18 abr SEO x Adwords: Qual o melhor investimento em marketing digital?

 

Investir em um bom posicionamento nas pesquisas do Google é tão importante para o sucesso de uma empresa na internet que se tornou um consenso no marketing digital. Basta lembrar que 90% dos 66 milhões de internautas no Brasil fazem pesquisas no site em busca de informações, notícias, produtos e serviços de seu interesse.

Hoje a maior dúvida de empreendedores, gestores e profissionais de marketing que nos procuram não é mais “por que investir?” e sim “como investir no Google?” O que é melhor: fazer um trabalho de otimização (SEO) ou focar campanhas de links patrocinados (Adwords) para se posicionar nas primeiras colocações das pesquisas e conquistar a atenção (e os cliques) dos clientes?
Tanto uma quanto outra possui prós e contras e é preciso analisá-los antes de se chegar a uma conclusão.

Links patrocinados

Prós

  1. É a forma de publicidade que gera maior retorno em menor espaço de tempo.
  2. Mesmo com baixo orçamento, é possível iniciar uma campanha e gerar resultados. Comparada com outras formas de propaganda como jornais, rádio e TV, é uma das que exigem menor investimento.
  3. Permite que a própria empresa produza e gerencie as campanhas controlando seu orçamento, não dependendo obrigatoriamente da intermediação de uma agência.

Contras

  1. Em segmentos em que há grande concorrência, o custo das campanhas (baseados na compra de cliques em determinadas palavras-chave) tende a aumentar, transformando-se em um leilão.
  2. Se não avaliar constantemente o retorno dos anúncios, a empresa corre o risco de perder o controle e extrapolar o orçamento ao longo do tempo.
  3. Os anúncios tendem a ter menor visibilidade que os resultados naturais da pesquisa. Muitas pessoas também evitam clicar nos anúncios por saber se tratar de propaganda.

Otimização (SEO)

Prós

  1. Sites que aparecem nas primeiras posições das pesquisas naturais são mais visíveis e geram mais credibilidade, tendendo portanto a serem mais clicados.
  2. Não necessita (teoricamente) de orçamento mensal para permanecer no ar. Ou seja, o Google não cobra para que o site apareça nas suas pesquisas naturais.
  3. Sites bem posicionados nas buscas naturais tendem a se tornar uma referência para o público que faz pesquisas por seus produtos e serviços.

Contras

  1. Visando à qualidade de suas pesquisas, o Google tem se tornado mais rigoroso em relação às suas regras e priorizado cada vez mais os sites que apresentam conteúdo atualizado e de qualidade. Isso significa que, para aparecer nos primeiros lugares das buscas, não adianta mais recorrer a truques e a técnicas de programação. É preciso apresentar informação de interesse e ser reconhecido por isso.
  2. Por causa dessa tendência, a otimização de sites vem se tornando mais trabalhosa e complexa, envolvendo a atuação de profissionais especializados não apenas em SEO, mas também em redação, programação e design. À medida que exige trabalho mais qualificado e especializado, os investimentos em SEO também aumentam.
  3. SEO exige constante aprimoramento e atualização, e os resultados (melhor posicionamento nas pesquisas) não são imediatos, pois dependem da indexação do Google. E como é o Google, e não os profissionais de SEO, que controla o processo, não há garantia de sucesso. Mudanças dos critérios de relevância podem “derrubar” o posicionamento de um site de uma dia para outro e demandar meses de trabalho para recuperação.

Analisados os pontos positivos e negativos de cada um, qual a melhor opção de investimento, links patrocinados ou otimização? A resposta é simples: os dois.

Você pode investir em links patrocinados para aparecer rapidamente nas pesquisas e obter resultados de curto prazo enquanto o site é otimizado. Quando o site aparecer nos primeiros resultados das pesquisas, sua empresa vai ganhar mais credibilidade e poderá direcionar parte do orçamento do Google para outras ações de marketing digital. Se uma nova regra derrubar o seu site, é possível reforçar a campanha de links e manter o posicionamento nas pesquisas.

É importante também que haja um planejamento prévio para coordenar essas ações. Afinal, cada segmento de negócio possui suas características próprias e é necessário estudar o que os clientes e os consumidores buscam na Internet e, por consequência, quais as oportunidades representam.

 

Fonte:Imasters

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09 abr Medindo o tráfego das Mídias Sociais no Google Analytics

 

Segue, abaixo, um passo a passo para quem deseja utilizar os relatórios sociais do novo Google Analytics (GA) para avaliar os esforços realizadas nas Mídias Sociais.

1) O primeiro passo é utilizar a nova versão do GA.

Caso ainda não esteja utilizando, basta clicar na opção “nova versão” que fica no topo da página. Sugerimos utilizar o GA em português para facilitar o entendimento deste post.

2) Identificando as fontes de tráfego:

Antes de criar um Segmento Avançado, faz-se necessário avaliar as principais fontes de tráfego do seu site. Para isso, clique em “Origens de Tráfego” no menu da lateral esquerda. Em seguida, logo abaixo em “Origens”, clique em “Visualizar relatório completo“. Veja a lista e tome nota das três principais mídias sociais que aparecem como fonte.

3) Criando um segmento avançado:

Você pode criar Segmentos Avançados para todas ou cada uma das mídias sociais que mais levam tráfego para seu site. Se você criar diversos segmentos, poderá compará-los posteriormente e explorar as diferenças entre os visitantes que interagem com o seu site em relação a cada fonte de tráfego (aqui, no caso, dependendo de cada mídia social).

Para criar a segmentação, vá no menu da lateral esquerda, na opção “Fontes de Tráfego“, e clique em “Segmento Avançado” no topo da página. Por fim, selecione o botão “Novo Segmento Avançado“. Ver abaixo:

Ao abrir a tela do Novo Segmento Avançado, logo no topo, dê um nome para seu segmento (Ex.: “Mídias Sociais” ou “Visitas das Mídias Sociais”). No botão “Ação do Evento“, selecione a opção “Origem” e no espaço ao lado adicione o endereço da mídia social que deseja rastrear.

Para inserir outras mídias como fonte de tráfego, clique em “Adicionar instrução “OR“. Veja no exemplo abaixo:

Para verificar se está tudo certo com sua segmentação e avaliar os dados de tráfego de cada mídia adicionada, clique em “Testar Segmento“. Por fim, basta clicar em “Salvar Segmento”.

Lembre-se, você pode usar este procedimento para avaliar o tráfego das principais mídias sociais, de mídias sociais específicas etc. e depois comparar os relatórios. Por exemplo, para avaliar uma variedade de mídias sociais de uma só vez, não é necessário criar diversos segmentos ou incluir vários origens no relatório. Em “Novo Segmento Avançado“, seleciona a opção “Ação do Evento” e coloque “Origem” . Ao lado, onde está escrito “Que Contém“, coloque a opção “RegExp Correspondente” e, por fim, na parte branca, escreva o nome das mídias que deseja rastrear usando parênteses “()” e separando sem espaço usando a barra vertical “|”.

Exemplo:

(twitter|t.co|hootsuite|tweetdeck|bit.ly|facebook|plus.url.google|linkedin|youtube|flickr)

4) Análise

Pronto! Agora basta avaliar os dados rastreados e transformá-los em conhecimento através de análises comparativas e adição de contextos e interpretações. Para comparar tráfegos, por exemplo, você pode ir em “Fontes de Tráfego“, clicar em “Segmentos Avançados” e selecionar os segmentos que deseja comparar. Veja abaixo:

Fonte: papercliq

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29 mar Como utilizar o Pinterest em sua estratégia de Search Engine Marketing?

 

Há poucos meses atrás vi alguns amigos utilizando o Pinterest, uma rede social focada no compartilhamento de conteúdo visual (fotos, montagens, infográficos, etc) e de primeira simpatizei com tal rede e sua organização do conteúdo compartilhado através dos Boards. Logo comecei a utilizar tal rede para compartilhar imagens interessantes e principalmente para salvar infográficos e demais conteúdos visuais que pudessem ser úteis em aulas e palestras que ministro. Aos poucos, nosso mercado digital brasileiro vem aderindo a tal rede e muitos dos influenciadores do mercado foram criando seus perfis, compartilhando informações interessantes e ganhando cada vez mais seguidores em tais redes (lembram dos Early Adopters, citados na matéria sobre orkutização do Facebook?).

Com crescimento do Pinterest em território tupiniquim, resolvi escrever este post e compartilhar com vocês algumas idéias. Vi alguns artigos em inglês tratando do tema com a abordagem que trarei aqui, mas como ainda temos poucos artigos em português sobre estratégias de Search Engine Marketing utilizando tal rede social, espero que este lhes atenda bem.

Lembra que o Conteúdo é Rei?

Sim, você já deve estar cansado de ouvir esta frase, entretanto muitos a utilizam para referenciar apenas conteúdo textual. Na web, Conteúdo deve ser interpretado como toda forma de expressar idéias e atender ao usuário: Textos, imagens, vídeos, podcasts, etc, e com o apelo visual que o Pinterest oferece, é importante que você se utilize de imagens que chamem a atenção do usuário, que passem a mensagem que sua postagem quer entregar.

Vejamos um exemplo prático: Digamos que você tem uma empresa que trabalha no ramo da construção e você compartilha conteúdo relevante sobre  seus novos empreendimentos e já troca experiências com seus usuários por outras redes, de modo a atender bem suas demandas. Além do texto falando sobre seu mais novo condomínio, é interessante disponibilizar fotos do local para melhorar a experiência do usuário e servir de fator de decisão para a conversão. Quando um leitor chegar a o seu conteúdo e se interessar por ele, poderá compartilhar tal matéria por Twitter, Facebook ou Pinterest através dos botões de mídias sociais presentes na página.

No Twitter, ele apenas compartilhará um link, e o título da matéria ou o texto que ele escrever será decisivo para que seu seguidor clique e visite a página mencionada. Já no Facebook, além do título ele poderá compartilhar uma imagem presente na postagem e a descrição da página (que você pode configurar através do Open Graph Protocol). No Pinterest, o conteúdo de maior destaque será a imagem destacada, esta será o gancho para seu conteúdo, e também utiliza o Open Graph Protocol configurado para potencializar o compartilhamento de seu conteúdo pelo Facebook. (Conforme destacado no Platform Showcase do Facebook).

Análise: Tecnisa no Pinterest

Entendida a importância da imagem, vejamos um exemplo prático de uma empresa do ramo da construção utilizando o Pinterest:

Pinterest Tecnisa

A Tecnisa é um case bem interessante para termos como exemplo. A empresa, com sólida presença nas redes sociais, largou na frente de seus concorrentes e, vendo o crescimento do uso de tal rede no Brasil, resolveu colocar sua equipe de Mídias Sociais para elaborar uma estratégia para o uso do Pinterest, aproveitando o potencial e características desta nova rede.

Analisando o seu perfil, vemos que a segmentação das imagens foi feita de forma a destacar bem os imóveis vendidos e a veia inovadora da empresa através dos boards Dicas para Seu Lar, Tecnisa Idéias e Tecnisa Mulher, atendendo bem seu público-alvo. Vemos também 3 boards com os Lançamentos de Março, um com cada novo empreendimento lançado no mês (que o nome com reticências não permite visualizar corretamente).

Update: A equipe da Tecnisa alterou o nome dos boards mencionados acima, melhorando a visualização dos títulos e corrigindo o problema citado. Fico feliz em ter ajudado 🙂

Ao analisar um item compartilhado, notamos que a descrição do item está bem rica e que há um link tagueado no texto e que a imagem linkada também está tagueada para verificar pelo Google Analytics quais imagens (e quais boards) estão trazendo maior visitação para o site e assim ajustar sempre a estratégia utilizada.

Imagem compartilhada no Pinterest

Na página que o link nos leva, podemos ver também que já há um botão do Pinterest para facilitar o compartilhamento da página em tal rede.

Benefícios para SEO?

Ao ser lançado, o Pinterest trazia links dofollow nas imagens, passando a relevância de sua página para seu site e lhe auxiliando no processo de aquisição de links de qualidade para melhor posicionamento de seu site. Recentemente, os links foram alterados para nofollow, não repassando qualquer relevância para seu link, entretanto ainda podendo levar um tráfego qualificado para seu site.

Você pode visitar o endereço http://pinterest.com/source/tecnisa.com.br para ver quais páginas do site foram compartilhados e se utilizar de tal informação para estudar o comportamento dos usuários nesta rede, o que do seu site é mais compartilhado por eles de forma espontânea (Dica: troque o domínio ao final para ver do site que você desejar), e se utilizar disso para aprimorar seu conteúdo e estratégias de conteúdo para seu site.

Conclusão

O Pinterest possui um funcionamento que destaca imagens e o apelo visual das imagens utilizadas em seu site fará a diferença nesta rede e você poderá se comunicar com um nicho de usuários interessados neste tipo de conteúdo visual, além de poder estudar seu comportamente e aprender com o estudo dos mesmos, tagueando seus links e facilitando o compartilhamento de seu conteúdo nesta rede. Eu já estou por lá e tenho sido diariamente impactado por conteúdo interessante, reenviando posts de amigos e tendo acesso a conteúdo que me chama a atenção de forma diferente das outras redes sociais.

Estude tal rede, veja se é possível se utilizar de tal rede para ter seu mural de fotos interessantes e conquistar novos seguidores, seu negócio agradece!

 

Fonte:GugaAlves

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13 mar Como configurar uma página de empresa do LinkedIn

E dar o primeiro passo para construir um poderoso networking no seu segmento de atuação.

 

Se você ou seus clientes estão usando uma rede social só para fins comerciais, as chances de que esta rede  seja o LinkedIn são boas. O serviço possui mais de 150 milhões de usuários empresariais.

Se você opera um negócio multilocation, com um nome bem conhecido em sua indústria, ou trabalha como um profissional liberal, ter uma página no LinkedIn é uma excelente maneira de mostrar a outros profissionais o que você pode fazer, e é uma oportunidade de publicidade gratuita que você não deve deixar passar.

Por onde começar

De início, não se preocupe com a atualização para uma conta paga. Você não precisa disso para montar a página da empresa, ou mesmo para fazer a maioria das coisas que uma empresa deve fazer no Linkedin. Escolha uma senha que você possa distribuir aos empregados ou contratados encarregados de manter a sua página da empresa, ou alterá-la se você já tiver um perfil.

Esta (acima) é a primeira tela que você vê quando a criação de uma página da empresa.

Após digitar o nome da empresa e seu endereço de e-mail, você se encontrará na página “Visão Geral”. Para adicionar dados a esta seção, clique no botão “Ferramentas de administração”, no lado direito da página, e escolha a opção “Editar”. Aqui, você irá inserir o logotipo da empresa, sua descrição, o RSS do seu blog, e, o mais importante, especialidades da sua empresa. Se você realmente quiser restringir os termos, use a ferramenta de sugestão de palavras-chave do Google AdWords para encontrar frases-chave para sua indústria.

Quer ver um exemplo de uma página LinkedIn bem construída? Dê uma olhada na página da GoodLife Fitness. Ela oferece estatísticas sobre a empresa e quantos membros pertencem ao clube, junto com uma descrição curta e bem escrita.

Recortar e colar toda seção “Sobre nós” de seu site não é recomendável. O texto pode ser muito prolixo para o Lindedin. O ideal é que você tran=balhe com uma descrição sucinta, de menos de um parágrafo. como a GoodLife fez.

A GoodLife Fitness oferece uma visão geral da empresa, curta e direta, em sua página LinkedIn. Para melhorar sua descrição ainda mais, aprender sobre buzzwords a evitarna rede social.

Ofertas de emprego

Para postar trabalhos na seção Carreiras da página da sua empresa no Linkedin, você deve adquirir uma assinatura da rede social, e, em seguida, pagar por uma página carreira Gold ou Silver (as taxas de inscrição começam em US $ 26 por mês). Este recurso benefícia apenas médias e grandes empresas. Um pequeno negócio pode conviver bem com listagem de empregos inseridas em seu próprio site, e apenas a postagem da atualização de status no LinkedIn quando a oferta de uma nova posição for incluída.

Considere Produtos e Serviços

Você pode adicionar produtos e serviços da sua empresa. Para isso, basta ir na área ‘Produtos e Serviços”. Mas você deve adicionar apenas os itens mais populares, e inserir um link para levar seus visitantes ao seu site, para um olhar mais atento às suas ofertas. No entanto, não ignore este área totalmente (como muitas empresas que estão no LinkedIn fazem). Elaajuda os clientes em potencial a encontrarem e entenderem o seu negócio.

O LinkedIn permite que você adicione vídeos, nomeie um contato da empresa, e insira muitos outros detalhes. Por exemplo, você poderia informar que tem um serviço “Vendas no Rio”, e o vendedor responsável. É recomendável que este contato tenha um perfil no LinkedIn. Incentive seus funcionários a se inscreverem na rede social, se já não o fizeram.

Adicione produtos e serviços na página da sua empresa para ajudar os clientes em potencial encontrarem o seu negócio.

Uma vez adicionado um produto ou serviço, as opções “Recomendar” e “Compartilhar” aparecem abaixo dele. Use-os para perguntar aos clientes leais no LinkedIn se não se importam em fazer uma recomendação para a sua empresa. Essa recomendação aparecerá junto com um link para seu perfil na barra lateral direita da página de seu produto ou serviços.

O botão ‘Compartilhar’ permite que as pessoas interessadas compartilhem seus produtos no LinkedIn ou no Twitter, se tiverem adicionado sua conta no Twitter para o LinkedIn.

Confira como fabricante de calçados Wolverine (imagem acima) usa a área de Produtos para mostrar suas marcas de calçados, bem como recomendações de produtos. Ela é um bom exemplo.

Recomende aos funcionários que adicionem a página da empresa aos seus respectivos perfis

Depois de criar a página da sua empresa, peça aos funcionários para a adicionarem em seus perfis. O benefício para você é que os visitantes dos perfis dos seus funcionários serão capazes de clicar sobre a página da sua empresa e conhecê-la um pouco mais.

Participe de grupos para divulgar a sua marca

Uma das melhores maneiras de aproveitar bem o LinkedIn é participar de grupos em sua área. Os grupos do LinkedIn são provavelmente o lugar mais livre de ruído na Internet para ter uma discussão profissional. Se você não encontrar grupos relevantes para a sua indústria, comece um.

Outro recurso interessante é o Respostas do LinkedIn. Pergunte e obtenha respostas instantâneas de qualquer usuário da rede que quiser ajudá-lo. Se puder, responde também. Responder ajuda a aumentar a sua reputação e a da sua empresa na sua área de negócio.

O processo de criação de uma página de empresa no LinkedIn não deve levar mais do que alguns minutos . E o retorno em exposição da comunidade, no longo prazo, vale o seu esforço.

Ah! Apenas mais um detalhe: empresas que não possuem um domínio próprio de e-mail (por exemplo suaempresa.com.br) não possuem um dos requisitos mínimos necessários para criar uma página própria. Neste caso, é possível criar um grupo para promover a sua empresa.

Para criar um grupo: (1) clique em Grupos, no topo de sua página inicial; em seguida, clique em “Criar um grupo”; (2)preencha a página “Criar um grupo”, lembrando que os campos com asterisco são obrigatórios; (3) clique em “Criar um grupo aberto” ou em ” Criar um grupo fechado”.

Fonte:Cio

 

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07 mar O que são leads e porque se fala tanto deles no marketing digital

No marketing digital se fala muito da “geração da leads”, estratégia adotada por empresas do ramo digital. Mas afinal do que consiste um lead? Para simplificar, um lead é uma forma de qualificação de um contato.

Segundo alguns especialistas da Hubspot,  uma empresa especializada em geração de leads, o lead consiste em um usuário que adquiriu algo gratuito em troca de suas informações, como o caso deles, onde o usuários deixa diversas informações para baixarem um ebook, whitepaper, etc. Para Hubspot, a geração de lead é o resultado de uma landing page bem criada. Ou seja, se você atrair um usuário para uma página e nela você convencer de que ele precisa entrar em contato com você, já é um bom caminho andado para aquela pessoa se tornar um consumidor.

Apesar desta definição, muitas empresas pregam que o lead  nada mais é do que um contato qualificado, ou seja, uma pessoa que entra em contato com você através de algum meio e esta interessada em algum produto/serviço. Alguns chamariam isto de “lead qualificado“, enquanto outros chamam apenas de “lead“. Estas questões mais específicas sobre a definição do termo eu prefiro não tratar neste momento, pois vai depender da linha bibliográfica que você vai seguir, ou seja, em quem você vai efetivamente ‘acreditar’.

lead prospect customer funil de vendas O que são leads e porque se fala tanto deles no marketing digital

O lead está no topo do funil de vendas.

Uma coisa que a grande maioria tem em mente é definir o que não é lead. Muitos definem que apenas o ato de entrar em contato com a empresa não se caracteriza como um lead, pois nem sempre a pessoa está realmente interessada em serviço ou produto, talvez procure apenas por informações. Segundo a Hubspot, se você tem apenas o email da pessoa, você tem um contato, não um lead; o próximo passo é transformar este contato em lead. Se uma pessoa entrou em contato com você para obter informações diversas, você pode trabalhar para que ela se torne um consumidor.

E porque as empresas estão oferecendo “geração de leads”? Diversas empresas no exterior e algumas dentro do Brasil estão começando a usar com mais frequência a venda de leads como um negócio, ou seja, você não está contratando a empresa para fazer algo para você, você está contratando ela para que esta lhe passe leads. Ao invés de pagar por uma empresa que lhe ajude atrair clientes, você paga diretamente pelos clientes que vai receber. Em muitos casos é vantagem para a empresa e para o fornecedor. Por que? Justamente porque isto obriga o fornecedor a prestar um bom serviço, usando todo o seu conhecimento em marketing digital para conseguir gerar leads qualificados, ou contatos que o cliente sinta que está pagando um valor justo.

Na grande maioria das vezes o valor é pago em pacote ou individual, ou seja, você compra 100 leads por um valor X e/ou paga por cada lead gerado. O valor por lead é relativo ao mercado, técnicas utilizadas, qualificação do mesmo, etc. O custo desta brincadeira pode começar em R$10 ou R$20 e não tem limite para chegar.

Na lógica é bem simples. Se você vai pagar R$100 para conseguir o contato de uma pessoa que vai lhe render um lucro de R$110, você ainda está na vantagem. É uma lógica semelhante a de comissões por venda.

E você, já trabalha com leads ou já pensou em implementar algo assim no seu trabalho?

Fonte:Midiatismo
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06 mar Google une serviços de mídia em um único site

 

O Google centralizou seus serviços de mídia em um único site, que trabalha ao estilo iTunes. Android Market, Google Music e Google eBookstore deixam de existir para fazer parte do Google Play, apresentado nesta terça-feira, 6.

Nos próximos dias, a gigante de buscas atualizará os aplicativos existentes em dispositivos móveis para que não sejam mais vistos como Market, mas sim Google Play Store. Apps de vídeos, livros e música serão alterados para os aplicativos Google Play Movies, Google Play Books and Google Play Music – mas somente nos países onde os produtos estão disponíveis, o que não é o caso do Brasil.

 

Fonte:AdNews

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