02 jul Ferramenta de Gerenciamento do Google+

 

Google+

 

Olá pessoal,

Desde o lançamento do Google+, fiquei imaginando que a sua adesão, por parte de empresas e grandes grupos de pessoas, seria dado no momento em que tivéssemos ferramentas para gerenciar e postar na rede social.

Pois bem, o tempo passou, vimos diversos movimentos da plataforma social, recebendo melhorias em termos visuais ou de novas funcionalidades, mas nada sobre uma API ou ferramentas no ramo. Isto até a última semana.

Na última semana, em conversa com os nossos parceiros da Allin1Social, fui informado de que os mesmos estavam liberando para alguns usuários o módulo de gerenciamento do Google+ pois haviam integrado a plataforma com a API do Google+. Fiquei muito feliz e já parti para o teste.

Gerenciamento do Google+

Para começar a utilizar o gerenciamento é simples, acesse a página da Allin1Social e clique no botão de “Login”. Faça o seu cadastro com a sua conta do Facebook e depois envie um email para inquiry@allin1social.com, em português mesmo, dizendo que você gostaria de gerenciar suas páginas no Google+.

Com isto, o pessoal da Allin1Social irá liberar até 3 páginas do Google+ para gerenciamento através da ferramenta.

Algumas Telas

Aqui na Mestre, fazemos a gestão da nossa página no Google+ através da ferramenta e a interação é bem fácil:

Google+ - Gerenciamento

Podemos ainda agendar posts (ufa! finalmente!) para anunciar novidades ou alinhar com o lançamento de algum post (este que você está lendo por exemplo):
Publicação no Google+

Minha recomendação é que você aproveite agora mesmo e teste a ferramenta. Ela vai economizar um bom tempo do seu dia!

Um abraço e até a próxima!


Fonte:Agência Mestre

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28 jun Inbound Marketing decolando

Em tempos de TI, novas ferramentas, novas formas de fazer negócio, inúmeras opções de atrair clientes, o sentimento é de constante desatualização. E, ao mesmo tempo, frustração por termos tantas opções e tão poucas certezas do que vingará ou não. Mas, se nos apegarmos à essência dos conceitos, as chances aumentam.

O Gartner, faz algum tempo, desenvolveu a Hype Cycle. Trata-se de uma curva prima-irmã da que indica o Ciclo de Vida de Adoção de Tecnologia (TALC), esta sim bastante conhecida e tema do livro “Crossing the Chasm” de Geoffrey Moore, mesmo autor de “Dentro do Furacão”.

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O conceito de ambas as curvas é bastante simples. Aliás, vivemos isso todos os dias. Simplificando, o gráfico do Hype Cycle apresenta a ideia das tecnologias que vieram para ficar e as que são apenas “fogo de palha” ou “modinha”, e que não tem nada a oferecer de real valor. Os mais puristas desejarão jogar pedras em mim, pois estou misturando as estações. Estas curvas originalmente dedicam-se à adoção de tecnologias – no entanto, elas têm sido frequentemente utilizadas para acompanhar conceitos e estratégias, como é o caso do Inbound, assim como Social Media, Cloud Computing entre outros termos amplos. Claro, ao final das contas, todos acabam refletindo na adoção de uma ou outra tecnologia.

Antes tarde, do que mais tarde: “inbound marketing” significa toda e qualquer ação que tenha por objetivo atrair, com base em conteúdo não intrusivo, indivíduos interessados no que você tem a oferecer, mesmo que seja apenas um simples post em seu blog. Mas, daí inicia-se o relacionamento. Como conteúdo, digo: white papers, post, estatísticas, infográficos,  newsletters informativas, eBooks gratuitos, SEO, vídeos, podcasts – todos usando como meio propulsor principal, a mídia social. Apenas para fechar o contexto, “outbound marketing” contempla todas as demais ações pagas, tais como TV, anúncios em revistas, banners e etc – geralmente intrusivas, para obter a atenção do cliente/prospect.

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Concordo que o nome pode ser mais um hype, no entanto, o conceito é antigo. Trata-se de relacionamento, de relevância, de propósitos alinhados junto ao prospect/cliente. E, como quase tudo o que é bom, é difícil de fazer. O “inbound marketing” exige suor para detectar os reais interesses do seu público, desenvolver os canais em que o contato ocorra naturalmente e, sobretudo, trabalho árduo para desenvolver os conteúdos que sejam realmente relevantes e atraentes.

Conceitualmente a idealização de uma estratégia de conteúdo não demanda grandes estudos, uma vez que é uma ferramenta do plano geral de marketing/comunicação da empresa. O desafio está na operação diária de geração e distribuição deste conteúdo, uma vez que o público alvo deve ter à disposição um conteúdo específico, por meio de um canal determinado que esteja alinhado com o seu grau de amadurecimento no relacionamento junto à empresa.

Por exemplo, um profissional que queira entender melhor o que é Automação de Marketing pode ter um ótimo início de contato com a empresa ao acessar, via sistema de busca, um eBook “O que é Automação de Marketing” cujo conteúdo seja completo, ilustrativo e esclarecedor, sem ser maçante. Já um executivo que esteja em processo de definição de solução, deve ter acesso via newsletter a um white paper tal como “Crie uma RFP para Automação de Marketing” ou “Veja quais as diferenças entre as principais empresas do mercado.”

O marketing tem evoluído muito nos últimos anos no que tange a métricas e controle. O termo KPI (key Performance Indicator) já não é novidade para os marqueteiros de plantão. E, melhor, o executivo de marketing já acompanha seu dashboard diariamente com índices e tendências. Já que estamos neste tema, vamos a alguns indicadores e métricas relevantes para quem deseja atuar com Inbound Marketing. Basicamente dividimos estas métricas em 4 blocos:

  • Métricas de consumo de conteúdo: pageviews, videoviews, documento views e downloads;
  • Compartilhamento e engajamento: likes, shares, tweets, RTs, Forwads;
  • Geração de Leads (oportunidades): preenchimento de formulários, inscrições de newsletter, inscrições de RSS, comentários em blog, taxa de conversão;
  • Vendas: que são as métricas mais conhecidas de todos.

Como vimos, as ações de marketing não estão nada triviais. E a demanda por “real time marketing” está cada vez mais iminente. Portanto, definir os processos e automatizar o máximo possível será uma questão que definirá se a empresa acompanhará o ritmo ou não do mercado.

Fonte:Imasters

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27 jun Chegou a hora de reinventar o banner?

Há algum tempo se discute a relevância dos banners na comunicação efetiva com o internauta. Um estudo da Adobe, na Europa, Ásia-Pacífico e Estados Unidos, mostra que 49% dos consumidores e 36% dos profissionais de marketing afirmam que anúncios em banners não funcionam.

A informação é do estudo Click Here: The State of Online Advertising, divulgado pela Adobe Systems. Para David C. Edelman, um dos líderes mundiais de marketing digital e prática de vendas da McKinsey & Company, o formato de banners que ainda se prática em alguns sites é “intrusivo e manipulador, chama a atenção de maneira exagerada e usa informações capturadas clandestinamente”, diz.

Entretanto, o especialista também comentou que existe muito conteúdo de marketing online que fomenta a interação do cliente. Segundo ele, a era da criatividade que explora as ferramentas que realmente funcionam está apenas começando.

Alguns veículos já sacaram a necessidade de incrementar cada vez mais os formatos de banners, principalmente utilizando criatividade e interação para gerar real engajamento e, de fato, produzir resultados eficientes.  

O site do The New York Times é um bom exemplo de como pode ser possível reinventar a ferramenta e fugir do lugar comum. Pensando nisso, o veículo  criou o Ideas Lab. É neste local que criativos que trabalham para o periódico pensam, durante horas, em novas maneiras de entreter o leitor e agradar os anunciantes. É no Ideas Lab que o jornal tem colaborado na criação e desenvolvimento de propagandas para seus anunciantes. É lá que o formato banner renasce.

Recentemente o veículo criou um banner que pode ser um case nesse aspecto.  Tratava-se de um anúncio interativo, onde os leitores eram habilitados a “apagar” uma pintura de Picasso para revelar o que estava por baixo da imagem. O resultado foi excelente, pois aumentou o tempo de permanência do leitor e passou a mensagem do anunciante com entretenimento.

É sinal de que o leitor, e potencial consumidor, quer mais do que mensagens, mas também novas experiências, mesmo em formatos mais complexos como o banner.

Confira outros cinco cases interessantes criados pelo site:

1 – NYT Vira jornal russo

Para lançar a série “The Americans”, do canal FX, trama que trata de espiões russos, o site se transformou num periódico russo.

Veja a demonstração.

2 – Anúncio mostra a sujeira da roupa limpa

E se o mouse pudesse revelar a sujeira de sua roupa limpa? Foi o que aconteceu nesta ação para o produto de limpeza Wisk.

Veja a demonstração.

3 – Anúncio múltiplo contra a Aids

A Chevron queria demonstrar sua luta contra a Aids e o New York Times ajudou criando este anúncio múltipo com diversas opções.

Veja a demonstração.

4 – Jamie Foxx invade a notícia

Este anúncio, feito para promover um concurso da Canon, fazia o ator Jamie Foxx sair da propaganda e invadir as notícias.

Veja a demonstração.

5 – Fugitivo na Home Page do jornal

O canal A&E queria lançar a série The Fugitive Chronicles e, para isso, desenvolveu este anúncio em que o fugitivo foge por meio das notícias.

Veja a demonstração.

Fonte: Adnews

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25 jun Google Trends: A origem das mudanças em SEO

As modificações na SERP (página de resultados de mecanismos de busca) são feitas pelo Google a partir das informações analisadas do Google Trends, análise de comportamento dos usuários na SERP e de estudos. Ocorrem para melhorar a experiência de navegação dos usuários, oferecendo informações relevantes e básicas aos usuários.

Observamos que ao longo do tempo houve muitas atualizações da SERP relacionadas às palavras mais pesquisadas no Google. Em artigos anteriores, falamos sobre rich snippets, knowledge graph, google imagens, entre outros tipos de informações que foram modificadas pelo mecanismo de busca.

Com estes métodos, o Google facilitou a divulgação das informações, permitindo que os usuários não saíssem da própria SERP, pois algumas informações relevantes básicas já ficam à mostra na lateral ou no topo da página de busca. Como podemos nos exemplos abaixo:

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SEO: o que muda

Quando há modificações na SERP, primeiramente, devemos entender por que o Google fez essa alteração e como ela afeta o trabalho de SEO, para depois pensar sobre as oportunidades e desafios do momento com o objetivo de ganhar posições, visitantes e consequentemente conversões ao site.

Bom, nós profissionais de SEO percebemos que tais modificações na SERP afetam nosso trabalho pois elas impactam diretamente na quantidade de visitante do seu site.

As pessoas podem ficar satisfeitas somente com as informações fornecidas na página de busca, assim, não clicam nos links para os sites. Consequentemente, diminui a quantidade de visitantes e de conversões orgânicas vindas de uma palavra com SERP modificada, porém, apesar da queda no número de visitantes, nesse tráfego há uma maior possibilidade de gerar conversões, pois eles querem informações mais aprofundadas e estão mais interessados sobre a pesquisa.

Essas palavras com SERPs modificadas que exibem a previsão do tempo, os voos, etc impactam em sites de nicho, e mesmo para essas empresas de nicho e portais de notícias há várias outras oportunidades de SEO. Para e-commerce e sites institucionais há também muitas modificações na SERP que podem ser usadas a favor e para se diferenciar da concorrências como o Rich Snippet product, review, address, author, entre outros. Isso para não mencionar as palavras-chave de long tail que são um mar de oportunidades.

Quais são as intenções do Google na modificação da SERP?

A empresa criou estes atalhos de informações para satisfazer os usuários, melhorando a interação destas pessoas com o buscador, porém, existe um grande interesse para o próprio Google, manter estes usuários por mais tempo dentro da SERP, e utilizarem mais serviços e produtos do Google (ex. Youtube, Gmail, etc) e também para obter mais cliques em anúncios, gerando mais receitas para a companhia.

Como muitos sabem, a Google é considerado a maior empresa de anúncios do mundo, uma das maiores receitas são obtidas pelas vendas de anúncios através do Adwords, a empresa gera receita através do pagamento por cliques nestes anúncios.

A Google disputa a os cliques dos usuários com sites que anunciam através de banners (por exemplo os portais ou redes sociais), e para obter uma maior participação do mercado a Google precisa manter os usuários dentro dos seus sites (buscador, YouTube, Gmail, Google Maps, etc) para que tenha maior possibilidade de interação com esses anúncios.

Google Trends é a base para criar estes serviços

Para facilitar a resposta desta pergunta, podemos utilizar um exemplo.

O Google Trends, um dos produtos da empresa, tem como funcionalidade oferecer a previsão de tendências de termos de pesquisas através de estatísticas obtidas pelo próprio mecanismo de busca. A empresa utiliza este serviço para realizar as modificações na SERP, como podemos observar no exemplo da Nascar.

Observamos através do Google Trends que a Nascar esta em segundo lugar nas principais pesquisas do momento nos Estados Unidos.

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Outra ferramenta utilizada é o gráfico de estimativa de tráfego que o próprio Trends oferece, neste gráfico podemos observar a variação da estimativa de tráfego que a palavra-chave recebeu ao longo do tempo, e também mostra a estimativa da tendência futura em relação ao termo pesquisado.

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Na criação de conteúdo para o “gráfico de conhecimento” eles não chutam o que colocar, eles possuem uma ferramenta de palavras-chave correlacionadas com o termo pesquisado, no caso “Nascar” possui muitas palavras correlacionadas, tais como: nome dos competidores, canais de tv que passam a corrida, nome dos torneios, tabela e cronograma, etc.

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Estas ferramentas auxiliam o Google na criação de conteúdo e modificação da SERP, mostrando a relevância de assuntos da população americana, e a oportunidade para criar algo (knowledge graph) com o intuito de manter os leitores no próprio site de busca através da divulgação dessas informações básicas e relevantes. E que, os leitores somente sairão da SERP caso queiram ler mais profundamente sobre o assunto pesquisado. Observamos agora o que aparece na SERP ao buscarmos a palavra-chave “Nascar” no Google americano.

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Ao pesquisarmos “Nascar” no Google americano, ele fornece os knowledge graph e rich snippet, como podemos observar, ele mostra os três diferentes torneios (Sprint Cup Series, Nationwide Series e Camping World Truck Series) com a tabela de ranking dos nomes do competidores, vamos dar maior relevância em Jimmie Johnson, Dale Earnhardt e Kevin Harvick que tiveram grande correlação com o termo pesquisado no Google Trends e estão bem colocados no torneio; também vemos os canais que passam a corrida (ESPN e Fox) que também são correlacionados com o termo; Possui uma definição do que é o Nascar, vídeos da corrida que ocorreu recentemente e rich snippet de notícias sobre.

SERP no Brasil

As ferramentas são acessíveis para qualquer pessoa, que podem ser utilizadas em momentos de pesquisas desde um trabalho acadêmico até para ler uma notícia, possibilitando encontrar melhores termos para pesquisa.

Porém, algumas funcionalidades não estão disponíveis no Brasil ainda, por exemplo a ferramenta de “Principais pesquisas” do momento no Google Trends não pode ser visualizada no país. E o knowledge graph não é tão desenvolvido como nos EUA.

Acredito que no futuro todas as funcionalidades atuais desta ferramenta estarão disponíveis no Brasil, e assim como as informações apresentadas dentro da própria SERP.

Conclusão

Através destas modificaçõeso (geração de conteúdo para certas palavras-chave através do rich snippet e do knowledge graph) e de alterações ocorridas anteriormente, tal como a SERP para imagens, em que as imagens abrem no próprio site de busca ao invés de redirecionar para uma página de um portal, mostra que o Google pretende melhorar a usabilidade e experiência da navegação para manter os usuários na própria SERP ou para redirecioná-los para outros produtos da empresa (ex: Youtube).

Estas modificações possuem um interesse grande para melhorar a geração de receita da empresa, pois aumentando o tempo de visita do usuário na SERP e redirecionando-os para outros produtos, elas geram mais cliques em anúncios, e também eles aumentam seu share.

Os profissionais de SEO devem estar atentos sobre as possíveis modificações, devem compreender o que afetou na otimização e também deve estar disposto a inovar o método de otimização para continuar obtendo bons resultados para o seu site.

O rich snippet, pode ser criado pelo próprio dono do site, seguindo o padrão do schema.org, assim você pode facilitar para que notícias em destaque apareçam na SERP, criando maior possibilidade de clicarem no seu site, ganhando mais visitantes e maior possibilidade de conversão, pois as pessoas já leem um resumo e se clicarem, significa que estão interessados naquilo que você escreveu.

Para SEO e marketing digital em geral, as empresas que souberem utilizar tais recursos com maior eficiência, ganharão o mercado em relação à concorrência. Pois as ferramentas já fornecem informações muito relevantes e essenciais para o desenvolvimento das estratégias da empresa para o marketing online, atendendo as necessidades do seu público-alvo. As companhias somente devem compreender o que fazer com tais dados para realizar um bom trabalho.

Fonte:Imasters

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25 jun Três lições sobre design responsivo

Mobile é um modo de vida e quer você faça negócios online ou offline precisa assumir essa tendência, ou estará perdendo dinheiro.

Se você quer ver quanto está perdendo por mês ou por semana, aqui está uma boa ferramenta para isso. Recentemente, o Google lançou uma calculadora chamada “O Valor do Mobile”. Realmente, é uma ferramenta muito útil: simples, com uma fórmula clara e ajustável para os seus dados. Você pode ver claramente todas as possibilidades de receita se estiver na “brincadeira” do mobile, seja dentro da loja, em apps, em múltiplas plataformas ou em experiência do cliente no site mobile.

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in-store value of mobile

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Fórmula simples

A calculadora de valor do mobile do Google também mostra o que o mobile significa para o seu negócio, com base em suas informações, e pode te despertar para que você tenha um site responsivo ou invista em algum tipo de desenvolvimento móvel. Aja agora, mas ajuste suas expectativas enquanto você passa por estes três cenários:

1. Você vai aumentar o tráfego e as vendas online

Tendo como base toneladas de estimativas de diversas empresas de mídia e analytics, a experiência mobile é bastante produtiva e acabará por aumentar suas vendas. Este infográfico da Compete ilustra muito bem as variações das estatísticas sobre a experiência do consumidor no mobile.

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A indústria do comércio eletrônico já tem diversos casos de estudo mostrando ROI positivo para investimentos em mobile ou sites responsivos entre empresas TOP 500 e varejistas virtuais emergentes. Walgreens, GNC, Orbitz e ShopNBC investiram em seus aplicativos mobile, sites mobile e experiências em tablets pelos últimos três anos e têm desfrutado dos benefícios no aumento das vendas online, tanto de novos clientes como dos antigos já fidelizados. Por outro lado, as ideias de “mobile first” podem reduzir as taxas de bounce em cerca de 17% e aumentar o tempo gasto no site – em até 3 minutos e a partir de 40 segundos, de acordo com os resultados obtidos pela Smashing Magazine ao testar um site responsivo. E você também pode atingir novos mercados utilizando tendências mobile como parte de sua estratégia de marketing.

Sendo responsivo

A BakerShoes.com se utilizou de um design responsivo para otimizar a experiência total no site, com base em um layout de desempenho melhorado para tablets, e em um ano desde o lançamento tive o tráfego dobrado. Mais especificamente, a Baker Shoes triplicou a receita proveniente de tablets, indo de 3% em 2011 para 9% em 2012; duplicou a receita de smartphones, de 7% para 15%. Veja o aumento da receita em relação aos picos de visita:

Receita x tráfego na Baker Shoes

Receita x tráfego na Baker Shoes

JackThreads.com, loja online de artigos masculinos lançada no início de 2012, já contava com design responsivo e alcançou, de imediato, 20% de tráfego de compradores via dispositivos móveis, em um nicho que pode parecer super povoado. A loja agora tira proveito de compras cross-channel, personalização bem focada em desktop e mobile, e deve ser vista com uma marca que conversa bem com seus clientes-chave com estilo, simplicidade e emoção.

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Site mobile da JackThreads

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Site desktop da JackThreads

Investindo em sites mobile

O site de lingeries Leonisa.com, da Colômbia, lançou uma versão mobile que tem a maior parte dos seus negócios com compradores dos EUA. Ao fazer isso, tem obtido uma conversão de 2,68% no site e de 0,7% no mobile, com busca paga sendo sua principal fonte de tráfego desde outubro de 2012.

Site mobile da Leonisa para consumidores dos EUA

Site mobile da Leonisa para consumidores dos EUA

2. Você ainda terá que otimizar para SEO e reconsiderar o design

A “brincadeira” no mobile não é só trabalhar com sites responsivos ou trocar templates. Isso não vai resolver seus outros desafios de marketing. Na verdade, você ainda precisa desenvolver aspectos de SEO, design e experiência do usuário (UX). Mesmo se o design responsivo habilita uma experiência contínua de marca ou de compra online, apenas ser responsivo não é otimização para SEO ou design ou UX, todos combinados ou separadamente.

  • Ao lançar o site do CommerceBrain.com, mesmo usando um tema responsivo do WordPress, ainda estou para fazer um trabalho de SEO pós-lançamento para imagens, títulos, velocidade e botões sociais. E se você é um site maior e com vendas, não pode se dar ao luxo de deixar o SEO de lado. Isso é um erro muito grande.
  • Se você também decidir manter o seu design antigo e apenas mudar o código, seu site ficará feio, por falta de uma palavra melhor. Os elementos de design do site antigo não podem ser simplesmente copiados e colados. É como aquela roupa antiga, dos anos 70/80, que está encostada no seu armário porque você tem vergonha de vestir. Eu gostaria de mostrar alguns exemplos, mas, em respeito aos proprietários dos sites, peço que você acredite na minha palavra. No meu caso, eu não tive problemas porque 1) comecei com um novo design, como foi no CommerceBrain.com ou 2) mudei o antigo layout completamente, no caso do Memesponge.com. Assim, meus dois sites apresentam hoje design e responsividade em perfeita harmonia em diversas plataformas, como mostrado pela ferramenta responsinator.
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Samsung Galaxy

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Android, Memesponge.com

3. Você vai querer planejar seu jogo no mobile na medida que a UX se torna complexa, se você tem muitas categorias ou um site complexo

Se você está vendendo online, se tornar responsivo vai ser uma jornada mais complexa e planejada, com vários ajustes na experiência do usuário. Você pode seguir um caminho parecido com o da Baker Shoes – alavancando a UX no site a partir da versão para tablets, enquanto trabalha a conversão através de testes AB tanto em tablets como em computadores.

Tablet vs. desktop, Bakers Shoes

Tablet vs. desktop, Bakers Shoes

Ou decidir em uma variedade de estratégias de UX, de acordo com o canal, como a Etsy fez, ao mesmo tempo em que tem experiências responsivas e aplicativos que trabalham de maneira conjunta, mas que diferem em características.

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App para iOS da Etsy

Site responsive da Etsy no iPhone 5

Site responsive da Etsy no iPhone 5

Então, o que você está esperando? Comece logo a trabalhar no mobile, antes que essa “festa” esteja muito cheia. Se torne responsivo. Vale muito a pena.

Fonte:Imasters

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21 jun Brasil terá 60% do investimento em mídia digital na América Latina

Segundo pesquisa do site eMarketer, a publicidade digital será 11,1% do total de investimentos em mídia na AL em 2013. Brasil lidera.

publicidadeA mídia digital vai responder por 11,1% de todo investimento em publicidade na América Latina em 2013, atingindo um total de 4,11 bilhões de dólares, dos quais 2,49 bilhões de dólares vão ficar para o Brasil, líder irrefutável na região, já que o segundo colocado, o México, terá uma fatia de 660 milhões de dólares desse total.Os dados são de pesquisa do site eMarketer.

O crescimento do investimento em publicidade digital na América Latina será de 21,5% em 2013, devendo manter crescimento a taxas de dois dígitos até 2017, quando vai representar 8,27 bilhões de dólares. Nesse ano, 59,1% da receita total online da AL será do Brasil, ficando o país à frente dos outros em todo o período.

O investimento total em mídia na América Latina, incluindo todas as categorias, será de 36,97 bilhões de dólares em 2013, o que faz da região uma das três menores em publicidade no mundo. Mas vai registrar a segunda maior taxa de crescimento regional este ano, de 7,5%, perdendo apenas para a Europa Oriental, segundo o eMarketer.

Brazil e México lideram o total de investimentos em publicidade na América Latina, ficando cada um com, respectivamente, 20,21 bilhões de dólares e 458 bilhões de dólares em 2013, diz o eMarketer. O Brasil, no entanto, está bem a frente em crescimento da fatia total dos investimentos da região nas previsões para os próximos anos, especialmente levando em conta que há dois grandes eventos esportivos programados para acontecer no período até 2017.

O novo estudo do eMarketer para a América Latina, segundo a empresa, foi revisado em função da expectativa de crescimento menor PIB (Produto Interno Bruto) na região e também flutuações de inflação e taxas cambiais em algumas das grandes economias da região. Na Argentina, por exemplo, o estudo estima uma queda de 6,7% em investimentos em publicidade

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