01 mar A importância do retargeting / remarketing

 

remarketing

É impossível falar de marketing digital voltado para e-commerce sem falarmos de retargeting ou remarketing. Retargeting que do inglês seria algo como “re-mirar”, já nos diz muito com o seu nome, basicamente estamos tentando vender um produto para alguém que já teve interesse no mesmo.

Se com uma campanha de links patrocinados já conseguimos e muito aumentar as vendas, com retargeting aumentamos ainda mais, já que além de um prévio interesse, o usuário já chegou a navegar por este produto.

Vamos a um exemplo prático, imagine que você se interesse por um smartphone e siga para uma loja de eletrônicos online, acesse o smartphone desejado mas no final não compra. Você pode não ter comprado o produto por vários motivos: preço, cor, memória, frete e etc.

Saindo da loja de eletrônicos e acessando sites diversos, os anúncios localizados nestes sites podem ser personalizados para você. Neste caso você poderia por exemplo visualizar um banner com o mesmo smartphone onde você visualizou mas não comprou, podemos ir além, dar 10% de desconto, oferecer múltiplas cores, mais memória, frete grátis e etc.

Com isso as chances de você voltar e comprar o smartphone aumentam muito.
Podemos não parar por aí, imagine que mesmo voltando lá da segunda vez você não compre o smartphone, podemos impactar você em um terceiro site com uma outra oferta, talvez mais descontos ou algum brinde por exemplo.

Se achou que aquele banner que você viu com o produto que tinha interesse era uma grande coincidência, você provavelmente estava “enganado” e pode ter sido impactado por uma campanha de retargeting.

A importância de utilizar técnicas de retargeting em suas campanhas

Abaixo temos um exemplo ilustrado de como o retargeting pode ser utilizado:

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A taxa de conversão do e-commerce brasileiro está entre 0,5% e 2%, mas utilizando técnicas de retargeting conseguimos nos comunicar com as outras 98% das pessoas que não converteram.

Alguns fazem confusão entre os termos retargeting ou remarketing, vamos resumir falando que remarketing nada mais é que a estratégia de retargeting do Google.

Para os grandes essa técnica já virou uma das favoritas em campanhas com foco em conversão, é como se tivéssemos algúem que te faz uma melhor oferta sempre que você pensar em desistir de uma compra.

 

Fonte:Ecommercenews

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28 fev O comportamento das pessoas nas mídias sociais

Infográfico mostra como os usuários de diversos países interagem com as redes sociais.

Conhecer os perfis regionais e a posturas das pessoas é muito importante para criar boas soluções em mídias sociais.

Infográfico mostra como os usuários de diversos países interagem com as redes sociais.

Por Redação Webinsider

Conhecer os perfis regionais e a posturas das pessoas é muito importante para criar boas soluções em mídias sociais.

– See more at: http://webinsider.uol.com.br/2013/02/28/o-comportamento-das-pessoas-nas-midias-sociais/?utm_source=rss&;utm_medium=rss&utm_campaign=o-comportamento-das-pessoas-nas-midias-sociais&utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter&utm_term=%23webinsider#sthash.RaG2waD0.dpuf

 

Infográfico mostra como os usuários de diversos países interagem com as redes sociais.

Por Redação Webinsider

Conhecer os perfis regionais e a posturas das pessoas é muito importante para criar boas soluções em mídias sociais.

[Webinsider]

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Infográfico mostra como os usuários de diversos países interagem com as redes sociais.

 

Por Redação Webinsider

Conhecer os perfis regionais e a posturas das pessoas é muito importante para criar boas soluções em mídias sociais.

[Webinsider]

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 Fonte: Webinsider

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27 fev Google cria login social integrado ao Plus

 

Semelhante ao Facebook, ferramenta do Google+ possibilita interação web/mobile com um clique e traz posts interativos

SÃO PAULO – Você deve estar acostumado a fazer login em sites ou aplicativos usando sua conta do Facebook ou do Twitter. Agora, vai ter mais uma opção: nesta terça-feira, 26, o Google anunciou o “Google+ sign-in”, uma ferramenta que permite que o usuário faça login em um site por meio do Google Plus, rede social da empresa. Para o lançamento, o gigante de buscas anunciou uma parceria com dez empresas que vão oferecer o novo login social.

—-
• Siga o ‘Link’ no Twitter, no Facebook, no Google+ no Tumblr e no Instagram

Atualmente, já é possível ao usuário se conectar a um site ou serviço com sua conta Google. No entanto, segundo a empresa, o login do Plus vai ser diferente, oferecendo mais ferramentas e mais interação, embora a opção antiga não vá ser desativada.

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Com o Google+ sing-in, os usuários vão poder, ao se conectar em um site na internet ou utilizar um aplicativo em seu smartphone, carregar todo o seu perfil e contatos da rede social, evitando o tradicional processo de criação de usuário, com dados e senhas  – uma ferramenta que o Facebook já oferece faz tempo. O usuário também pode habilitar a opção de verificação em duas etapas para autenticar sua conta.

Ao utilizar a ferramenta, você pode analisar e configurar a lista de permissões do Google sobre determinada aplicação, que determinará a que tipo de informação o serviço terá acesso, como os dados de sua conta e sua rede de amigos. Você pode também escolher se seu e-mail vai ser visto e se os amigos de seus círculos podem ver que você está utilizando aquele aplicativo.

Um clique. Uma novidade do login com o Google Plus é a interação entre a experiência móvel e no desktop. Segundo o Google, quando um usuário de celular ou tablet Android utilizar a ferramenta de login pelo navegador, o aplicativo vai aparecer para download no dispositivo e vai poder ser baixado com apenas um clique.

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Isso pode ser bom para desenvolvedores, pois estimula a adoção de uma aplicação em múltiplas plataformas, mas pode incomodar usuário que gostam de ter serviços diferentes em plataformas distintas.

De acordo com a empresa, a ferramenta possibilita que os usuários configurem que tipo de atualização (como músicas ouvidas, quilômetros corridos ou pontuação) vai ser publicada em seu perfil e com quem vai ser compartilhada, assim como ocorre na própria rede social Google Plus — e também no Facebook.

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Post interativos. O Google afirmou ainda que, entre as publicações de ações de um aplicativo com o login social, haverá “posts interativos” – com apenas um clique, será possível comprar, ouvir, ver e avaliar um vídeo, uma música, um serviço, entre outros.

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Lançamento. Por ora, dez empresas firmaram parcerias para oferecer o novo login social: Banjo, Beautylish, Fancy, Fitbit, Flixster, The Guardian, OpenTable, Shazam, TuneIn Radio e USA Today.

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FOTOS: Divulgação

O Google afirmou que a ferramenta será lançada globalmente nos próximos dias. Estará disponível para iOS, Android e serviços da web. A empresa declarou que o login pela conta Google não será desativado, mas que incentivará desenvolvedores a utilizar a novidade com o Plus (mais informações aqui).

A rede social do Google, com menos de dois anos, tem cerca de 350 milhões de usuários — e é a segunda maior rede social do mundo. Em 2012, o Plus cresceu 27%, ultrapassou o Twitter e agora só fica atrás do Facebook.

 

Fonte:Blog Estadão

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21 fev 8 dicas para transformar cartões de visita em networking

Confira o que você deve fazer para tornar seus contatos profissionais mais efetivos para a sua carreira, segundo Caio Arnaes, da Robert Half

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Manter uma pilha de cartões de visita na sua mesa de trabalho não é sinônimo de networking. Colecionar estes pequenos pedaços de cartolina não vai trazer benefícios para a sua carreira profissional a menos que você saiba o que fazer com eles.

“Não é só ter cartões de visita, tem que manter os contatos ativos”, diz Caio Arnaes, gerente sênior da Robert Half. Mas, como transformar estes cartões em contatos de carreira mais efetivos? Confira as dicas do especialista:

1) Foco e planejamento são essenciais
A rede de contatos profissionais deve ser criada tendo em vista o seu objetivo profissional. “O primeiro passo é construir o networking em cima do mercado em que você atua ou que deseja atuar”, diz Arnaes. Deseja subir alguns degraus na sua carreira dentro do mercado em que você já atua?

Invista nos contatos dentro deste grupo de atuação. Quer mudar de rumo na vida profissional? Aposte nos relacionamentos com as pessoas que já estão inseridas no mercado que você está de olho. “Foco resolve muita coisa”, lembra Arnaes. Por isso planeje-se antes de fazer suas conexões para que elas estejam mais alinhadas às suas metas.


2) Participe de eventos regularmente
De que adianta ir a uma reunião, trocar um monte de cartões, enfiá-los no bolso e nunca mais encontrar essas pessoas? “A gente costuma falar que quem não é visto não é lembrado”, diz Arnaes.

O especialista recomenda que os profissionais participem, com certa regularidade, de eventos do mercado em que atuam. “Vá a jantares, reuniões e mantenha contato com essas pessoas”, diz ele.


3) Lembrar para ser lembrado: crie vínculos
Conheceu uma pessoa que você considera um contato importante pra sua carreira? Tente criar um vínculo com ela. “Encaminhe uma notícia sobre o setor em que ela atua, diga que ao ler lembrou-se dela e pergunte o que ela acha da reportagem”, sugere Arnaes.

Essa pessoa vai se sentir lembrada por você e, de acordo como especialista, as chances de ela se lembrar de você – quando surgir alguma oportunidade ou algo relevante para a sua atividade profissional – aumentam. Mas, cuidado! Envie mensagens personalizadas, evite mandar um e-mail para dezenas de destinatários, porque isso não vai causar uma boa impressão.

“Há pessoas que exageram, mandam a mesma mensagem para uma lista de 70 e-mails e isso não é bem visto e causa uma imagem negativa”, diz. Nestes moldes, a possibilidade desse e-mail nem ser lido e acabar na pasta de lixo eletrônico é enorme, pense nisso, antes de clicar no botão enviar.


4) Não aposte na sua rede apenas quando precisar dela
Movimentação de mercado baseada em networking é algo que acontece muito, diz Arnaes. “Conheço vários profissionais que mudaram de posição a partir da rede de contatos”, diz ele. Mas, a regra de ouro para fazer networking do jeito certo – e assim ter uma rede capaz de ajudá-lo a atingir seus objetivos – é mantê-la ativa mesmo quando não precisa dela.

Do contrário, você pode ficar com fama de interesseiro. “Não pode deixar para fazer networking apenas quando você está de olho em novas oportunidades profissionais do mercado”, explica Arnaes. A sua agenda de telefones deve ser construída pouco a pouco, ao longo de toda a sua vida profissional. Não perca contato com ex-chefes e colegas de trabalho, procure colegas de faculdade e de pós-graduação, mande mensagens, use as redes sociais para encontrar essas pessoas.

5) Saia do mundo virtual
“Se formos montar uma escala, o melhor é encontrar pessoalmente, em segundo lugar vêm o contato telefônico e, por fim, mensagens eletrônicas”, destaca Arnaes. Redes sociais são ótimas ferramentas para encontrar as pessoas, no entanto, levar estes contatos do ambiente virtual para o real é importante. Um bate papo em um café é bem mais proveitoso do que uma simples mensagem via LinkedIn.

6) Qualidade vale mais do que quantidade
Mil conexões no LinkedIn impressionam quem visitar o seu perfil. Mas, não significam muita coisa se não passarem de conexões virtuais. É certo também que gerenciar mil contatos não é tarefa das mais simples.

“Você não vai conseguir nem trabalhar”, diz Arnaes. Uma rede mais enxuta pode ser muito mais efetiva do que mil conexões inativas no seu perfil. É claro que ninguém está dizendo para você não aceitar pedidos de conexão, mas não descuide dos contatos que fazem mais sentido para o seu atual momento profissional.

“Dentro deste grupo de mil conexões, você deve pensar com quais pessoas você deve manter um relacionamento mais próximo”, aconselha Arnaes.

7) Organize seus contatos
Encontrar um relatório no meio da bagunça de uma mesa de trabalho pode ser uma tarefa hercúlea. Achar um contato importante no meio de milhares de emails na sua caixa de entrada, dezenas de cartões de visita empilhados ou em meio a milhares de conexões no LinkedIn também.

Por isso, priorize e organize seus contatos. Crie subgrupos no LinkedIn para aqueles com os quais deseja manter um contato mais próximo. Arrume os cartões de visita de modo que aqueles que considera mais importantes fiquem mais visíveis. Crie subpastas no software de gerenciamento de emails que você utiliza.

8) Crie uma rotina
Separar um determinado período de tempo para visitar a sua rede de contatos é uma boa estratégia. “As pessoas têm a tendência de procrastinar, estabelecer uma rotina evita isso”, diz Arnaes. A frequência com que você deve parar para checar como anda a sua rede de contatos é você quem vai estabelecer.

“Vai depender da intensidade e da quantidade de contatos”, lembra Arnaes. Ao investir um tempo para esta atividade, você pode perceber que está há mais seis meses sem conversar com um ex-colega e descobrir que hoje ele está trabalhando na empresa dos seus sonhos. Que tal ligar para ele e marcar um café?

 

Fonte:VocêSA

 

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21 fev 10 melhores práticas de marketing digital no Linkedin para empresas

 

Ter uma boa presença na rede social é uma maneira diferenciada e extremamente efetiva de marcar para o seu público-alvo que você realmente é especializado em tudo o que diz ser em seus discursos comerciais

 

Nos últimos meses, volumes crescentes de empresas têm procurado as suas agências online para montar planos de presença no Linkedin, partindo do princípio de que, por ser uma rede mais “profissional”, ela inclui uma parcela mais “premium” de usuários.

Quase sempre, o argumento presente nos briefings compara o Linkedin com o Facebook, deixando claro que, enquanto a segunda é uma rede mais voltada para relacionamentos pessoais, é a primeira que deve concentrar pessoas mais propensas a fazer negócio.

Muito embora o Linkedin seja, de fato, uma rede social com foco mais profissional, isso não significa que ela substitua o Facebook em uma estratégia de relacionamento. Antes de traçar qualquer estratégia, aliás, é importante observar os seguintes dados:

  1. De acordo com estudo da M. Sense, dos 95% de usuários brasileiros que acessaram ao menos uma rede social nos últimos 30 dias, 86% acessaram o Facebook e apenas 22% o Linkedin.
  2. O mesmo estudo aponta que 72% dos usuários acessa o Facebook diariamente – número que cai para 28% no caso do Linkedin.

O que isso nos diz?
De imediato, que, muito provavelmente, o usuário que está no Linkedin é o mesmo que está no Facebook – com a diferença de que ele passa mais tempo e mais vezes ao dia na segunda (e mais popular) rede. Localizar a pessoa certa para fazer negócios, portanto, passa a ser uma tarefa mais de segmentação do que de seleção entre uma ou outra mídia.

O Linkedin é um investimento desnecessário?
De forma alguma. Muito embora seja consideravelmente mais fácil e rápido estruturar uma presença robusta no Facebook (com mídia barata e abundância de usuários e agências especializadas), um relacionamento formado a partir do Linkedin tem vantagens que podem (e devem) ser exploradas por negócios de todos os portes.

Em primeiro lugar, porque conquistar um lugar ao sol no Linkedin é resultado de um esforço maior, que envolve uma participação em grupos e threadsde discussão muito mais intensas (quantitativa e qualitativamente). O usuário reconhece isso e, por consequência, inaugura uma relação com a empresa pautada por mais confiança, credibilidade e empatia.

Em segundo lugar, porque o acesso a qualquer rede depende sempre da motivação do usuário. Enquanto redes como o Facebook, Twitter e outras podem envolver uma vasta gama de motivações, o Linkedin efetivamente gira em torno de um único propósito: enriquecer relações profissionais.

Isso posto, quais as melhores práticas e técnicas para se atuar nessa rede que tem se destacado, em parte, justamente por ser tão diferente das demais?

10 melhores práticas para o Linkedin

1) Monte uma página corporativa
Nem todas as empresas tem, mas uma página corporativa é fundamental para que se consiga “institucionalizar” a presença de uma marca nessa rede e deixar claros os seus propósitos. Em paralelo, a página da corporativa permitirá que você reúna, no mesmo ambiente, todos os funcionários da empresa – potencializando de maneira significativa o poder colaborativo de formação de marca a partir do envolvimento natural de todos.

Se uma empresa é resultado da soma de seus colaboradores, esse é o melhor ambiente para defini-la bem para todo o mundo.

2) Transforme sua página em um “hub corporativo”
A página da empresa (e do próprio perfil profissional, aliás) pode servir como uma espécie de hub de informações – uma central a partir da qual os usuários poderão ser direcionados a diferentes plataformas de acordo com as suas demandas de relacionamento. O canal de atendimento da empresa tem um endereço próprio? Deixe isso público. Há uma ambiente no Slideshare que reúna apresentações e whitepapers técnicos? Deixe isso claro. Quanto mais a página corporativa for trabalhada como uma central da empresa, mais utilidade ela terá para os seus visitantes.

3) Participe de grupos de discussão
Toda empresa é, obviamente, especializada em alguma coisa (seja um tipo de produto ou uma gama de serviços). Assim, localizar grupos que debatam um determinado tópico no qual a sua empresa é especializada e participar dele é um caminho perfeito para fazer o marketing necessário para atrair públicos mais exigentes.

Cabe um alerta aqui: discussões em grupos no Linkedin costumam ser muito mais aprofundadas do que em outras redes, o que significa que dificilmente uma agência online conseguirá desempenhar esse papel como“ghost-writer”. É a própria empresa quem deve eleger um ou mais representantes dentro de seus quadros para participar de forma ativa e construtiva.

4) Responda a usuários
Por meio das Perguntas e Respostas, muitos usuários postam questões que ficam abertas a todo e qualquer perfil. É fácil detectar quais as perguntas que mais tenham a ver com o seu negócio, respondendo-as de maneira pro-ativa. Ao fazer isso, consegue-se iniciar um relacionamento diretamente a partir de uma ajuda concreta dada diretamente ao seu público-alvo.

No mínimo, isso é certamente mais eficaz do que fazer qualquer tipo de propaganda.

5) Pergunte aos usuários
Se você quer que usuários se envolvam com a sua marca, então dê a eles ferramentas para isso. Se há um novo projeto no qual a empresa estiver trabalhando, há também a oportunidade perfeita para pedir a colaboração da sua rede, seja por meio de perguntas mais abertas ou por enquetes montadas na própria página.

6) Atualize seu status
Ter um status atualizado, da mesma forma que no Twitter ou Facebook, é essencial para que o seu perfil esteja sempre “fresco” e aparecendo para a sua base de seguidores.

Mas nunca é demais relembrar que o Linkedin é uma rede essencialmente profissional – e que deve-se postar nela apenas informações profissionalmente pertinentes. Quer compartilhar uma foto de seu filho recém nascido? Faça isso em outro lugar.

7) Mantenha o seu perfil sempre completo e “vendedor”
Quanto mais informações estiverem presentes em um perfil, mais completo ele será – e mais fácil será para outros usuários se conectarem a você. Mas atenção: isso não significa que você deva montar textos prolixos e intermináveis. Informação completa nunca deve ser entendida como sinônimo de perfis desnecessariamente longos.

8) Crie buscas salvas
No Linkedin, é possível salvar buscas com filtros que determinam exatamente o perfil de profissional que você busca como cliente. Fazendo isso, o próprio Linkedin te notificará sempre que alguém que tenha essas características entrar em sua rede estendida, permitindo uma atuação mais direta e quase cirúrgica de marketing.

Poucas empresas utilizam esse recurso, que pode ser um dos mais valiosos (e diferenciados) de toda a rede.

9) Explore os aplicativos
Como toda boa rede, o Linkedin tem aplicativos que podem ser bem úteis para todos os negócios e perfis, permitindo uma melhor definição de características e formas mais práticas de se compartilhar conhecimento. Esses aplicativos podem ser utilizados para complementar de maneira extremamente rica o seu perfil, deixando-o mais relevante para todos os usuários (e despertando mais interesse e curiosidade).

10) Seja seletivo nas suas conexões
Diferentemente do Facebook (e da maioria das redes), as conexões feitas no Linkedin são mais relevantes pela qualidade do que pela quantidade. Afinal, é como já mencionado, a contratação de agências online como“ghost writers” – algo comum em outras redes – é algo mais complicado aqui justamente pela necessidade de conhecimento especializado envolvido nas interações.

Isso significa também que você precisará dispor de tempo para responder e interagir de maneira direta com as suas conexões. E, se sair criando conexões com milhares e milhares de usuários, dificilmente conseguirá estar presente de forma efetiva para todos. A regra é simples: quanto mais selecionada a dedo for a sua rede, mais atenção você conseguirá dar a ela – e, consequentemente, maior será o seu potencial de geração de negócios.

Ou seja…
Como toda rede social, o Linkedin é um ambiente feito para se socializar, mesmo que envolvendo um estilo mais corporativo. O mais difícil em utilizá-lo é justamente entender a necessidade de se quebrar alguns paradigmas – como privilegiar a qualidade das conexões (muitas vezes em detrimento da quantidade) e participar ativamente (ao invés de contratar agências que façam isso por você).

Ainda assim, estar presente lá é uma maneira diferenciada e extremamente efetiva de marcar para o seu público-alvo que você realmente é especializado, na prática, em tudo o que você tanto diz ser em seus discursos comerciais.

E essa comprovação de saber sempre será algo muito, muito valioso.

(*) Ricardo Almeida é Diretor-Presidente do Clube de Autores, especialista em planejamento e gestão de projetos digitais


Fonte: CIO

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21 fev Veja 20 ferramentas de SEO para melhorar a audiência de seu site

Os conceitos básicos de otimização para mecanismos de pesquisa incluem construir um bom conteúdo e que seja fácil de encontrar

Os princípios do Search Engine Optimization (SEO), otimização de sites em português, incluem criar um conteúdo que os leitores vão querer vincular nas mídias sociais, blogs ou outros sites e contar com um conteúdo fácil de encontrar com palavras-chave relevantes. O mecanismo também garante que seu site não tem questões técnicas que possam impedir os motores de busca de indexar o conteúdo.

Mas como fazer isso e ainda medir o sucesso da iniciativa? Diversas ferramentas SEO podem ajudar nessa tarefa. A seguir você encontra 20 tecnologias, listadas sem nenhuma ordem particular, recomendados por três especialistas: Jill Whalen, consultora SEO da High Rankings; Nicole Munoz, CEO e fundadora da StartRankingNow; e Matt McGee, editor-chefe do Search Engine Land and Marketing Land.

Ferramentas SEO do Google

1. Google AdWords Keywords Tool

Essa ferramenta gratuita do Google é projetada para aqueles que escrevem anúncios que são executados em resultados de pesquisa do motor de busca do Google, no Gmail e em outros sites afiliados. Ela fornece informações como o volume de pesquisa nacional e internacional para uma frase determinada, mostra se a frase é competitiva e palavras-chave relacionadas.

É muito útil para qualquer desenvolvedor de conteúdo web e é uma das ferramentas que a maioria dos SEO usa. “É praticamente a única tecnologia que eu uso ou recomendo para fazer pesquisa de palavras-chave”, diz Jill.

2. Google Analytics

McGee, Nicole, Jill e muitos outros especialistas SEO dependem da ferramenta gratuita do Google de análise de site. Jill chama o Google Analytics de “a ferramenta mais importante de todas”, pois ajuda a descobrir por que um site perdeu ou ganhou tráfego. O Google Analytics permite que qualquer gerente de site veja palavras-chave usadas para atrair visitantes, reduzir a taxa de rejeição de cada página do site, e observar dados demográficos dos visitantes.

3. Google Webmaster Tools

O Google Webmaster Tools, outro conjunto de ferramentas essencial e livre, ajuda a diagnosticar erros de rastreamento de sites e executar outras tarefas para melhorar a “saúde” da página. Embora não seja particularmente difícil de usar, aqueles sem muita experiência em gestão de website podem ficar um pouco confusos.

4. Google YouTube Keyword Tool

Vídeos do YouTube podem ser altamente classificados nas buscas do Google quando estão otimizados com as palavras-chave adequadas. Nicole recomenda usar essa ferramenta para encontrar palavras-chave que ajudarão na classificação de vídeos do YouTube, nas pesquisas do Google, bem como em pesquisas do YouTube.

5. Google Suggest

Sempre que você começa a digitar uma palavra-chave na caixa de pesquisa do Google, o site sugere frases relacionadas com base no seu histórico de pesquisa, bem como termos populares que outros usuários procuraram. Uma maneira rápida de obter ideias de palavras-chave é simplesmente começar a digitar uma frase no Google para ver o que o motor de busca sugere, aconselha Nicole.

Ferramentas de terceiros

6. Screaming Frog SEO Spider

Este é um programa de desktop que envia um rastreador para um site e compila um relatório sobre as páginas que ele rastreia. Você vai ver tags, URLs, descrições meta, palavras-chave e tags H1, bem como páginas que podem ter erros 404. Jill usa o programa sempre que inicia a revisão de um site. “Isso me ajuda a ter uma sensação geral da página e visualizar problemas técnicos”, diz. O programa básico é livre e a versão licenciada, com recursos adicionais, custa cerca de 150 dólares por ano.

7. SpyFu

Nicole recomenda o SpyFu, ferramenta de pesquisa de palavras-chave que fornece informações úteis sobre palavras-chave de concorrentes. O serviço custa 79 dólares por mês.

8. Browseo

O Browseo (combinação das palavras “Brow” e “SEO”) ajuda a determinar rapidamente a estrutura de uma página, bem como sua relevância para palavras-chave específicas. É uma maneira rápida de obter uma análise útil de uma página em particular, afirma Nicole.

9. WebSite Auditor

Nicole recomenda esse software, disponível para Windows, Mac e Linux, para analisar o conteúdo do site e ajudar a otimizar cada página para uma determinada palavra-chave. Ele está disponível em versões gratuita e paga. Dependendo dos recursos, custa de 99,75 dólares a 249,75 dólares.

10. Copyscape

Essa ferramenta baseada na web pode dizer todos os lugares na internet onde é possível ter conteúdo duplicado. Nicole diz que é ela é boa para descobrir se outros sites têm copiado seu conteúdo.

11. Rex Swain’s HTTP Header Viewer

Jill usa essa ferramenta gratuita para descobrir se uma página web tem qualquer tipo de redirecionamento. “Gostamos de ver redirecionamentos 301 em vez de 302s ou qualquer outro tipo”, afirma.

12. Ahrefs Site Explorer

Digite uma URL e o Ahrefs Site Explorer vai mostrar seus backlinks ou links externos de outros sites. “Uso essa tecnologia para verificar se o site que estou revendo tem spam nos links, o que pode rebaixá-lo no ranking do Google”, assinala.

Extensões do Google Chrome

13. NoFollow

O Google Chrome (assim como o Mozilla Firefox) tem uma série de extensões livres e add-ons criados para ajudar o SEO. “Ele descreve todos os links em uma página que possuem o atributo nofollow. Mas o melhor mesmo é que aparece uma pequena janela se a página que você está vendo tem uma tag noindex”, diz Jill. “Você não acreditaria quantos sites pode encontrar a partir dessa extensão que estão inadvertidamente bloqueando todos os motores de busca”, aponta.

14. PageRank Status

Com essa extensão livre, é possível aprender rapidamente sobre uma página, incluindo seu PageRank, ranking de tráfego Alexa, backlinks e número de páginas indexadas pelos diferentes motores de busca.

15. TagAssistant

O TagAssistant revela erros de código do Google Analytics em uma página. Jill diz que essa ferramenta pode vir a calhar quando um site parece ter perdido o tráfego. “Às vezes, você verá que a página não tem o código do Google Analytics, ou ele estava incorreta.”

16. Awesome Screenshot

Jill usa esse utilitário gratuito ao realizar auditorias SEO em um site. O Awesome Screenshot permite adicionar setas, círculos e texto, facilitando a captura da imagem de uma página da e mostra visualmente onde estão os pontos de conflito. Uma vez que ela capta as imagens, cola no Evernote, juntamente com outras notas sobre problemas do site, e usa notas para compilar um relatório.

17. Quora

Quora é um site de perguntas e respostas, explica McGee. Ele afirma que a ferramenta é útil no desenvolvimento de temas do blog. “Um único tópico pode levar a várias ideias para o conteúdo do blog”, diz. “Há uma variedade de conteúdo lá. E não é um simples sistema de ‘perguntas e respostas’”, detalha.

18. InboxQ

O InboxQ é uma ferramenta online e funciona como extensão do Google Chrome e do Mozilla Firefox. Digite uma palavra-chave simples e o InboxQ vai mostrar questões que os usuários do Twitter estão perguntando sobre o assunto. Nicole usa essa ferramenta para gerar temas para blogs e outros conteúdos online.

19. WordPress.org

O Google adora e tende a recompensar novos conteúdos com maior ranking de busca. Blogar, é claro, é uma maneira fácil de criar esse conteúdo. O WordPress.org é a plataforma de blogs que muitos especialistas SEO usam porque é simples. Há também inúmeros plug-ins livres para ajudá-lo a otimizar cada post do blog, como o WordPress SEO e All in One SEO.

20. HootSuite

Uma vez que você postou no blog, é hora de publicá-lo nas mídias sociais para gerar tráfego. O HootSuite é um painel de mídia social que permite agendar e, simultaneamente, postar atualizações no Twitter, LinkedIn, Facebook, Google e outras redes sociais. O HootSuite é gratuito mas os planos pagos custam a partir de 10 dólares por mês. Alguns especialistas em SEO também recomendam o Buffer, serviço semelhante que posta mensagens no Facebook, Twitter, LinkedIn e contas App.net.

 

Fonte: Idgnow

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