11 Maio Transforme o conteúdo do Facebook em Word, Excel e Power Point



A Microsoft anuncia nesta sexta-feira o OfficeBook. O aplicativo para usuários de Facebook usa a inteligência das ferramentas de Office para gerar arquivos Word, Excel ou PowerPoint sobre o conteúdo armazenado na página da rede social. A empresa diz que visa “eternizar a vida digital do usuário”.
É possível guardar álbuns de fotos, registrar as principais interações, descobrir quais são os posts mais populares, em que parte do mundo os amigos estão, o percentual de contatos de homens e mulheres, entre outras curiosidades.

O OfficeBook já está disponível para criação de documentos em Word neste site. Para usar, basta se conectar via Facebook, criar o documento personalizado, baixar, salvar, imprimir ou compartilhá-lo com quem quiser.

A criação de documentos em PowerPoint e Excel estarão disponíveis em breve.
Fonte: Adnews
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01 Maio Eles estão no seu encalço

 

Como funcionam os anúncios que, a partir do histórico de navegação, oferecem ao internauta os produtos que ele já buscou em lojas virtuais

Um internauta atento já deve ter percebido que seu histórico de navegação na web influencia a oferta de anúncios na sua tela. Quem procurar por tênis de corrida, por exemplo, no site da Netshoes, e dias depois acessar um portal de notícias muito provavelmente vai encontrar um banner com anúncios do produto. A ação, conhecida como “remarketing”, é uma tentativa de marcar as preferências do usuário e oferecer para ele anúncios personalizados.

Uma das promessas que a comunicação em plataformas digitais traz é a possibilidade de oferecer mensagens publicitárias ajustadas ao interesse do consumidor na hora e no lugar certos, explica o presidente da AgênciaClick, Abel Reis. “Não adianta oferecer um anúncio do Palio para um cliente que já fuçou tudo sobre o Freemont.”

A maior demanda por solução de remarketing é das varejistas online, afirma o diretor técnico da ‘boo-box’ (agência especializada em internet) e também presidente do Comitê de Adnetworks do Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), Thyago Liberalli. Elas percebem que é mais fácil vender para clientes que já mostraram interesse no produto, mas não fecharam a compra. A lógica é que o investimento em marketing direcionado a esse público tende a fazer mais efeito. “As empresas preparam uma sequência de ofertas de produtos e preços conforme o histórico de navegação”, diz.

Time certo. A Netshoes, por exemplo, usa remarketing em todos os sites onde anuncia, de acordo com o diretor de marketing da empresa, Roni Bueno. A iniciativa faz parte de uma estratégia da varejista de segmentar toda comunicação com o cliente, iniciada em 2008.

Os efeitos se refletem no banner da Netshoes em outros sites, no e-mail com ofertas enviado aos clientes e até na seleção dos produtos que vão para a página inicial do usuário. “Se alguém procurar uma camisa do São Paulo no site, não vamos indicar ofertas de produtos do Corinthians para ele”, diz Bueno.

O executivo conta que consegue mensurar o resultado de “cada centavo” que investe em marketing online, mas não abre os números. “Obviamente o resultado do remarketing é maior”, diz Bueno. Há um mês, a empresa estendeu a funcionalidade aos anúncios mobile, veiculados em sites desenvolvidos para tablets e smartphones.

Outra varejista adepta à ferramenta é a Dafiti, uma das líderes no e-commerce de moda no Brasil. A empresa busca personalizar as ofertas de acordo com o perfil do consumidor para aumentar as vendas. “Muitos clientes entram no site, olham alguns produtos, mas não compram. Queremos oferecer esses produtos para eles depois”, explica Malte Huffmann, um dos sócios-fundadores da empresa.

Segundo ele, a ferramenta faz diferença. A taxa de conversão dos anúncios de remarketing, ou seja, o porcentual de clientes que efetivamente compram no site, pode chegar ao dobro de um anúncio normal.

A reação rápida das empresas em escolher o anúncio certo para cada pessoa é possível pelo uso de tecnologias de rastreamento da navegação na web. A mais comum delas é marcar o cookie do usuário, que é uma espécie de “RG do navegador” de cada computador, de acordo com o diretor de operações da agência iProspect, de performance digital, Fabio Rowinski.

‘Tags’. Assim, a empresa insere palavras-chave no seu site (as chamadas “tags”) e cria um histórico de navegação para cada cookie. Na próxima vez que o usuário entrar em seu site com o mesmo computador, a empresa saberá o que ele procurou anteriormente e poderá fazer ofertas personalizadas. A mesma lógica se estende aos sites onde anuncia.

O mecanismo ficou mais popular no Brasil depois que o Google lançou sua própria ferramenta, o Google Remarketing, em 2010. A empresa adaptou o serviço que já oferecia para os links patrocinados para os anúncios em sites parceiros. O Google faz um leilão para associar uma empresa a uma palavra-chave inserida no seu sistema de buscas. Quem pagar mais, tem o seu site divulgado no topo do resultado da pesquisa.

O Google administra o espaço publicitário de 93% da audiência da internet brasileira por meio de parceria com milhares de sites. A gigante de tecnologia vende pacotes de publicidade para esses espaços, que permitem ao anunciante escolher a categoria do site em que seu anúncio será veiculado e ativar campanhas de remarketing.

Se o usuário acessar o portal de mais de um anunciante, a peça divulgada na rede de parceiros será a do cliente que pagar mais pelo serviço. “Replicamos o modelo de leilão dos links patrocinados”, informa a diretora de produtos e soluções do Google Brasil, Flávia Verginelli. “Esse tipo de publicidade vem crescendo muito no Brasil. E vamos ter novidades até o fim do ano”, acrescenta.

O Google não é o único a lucrar com isso. A brasileira boo-box administra o espaço publicitário de 350 mil sites do País. A estimativa dela é que cerca de 15% dos contratos publicitários para divulgação nesses veículos envolvam remarketing.

 

Fonte:Estadão

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24 abr Saiba como funciona o buscador do Google

 

O Google respondeu à dúvida de um usuário sobre como funciona todo o processo de busca da ferramenta de busca. A explicação foi dada via vídeo no Youtube pelo engenheiro de software da empresa Matt Cutts, que conseguiu resumir tudo em três pontos principais.

 “Existem três coisas necessárias para ser a melhor ferramenta de busca do mundo. Antes de tudo, você precisa vasculhar a internet profundamente. Em seguida, você cria um ranking da importância das páginas e depois retorna apenas as relevantes em primeiro lugar,” afirmou Cutts.
 
O segredo, no entanto, é encontrar o balanço perfeito entre a proximidade das palavras, a reputação da página e os links apontando para o site. “Esse é o nosso molho especial”, confessou o engenheiro.
 
Para trazer as respostas de buscas mais relevantes possíveis, o Google vasculha a internet constantemente em busca de novidades a fim de atualizar o banco de dados.
Fonte:Adnews
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18 abr SEO x Adwords: Qual o melhor investimento em marketing digital?

 

Investir em um bom posicionamento nas pesquisas do Google é tão importante para o sucesso de uma empresa na internet que se tornou um consenso no marketing digital. Basta lembrar que 90% dos 66 milhões de internautas no Brasil fazem pesquisas no site em busca de informações, notícias, produtos e serviços de seu interesse.

Hoje a maior dúvida de empreendedores, gestores e profissionais de marketing que nos procuram não é mais “por que investir?” e sim “como investir no Google?” O que é melhor: fazer um trabalho de otimização (SEO) ou focar campanhas de links patrocinados (Adwords) para se posicionar nas primeiras colocações das pesquisas e conquistar a atenção (e os cliques) dos clientes?
Tanto uma quanto outra possui prós e contras e é preciso analisá-los antes de se chegar a uma conclusão.

Links patrocinados

Prós

  1. É a forma de publicidade que gera maior retorno em menor espaço de tempo.
  2. Mesmo com baixo orçamento, é possível iniciar uma campanha e gerar resultados. Comparada com outras formas de propaganda como jornais, rádio e TV, é uma das que exigem menor investimento.
  3. Permite que a própria empresa produza e gerencie as campanhas controlando seu orçamento, não dependendo obrigatoriamente da intermediação de uma agência.

Contras

  1. Em segmentos em que há grande concorrência, o custo das campanhas (baseados na compra de cliques em determinadas palavras-chave) tende a aumentar, transformando-se em um leilão.
  2. Se não avaliar constantemente o retorno dos anúncios, a empresa corre o risco de perder o controle e extrapolar o orçamento ao longo do tempo.
  3. Os anúncios tendem a ter menor visibilidade que os resultados naturais da pesquisa. Muitas pessoas também evitam clicar nos anúncios por saber se tratar de propaganda.

Otimização (SEO)

Prós

  1. Sites que aparecem nas primeiras posições das pesquisas naturais são mais visíveis e geram mais credibilidade, tendendo portanto a serem mais clicados.
  2. Não necessita (teoricamente) de orçamento mensal para permanecer no ar. Ou seja, o Google não cobra para que o site apareça nas suas pesquisas naturais.
  3. Sites bem posicionados nas buscas naturais tendem a se tornar uma referência para o público que faz pesquisas por seus produtos e serviços.

Contras

  1. Visando à qualidade de suas pesquisas, o Google tem se tornado mais rigoroso em relação às suas regras e priorizado cada vez mais os sites que apresentam conteúdo atualizado e de qualidade. Isso significa que, para aparecer nos primeiros lugares das buscas, não adianta mais recorrer a truques e a técnicas de programação. É preciso apresentar informação de interesse e ser reconhecido por isso.
  2. Por causa dessa tendência, a otimização de sites vem se tornando mais trabalhosa e complexa, envolvendo a atuação de profissionais especializados não apenas em SEO, mas também em redação, programação e design. À medida que exige trabalho mais qualificado e especializado, os investimentos em SEO também aumentam.
  3. SEO exige constante aprimoramento e atualização, e os resultados (melhor posicionamento nas pesquisas) não são imediatos, pois dependem da indexação do Google. E como é o Google, e não os profissionais de SEO, que controla o processo, não há garantia de sucesso. Mudanças dos critérios de relevância podem “derrubar” o posicionamento de um site de uma dia para outro e demandar meses de trabalho para recuperação.

Analisados os pontos positivos e negativos de cada um, qual a melhor opção de investimento, links patrocinados ou otimização? A resposta é simples: os dois.

Você pode investir em links patrocinados para aparecer rapidamente nas pesquisas e obter resultados de curto prazo enquanto o site é otimizado. Quando o site aparecer nos primeiros resultados das pesquisas, sua empresa vai ganhar mais credibilidade e poderá direcionar parte do orçamento do Google para outras ações de marketing digital. Se uma nova regra derrubar o seu site, é possível reforçar a campanha de links e manter o posicionamento nas pesquisas.

É importante também que haja um planejamento prévio para coordenar essas ações. Afinal, cada segmento de negócio possui suas características próprias e é necessário estudar o que os clientes e os consumidores buscam na Internet e, por consequência, quais as oportunidades representam.

 

Fonte:Imasters

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09 abr Medindo o tráfego das Mídias Sociais no Google Analytics

 

Segue, abaixo, um passo a passo para quem deseja utilizar os relatórios sociais do novo Google Analytics (GA) para avaliar os esforços realizadas nas Mídias Sociais.

1) O primeiro passo é utilizar a nova versão do GA.

Caso ainda não esteja utilizando, basta clicar na opção “nova versão” que fica no topo da página. Sugerimos utilizar o GA em português para facilitar o entendimento deste post.

2) Identificando as fontes de tráfego:

Antes de criar um Segmento Avançado, faz-se necessário avaliar as principais fontes de tráfego do seu site. Para isso, clique em “Origens de Tráfego” no menu da lateral esquerda. Em seguida, logo abaixo em “Origens”, clique em “Visualizar relatório completo“. Veja a lista e tome nota das três principais mídias sociais que aparecem como fonte.

3) Criando um segmento avançado:

Você pode criar Segmentos Avançados para todas ou cada uma das mídias sociais que mais levam tráfego para seu site. Se você criar diversos segmentos, poderá compará-los posteriormente e explorar as diferenças entre os visitantes que interagem com o seu site em relação a cada fonte de tráfego (aqui, no caso, dependendo de cada mídia social).

Para criar a segmentação, vá no menu da lateral esquerda, na opção “Fontes de Tráfego“, e clique em “Segmento Avançado” no topo da página. Por fim, selecione o botão “Novo Segmento Avançado“. Ver abaixo:

Ao abrir a tela do Novo Segmento Avançado, logo no topo, dê um nome para seu segmento (Ex.: “Mídias Sociais” ou “Visitas das Mídias Sociais”). No botão “Ação do Evento“, selecione a opção “Origem” e no espaço ao lado adicione o endereço da mídia social que deseja rastrear.

Para inserir outras mídias como fonte de tráfego, clique em “Adicionar instrução “OR“. Veja no exemplo abaixo:

Para verificar se está tudo certo com sua segmentação e avaliar os dados de tráfego de cada mídia adicionada, clique em “Testar Segmento“. Por fim, basta clicar em “Salvar Segmento”.

Lembre-se, você pode usar este procedimento para avaliar o tráfego das principais mídias sociais, de mídias sociais específicas etc. e depois comparar os relatórios. Por exemplo, para avaliar uma variedade de mídias sociais de uma só vez, não é necessário criar diversos segmentos ou incluir vários origens no relatório. Em “Novo Segmento Avançado“, seleciona a opção “Ação do Evento” e coloque “Origem” . Ao lado, onde está escrito “Que Contém“, coloque a opção “RegExp Correspondente” e, por fim, na parte branca, escreva o nome das mídias que deseja rastrear usando parênteses “()” e separando sem espaço usando a barra vertical “|”.

Exemplo:

(twitter|t.co|hootsuite|tweetdeck|bit.ly|facebook|plus.url.google|linkedin|youtube|flickr)

4) Análise

Pronto! Agora basta avaliar os dados rastreados e transformá-los em conhecimento através de análises comparativas e adição de contextos e interpretações. Para comparar tráfegos, por exemplo, você pode ir em “Fontes de Tráfego“, clicar em “Segmentos Avançados” e selecionar os segmentos que deseja comparar. Veja abaixo:

Fonte: papercliq

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29 mar Como utilizar o Pinterest em sua estratégia de Search Engine Marketing?

 

Há poucos meses atrás vi alguns amigos utilizando o Pinterest, uma rede social focada no compartilhamento de conteúdo visual (fotos, montagens, infográficos, etc) e de primeira simpatizei com tal rede e sua organização do conteúdo compartilhado através dos Boards. Logo comecei a utilizar tal rede para compartilhar imagens interessantes e principalmente para salvar infográficos e demais conteúdos visuais que pudessem ser úteis em aulas e palestras que ministro. Aos poucos, nosso mercado digital brasileiro vem aderindo a tal rede e muitos dos influenciadores do mercado foram criando seus perfis, compartilhando informações interessantes e ganhando cada vez mais seguidores em tais redes (lembram dos Early Adopters, citados na matéria sobre orkutização do Facebook?).

Com crescimento do Pinterest em território tupiniquim, resolvi escrever este post e compartilhar com vocês algumas idéias. Vi alguns artigos em inglês tratando do tema com a abordagem que trarei aqui, mas como ainda temos poucos artigos em português sobre estratégias de Search Engine Marketing utilizando tal rede social, espero que este lhes atenda bem.

Lembra que o Conteúdo é Rei?

Sim, você já deve estar cansado de ouvir esta frase, entretanto muitos a utilizam para referenciar apenas conteúdo textual. Na web, Conteúdo deve ser interpretado como toda forma de expressar idéias e atender ao usuário: Textos, imagens, vídeos, podcasts, etc, e com o apelo visual que o Pinterest oferece, é importante que você se utilize de imagens que chamem a atenção do usuário, que passem a mensagem que sua postagem quer entregar.

Vejamos um exemplo prático: Digamos que você tem uma empresa que trabalha no ramo da construção e você compartilha conteúdo relevante sobre  seus novos empreendimentos e já troca experiências com seus usuários por outras redes, de modo a atender bem suas demandas. Além do texto falando sobre seu mais novo condomínio, é interessante disponibilizar fotos do local para melhorar a experiência do usuário e servir de fator de decisão para a conversão. Quando um leitor chegar a o seu conteúdo e se interessar por ele, poderá compartilhar tal matéria por Twitter, Facebook ou Pinterest através dos botões de mídias sociais presentes na página.

No Twitter, ele apenas compartilhará um link, e o título da matéria ou o texto que ele escrever será decisivo para que seu seguidor clique e visite a página mencionada. Já no Facebook, além do título ele poderá compartilhar uma imagem presente na postagem e a descrição da página (que você pode configurar através do Open Graph Protocol). No Pinterest, o conteúdo de maior destaque será a imagem destacada, esta será o gancho para seu conteúdo, e também utiliza o Open Graph Protocol configurado para potencializar o compartilhamento de seu conteúdo pelo Facebook. (Conforme destacado no Platform Showcase do Facebook).

Análise: Tecnisa no Pinterest

Entendida a importância da imagem, vejamos um exemplo prático de uma empresa do ramo da construção utilizando o Pinterest:

Pinterest Tecnisa

A Tecnisa é um case bem interessante para termos como exemplo. A empresa, com sólida presença nas redes sociais, largou na frente de seus concorrentes e, vendo o crescimento do uso de tal rede no Brasil, resolveu colocar sua equipe de Mídias Sociais para elaborar uma estratégia para o uso do Pinterest, aproveitando o potencial e características desta nova rede.

Analisando o seu perfil, vemos que a segmentação das imagens foi feita de forma a destacar bem os imóveis vendidos e a veia inovadora da empresa através dos boards Dicas para Seu Lar, Tecnisa Idéias e Tecnisa Mulher, atendendo bem seu público-alvo. Vemos também 3 boards com os Lançamentos de Março, um com cada novo empreendimento lançado no mês (que o nome com reticências não permite visualizar corretamente).

Update: A equipe da Tecnisa alterou o nome dos boards mencionados acima, melhorando a visualização dos títulos e corrigindo o problema citado. Fico feliz em ter ajudado 🙂

Ao analisar um item compartilhado, notamos que a descrição do item está bem rica e que há um link tagueado no texto e que a imagem linkada também está tagueada para verificar pelo Google Analytics quais imagens (e quais boards) estão trazendo maior visitação para o site e assim ajustar sempre a estratégia utilizada.

Imagem compartilhada no Pinterest

Na página que o link nos leva, podemos ver também que já há um botão do Pinterest para facilitar o compartilhamento da página em tal rede.

Benefícios para SEO?

Ao ser lançado, o Pinterest trazia links dofollow nas imagens, passando a relevância de sua página para seu site e lhe auxiliando no processo de aquisição de links de qualidade para melhor posicionamento de seu site. Recentemente, os links foram alterados para nofollow, não repassando qualquer relevância para seu link, entretanto ainda podendo levar um tráfego qualificado para seu site.

Você pode visitar o endereço http://pinterest.com/source/tecnisa.com.br para ver quais páginas do site foram compartilhados e se utilizar de tal informação para estudar o comportamento dos usuários nesta rede, o que do seu site é mais compartilhado por eles de forma espontânea (Dica: troque o domínio ao final para ver do site que você desejar), e se utilizar disso para aprimorar seu conteúdo e estratégias de conteúdo para seu site.

Conclusão

O Pinterest possui um funcionamento que destaca imagens e o apelo visual das imagens utilizadas em seu site fará a diferença nesta rede e você poderá se comunicar com um nicho de usuários interessados neste tipo de conteúdo visual, além de poder estudar seu comportamente e aprender com o estudo dos mesmos, tagueando seus links e facilitando o compartilhamento de seu conteúdo nesta rede. Eu já estou por lá e tenho sido diariamente impactado por conteúdo interessante, reenviando posts de amigos e tendo acesso a conteúdo que me chama a atenção de forma diferente das outras redes sociais.

Estude tal rede, veja se é possível se utilizar de tal rede para ter seu mural de fotos interessantes e conquistar novos seguidores, seu negócio agradece!

 

Fonte:GugaAlves

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