na hora da customização, servindo para criar desde blogs (como esse que você está lendo agora), sites, redes sociais (BuddyPress), fóruns e sites de comércio eletrônico. Conheça aqui 4 ferramentas que você poderá utilizar para construir um e-commerce utilizando o WordPress como base.

Ou veja 4 ferramentas de e-commere para Facebook icone url 4 formas de fazer e Commerce usando o WordPress.

WooCommerce

http://www.woothemes.com/woocommerce/

O pessoal do WooThemes, que é conhecido por ser um dos principais sites de temas para o WordPress, criou também um plugin para transformar uma instalação de WP em um e-commerce completo.

A ferramenta é gratuita e possui este vídeo pra falar sobre o seu plugin:

WooCommerce from WooThemes on Vimeo.

Cart66

http://cart66.com/

Cart66 é um dos principais plugins de e-commerce do WP. Possui diversas funcionalidades, praticamente tudo que você pode imaginar, mas o seu uso é pago. Possui uma “versão lite” gratuitamente, mas sem muitos de seus recursos originais.

cart66 print 4 formas de fazer e Commerce usando o WordPress

Shopp

https://shopplugin.net/

Plugin com muito tempo de uso, possui diversas funcionalidades. Este plugin também é pago e ainda tem alguns “plugins extras” com valores menores. Está é uma boa opção, pois se você não adicionar os extras, acaba pegando bem menos que nas outras ferramentas.

shopp for wordpress 4 formas de fazer e Commerce usando o WordPress

GetShopped

http://getshopped.org/

Um dos plugins mais antigos na área de e-commerce para WordPress, assim como muitos outros, é gratuito, mas possui diversos funcionalidades extras que são pagas.

get shopped exemplo 4 formas de fazer e Commerce usando o WordPress

Fonte:Midiatismo

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25 nov TweepsMap informa de onde tuítam os seus seguidores

São Paulo – Twitteiros de plantão, pessoa física ou jurídica, agora podem fazer uso de uma ferramenta que mostra a localização dos seguidores do perfil em formato de mapa interativo, tabela ou lista.

Lançado em outubro, o TweepsMap pode ajudar o usuário a mensurar visualmente qual o impacto que as mensagens de 140 caracteres enviadas tem pelos quatro cantos do planeta, ou apenas na sua cidade.

Para ter acesso aos dados, basta usar o login do perfil no Twitter e autorizar a interação da conta com o aplicativo. A partir disso, o TweepsMap localiza e pontua, com o pássaro símbolo da rede social, qual a porcentagem de seguidores do perfil em questão, sendo possível visualizar por a distribuição dos números por cidade, estado e país.

O perfil de Exame.com no microblog, por exemplo, é seguido por cerca de 109.000 pessoas, pelo menos até agora.

No mapa interativo, é possível observar que 83% do total de seguidores estão localizados no Brasil e 21% deles enviam seus tweets diretamente de São Paulo. O aplicativo também mostra que a conta do site é seguido por tuiteiros em cidades como Macapá, no Amapá, Londres, e países como República Tcheca e até Burkina Faso.

 

Fonte:info

 

 

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18 nov Crie uma campanha de mídia display de sucesso

Analisar o planejamento, os conceitos de criação e entender os objetivos dos clientes aumenta as chances de conversão e os resultados positivos

Em uma campanha de mídia display é essencial entender os objetivos desejados pelo cliente, o que não envolve apenas performance, mas também entender quais foram as diretrizes de seu planejamento e criação. Quando recebemos uma nova campanha, devemos analisar primeiramente quais são seus KPIs (Key Performance Indicators ou Indicadores Chave de Performance). Por exemplo: o objetivo da campanha pode ser vender um produto ou serviço, gerar cadastros, gerar “Likes” no Facebook, seguidores numa determinada rede social ou ainda fazer com que o público-alvo se engaje e participe do seu site executando determinadas ações.

Determinado o objetivo principal, passamos a buscar por objetivos secundários ainda ligados à performance:

  • Custo por Venda;
  • Custo por Lead;
  • Custo por Usuário Impactado;
  • Custo por usuário engajado, entre outros.

Além disso, muitas vezes um objetivo secundário pode também ser um primário: quando precisamos efetuar 1.000 vendas a um Custo por Venda de R$ 100,00 cada no máximo.

Os KPIs claros e bem definidos é hora de entender aspectos importantes para que a campanha rode com a máxima eficiência possível. Todas as informações relativas ao público-alvo são importantes e nenhuma deve ser desprezada.

Quando temos em mãos um briefing para uma campanha de varejo que determina qual segmentação deve ser usada e qual interesse desse público, ela começa a rodar e em poucos dias temos o resultado da ação, mostrando qual o principal perfil dos compradores. Com essa informação fica fácil melhorar o índice de conversão.

Partindo desses dados é possível notar: na maioria das vezes a atenção e as discussões estão concentradas no processo operacional da campanha (Proposta, Negociação de Preços, Envio de PIs e Criativos e Monitoramento de Resultados), mas é necessário ter consciência que isto é a consequência do entendimento da necessidade do cliente por parte da agência e seu posterior planejamento e criação. Quanto mais dessas informações forem compartilhadas com as empresas que operam nesse novo modelo de compra de mídia display, maiores serão as chances de sucesso da campanha, pois a compra de mídia é focada no indivíduo e não apenas no local de exposição da marca.

No modelo de compra de mídia, podemos utilizar o que chamamos de 1st party data e 2nd party data, gerados pelo próprio site do cliente e os dados que do nosso lado vamos acumulando no decorrer da campanha. O uso dessas informações e da tecnologia de ponta nos permite ser cada vez mais assertivos quando entregamos uma peça a um usuário e isso aumenta as chances de conversão e diminui a dispersão e os custos.

Empregar os dados de perfil demográfico e/ou intenção de compra, conhecidos também como 3rd party data, também pode agregar inteligência e resultados à campanha. Além disso, em breve será possível a integração com dados do CRM (Customer Relationship Management) do cliente, o que facilitará no entendimento de compra por grupos de indivíduos e para estabelecer campanhas muito mais focadas com ofertas realmente relevantes a cada um desses grupos. Isso já é tradicional em Campanhas de Marketing Direto e será no Marketing Digital.

Um ponto fundamental para o sucesso de uma campanha é a criação. Testar diferentes criativos ao longo da campanha, realizar testes A/B entre eles pode gerar um grande impacto também, assim como a correta correlação entre criativo e landing page. Inclusive, hoje em dia, é possível fazer uma otimização casada entre os dois por meio de ferramentas.

Essa é uma realidade muito comum nos Estados Unidos, mas somente explorada por poucos players em nosso país. Outro aspecto que pode economizar tempo e dinheiro é a solução de DCO ou Dynamic Creative Optimization, na qual o criativo será entregue dinamicamente de acordo com o perfil do usuário. Nesse caso, é necessária uma configuração previa para que o sistema possa entender para qual usuário ele deverá entregar cada peça.

Idealizar o DCO trabalhando com o CRM num ambiente de compra de mídia em tempo real e com otimização automática de landing pages, é uma realidade para muitos fora do país.

Resumindo o que foi dito no texto, as diretrizes para se ter uma campanha de sucesso são: entender nosso público-alvo e como podemos nos beneficiar com o uso de dados, trabalhar com linhas criativas diferentes, testá-las e trocá-las periodicamente e sempre que possível, fazer testes de landing pages. Além disso, o correto acompanhamento da empresa responsável por correr a mídia (veículos, Adnetworks ou empresas como a nossa) e as possibilidades de otimização desse lado podem fazer uma grande diferença nos resultados.


Fonte:Webinsider

 

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