13 jul E-mail marketing para e-commerce: 8 dicas de como escrever linha de assunto

Despertar a curiosidade do destinatário e conseguir aquele clique na abertura do e-mail depende de alguns fatores fundamentais. O primeiro deles é a linha de assunto. É como se fosse um cartão de visitas: se não for atraente e personalizado o suficiente, pode perder aquele público na hora.

35% dos destinatários abrem o e-mail levando em conta somente o assunto, enquanto 69% marcam um e-mail como spam dependendo do assunto.

Destacamos 8 dicas sobre como escrever a linha de assunto no e-mail marketing para seu e-commerce:

Aposte em assuntos curtos

Aposte em assuntos curtos, mas diferentes e atrativos. É sempre bom lembrar: o limite para que a frase consiga ser lida no desktop é de 70 caracteres, e no celular, 35 caracteres. Se você quer que o usuário consiga ler a frase completa, utilize o meio termo.

Utilize frase de pré-cabeçalho

pré-cabeçalho, aquele primeiro trecho de texto no seu e-mail, é um espaço fundamental para conquistar a atenção do destinatário. Junto ao título, esse é um contato inicial – e, como você já sabe, a primeira impressão é a que fica.

Os provedores de e-mail carregam as primeiras palavras da mensagem logo abaixo do assunto, portanto, crie uma frase curta e chamativa para iniciar a interação com a campanha. Ela será um complemento do seu assunto, e irá lhe ajudar a convencer o cliente.

Personalize o texto

É comprovado que e-mails personalizados influenciam cliques e conversões. O assunto do e-mail é uma excelente oportunidade para ser mais informal com o seu cliente. Por isso, experimente chamar as pessoas pelo nome já no título da campanha.

Lembre-se que, do outro lado, existe uma pessoa que precisa se identificar com sua marca.

Utilize verbos

Como o e-mail marketing é voltado para ação, precisamos utilizar verbos na linha de assunto como forma de estimular a ação desejada. Verbos imperativos — como aproveite, curta, ganhe, descubra, desfrute, aprenda, veja, confira e corra — costumam funcionar muito bem.

Cuidado com o caps lock

Poucas coisas irritam mais um leitor do que um assunto escrito todo em letras maiúsculas. Lembre-se que as letras maiúsculas transmitem agressividade e arrogância e isso normalmente não é nada bom. Só destaque o que for imprescindível em caixa alta e evite excesso de pontuação.

Mostre urgência

e-mail marketing é um canal que possibilita respostas em tempo real. Por isso, sempre que houver algum tipo de escassez em suas ofertas, utilize termos como “só hoje”, “agora”, “últimas peças” ou “ainda dá tempo”. Estas palavras têm o poder de fazer as pessoas tomarem ações mais rapidamente, de acordo com o nível de engajamento delas com sua empresa.

Não faça falsas promessas

O conteúdo dos assuntos de e-mail marketing precisa corresponder exatamente ao que está naquela campanha. Do contrário, o seu público vai se sentir enganado e prontamente irá se descadastrar daquela lista. Crie e mantenha uma relação de honestidade com o seu destinatário ao ser objetivo na sua redação.

Uso de emojis

Existe uma forma de tornar a linha de assunto mais divertida. Você certamente já conhece: são os famosos emojis. O uso destes símbolos na linha de assunto, quando feito com moderação, costuma trazer aumento de 10% a 15% na taxa de abertura.

E por fim, faça testes A/B para aprender e evoluir. Lembre-se que cada público é único e é seu trabalho analisar e descobrir as preferências do seu. O teste A/B é a ferramenta ideal para trazer a maior parte das respostas para suas dúvidas quanto ao estilo da linha de assunto.

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13 jul Estratégias de vendas e o uso correto do marketplace

Como destacar um e-commerce diante de tanta renovação que o mercado passou? Será que vale a pena vender dentro de marketplaces? Como eu defino o mix de produtos de minha loja? Confira essas e muitas outras estratégias de vendas.

Diferencial competitivo no e-commerce

Por mais que os negócios digitais pareçam ter mudado radicalmente nesse momento de pandemia,  o que realmente ocorre é um eterno processo de evolução. “A principal mudança, e que sempre deverá receber atenção, é a comunicação. Se destacará o e-commerce que souber se aproximar de forma eficiente do cliente”, disse. Aqui, o especialista destaca que essa atenção do lojista deve ser maior no cadastro de produto, assim como a organização da loja.

Organização de uma página do e-commerce

A “cereja do bolo” nesse aspecto, é o logista pensar na loja como um consumidor. “É preciso entender quem está navegando na loja. Se imaginarmos um e-commerce de moda cujo público predominante é de São Paulo, dá para ter insights sobre o perfil dessa persona. Afinal, o consumidor paulista possui algumas peculiaridades muito visíveis”.

Curvas de consumo

Após detectar o perfil de cliente, analise as curvas de consumo A, B e C (onde A, nesse caso, seriam os produtos mais vendidos, seguido por B e C, respectivamente). “Digamos que a curva A relacione a categoria ‘Saias’, por exemplo. Ela não pode ser escondida, como muitos e-commerces fazem, e sim evidenciada. Afinal, é o que o público mais busca dentro do site”. Segundo ele, estar atento às questões meteorológicas em uma loja de moda também é importante, pois não faz tanto sentido apresentar uma roupa de verão em um dia frio. “São pequenos insights que fazem toda a diferença o montar uma vitrine”.

Mix de produtos

Sobre os lançamentos de produtos, destacamos a importância de estar sempre antenado ao que está acontecendo no mercado. Analisar o que o cliente digita na barra de busca do site, por exemplo, vale como dica dentro as estratégias de vendas. “Às vezes, duas lojas que vendem roupas de moda fitness, por exemplo, possuem públicos totalmente distintos. Por isso eu ressalto a importância de analisar o perfil de consumidor da loja, pois será o engajamento dessa persona que definirá a estratégia de lançamento de produtos”.

Como usar o marketplace

“O maketplace já é um caminho sem volta, e deve estar dentro das estratégias de vendas. Eu entendo que gerar tráfego dentro dessas plataformas é de extrema importância. Ele já soma muitas vantagens, como um aumento do lucro, reduz custo de operação… Porém, é preciso estar nesses canais de forma correta”, alerta. De acordo com ele, um dos erros muito comuns é replicar um produto do e-commerce — com os mesmos dados — no marketplace. “Ao subir um produto com o cadastro idêntico, o profissional duplica o conteúdo, o que automaticamente gera uma ‘punição’ pelo Google”.

Isso ocorre porque o gigante das buscas entende que o conteúdo autoral é do marketplace, já que este possui mais relevância — e o e-commerce, no caso, estaria “plagiando” o conteúdo, perdendo em buscas orgânicas e se tornando cada vez mais dependente do marketplace. A solução, portanto, é manter um conteúdo autoral muito bom no e-commerce próprio, assim como um diferenciado para as plataformas de marketplace.

“Quem vai fazer o negócio crescer é o próprio lojista, disposto a correr riscos para colher os benefícios” 

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13 jul Como criar um e-commerce de sucesso?


 

Com a pandemia, o Brasil registra a abertura de mais de uma loja virtual por minuto. Nos últimos dois meses, foram 107 mil novos estabelecimentos na internet. Apesar de oferecer novas possibilidades às lojas físicas, ter um e-commerce não é garantia de uma experiência satisfatória para o cliente.

 

Com mais de 930 mil sites de venda no Brasil, é preciso encontrar maneiras de se destacar para criar um e-commerce de sucesso. O primeiro passo é mapear todas as jornadas envolvidas no processo, desde a localização da loja virtual na internet até o pós-venda.  A jornada do usuário precisa ser elaborada por profissionais experientes, que consigam traduzir os procedimentos em fluxogramas, definindo neles todas as questões e variáveis que devem ser amplamente respondidas. Cada etapa deve ser customizada na ferramenta que for adotada.

Depois, deve-se escolher a plataforma de e-commerce ideal para o negócio, já que existem inúmeras, gratuitas e pagas. Dada a diversidade, o que deve determinar a melhor solução é o trabalho prévio de especificação do projeto. Isso quer dizer ter personas bem definidas, o mapa CSD (certezas, dúvidas e suposições), o mapa de empatia (que avalia a aderência do público-alvo aos produtos e serviços oferecidos pelo e-commerce), além é claro, do estudo das jornadas.

Para que tudo saia como o planejado, sem desperdício de recursos, é fundamental desenvolver um protótipo da loja virtual, ainda que ele seja de baixa fidelidade, desenvolvido em preto e branco, sem a aplicação de imagens, mas navegáveis, simulando o seu funcionamento. Em casos de protótipos mais sofisticados, de alta fidelidade, são criados os layouts finais, com uma experiência de navegação mais próxima da realidade.

Ainda no protótipo é preciso desenvolver testes de usabilidade envolvendo clientes reais e potenciais. É necessário identificar a quantidade de produtos que devem ser comercializados, fazer as integrações com o ERP – Enterprise Resource Planning (sistema integrado de gestão do negócio) para controle e estoque dos produtos, faturamento e emissão de nota fiscal. Além disso, é preciso definir o melhor meio de pagamento, como por exemplo, cartão de crédito, boleto, depósito em conta, etc. Depois, é chegada a hora de integrar com um sistema de logística para a entrega dos produtos.

Aliado a todas essas funcionalidades, é preciso desenvolver um layout que proporcione a melhor experiência possível ao cliente. E esse tema é delicado, já que existem empresas que oferecem plataformas gratuitas, que podem não atender às necessidades específicas identificadas no estudo de jornadas. Nesse caso, a empresa poderá gastar tempo e dinheiro na implementação de uma solução que, ao contrário de permitir suas vendas, pode acabar trazendo prejuízos. A customização é de fundamental importância para a experiência do usuário.

Outro ponto fundamental é a acessibilidade. Segundo pesquisa realizada pelo IBGE, 94,6% dos brasileiros utilizam o smartphone para acessar a internet. Portanto, é imprescindível que o e-commerce seja responsivo, adequando ao tamanho da tela do dispositivo que está acessando. Também é fundamental que a página atenda os portadores de necessidades especiais, o que infelizmente, é raro no Brasil – apenas 1% dos domínios ativos no Brasil são compreensíveis para grupos com deficiência. Nesse sentido, a loja virtual precisa pensar em soluções baseadas em diretrizes sobre o tema, como as WCAG (Web Content Accessibility Guidelines).

Quando tudo estiver funcionando perfeitamente, é crucial atrair tráfego para o seu e-commerce. Para isso, aplicar as palavras-chave certas é fundamental. O Google possui robôs que fazem a indexação de conteúdo a partir dos sites/lojas que existem na internet. Esse tipo de resultado de busca é chamado de busca orgânica, ou seja, é aquela que não está associada a uma campanha propriamente dita. É muito importante estar entre os primeiros resultados da busca orgânica. Mas, também vale a pena apostar em campanhas de mídia paga para a divulgação de seus produtos/serviços. Publicidade online no Google Ads ou nas principais redes sociais, como o Facebook Ads e Instagram Ads, é extremamente importante para a atração de leads e geração de vendas.

Por fim, é preciso muito, mas muito, teste, para que o sistema não falhe. E, mesmo tudo correndo bem durante a compra e recebimento do produto, o dono do e-commerce não pode se ser esquecer do pós-venda. O atendimento posterior a uma compra é tão importante quanto o cumprimento do prazo de entrega. Além de promover uma experiência perfeita, o lojista virtual tem que ter o foco em não fazer parte dos sites onde clientes relatam problemas de péssimas experiências, como o Reclame Aqui. Só assim, seus potenciais clientes se sentirão seguros para fazer compras e os atuais ficarão ansiosos para voltar a comprar, a fim de repetir a experiência de sucesso que tiveram.

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13 jul Saiba como usar o Marketing Digital para Pinterest

Quando se fala em marketing digital, ainda não é muito comum pensar em uma plataforma que nasceu lá em 2010, e que está sempre por aí nos ajudando a ter ideias.

No entanto, parece que já está mais do que na hora de abrir os olhos para uma potência que é o Pinterest, uma mídia social bastante conhecida que, além de ser um banco de imagens, apresenta uma relação direta com sites e e-commerce.

Se até as grandes empresas, como a Apple e o Walmart estão se fortalecendo no Pinterest, pode ter certeza: tem algo de bom aí.

O Pinterest está disponível para todos através do desktop e em aplicativos para smartphone, e o sucesso da plataforma não está apenas nas métricas de curtidas, seguidores ou interações, necessariamente.

Ao contrário das outras mídias nas quais se precisa criar relacionamento, a cultura do Pinterest é a do usuário se inspirar, pegar referências de produtos os quais tem intenção de comprar. Ele ali tem ideias e salva o que, possivelmente, vai adquirir.

Por isso, é importante ficar atento à quantidade de views mensais que a página pode alcançar, pode ser uma excelente medida dos bons resultados do perfil.

Mas de que forma isso se aplica ao marketing? Bom, o Pinterest é um espaço que se utiliza muito dos recursos visuais, que, se bem trabalhados, podem instigar os potenciais consumidores que por ali navegam.

As imagens podem cativar e contar boas histórias. Atualmente, ele aceita não só fotos, mas também vídeos. E, de forma direta, a plataforma deixa acrescentar links e endereços que representam um recurso trans mídia, uma vez que o usuário pode parar em outras páginas com a finalidade de, efetivamente, realizar uma compra.

As páginas com contas de empresa (perfis business) possibilitam o investimento em anúncios, assim como uma configuração específica com informações da empresa.

O ponto alto do Pinterest é a boa imagem que ele tem. Em uma pesquisa encomendada pela Talkshop, 64% dos usuários descreveram o serviço do Pinterest como um lugar confiável para buscar produtos e serviços.

Isso mostra um pouco do comportamento de quem usa o Pinterest, que tem interesse em comprar e está disposto a ver possíveis bons negócios na plataforma.

Também é alto o número de pessoas que acaba por conhecer novas marcas ao navegar pelo Pinterest. Para o marketing, é muito valioso entender o público e saber também que 70% das pessoas que usam a ferramenta são mulheres.

Dentre as dicas para quem está começando a usar a plataforma, é imprescindível ressaltar a organização e a disponibilização de conteúdo em quantidade, criando pelo menos umas 10 pastas com “pins” para que o usuário navegue na página.

O recomendável é que se utilize a plataforma postando imagens ou vídeos no formato predeterminado, com a tela na vertical. É essencial ter um endereço para o qual ele possa migrar e fazer o uso das hashtags (#), que também funcionam muito bem nesta plataforma.

Como experiência pessoal, comprovei a força do Pinterest  partindo do zero e atingindo a marca de 37 mil visualizações em apenas uma semana

Portanto, vale considerar com carinho a possibilidade de vender e apresentar a marca pelo Pinterest. Depois de 10 anos no mercado, a plataforma pode fazer a sua empresa crescer e mostrar um excelente caminho a seguir.

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13 jul Como aumentar a geração de leads com ações de marketing digital

A geração de leads se dá através de ações de “atração”. Seja qual for o canal ou mídia escolhidos, a atração é a grande responsável pela geração dos leads para uma empresa.

De todas as ações citadas acima, sem dúvidas as que estão relacionadas ao marketing de busca tendem a apresentar um melhor resultado na geração de leads.

Lead é alguém que demonstrou ter interesse pela oferta. Ele é mais do que um simples visitante do site, mas também não chega a ser ainda uma oportunidade concreta de venda. Muitas vezes o lead não tem o perfil para se tornar cliente, por mais que ele queira.

Como gerar leads?

A geração de leads se dá através de ações de “atração”. Seja qual for o canal ou mídia escolhidos, a atração é a grande responsável pela geração dos leads para uma empresa.

Algumas das ações de atração mais utilizadas no marketing digital são: técnicas de SEO para gerar tráfego orgânico, compra de mídia (Google Ads, Facebook Ads, banners em sites, posts patrocinados, etc.), marketing de conteúdo (posts em blogs e redes sociais), parceria com influenciadores digitais, dentre outros.

De todas as ações citadas acima, sem dúvidas as que estão relacionadas ao marketing de busca tendem a apresentar um melhor resultado na geração de leads, pois a pessoa é quem demonstrou o interesse ou intenção de compra através de uma busca!

Como qualificar os leads para vendas?

Como já citei neste post, gerar leads não significa que todos eles se tornarão seus clientes. Inúmeros fatores podem fazer com que os leads não sejam considerados qualificados ou não estejam no momento certo para comprar.

É importante entender o perfil do cliente para utilizar critérios de qualificação dos leads. Informações demográficas e geográficas são excelentes critérios para iniciar uma pré-qualificação, mas é importante que nessa fase o lead seja contatado (via e-mail ou, preferencialmente, por telefone ou num encontro presencial).

Como classificar os leads qualificados de acordo com as diferentes etapas da jornada de compras

Após a etapa de pré-qualificação, é necessário que os leads considerados qualificados sejam classificados. Nem todos os leads estarão no momento de efetuar uma compra imediata, por isso, enviar a informação certa, na hora certa e para o lead certo demonstrará que você entendeu a necessidade daquela pessoa e está disposto a ajudar o cliente.

Classificação de leads

Basicamente os leads podem ser classificados como: topo, meio e fundo de funil.

Leads de topo de funil são aqueles que ainda estão na etapa de descoberta, ou seja, estão incomodados ou desejando algo, mas sem muita clareza.

Leads de meio de funil já estão buscando entender mais sobre como resolver o problema que possuem, por isso, estão numa etapa chamada de consideração.

Já os leads de fundo de funil estão praticamente convencidos sobre a compra, mas precisam escolher a opção que melhor atenderá a sua necessidade. Essa é a chamada etapa de decisão.

Independente da etapa em que o lead se encontra uma estratégia de marketing inteligente é capaz de se relacionar com cada um, construindo a autoridade da empresa perante o lead, que precisa se sentir seguro para avançar até o estágio final da compra.

Inbound Marketing: estratégias para gerar leads, nutri-los e depois vender!

Gerar leads é apenas uma das etapas da estratégia de marketing. O caminho que um lead percorre até se tornar cliente é que vai determinar o sucesso das suas campanhas, por isso, uma das formas mais atuais de se trabalhar toda a jornada de compras é através do Inbound Marketing.

Contemplando as fases de atração, conversão, relacionamento e vendas, uma estratégia de Inbound é capaz de garantir vendas a curto, médio e longo prazo, fazendo o seu negócio escalar e a sua empresa crescer (ou seja, mais dinheiro no seu bolso!).

Não vale a pena investir muito em atração de visitantes para o seu site e geração de leads se você não possui uma estratégia de conversão e relacionamento, ao mesmo tempo, é impossível pensar em Inbound Marketing sem associá-lo à etapa de atração.

Atualmente, a forma mais rápida de atrair tráfego para um site é através da mídia paga (principalmente Google Ads e Facebook Ads), mas a curto prazo um bom SEO pode garantir um excelente retorno sobre o investimento (ROI) para as suas campanhas de marketing digital.

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07 jul 5 dicas fundamentais para aumentar a conversão de leads

Como gerar mais leads e conseguir mais clientes? Essa é uma pergunta que muitas empresas fazem. Quando o assunto é conversão, não existe sorte. É um conjunto de técnicas de marketing digital que garante que os objetivos de uma empresa sejam alcançados. Não é uma tarefa fácil, já que os momentos de atenção do usuário são curtos e a concorrência digital é grande.

Um estudo da Hubspot deste ano mostra que apenas 22% das empresas estão satisfeitas com suas taxas de conversão.

Vale lembrar que converter vai além das vendas diretas, pode ser o preenchimento de um cadastro, o download de um material rico ou até a inscrição em uma newsletter. Então, antes de mais nada, é preciso definir a métrica de conversão, que pode estar localizada em qualquer etapa do funil de vendas.

Uma boa estratégia de CRO impacta e reduz o Custo de Aquisição de Clientes (CAC), resultando em aumento nos resultados de performance sem aumentar custos com canais de aquisição”.

No entanto, para garantir o sucesso desta estratégia, o primeiro passo é ter os objetivos claros e definir bem as métricas que serão usadas para depois partir para a ação.

Para trilhar esta trajetória, confira 6 dicas indicadas  para ter um site de alta conversão:

1) Capriche na copy

A capacidade de atenção do usuário em um site é muito pequena. É por isso que o título precisa ser eficiente, para garantir o foco do consumidor. É nesse primeiro contato que a proposta de valor deve ser vendida, de forma clara, direta e ousada. Mostrar, em poucas palavras, o motivo pelo qual um produto é único é a melhor forma de atrair as pessoas para lerem o resto do conteúdo do site. Depois desta etapa é hora de apresentar a solução do produto para o problema do potencial consumidor.

Uma dica extra sobre o assunto é em relação a arquitetura da Landing Page, “o título é importante, mas ter só texto em uma página é cansativo. É preciso pensar no foco visual também, que pode ser uma foto ou a imagem do produto. Isso vai ajudar a manter o usuário concentrado na mensagem.”.

2) Chame para a ação

O call to action precisa ser único e direto. E precisa estar disponível logo no primeiro momento da atenção do usuário, logo depois do título e da apresentação da solução para o problema dele. É esse momento, quando a pessoa entender a história que está sendo contada e estiver convencida da importância do produto na vida dele, que entra a chamada para a ação. Dessa forma, a probabilidade dela conversão será muito maior.

3) Navegar é preciso. Converter também.

A navegabilidade de um site é extremamente importante para gerar conversão. Ela é eficiente quando o usuário, em poucos cliques, encontra o conteúdo que busca. Para isso, descomplicar os processos, ser o mais claro possível nos comandos e evitar o preenchimento de dados que não são essenciais nesse primeiro momento é essencial.

4) Já vai? Não despreze o pop-up de saída

O abandono do site é um problema muito comum. Muitas pessoas têm a intenção de retornar a uma página para continuar o processo de compra, mas dificilmente retornam. Uma técnica para evitar que isso aconteça é exit-overlay, ou seja, uma tela ou pop-up criado para conseguir de volta o interesse da pessoa antes que ela vá embora do site. Sua inserção precisa acontecer no momento certo para não incomodar o usuário, trazer uma oferta que não pode ser recusada, criando um apelo emocional de maneira simples e direta.

5) Remarketing: o famoso vale a pena ver de novo

Uma ferramenta do Google Ads que marca e identifica os usuários que já visitaram um site anteriormente e, assim, o Google e passa a exibir os anúncios com mais frequência quando eles visitam sites que aceitam anúncios na rede de display. Essa é uma estratégia de marketing digital muito utilizada para garantir que o consumidor fique com a marca em mente enquanto pensa e decide sobre a compra. Assim, as chances do usuário que foi embora do site voltar para efetuar a compra aumentam significativamente.

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