23 jul 5 razões para você investir em aplicativo mobile em vez de em mobile site

Para mostrar como pode haver dúvida em relação a esse investimento, resolvi fazer dois artigos. O primeiro, este que está lendo, dando 5 razões para você seguir o caminho da criação de um aplicativo. E outro com 5 razões para você investir na criação de um mobile site.

São razões práticas e bem diretas, mas fica a cargo de cada um analisar se elas são importantes a ponto de convencê-los a ir por um ou outro caminho. Cada cenário é um cenário, não tem como ter uma receita mágica… mas disso vocês sabem né? 🙂

A escolha deve ser desenvolver um aplicativo mobile, quando você:

1. Precisa de interatividade

Está pensando em desenvolver um game? Em criar algo que requer muita interação com o usuário, muitas escolhas e alternativas? Pode parar por aqui, sua melhor escolha é um aplicativo, pois é provável que esse projeto tenha melhor performance se usar melhor o hardware do aparelho para uma melhor interatividade com o usuário.

2. Precisa de personalização

Se o seu projeto requer um bom grau de personalização, e não estou falando apenas de nome e fotinha do Facebook, seu caminho é desenvolver um aplicativo.

3. Precisa usar recursos do aparelho

Acelerômetro, câmera, luz da câmera, microfone etc. Se você pretende em seu projeto usar algum tipo de recurso desse tipo, seu caminho é desenvolver um aplicativo. Hoje já existem algumas APIs html5, mas que estão muita novas ainda pra tirar qualquer conclusão, ou contar com isso pra um projeto de sucesso ir pra rua nos dias de hoje.

4. Precisa de performance/acesso offline

Um aplicativo mobile utiliza muito melhor o hardware do smartphone e não precisa de conexão à Internet para rodar. Você não precisa abrir um browser, esperar carregar o site e acessar o que precisa, a navegação é mais fluida, e o carregamento/utilização milhares de vezes mais rápido, e você consegue estar com seu usuário em qualquer lugar.

5. Precisa de qualidade na experiência do usuário

Se você quer impressionar o usuário com uma experiência de uso bem refinada, quer focar na qualidade da interação do usuário com seu projeto, então seu caminho é definitivamente um aplicativo. Por dependerem de conexão muitas vezes, os mobile sites não permitem uma navegação tranquila e rápida, então a experiência é quebrada. Já em aplicativos, tudo está ali, fácil, de rápido acesso e com possibilidades infinitas de interação. É só ver os melhores projetos mobile no FWA pra você entender bem esse item.

Logicamente, cada ponto desse dá pra virar um artigo completo, com dicas, variáveis e exemplos. Como não dá pra analisar tudo aqui, estou à disposição pra ajudar no que for preciso… é só deixar sua sugestão/dúvida nos comentários.

Fonte: Imasters

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22 jul SEO e Semântica Web: uma nova revolução com a busca de entidades

SEO SemanticaTal como um compositor sabe que precisa de uma nota para construir uma música, um analista de SEO sabe que precisa de uma palavra-chave para posicionar uma página. É assim que os mecanismos de busca funcionam. O Google posiciona um site baseado principalmente nas palavras-chave encontradas em uma página. Claro, centenas de outros aspectos também são levados em conta na hora do Google optar por qual página posicionar em primeiro lugar. O fato é que palavra-chave e SEO são como unha e carne. Mas a evolução dos acontecimentos sugere vislumbrar um cenário que já está debaixo do nosso nariz. Até quando isso será uma verdade absoluta?

O Google se utiliza de mais de 200 fatores em seu algoritmo para posicionar uma página. Isso inclui, além das palavras-chave, links que apontam para essa página, a qualidade desses links, conteúdo, arquitetura da informação, social sharing e tantos outros. Mas as coisas estão longe de parar por aí. Um novo ponto de inflexão já está em pleno curso: a otimização de entidades.

O meu logo continua o mesmo, mas o meu crawler, quanta diferença!

Embora o logo do Google seja praticamente o mesmo desde o seu surgimento em 1998, o grande buscador já é bem diferente. E tenha certeza que daqui um ano ou dois também será bem diferente de hoje. A tela clássica dos “dez links azuis” apresenta hoje resultados otimizados para imagens, vídeos, Knowledge Graph, buscas verticais baseados em localização geográfica e muito mais. A página de busca sempre esteve lá. Logo centralizado, campo de busca, botões de pesquisa e “estou com sorte”. Por trás disso, no entanto, as mudanças são profundas, influenciando inclusive a maneira como interagimos.

O vice-presidente sênior do Google, Amit Singhal, que só tem 22 anos de Google e como especialista em mercado de busca, disse na última conferência anual de desenvolvedores que estamos caminhando para “o fim da busca como conhecemos”. Novas tecnologias estão sendo implementadas e vão levando o Google a se tornar mais parecido com um computador ativado por voz no melhor estilo Star Trek do que um “simples” site de busca.

Busca baseada em entidades

O conceito de entidade não é algo totalmente novo em SEO, mas a maneira como ela vem sendo aplicada nos obriga a entender novas formas de se pensar em SEO. Uma entidade pode ser qualquer coisa ou qualquer conceito que exista. Pode ser um produto, uma empresa, pessoas, lugares, eventos, filmes, ideias, qualquer coisa. O Google quer apresentar resultados de pesquisa que estejam relacionados com o contexto da consulta feita pelo usuário de forma a otimizar os melhores resultados para o usuário. Em outras palavras, o Google vem expandindo o que já acontece no Knowledge Graph, conectando à uma pesquisa vários atributos e resultados relacionados. Tudo isso vem sendo também integrado ao Google Plus, que se apresenta como uma grande base de entidades, pessoas, empresas, tudo conectado aos círculos entre milhões de usuários.

Para entendermos de um ponto de vista mais prático, peguemos o exemplo da célebre frase “I’m sorry, Dave”, dita por Hal 9000, o olho-câmera programado com inteligência artificial, personagem do filme “2001: Uma Odisseia no Espaço”.

Busca baseada em entidades

Fazendo uma busca pelo termo, podemos observar na imagem acima que os resultados da primeira página são o que se espera em termos de otimização onpage: palavra-chave no título, metatags e uma certa densidade de texto-âncora e palavras-chave relacionadas. Entretanto, o Google não mostra só resultados baseados em buscas por palavra-chave. Seu motor de busca está mais inteligente e considera também resultados baseados em entidades, como é o caso dos links para o site do IMDb Quotes e Wikiquote. O termo de busca não está no título, mas na otimização semântica.

O que é otimização semântica?

Otimização semântica ou SEO semântico é uma busca, uma pergunta ou uma ação que gera resultados relevantes mesmo quando os itens do resultado apresentado não contenham exatamente o termo da pesquisa. Isso significa um resultado que considera valor do conteúdo semântico, termos que tenham relação semântica.

O Google entende que se o termo de pesquisa é “humano”, então logo assume que humano é também mamífero, é feminino e masculino, é vertebrado e assim sucessivamente. Nesse sentido, a marcação de dados estruturados vem produzindo efeitos cada vez mais significantes dentro da otimização semântica. Vídeos, imagens, autoria, rich snippets para cada caso estão alterando o comportamento do usuário. A implementação de microdados ou RDFa nada mais é que adicionar marcação semântica, contribuindo para a relevância de uma determinada página e mais ainda, exercendo influência direta sobre o CTR.

Os microdados auxiliam os motores de busca a entenderem o que é mais relevante para a busca, dando as informações “mastigadas” para que o Google ofereça resultados mais relevantes e precisos. Uma busca não retorna mais somente resultados baseados na palavra-chave, mas se leva cada vez mais em consideração a semântica da página (e do site como um todo) como fator de rankeamento. A otimização semântica não só está em plena evolução como já faz parte do trabalho de SEO.

Conclusão

Sob uma nova perspectiva, o Google está expandindo sua capacidade de buscar os melhores resultados. Nos primeiros anos da era pós-Google, o buscador sempre focou em PageRank, backlinks, autoridade de página, conteúdo etc. Hoje, além desses fatores, vemos também uma importância cada vez mais significativa de marcação de dados estruturados, Schema.org, AuthorRank/AgentRank, Google+, Google Business Page e busca semântica.

Os motores de busca são cada vez mais capazes de “adivinhar” o que os usuários procuram, fornecendo os melhores resultados para eles da forma mais fácil possível. Os crawlers estão cada vez mais espertos em sua capacidade de interpretar consultas e sequência de consultas, como “qual a distância daqui para lá” ou “mostre-me fotos da minha cidade”.

Não há dúvidas de que um conteúdo de sucesso depende de palavras-chave. Keywords são cruciais para determinar a relação entre a intenção do usuário e um resultado relevante. A questão é entender que o Google está expandindo sua tecnologia baseado em localização, personalização, contexto e otimização semântica.

Fonte:Conversion

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22 jul Vamos entender a diferença entre crossmedia e transmídia #cirandablogs

Com a chegada das marcas brasileiras na internet – principalmente em mídias sociais – muito tem se falado sobre transmídia (do inglês transmedia), um conceito muito utilizado para explicar ações que são desenvolvidas utilizando diferentes plataformas – ou mídias – simultaneamente.

Ambos os termos parecem ter chegado no Brasil por volta de 2011, inclusive os gráficos do Google Trends mostram isso. Naquela época chegamos a fazer uma entrevista sobre o assunto com Bruno Scartozzoni, uma das referências sobre transmídia e storytelling no Brasil. Trazemos esta discussão novamente à pauta porque está semana o Cirande de Blogs será sobre “transmídia”.

Durante a entrevista, Bruno fez questão de deixar claro a discussão que trazemos aqui agora: a diferença entre crossmedia e transmídia. Apesar de transmídia ser o termo mais popular, é comum ver pessoas utilizando o termo “crossmedia” no lugar de transmídia e vice-versa.

Crossmedia  vem do inglês e significa “cruzar” – ou “atravessar” – a mídia, ou seja, levar o conteúdo além de um meio apenas. O termo em si não é muito comum, mas a utilização desta técnica é. O conteúdo (a mensagem) é distribuído através de diferentes mídias (o meio) para atingir o público (o receptor), mas tudo isso acontece sem que a mensagem tenha qualquer alteração de um meio para o outro. O sentido básico deste termo é que uma pessoa possa acessar o mesmo conteúdo por diferentes meios.

Já o transmedia, que também vem do inglês, significa “além da” mídia, ou seja, o conteúdo sobressai a mídia. Na prática, significa que o diferentes mídias (os meios) irão transmitir diferentes conteúdos (as mensagens) para o público (o receptor), mas de forma que os diferentes meios se complementem. Se o receptor utilizar apenas um dos meios, vai ter apenas a mensagem parcial.

transmidia transmedia crossmedia crossmidia Vamos entender a diferença entre crossmedia e transmídia #cirandablogs
Nesta imagem podemos ver como os diferentes meios se complementam, caracterizando o conceito de transmídia.

Podemos entender na prática o que significa cada um destes termos os aplicando em um contexto mais próximo a nós, um jogo de futebol:

Transmídia

  • O jogo é transmitido na TV, no rádio e na internet;
  • Na TV o jogo é transmitido ao vivo com narração do comentarista;
  • No rádio são transmitidos os bastidores do jogo, como entrevista com torcedores, ex-jogadores, etc;
  • Na internet a pessoa pode conferir todas as substituições, cartões, gols, ver replays, histórico de partidas de ambos os times, etc
  • Resumo: Os meios, juntos, fortalecem uns aos outros e complementam a sua mensagem

Crossmedia

  • O jogo é transmitido na TV, no rádio e na internet;
  • Na TV o jogo é transmitido ao vivo com narração do comentarista;
  • No rádio o jogo é transmitido ao vivo com narração do comentarista;
  • Na internet o jogo é transmitido ao vivo com narração do comentarista;
  • Resumo: Os meios, juntos, levam o conteúdo ao máximo de pessoas;

De uma forma geral, acredito que até podemos dizer que uma ação transmídia segue características do que seria o crossmedia, mas se diferencia deste ao usar cada meio para um objetivo diferente.

Fonte:Midiatismo

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22 jul 5 passos para elaborar uma estratégia nas redes sociais e otimizar o ROI

As decisões de compra se tornaram cada vez mais influenciadas pelo que se diz nas redes sociais, de modo que o papel das recomendações por parte dos nossos «amigos» é muitas vezes determinante para a escolha de um produto em detrimento de outro.

Com as redes sociais, a relação consumidor-marca deixou de ser uma experiência passiva, passando a ser não só ativa, mas também compartilhada e muito mais democrática. As decisões de compra se tornaram cada vez mais influenciadas pelo que «se diz» nas redes sociais, de modo que o papel das recomendações por parte dos nossos «amigos» é muitas vezes determinante para a escolha de um produto em detrimento de outro. 

Sob o ponto de vista empresarial…

Na perspectiva empresarial, as redes sociais apresentam um desafio e uma oportunidade. Todos os dias nos deparamos com estórias de sucesso de grandes e pequenas empresas que já incorporaram as redes sociais como parte da sua estratégia de marketing. E nos perguntamos como estas marcas chegaram aí? Como conseguiram criar buzz e influenciar positivamente aos seus consumidores? Foi simplesmente abrindo uma página no Facebook? 

O caminho não é assim tão simples, e as redes sociais não são somente para “fazer amigos”. Criar uma conta no Facebook ou no Twitter, sem uma estratégia definida e sem objetivos estabelecidos gera desaproveitamento de recursos e pode revelar-se um erro fatal. Portanto, as empresas têm sempre que ponderar quais os seus objetivos estratégicos, os recursos disponíveis, e a sua missão. 

Então por onde começar se uma empresa decide avançar com a sua estratégia de marketing nas redes sociais?

A estratégia em cinco passos para um resultado “bem-me-quer”

As marcas buscam sempre encantar ao seu público alvo, e pretendem ser desejadas, escolhidas e não preteridas e rejeitadas. Então, como no ritual dos namorados com as margaridas, onde o bem-me-quer, mal-me-quer revela um resultado desejado ou não, a estratégia consiste em cinco fases e é construída passo a passo, ou, para acrescentar um toque de storytelling, pétala a pétala.

bem-me-quer

1.Tudo começa com: Ouvir – O primeiro passo é escutar e aprender, conhecer a própria organização e o que ela oferece, o seu público-alvo, as diferentes redes sociais que frequenta e também como a concorrência está atuando.

2.Identificando os objetivos:Definir – Os objetivos devem ser claramente delineados e estar alinhados com os objetivos do negócio. É fundamental que sejam também mensuráveis e realistas para que seja possível realizar uma posterior análise do ROI e justificar o investimento.

3.Encontrando a mensagem adequada:Posicionar – É a etapa em que se realiza uma segmentação do mercado. Além de dados demográficos e de interesse, cada rede social pode ser sincronizada com as diferentes fases do processo de compra do consumidor (consumerjourney) e, portanto cada uma requer um call-to-action específico. 

4.Colocando a mão na massa:Implementar – Nesta fase o verbo é “ação”o objetivo principal é criarengagement, ou seja, interação, despertar emoções e amplificar o diálogo gerado. Aqui, o tom, a linguagem e a planificação de conteúdosmerecem uma atenção especial.

5.Retorno sob o investimento:Analisar – Neste último passo é necessário realizar uma constante monitorização, uma análise abrangente e precisa dos resultados, e a integração dos mesmos na estratégia global do negócio.

Estes passos não se esgotam em si, as redes sociais são um terreno ainda novo eeste processo é altamente dinâmico. Por isso o esquema é circular e não deve ser estático nem sequencial, o recomendável é que exista flexibilidade e a capacidade de nunca fechar o ciclo, de realizar os cinco passos em uma constante adaptação.

Fonte:Administradores

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22 jul O índice de interações com objetos em mídias sociais

Algum tempo atrás, depois de observar as dinâmicas dos relacionamentos que envolvem as mídias sociais, resolvi criar uma escala que visa facilitar o entendimento sobre as formas de interação em relação a um objeto social. Esse índice se divide em 3 níveis, que são classificados de acordo com o grau de comprometimento cognitivo que sofre cada tipo de ação. Estou republicando hoje com algumas atualizações.

Nível 1 – Interação Não Processada

O nível 1 da minha escala envolve interações com baixo grau de comprometimento cognitivo por parte dos usuários. São aquelas interações que não requerem envolvimento significativo, não cobram qualquer tipo de raciocínio, criatividade ou habilidade para resolução de problemas.

Esse nível de interação obtém um maior grau de adesão por parte dos visitantes, pois exige um grau mínimo de assimilação das ferramentas, assim como das informações apresentadas, não sendo necessário converter uma experiência em torno de determinado objeto social em uma opinião, pensamento ou algo mais complexo.

As interações de baixo grau cognitivo, muitas vezes, são o primeiro passo para tornar um objeto social.  Quem não se lembra do antigo sistema de classificações do Youtube?

Este sistema exigia pouco esforço cognitivo dos usuários e apresentava cinco opções de classificação. Ele foi substituído por um sistema ainda mais simples, que oferece apenas duas opções e exige ainda menos dos visitantes. Para utilizá-lo não é necessário nenhum tipo de comprometimento mental, bastando um clique do mouse para interagir com o objeto social.

sistema like youtube

O objeto social em questão são os vídeos do Youtube, e esse tipo de interação é o termômetro que revela a popularidade dos mesmos. Isso oferece uma forma fácil e rápida para os usuários exporem sua percepção em relação a determinado objeto, sem se comprometer de forma mais aprofundada com o conteúdo ou a ferramenta em questão.

Essas interações podem ser adotadas em todos os tipos de sites, nos mais variados ramos de atividade. O Google Play, por exemplo, usa o sistema de ratings em torno de seu objeto social, que são os apps, filmes e livros.

A maioria das pessoas se baseiam nessas recomendações para baixar ou comprar alguma coisa na loja.

google play

Aqui no blog, eu utilizo o botão “curtir” do Facebook e demais “shares”para o nível 1 de interação, que como vantagem se converte também em uma fonte de tráfego.

Nível 2 – Interação Processada

As interações processadas, em relação ao nível 1, exigem um grau maior de cognição. Elas requerem a conversão de informação em opinião ou pensamento, e em alguns casos, um maior grau de intimidade com a ferramenta ou assunto. Isso demanda um maior esforço do usuário, e o leva obrigatoriamente a desenvolver um raciocínio.

As interações processadas são inerentes a um maior grau de comprometimento. Eu e grande parte dos usuários que navega na rede, fazemos uso, na maioria das vezes, do nível 1 para interagir com determinado objeto social, pois são poucas as ocasiões que estamos comprometidos ao ponto de expressarmos uma ideia ou opinião sobre alguma coisa, ou nos darmos ao trabalho de se cadastrar na ferramenta, etc.

Esse tipo de interação, basicamente é feita através de textos, como comentários em blogs, portais de notícias, sites de compartilhamento de vídeos e fotos – tudo girando em torno de um objeto social, que pode ser um post, uma notícia, um vídeo, uma foto, etc.

Nível 3 – Geração de Conteúdo

A geração de conteúdo exige um elevado grau de comprometimento por parte dos usuários e na maioria das vezes está vinculada a uma recompensa psicológica ou material.

A Coca-Cola, por exemplo, criou uma ação que chamava os usuários a criar suas próprias latas de refrigerante e enviar fotografias ou artes.

Este caso exigia um alto grau de envolvimento por parte dos usuários, que tinham de lidar com regulamentos, usar a criatividade para criar e saber como fazer uso da nova ferramenta para enviar o material.

Um grau de comprometimento desse nível, dificilmente seria possível sem algum tipo de recompensa. Nesse caso, pode-se dizer que houve tanto recompensa psicológica, que era ter a latinha escolhida como uma das ganhadoras do concurso e exposta para milhares de pessoas no site – como material – no fim da promoção 1.000 ganhadores tiveram uma caixa com 6 latinhas de Coca-Cola entregues em suas portas tendo os seus próprios desenhos estampados nelas.

Fonte:MidiasSociais

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22 jul Os benefícios das redes sociais corporativas para franquias

 E-book gratuito destaca o passo a passo para a implantação da ferramenta nas organizações, a fim de criar unidade interna, integração e conhecimento compartilhado.

social_base_franquiasO setor de franquias no Brasil cresceu 16,2% em 2012 e atingiu o faturamento total de R$ 103 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF). A distribuição geográfica das mais de 2.426 redes em todos os Estados brasileiros, contudo, ainda é um desafios para as marcas. Uma das soluções que tem ganhado espaço neste setor para superar esse desafio é a adoção de redes sociais corporativas. Os benefícios dessa solução e seu processo de implantação em franquias estão disponíveis no white paper Redes Sociais Corporativas para Franquias.É perceptível a dificuldade em se criar e manter uma unidade interna, mas as redes sociais corporativas funcionam bem como ferramentas de integração e comunicação, e já é comum que franqueadores invistam em comunicação interna e ferramentas de endomarketing para aprimorar a gestão sobre os negócios e potencializar o crescimento de seus franqueados.Com o objetivo de orientar empresários de franquias a implantar uma rede social corporativa neste tipo de organização e apresentar seus benefícios, a SocialBase produziu o white paper “Redes Sociais Corporativas para Franquias”.Esses sistemas podem ser usados para facilitar o diálogo entre franqueador e franqueados, entre os próprios franqueados e dentro das unidades franqueadas. As redes sociais internas geram colaboração, amenizam a distância geográfica existente entre as unidades, incentivam a comunicação interna e podem estimular a produção de ideias inovadoras.

White paper

O e-book foi desenvolvido para ajudar a criar soluções de engajamento entre todos os membros da cadeia produtivas das franquias e responde questões como:

  • Como funciona o sistema de franquias empresarial?
  • Quais são as características comuns das redes de franquias.
  • Como implantar uma rede social corporativa em minha franquia?

Além de trazer detalhes do processo e de como os benefícios atingem todos os franqueados.O material educativo, que pode ser baixado gratuitamente, mostra os benefícios das redes sociais corporativas para franquias e também contém um guia completo para implantar uma ferramenta do gênero em uma franquia de qualquer porte. Baixe aqui.

 

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