13 mar Como configurar uma página de empresa do LinkedIn

E dar o primeiro passo para construir um poderoso networking no seu segmento de atuação.

 

Se você ou seus clientes estão usando uma rede social só para fins comerciais, as chances de que esta rede  seja o LinkedIn são boas. O serviço possui mais de 150 milhões de usuários empresariais.

Se você opera um negócio multilocation, com um nome bem conhecido em sua indústria, ou trabalha como um profissional liberal, ter uma página no LinkedIn é uma excelente maneira de mostrar a outros profissionais o que você pode fazer, e é uma oportunidade de publicidade gratuita que você não deve deixar passar.

Por onde começar

De início, não se preocupe com a atualização para uma conta paga. Você não precisa disso para montar a página da empresa, ou mesmo para fazer a maioria das coisas que uma empresa deve fazer no Linkedin. Escolha uma senha que você possa distribuir aos empregados ou contratados encarregados de manter a sua página da empresa, ou alterá-la se você já tiver um perfil.

Esta (acima) é a primeira tela que você vê quando a criação de uma página da empresa.

Após digitar o nome da empresa e seu endereço de e-mail, você se encontrará na página “Visão Geral”. Para adicionar dados a esta seção, clique no botão “Ferramentas de administração”, no lado direito da página, e escolha a opção “Editar”. Aqui, você irá inserir o logotipo da empresa, sua descrição, o RSS do seu blog, e, o mais importante, especialidades da sua empresa. Se você realmente quiser restringir os termos, use a ferramenta de sugestão de palavras-chave do Google AdWords para encontrar frases-chave para sua indústria.

Quer ver um exemplo de uma página LinkedIn bem construída? Dê uma olhada na página da GoodLife Fitness. Ela oferece estatísticas sobre a empresa e quantos membros pertencem ao clube, junto com uma descrição curta e bem escrita.

Recortar e colar toda seção “Sobre nós” de seu site não é recomendável. O texto pode ser muito prolixo para o Lindedin. O ideal é que você tran=balhe com uma descrição sucinta, de menos de um parágrafo. como a GoodLife fez.

A GoodLife Fitness oferece uma visão geral da empresa, curta e direta, em sua página LinkedIn. Para melhorar sua descrição ainda mais, aprender sobre buzzwords a evitarna rede social.

Ofertas de emprego

Para postar trabalhos na seção Carreiras da página da sua empresa no Linkedin, você deve adquirir uma assinatura da rede social, e, em seguida, pagar por uma página carreira Gold ou Silver (as taxas de inscrição começam em US $ 26 por mês). Este recurso benefícia apenas médias e grandes empresas. Um pequeno negócio pode conviver bem com listagem de empregos inseridas em seu próprio site, e apenas a postagem da atualização de status no LinkedIn quando a oferta de uma nova posição for incluída.

Considere Produtos e Serviços

Você pode adicionar produtos e serviços da sua empresa. Para isso, basta ir na área ‘Produtos e Serviços”. Mas você deve adicionar apenas os itens mais populares, e inserir um link para levar seus visitantes ao seu site, para um olhar mais atento às suas ofertas. No entanto, não ignore este área totalmente (como muitas empresas que estão no LinkedIn fazem). Elaajuda os clientes em potencial a encontrarem e entenderem o seu negócio.

O LinkedIn permite que você adicione vídeos, nomeie um contato da empresa, e insira muitos outros detalhes. Por exemplo, você poderia informar que tem um serviço “Vendas no Rio”, e o vendedor responsável. É recomendável que este contato tenha um perfil no LinkedIn. Incentive seus funcionários a se inscreverem na rede social, se já não o fizeram.

Adicione produtos e serviços na página da sua empresa para ajudar os clientes em potencial encontrarem o seu negócio.

Uma vez adicionado um produto ou serviço, as opções “Recomendar” e “Compartilhar” aparecem abaixo dele. Use-os para perguntar aos clientes leais no LinkedIn se não se importam em fazer uma recomendação para a sua empresa. Essa recomendação aparecerá junto com um link para seu perfil na barra lateral direita da página de seu produto ou serviços.

O botão ‘Compartilhar’ permite que as pessoas interessadas compartilhem seus produtos no LinkedIn ou no Twitter, se tiverem adicionado sua conta no Twitter para o LinkedIn.

Confira como fabricante de calçados Wolverine (imagem acima) usa a área de Produtos para mostrar suas marcas de calçados, bem como recomendações de produtos. Ela é um bom exemplo.

Recomende aos funcionários que adicionem a página da empresa aos seus respectivos perfis

Depois de criar a página da sua empresa, peça aos funcionários para a adicionarem em seus perfis. O benefício para você é que os visitantes dos perfis dos seus funcionários serão capazes de clicar sobre a página da sua empresa e conhecê-la um pouco mais.

Participe de grupos para divulgar a sua marca

Uma das melhores maneiras de aproveitar bem o LinkedIn é participar de grupos em sua área. Os grupos do LinkedIn são provavelmente o lugar mais livre de ruído na Internet para ter uma discussão profissional. Se você não encontrar grupos relevantes para a sua indústria, comece um.

Outro recurso interessante é o Respostas do LinkedIn. Pergunte e obtenha respostas instantâneas de qualquer usuário da rede que quiser ajudá-lo. Se puder, responde também. Responder ajuda a aumentar a sua reputação e a da sua empresa na sua área de negócio.

O processo de criação de uma página de empresa no LinkedIn não deve levar mais do que alguns minutos . E o retorno em exposição da comunidade, no longo prazo, vale o seu esforço.

Ah! Apenas mais um detalhe: empresas que não possuem um domínio próprio de e-mail (por exemplo suaempresa.com.br) não possuem um dos requisitos mínimos necessários para criar uma página própria. Neste caso, é possível criar um grupo para promover a sua empresa.

Para criar um grupo: (1) clique em Grupos, no topo de sua página inicial; em seguida, clique em “Criar um grupo”; (2)preencha a página “Criar um grupo”, lembrando que os campos com asterisco são obrigatórios; (3) clique em “Criar um grupo aberto” ou em ” Criar um grupo fechado”.

Fonte:Cio

 

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07 mar O que são leads e porque se fala tanto deles no marketing digital

No marketing digital se fala muito da “geração da leads”, estratégia adotada por empresas do ramo digital. Mas afinal do que consiste um lead? Para simplificar, um lead é uma forma de qualificação de um contato.

Segundo alguns especialistas da Hubspot,  uma empresa especializada em geração de leads, o lead consiste em um usuário que adquiriu algo gratuito em troca de suas informações, como o caso deles, onde o usuários deixa diversas informações para baixarem um ebook, whitepaper, etc. Para Hubspot, a geração de lead é o resultado de uma landing page bem criada. Ou seja, se você atrair um usuário para uma página e nela você convencer de que ele precisa entrar em contato com você, já é um bom caminho andado para aquela pessoa se tornar um consumidor.

Apesar desta definição, muitas empresas pregam que o lead  nada mais é do que um contato qualificado, ou seja, uma pessoa que entra em contato com você através de algum meio e esta interessada em algum produto/serviço. Alguns chamariam isto de “lead qualificado“, enquanto outros chamam apenas de “lead“. Estas questões mais específicas sobre a definição do termo eu prefiro não tratar neste momento, pois vai depender da linha bibliográfica que você vai seguir, ou seja, em quem você vai efetivamente ‘acreditar’.

lead prospect customer funil de vendas O que são leads e porque se fala tanto deles no marketing digital

O lead está no topo do funil de vendas.

Uma coisa que a grande maioria tem em mente é definir o que não é lead. Muitos definem que apenas o ato de entrar em contato com a empresa não se caracteriza como um lead, pois nem sempre a pessoa está realmente interessada em serviço ou produto, talvez procure apenas por informações. Segundo a Hubspot, se você tem apenas o email da pessoa, você tem um contato, não um lead; o próximo passo é transformar este contato em lead. Se uma pessoa entrou em contato com você para obter informações diversas, você pode trabalhar para que ela se torne um consumidor.

E porque as empresas estão oferecendo “geração de leads”? Diversas empresas no exterior e algumas dentro do Brasil estão começando a usar com mais frequência a venda de leads como um negócio, ou seja, você não está contratando a empresa para fazer algo para você, você está contratando ela para que esta lhe passe leads. Ao invés de pagar por uma empresa que lhe ajude atrair clientes, você paga diretamente pelos clientes que vai receber. Em muitos casos é vantagem para a empresa e para o fornecedor. Por que? Justamente porque isto obriga o fornecedor a prestar um bom serviço, usando todo o seu conhecimento em marketing digital para conseguir gerar leads qualificados, ou contatos que o cliente sinta que está pagando um valor justo.

Na grande maioria das vezes o valor é pago em pacote ou individual, ou seja, você compra 100 leads por um valor X e/ou paga por cada lead gerado. O valor por lead é relativo ao mercado, técnicas utilizadas, qualificação do mesmo, etc. O custo desta brincadeira pode começar em R$10 ou R$20 e não tem limite para chegar.

Na lógica é bem simples. Se você vai pagar R$100 para conseguir o contato de uma pessoa que vai lhe render um lucro de R$110, você ainda está na vantagem. É uma lógica semelhante a de comissões por venda.

E você, já trabalha com leads ou já pensou em implementar algo assim no seu trabalho?

Fonte:Midiatismo
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06 mar Google une serviços de mídia em um único site

 

O Google centralizou seus serviços de mídia em um único site, que trabalha ao estilo iTunes. Android Market, Google Music e Google eBookstore deixam de existir para fazer parte do Google Play, apresentado nesta terça-feira, 6.

Nos próximos dias, a gigante de buscas atualizará os aplicativos existentes em dispositivos móveis para que não sejam mais vistos como Market, mas sim Google Play Store. Apps de vídeos, livros e música serão alterados para os aplicativos Google Play Movies, Google Play Books and Google Play Music – mas somente nos países onde os produtos estão disponíveis, o que não é o caso do Brasil.

 

Fonte:AdNews

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06 mar Google Follow Finder. Nova ferramenta do Google sugere pessoas para você seguir no Twitter

 

Lançado ontem o Google Follow Finder, um serviço que ajuda os usuários do Twitter a expandir sua rede de contatos. Após digitar seu login, o Google Follow Finder exibe uma lista de pessoas que você pode seguir, além de uma outra lista com followers em comum aos seus.

google follow finder

O Google Follow Finder é uma ferramenta de integração baseada na plataforma Twitter @AnyWhere

Fonte: digitalmarkketing

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05 mar Facebook prepara diversos formatos novos de propaganda

 

O que o Facebook anunciou na última quarta-feira, 29, vai além da disponibilização da linha do tempo para empresas. A rede social falava, em Nova York, ao mercado anunciante, portanto novas opções de comercialização foram mostradas.

De acordo com o IDG Now!, quem esteve à frente das apresentações foi a diretora de operações da companhia, Sheryl Sandberg, cuja função principal era convencer o público de que o Facebook é mais eficiente do que outras plataformas quando o assunto é publicidade.

A justificativa faz sentido: por ser uma rede social, o site conta com a colaboração espontânea dos usuários para descobrir suas preferências, o que adianta bem o trabalho dos anunciantes.

Para atingir em cheio cada indivíduo, o Facebook sempre se esforçou para exibir apenas propagandas que fizessem sentido, de acordo com o perfil do alvo. Agora isso ficará mais explícito com a implementação de anúncios que aparecerão diretamente na newsfeed – como acontece com a timeline do Twitter.

Também serão usadas interações dos contatos como forma de apoio às marcas. Com mais força por conta do “Reach Generator”, que controla as “histórias patrocinadas” e elevará de 16% para 50% o alcance semanal das empresas com suas páginas. Mensalmente, o índice irá para 75%.

Até a página de logout será usada como espaço destinado a campanhas. “Afinal”, lembra o IDG, “se alguém saiu da rede social é porque já possui um perfil. Por que convidá-lo a fazer outro, então?”

 

Fonte:AdNews

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