23 Maio Atenção: heatmaps podem aumentar sua taxa de conversão

 

Fico ABISMADO como 99% das lojas virtuais NÃO conhecem Heatmap e 100% delas ficam agradecidas depois de eu explicar e sugerir utilizarem.

Tenho certeza que você também não conhece ou não sabe exatamente o que é Heatmap. E ainda mais como essa ferramenta pode ajudar o seu ecommerce.

Certo?

Heatmap é uma versão “light” de uma cara ferramenta de teste de usabilidade, chamada eyetracking, que usa câmeras para identificar onde o usuário está olhando no site.

Heatmap é muito mais simples: ele mostra ONDE os usuários estão clicando no seu site.

Não estou falando de quais links foram clicados e muito menos daquele recurso do Google Analytics que exibe seu site com uma etiqueta ao lado de cada link indicando o número de cliques.

NÃO!!

Estou falando de um mapa de calor (heatmap) que mostra as áreas mais clicadas do seu site, independentemente se são links, imagens, textos ou mesmo áreas vazias. O Heatmap identifica TODOS os cliques e mostra isso num mapa para você.

Por que é útil?

Porque é a maneira mais simples de otimizar as páginas da sua loja virtual!

OK, em outro artigo aqui na E-Commerce News já afirmei que o Teste A/B é o método mais simples e eficaz para vender mais, e de fato é muito simples mesmo (recomendo ler o artigo). Mas também confirmei que muita gente não faz Teste A/B por “preguiça” ou por dificuldades ou limitações da plataforma de ecommerce.

Com Heatmap não tem desculpa!  A ferramenta é RIDICULAMENTE SIMPLES DE IMPLANTAR – só colar um script na página que se deseja monitorar – E OS RESULTADOS SÃO IMEDIATOS.

Exemplos

Heatmap na landing page do iPAGAREUm exemplo muito simples foi como utilizamos no iPAGARE para a landing page de um novo produto.

O Heatmap nos mostrou muitos cliques no preço (intenção de compra!) contra poucos preenchimentos do formulário e cliques no botão “Comprar”. Entre outras conclusões, ficou claro que o preço deveria fazer parte do action “Comprar”. A ferramenta ainda nos ajudou a tomar várias outras decisões de otimização desta landing page.

Carrinho de compras Taquilla CalçadosDia desses contei sobre a ferramenta para o Weverson da loja virtual Taquilla Calçados. Ele foi logo instalá-la e imediatamente descobriu um problema no checkout que estava atrapalhando as vendas.

Disse ele que “Quando um usuário incluia 2x um item no carrinho de compras, o valor total era calculado errado. Como o botão de atualizar a quantidade não funcionava direito, o usuário excluia o item do carrinho e incluia novamente. Obviamente esse problema nos custou vendas, e conseguimos identificá-lo com o uso do heatmap que mostrou cliques demais nos botões ‘excluir’ e ‘atualizar quantidade’. ”

É incrível o que você descobre com uma ferramenta dessas e é também engraçado ver como muitos clicam em qualquer lugar do site que o olhar aponte.

O Heatmap é mais uma ferramenta para eliminar a adivinhação e fazer design baseado em mensuração. Resumidamente, com Heatmap você vai:

  • Identificar problemas de usabilidade da sua loja virtual
  • Otimizar as páginas da sua loja virtual para gerar mais conversões
  • Investir melhor seu orçamento de marketing digital e webdesign

Recomendo a ferramenta CrazyEgg, pois é a que utilizamos no iPAGARE, é extremamente simples de usar e o custo benefício é muito bom.

Mas também há outras, com recursos adicionais para rastrear o movimento do mouse, gravar toda a sessão do usuário e gerar relatórios avançados de uso do site. São exemplos: a MouseFlow, ClickHeat, ClickTale e ClickDensity. Nenhuma delas nós já testamos.

 

Fonte:Ecommercenews

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22 Maio Como se comportam 80 milhões de brasileiros na internet

Estudo do IAB Brasil traça os hábitos e as preferências dos consumidores na web, que passam cada vez mais tempo conectados e mostram-se receptivos ao Marketing Digital

Os brasileiros estão passando cada vez mais tempo online, mostram-se receptivos ao Marketing  Digital e mais confiantes na internet. É o que indica o estudo “Como 80 milhões de brasileiros acessam a internet no Brasil”, desenvolvido pelo Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), em parceria com a comScore, para compreender a audiência online no país e os hábitos dos consumidores no ambiente digital.

De acordo com o levantamento, 36% dos entrevistados passam ao menos duas horas por dia navegando na internet para fins pessoais. A web também é a atividade preferida por todas as faixas etárias, de renda, gênero e região: se tivessem 15 minutos livres, 62% dos respondentes optariam por dedicar a atividades online.

“O usuário brasileiro está cada vez mais conectado e por mais tempo, seja acessando pelo computador, tablet ou celular. O tempo de consumo só tende a crescer, com pessoas acessando a internet em vários dispositivos, inclusive o televisor”, explica Ari Meneghini, Diretor Executivo do IAB Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Maior participação dos dispositivos móveis
De 6 a 14 de fevereiro, a pesquisa entrevistou 2.075 pessoas usuárias de internet, entre 15 e 55 anos, sendo 51% homens e 49% mulheres. A presença da web é tanta, que, em casa, o uso já supera o de jornal pela manhã (69% contra 14%, respectivamente) e o de TV à noite (78% acessam a web no período contra 46% que assistem à televisão).

Para 80%, a internet é considerada a mídia mais importante. A TV foi citada por 50% dos pesquisados e o jornal por apenas 37%. Mesmo quando estão assistindo à televisão, 61% costumam estar navegando online. A frequência de acessos à rede também é maior. Enquanto 79% afirmam conectar na internet várias vezes por dia, 56% assistem à TV mais de uma vez no mesmo período.

A mudança de comportamento está ligada ao crescimento da participação de dispositivos móveis. Desktops ainda são a principal forma para acessar a web, com 77%. Os laptops, no entanto, já somam 59% dos acessos e os smartphones, 40%. Tablets em geral e iPads também vêm ganhando representatividade, com 16% e 15%, respectivamente.

Não é à toa que a internet é a mídia mais utilizada em lugares e situações como trabalho (60%), na casa de amigos ou familiares (52%,) escola (44%), restaurantes e cafés (44%), em reuniões com amigos (43%) e no shopping/fazendo compras (34%).

internet,80 milhões,pesquisa,iabE-commerce em expansão
A penetração da web e a mobilidade colaboram para o fortalecimento e a expansão do e-commerce. Além de 65% afirmarem que pesquisam na internet produtos que gostariam de comprar online, 60% já consideram o ambiente digital o mais conveniente para fazer compras.

“Algumas mudanças saltaram aos olhos. A primeira delas é a confiança na internet, que aumentou muito, devido ao número de pessoas que passaram a fazer compras online (32 milhões no total, segundo dados da e-bit)”, conta o Diretor Executivo do IAB Brasil.

A expansão do e-commerce também está ligada à aceitação cada vez maior de ações de Marketing Digital por parte dos consumidores. De acordo com a pesquisa, os anúncios na internet são os que menos incomodam (36%), são os mais criativos (49%) e os mais verossímeis (37%).

Na opinião de 57% dos entrevistados, as ações de Marketing online têm motivado a comprar produtos (57%) ou visitar lojas anunciadas (56%). Já 60% dizem ser incentivados a buscar mais informações sobre os produtos oferecidos. “Acreditamos que em 2015 50% das pessoas que acessam a internet no Brasil estarão comprando online. No ano passado foram 32 milhões, então, se em 2015 a internet brasileira deve estar com mais de 100 milhões de usuários, é provável que 50 milhões estejam comprando online”, ressalta Meneghini.

 

Fonte:MundoMarketing

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22 Maio Já pensou em mensurar a força da sua marca?

 

Muito se fala em análise focada em conversão, leads e tráfego de um site. No entanto, há uma mensuração tão importante quanto essas: a força de uma marca. O assunto serve para quem tem ações na Bolsa de Valores ou pensa em franquear seu negócio no futuro. Cuidar da marca influencia diretamente nesses dois casos.

Há algumas ferramentas para mensurar a força de uma marca, mas considerando a grandiosidade do Google no Brasil – e no mundo -, indico a Google Insights para Pesquisa. Simples de trabalhar e repleta de filtros, essa ferramenta colabora no entendimento da posição que sua marca ocupa hoje ante um cenário de altíssima competitividade, sem contar a percepção da sua marca.

Imagine que você atue no ramo de hotelaria em Belo Horizonte. Não seria incrível que as pessoas buscassem no Google pelo nome do seu hotel ao invés de “hotel barato em BH”? Pois bem, uma marca bem trabalhada pode guiar um usuário a buscar diretamente por você no Google.

De volta à ferramenta, vamos a um passo a passo:

  1. Acesse www.google.com/insights/search/
  2. No campo “termo de pesquisa”, coloque o nome de sua marca;
  3. Se quiser comparar sua marca com a concorrente direta, clique em “+ adicionar termo de pesquisa” e digite o nome da marca a ser comparada;
  4. Do lado direito há uma sequência de filtros. Nesta área, você pode selecionar por país, estado, período e categoria;
  5. Escolhidos os filtros, clique em “pesquisar” e veja o resultado.

Deste ponto em diante, faça a análise de como sua marca foi buscada no Google no período e localização definidos no filtro. A informação é apresentada numa escala de 0 a 100.

Uma observação importante: a ferramenta geralmente funciona para marcas/empresas de média e grande abrangência; mas fazendo o teste é possível se surpreender.

Minha marca não tem volume de pesquisa suficiente

Se o resultado da sua pesquisa for “não há volume de pesquisas suficiente para exibir os gráficos”, não desista. Esse é o sinal de que é hora de trabalhar o conceito da sua marca. Como assim?

O Google Insights para Pesquisa também ajuda a encontrar os termos mais buscados no Google. Vamos dizer que você tenha um centro de formação técnica no Rio de Janeiro. Para trabalhar sua marca, você poderá optar por vincular sua comunicação com “escola”, “curso” ou “treinamento”, por exemplo. Certamente poderá usar todas elas, mas sabendo que a palavra “curso” tem força maior nas pesquisas, a estratégia será optar por esse termo em sua comunicação online, visando aumentar sua visibilidade na busca orgânica (não paga) do Google.

Outra dica interessante para os pequenos negócios é pesquisar no Google Insights para Pesquisa as grandes marcas do setor e analisar os períodos de maior busca em relação às estratégias de marketing e comunicação que eles usaram à época. Esse cruzamento de informações pode gerar algumas ideias bacanas para você replicar no seu negócio e aumentar a força da sua marca.

 

Fonte:Midiaria

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17 Maio Ferramenta de Facebook: Agende post com imagens no Facebook

 

ferramenta de facebook agenda post com imagens

 

Tenho certeza que muita gente usa o Hootsuite e não tem problemas para agendar publicações, no twitter, no linkedin ou no facebook. Mas com a nova timeline, precisamos usar o excelente recursos de imagens grandes na timeline dos nossos clientes certo? E o hootsuite agenda mas as imagens aparecem pequenas na forma de tumbnails sem graça. Que ferramenta usar?

Este aplicativo de Facebook é uma excelente ferramenta para agendar posts com imagens no facebook. O Postcron tem mais de 20 mil usuários ativos por mês e é muito simples de usar. Olhe abaixo na imagem, a interface é quase a mesma do Facebook com o detalhe de poder agendar os posts e te mostrar um preview de como o post ficou. Infelizmente, ainda não consegui agendar o post como estrela (para ele já ser publicado como destaque na página). Espero que isso seja inserido em breve na ferramenta.

ferramenta de facebook para agendar publicações

A ferramenta está disponível em diversos indiomas, inclusive em português. Pos simples e rápido mas acredito ser útil para muita gente né 🙂

 

Fonte:midiassociais

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17 Maio Cinco dicas para elaborar um plano de negócios eficaz

CIOs têm sido constantemente forçados a aprimorarem suas habilidades de apresentação de projeto. A revista CIO americana listou algumas orientações que podem garantir o sucesso de um plano de negócio. Confira.

O que você prefere: preparar um business case para seu mais novo projeto ou fazer um tratamento de canal? Não será surpresa se escolher a segunda opção. A maioria dos executivos de TI detesta tudo que diz respeito a plano de negócio, políticas e o jargão financeiro mistificador. Atualmente, porém, a capacidade de montar um plano de negócios atrativo é uma competência fundamental para CIOs.

Um plano de negócio forte é vital também para uma governança de TI eficaz, e ter um tornou-se mais importante do que nunca com a crescente fiscalização sobre a tomada de decisão corporativa. Existe uma urgência real de fazer isso direito. A tomada de decisão está muito mais visível do que antes. Nos últimos dois anos, os CIOs têm estado diante de oportunidades raras de definir o valor do negócio de TI.

Essas oportunidades são fundamentais, já que muitos CIOs estão com a credibilidade em baixa. Hoje, aquele que não consegue demonstrar o valor da tecnologia para sua organização corre o risco de perder seu lugar na diretoria. Por isso, é extremamente positivo para a carreira de um executivo de TI liderar um projeto bem-sucedido, suportado por um plano de negócios robusto, com benefícios comprovados.

Quer saber se suas habilidades precisam ser aprimoradas? O CIO que conseguir colocar em prática as cinco regras essenciais apresentadas a seguir tem mais chances de vender seu projeto como uma iniciativa vencedora.

1 – CONHEÇA AS NECESSIDADES DE SUA EMPRESA

Antes de começar a criar um business case, o executivo de TI precisa obter algumas informações financeiras sobre sua empresa. A maioria delas, por exemplo, impõe uma taxa de retorno para custear um projeto. Se o projeto for analisado diligentemente e puder atingir uma taxa de retorno considerável, então será de grande interesse para os acionistas adotá-lo.

As taxas de retorno não mudam muito no curto prazo. Exceto no caso de um investimento em infraestrutura (upgrade de rede, por exemplo), o CIO terá de provar que pode atingir esse patamar ou não há sentido em continuar. Às vezes os líderes de TI cometem o erro de acreditar que a taxa de retorno não se aplica a projetos de tecnologia da informação. Ou presumem que ela não exista.

O executivo de TI também precisa saber quais outros projetos corporativos estão disputando recursos. Avalie o valor financeiro de cada projeto como se fosse uma máquina, porque é contra isso que estará competindo. O CEO vê os projetos de tecnologia disputando cabeça a cabeça com os principais projetos de negócio, portanto o CIO deveria pensar o mesmo.

Essa mesma disputa por recursos acontece dentro da área de TI. Antes de decidir quais projetos vai executar no ano, reúna-se com seus colegas da área de negócio e faça a eles algumas perguntas estreitamente ligadas ao valor do projeto para a instituição. Com base nas respostas, ela aqueles mais necessários para a orgnaização, não só do ponto de vista operacional mas também do estratégico. Gerenciar o portfólio de TI em conjunto com a liderança de negócio, classificando os projetos propostos em categorias e definindo as metas para a quantidade de projetos que a empresa vai empreender em cada categoria é um bom começo.

2 – ENCONTRE UM PATROCINADOR NA ÁREA DE NEGÓCIOS

É preciso ficar claro que, na maioria dos casos, os CIOs não devem empreender projetos de tecnologia sem o envolvimento ativo de executivos de negócio. É muito difícil para o grupo de tecnologia criar um business case se não houver uma parceria com a equipe de gerência de negócio.

O profissional de TI apresenta as alternativas de tecnologia para o problema, fornecendo dados sobre as implicações de recursos, custos e treinamento e suporte. O representante de negócio analisa as alternativas e determina qual é a mais benéfica e faz mais sentido para o negócio. O gerente de projeto estabelece o cronograma, define o escopo, identifica marcos e analisa recursos do projeto.

Alguns CIOs bem sucesdidos usam a tática de fazer o seu parceiro de negócio apresentar o business case ao comitê diretor executivo. E acompanham a apresentação para responder a qualquer pergunta sobre tecnologia. Essa abordagem demonstra que TI está alinhada com objetivos de negócio. Ele também encoraja os diretores de negócio a tratarem o CIO como seu consultor de TI interno confiável, o que ajuda muito a evitar projetos que não trarão benefícios.

3 – CRIE UM QUADRO DE CUSTO-BENEFÍCIO RACIONAL

Em parceria com o patrocinador da área de negócios, classifique o projeto por tipo e depois se aprofunde nos benefícios previstos. Os benefícios podem ser tangíveis e facilmente medidos (hard benefits) ou difíceis de quantificar e medir (soft benefits). As vantagens do projeto podem variar e incluir benefícios financeiros, alinhamento estratégico, maior satisfação do cliente e redução de risco.

Inclua cenários diferentes para garantir um elemento de avaliação de risco. Se o retorno sobre o investimento (ROI) estiver baseado em aumento de vendas, por exemplo, o CIO precisa levar em conta o fato ddsse aumento talvez vir a ser inferior ao previsto ou nem ocorrer. Se os benefícios não se materializarem, terá de se desdobrar para explicar por que eles não deram resultado ou para realizar trabalho adicional e fazê-los acontecer.

Ser conservador nessa fase de obter a melhor relação custo-benefício ajudará muito a preservar sua credibilidade.

4 – NÃO IGNORE OS SOFT BENEFITS

Tradicionalmente, uma das maiores dificuldades de um plano de negócio é quantificar soft benefits, como o crescimento de imagem da marca e satisfação do cliente. Quando o profissional de TI tem a sorte de ter números tangíveis, às vezes tende a deixar essa discussão totalmente de lado. Mas é um erro deixar soft benefits de lado porque não dá para ninguém saber de antemão o que influencia os responsáveis pela tomada de decisão.Talvez o CIO pense que tem um plano de negócio irrefutável baseado em – hard benefits, mas o CEO esteja preocupado com outras questões estratégicas. Use os intangíveis como um amortecedor.

Alguns projetos são necessários para promover metas corporativas estratégicas. Com freqüência, eles são difíceis de quantificar em termos de números. Nos primórdios da web, por exemplo, não havia métricas para avaliar o valor de criar um website. As empresas simplesmente acreditaram que a internet era o futuro do negócio. Hoje acontece o mesmo com os projetos de uso de redes sociais.

5 – FAÇA O PARCEIRO DE NEGÓCIO USUFRUIR DOS BENEFÍCIOS

Não faça promessas que não possa cumprir. Em outras palavras, certifique- se de que a unidade de negócio que vai beneficiar-se do novo sistema assuma a responsabilidade formal de fazer os benefícios se concretizarem. Se um novo pacote de software vai reduzir o pessoal de RH, por exemplo, garanta que o diretor da área concorde em fazer os cortes. Cada iniciativa precisa de um fiador, e esse fiador é responsável por garantir que os resultados sejam alcançados. Para isso, aAs metas têm de ser estabelecidas no início e aprovadas antes que qualquer investimento seja feito.

Quando essa meta envolver ganhos de produtividade e redistribuição de pessoal, certifique-se da adesão dos líderes de negócio antes de comprometer dinheiro.Identifique os indivíduos que serão realocados depois que o sistema for implementado ou procure saber com quanto mais volume será preciso lidar sem acrescentar pessoal.Os chefes têm uma tendência natural a manterem seu pessoal, mesmo que tenham elaborado seu business case baseado em reduções de funcionários.

Como CIO, você pode fornecer tecnologia eficaz em termos de custos e isso é útil, mas não é capaz de gerar os benefícios sozinho.E o plano de negócio precisa refletir este fato básico.

Preparar um plano de negócio é mais uma arte do que uma ciência. Mas, depois que se pega o jeito, pode ser divertido. E pode melhorar sua credibilidade e seu acesso ao CEO.

 

 Fonte:CIO

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16 Maio O poder do Marketing “Horizontal”

 

“Conversas entre integrantes do seu mercado acontecem independentemente da sua vontade. O bom marketing encoraja o tipo certo de conversa”. Seth Godin

Um dos conceitos mais antigos do mundo dos negócios diz que a melhor forma de divulgar uma empresa ou produto é a chamada propaganda “boa-a-boca”. Hoje, com custo de propaganda e publicidade cada vez mais cara, e o aumento vertiginoso da competição em praticamente todos os mercados, construir uma rede de clientes empolgados com o seu produto ou empresa, pode fazer grande diferença para o sucesso e a sustentabilidade de um negócio.

É fato conhecido que muitas empresas grandes e também de pequeno porte encontram grande dificuldade de viabilizar-se no mercado, captar clientes e garantir a sustentabilidade do negócio. Construir uma marca sólida e angariar um número suficiente de clientes de forma continuada utilizando os meios tradicionais está se tornando uma tarefa cada vez mais difícil.

Em seu mais recente livro, intitulado Marketing 3.0, lançado no Brasil pela editora Elsevier, Philip Kotler destaca três aspectos da nova tendência do marketing, que ele chama de marketing horizontal, em contraposição ao marketing tradicional ou marketing vertical. São elas: a cocriação, a comunização e o desenvolvimento da personalidade da marca.

Cocriação

Esse termo foi originalmente criado por C.K. Prahalad, para descrever a nova abordagem desenvolvida por empresas inovadoras. Eu seu livro “A nova era da inovação”, Prahalad e Krishnan, notaram que existe uma nova tendência de criação de produtos e serviços, que são mais sintonizados com as necessidades e expectativas dos consumidores. Essas inovações estão surgindo a partir da colaboração entre empresas, consumidores, fornecedores e parceiros de canal de distribuição, que compartilham experiências sobre esses produtos ou serviços, desenvolvendo-os e melhorando-os continuamente.

Uma empresa pode utilizar-se desse conceito para buscar a excelência na oferta de seus produtos ou serviços. Para isso, é necessário utilizar-se de um sistema de controle de resultados e de avaliação de desempenho de seus serviços junto aos clientes. Conversando continuamente com clientes, com seus fornecedores e outros parceiros no mercado, o empresário terá elementos para inovar seus produtos e sua atuação no mercado.

Essencialmente a cocriação é o desenvolvimento contínuo de novos produtos em parceria com todos os outros agentes do mercado que gravitam em torno da empresa fornecedora de produtos ou prestadora de serviços.

Comunização

 A tecnologia e a internet são plataformas que possibilitam a integração entre as nações, e entre empresas e grupos de consumidores, rumo ao que se chama hoje de comunização. Seth Godin em seu recente livro “Tribes”, ainda sem tradução para o português, faz um interessante estudo sobre o comportamento dos consumidores atuais. Ele nota que, cada vez mais, as pessoas levam em conta a opinião de outros consumidores na hora de adquirir um produto ou serviço, e que esse processo de interação e troca de informação ocorre principalmente na internet, via redes sociais e fóruns de discussão on line. Ou seja, a credibilidade das empresas e o poder das mídias sociais estão em cheque.

Para uma empresa é fundamental integrar-se a uma ou mais “tribos”, ou seja, um conjunto de pessoas que, entre outras coisas, consomem produtos similares. Essa é uma garantia de sustentabilidade para o negócio.

Um empresário pode criar e estimular fóruns de discussão via internet sobre temas de interesse de seus clientes alvo, bem como pode promover debates nas redes sociais com pautas que despertem interesse das “tribos” que são formadas pelos seus públicos alvos.

Estimular seus clientes a debater esses temas, e também a avaliar o desempenho dos escritórios em sites, blogs e nas redes sociais é uma forma de disponibilizar informações no mercado sobre a qualidade de seus produtos, fator que gera muita credibilidade na hora de adquirir produtos.

Personalidade da marca

O guru do marketing Philip Kotler, defende que, para estabelecer uma conexão verdadeira com os seres humanos, as empresas precisam ter um DNA autêntico, precisam ter um diferencial perceptível pelas pessoas, ou seja, precisam ter uma personalidade.

Kotler comenta que no livro “Autenticidade”, de Pine e Gilmore, os autores argumentam, e com razão, que quando os consumidores veem uma marca, avaliam automaticamente se ela é verdadeira ou falsa. Na advocacia essa premissa é válida há muito tempo, ou seja, a credibilidade de um escritório jurídico é um dos aspectos mais críticos que influenciam o sucesso de profissionais e empresas do setor.

Atualmente no mercado a credibilidade de uma empresa influencia diretamente o valor dos produtos que ela pode cobrar. Al Ries, um dos autores do livro Marketing de Guerra, tem uma célebre frase que diz: “marketing não é uma batalha de produtos, e sim uma batalha de percepções”. Isso significa que, no mercado, nem sempre vence o melhor produto ou a melhor empresa, mas a empresa ou produto que o mercado “percebe” como sendo o melhor.

Neste sentido fica evidente a importância que tem uma empresa de ter um DNA, ou personalidade diferenciada no mercado.

Esse DNA surge a partir da definição de valores, missão e princípios que irão nortear sua atuação no mercado. Esses compromissos precisam ser bastante sólidos e envolver todos os colaboradores do escritório, pois a atuação constante e firme da banca, sempre baseada nestes compromissos criarão a personalidade necessária para ser percebida pelo mercado, construindo assim sua reputação, e consequentemente, sua marca.

Mudança de Paradigma

A análise dessas novas tendências sociais impõe às empresas uma nova visão em relação à sua atuação no mercado. Na nova sociedade, a credibilidade não vem apenas de sua propaganda, mas sim do conjunto de clientes que conhecem sua atuação e atestam a qualidade de seus produtos e serviços, e sua credibilidade junto a outros clientes. A chance de uma empresa fechar novos negócios através da indicação de seus clientes, e da opinião deles junto ao mercado, é bem maior que se essa empresa focar seus esforços em apenas convencer novos clientes a contratar seus serviços.

O novo paradigma manda que as empresas abandonem gradativamente o “marketing vertical”, ou seja, aquele dedicado a vender seus serviços no mercado através da persuasão e convencimento de novos consumidores, substituindo-o pelo “marketing horizontal”, que é a pratica de construir uma rede de simpatizantes e clientes fieis, que irão repercutir continuamente as vantagens e qualidades da empresa e deste profissional junto ao mercado, utilizando para isso as novas tecnologias, a internet e suas redes sociais.

Destacamos que esta nova abordagem do marketing deve ser sempre praticada com ética e valores sociais, sintonizados com seu público alvo. Este é um passo importante na construção de uma marca com credibilidade.

 

 

Fonte:Administradores

 

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