28 abr Como aproveitar as informações da web e adequar as melhores para sua empresa?

 
informacoes internet Como aproveitar as informações da web e adequar as melhores para sua empresa?
A internet brasileira tem mais de 4 petabytes de informações e 100 bilhões de páginas mundiais, sendo cerca de 3,5 milhões sites nacionais. Com tantas informações, como extrair o melhor da internet para que minha empresa construa seu próprio conteúdo?

Se focarmos menos em quantidade e mais em qualidade de observação, percepção e comunicação conseguiremos aproveitar melhor o potencial da internet.

Atualmente, existem várias ferramentas de análise da web que focam em elementos de navegação e tráfego. Elas verificam o comportamento dos consumidores, preferências, interesses, como eles se movimentam dentro de um site, o que fazem, qual seu perfil, entre outros dados. Além disso, é fundamental verificar as ações de sua concorrência, quais novidades estão trazendo, suas participações e como isso está afetando os indicadores.Lidar com informações que mudam constantemente e que vem de fontes diversas é o principal objetivo da técnica Big Data, um conceito no qual o foco é o grande armazenamento de dados.
Conheça agora como funciona a técnica Big Data e aproveite as informações que caem na web todos os dias em favor da sua empresa.

O que é Big Data?

É um conceito utilizado para descrever grandes volumes de dados. O Big Data ganha cada vez mais relevância a medida que a sociedade se depara com um aumento sem precedentes no número de informações geradas a cada dia.

Trocamos inúmeros e-mails diários, milhares de informações são divulgadas no mundo por segundo, operadoras registram a todo instante chamadas e tráfego de dados do crescente número de linhas de celulares, sistemas de ERP coordenam os setores de várias companhias, etc.

Informação é poder! Por isso, é inteligente da parte de sua empresa saber como utilizar estes dados para melhorar seus produtos, realizar campanhas, desenvolver estratégias de conquista e fidelização de clientes, evitar desperdício de recursos, disponibilizar novos serviços e aumentar sempre a satisfação e interesse de seu público.

Veja a importância do Big Data

Com as novas tecnologias, ferramentas e aplicativos, podemos guardar, organizar e analisar os dados com muito mais facilidade, organização e maior frequência.

Alguns especialistas no assunto, com o intuito de deixar mais clara a ideia do Big Data, passaram a resumir este conceito em cinco “Vs”: Volume (quantidade de dados), Velocidade (o tratamento das informações deve ser feito em tempo hábil), Variedade (dados estruturados e não estruturados, que devem ser parte de um todo, ou seja, um tipo de dado pode ser inútil se não associado a outros), Veracidade (confiança e consistência dos dados) e Valor (resultados que tragam benefícios significativos). Lógico que estes cinco aspectos não precisam ser tomados com definição perfeita. Há quem acredite que a veracidade e o valor são desnecessários, pois já estão implícitos no negócio (toda empresa séria sabe que precisa de dados consistentes).

big data Como aproveitar as informações da web e adequar as melhores para sua empresa?

Uma das plataformas mais utilizadas para tratamento de volume de informações que atendem perfeitamente este conceito é o Hadoop (projeto open source).

O Big Data já foi adotado por diversas empresas e representam uma vantagem fundamental, pois iluminam um mercado sobre o qual se tem pouca visibilidade. É um recurso que apresenta novas oportunidades de negócios e informações valiosas para serem analisadas por gestores e formadores de opinião.

Legal! Mas, além do Big Data, quais outras ações posso fazer para extrair conteúdo de qualidade da internet?

Você pode também analisar as redes sociais, que tem a grande vantagem de contar com milhares de usuários, e com isso, obtêm uma grande rede de dados. As pessoas costumam colocar suas preferências, compartilham informações, expõe suas opiniões, além de pesquisarem os produtos que outros usuários indicam.

Analisar este cenário é algo rico para os empresários! Navegue no Facebook, Twitter, LinkeInd, Plus com outro olhar. Veja quais assuntos deram ibope, quais temas foram mais debatidos, quais empresas recebem mais “likes”, que tipo de conteúdo os atraem e como são divulgados. Separar por cores ou ícones seus produtos é algo que passa uma boa imagem, tem visual bonito, moderno e pode chamar mais a atenção em meio a tantas informações.

É importante frisar que após pesquisar, analisar e divulgar seu conteúdo que PRECISA ser de qualidade e relevante para seu público, é fundamental estabelecer um relacionamento próximo com seus leads. Todos gostam de atenção, de serem bem atendidos e esperam que as empresas oferecem algum retorno sobre suas dúvidas e opiniões.

Seu público gosta de consumir seu conteúdo, mas será fiel e compartilhará a experiência somente se o retorno for rápido e seu atendimento for próximo.

Fonte:Midiatismo

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28 abr Facebook elabora guia com 10 boas práticas de marca na plataforma

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Em meio à controvérsia sobre a queda do alcance orgânico na rede, ProXXIma antecipa com exclusividade o conteúdo do manual

O Facebook Brasil lançará nesta semana um guia com 10 boas práticas de marca na plataforma. O objetivo é ajudar agências e empresas de todos os portes a gerar resultados de negócio usando a rede social, que soma hoje 83 milhões de usuários ativos por mês no país e 52 milhões por dia.

Desenvolvido pela Creative Shop, divisão de criação do Facebook Brasil, o manual traz 10 recomendações centrais, todas apresentadas por meio de uma afirmação e ilustradas com cases nacionais e estrangeiros. “Peço que questionem esta lista, que duvidem de mim. Testem, meçam resultados e, se algo não estiver dando certo, sejam ágeis: mudem”, disse o estrategista criativo da rede social Cris Dias à ProXXIma, que teve acesso exclusivo ao novo material.

“Move fast” (Mova-se rapidamente) é sua resposta para a pergunta que está na cabeça de todos os gestores atualmente: qual será o futuro das marcas no Facebook? O alcance orgânico na plataforma caiu, o mercado sentiu o golpe e reclamou.

“As marcas terão de pagar para aparecer no Facebook, como em qualquer outra mídia”, afirma Dias. “Mas, mesmo pagando, se não criarem um conteúdo excelente, não vão atingir 83 milhões de pessoas. Os usuários simplesmente irão ignorá-las.”

De um ano para cá, 50% a mais de páginas foram curtidas no mundo, segundo estudos da empresa. E a concorrência pela atenção do usuário só vai aumentar, projeta o estrategista. “A cada dia, as pessoas fazem mais amigos e curtem mais páginas na rede. A quantidade de tempo passado no Facebook não vai acompanhar este crescimento.”

Ele ressalta também que mais da metade do tempo destinado à plataforma acontece no news feed – este deve ser, portanto, o principal ringue de toda estratégia de marca. E admite que não existe fórmula pronta para obter sucesso, citando Rolex como exemplo. “É uma marca clássica. Textos longos para ela funcionam porque seu público-alvo tem tempo para ler e interesse em saber mais sobre seus produtos.”

Conheça a seguir as 10 práticas de marca recomendadas pelo Facebook, com comentários do estrategista.

1] Uma marca é um ponto de vista
“Não tente agradar todo mundo. Quando uso uma camiseta da Nike ou um celular da Apple, as pessoas olham e entendem o que eu quero transmitir sobre mim. Dove, por exemplo, é a marca que enaltece a beleza interior da mulher. Por isso, todos os posts de Dove devem ressaltar este ponto de vista.”

2] Conte histórias, não apenas fatos
“Ninguém pega o celular antes de dormir e assim que acorda por causa de marcas. No news feed, as marcas competem com histórias reais, com amigos e família. Mas a boa publicidade sempre soube contar boas histórias e, no Facebook, não é diferente. Certas coisas nunca mudam.”

3] Gatos: use apenas se você vende ração para eles
“As marcas não estão no Facebook para ganhar likes, e sim para gerar resultados de negócio. Todo mundo faz post baseado em datas especiais, mas todo dia do ano é dia de alguma coisa. Faça apenas se a data for importante para a sua marca ou crie uma nova data comemorativa.”

4] Explore o poder das imagens
“Isso é essencial. Além disso, nunca faça um banner no Facebook – é o pior tipo de banner que existe, porque ele nem se mexe. Ao longo do tempo, nós fomos treinados para ignorar banners, e nosso algoritmo penaliza gravemente quem é marcado com um ‘Não quero mais ver isto’. Faça uma imagem linda, marcante, ou invista em fotos que seus amigos poderiam ter feito. Ben & Jerry faz isso com consistência e muito bem.”

5] Texto? Curto
“Um estudo mostrou que o post de uma pessoa comum tem, em média, 16 palavras. O post mais compartilhado da história, comemorando a reeleição de Barack Obama, trazia uma imagem maravilhosa, que a equipe guardou para aquele momento, e apenas três palavras: ‘Four more years’ [Mais quatro anos]. É legal deixar espaço para a imaginação.”

6] Mobile ready? Mobile best
“Hoje, o Facebook tem 58 milhões de usuários ativos mensais em mobile no Brasil. Mas as marcas devem pensar no device usado, porque nosso algoritmo também decide se vai mostrar algo ou não pelo por ele. Em feature phone, não dá para mostrar imagem. Sugiro ainda fazer vídeos nativos – eles têm alta taxa de play. Se você jogar o cara para fora, ele pode ter de pagar para ver o vídeo. Também recomendo segmentar post: por exemplo, só quero exibir para quem estiver no Wi-Fi.”

7] Criador e curador de conteúdo
“Não se trata apenas de criar conteúdo. Muitas marcas fazem um ótimo trabalho de curadoria, com uma equipe que procura e edita histórias de pessoas reais envolvendo a marca. O Instagram de Coca-Cola é só curadoria, é 100% feito por consumidores.”

8] Consistência, consistência, consistência
“Não conte uma história apenas uma vez. Seja consistente, senão a mensagem não fixa. Harley Davidson sempre coloca uma mulher em suas imagens, e vai repetindo aquilo. Deste jeito, a mensagem que ela quer passar acaba entrando no imaginário dos consumidores.”

9] Arte + ciência
“Numa plataforma tecnológica, você pode usar as ferramentas disponíveis para entender o seu público. Também pode testar, entre poucas pessoas, qual post causa mais impacto. Só mudar as cores usadas já faz toda a diferença: para vender mais, os players de e-commerce fazem testes o tempo todo. E, é claro, você deve segmentar os seus posts. O X-Tudo da Rocinha não tem verba para anunciar na Globo, mas pode impactar toda a sua comunidade com um bom conteúdo no Facebook.”

10] Entregue o conteúdo certo às pessoas certas
“É errado falar com 83 milhões de pessoas do mesmo jeito. Nesta plataforma, você pode falar para nichos ou fatiar o seu público. As mães não são todas iguais: um post para uma mãe de bebê deve ser totalmente diferente de um post para a mãe de uma criança de até três anos. E para mãe de adolescente, mais ainda! Fatiando a audiência, também é mais fácil deixar o usuário com aquela sensação: ‘Este post foi feito para mim!’, o que é excelente para a marca.”

Fonte:Proxxima

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08 abr Será que você sabe tudo sobre métricas na web?

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Quando a propaganda começou a evoluir na internet, os profissionais de venda passaram a mencionar questões como a identificação do target e a facilidade de mensurar os resultados das campanhas como fatores absolutamente positivos. Mas nem tudo é exatamente da maneira como os números mostram, entretanto.

Você acha que conhece alguma coisa sobre métricas e visibilidade na web? Então responda rápido: qual a porcentagem de impressões que realmente são vistas pelos usuários? Por que as pessoas não costumam clicar em banners? A agência Rakuten Marketing resolveu responder essas e outras questões através do infográfico que você pode conferir abaixo.

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Fonte:Adnews

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03 abr 10 experimentos em Landing Pages que você deve fazer agora

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Ok, você finalmente conseguiu. Você domina a sua aplicação de Landing Pages, você aprendeu como criar uma uma ótima página de vendas mesmo não tendo desenhado nada antes na sua vida. Você levou tanto tempo para elaborar o seu modelo e conseguir dar ênfase aos benefícios de suas soluções.

A sua Landing Page está perfeita, então é hora de lançá-la!

E então, nada. Grilos. Nada de vendas. Nada de downloads ou testes grátis. E nada de cadastrados à sua base de dados.  O que aconteceu de errado? Pode ser uma série de coisas….

Talvez os seus esforços em campanhas PPC ou em conteúdos de marketing não estão direcionando os seus visitantes para a sua Landing Page.  Ou talvez as pessoas estão chegando à sua Landing Page, mas estão clicando rapidamente no botão “voltar”, pois não estão encontrando nada interessante na sua página.

Publicar a sua Landing Page é somente o início. Não pense que o seu trabalho estará terminado e que os leads virão sozinhos. O cenário mais provável é que nada ou quase nada irá acontecer depois que você publicar a sua página.  O caminho para uma Landing Page perfeita não está nos esforços investidos em sua criação, mas sim no tempo que será investido em testar a sua página.

Todos os bons comerciantes que estão conseguindo taxas de conversões de 10%, ou maior, testaram incansavelmente as suas Landing Pages. Eles finalmente encontraram a combinação perfeita entre título, corpo do texto, oferta, calls to action e imagens, e isso converteu em um maior número de clientes para algum produto em particular.

Como você pode testar? Que boa pergunta. Fiz uma seleção de dez testes (ou experimentos) que você deve realizar agora mesmo:
  1. Teste o seu título;
  2. Teste a sua fonte;
  3. Teste o comprimento da sua página;
  4. Teste a sua oferta;
  5. Teste o seu call to action;
  6. Teste os seus subtítulos e pontos chamativos;
  7. Teste as suas imagens;
  8. Teste o seu design;
  9. Teste o melhor lugar para os elementos;
  10. Teste o preço.

Mas antes de entrar detalhadamente em cada um desses testes, algumas ressalvas para se ter em mente:

  • Jogue fora a sabedoria convencional

Você pode ter lido dezenas de artigos, eBooks ou até ter feito cursos sobre Marketing Online. Mantenha esse conhecimento em sua cabeça, mas jogue isso pela janela quando for realizar os seus testes. A maioria dos profissionais que estão sempre testando acabam ficando surpresos, uma e outra vez, pois os resultados de seus testes mostram que o aprendizado convencional estava errado em seus casos particulares.

  • Teste um elemento por vez

Para saber bem a razão de um aumento (ou diminuição) das conversões, você deve isolar as causas do evento. Para fazer isso, você deve testar um elemento por vez. Não teste o seu título e o seu call to action ao mesmo tempo. Faça um experimento primeiro, por exemplo com o seu título, e depois faça testes com o seu call to action.

  • Use uma ferramenta A/B Test

Para conduzir os seus testes, use aplicações para criação de Landing Pages que incluam A/B Test dentro da própria plataforma (recomendo Lander). Ambas fornecem relatórios muito úteis, além de informações que você terá para mensurar os resultados dos seus testes.

1. Título

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O seu título é provavelmente o elemento mais importante da sua Landing Page. É o título que diz ao seu potencial cliente se ele está no lugar correto. E também se tal página vale à pena ou não ser visitada.  A proposta do título, segundo Brian Clark, é “obter a primeira frase lida”.

É isso: se o seu usuário não gostar do que ele vê no seu título, ele não vai ler o resto da página para saber mais sobre o seu produto ou serviço.  Não importa o quão convincente seja o resto da sua Landing Page. Se o título não chamar a atenção ao ser lido, a sua página não será atraente.

Experimente título curtos, título grandes, títulos com benefícios ou títulos com uma pitada de mistério.

2. Fonte

Acredite ou não, a fonte importa. Há milhares e milhares de fontes, e todos os dias nascem novas fontes. Desde que Netscape introduziu a tag <font> em 1995, uma nova indústria, a indústria das fontes web, foi inventada.  A razão é simples: fontes são importantes.

As fontes mais comuns na internet são Arial, Georgia e Tahoma. Mas não é incomum encontrar por aí fontes que você nunca viu antes, tais como Neutraface2DisplayTitling e Chaparral-pro.

O tamanho da fonte também é importante, especialmente considerando que nós vivemos em um mundo dominado por smartphones.  Teste as suas fontes em desktops, tablets e smartphones.

3. Comprimento

A sua Landing Page será grande ou pequena? Contrariando ao aprendizado convencional, algumas Landing Pages convertem melhor quando são longas. Muito longas. Quero dizer, longas mesmo, com mais de 20 páginas.

Algumas Landing Pages contém apenas um título e um botão call to action. As homepages de Dropbox e Kissmetrics são exemplos de páginas simples.

O que funcionar para você pode ser realmente surpreendente, então teste o comprimento da sua página.

4. Oferta

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Vamos esclarecer uma coisa agora. Uma oferta não é um call to action. Uma oferta é uma oferta. A oferta é o que os seus potenciais clientes recebem ao visitar a sua Landing Page. O call to action é o convite para acionar essa oferta.  E existe uma grande diferença.

A oferta é provavelmente o segundo elemento mais importante da sua Landing Page, depois do seu título. Na verdade, a oferta é tão importante que o especialista em Marketing, Mark Joyner, escreveu um livro completo sobre o tema: Irresistible Offer.

E para esclarecer ainda mais, a sua oferta não é o seu produto.  Se você vende um software de hospedagem que custa R$199/mês, você provavelmente não terá um grande número de cadastros para garantir o seu serviço de imediato.  Ao invés disso, forneça a eles uma oferta preliminar: um teste grátis ou uma versão free do seu software (assim como algumas ferramentas de Landing Pages fazem).

A sua oferta pode ser também um relatório grátis. O objetivo é construir uma base de dados e assim garantir uma relação com os seus potenciais clientes através de e-mail marketing (recomendo entre outras, a E-Goi).

O teste grátis é a sua melhor oferta ou você deve cobrar alguma taxa nominal? Os usuários responderão melhor ao terem um relatório grátis ou ao ganharem acesso gratuito a uma plataforma com conteúdo premium?

Teste a sua oferta.

5. Call to Action

O call to action é o que leva as pessoas a provarem a sua oferta. A sua Landing Page tem sido construída para isso. Esse é o foco dos esforços em Marketing Online.  Se não há um call to action, não há ação.

O seu call to action pode incluir botões que digam “compre agora”, ou um formulário que diga “cadastre-se agora”, pode ser laranja, azul, vermelho ou verde.  O seu formulário online pode perguntar coisas como o primeiro nome, o endereço de e-mail ou dados demográficos completos.

Tenha em mente a importância de testar o seu call to action de acordo à sua proposta. Você quer o máximo de leads possível ou você quer somente corretores da bolsa que investem R$500 mil por ano?

Se você está buscando prioridades para os testes das suas Landing Pages, eu colocaria o título em primeiro lugar e depois o call to action.

6. Subtítulos e pontos de atenção

As pessoas estão acostumadas a ler online de uma forma diferente da que leem offline. A maioria dos visitantes da sua Landing Page vão explorar a página, e por isso é importante incluir muitos subtítulos, pontos de atenção e listas numeradas no seu template.

Você deve escrever para os exploradores assim como para os leitores.  Se o seu título levou à leitura do texto, os seus subtítulos manterão o seu potencial cliente interessado.

Teste o tamanho, a cor e a expressão dos seus subtítulos. E não se preocupe com os questionamentos sobre “branding” por parte do Departamento de Marketing. Eles ficarão horrorizados se você usar diferentes cores ou fontes na sua estrutura, nos títulos e subtítulos.

Mas quando você mostrar as estatísticas, você os deixará tranquilos.

7. Imagens

Imagens, assim como subtítulos e pontos de atenção, desempenham um papel importante na comunicação com os seus potenciais clientes para passar uma ideia de que a sua oferta é tudo.  Imagens do seu produto são importantes, mas se você não tem um produto, há alternativas (imagens de clientes dando depoimentos ajudam bastante).

Torne concreta a sua oferta abstrata. Se você oferece um e-book grátis ou um relatório especial, crie uma imagem de um livro virtual.

Teste diferentes tipos de imagens e o posicionamento delas na Landing Page.

8. Design

O primeiro pensamento em relação à Landing Page quando se está desenhando uma é: como eu posso tornar a minha Landing Page profissional? Embora seja um pensamento bem-intencionado, muitas vezes é equivocado.

Uma Landing Page profissional ou até mesmo bonita é um prazer para os olhos, e isso parece lógico em relação a atingir o sucesso para mais conversões, mas dê uma olhada em Craigslist. Um projeto muito simples. E um site de muito sucesso.

Você nunca saberá antes de testar. Teste as cores da sua Landing Page, os calls to action, as fontes, as imagens. Teste a largura, o preenchimento, as margens. Teste a densidade de elementos, a quantidade de espaços em branco.

9. Posição dos elementos

Relacionado ao design, pensar onde você colocará suas imagens, textos e calls to action. Você colocará a imagem do produto ao lado do formulário call to action ou no outro oposto da página? Onde irá colocar os depoimentos? Se você tem uma Landing Page longa, quais imagens, calls-out e calls to action você irá colocar na parte de baixo da página, e onde?

Teste a posição dos seus elementos.

10. Preço

Finalmente, se você vende um produto, teste o preço. Pense além do aprendizado convencional. Teste um preço baixo contra um preço alto. Muitos comerciantes que testaram diferentes preços se surpreenderam com o crescimento das vendas quendo escolheram preços mais altos.

Além disso, você vai usar um número arredondado, como R$30 ou o velho truque do Marketing, R$29,99? E por que não tentar algo incomum, talvez R$28,88?

Palavras de despedida

Após o conhecimento adquirido sobre os testes, você poderá decidir fazer variações sobre título, cor, design, texto e imagens, e tudo o que pensar.  Não é bem assim.

Minha sugestão é testar apenas as diferenças mais óbvias. Não se confunda testando infinitas variações. As pequenas alterações não farão tanta diferença e você perderá tempo com isso.  Teste duas ou três das mais óvias opções.

Agora mãos à obra: testar, testar e testar (recomendo Lander)!

Fonte:Imasters

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02 abr 3 dicas para aumentar o tráfego orgânico de seu site sem Link Building

LinkBuilding

Todos sabem que Link Building faz uma grande diferença no posicionamento dos sites nos resultados orgânicos de buscadores como Google, Yahoo e Bing. Muitas vezes isso é feito naturalmente: o próprio usuário percebe a relevância do conteúdo de uma página e decide compartilhar na internet. Entretanto, há situações em que isso ocorre de forma produzida e o resultado acaba sendo negativo. Pensando nisso, selecionei três dicas básicas e fáceis de implementar, que acabam sendo subutilizadas nas estratégias de SEO.

1) Melhore a experiência do usuário

Os sites de baixa qualidade vêm sofrendo com o Google, desde a atualização denominada Panda. Ter uma landing page otimizada e com conteúdo relevante ao termo buscado é importante, mas pouco vale se o usuário não tiver uma boa experiência ao chegar na página. Você deve se perguntar: Como o Google define se tal página oferece ou não uma boa experiência ao usuário? É simples. O Google analisa o percentual de pessoas que clicam em um link no resultado de pesquisa, acessam o site e que, em um curto período de tempo, retornam ao mesmo resultado de pesquisa. Isso leva a crer que o usuário não encontrou o que procurava no site ou não teve uma boa experiência.

Muitos (assim como eu) acreditam que diminuindo esse retorno do usuário à página de pesquisa do Google, o site pode ganhar posições frente aos concorrentes para o termo pesquisado e até mesmo para outros termos que ativam a determinada landing page. Para isso, é importante trabalhar a forma com que o conteúdo está disponível. Lembre-se que conteúdo não precisa ser somente texto. Insira imagens, vídeos, avaliações de outros usuários. Ofereça serviços adicionais! Por exemplo: se o seu site é de viagens, tenha a cotação das principais moedas, a temperatura em determinados destinos ou orientações para tirar passaporte e visto. Além disso, é essencial que sua página tenha um call to action claro e bem definido. Sua meta é fazer com que o usuário continue navegando pelo site ou que pelo menos ele não volte para a página de resultados do buscador. Considere o tipo de pesquisa e direcione seus esforços na landing page para esta finalidade. Nem sempre o usuário está buscando a conversão imediata, então identifique o momento dele e ofereça o que precisa.

2) Melhore o tempo de carregamento do seu site

A otimização da velocidade de carregamento do site é um dos critérios que garantem uma posição melhor na Search Engine Results Page (SERP). O próprio Google confirmou isso, o que é raro. Verifique o tempo de resposta do seu servidor versus o de seu concorrente e acompanhe o tempo de carregamento total da página. Com isso, você melhora a experiência do usuário como um todo e não somente dos que acessam seu site via trafego orgânico.

Há algumas formas de melhorar o tempo de carregamento do seu site. Uma delas é comprimir as imagens, buscando o ponto de equilíbrio entre peso do arquivo e qualidade da imagem. Outra alternativa é diminuir o peso do arquivo HTML. Compactar seu código com o Gzip é um bom começo, mas sempre vale a pena dar uma olhada no próprio código fonte, que deve ser o mais enxuto possível, sem espaços em branco, que juntos podem somar alguns KBs.

Usar arquivos externos, tanto para CSS quanto para JavaScript, também é útil. Dessa forma, faz-se o cache desses arquivos e eles não precisam ser carregados a todo momento. Por fim, sugiro usar PageSpeed Insights. Basta inserir uma URL e a ferramenta irá listar uma série de itens que podem ser otimizados, com o objetivo de melhorar o tempo de carregamento da sua página.

3) Otimize o Snippet (Descrição do site na SERP)

Para começar, altere qualquer meta description que esteja duplicada entre as páginas do seu site, pois os buscadores consideram isso algo negativo.

O Google não trabalha mais com limite de caracteres para o título e sim a largura em pixels. Ainda assim, mirar entre 60 e 80 caracteres é uma boa opção. Seja descritivo e instigue o usuário a clicar no seu resultado, assim como fazem em links patrocinados.

Utilize também rich snippets para dar mais destaque, sempre que possível. Essas ações irão aumentar o seu CTR, o que ajuda a conquistar posições melhores e também a gerar um tráfego maior para o seu site.

Enfim, no dia a dia do SEO ficamos focados em trabalhar itens mais complexos e os básicos, como a experiência de navegação e o tempo de carregamento do site, muitas vezes passam despercebidos. Siga essas três dicas e acompanhe a evolução do seu tráfego orgânico. Você não irá se arrepender!

Por Denis Casita – CEO da Performa Web, agência de Marketing Online, especializada em Search Engine Marketing (SEM).

Fonte:Adnews

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