09 jun Social Selling: 6 dicas essenciais para utilizar a técnica e crescer as vendas

Desde que foi declarada a pandemia do Coronavírus, um dos setores da economia mais afetados foi o do varejo, especialmente o varejo físico, ou seja, as lojas de rua e shoppings ao redor do mundo. Diante deste cenário, grandes varejistas e comerciantes no geral precisaram investir em novos formatos de venda e diferentes canais de atendimento para clientes.

Ainda vistas por muitos apenas como uma forma de manter a lembrança de marca junto ao público, atualizando-o sobre novidades do portfólio e conteúdos relacionados ao universo do negócio, as redes sociais consolidaram-se definitivamente durante este períodocomo um instrumento poderoso de vendas. Chamada de Social Selling, a técnica de gerar leads e vender pelas redes sociais não é exatamente novidade e vem ganhando adeptos há alguns anos, porém em tempos de distanciamento social, ganhou ainda mais relevância.

O Brasil é um dos países que mais utiliza as redes sociais para fazer negócios e não poderia ser diferente. De acordo com diversas empresas, o país figura no top 5 em número de usuários das principais redes sociais do mundo: é o segundo maior mercado do Pinterest, Instagram e WhatsApp, terceiro maior mercado para do Facebook e quarto para o LinkedIn. Também ocupa o segundo lugar no ranking de países que passam mais tempo nas redes sociais, ficando atrás somente das Filipinas, com uma média de 225 minutos de uso por dia.

“O Social Selling não significa simplesmente criar uma conta em uma rede qualquer e fazer publicações aleatórias, ou então criar um grupo de vendas no WhatsApp para ter resultados. É necessário planejar exatamente o que será divulgado e, principalmente ter objetivos claros quanto à utilização desse tipo de ferramenta. Além disso, é preciso entender em quais redes exatamente o público se encontra e qual a relação dele com esses canais, para entender melhor se ativá-lo no momento de uso dessas redes é a melhor estratégia.”, afirma Thiago Gonçalves, Diretor Geral de Operações LATAM da Pipedrive.

Abaixo, vale conferir seis dicas essenciais para dar início a uma estratégia de Social Selling bem-sucedida:

1. Onde está o consumidor?

O primeiro passo para uma estratégia efetiva de vendas nas redes sociais é investir tempo estudando quem é o cliente-foco, que tipo de conteúdo ele consome e, principalmente, qual é a mídia que mais utilizam no momento de procurar um determinado produto ou serviço.

Uma boa tática é listar as 10 últimas vendas e visitar o perfil de quem tomou a decisão na compra. Ter um CRM para ajudar a organizar a lista de clientes e prospects, os e-mails deles, redes sociais e outras informações, pode ajudar muito nesse momento.

É importante analisar com quem os compradores interagem e de quais grupos eles participam. Antes de produzir qualquer conteúdo, é imprescindível entender quais são suas principais dificuldades e como o produto ou serviço oferecido por pode ajudá-los a obterem sucesso.

2. Encaixar as redes sociais no funil de vendas

Se não há controle direto sobre algo, não é possível mudá-lo o, portanto, se ainda não há o desenho do processo de vendas, isso precisa ser feito o quanto antes. Além disso, é de extrema importância aproveitar para estudar em qual momento as redes sociais melhor se encaixam no funil, baseando-se nas informações coletadas sobre o público.

Com isso em mente, vai ficar ainda mais fácil entender que tipo de conteúdo ou anúncio deve ser feito e quando, e qual será a melhor forma de abordar o cliente.

3. Preparar o conteúdo de acordo com a audiência

É primordial que o conteúdo seja condizente com o momento em que os clientes se encontram no ciclo de vendas. Uma dica é alternar o conteúdo entre mensagens mais básicas e avançados – direcionando o conteúdo mais simples para pessoas que estão aprendendo sobre o tema e conteúdos mais aprofundados para aqueles já no processo de tomada de decisão.

4. Gerar valor antes de se vender

O Social Selling é exatamente igual ao networking: é necessário criar valor para pedir qualquer coisa em troca. Ou seja, o foco precisa sempre estar na construção da relevância de uma empresa junto à audiência para oferecer novos produtos e serviços.

5. Consistência é tudo

Depois de definido o perfil do público-alvo e a direção para o próximo passo, o momento é de definir a frequência de publicação dos conteúdos para essas pessoas. Nesta fase, é extremamente importante ser consistente, com uma linha clara de posts e conquistar a fidelidade dos consumidores. Uma boa comparação para esta etapa são os programas de TV, pois assim como eles, os clientes devem criar o hábito de acompanhar as publicações periódicas de vendas.

6. Entender o retorno

Como toda estratégia comercial, o uso do Social Selling deve ser feito com métricas para visualizar os resultados e novamente uma plataforma de CRM, como a Pipedrive, pode ajudar a visualizar se a estratégia é bem-sucedida ou não.

Definir os objetivos que a equipe de vendas deve atingir nas redes sociais é necessário para, a partir disso, traçar as métricas que serão utilizadas na análise. Muitas redes sociais oferecem atualizações mensais ou semanais dos seus resultados, e uma boa observação pode identificar alguma falha na comunicação para mudar de rota ou ter um sinal de que seu negócio está no caminho certo.

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09 jun Marketplace: 04 dicas para pequenas empresas atuarem na internet

A busca por Marketplaces e E-commerces cresce cada dia mais, principalmente depois da crise da Covid 19.

Muitas empresas buscam o mundo digital para ampliar seus negócios e se reinventarem nas vendas.

E estão no lugar certo, segundo uma pesquisa do Ebit a busca por compras aumentou entre Março e Abril de 2020, e teve uma contribuição em torno de 45% no crescimento do faturamento, impulsionados pelo aumento de pedidos.

As vendas principais giraram em torno de 04 categorias:

  • Eletrônicos
  • Casa e Decoração
  • Informática
  • Alimentos, embalados, bebidas etc

Vamos dar algumas dicas de como se destacar ainda mais no seu Marketplace ou no E-commerce aproveitando esses dados.

  1. Comunicação

Na internet, é preciso muito cuidado com a comunicação, inclusive muita atenção ao anunciar uma promoção, cadastrar um produto, e até mesmo na descrição do mesmo.

Tudo deve ser muito claro, objetivo e fácil do consumidor entender e não se confundir.

Pois, a sua reputação depende da sua venda, se algo dá errado, com certeza, esse cliente irá abrir uma reclamação, e não é nada positivo para uma empresa esse tipo de avaliação.

2. Produtos em estoque

Percebido a falta do produto, cancele imediatamente a promoção ou anúncio do mesmo, até que tenha ele novamente em estoque.

3. Atendimento 24 horas

Hoje, com a facilidade de compra pela internet, e principalmente pelo celular, o consumidor pode efetuar uma compra aonde quer que ele esteja.

Por isso é importante que sua empresa tenha um atendimento 24 horas a disposição dele, pois ele pode precisar de uma ajuda, ter uma dúvida na hora da compra, e isso pode ocorrer a qualquer hora do dia, inclusive na madrugada.

Com a variedade de lojas, e produtos, o consumidor está se tornando cada vez mais exigente, e anda mudando seus hábitos em relação a compras virtuais. As vezes por uma dúvida não atendida no momento certo, você perde uma venda.

4. Preços dos produtos

Precificar seu produto é um detalhe que requer muito cuidado, pois ao mesmo tempo que precisa pensar no seu custo, precisa também ser justo com o cliente.

Oferecer frete grátis também é uma boa opção e os clientes adoram, porém, é preciso que isso também seja vantajoso para sua empresa.

Alguns marketplaces dividem o custo de frete com o vendedor acima de um determinado preço. Mas isso precisa ser verificado diretamente com a plataforma, pois varia muito de uma pra outra as normas internas.

Espero ter ajudado  vocês a saírem na frente dos concorrentes e se tornarem autoridade no ramo do negócios de vocês!

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08 jun Marketplace de itens para bicicletas cresce 223% na pandemia

A Semexe, que funciona como um shopping de produtos usados para ciclistas, planejava fazer cortes por causa da crise causada pelo coronavírus, mas viu vendas crescerem

A Semexe, site de compra e venda de bicicletas e acessórios para ciclistas, viu seu faturamento crescer 223% entre março e maio deste ano. No mesmo período, o tráfego orgânico do site dobrou. Segundo os donos da startup, a pandemia fez os clientes buscarem seus produtos como forma de fugir do transporte público e praticar exercícios físicos de forma mais segura.

Para o cofundador da empresa Gabriel Novais, o crescimento foi uma grande surpresa. “Estávamos preparados para fazer cortes (na empresa) e passar por um período de turbulência, mas foi o contrário”, conta. A startup foi fundada em janeiro de 2019 e já soma R$ 3 milhões em vendas. Somente em maio deste ano, realizou vendas no total de R$ 535 mil – o dobro do mês de abril.

O foco da empresa são produtos usados, que representam cerca de 85% das vendas. O site, que tem R$ 27 milhões em itens cadastrados, funciona como um marketplace para ciclistas. O usuário interessado em vender algum produto (que não necessariamente precisa ser uma pessoa jurídica) preenche um cadastro e cria sua loja dentro da plataforma. A entrega é de responsabilidade do vendedor, que paga 15% de comissão sobre o valor do produto para a Semexe.

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O crescimento da empresa trouxe a necessidade de aumentar o quadro de funcionários, que hoje conta com 12 pessoas. Foto: Foto: Itamar Fasanella

Um dos itens que puxaram o crescimento da startup foi o rolo de treino. O acessório mantém a bicicleta fixa e permite que o ciclista pedale dentro de casa. O equipamento é vendido a partir de R$ 500 e é uma alternativa encontrada por quem não quer deixar de se exercitar durante o período de isolamento social.

A busca pelo rolo foi tão grande que o produto esgotou e chegou a ter mais de 70 clientes na lista de espera. Vendo o interesse dos compradores por produtos que possam ser usados dentro de casa, a empresa começou a trabalhar com o aluguel de bicicletas ergométricas. “Já alugamos algumas e a procura vem aumentando”, diz Novais.

O crescimento da empresa trouxe a necessidade de aumentar o quadro de funcionários, que hoje conta com 12 pessoas. Quatro são consultores de venda especializados no assunto, como assessores esportivos e bike fitters (profissionais que ajustam a bicicleta à pessoa). Eles ajudam os clientes na hora da compra, indicando o produto mais adequado a cada usuário.

“Percebemos que, ao mesmo tempo que estávamos com uma demanda crescente, havia experts no mercado sofrendo o impacto da crise”, diz Novais, sobre a ajuda a esses profissionais autônomos. O atendimento é feito via chat no site e, eventualmente, por meio de ligações telefônicas.

Estrutura enxuta e apoio de empresas do mercado

Antes de se aventurar no próprio negócio, Novais era diretor de esportes da Red Bull e seu sócio trabalhava como diretor do Mercado Livre. “Esporte e marketplace eram exatamente nossos ramos de atuação.” O ciclismo já fazia parte da vida dos dois, que são adeptos da mountain bike, uma bicicleta adequada a trajetos com irregularidades e obstáculos. Novais também usava o equipamento como meio de transporte para o trabalho. “A necessidade de ter um lugar feito para ciclista poder comprar ou vender foi virando uma obsessão”, conta. “Vimos que tinha um grande potencial de mercado e achamos que era a hora de arriscar”, diz.

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A empresa estava se preparando para fazer cortes, diz o cofundador Gabriel Novais.  Foto: Foto: Itamar Fasanella

Os sócios detalharam o projeto a outras pessoas da área, que apoiaram a iniciativa. Hoje, eles contam com investidores como Guilherme Bonifácio, cofundador do iFood. No início, os dois mantinham seus empregos e trabalhavam na empresa à noite. A sede é uma garagem na Vila Mariana, na zona sul de São Paulo. “Escolhemos a versão ‘old school’ de escritório para termos mais espaço e autonomia com os horários”, justifica. Como a entrega dos produtos é de responsabilidade dos vendedores cadastrados na plataforma, eles não precisam de uma estrutura física grande.

Para o futuro, o plano dos empresários é expandir a rede de consultores de venda e a parceria com lojas de bicicletas e marcas do ramo, além de oferecer serviços como mecânica, entregas e viagens. Por enquanto, a sensação de Novais é de “alívio” por ver que o negócio continua de pé e cresce em meio à crise. “Só de ver o número de pessoas que a gente ajudou a começar uma vida mais ativa ou se apaixonar pela bicicleta dá um baita orgulho.”

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01 jun Google Shopping: divulgue seu ecommerce e gere mais tráfego

Primeiramente acompanhe o passo a passo de como utilizar o Google shopping

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Existem diversas maneiras de divulgar uma loja virtual. O Google Shopping Ads é uma delas. Aliás, ele é uma plataforma tão pouco usada por anunciantes que representa somente 20% dos cliques pagos de buscas. Ou seja, você pode se destacar com muito mais facilidade por lá.

Além de representar essa grande oportunidade, o Google Shopping Ads é um excelente comparador de preços para o consumidor que ainda não decidiu qual marca é a melhor para ele. De fato, a entrada do Google nesse segmento de comparadores melhorou ainda mais a experiência do usuário.

Nesse artigo, você vai entender como funciona o Google Shopping e de que maneira você pode usá-lo para divulgar seu ecommerce. Está preparado? Então acompanhe:

  • O que é o Google Shopping Ads?
  • Como o Google Shopping funciona?
  • Como criar uma campanha no Google Shopping?
  • Dicas para criar anúncios mais otimizados.

Entenda como implementá-lo

O que é o Google Shopping Ads?

O Google Shopping exibe produtos de acordo com as palavras-chave inseridas pelo usuário na busca do Google. Ele mostra imagens de um produto ao lado do preço e da loja que o vende. Os resultados do Google Shopping podem aparecer diretamente na aba geral de busca ou ao clicar na aba “Shopping”.

Portanto, as funções executadas por ele são muito parecidas com o Buscapé e o Zoom. A diferença é que os resultados aparecem integrados às buscas do Google.

E além disso, ele possui sua própria página. Na aba Shopping, é possível digitar o nome de um produto e procurá-lo de acordo com um preço específico, uma categoria, um vendedor, dentre outras opções.


Como o Google Shopping funciona?

Primeiramente, pesquise algum produto no Google. Você verá que algumas opções aparecem logo antes dos links patrocinados. A plataforma exibe uma foto, o título do produto, o preço e o nome do anunciante.

Acima de tudo entenda como funciona esse recurso do Google

 

Ao pesquisar diretamente na página do Google Shopping, você pode refinar seus resultados e ver somente comparações de produtos, sem resultados de textos misturados.

Além disso, a busca do google exibirá seus produtos

Esses anúncios costumam ser muito eficazes, já que aparecem no topo do Google, lugar onde os usuários mais prestam atenção.

Além disso, eles já divulgam uma imagem do produto diretamente ali, evitando que o consumidor precise clicar em algum link para conseguir visualizar o produto. Isso facilita muito a jornada de compra. É por isso que os anunciantes estão tendo uma taxa de conversão 130% mais alta com os anúncios do Google Shopping.


Como criar uma campanha no Google Shopping?

Primeiramente, você precisa criar uma conta no Google Merchant. Forneça todos os dados requisitados sobre sua empresa e finalize o processo de registro. Depois, em seus objetivos, escolha Anúncios do Shopping.

google shopping criar campanha

Em seguida, configure as suas informações comerciais em Configurar o Anúncios do Shopping.


1. Crie um feed ou adicione um produto individual

adicione um produto individual
Para cada produto que você adicionar, deve inserir informações como:

  • Nome do produto;
  • Preço;
  • Imagem;
  • Descrição;
  • Categoria, entre outros.

Mas não se preocupe! Você não precisa adicionar seus produtos um de cada vez. Para economizar seu tempo, é possível criar um feed de dados. Existem três formas de criá-lo: através do Google Planilhas, do Google Excel ou de um arquivo XML disponibilizado pela sua plataforma de ecommerce.

Configurar o feed não é difícil, mas pode ser um pouco confuso. Para entender melhor o passo a passo e criar um feed da melhor maneira para você, recomendamos que você assista a esse vídeo explicativo do Google Ads.


2. Conecte sua conta do Google Adwords

Assim que você tiver todos os seus produtos inseridos e configurados, vincule sua conta do Google Adwords ao Google Merchant. Para fazer isso, siga os seguintes passos:

  1. Clique em Configurações > Contas Vinculadas;
  2. Selecione Google Ads;
  3. Em Sua Conta do Google Ads, localize o ID de cliente que você deseja vincular e clique em Vincular.

Se você não tiver uma conta no Google Ads, pode criar uma e realizar uma campanha dentro do próprio Google Merchant. Entretanto, recomendamos que você crie uma campanha de Shopping Ads na plataforma do Google Adwords.


3. Crie sua campanha

Depois que vincular suas contas, basta seguir essas instruções para criar sua campanha no Google Shopping Ads:

  1. Faça login no Google Ads;
  2. Clique em Campanhas;
  3. Selecione adicionar (+);
  4. Escolha a opção Nova Campanha;
  5. Você terá que escolher um tipo de campanha. Selecione Shopping;crie sua campanha no google shopping
  6. Escolha um dos objetivos de campanha abaixo, de acordo com suas metas:
    – Vendas (Sales);
    – Leads;
    – Tráfego do Site;
    – Criar sem objetivo. objetivos de campanha
  7. Então, defina o orçamento da sua campanha, como:
    – Lance máximo de CPC;
    – Orçamento;
    – Prioridade da campanha.orçamento google shopping
  8. Clique em Salvar e Continuar;
  9. Agora, o próximo passo é criar um grupo de anúncios. Na seção Tipo de Grupos de Anúncios, você precisará escolher como organizar sua campanha. Defina:
  • Se você vai promover seus produtos individualmente;
  • Se você vai usar o Showcase Shopping para promovê-los juntos.

Então, é só seguir um passo a passo bem auto explicativo que vai te guiar e pronto! Sua campanha está criada.

dicas para criar anúncios mais otimizados

Dicas para criar anúncios mais otimizados

Para criar anúncios do Google Shopping que sejam mais eficientes e que gerem mais tráfego, acima de tudo é importante se atentar a algumas dicas de otimização. Sim, a otimização SEO não serve apenas para os resultados orgânicos do Google, podendo beneficiar anúncios pagos.

Para que as pessoas encontrem seus anúncios e sintam-se mais tentadas a clicar neles, considere essas dicas:

  • Otimize o título do seu anúncio para no máximo 70 caracteres;
  • Do mesmo modo, otimize as descrições do seu anúncio para até 500 caracteres, usando palavras-chave que seus clientes buscam;
  • Evite o uso em excesso de linguagem promocional;
  • Escolha imagens atraentes para seus produtos, de preferência fotografias profissionais.

Além disso, existe a possibilidade de você usar a estratégia de redirecionamento no Google Shopping para maximizar seu rendimento. Quando alguém visita o seu site, o redirecionamento aciona um pixel que rastreia o usuário.

É então que você pode mostrar anúncios de outros produtos para essa mesma pessoa através de sites parceiros do Google, como o Youtube Ads. Essa estratégia vale muito a pena, especialmente se considerarmos as estatísticas de que 70% dos redirecionamentos aumentam as conversões.

Agora que você já sabe como anunciar no Google Shopping, já pode preparar sua primeira campanha! Assim, com certeza, o seu e-commerce vai se beneficiar muito com essas oportunidades que detêm menor concorrência.

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01 jun Dia dos Namorados deve ter vendas online de R$ 2,9 bilhões, alta de 18%

A despeito da crise, o comércio eletrônico deve crescer na próxima data comemorativa do varejo nacional – o Dia dos Namorados. A expectativa é de uma alta de 18% nas vendas online entre 25 de maio a 12 de junho deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), gerando um faturamento de R$ 2,96 bilhões para o setor. A entidade espera um total de 9,76 milhões de pedidos, com tíquete médio das compras de R$ 303.

Vendas online nos Dias das Mães subiram 16% em 2020
As vendas do comércio eletrônico já movimentaram R$ 3,3 bilhões no Dia das Mães, uma das datas mais importantes para o varejo, ao lado do Natal. O valor foi 16% maior do que o arrecadado no mesmo período do ano passado, segundo a associação.

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29 Maio Marketing digital forte em tempos de crise

O marketing digital reúne atividades estratégicas de comunicação que uma empresa ou pessoa utiliza por meio da internet, do celular ou outro meio digital para promover e comercializar seus produtos.

Ele utiliza desse meio para falar com seu público alvo, estar mais perto dos seus clientes e para conquistar novos clientes.

Investindo no Marketing Digital

Para uma marca entregar um bom marketing digital ela precisa criar e entregar valor ao seu público.

É preciso que ela defina um nicho, entenda as necessidades desse nicho e ofereça soluções que lhe atenda.

Em São Paulo e suas regiões metropolitanas, podemos enxergar a valorização e a procura que agências de comunicação e marketing  vêm tendo nos últimos anos.

São clientes interessados em serviços especializados na área de comunicação e marketing digital.

No mundo digital possuir um bom site e ter redes sociais atrativas da sua marca, se torna parte integrante do planejamento estratégico de marketing.

Por isso que é importante a presença da sua empresa na internet. Mas para estar presente no meio de comunicação online, é necessária uma boa gestão das suas páginas, principalmente nesse momento de crise.

Primeiramente você vai precisar elaborar um planejamento estratégico de ação que fortaleça o marketing e vendas da sua empresa

– Cadastre seu negócio no Google My Business

É uma ferramenta gratuita que o Google oferece para que você cadastre sua empresa, e que ela apareça no Google quando alguém for pesquisar exatamente o nome da sua empresa, ou que ela apareça no Google maps, se alguém olhar ali nas redondezas.

Sua empresa não precisa ter necessariamente um site para ser cadastrada no Google My Business, precisa apenas existir, ter um endereço físico e telefone para contato.

O interessante é seu negócio ter esse cadastro logo de cara para se tornar reconhecido pelo Google.

– Defina seu nicho de mercado

Aqui será definido o seu público alvo, o qual sua empresa desejar alcançar. O responsável pela gestão da sua página irá analisar e estudar o comportamento dessas pessoas.

Assim sua empresa poderá oferecer uma comunicação mais assertiva e produzir conteúdos mais direcionados para ele.

Para isso é preciso que:

  • Crie os perfis do seu negócio na internet
  • Defina uma estratégia
  • Ofereça conteúdo de boa qualidade
  • Invista em anúncios no Instagram e no Facebook

Essas são algumas estratégias de marketing digital que irão te ajudar durante e depois dessa crise que estamos vivendo.

Sua empresa já investe no marketing digital? Se ainda não, não perca mais tempo procure agora mesmo uma consultoria especializada para te ajudar!

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