03 jan 6 dicas para usar o Instagram como ferramenta de marketing

instagramAgora, parte do Facebook e com mais de 100 milhões de usuários, o aplicativo de compartilhamento de fotos popular ganhou ainda maior alcance e penetração. O conteúdo que os usuários do Instagram estão gerando e consumindo permite que as marcas e sites de comércio eletrônico possam aproveitar o poder de compartilhamento de fotos para aumentar as relações com os seus clientes. Luis Sanz, um americano especialista em marketing nas redes sociais preparou as seis dicas abaixo. Elas podem ser um ponto de partida para o sucesso das marca no Instagram:

Crie sua conta e defina um calendário editorial .

As imagens são uma ótima maneira de se comunicar com seus clientes, o que faz do Instagram um canal de distribuição para o seu grande conteúdo visual mais atraente. Sempre que você está lançando uma nova linha de produtos ou um evento, uma única foto, em algumas oportunidades, pode se comunicar de forma mais eficaz do que um grande texto.

Mas, assim como com outras formas de marketing de conteúdo, você não deve limitar a esses eventos. Configure um calendário editorial (a postagem de pelo menos um par de fotos por semana pode ser um bom começo) e defina que tipo de conteúdo você vai criar. Um bom exemplo é a Nike, que regularmente exibe uma mistura de seus próprios produtos, eventos, equipamentos esportivos equipe ou clientes usando seus produtos.

Escolha uma série de hashtags e foque estes

Hashtags são a melhor maneira de categorizar o conteúdo no Instagram, mas também a maneira mais fácil de construir uma marca no serviço. Você deve definir poucos hashtags e cumpri-los a risca. Isto vai ajudar os seus seguidores a se lembrar e identificá-los com a sua marca. Além dos óbvios, como o nome de sua marca ou de seus produtos mais vendidos, é uma ótima prática para criar a campanha hashtags específicas que se comunicam com a sua marca. 

Interagir / comentar as fotos de seus clientes sobre você

Se você está ativamente envolvido ou não, seus clientes já estão falando sobre seus produtos no Instagram. Portanto, não há lugar melhor para começar a conversa do que lá.

Mesclar offline / online

A natureza móvel do Instagram permite um nível de interação que simplesmente não é possível em outras plataformas. Isso lhe dá a oportunidade de se envolver com os seus usuários ao redor de locais ou eventos específicos, o que é uma grande oportunidade para misturar seus esforços de construção off-line da marca com a sua presença digital.

Mostrar fotos de seus clientes sobre seus produtos

Como a web está se tornando mais visual, qual a melhor maneira de ajudar seus clientes potenciais a pesquisar o produto? Mostrar outros clientes felizes em usá-los. Este tipo de integração traz vários benefícios. Seus potenciais clientes agora podem ver como seus produtos ficam em uma pessoa normal, o que irá ajudar na conversões de vendas. 

Combine

Finalmente, você pode combinar todas as iniciativas anteriores para criar uma experiência mais abrangente. Como você pode ver em todos os exemplos, o Instagram pode ser uma ótima maneira de aumentar o conhecimento da marca, o envolvimento dos usuários e até mesmo gerar mais vendas para a sua loja de comércio eletrônico.

Com informações do Businnes Insider


Fonte:ADNews

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21 dez Infográfico mostra sites que mais recebem tráfego pago

O Comitê de Métricas do Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil) desenvolveu um infográfico comparativo com informações atualizadas sobre o tráfego de busca pago dos websites  de diferentes segmentos de mercado. O material revela um ranking com dados de Clicks X Rate em websites de diferentes categorias (classificados, lojas de departamento, redes sociais e fóruns, montadoras, blogs e páginas pessoais, entre outras).

Os websites de lojas de departamento tiveram o maior número de acessos pagos a partir de ferramentas de busca (8,34%), bem como a maior porcentagem de cliques pagos em relação ao volume de cliques da busca total (26,76%). Os sites de referência (como os de educação, por exemplo) foram os que tiveram menor índice de Clicks X Rate (0,5% X 0,9%, respectivamente).

Veja o infográfico:

paid clicks

Fonte:Adnews

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05 dez Nas redes sociais, empresas criam SAC paralelo para conter internautas irados

 

No prédio da AgênciaClick Isobar, no bairro do Morumbi, em São Paulo, há uma sala apelidada de “torre de comando”…

No prédio da AgênciaClick Isobar, no bairro do Morumbi, em São Paulo, há uma sala apelidada de “torre de comando”. Nela, quatro grandes telas de LCD mostram tudo que qualquer internauta comenta sobre uma grande construtora, cliente da agência. Quatro funcionários ficam de olho nessas telas. Assim que alguém publica algo negativo sobre a empresa, eles entram em ação: em questão de minutos, respondem ao autor da queixa algo que possa acalmá-lo. Há algumas semanas, a torre de comando captou um movimento maior se formando em redes sociais como Facebook e Twitter.

Vários clientes da empresa começaram a reclamar do atraso na entrega das chaves de uma obra que deveria ficar pronta naquela data. A diretoria da agência foi acionada para criar uma “mini-campanha-relâmpago” com o objetivo de conter o início de crise. Tão logo a ação foi definida e o plano aprovado pela construtora, os clientes revoltados receberam uma mensagem direcionada especialmente a eles em seus perfis no Facebook. Também receberam telefonema e e-mail. Informados de que a empresa estava ciente da falha e empenhada em corrigir o problema, a crise que poderia prejudicar a imagem da construtora foi contornada em menos de quatro horas depois de detectada.

“As empresas precisam hoje ser tão rápidas quanto os consumidores”, diz Abel Reis, presidente da AgênciaClick Isobar. A urgência de resposta que as redes sociais demandam, segundo ele, acabou criando o que está sendo chamado de SAC 2.0.

Esqueça a atendente pouco entusiasmada do outro lado da linha dos tradicionais serviços de atendimento ao consumidor. O SAC 2.0 é diferente. “As empresas entenderam que para lidar com o consumidor que bota a boca no mundo por meio das redes sociais é preciso ter uma equipe especializada, mais bem preparada. Não pode ser o mesmo pessoal do SAC”, diz Maurício Vargas, fundador e diretor do site Reclame Aqui.

Em alguns casos, esse trabalho ainda é terceirizado, como na construtora cliente da Click Isobar e empresas como a Nestlé Brasil. Mas na maior parte das companhias, segundo Vargas, a equipe de monitoramento e atendimento a redes sociais é um departamento próprio. Os funcionários, em sua maioria, são estudantes universitários ou profissionais recém-formados. “Enquanto nos SACs a média salarial fica entre R$ 600 e R$ 700, no SAC 2.0 os funcionários ganham de R$ 1,8 mil a R$ 2 mil”, explica Vargas.

Superior Completo

A loja online de artigos esportivos Netshoes, uma das primeiras a montar uma equipe dedicada às redes sociais no País, em 2009, tem hoje um grupo de sete pessoas que ficam atentas ao que é falado sobre a companhia na web. Elas têm ensino superior completo, em geral, em Comunicação Social. “O funcionário tem de ser antenado e ter afinidade com o mundo virtual, para ser feliz nessa função”, diz Juliana Pires, gerente de relacionamento da empresa. O profissional dessa área tem acesso a vários departamentos da Netshoes e aos executivos de níveis superiores. Por isso, quando um usuário mandar uma mensagem furiosa na rede social reclamando do atraso da entrega de um tênis, é grande a chance de ser atendido mais rapidamente do que se reclamar por telefone.

“As respostas costumam ser mais rápidas quando a reclamação é feita via redes sociais porque no Twitter ou no Facebook os comentários estão ali para que todos vejam. No SAC tradicional a pessoa fala de um para um”, diz Felipe Wasserman, professor do Centro de Inovação e Criatividade da ESPM. O poder da propagação é ainda maior quando os posts são configurados para que todos vejam.

Mais do que a intenção de resolver o problema do cliente com rapidez, o que as empresas querem com essa agilidade é preservar sua marca. “A preocupação delas não é o consumidor em si, mas a imagem da companhia, que pode ser prejudicada”, diz Vargas, do Reclame Aqui.

Essa preocupação sempre existiu, mas hoje é ainda maior. É fácil entender o porquê. Atualmente, há 61 milhões de brasileiros no Facebook, segundo a consultoria comScore, e 40 milhões no Twitter, de acordo com a Semiocast. É comum as pessoas pedirem a opinião dos amigos nas redes antes de fazer uma compra, assim como pesquisar a reputação de uma marca em sites como o Reclame Aqui. “Recebemos 300 mil visitas diárias. Desse total, 5% são de pessoas que entram no site para reclamar. Os demais consultam opiniões sobre empresas e produtos”, conta Vargas.

Se à primeira vista as redes sociais assumiram um papel de algoz das empresas, olhando mais atentamente fica claro perceber que elas podem ser grandes aliadas. “Essas plataformas são também um canal de diálogo e relacionamento com o cliente”, afirma Wasserman, da ESPM. Quem consegue estabelecer uma conversa direta com os consumidores costuma se sobressair.

A empresa de TV por assinatura Sky tem aproveitado as redes sociais para conhecer melhor seus clientes. “É possível saber a demanda deles em relação à programação”, diz o vice-presidente de clientes da companhia, Vito Chiarella. “Além disso, expandimos nosso contato com a família do titular, já que quem faz o comentário no Twitter ou no Facebook geralmente é o filho.”

Será que o pessoal do SAC dá conta?

Há quem defenda que o dever de responder as reclamações em mídias sociais seja incorporado à rotina dos atendentes dos tradicionais Serviços de Atendimento ao Consumidor (SAC). É o caso da empresa Direct Talk, dona de uma ferramenta que monitora tudo o que é dito sobre uma marca nesses ambientes. Ela lançou recentemente um recurso que integra o software tradicional de atendimento ao cliente a um sistema de respostas a usuários do Twitter e do Facebook. Na visão da companhia, a crescente participação dos consumidores nas redes sociais cria a necessidade de dar aos profissionais que fazem o atendimento telefônico tradicional (sempre em maior número que a equipe de redes sociais) o poder de também interagir com os clientes na web. O desafio, porém, é garantir que esses funcionários tenham desenvoltura suficiente para conversar com os consumidores e escrevam corretamente o português.

Suco muito estranho

A carioca Ursula de Almeida encontrou um corpo estranho no suco Ades, da Unilever. “Liguei no SAC e a atendente não deu importância. Fui para o Facebook”. Em 15 dias, 226 mil pessoas compartilharam o comentário. A empresa disse que podia haver fissura na embalagem.

Seu Jorge reclama no YouTube

O cantor Seu Jorge postou na semana passada cinco vídeos gravados de dentro de um avião da TAM, com queixas sobre o atendimento da companhia. Seu voo teve um problema técnico, precisou voltar e ele acabou não comparecendo a um show. Em nota à imprensa, a TAM lamentou o transtorno.

Para agradar

Um usuário perguntou no Facebook se havia na Netshoes um tênis All-Star com estampa inspirada no arquiteto Oscar Niemeyer. A Netshoes respondeu que não vendia o modelo. Mas, para agradar o usuário, a empresa informou quais lojas vendiam.

Manual do SAC 2.0 para empresas

Como responder a reclamações em redes sociais:

– Fuja de respostas padrões: redes sociais não podem funcionar como SACs tradicionais. Facebook e Twitter são ambientes de interação social.

– Se a marca passa por um momento complicado, não banque o feliz na rede social. Expressões como “Bom dia, pessoal!” ou “Boa noite, gente” podem pegar mal.

– Fale também com o público mais maduro: a maioria das marcas acha que rede social é só para o público jovem. O público de 25 a 34 anos de idade responde por 32% da base de usuários no Brasil. Os de 35 a 44 anos, por 22%, segundo a comScore.

– As redes sociais também são um ambiente de informação. Se você tem um restaurante de comida italiana, por exemplo, faça da sua página um canto para receitas de pratos italianos. Os usuários o verão como especialistas no assunto.

 

Fonte:Estadaobr

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22 nov Como monitorar a fanpage de sua empresa?

 

monitorarredesociaisO Faceboook é a nova casa de muitas empresas. Algumas até optaram pela rede social como principal meio de comunicação com seus clientes. A verdade é que a maior rede social do mundo é muito importante, mas parafraseando o prefácio do livro “Monitoramento e Métricas de Mídias Sociais” (DVS Editora), medir o retorno de investimento na rede social é algo que “ROI por dentro”.

Pensando nisso, o Adnews conversou com especialistas para saber como monitorar a fanpage na rede de Mark Zuckerberg. Quais as ferramentas disponíveis? Como utilizar a própria ferramenta do Facebook? Confira abaixo algumas dicas importantes para dar um pontapé inicial na hora de analisar a página de sua empresa.

Como começar?

Segundo Patrícia Albuquerque, sócia e diretora de conteúdo da agência Espalhe (Guarana Antarctica, Halls Brasil, Trident Brasil, entre outros clientes), antes de mensurar seu desempenho, é preciso ter claramente quais seus fins no site. “O primeiro passo é saber por que sua marca está lá, qual o objetivo da presença nessa plataforma, e quais as KPIs (Key Performance Indicators ou Indicadores Chave de Performance) e metas servirão de parâmetro para determinar se a atuação está sendo bem sucedida ou não”, explica.

Para Patrícia, existem duas métricas básicas e já tradicionais no Facebook: a base de fãs e o engajamento. Segundo a diretora, não adianta você ter muitas pessoas na página se esse grupo não interage com o conteúdo proposto. “Mas é preciso, por exemplo, saber qual o tamanho da página que faz sentido para sua marca. Se for um bem de consumo com alta penetração o número será um, se for algo do segmento de luxo, talvez seja outro”, analisa.

Mensurando impactos no próprio Insights

Existem ferramentas gratuitas e pagas. A gratuita é o Facebook Insights, uma espécie de analytics fornecido pela própria rede social. “O report do Facebook é mais completo (e crível) do que qualquer ferramenta, pois as métricas são retiradas diretamente pelo API do canal, de maneira a não disponibilizar publicamente alguns dados (tais como, as interações virais), o que acaba deixando as demais ferramentas ‘incompletas'”, lembra Gustavo Schmitz, diretor de operações da RIOT (Instituto Ayrton Senna, Nextel, entre outras). Para ele, a capacidade de mensurar impressões e alcance de um post específico, detalhamento de posts pagos, e resultados virais, “só o Insights do Facebook é capaz de disponibilizar”.

Tiago Ritter, sócio fundador e presidente da W3Haus (detentora da conta digital da Petrobras), diz que o Facebook Insights é uma boa alternativa para quem não quer gastar com ferramentas de desempenho pagas. “Os administradores das fanpages podem, por exemplo, ter acesso a informações como sexo, idade e cidade dos fãs da página, além de visualizar os posts que mais engajaram, viralizaram ou impactaram usuários da rede”, argumenta.

Utilizando outras ferramentas para monitorar as fanpages

Ritter cita algumas ferramentas para medir o comportamento de sua fanpage, mas alerta: “a forma de medição dos dados muda de acordo com os objetivos da marca ou da ação no Facebook”. Segundo o sócio da W3Haus, as ferramentas de performance mais utilizadas são o SocialBakers, Graph Monitor e Crowdbooster.

Para Giordano Damiani, Analista de Monitoramento da agência CASA (Warner Bros., Coca-Cola, entre outros) o mais interessante do SocialBakers é que você consegue algumas estatísticas de outras páginas no Facebook, podendo também analisar o mercado concorrente ou similar à marca que você está trabalhando. O SocialBakers também é citado por Schmitz, da RIOT.

Segundo Cibele Camara, do Planejamento de Mídia Online da agência Casa, é preciso estar atento aos dados para planejar as estratégias de forma mais eficaz. “Muitas fanpages, por exemplo, têm vários likes vindos de celular, o que nos indica a investir mais em campanhas para mobile. Também é possível saber quais guias da fanpage tem mais visualizações e de quais links externos vêm a maior parte das visualizações da fanpage como um todo”, relata.

A Espalhe, por exemplo, desenvolveu uma ferramenta própria que monitora a presença de mais de 600 marcas no ambiente social (Facebook, Twitter e YouTube). Intitulada indexSocial, ela mostra em tempo real o comportamento do mercado e permite a comparação com benchmarks e o estudo em diferentes cortes de tempo.

Para Diego Monteiro, cofundador do Scup – outra ferramenta de mensuração de fanpages e redes sociais que atende clientes do porte de Itaú e Bradesco – e coautor de “Monitoramento e métricas de Mídias Sociais”, é preciso tomar cuidado com as comparações. Isso pode afetar a relevância de suas postagens e deixar o responsável pela fanpage “despreocupado com o conteúdo”

Em suma, há diversas ferramentas que podem ser utilizadas pelos responsáveis pelas fanpages, a questão é que é preciso perceber quais os objetivos da marca e quanto ela está disposta a investir para monitorar suas atividades.

 

Fonte: AdNews

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22 nov Infográfico revela a “anatomia” do web designer

 

A DesignShack.net conduziu uma pesquisa junto a 500 web designers e recolheu informações importantes sobre o “perfil” do profissional. As perguntas feitas durante a entrevista revelaram dados sobre o mercado de trabalho, assim como sobre o emprego em si. Os resultados do estudo foram analisados e colocados em um infográfico intitulado: “A Anatomia do Web Designer”.

 
Algumas curiosidades
 
78% dos Web Designer são homens.
47% têm entre 25 e 34 anos.
3/4 acreditam que o mercado de vagas de trabalho será mais concorrido no ano que vem.
77% estão seguros que irão manter o seu emprego.
88% acreditam os clientes subestimam o trabalho do web designer
9/10 acreditam que a demanda por trabalhos na plataforma mobile aumentou
62% são autônomos ou freelancers
82% nunca participaram de uma concorrência não remunerada (dos quais 1/5 afirmou que NUNCA participariam)

Confira:

anatomiawebdesigner


Fonte: Adnews

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21 nov Como utilizar as mídias sociais para criar valor para os negócios

O que faz do seu negócio um negócio de ponta? De acordo com um novo relatório do IBM Institute for Business Value, pode ser o quão bem sua empresa implementa os negócios sociais.

 

No estudo “The Business of Social Business” (Os Negócios dos Negócios Sociais), do IBM Institute for Business Value, os autores James Cortada, Eric Lesser e Peter Korsten argumentam que o social não é mais para a geração abaixo dos 30 anos. Simplesmente desenvolver e pôr em ação a tecnologia não é o suficiente.

“[…] As empresas na vanguarda estão fazendo mais do que desenvolver uma presença em importantes plataformas [sociais]. Elas estão pegando suas ferramentas sociais e embutindo-as nos processos e capacidades “core” do negócio. Elas estão utilizando abordagens sociais para algo mais além de se comunicarem melhor com seus fornecedores, parceiros de negócios e, talvez, o mais importante, seus funcionários.”

O estudo da IBM com mais de 1,1 mil empresas ao redor do mundo revela que o investimento em negócios sociais está crescendo: 46% das empresas pesquisadas aumentou seu investimento nos negócios sociais em 2012 e 62% indicou que irá aumentar seus gastos nos próximos três anos.

O repentino crescimento dos negócios sociais está desafiando a cultura corporativa em algumas empresas, o que os respondentes indicam ser algo com o que estão tendo problemas: quase três-quartos relatam que não tiveram o preparo correto para as mudanças culturais necessárias.

“Executivos estão preocupados com o fato de que o negócio social representa uma forma diferente de pensar sobre os funcionários, clientes e como o trabalho é feito, como também os riscos em potencial de uma maior abertura organizacional e transparência”, diz o relatório da IBM.

Aqui estão algumas observações sobre as principais descobertas do estudo, com dicas sobre como sua empresa pode se transformar em um negócio social de sucesso.

“A pesquisa e as entrevistas esclareceram uma coisa. Organizações que estão experimentando mais sucesso nas abordagens dos negócios sociais sabem que elas têm de fazer modificações fundamentais na forma como seus funcionários trabalharam em toda a empresa”, diz o relatório.

Embutir o negócio social com sucesso em uma organização exige três etapas, de acordo com o relatório:

1. Considere como incorporar métricas sociais nos processos tradicionais.
De acordo com o relatório, apenas 20% das organizações são capazes de identificar indicadores chave de desempenho e de acompanharem o ROI dos esforços dos negócios sociais. Aquelas que não conseguem fazê-lo têm problemas com suas iniciativas sociais.

Mas quantificar resultados com base apenas em economias de custo não é suficiente, afirma o relatório. Em vez disso, os negócios devem considerar pilotar um projeto para demonstrar os benefícios acentuados e não tão acentuados da iniciativa social e compará-los com o desempenho de indivíduos que não utilizam a ferramenta social.

“Nós também ouvimos dos respondentes que o uso em potencial dos dados sociais é a forma de justificar a ROI do esforço social”, conta o relatório. “As análises podem possibilitar que as organizações integrem as fontes de dados sociais às tradicionais para tomarem decisões mais eficientes sobre os clientes. Ao examinar os dados residuais das atividades sociais, as organizações podem desenvolver valiosos conteúdos que não estavam disponíveis anteriormente”.

2. Compreenda e administre os riscos associados ao negócio social.
Respondentes da pesquisa da IBM citam várias preocupações sobre o uso das ferramentas sociais para os negócios: ataques a suas marcas, problemas legais, segurança e privacidade de dados e publicação não intencional de informações da empresa.

Cerca de metade das empresas pesquisadas diz não possuir processos eficientes para lidar com essas preocupações, enquanto quase 25% dizem ter e outros 25% têm planos a caminho.

Empresas com estratégias bem sucedidas estabeleceram políticas para os funcionários seguirem ao envolverem-se em iniciativas sociais e possuem uma estrutura de governança para administrar e monitorar o comportamento de seus negócios sociais. Além disso, cuidam dos seguintes pontos:

> Identificar exposições em potencial, envolver de forma proativa os especialistas corretos e desenvolver planos de gestão de risco.

> Tentar solucionar os problemas e compreender seu impacto na organização.

> Fazer perguntas sobre porque um comportamento é um risco e como mitiga-lo.

> Envolver especialistas funcionais antes dos problemas ocorrerem. Isso inclui profissionais das áreas de RH, Jurídica, TI, Comunicações, Finanças e Gestão de risco.

3. Estabeleça uma única mudança nos princípios tradicionais para influenciar a cultura corporativa e o desempenho.

De acordo com a pesquisa, 48% das organizações têm apoio dos diretores mas apenas 22% acredita que o nível gerencial esteja preparado para incorporar os as práticas diárias de negócios sociais.

A IBM sugere três ações para auxiliar os funcionários a compreenderem do valor das iniciativas sociais, envolver as áreas corretas e fornecer apoio apropriado e motivação:

> Faça as pessoas se envolverem utilizando as ferramentas corretas. Crie oportunidades para o uso das novas ferramentas sociais, forneça treinamento cara-a-cara, tutoria reversa e encoraje líderes a modelarem os comportamentos desejados para permitirem o uso das ferramentas sociais. Capture histórias de sucesso de uso de ferramentas sociais como wikis, blogs e vídeos.

> Aplique os conceitos tradicionais de administração de mudança para apoiar a transição. Nomeie vários campeões do negócio social ou especialistas no assunto para encorajar e acelerar a adoção, forneça instrução sobre porque isto é importante e quais as diretrizes para utilização de ferramentas de mídia social dentro e fora da organização e reconheça a utilização desejada, bem como os comportamentos desejados.

> Incorpore as abordagens sociais para apoiar a mudança. Desenvolva narrativas de usuários e cenários de possibilidades fornecidos por meio do uso de abordagens sociais, use abordagens de redes sociais para identificar e se envolver com líderes influentes, forneça apoio aos funcionários, parceiros e clientes.

“A razão pela qual mais organizações estão implementando as práticas de negócios sociais se resume a sustentar sua competitividade e lucratividade em economias nas quais os rivais, parceiros e clientes estão adotando novas formas de conduzir os negócios”, comenta o relatório. “Mais do que simplesmente utilizar as ferramentas de mídia social, entramos em um novo período de transformação fundamental na forma como o trabalho é feito em todos os níveis da empresa e por todas as fronteiras organizacionais”.

Fonte:CioUOL

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