28 out Não deposite todas as suas moedas no Facebook

O Facebook passou muito rápido de mais uma rede social para uma das principais plataformas de marketing na internet. As pequenas empresas estão começando a investir na internet através do Facebook, principalmente porque geralmente eles mesmo já estão interagindo com alguma marca na rede social e percebem que a sua própria marca poderia estar ali.

Já as empresas maiores, que provavelmente já tem investimento em marketing digital através de uso de sites e email, percebem que o Facebook é uma ótima plataforma de relacionamento e divulgação de seus produtos, portanto, voltam boa parte de seu investimento para a rede social. Em resumo, toda empresa que tem algum investimento de marketing na internet está voltando os seus olhos para o Facebook.

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Este repentino e crescente interesse pela rede social de Mark Zuckerberg é benéfico para consumidores e para marcas. Enquanto as marcas encontram uma forma relativamente barata de interagir com o seu público-alvo e compreender o que este público esta fazendo, para os consumidores fica a comodidade de ser atendido pela rede social e a possibilidade de interagir com estas marcas para fazer críticas e sugestões.

Mas o Facebook está ficando importante até demais. Empresas estão dedicando boa parte de seu investimento para a rede social, criando conteúdo para as suas páginas, desenvolvendo aplicativos para o Facebook e inclusive vendendo diretamente através da rede social em alguns casos. Se a sua marca faz isso, você deve ter muito cuidado. Vamos entender um pouco melhor:

As regras do Facebook

Como sabemos, o Facebook possui muitas regras sobre como deve ser o seu uso e quando se trata de marcas, este uso acaba sendo ainda mais rígido. Um dos exemplos é o fato de marcas não poderem criar perfis, apenas fan pages. Além das várias limitações de um perfil (do ponto de vista de uma empresa), ainda há o problema de poder ser suspenso a qualquer momento. Você consegue imaginar a dor de cabeça que representa ver o seu trabalho de meses simplesmente sumir?

Mas o problema contas excluídas não é exclusividade dos perfis, pois é muito comum ver páginas sendo suspensas por estarem desobedecendo alguma regra ou simplesmente por alguma falha do serviço – que sabemos que têm várias. Diversas fan pages já foram bloqueadas ou deletadas sem que houvesse muita explicação, como por exemplo o “Apocalipse das Páginas do Facebook“, que ocorreu em Setembro desde ano, onde diversas páginas de humor foram deletadas sem aviso prévio ou chance de voltar atrás. Mais de 100 páginas foram deletadas nestes dias.

Mesmo que você fique totalmente dentro das regras do Facebook, é muito difícil ter certeza que tudo está ‘ok’. E o problema acaba não sendo apenas as regras, mas a falta de ‘compaixão’ dos administradores da rede social, que simplesmente excluem as páginas sem aviso prévio e muitas vezes se chance de recuperar o que foi perdido. O mesmo acontece com publicações, que podem ser deletadas por não estarem de acordo com as regras.

A má administração

Apesar de não acontecer com páginas muito grandes, um problema muito comum do Facebook é o “roubo de páginas”. Já recebi diversos relatos aqui no blog e por email de pessoas que perdem as suas páginas para alguém que tinha acesso a elas. Isto pode acontecer de diferentes formas, mas um exemplo comum é o dono de uma pequena marca que paga alguém para gerenciar a sua página no Facebook e por algum desentendimento o contrato é quebrado. A pessoa que estava responsável pelo conteúdo, descontente com a situação, remove o dono da página dos administradores e “sequestra” a fan page. O que fazer? Pois é, sentar e chorar. Sim, hoje já há a possibilidade de criar diferentes níveis de usuário, como o gerenciador de conteúdo, mas sabemos que muitas pessoas não conhecem todas as ferramentas que o Facebook oferece. E, em alguns casos, a pessoa tem usuário e senha do usuário administrador, o que facilita o sequestro.

Este roubo de páginas também pode acontecer por meios não legais, como vírus e SPAM. Já houve relatos de pessoas que receberam emails muito suspeitos, que ao clicar, davam acesso de sua conta do Facebook para o ladrão. O resultado é o roubo de páginas, que acaba sendo usada para enviar todo tipo de SPAM que existe.

Outro relato comum, principalmente por parte de iniciantes na ferramenta, é a perda de senha e acesso ao email de recuperação. O que acaba acontecendo é a pessoa sendo obrigada a criar uma nova página, pois a antiga vai parar no limbo.

Hoje é bom, amanhã é ruim

Para estar na moda, muitas empresas procuram sempre inovar na forma como criam conteúdo dentro do Facebook, portanto, acabam adotando diferentes memes para interagir com o máximo de pessoas possível. Como sabemos, o Facebook possui várias regras e as mudam com frequência, o que acarreta em perda de relevância rapidamente.

Em um dia sua página tem muitos comentários e curtidas, no outro, os números caiem drasticamente. O que fazer? Descobrir o que você esta fazendo de errado e evitar. Enquanto isso, aquelas centenas de pessoas que interagiam com a sua marca antes, nem estão mais recebendo atualizações suas.

Outro problema é que não sabemos até quando o Facebook será relevante para os usuários. É claro que ele deve durar muito tempo ainda, pois adquiriu uma importância enorme dentro da internet e praticamente todos os internautas brasileiros tem uma conta nesta rede social. Ao contrário do Orkut, o Facebook existe em uma época de expansão rápida da internet, o que deve ajudar o serviço a continuar vivo por muito tempo. Mas por quanto tempo? Se algum dia o Facebook fechar as portas, o que acontece com todos aqueles seus fãs e conteúdo publicado?

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Por que isso é ruim? E qual a solução então?

Estes problemas relatados e os diversos outros que existem mostram como o Facebook é instável para uma marca. Mas por que isto é tão ruim? Não basta apenas criar outra página? Infelizmente não. Mesmo que você crie uma página nova, todo aquele tempo gasto interagindo com as pessoas simplesmente some e o dinheiro investindo em anúncios acaba perdendo grande parte de sua relevância.

O uso de diferentes serviços ajuda a sua marca a ter uma presença relevante em diferentes lugares. Um exemplo disso são as empresas que usaram muito forte o Twitter e viram que o Facebook estava tomando o seu lugar, ao invés de sair do Twitter e abandonar tudo, a maioria preferiu manter os dois canais (mesmo que repetindo conteúdo), mas com o objetivo de atingir o máximo de pessoas possível. Caso um dos serviços feche, estas marcas terão o outro para continuar o seu trabalho.

É claro que você não deve criar uma conta em todos os serviços que aparecem, mas ter mais de uma presença em mídia sociais é uma forma de ampliar o seu público-alvo e conseguir ter um “backup” de tudo o que você tem.

Um caminho ainda mais interessante, é a criação de serviços próprios ou mesmo de blogs. Sabemos que é muito caro e difícil criar uma rede social própria, mas nada impede que a sua marca invista em um blog onde você tem total controle sobre os dados que estão lá. Se usado com inteligência, um blog pode ser uma ferramenta tão importante quanto o Facebook.

Fonte:Midiatismo

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18 out Ads no Faceboook em iOS geram mais ROI que no Android

Anúncios feitos no iPhone geraram 1,790% mais retorno sobre o investimento do que os anúncios feitos em dispositivos Android.

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Ads no Facebook móvel: possível explicação para diferenças seria o apelo a mercados emergentes e os diversos modelos de baixo-custo rodando Android

A publicidade mobile veio para ficar. Mas será que há mais eficácia entre anunciar em dispositivos Androids ou iOS? Um estudo da empresa Nanigans diz que sim. Feito com mais de 200 bilhões de anúncios no Facebook, ele constatou que os anúncios feitos no iPhone geraram 1,790% mais retorno sobre o investimento do que os anúncios feitos em dispositivos Android. Pior ainda, a publicidade no Android na verdade custa mais do que seu retorno.

A empresa que conduziu o estudo é uma das maiores compradoras de anúncios no Facebook, focado em varejistas. Ele também relata que no último ano, os cliques em anúncios da rede social cresceram 37% e o retorno no investimento foi de 152%. Mas os números ficam mais interessantes quando o foco é nos dispositivos móveis.

Nos três primeiros trimestres de 2013, a RPC (Receita por Clique) no iOS foi em média 6,1 vezes maior que no Android; o ROI (Retorno sobre Investimento) foi 17,9 vezes maior no iOS em relação ao Android. Os números parece chocantes e até polêmicos, e por isso a Nanigans relutou em publicá-los, mas depois de analisar bem percebeu que eles não estavam errados e decidiu colocá-los na internet.
Os anúncios no iOS retornam ao varejista 162% mais dinheiro do que foi investido, enquanto os anúncios em dispositivos Android retornam 10% menos do que o que foi investimento na publicidade. A Nanigans, no entanto, não tenta explicar ou especular o porquê da disparidade dos números entre as duas plataformas.

Uma possível explicação seria o apelo a mercados emergentes e os diversos modelos de baixo-custo rodando Android. Um público com menos poder aquisitivo, que compra aparelhos mais baratos e simples, também clica menos em anúncios e compra menos produtos online.
Para piorar a situação do Android, os custos de anúncios do Facebook em dispositivos Android e iOS são quase os mesmos, com CPM (Custo por mil impressões) de US$ 4,99 no iPhone e US$ 4,87 no Android.

A diferença, no entanto, é maior em campanhas de CPC (Custo por Clique) que pagam por cada clique dado pelo usuário, e não pelas impressões. No iOS, o custo é de US$ 0,40, enquanto no Android é de apenas US$ 0,18. Contudo, com um ROI negativo, nem mesmo a metade do preço no Android parece ser suficiente para valer a pena.

Fonte:Exame

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18 out Afogados em números: CRM e Social Media

Usando a inteligência de dados para alimentar as possibilidades criativas de conteúdo e segmentação.

Todo mundo já falou de usar inteligência de Marketing Direto aplicada a Social Media. Até eu falei um pouco sobre isso no Social Media Week em São Paulo desse ano. É óbvio. Faz todo sentido. Mas dá muito trabalho. Mesmo dando resultado no médio prazo, muitas empresas optam por não fazer nada a respeito. E sim, pode ser chamado de Social CRM. Essa é uma maneira de ver isso mas acho que o termo tenha hype demais e poucas marcas realmente fazendo isso. E o lance é que muitas delas não fazem isso nem quando estão fazendo relacionamento com blogueiros/formadores de opinião.

Um banco de dados com todos os contatos com eles? Duvido. Muitas vezes esse racional fica muito entre os diretores das empresas mas o pessoal que poderia fazer isso acontecer não consegue enxergar tão estrategicamente. E quando fazem, continuam pensando em algo como “flights de relacionamento” por mais bizarro que isso possa ser. Relacionamento é algo constante e não pontual. Fazendo uma analogia tosca, você tem um relacionamento com alguém que só fala duas vezes por ano? E não, fuck-buddies não contam. Estranho, né?

Então vamos lá. Hoje boa parte das empresas têm duas bases de dados: Uma transacional (compras feitas, serviços contratados, etc) e outra de Social Media (Fãs e Followers nas redes sociais) e as vezes esses mesmos fãs e seguidores seguem uma marca apenas pelo aspecto aspiracional e não por serem consumidores dela. Até agora eu não falei nada de novo. Mas como as marcas estão consolidando essas duas bases de dados? Até hoje eu só vi uma ou duas empresas/agências com uma estratégia sólida para aproveitar esses dados disponíveis nas redes sociais.

Gerenciar os dados daquela pessoa que realmente compra o seu produto ou utiliza o seu serviço é básico. Saber que a pessoa comprou um produto 3 vezes nos últimos 6 meses é legal, associar isso a informações de produtos que outras pessoas compraram quando compraram esse mesmo produto também pode ser legal e vemos a Amazon fazer isso direto. Mas e os dados que circulam pelas redes sociais? Qual a política da sua marca nas redes sociais? É seguir todo mundo que te segue? Legal mas o que a sua marca faz com essas informações todas? Quando alguém fala com a sua marca na sua Fanpage, o que você faz? Responde, tira a dúvida da pessoa e pronto? Você não acha que esses dados também são importantes?

Pois é mas em boa parte dos casos, o tal do SAC 2.0 é totalmente subutilizado. Ao invés de aproveitar esses contatos para unir os bancos de dados, os dados de respostas nos canais sociais é esquecido e um monte de informação é perdido, assim como a oportunidade de surpreender as pessoas que seguem/consomem a sua marca. Nesse cenário, o SAC 2.0 é onde o matchcode vai para morrer.

Matchcode? É isso mesmo. É aquela chave que vai cruzar os dados das duas bases de dados que você tem. O Facebook, por exemplo, usa como identificador principalmente dois dados: Email e Telefone Celular. Se você fizer uma ação que gere cadastros em uma base de dados fora do Facebook e cruze essa base com a base transacional, ou a que você usa para o seu CRM, o cenário muda completamente de figura. Porque você consegue saber que aquela pessoa que é fã da sua marca no Facebook também já comprou os produtos X e Y com a frequência Z e que é seu cliente desde 1999. E em B2B, será que dá para chegar no Gerente de Compras pelos seus perfis em redes sociais? Será que funciona? Será que vale a pena ou tem um tom certo de fazer isso? Esse é o meu dia a dia na agência mas não é a rotina de muitas outras.

Pense o PontoFrio.com que é uma operação que parece ter isso mais organizado (baseado na minha experiência de consumidor com eles), se cada contato de dúvida de entrega com o Pinguim via Twitter, eles acrescentarem esse dado no CRM deles e monitorarem o que essa pessoa falou da marca/produto que comprou ou do proprio PontoFrio.com nos dias após qualquer compra, eles já vão ter dados interessantes. Se olharem a Bio dessa pessoa também pode pegar informações interessantes que podem dar detalhes de comportamento.

Isso é ter uma plataforma conectada. Todas as informações em diversos pontos de contato sendo monitoradas e alimentando uma única base de dados que contém dados transacionais e de redes sociais. É saber que a pessoa X tem um carro (ou um celular, computador ou plano de celular terminando período de fidelidade) e que tem postado reclamações sobre o produto/serviço no Twitter e sabemos que essa pessoa já entrou no site da marca e viu algumas opções de novos modelos e pacotes, ter esse nível de conhecimento muda o jogo de uma maneira inacreditável. Me diga quantas marcas estão fazendo isso hoje? Eu conheço poucas fazendo e algumas querendo fazer.

Um dia vi uma palestra online do Gary Vaynerchuk, autor do livro “The Thank You Economy”, em que ele conta o caso de um cliente dele que comprou 20 mil dólares em vinhos da loja dele em dois pedidos e ele sabe, por meio do perfil do Twitter desse cara, que o comprador é fã de um determinado jogador, não seria legal enviar relacionado a isso para o cliente? Pois é. Ele fez.

Melhor que um cupom de frete grátis na próxima compra, né? Dá muito trabalho mas é focar no seu consumidor de alto valor para a marca. Fazer isso em larga escala é bem mais complicado e seria interessante ver essa operação mesmo colocando uma linha de corte de acordo com o perfil do consumidor. Mas e se essa escolha fosse randomica? Será que geraria mais buzz?

Então, em bom português, não adianta ter zilhões de fãs e não saber quem eles são. Você precisa ter controle dos dados do cliente e isso vai ditar as regras de um novo jogo em que Data pode melhorar seu relacionamento com os clientes, vai ajudar a definir o ROI da sua campanha e vai ajudar a melhorar o conteúdo da sua marca. Desse jeito, é possível que comecemos a usar melhor gatilhos de comportamento e localização (para falar alguns) e abordar os seus fãs (e esses são fãs de verdade) em momentos interessantes e relevantes para ele.

Mas aí temos o outro lado da moeda e nessa hora, nada melhor do que parafrasear Tio Ben:

“Com grande poder vem uma grande responsabilidade”

A marca não pode abusar desse poder e transformar algo incrível em algo assustador. Eu lembro do caso em que o pai soube que a filha adolescente estava grávida por conta dos catálogos da Target que ela recebeu falando apenas sobre o universo de novas mães. Isso aconteceu baseado na inteligência de hábitos de compra da base de dados deles. Mulheres que compram loções sem cheiro provavelmente estão no início do segundo trimestre de gravidez, assim como a compra de suplementos vitamínicos nas 20 primeiras semanas de gravidez e, desse jeito eles montaram um índice para prever se a mulher está grávida.

Tudo isso é muito legal mas sem uma estratégia de conteúdo clara, essas informações não adiantariam de muita coisa. No caso da Target, eles notaram que as pessoas ficavam incomodadas ao notar que uma marca sabia tanto da vida deles e aí eles tomaram uma decisão de enviar um catálogo com muitas outras coisas para que os anúncios sobre gravidez parecessem aleatórios e que as marcas não estivessem monitorando o seu comportamento de compras. É uma manobra curiosa de aumentar a taxa de uso de cupons mas ao mesmo tempo beira uma questão moral e ética que pode danificar a marca se descoberta.

Quando essa inteligência é usada para alimentar as possibilidades criativas de conteúdo e segmentação, Social media se torna algo muito mais poderoso. Você conhece profundamente o seu público e sabe os assuntos que vão interessar o seu público. Usando essas informações com responsabilidade e inteligência a sua marca pode não só vender mais produtos como pode também prestar serviços realmente úteis para o seu público. E é usar essa inteligência de Data somada a uma plataforma conectada e a um conteúdo matador e segmentado que vai ditar o caminho que devemos seguir. As possibilidades são infinitas e conseguir fazer isso é uma maneira incrível de otimizar custos de campanhas.

Agora, a pergunta que não quer calar é: você, a sua marca ou a sua agência estão preparados para essas possibilidades?

Fonte:Brainstorm9

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18 out Publicidade digital cresce 500% em 2013 e triplica retorno das marcas

Relatório global da Turn aponta crescimento de 137% das empresas que investem em marketing multicanal

publicidadedigital

O ano de 2013 pode ser considerado o ano dos anunciantes multicanais. A constatação é do “Relatório de Audiência Digital Global do Terceiro Trimestre de 2013”, produzido pela empresa norte-americana Turn. O estudo, divulgado nesta semana, aponta o aumento global de 137% no número global de marcas que apostam em estratégias multicanais – que engloba display, mídias sociais, vídeos online e mobile.

Com esses quatro canais como base, o relatório revela um aumento de 500% no número de ações publicitárias feitas pelos anunciantes. “As marcas que se deslocam de um único canal para multiplos canais conseguem uma melhora de 300%, em média, no retorno sobre o investimento em suas ações de publicidade e marketing”, destaca Fernando Tassinari, diretor de vendas da Turn para a América Latina.

A pesquisa também mostra que os consumidores impactados por anúncios em mais de um canal têm 24% mais chance de converterem do que aqueles que vêem o anúncio em um só canal.

O relatório da Turn também apresenta dados trimestrais do mercado mundial de publicidade digital. Confira abaixo dados relevantes sobre o retorno de investimento e sobre os eCPM (custo por mil impressões efetivo).

Retorno sobre investimento

Os maiores índices de retorno sobre investimento (ROI – Return Over Investiment) para grandes marcas:

• Emissora de TV Global – 3.100% de ROI
• Grande Varejo – 1.700% de ROI
• Marca de Bens de Consumo – 1.100% de ROI
• Montadora de Automóveis – 580% de ROI
• Empresa Global de Telecom – 580% de ROI
• Empresa de Serviços Financeiros – 540% de ROI
• Companhia de seguros – 460% de ROI
• Marca de tecnologia de consumo – 300% de ROI

eCPM (custo por mil impressões efetivo)

As tendências de CPM efetivo (custo por mil impressões) em todos os canais e regiões:

– O eCPM de anúncios em Display continua a crescer, subindo 4,9 % de US$ 1,22 para US$ 1,28 no final do terceiro trimestre de 2013. O volume de impressões global está estável.

– O eCPM de Mobile aumentou 0,9%, de US$ 1,01 no 2º trimestre para US$ 1,02 no terceiro. Um aumento de impressões disponíveis está mantendo o ritmo com demanda acelerada, com mais dólares indo para digital e móbile.

– O eCPM das Mídias Sociais subiu 15,4%. Os principais anunciantes continuam a impulsionar a demanda pelo Facebook e Facebook Exchange Ads, que, globalmente, atraiu US$ 0,45 de CPMe em comparação ao final do segundo trimestre (US$ 0,39). Tem sido um ano incrível de crescimento para o Facebook, com 87% de aumento no eCPM.

– O canal Vídeo Online permanece essencialmente inalterado neste trimestre, caindo ligeiramente (0,54%) a partir de um eCPM de US$ 11,03 no 2º trimestre, para US$ 10,97 até o final do 3º trimestre.

Fonte:Proxxima

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16 out Facebook, uma ótima ferramenta de marketing

O Facebook passou de uma rede social de adolescentes para uma das principais plataformas de marketing online em poucos anos. Diariamente, milhares de postagens são compartilhadas por marcas e ainda mais postagens são publicadas por consumidores que interagem ou trocam informações sobre produtos com os seus contatos através desta rede.

Com o crescimento constante do número de usuários de redes sociais no Brasil, o Facebook se tornou a principal dentro do país e está entre os sites mais visitados em praticamente todos os países do mundo. Não há como ignorar este serviço, criando uma página nele ou não, as pessoas estão falando da sua marca e quanto mais você participar disso, melhor.

Para quem trabalha na área, uma das principais referência sobre o assunto é com certeza a Camila Porto de Camargo, professora e palestrante em cursos de Facebook Marketing. Recentemente escreveu o livro “Facebook Marketing: Como transformar fãs em clientes“, que pode ser baixado gratuitamente aqui.

A entrevista com a Camila têm como objetivo esclarecer algumas das dúvidas mais comuns sobre o marketing dentro do Facebook e conhecer algumas dicas de como aproveitar o máximo dessa ferramenta.

Midiatismo: Para começar, por que investir tempo e dinheiro no Facebook?

Camila: Acredito que a resposta dessa pergunta deva ser do próprio empresário. Sabemos que o Facebook é um excelente canal de relacionamento, geração de tráfego, retenção de clientes e vendas, mas se o empresário não enxerga isso, ele não verá o menor motivo de investir seu tempo ou dinheiro nele.

Como profissional e professora desse tema, acredito que o Facebook seja um dois canais de relacionamento e crescimento mais completos e democráticos que temos na Internet. Com muito investimento financeiro ou nenhum, é possível ter resultados. Obviamente, desde que se entenda a lógica de funcionamento da ferramenta, publico-alvo e objetivos do Facebook no negócio.

 Entrevista com Camila Porto de Camargo: Facebook, uma ótima ferramenta de marketing

Uma empresa que trabalha dentro do Facebook deve investir em outras mídias sociais ou o você considera que o Facebook ofereça uma presença abrangente o suficiente?

O Facebook é um canal muito completo e com muitas opções que vão muito além de se ter uma fan page. Porém, acredito que há canais que cumprem muito melhor funções específicas, o que é o caso dos blogs, YouTube e Linkedin. No Facebook podemos produzir conteúdo, subir vídeos ou procurar vagas de emprego, mas o Facebook não é especializado nesses temas. Por isso, acredito que para fins específicos e para gerar mais resultados, canais focados na conclusão de demandas mais direcionadas, podem ser melhores opções que o Facebook.

O Facebook oferece diversas ferramentas e praticamente não tem limite da quantidade de conteúdo que pode ser publicado. Você acredita que a rede social sozinha pode substituir um blog?

Acredito que sim, mas que não deva substituir. Nos blogs podemos trabalhar com SEO o que é muito mais “engessado” no Facebook. Nos blogs podemos trazer pessoas para nossa loja online ou fazê-la aparecer nas buscas. Além disso, temos aquela questão: o Facebook não é nosso. Se algo acontecer com sua fan page (como aconteceu com a minha, que foi deletada), você perde seu conteúdo e posicionamento. Um blog é nosso, temos mais controle sobre ele em vários aspectos. Não sugiro “colocar todos os ovos em uma só cesta”, pois como disse acima, cada mídia social desempenha funções específicas, o Facebook acaba tendo o melhor de cada uma, mas não é melhor que as “originais”.

Apesar de não ser um assunto tão frequente mais, muito se falou sobre o uso de redes sociais para substituir o email marketing. O Facebook carrega este fardo?

O email marketing está sendo redescoberto. Estamos saindo da era do “spam marketing” que é o que vivemos até então. O email marketing está se tornando cada vez mais importante nas estratégias de comunicação, mas muitas empresas ainda o utilizam como uma forma barata de fazer propaganda, assim como veem as mídias sociais. Hoje, para mim o email marketing é um dos canais que mais geram retorno por um simples motivo: o uso como uma ferramenta de relacionamento, não de propaganda barata. Por ter uma comunicação mais individualizada, o email é muito efetivo, desde que usado com estratégia e planejamento.

O Facebook oferece diversas métricas que podem ser avaliadas, qual você acredita ser a mais relevante?

Depende do que você quer avaliar. É possível medir o engajamento de postagens, com as métricas de Envolvimento. É possível medir a importância do Facebook como uma ferramenta de geração de tráfego, com os dados de cliques em links. Evolução das suas estratégias de captação de fãs com Opções Curtir. Depende muito do que se quer medir. Cada empresa pode ter métricas mais ou menos importantes. É essencial saber o que elas medem e significam, para não usar as métricas erradas para medir um objetivo.

Uma pergunta muito frequente sobre a rede social é como lidar com crises de imagem e reclamações dentro da sua página. Para você, quais são os principais passos para lidar com uma reclamação?

Ser ágil e mostrar que está de olhos e ouvidos abertos. Mostrar ao cliente que viu que ele reclamou e que está em busca da solução o mais rápido possível é fundamental para lidar com as primeiras reclamações. Agora, não adianta apenas dizer que está buscando a solução e não entregar ao cliente. Saber diferenciar o que é uma reclamação construtiva do que é barulho também é importante. Muitos clientes reclamam porque acham que rede social é um muro de lamentações onde tudo é passível de reclamação. Saber o que realmente é uma reclamação e precisa ser resolvida do que é falação e a empresa não pode fazer nada ou não tem relação com ela, também é importante.

Os memes são, sem dúvida, uma das principais formas de conteúdo dentro desta rede social. O Facebook já anunciou que pretende diminuir a relevância deste tipo de conteúdo, correto? As marcas devem usar este tipo de comunicação dentro do Facebook ou devem se manter mais próximas da sua forma de comunicação em outros meios?

É importante que as marcas tenham uma linha de comunicação bem definida nos canais que atuam. Alguns canais permitem mais flexibilidade, outros não. Mas, mais importante que isso é sempre levar em consideração o que esses memes têm a ver com a identidade da marca e no que isso pode colaborar ou não para uma comunicação mais efetiva e próxima aos clientes. Usar memes porque todos usam ou porque a página do personagem x, que tem milhões de fãs usa, é perigoso. Sobre o Facebook reduzir os memes, não entendi até hoje o que ele pretende fazer. Os memes surgem e vão embora muito rápido. Se ele tem problemas em ajustar o EdgeRank, que é um ponto chave em sua estratégia, penso que ele falou mais para “assustar”.

Quais você considera hoje as principais referências dentro do Facebook no Brasil?

A equipe do Resultados Digitais tem feito um trabalho muito bom. A Juliana Frade na Agência Mestre também, com conteúdo bem interessante. O Fábio Prado Lima está se tornando uma grande referência em Facebook Ads, O Israel Degásperi tem investido em Facebook recentemente, o Felipe Spina vem há tempos trabalhando com Facebook e o Estevão Soares, são pessoas que mandam bem.

Você acredita que o Facebook irá reinar para sempre, ou algum serviço como o Google+ – ou outro – pode desbancar ele?

Isso é completamente imprevisível. Mas, tenho acompanhado a evolução do Facebook. Ele está se expandindo por vários lugares, não apenas dentro da sua rede. Hoje temos Facebook nos sites, no e-commerce, nos aplicativos de celular, na bolsa de valores. Penso que ele está no caminho para ser uma rede que durará muito tempo, só não se sabe até quando.

Por fim, o que te motivou a escrever um livro sobre Facebook Marketing?

Sempre escrevi muito sobre Facebook em meu blog. Dos 500 posts publicados nele, acredito que mais da metade é sobre Facebook. O Quartel Digital me convidou para escrever e pensei: por que não reunir o melhor do que já publiquei em um e-book que ajudaria mais pessoas a usar o Facebook? Já fechei um contrato com uma editora, em 2014 teremos a versão impressa e ampliada do Transforme Fãs em Clientes.

Fonte:Midiatismo

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15 out 7 dicas para fazer negócios nas redes sociais

7 dicas redes sociais

Alguns empreendedores têm dúvidas de como promover sua empresa nas redes sociais. O Facebook, Twitter, Google+ e outros sites similares são excelentes para alavancar negócios, mas, é preciso ter foco e objetivo definidos para alcançar resultados. A maneira como os clientes se relacionam com uma marca nas redes merece atenção e cuidado. Confira abaixo sete dicas valiosas, fornecida por especialistas à Exame, que vão te ajudar a obter sucesso nos canais de comunicação.

Não ignore comentários

As redes sociais são espaços de diálogos, por isso é importante estimular a participação e, obviamente, responder aos questionamentos dos usuários. A principal vantagem é ter acesso às críticas e elogios sobre a empresa que não chegariam de forma tão sincera por outros meios. Para Alexandre Suguimoto, presidente da APADi (Associação Paulista das Agências Digitais), se abrir um canal de comunicação esteja preparado para atendê-lo. Caso contrário é melhor nem criar uma conta.

Defina onde quer estar

Para Grazielle Mendes Rangel, consultora de inovação digital e coordenadora do curso de Inovação Digital, Planejamento e Estratégia em Redes Sociais do Ibmec/MG, o perfil do consumidor da marca é que vai ajudar o empreendedor a escolher a melhor rede para atuar. O Pinterest, por exemplo, pode ser interessante para empresas que tenham boas fotos de produtos. O presidente da APADi ainda sugere avaliar os sites como se fossem vitrines, e criar contas com nome da empresa para garantir a conta, mesmo que não sejam usadas no futuro.

Produza conteúdo correto

As redes sociais são espaços para conteúdos diferentes e não campanhas tradicionais de marketing. O ideal, segundo a coordenadora da Ibmec/MG, é produzir conteúdos que tenham a ver com a marca. Saiba quem é o publico, que tipo de informação é relevante para ele e quais são os valores da empresa. Com estes aspectos definidos, publique temas de interesse do consumidor, e se certifique de que as imagens e textos usados não tenham direitos autorais. Caso contrário, o post pode ser removido da página.

Foco no planejamento

Para um dono de uma pequena empresa, montar uma equipe para se dedicar ao gerenciamento das redes sociais pode não ser viável. Mas, ter planejamento e acompanhamento é indispensável. “É um espaço para desenvolver os produtos e monitorar a concorrência. O que acontece nas redes tem que fazer parte da reunião de pauta das decisões estratégicas”, afirma Grazielle.

Tenha consistência

Muitas vezes as empresas começam empolgadas nas redes sociais e depois perdem a freqüência de posts. Isso é muito ruim, pois limita a criação de um relacionamento contínuo com os consumidores. Os posts precisam de consistência: nem o excesso e muito menos a escassez são permitidos.

Crie regras de conduta

Mensagens desrespeitosas, xingamentos e palavrões são comuns em reclamações de consumidores. O recomendável é criar uma política de utilização da página, informando aos usuários que mensagens com esse tipo de conteúdo não serão aceitas.

Integre as redes com os outros canais da empresa

Ter bastante conteúdo nas redes sociais pode ser bom e valorizar a marca, mas não deve ser o único foco do empresário. Não é bom apostar tudo nas redes sociais e substituir até mesmo o site da empresa por uma página no Facebook, por exemplo. De acordo com Grazielle, é importante que exista um alinhamento entre os canais e que cada um tenha um planejamento e papel diferentes, porém, complementares.

Fonte:OlharDigital

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