03 set Infografia digital elevada a outro nível

A infografia é a antiga arte de transformar muita informação em algo que se explica sozinho. Dominada por poucos, está arte tem o objetivo de facilitar a leitura e compreensão de um número excessivo de dados. Ao invés de uma planilha, algo que pode ser explorado visualmente.

No meio digital este formato fez muito sucesso nos últimos anos, com o surgimento de diversos infográficos, que eram postados em excesso em diversos blogs, inclusive aqui. Mas utilizar o infográfico deste jeito está muito longe de explorar o real potencial dos meios digitais.

Nos meios impressos, a infografia fica limitada a tinta, tendo o mínimo de interatividade que você pode imaginar. Isto ainda é agravado pela limitação do papel, já que você dificilmente vai ter espaço muito maior que algumas folhas de alguma revista qualquer. Não estou desmerecendo o trabalho daqueles que trabalham com o meio impresso, eles apenas tem um desafio talvez até maior.

Já nos meios digitais temos uma infinidade de possibilidade, com gráficos em movimentos, interações em tempo real com o usuário, atualizações periódicas de dados, vídeos, fotos, animações… é muita coisa. Existem diversos ótimos exemplos de infografia digital bem trabalhada por aí, como o “A evolução da web” e o “Big Mac Index“, mas este outro merece destaque.

Mapeando Informações sobre Armas” é um infográfico interativo criado pela PRIO (The Peace Research Institute Oslo) que tem como objetivo mostrar como funciona o mercado de armas no mundo, mostrando quanto cada país importa e exporta de produtos relacionados a armas e com quem estes países estão negociando. O trabalho é uma obra prima, não apenas pelo seu conteúdo, mas pelo forma como o conteúdo está disponível e como o usuário pode interagir com os dados.

infografia digital mapping arms data Infografia digital elevada a outro nível.

Mapeando Informações sobre Armas

Fonte: Midiatismo

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28 ago 7 dicas para enriquecer a sua Base de Dados

O conceito de Marketing de Permissão  tem vital importância na hora de construir e desenvolver uma base de dados de qualidade. Gostaria de propor 7 dicas para ajudar a conseguir cada vez mais e melhores assinantes, aplicando os seus princípios fundamentais.

Como alguns já sabem, o Marketing de Permissão é baseado no consentimento para estabelecer relações valiosas e sustentáveis com o nosso mercado objetivo.

Trazendo isso para o campo das comunicações e do E-mail Marketing, isso quer dizer que a nossa mensagem será muito mais efetiva se tivermos o consentimento explícito da pessoa que a receberá.

mercado marketing objetivo 7 dicas para enriquecer a sua Base de Dados

Mas como atrair novos usuários para a nossa campanha de E-mail Marketing? A seguir alguns conselhos para obter os resultados!

Como alimentar a sua base de dados?

Site

  • Formulário de cadastro: deve estar presente estrategicamente nas principais páginas do site, a fim de convidar as pessoas a que deixem seus e-mails. Lembre-se de não incluir muitos campos.
  • Incentivos: o acesso gratuito a serviços, relatórios e investigações em formato PDF pode resultar em um grande estímulo para obter e-mails. É recomendável criar uma landing page (Lander, UnbounceInstaPage e Landingi entre outras) especial para este tipo de ações, onde será possível comunicar claramente o benefício e a forma de conseguir-lo.
  • Mensagens na parte inferior dos textos: se você publica artigos interessantes para o seu mercado objetivo, inclua um call to action ao final deles, convidando os leitores a que façam cadastros para receber a sua newsletter e assim terem acesso a mais conteúdo relacionado.

Template de E-mail Marketing

Parece muito óbvio, mas nunca é demais lembrar. Não deixe de incluir em seu e-mail a opção de recomendar/encaminhar a um amigo, assim como links para compartilhamento nas principais redes sociais. Dessa forma são maximizadas as chances de obter novos assinantes que estejam dentro do perfil de nosso mercado objetivo.
É importante escolher uma aplicação de E-mail Marketing (Doppler, Virtual Target e Mail Sender entre outras) com a opção de enviar uma Campanha Social, a qual te permite viralizar suas mensagens com as redes sociais de forma simples. É só selecionar em quais redes você permitirá que seus usuários cadastrados compartilhem a sua campanha e ao realizar o envio, se assim o desejar, a campanha poderá ser publicada automaticamente nas contas autorizadas.

Webinars

Além de ser uma excelente ferramenta para interação e fidelização com os nossos clientes atuais, a organização de webinars ou conferências web é uma ótima carta de apresentação. É a forma ideal de estarmos posicionados como especialistas diante do nosso mercado objetivo.
Desenvolva temas atuais e interessantes para a sua comunidade e então verá que com prazer os visitantes passarão seus e-mails para receber promoções e informação sobre futuros webinars.

Redes Sociais

As redes sociais são aliadas fundamentais para as nossas campanhas de E-mail Marketing. Se você possui newsletter, não há limites para promocionar-la passivamente no muro do Facebook ou no Twitter.
Estimule os cadastros interagindo com a sua audiência através de concursos e deixe como condição para participar, que escrevam o endereço de e-mail. Isso será muito útil para enviar e-mails promocionais.

Eventos

Os eventos presenciais (conferências, seminários, oficinas, etc) são grandes geradores de contatos e relações. Aproveite todas as ferramentas de marketing direto que você tenha ao seu alcance para receber a informação de contato dos participantes em seu evento.
Realize pesquisas de satisfação e sorteios para obter feedback das pessoas e solicitar os seus e-mails.

Call Center

Se pelas características do seu produto ou serviço você possui uma central de atenção ao cliente, treine os seus representantes comerciais para que aproveitem as chamadas de seus usuários e possíveis clientes para solicitar os endereços de e-mail.
Mas há que buscar, com certeza, que exista uma razão plausível e que se proporcione uma resposta interessante para eles.

Códigos QR (QrCode)

Os códigos QR são um dos recursos mais inovadores proporcionados pelo marketing mobile. Se você desenvolve um evento ou possui um comércio, inclua os códigos em seus materiais impressos ou na sua vitrine, convidando as pessoas para interagir e receber promoções especiais e e-mails diretamente no celular.
Você conhece outras formas de alimentar a sua base de dados? Quero saber da sua experiência e trocar ideias sobre outras alternativas. O conhecimento é o único bem que se expande quando é compartilhado!

 Fonte:Midiatismo

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27 ago Ranking das agências brasileiras nas redes sociais

Acostumadas a trabalhar a imagem de grandes marcas, as agências de publicidade estão aplicando seus aprendizados dentro de casa. De acordo com levantamento do indexSocial, ferramenta que mede a performance das marcas nas principais redes sociais (Facebook, Youtube e Twitter), este é um setor que cresceu 28% em audiência nos últimos seis meses, chegando a mais de 1 milhão de conexões ligadas a 80 agências monitoradas. Para analisar o comportamento deste segmento nas redes sociais, o indexSocial lança o primeiro ranking das agências brasileiras. Neste primeiro relatório, a ferramenta traz informações da primeira quinzena de agosto. A partir desta primeira análise, os resultados serão divulgados a cada trimestre.
 
Nos primeiros quinze dias de agosto, a agência África aparece na liderança de audiência nas redes sociais. Vem seguida da agência DM9DDB, em 2° lugar, e a CASA, em 3°. Completam o ranking das maiores audiências a Espalhe Marketing de Guerrilha, AlmapBBDO, AgênciaClick Isobar, Young & Rubicam, DPZ, W3Haus e Loducca.  O ranking mostra que 79% da audiência está concentrada em 20 agências. Entre as cinco primeiras, esse percentual chega a 37%. 
 
Mais do que atrair uma grande audiência, as empresas também buscam interagir com este público, gerando conteúdo relevante. No perído foram registradas 4.135.000 de interações, sendo que as agências Top 20 concentraram 92% desse montante, enquanto as Top 5,  37%. A liderança de engajamento fica com a Espalhe Marketing de Guerrilha, seguida de F/Nazca e F.Biz. Vale ressaltar que as duas últimas não aparecem no Top 10 de audiência.
 
Analisando separadamente cada uma das três principais plataformas sociais – Facebook, Youtube e Twitter – a África lidera duas delas: Facebook e Twitter. CASA e Espalhe Marketing de Guerrilha ocupam as 2ª e 3ª posições no Facebook. DM9DDB e AlmapBBDO aparecem na 2ª e 3ª posições no Twiiter, respectivamente. Já o Youtube tem na liderança a AlmapBBDO, seguida de DM9DDB e Loducca.
 
As práticas de sucesso 
São diversas as motivações para as agências investirem na comunicação com o público das redes sociais. Atração e retenção de talentos, exposição de seus cases, interação com outros profissionais do mercado, avaliação do comportamento da audiência nesses canais, entre outros. Durante o festival de Cannes, por exemplo, que é um dos eventos mais prestigiados do mercado publicitário, as agências aproveitam para compartilhar com o mercado seus cases de sucesso e premiações. Em 2013, o festival aconteceu em junho, quando apresentou a maior média de crescimento da audiência direcionada a este segmento no Brasil. O fato mostra que as agências despertam o interesse de diferentes perfis de audiência, sejam profissionais da área, estudantes, investidores sejam aqueles que apenas buscam acompanhar tendências. 
 
Na primeira quinzena de agosto, os posts mais engajadores tratavam de assuntos institucionais como compartilhamento de cases, conteúdo jornalístico no qual a agência ganhou destaque e curiosidades do dia-a-dia das empresas. Espalhe Marketing de Guerrilha, W3Haus, Ogilvy Brasil, África e DM9DDB tiveram destaque nesse período.
 
Confira o ranking de audiência:
 
Veja o ranking de engajamento:
 
Confira o share de engajamento:
 
Fonte: Adnews

 

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27 ago Educando através da tecnologia

educandoatravesdatecnologia

Muito se fala sobre o poder da educação na sociedade. Sabemos que é através da educação que conseguimos melhores empregos e uma vida mais digna. O célebre educador e filósofo Paulo Freire já afirmava: “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” Mas o modo como a educação vem sendo passada de geração em geração está sendo cada vez mais contestado. Nosso modelo educacional padroniza as crianças por idade e determina o que elas vão aprender, etapa por etapa. Este modo foi eficaz durante anos, permitindo que nossa sociedade prosperasse. No entanto, hoje ele começa a ser considerado como não mais satisfatório. 
 
Começamos a perceber que pessoas diferentes têm necessidades diferentes, não importando se são ou não da mesma idade ou classe social, por exemplo. Se uma criança aos sete anos tem muito mais interesse em história do que em matemática, por que não passar mais conhecimentos sobre o que ela tem mais afinidade? Dessa maneira, estaremos estimulando esse aluno a estudar o que gosta e a desenvolver pensamentos cada vez mais apurados sobre uma aptidão que ela já possui. 
 
Várias correntes têm estudado sobre o processo de aprendizagem humano, que deu origem a diversas teorias de ensino, como o Comportamentalismo, Construtivismo, Socioconstrutivismo, etc. Alguns métodos pregam que as pessoas aprendem através da repetição e da memorização, outros defendem que é pela experiência. O famoso “método” construtivista, desenvolvido pelo biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980), defende que a criança constrói seu conhecimento por meio das descobertas. O aprendizado precisa ser um processo interessante, que valorize o conhecimento prévio dos alunos, gere questionamentos e amplie suas ideias. 
 
Aí tocamos em um ponto primordial: aprender precisa ser uma atividade interessante, tanto para crianças quanto para adultos. Quando sentimos prazer em aprender, a atividade deixa de ser um fardo para tornar-se diversão. Dessa forma, uma ótima maneira para tornar o aprendizado uma experiência divertida é investir na tecnologia. 
 
E quando falamos sobre o uso de computadores, tablets e smartphones nas salas de aula, acredito que esta é uma discussão ultrapassada, pois estes dispositivos fazem parte de tal maneira na vida da nova geração que seria tolice deixar de usufruir das suas funcionalidades. É claro que o grande desafio aqui será como usar de forma eficiente guiando os alunos para que estas ferramentas não virem uma distração e, assim, conseguir aproveitar totalmente seus benefícios.
 
Com o auxílio da tecnologia, podemos aprender em qualquer lugar, durante nosso tempo livre. Hoje todos temos rotinas cansativas, com diversos compromissos e pouco tempo livre. Aprender uma língua, tocar um instrumento ou adquirir uma nova habilidade parece uma tarefa árdua, que toma tempo e exige muito do aluno. Mas com o auxílio da tecnologia – principalmente dos dispositivos móveis que já nos acompanham por aí – podemos tornar o aprendizado dinâmico, divertido e rápido, adaptado ao nosso dia a dia. 
 
Estudo recente publicado pela Universidade de Iowa (EUA) e desenvolvido com centenas de pessoas com 50 anos ou mais, revelou que aquelas que jogam videogame têm a capacidade de melhorar diversas habilidades cognitivas. Outro dado interessante é que o grupo dos jogadores foi capaz de reverter em até sete anos a decadência mental relacionada à idade. Os jogos se mostraram como uma forma de deixar o cérebro sempre em pleno funcionamento. 
 
Por que não aprender através de jogos eletrônicos, então? Com as atuais técnicas de gamificação – que transformam as tarefas em prêmios e os estudantes em jogadores – aprender pode ser muito mais estimulante e divertido. Você não estará se esforçando para memorizar aquela fórmula enfadonha ou decorar quais as muitas terminações de um verbo irregular. Você será um destemido jogador em busca dos pontos necessários para passar de fase e conseguir atingir desafios ainda maiores. A cada nova fase, novos conteúdos são inseridos e assim, novos conceitos aprendidos. A ideia é mesclar períodos de jogo “puro” com momentos de aprendizagem divertida.  
 
A intenção é que cada pessoa respeite o seu tempo e a sua necessidade, participando com jogos que partilhem interesses que ela já possuía e aprofundando nos seus assuntos favoritos. As pessoas são únicas e têm interesses diferentes que serão respeitados. Assim, é possível aprender respeitando o seu tempo e o interesse de cada um. 
 
As empresas já dão sinais de que estão entendendo o poder do jogo. Segundo a consultoria Gartner, 70% das duas mil companhias mais poderosas do mundo no ranking Forbes terão ao menos um aplicativo de gamificação até 2015. E mais: a consultoria M2 Research afirma que, no mesmo ano, serão investidos mais de US$ 1,6 bilhão nesse mercado somente nos Estados Unidos.
 
Se essa é uma ferramenta com tamanho poder de venda, imagine o poder que teremos ao usá-la para a educação, pois, como disse Paulo Freire, “Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.” Podemos ensinar qualquer conteúdo através dos jogos. E você? Também acredita que é possível aprender assim? 
 
Artigo encaminhado porMarcos Abellón, diretor geral da Q2L.

 

Fonte:Adnews

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27 ago Retromarketing: o desafio de relançar produtos nostálgicos

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“Nossa cultura é composta de reprises, renascimentos, reedições, relançamentos, recriações, adaptações, aniversários, recordações e coleções de discos de nostalgia”. A frase, escrita pelo comediante norte americano George Carlin em seu best-seller Brain Droppings, explica em grande parte a recente febre pelo relançamento de marcas e produtos antigos. Empresas dos mais diversos ramos têm aderido à nova onda saudosista: brinquedos, eletrodomésticos, refrigerantes, biscoitos, chocolates, eletroeletrônicos e cosméticos. Genius, Aquaplay, Meu Primeiro Gradiente, Itubaína, Mirabel e Lollo são apenas alguns exemplos gostosos das brincadeiras e guloseimas do passado.

Diversos acadêmicos tem discutido o tema nos últimos anos, criando um interessante arcabouço teórico sobre o fenômeno. Em comum o sentimento de nostalgia, uma época em que o mundo parecia mais seguro, compreensível e menos comercial, onde os produtos eram mais artesanais e duradouros. Basta lembrar-se da geladeira e do fogão da casa da vovó. Por curiosidade fui buscar a definição de nostalgia, já que há tempos não a utilizava: termo que descreve uma sensação desaudadeidealizada, e às vezes irreal, por momentos vividos no passado associada com um desejo sentimental de regresso, impulsionado por lembranças de momentos felizes e antigas relações sociais.

Esta breve descrição ilustra o conceito de nostalgia social proposta por Fred Davis em seu livro, Yearning for Yesterday: a Sociology of Nostalgia ou Ansiando por Ontem: a Sociologia da Nostalgia, em livre tradução. Conforme o autor, as marcas antigas vinculam consumidores ao seu próprio passado, assim como estimulam a dividí-la com outras pessoas que tenham as mesmas lembranças, criando comunidades nas quais imperam o sentimento de cuidar e compartilhar. Os clubes de colecionadores de automóveis antigos e os proprietários de motocicletas Harley Davidson em seus animados encontros, também chamados como H.O.G: Harley Owner’s Group, são alguns exemplos.

Com o advento da internet este trabalho ficou mais transparente aos gerentes de marketing, os quais podem acompanhar discussões e lançar produtos com base nas comunidades. O chocolate Lollo, ícone dos anos 80, foi relançado há alguns anos com a mesma receita e identidade visual, após insistentes pedidos e comentários sobre a marca nas redes sociais. Hoje eu e minha filha de nove anos disputamos os chocolates da Vaquinha assim que a caixa de bombons é aberta. A Nestlé não divulga números, mas o faturamento do projeto foi quatro vezes superior à expectativa original, demonstrando o retorno financeiro de tais revivals.

Tarefa um pouco mais complexa têm as empresas que precisam atualizar tecnologicamente seus produtos, combinando formas antigas com funcionalidades atuais. Um exemplo foi o modelo PT Cruiser da Chrysler, cujo design recriava os modelos da década de 40, porém com tecnologia embarcada moderna. Aqui em terras tupiniquins a Brastemp incluiu em seu portfólio frigobares, geladeiras e fogões que parecem ter saído de um álbum de fotografias dos anos 50. Apesar dos preços salgados, a linha é um dos grandes sucessos recentes da marca. Imagine o prazer em convidar seus amigos para jantar e tirar uma cerveja de sua geladeira retrô amarela.

Adicionalmente ao aumento no faturamento, reavivar marcas antigas pode ajudar a criar uma importante barreira de entrada, considerando o cenário atual de alta competição, globalização e comoditização de tecnologias, no qual as empresas precisam de lançamentos cada vez mais frequentes, reduzindo o ciclo de vida e muitas vezes canibalizando seus próprios produtos, antes que a concorrência e os imitadores de plantão o façam, derrubando os preços e corroendo as margens de lucratividade.

Desta maneira, é esperado um aumento do retromarketing, denominação pela qual este processo é também conhecido. Sabores, gostos, paladres, cheiros, aromas, fragrâncias, odores, brincadeiras, simulações e experiências positivas de um passado que já não volta mais poderão novamente fazer parte de nossa rotina, seja curtindo sozinho, compartilhando com amigos ou apenas mostrando aos mais jovens como era gostoso viver no passado.

Por Marcos Morita, mestre em Administração de Empresas, professor da Universidade Mackenzie e professor tutor da FGV-RJ. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais.

Fonte:Adnews

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23 ago Como as ferramentas audiovisuais podem ajudar no engajamento

A internet possibilita, entre outras vantagens, difundir determinado tipo de conteúdo de diferentes formas, inclusive explorando a interatividade. Por esse motivo, não faz sentido optar apenas pelo texto como forma de propagar uma informação na web. As ferramentas audiovisuais podem – e devem – ser consideradas como uma opção. Veja a seguir quando optar por cada uma delas:

ferramentas-audiovisuais-engajamento

Imagem

Diversos estudos já mostraram que a imagem é o tipo de conteúdo mais compartilhado nas redes sociais. Por ser de fácil assimilação e entendimento, é sempre uma ótima opção para divulgar alguma informação no Facebook, por exemplo. E se quiser divulgar um link de algum artigo, é possível colocá-lo da descrição da imagem. Ou seja, em vez de compartilhar apenas o link de um texto que você escreveu, associe-o a uma imagem bem informativa, que isso chamará bem mais a atenção do usuário, aumentando as chances de interação.

A fanpage do bombom Sonho de Valsa  é um ótimo exemplo. Usando como temática o fato de namorados se presentearem com chocolate, diversas imagens divulgadas pela marca têm a ver com esse assunto.

Vejam esse exemplo:

 

Vídeo

O sucesso de plataformas como o YouTube mostra que as pessoas têm o hábito de assistir a vídeos enquanto navegam na internet. Além disso, esse é um ótimo recurso para explicar conceitos de forma mais visual, facilitando o entendimento da mensagem. E, não se pode negar, é uma forma muito mais agradável de aprender algum assunto do que simplesmente ler um texto. Não que ele não seja importante, mas, uma opção é usar o vídeo como complemento do que está em um texto. Ou seja: você pode fazer uma introdução ao tema em forma de texto e aprofundá-lo em um vídeo, usando recursos bem visuais.

Red Bull é uma marca que utiliza com muita competência os vídeos de uma forma bem diferenciada. Um exemplo é uma série divulgada no YouTube mostrando a prática de parkour – técnica que usa habilidades do corpo humano para ir de um ponto a outro e muito praticado pelas ruas – em vários lugares do mundo. Percebam  no vídeo abaixo que em nenhum momento fala-se da Red Bull, que é representada apenas por objetos, como a camisa do rapaz participante. Essa é uma forma de, assim, como o exemplo acima, associar a marca a um conceito que, nesse caso, é a aventura.

Webinar

Muitas empresas têm usado esse recurso para discutir suas áreas de atuação. O webinar é uma espécie de palestra online, com a facilidade de qualquer pessoa com acesso à internet, independente de onde esteja, possa participar do evento. É uma forma também de fazer networking e ter uma aproximação maior com os profissionais que desenvolvem trabalhos semelhantes ao seu. Gratuito ou pago, o webinar tem feito sucesso entre os internautas.

Uma empresa que usa bastante esse recurso é a Tracto, especialista em Marketing de Conteúdo. Nos eventos online que promove, há um revezamento entre palestras de integrantes da empresa e convidados.

Infográfico

Essa é a opção ideal quando se quer passar uma grande quantidade de informação, especialmente se forem números. Não tenha dúvidas de que é muito mais fácil a compreensão de dados de uma pesquisa, por exemplo, se ele for apresentado de forma didática em um infográfico do que apenas em um texto, que tem tudo para se tornar burocrático e cansativo. Os infográficos já caíram no gosto do internauta e cada vez mais empresas/produtores de conteúdo optam por esse recurso para apresentar suas informações.

Podcast

Se a sua intenção é discutir algum assunto de forma mais descontraída, o podcast é a melhor opção. Junte um grupo de pessoas, convide especialistas do tema que vai tratar e lance o seu podcast. Esse é outro formato bastante querido pelos usuários de internet, até porque permite que ele interaja mandando opiniões e comentários sobre o que está sendo falado. Quer ainda mais interatividade? Transmita ao vivo a gravação do podcast e permita que os ouvintes mandem perguntas e considerações em tempo real. Com certeza você conquistará uma audiência fiel.

Para quem se interessa por temas como publicidade, internet, negócios, social media ou comunicação digital, uma boa pedida é o Braincast, podcast do blog Brainstorm9. Outra opção para os amantes das redes sociais é o Social Media Cast, que sempre traz informações interessantes sobre o tema.

Todas essas são ferramentas muito úteis na hora de divulgar um conteúdo, mas é importante lembrar que uma não exclui a outra. A proposta não é que você abandone o texto e opte por uma das sugestões acima. Na verdade, quanto mais diversidade de conteúdo você tiver, melhor. Explore as melhores potencialidades de cada uma dessas plataformas e transmita conhecimento de forma mais eficiente.

E vocês, qual dessas ferramentas têm usado para divulgar seus conteúdos?

Fonte:Midiatismo

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