30 abr Engajamento: a arte de transformar clientes em fãs

 

engajamentoclientes

A comunicação via e-mail é seguramente uma das melhores formas de se relacionar com o cliente, devido a sua agilidade, mensurabilidade e possibilidade de gerar interações quase que instantâneas. Contudo, ao conversar com empresas de diversos segmentos, que seguem as boas práticas de email marketing e trabalham bases 100% opt-in, percebemos que há uma grande variação nos resultados obtidos de aberturas, cliques e conversão ao comparar as empresas entre si. Ora, se a base é de boa qualidade, a tecnologia de envio é a mesma e o conteúdo é relevante, porque observa-se tanta diferença nos resultados obtidos?

Nós acreditamos que a principal explicação está no nível de engajamento dos clientes com a empresa. Engajamento representa o quanto o público gosta, recomenda e se envolve com uma empresa. Clientes engajados obviamente vão interagir muito mais, pois eles adoram o seu produto/serviço e estarão sempre ansiosos para receber novos conteúdos. E se eles abrirem mais e clicarem mais no seu conteúdo, naturalmente aumentará a taxa de conversão e inclusive a entregabilidade. Portanto, TODAS AS AÇÕES de email marketing devem ter este propósito: aumentar o engajamento da base.

Com base em nossa experiência e em conversas com clientes e parceiros, percebemos que lojas virtuais de nicho conseguem naturalmente criar mais engajamento do que as lojas de departamentos. É comum, por exemplo, perceber taxas de abertura maiores em quem vende produtos de ciclismo do que em quem vende informática. Talvez o público de ciclismo seja mais apaixonado por bicicletas do que o de informática por computadores. As lojas virtuais de nicho talvez estejam mais relacionadas à hobbies e isso naturalmente desperta muito interesse nas pessoas. Enfim, independente da causa, o fato é que mesmo segmentos de negócios que não possuem um alto nível natural de engajamento podem – e DEVEM – buscar um maior engajamento.

E como se aumenta o engajamento?

O primeiro passo é segmentar sua base pelo comportamento. Você precisa saber quantos % da base nunca interagiu com suas campanhas, e este número por vezes é surpreendente (frequentemente é acima de 50%). Com este grupo separado, é hora de pensar em como criar mais interesse neles pela sua empresa. Descarte começar enviando ofertas, pois eles já demonstraram que não querem só isso. Então comece analisando o seu negócio e reflita sobre o VALOR que você entrega às pessoas que compram o seu produto. Se você vende suplementos alimentares, você entrega um corpo e uma vida mais saudável. Se você vende livros, você entrega mais cultura e conhecimento. Se você vende computadores, você entrega mais tecnologia. Se você vende games, você entrega diversão. Se você vende cosméticos, está entregando beleza. Se você vende roupas, está entregando uma boa aparência.

De posse desta resposta, se coloque no lugar do cliente. Vamos supor que você vende cosméticos, portanto entrega beleza. Agora imagine: que tipo de conteúdo estas pessoas gostariam de receber? Comece a enviar para estas pessoas um email por semana apenas com dicas de beleza, apresentando a melhor forma de utilizar uma determinada maquiagem ou quais alimentos podem contruibuir para ter uma pele mais bonita. Se você vende roupas, envie emails com textos interessantes sobre moda, as novas tendências, o que deverá fazer sucesso nesta ou na próxima estação.

Com certeza ao enviar estes conteúdos uma boa parte da base irá gostar e vai interagir abrindo as mensagens. À medida que você manter estes envios constantes, a tendência é que o engajamento só aumente. Quando você perceber um bom nível de engajamento através das novas taxas de abertura e cliques, aí sim é a hora de começar a inserir nestes e-mails algumas ofertas. Naturalmente as pessoas se interessarão em comprar, pois você já deu a elas novos conhecimentos sem cobrar nada. E o ser humano, por natureza, tende a recompensar a quem lhe deu algo que gostou. A recompensa de cada cliente pode ser um novo pedido, mas mais do que isso:um novo fã da sua marca. Um fã é muito mais que um cliente, pois ele vai recomendar sua empresa para todos os amigos e não vai pensar duas vezes onde procurar quando precisar de um produto que você vende. Ele estará conectado à sua empresa de uma forma muito mais forte que antes, assim como um torcedor fanático é conectado ao seu time de futebol.

ATENÇÃO: Tão importante quanto criar engajamento, é MANTÊ-LO!

Legal, então você entregou conteúdo relevante para a parte da base que não interagia, com isso aumentou o engajamento. Mas é aí que vem outro grande erro: a maioria das empresas para de buscar engajamento. É como se concluíssem o seguinte: “Ok, estas pessoas agora gostam de nós, então vamos bombardeá-las apenas com ofertas de agora em diante”. NÃO FAÇA ISSO! As pessoas neste momento estão sim mais dispostas a comprar produtos e podem receber suas ofertas, mas AINDA QUEREM e SEMPRE VÃO QUERER receber conteúdo relevante além das ofertas. Portanto, mantenha o envio de conteúdos diferenciados também quando o engajamento estiver bom.

Aproveite e experimente enviar estes novos conteúdos também para quem já é “engajado”. Você poderá se surpreender, afinal, engajamento não tem limite! E quanto mais você conseguir engajar o público com a sua empresa, o maior beneficiado será o negócio, que terá não apenas clientes, e sim verdadeiros fãs. E eles podem representar a sustentação do seu negócio no longo prazo, pois eles compram mais e possuem o incrível poder de atrair mais fãs através de recomendações positivas. Clientes todo mundo tem. Fãs são poucos que possuem. Que tal começar agora?

Fonte:Ecommercenews

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30 abr Infografico o que precisa saber sobre o edgerank do facebook

 

De certeza que você já se questionou porque razão sua News Feed deixou de apresentar os posts de alguns de seus amigos ou páginas favoritas. Pelo mesmo motivo, apenas 16% dos seguidores de sua página do Facebook visualizam os posts que você publica. Quem é o culpado? O EdgeRank!

No seu infográfico EdgeRank 102, a PostRocket define EdgeRank como sendo o algoritmo utilizado pelo Facebook para determinar onde e quais os posts que são divulgados em cada News Feed individual. O EdgeRank é um algoritmo muito complexo e é praticamente impossível para as empresas prever o que vai acontecer com cada post que publicam.

De acordo com o infográfico, o algoritmo é composto por três variáveis:

  • Afinidade: mede a relação entre o usuário que lê a publicação e o seu criador. Quanto mais interação existir entre seu seguidor e a sua página (curtidas, partilhas, comentários) maior será o grau de afinidade.
  • Peso: diferentes tipos de posts carregam diferentes pesos. As fotos ou vídeos apresentam um maior peso, seguidos pelos links e, por fim, pelo texto simples.
  • Tempo: à medida que o tempo passa, o post perde valor, permitindo que a News Feed dos usuários se mantenha o mais atualizada possível.

 

Mas se a álgebra o assusta e se lhe parece uma perda de tempo analisar todas essas variáveis para cada post, a PostRocket sugere uma análise muito mais simples do algoritmo que lhe dará uma visão básica e geral de como os posts são apresentados nas News Feeds de seus seguidores.

O infográfico apresenta duas categorias para explicar o funcionamento do EdgeRank:

Interação Pessoal

  • Histórico de interação com o autor dos posts: quanto mais o usuário interagir com a página, maior será a probabilidade de ver outros posts desse mesmo autor.
  • Histórico de interação com o tipo de post: se o usuário interagir mais com um determinado tipo de post, haverá mais probabilidade de voltar a ver o mesmo tipo de posts.

Reação da Comunidade

  • Reações dos usuários que já viram o post: quanto maior o número que usuários que interagiram com o post, maior será a probabilidade de outros usuários verem a publicação.
  • Quantidade de reclamações ou comentários negativos: se um post tem um número elevado de comentários negativos, então é menos provável que outros usuários vejam essa publicação.

Apesar de parecer um obstáculo incontornável, é essencial que você saiba o que está na base do EdgeRank para o usar em favor de sua página. Talvez esses dados o convençam: em 2012, os usuários do Facebook passavam 40% do seu tempo na News Feed, enquanto que no ano anterior apenas lhe dedicaram 27% do seu tempo de visita ao site.

EdgeRankFacebook

Fonte:Gestaodecomunidades

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30 abr Conheça detalhes de sua audiência com o Navegg Analytics

 

Ninguém pode negar: o acesso à internet no Brasil nunca esteve tão em alta e com tantas pessoas comprando online. Então surge a segmentação de audiência pra dar uma mãozinha pra quem tem um site, blog ou loja virtual – seja para entender seu público, fazer ofertas personalizadas ou buscar novos consumidores.

O NAVEGG ANALYTICS é uma ferramenta gratuita de análise de perfil de audiência, que pode ser usada em todo o tipo de sites.

Por meio da análise do comportamento de navegação dos visitantes e dos dados coletados, são gerados relatórios completos do perfil de cada internauta. Após instalar o serviço, você terá acesso a relatórios como os mostrados abaixo. Note que são informações que ferramentas como o Google Analytics não conseguem lhe fornecer.

NaveggAnalytics

 

Relatórios Online

Seus visitantes passarão a ser analisados de acordo com diversos critérios, entre eles: gênero, faixa etária, escolaridade, classe social, estado civil, assuntos de interesse, intenção de compra e tecnologia.

Assim, você terá o perfil completo de sua audiência e poderá usar essas informações para guiar sua produção de conteúdo, descobrir se o público que você está trazendo para o seu site é aquele que você quer atingir e muito mais.

NaveggAnalytics01

 

Como se inscrever e instalar o Navegg Analytics em seu site

  1. Acesse o endereço navegganalytics.
  2. Clique no botão “Comece grátis”, no canto superior direito da tela.
  3. Preencha as informações solicitadas e clique em “Finalizar”. Em seguida você receberá um email com as instruções de implementação.

E você, já conhecia o Navegg Analytics? Quer deixar sua opinião sobre a ferramenta? Deixe um comentário!

 

Fonte:ProfissionaisTI

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26 abr Adoção de mídias sociais deve crescer nas empresas em 2013

 

Manter os sites permanentemente atualizados é um dos maiores desafios para não perder competitividade diante dos avanços das ferramentas web, diz estudo

 

 

As PMEs estão em descompasso com as novas tecnologias disponíveis hoje e preocupam-se com a atualização precária de seus websites, o que prejudica a competitividade principalmente em relação às grandes empresas. É o que revela o mais recente estudo sobre as estratégias on-line de pequenas e médias empresas norte-americanas encomendada pelo SiteApps e realizada pelo Grupo Incyte, e que entrevistou cerca de 250 pessoas selecionadas aleatoriamente entre proprietários, CEOs e altos executivos de companhias de diversos setores.

As PMEs foram definidas como instituições com dois a 250 funcionários e os dados foram ponderados para refletir com precisão o atual recenseamento de empresas de pequeno porte nos Estados Unidos.

Apesar de o estudo refletir o mercado norte-americano, o resultado pode ser perfeitamente aplicado à realidade brasileira. “A escassez de tempo, recursos e desconhecimento para as empresas de pequeno porte investirem em atualização tecnológica é semelhante em qualquer parte do mundo. Seja no Brasil ou nos Estados Unidos, as PMEs acabam por concentrar seus esforços no negócio principal, relegando a presença on-line a um segundo plano”, avalia Phillip Klien, CEO do SiteApps e sócio-fundador da Predicta e que está à frente da base de negócios da empresa no Vale do Silício, em San Francisco, Estados Unidos.

O estudo indica que a grande maioria dos líderes de pequenas empresas considera modificar, melhorar ou até refazer totalmente seus websites uma prioridade em 2013.

PMEs e as mídias sociais
Enquanto 2012 foi um ano em que as pequenas empresas continuaram a lutar para superar a defasagem na adoção das mídias sociais, 2013 promete ser o ano de crescimento nesta área. No entanto, pode ser um período de “ou vai ou racha” para muitos canais de mídias sociais entre as pequenas empresas.

-> É Facebook ou nada: 41% das PMEs acham que o Facebook é o canal de mídia social mais efetivo para atingir os clientes. No entanto, o maior subconjunto dos entrevistados (47%) escolheu “nenhum”, o que indica que as mídias sociais ainda não valem o investimento para conquistar novos consumidores e engajar atuais clientes.

-> Adoção de mídias sociais deve crescer em 2013: Mais da metade das pequenas empresas (51%) disseram que mídias sociais não fizeram parte de seus esforços de marketing on-line em 2012. No entanto, no ano atual, perto da metade (47%) das PMEs acredita que sites como Facebook e Twitter são as ferramentas mais promissoras de venda para 2013 – mais ainda do que softwares tradicionais de vendas, como Salesforce  (14%).

Marketing online
Em matéria de estratégias de marketing on-line, os websites consistem em um fator chave para os pequenos empresários: 68% dos entrevistados disseram que a página da web foi importante para o direcionamento de negócios e/ou para o fortalecimento da marca. Além disso, grande parte dos respondentes (34%) escolheria criar um site totalmente novo se recebesse um cheque em branco para uma estratégia de marketing on-line – muito mais do que os 15% que escolheram ferramentas de busca paga.

Já em relação às mídias sociais, a maioria das pequenas empresas sequer considera isso um fator relevante de seus esforços em marketing.

“Pequenas empresas sabem a importância da homepage para apresentar uma identidade no meio on-line e para atrair novos clientes, ainda que não saibam como atingir esses objetivos ou se adaptar às novas tendências tão bem quanto as grandes empresas”, afirma Klien.

“Especialmente chocante é como poucas PMEs utilizam ferramentas como o Google Analytics para medir o desempenho de seus sites – o que é como fazer um voo cego em uma tempestade. Há uma clara necessidade para as PMEs de adotar soluções de marketing on-line simplificadas e não técnicas”, acrescenta o executivo.

Conexões perdidas
Mais da metade (54%) das pequenas empresas disse estar preocupada com a velocidade com que a tecnologia pode superar sua competitividade. Com as tecnologias de sites fugindo ao controle é grande o estresse causado pelo temor de se ficar atrás de competidores melhores adaptados às novas tecnologias.

No entanto, outros resultados indicam que pequenas empresas não devem estar criando sites que tragam bons resultados. Quase sempre os sites não oferecem a informação nem a experiência que os consumidores e possíveis clientes procuram e também não apresentam recursos que possam engajar e reter os visitantes.

-> 75% das pequenas empresas não usaram ferramentas de análise (como Google Analytics) para medir o desempenho de seus sites em 2012.

-> 60% das pequenas empresas não acreditam que análises de sites gerem dados e ferramentas para efetuar mudanças que possam garantir melhores resultados. Pequenas empresas sentem que não têm recursos para avançar com ações significativas a partir de relatórios de análises – o que significa que muitas não entendem como seus sites podem atrair ou refutar clientes.

-> Um quarto das PMEs (25%) não sabe se seu site é compatível com dispositivos móveis; e menos da metade (40%) assegurou que seu site funciona no formato em celulares e tablets.

O bom, o mau e o feito
Em 2013, 66% de pequenas empresas planejam melhorar seus sites segundo a opção de design mais popular, incluindo novos conteúdos estáticos (33%), segmentação e personalização (26%), integração de feeds de redes sociais (20%) e widgets (18%).

Entre as pequenas empresas que não previram atualização dos sites este ano, quase metade (49%)  “não sente que precisa” e outras 46% afirmam que o “o site não é prioridade”para elas. Em última análise, o custo foi um fator decisivo apenas para as menores empresa, com no máximo 20 funcionários,decidirem não atualizar a tecnologia ou melhorar os sites.

-> Tempo e complacência mantêm as pequenas empresas longe de adotar novas estratégias de marketing on-line. Trinta por cento dos entrevistados disseram estar satisfeitos com as táticas atuais, enquanto 25% alegaram a falta de tempo como a principal razão para a não implantação de novas tecnologias. A falta de conhecimento técnico não é um fator relevante.

-> Em 2013, 41% das pequenas empresas planejam focar a maioria dos esforços de marketing online na melhoria do website, especialmente em relação ao design e ao conteúdo. O objetivo é criar uma experiência personalizada aos clientes (29%), bem como melhorar em mídias sociais (18%) e campanhas CPC (Custo por Clique) (12%).

-> Quando se trata de pagar sobre essas melhorias, 59% das pequenas empresas preveem gastar menos de US$ 1.000,00 em seus websites em 2013. Um contingente de 35% admite gastar entre mil e 10 mi dólares.

-> Os sites desempenham um papel vital na atração de negócios – enquanto o e-mail ainda está no topo de importância, com 37% das pequenas empresas considerando-o a plataforma mais útil para aquisição e retenção de clientes, os sites aparecem na segunda posição, na opinião de 32% dos entrevistados. Mídia impressa (16%) superou mídias sociais (7%), sites de avaliação, como Yelp (4%), e links patrocinados, como Adwords (4%).

-> 72% das PMEs disseram que menos de 25% do total de seus negócios vieram de vendas on-line, enquanto 7% não soube afirmar o quanto de negócios pode ser atribuído à web.

-> Cerca da metade (47%) das pequenas empresas dizem que o objetivo principal de seus sites é informar, fornecendo dados para ajudar clientes, em oposição às vendas (27%), à construção de marca/ branding (18%) ou engajamento de clientes (8%).

-> A maioria (55%) das PMEs acredita ter alcançado sucesso em seus objetivos de marketing on-line em 2012.

 

Fonte: ComputerWorld

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26 abr Investimento em SEO cresce 55% e amplia orçamento do marketing

 O mercado de SEO (search engine optimization) recebeu investimentos de R$ 123 milhões de empresas nacionais em 2012, segundo pesquisa da ABRADI (Associação Brasileira de Agências Digitais). O aumento de 55% em relação ao ano anterior demonstra que ter o site bem posicionado em mecanismos de busca ganha cada vez mais importância nas estratégias para aumentar vendas pela internet.

Sites na primeira, segunda e terceira posição da busca orgânica do Google recebem, respectivamente, 18%, 10% e 7% dos cliques; 75% dos internautas não chegam ao fim da primeira página e 86% deles preferem resultados orgânicos a links patrocinados, segundo a Consultoria Slingshot.

O exemplo da Rodoviariaonline é emblemático sobre o impacto que o SEO pode trazer. O site, que vende passagens de ônibus pela web, alcançou a primeira posição no Google para determinadas palavras-chave após três meses. Como resultado, a visitação aumentou em 264% e as vendas em 305%.

Conhecer os critérios utilizados pelos mecanismos de busca é o ponto de partida do SEO. As agências que se ocupam dessa atividade acompanham as evoluções dos algoritmos de busca e estão mergulhadas em fóruns de discussões virtuais para trocar experiências e criar novas teorias para uma boa colocação. Para tornar um site mais relevante para determinado tema, as técnicas de SEO prescrevem a geração de conteúdo original e atualizado, a obtenção de indicações de outros sites e mídias sociais, uma programação que pode ser facilmente indexada pelas ferramentas de busca e possuir uma URL relevante para o mercado em disputa.

Segundo Diego Ivo, da Conversion, para cada real investido em SEO, obtém-se um ROI (retorno sobre investimento) de 19 vezes. “É possível rastrearmos cada clique e mensurar qual a receita gerada. Trata-se de uma estratégia de divulgação interessante para pequenas empresas e start-ups a grandes marcas”, conclui Ivo. Um projeto nesta área é multifuncional, envolvendo profissionais de computação, marketing e comunicação e custando, em média, R$ 2 mil por mês.

Fonte: Blogmidia8

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26 abr 5 razões para investir em campanhas de mobile marketing

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Estamos em um momento de crescimento do mercado mobile no Brasil. O mais recente relatório divulgado pela Anatel mostra que já são mais de 264 milhões de acessos à telefonia móvel. Um número crescente e que movimenta o mercado de aparelhos e planos, mas que impulsiona também setores que circundam esse negócio, como é o caso da marketing mobile. 

Embora seja algo novo, já podemos falar sobre a aceitação do público brasileiro. Segundo o site do Our Mobile Planet, os estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Mato Grosso e o Distrito Federal já possuem um número de celulares maior que o número de habitantes. 70% dos brasileiros pretendem trocar de celular nos próximos seis meses e a conta mensal da telefonia móvel do brasileiro é em media R$107,00. Com isso a publicidade móvel só cresce. Segundo um estudo da eMarketer, e não por acaso, hoje no Brasil são investidos  mais de US$ 41 milhões com publicidade móvel. A prova de que isso funciona está na efetividade das ações e nos resultados, claro.
 
Mas afinal, o que levaria agências de publicidade e de marketing a investirem em campanhas de mobile marketing? Conheça cinco razões para apostar nesse modalidade de comunicação empresarial, ainda em busca de crescimento do serviço no País.
 
Hipersegmentação: A segmentação no mundo mobile é uma realidade e potencializa os resultados dos anunciantes. Hoje é possível impactar o consumidor de acordo com o perfil de consumo nas diversas plataformas móveis, desde o consumidor que possui um smartphone que acaba de ser lançado até um “feature phone” – celulares que não são smartphones, porém possui diversas funções. Com inteligência mobile sabemos quem são os consumidores, o que acessam e onde estão, com isso conseguimos impactá-los de forma assertiva e com resultado. A hipersegmentação pode ser aplicada em diferentes meios, do SMS ao uso de aplicativos. 
 
Agilidade: As campanhas mobile “off deck” – anúncios em portais que aparecem apenas quando acessados de aparelhos moveis e normalmente direcionaram o usuário para um site otimizado para o celular – seguem a agilidade das ações on line e em poucas horas o anunciante estará no ar, “conversando” diretamente com milhares de pessoas. É possível programar campanhas de advertising “Display Mobile” em portais e adnetworks de forma rápida e eficiente. Já as campanhas que necessitam de aprovação das operadoras, como por exemplo, uma ação de SMS Marketing demanda em média dois dias úteis para liberação.
 
Personalização: Mobile marketing não são mensagens publicitárias, são diálogos. O sucesso de cada campanha de mobile marketing depende da forma pessoal e individual como são tratados os públicos-alvos. Sem esquecer que os celulares são itens pessoais, sendo assim não podemos ser invasivos. A personalização é fundamental para se ter bons resultados.
 
Mensuração: Um dos maiores problemas que empresas e agências encontram ao investirem em uma nova mídia – como o mobile marketing – é de conseguir medir a efetividade das campanhas. Em mobile marketing isso já é possível, principalmente se comparado a outras mídias de marketing direto. Vamos usar como exemplo o envio de SMS. 
 
Hoje, existem ferramentas específicas que ajudam a mensurar os resultados e entregar relatórios valiosos para os clientes e anunciantes, recebendo feedbacks sobre: quando houve o acesso, onde foi realizado, em que modelo de aparelho, quantas vezes o consumidor visualizou o conteúdo, além de outras importantes informações que ajudam na análise e mensuração das campanhas.
 
Mobile não é caro: Quanto custa para o anunciante atingir o público certo na hora certa e ainda ter 97% de taxa de visualização? Quanto custa para desenvolver um aplicativo? Pois bem, esse tipo custo pode ser muito mais barato do que se imagina. Comparado-se às tradicionais mídias de marketing direto, o mobile marketing chega a custar 300% menos, e tem taxas de retorno que podem ser 3 vezes maiores que outras mídias. O desenvolvimento de aplicativos podem variar de preço, dependendo da complexibilidade, porém podemos fazer um cálculo inverso. Quanto custa para a sua empresa estar presente no dia-a-dia dos clientes / consumidores e poder se relacionar o momento que desejar? Basta fazer essa análise e irá verificar que o custo para o desenvolvimento de um aplicativo não é tão caro como se pensava.
 
Por Gustavo Luveiro, sócio e diretor de Marketing da Kanamobi e professor da São Paulo Digital School.
Fonte:Adnews
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