16 Maio 10 dicas para vender mais nas redes sociais, mesmo sem verba

Mesa com ícones de redes sociais

Dúvida do internauta: Não tenho dinheiro suficiente para investir em divulgação em mídias como rádio, outdoor e outros meios de comunicação. Mas tenho minhas redes sociais (Instagram e Facebook). Gostaria de saber como posso ser eficiente nas minhas divulgações, o que devo postar (fotos do produto/serviço) e o melhor horário para postar.

Uma regra de ouro para o empreendedor é ter foco, em todas as áreas. E, por acaso, vender mais e tornar a sua marca mais conhecida seria um dos focos da sua empresa? Acredito que muitos responderam sim para essa pergunta, pois alavancar vendas é uma das metas prioritárias de qualquer negócio, não é verdade?

Mas como vender mais se não há dinheiro suficiente para investir em divulgação em mídias como rádio, outdoor e outros meios de comunicação?

Vai aqui uma boa notícia: hoje isso só depende de você! Isso mesmo! Claro que não vamos aqui comparar os resultados de alcance e conversão que uma boa campanha permite em sites, revistas, outdoor e outras mídias de grande impacto. Mas, você, sozinho mesmo, pode começar hoje mesmo a aumentar as suas vendas na internet.

Em algumas redes sociais, como Facebook e Instagram, por exemplo, é possível divulgar produtos e serviços com muito resultado, pois você pode atingir centenas, milhares e até milhões de pessoas.

Quer entrar nesse jogo? Então anote aí dez dicas para vendar mais nas redes sociais:

1. Descubra o seu público e o que interessa a ele

É muito importante saber a idade média, sexo, preferências, região em que vive e comportamento dos seus clientes.

2. Defina a sua meta

Quer divulgar um novo serviço? Aumentar as vendas de determinada linha? Promover combos e promoções?

3. Conheça a concorrência e outras páginas de interesse

Uma boa fonte de inspiração para a sua empresa, de temas, linguagem e horários de postagens, pode ser as páginas de concorrentes que estejam alcançando sucesso nas redes sociais e até de marcas de outros produtos e serviços, mas que também falem com o seu público.

4. Monte um planejamento real

Comece fazendo um cronograma semanal, com um post diário, por exemplo. Na segunda-feira poderá focar no produto, na terça-feira falar sobre comportamento, na quarta-feira contar uma curiosidade da produção, na quinta-feira trazer uma dica de uso etc. Depois, faça o planejamento mensal.

5. Tenha ritmo e periodicidade

É muito importante ter constância, postar sempre. Mostre que a sua empresa se preocupa com a página, melhore as mensagens e, com o tempo, vá aumentando as postagens.

6. Crie conexão/relacionamento com o seu público

As redes sociais são um ambiente de conversa. Então, não adianta falar sozinho. Responda os questionamentos dos usuários, crie ações para trazer mais o público para a página, compartilhe a história positiva de algum cliente com a sua marca etc.

7. Melhore os seus resultados

Não vale só postar se você não souber os resultados do que está fazendo. Por isso, é fundamental medir o desempenho das suas publicações. Conheça os horários de pico na sua página e os posts que tiverem mais sucesso. Ajuste o seu planejamento com base nesse resultado.

8. Desenvolva ações criativas

Chame o seu público para participar e compartilhar o conteúdo com mais pessoas. O engajamento vale ouro, literalmente, nas redes sociais. Pense em concursos culturais, por exemplo, para atrair mais pessoas!

9. Invista em campanhas

Se conseguir alguma verba extra, invista em impulsionar posts estratégicos e em campanhas para aumentar o seu público.

10. Amplie as suas redes

Avalie ampliar as suas ações para mais redes sociais, atingindo ainda mais audiência. Uma dica é ver como promover a sua marca no YouTube, no LinkedIn e no Snapchat, por exemplo.

Agora, ninguém mais tem desculpa para não vender, mesmo sem verba! É só ser um pouquinho mais produtivo no seu dia a dia e separar algumas horas por semana para impulsionar os seus negócios na internet. Boas vendas!

Fonte: Exame
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11 Maio O poder de uma hashtag

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Sua hashtag vai realmente construir conexões? Se não tiver certeza, é melhor não utilizá-la

Qualquer pessoa que já teve a missão de criar uma hashtag sabe o quão ingrata essa tarefa pode ser. São muitas regrinhas não escritas como: não pode haver muitas vogais, nem muitas consoantes. A junção das palavras deve dar leitura. Ela tem que ser sexy, inteligente e resumir todo um conceito em, no máximo, três palavras.

Se a missão for traduzir ou adaptar uma hashtag para o português a tarefa é ainda mais árdua. Se você não acredita em mim, tente traduzir a hashtag #Likeagirl — criada pela maravilhosa campanha da Always nos Estados Unidos e que viralizou mundo afora.

Porém, por motivos que eu suspeito mas ainda existe teoria por trás, as hashtags que melhor se saem no quesito “eficiência” surgiram de maneira orgânica. Elas aparecem sem expectativas de métricas ou resultados. É o exemplo da #MeuPrimeiroAssédio, criada pela ONG Think Olga, que no ano passado tomou conta do Trend Topic do Twitter Brasil e agrupou relatos de mais de 88 mil mulheres sobre a primeira vez que sofreram assédio.

Ao mesmo tempo em que as hashtags servem para agrupar, organizar e mapear um determinado assunto, ainda é difícil traçar sua origem ou seu potencial de impacto na vida offline das pessoas

E também de maneira orgânica, alguns meses depois, assistimos a tradução e adaptação dessa hashtag no México. #MiPrimerAcoso levou milhares de mulheres mexicanas a denunciar seus assediadores. O protesto virtual começou horas antes da primeira grande marcha contra a violência de gênero no país. Em abril também assistimos ao surgimento e disseminação da #WhenIWas, hashtag criada no Reino Unido, com o mesmo objetivo das outras duas campanhas: trazer à tona a violência sistemática e naturalizada que as mulheres sofrem, muitas vezes antes de completar os 10 anos de idade.

A #WhenIWas conseguiu agrupar 50 mil relatos em apenas uma semana. No ano passado, também no Reino Unido, surgiu a #FirstHarassment (tradução literal da #MeuPrimeiroAssédio) que logo foi usada por mulheres em outros países europeus. Esses “cases” servem não só para mostrar o poder do ativismo digital como a possibilidade de tradução (e a busca por soluções) de problemas internacionais.

Ao mesmo tempo em que as hashtags servem para agrupar, organizar e mapear um determinado assunto, ainda é difícil traçar sua origem ou seu potencial de impacto na vida offline das pessoas. O que acredito que fica para as marcas a lição de se pensar no porquê do sucesso de uma hashtag. Por que as pessoas deveriam usá-la? O que elas querem expressar para o mundo quando se atrelam a esse símbolo (#)?

Talvez, antes de pensar em como ela ficará no final de um post, tweet ou foto. O ideal seria parar e pensar se ela é realmente necessária. Se ela poderá ser usada como uma ferramenta de reivindicação, de conexão com marcas e até com outras pessoas, como foram as inúmeras #Jesuis… no ano passado — infelizmente.

E, principalmente, se ela conseguirá gerar um sentimento de acolhimento e pertencimento, seja com os valores do consumidor ou, no melhor dos cenários, com os valores do consumidor e o propósito da marca.

Fonte: Meio e Mensagem

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11 Maio Como explorar o tráfego orgânico e preparar o seu site para vender mais

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A disputa pelas primeiras posições nas páginas do Google não é nenhuma novidade. Se levarmos em consideração que 60% de todos os cliques acontecem nas 3 primeiras posições do resultado orgânico, trabalhar para ranquear melhor a sua marca faz cada vez mais sentido, não é mesmo?

Agora imagine que sua empresa está na 35ª posição nas páginas de pesquisa do Google. Quantas vendas você faz hoje pela internet? Já pensou por que sua empresa ou sua marca não conseguem vender mais? Já se perguntou como seu potencial cliente tem alcançado seu produto ou serviço pela rede? Quantos por cento você poderia vender a mais no ano se melhorasse o posicionamento da sua marca na web?

E vá além. Pergunte-se:

  • Como tem sido a experiência do usuário ao navegar pelo seu site?
  • Quanto tempo você tem investido em produção de conteúdo?
  • Quais palavras-chave são as mais pesquisadas para o seu segmento, produto ou serviço?

Se você ainda não se fez tais perguntas, chegou a hora. No Brasil, a busca orgânica, seja ela direta ou não, corresponde hoje, em 2016, a 50% de todo o tráfego gerado na web. Outro dado relevante é o de que 49% dos brasileiros possuem internet em casa e mais de 42 milhões dos internautas acessam a rede através do celular. Logo, está aí uma excelente oportunidade para mostrar melhor o seu produto ou serviço e aumentar a sua taxa de conversão, não é mesmo?

Porém, para alcançar as melhores posições não basta apenas investir em técnicas de SEO, é necessário mais. Nos últimos anos, o Google investiu para que o usuário tivesse uma experiência cada vez mais relevante e, neste contexto, duas importantes atualizações foram realizadas alterando a forma como as páginas hoje são classificadas: Panda e Penguin.

Em busca de uma boa experiência para o internauta, a cada pesquisa os robôs do mecanismo de busca “varrem” milhões de páginas na internet à procura dos arquivos que vão atender melhor aos anseios de quem está navegando na rede. E alterar as regras do jogo na web fez com que o Google impedisse que pessoas e empresas tirassem vantagem em cima das técnicas de SEO sem que a experiência final do visitante fosse considerada.

Nesse sentido, o conteúdo ofertado passou a ter novo valor e novo peso. Quanto mais relevante ele for, maiores serão as chances da sua empresa se posicionar melhor. E maior visibilidade na internet hoje significa uma maior proximidade da sua marca com o seu público-alvo, ou seja, maiores as chances de converter aquele visitante em cliente.

Pensando em aumentar o volume dos seus negócios, preparamos 3 dicas que vão ajudar a sua empresa a ganhar posições no Google explorando apenas o tráfego orgânico e, assim, aumentar as suas chances de fechar mais vendas.

1. Produza conteúdo relevante

A base de um bom trabalho em SEO vai muito além das técnicas de otimização e os  seus “supostos milagres” que muitos profissionais vendem no mundo do Marketing Digital. Não se deixe enganar!

Se o seu objetivo é aumentar as vendas através da web, foque em um trabalho de qualidade, ou seja, invista em um site bem construído e com uma excelente arquitetura de informação; crie conteúdos e páginas de qualidade; busque palavras-chave que façam sentido para o seu modelo de negócios e ganhe links relevantes que garantam autoridade no seu segmento, ao invés de priorizar somente técnicas que queiram enganar o Google e os seus robôs.

Claro que o trabalho de otimização On-Page não deve ser esquecido. Títulos relevantes, meta description adequada, urls amigáveis, imagens com descrição, entre outras técnicas, ainda fazem a diferença, sim. Porém, quando o assunto é resultado orgânico, apenas conteúdo relevante terá impacto direto na forma como o Google posiciona a sua marca, impactando, portanto, sobre o seu negócio e as suas vendas. Dessa forma, se o seu objetivo é vender mais através da busca orgânica, produzir conteúdo de qualidade tornou-se indispensável para adquirir posições e ser facilmente encontrado pelo seu público consumidor.

E já sabemos que o comportamento do usuário mudou com o crescimento da internet. Uma quantidade infinita de informações, opções, comparativos, preços e condições passaram a ficar distantes apenas um clique do seu potencial cliente, influenciando diretamente a sua decisão de compra. Sendo assim, a forma como você é percebido na rede hoje faz total diferença para fechar ou não aquela venda, certo?

E como saber se o conteúdo que estou produzindo é relevante?

1.1 – Conheça o seu público consumidor

Faça uma pesquisa junto à sua base atual de clientes para conhecer o perfil de quem está comprando de você, para quem você está direcionando o seu conteúdo.

Você pode seguir o checklist de perguntas abaixo para facilitar esta etapa de conhecimento da sua persona:

  • Quem é o seu potencial cliente? (características físicas e psicológicas do responsável pela compra)
  • Que tipo de assunto interessaria para ele sobre o seu setor?
  • Quais são as atividades mais comuns que ele realiza (tanto pessoalmente quanto profissionalmente)?
  • Qual seu nível de instrução? Quais seus desafios e obstáculos?
  • Que tipo de informações ele consome e em quais veículos?
  • No caso de produtos B2B, qual é o tipo de empresa que compra a sua solução? E qual o cargo de quem compra?
  • Quem influencia suas decisões?

Uma ótima ferramenta para ajudar neste processo de definição do seu público-alvo é também o Fantástico Gerador de Personas. Mapear e entender para quem você vende vai fazer muita diferença na hora de produzir conteúdos de acordo com cada etapa da jornada de compra. Lembre-se que cada usuário está em um momento de compra diferente e entregar o que ele precisa vai fazer muita diferença no momento de fechar as suas vendas.

Mas por que devo mapear a minha persona? Imagine que nos últimos meses você e sua equipe produziram 10 posts, 2 eBooks, 1 vídeo e 1 Email Marketing. Para quem vocês escreveram? Em qual momento da jornada de compras estavam seus potenciais clientes? Você sabe?

Conhecendo a sua persona fica mais fácil identificar qual o seu perfil e reconhecer as suas reais necessidades. Através destas informações é possível planejar e direcionar a produção de conteúdos em sua empresa. Ao entregar o conteúdo certo na hora certa você consegue fazer com que um simples visitante chegue mais rápido ao final de todo o processo de compra, aumentando e muito as chances de ele se tornar verdadeiramente um cliente.

Então, se você está produzindo conteúdo a esmo, pare tudo! Defina a sua persona em primeiro lugar. Esta etapa é fundamental se você deseja extrair resultados mais expressivos através do marketing de conteúdo.

1.2 – Saiba quais são as tendências em termos de palavras-chave para o seu segmento

Utilize a própria barra de pesquisas do Google para saber como os usuários estão fazendo a busca de determinados termos e use-os tanto em seu site quanto na produção de posts e materiais educativos para otimizar os seus resultados. Outro recurso interessante é explorar o Google Trends para conhecer o comportamento das palavras durante o ano. Explore os termos de acordo com a sazonalidade, como dias dos namorados, dia das mães, Natal etc; e invista neles antes das datas desejadas para ganhar autoridade e sair na frente da sua concorrência.

Potencialize os seus resultados aproveitando mais as palavras de cauda longa. Os termos mais específicos, por exemplo “como melhorar o SEO de um site”, apresentam taxas de conversão maiores, apesar do menor volume de buscas. O usuário que faz uma pesquisa no Google para um termo exato e encontra o seu site tem muito mais chances de converter do que aquele que digita apenas uma palavra ampla. Ou seja, palavras de cauda longa podem ser uma ótima estratégia para aproximar a sua marca do seu público-alvo e fechar mais vendas.

Utilize a busca interna do seu site para saber quais termos os visitantes estão pesquisando ao navegar pelas suas páginas. Esses termos têm o poder de dizer o que exatamente os visitantes querem encontrar. O Google Analytics fornece a lista de termos pesquisados dentro do seu site.

1.3 – Procure saber o que o seu concorrente está fazendo

Como ele tem utilizado o marketing de conteúdo para aumentar os resultados? Quais são os canais em que ele se faz presente? Como se comunica com a sua audiência? Conheça a sua concorrência e utilize essas informações como incentivo para antecipar ações e sair na frente.

Quanto mais assertivo for o conteúdo que você lança na rede, melhor será o seu posicionamento e maiores serão as chances de atingir o seu público e transformar visitantes em clientes.

2. Melhore a experiência do usuário em seu site

De nada adianta ter ótimos conteúdos se a experiência do visitante durante a navegação não for bacana, não é mesmo?

Sites pesados, lentos e que dificultam a vida do usuário em outros dispositivos como tablets e mobiles, por exemplo, só tendem a levar o seu potencial cliente para o concorrente.

2.1 – Invista em sites responsivos e rápidos

Faça com que seu site se adapte às necessidades dos usuários e torne a sua marca acessível seja qual for o dispositivo. Coloque-se no lugar do seu potencial cliente e imagine o quão frustrante é clicar no link de um determinado produto e demorar uma eternidade para ter acesso às informações que tanto deseja. Se um clique pode significar uma venda, um clique também pode significar um usuário deixando de navegar em seu site e indo buscar o que precisa no seu concorrente.

Otimize o seu site, tornando a navegação mais rápida e fazendo com que o internauta encontre o que pesquisa em poucos segundos. OPageSpeed Insights do Google é uma excelente ferramenta, que avalia e classifica a experiência do usuário tanto para desktop quanto para mobile, além de fornecer informações sobre os pontos que merecem atenção e que devem ser corrigidos para que o visitante tenha uma navegação de qualidade.

2.2 – Aumente o tempo de permanência dos visitantes no site

Ofereça um mundo de possibilidades para o usuário. A experiência só será completa se o visitante não precisar de uma nova busca no Google para encontrar o que procura. Aproveite para olhar a arquitetura de informação da sua página na web. Como a informação está organizada? A quantos cliques o seu potencial cliente está distante dos produtos ou serviços que deseja?

Abuse aqui de recursos como a janela de buscas, para que o internauta encontre facilmente o que precisa, ou então a galeria de posts relacionados ou posts mais acessados, estimulando assim que o visitante permaneça mais tempo navegando em seu site. Use links internos em seus posts, direcionando o usuário para a página do produto ou serviço em questão. Esta é uma grande estratégia para estimular o desejo de compra de seu potencial cliente e aumentar a possibilidade de fechar aquela venda.

3. Construa link building de qualidade

Links externos ainda funcionam bem, porém hoje não basta que você tenha apontado para o seu site dezenas de links irrelevantes, pois o Google considera o peso do link que está redirecionando para você através da avaliação do conteúdo.

Logo, se o seu site é sobre peças automotivas, de nada adianta ganhar links de um site de perfumes, não é mesmo? O link building tem por objetivo ajudar na construção da sua autoridade na web. Dessa forma, receba apontamentos de páginas que correspondam ao mesmo segmento que o seu ou que ofereçam serviços e produtos complementares aos da sua empresa.

E como ganhar backlinks de qualidade?

3.1 – Avalie menções de marca

Ganhe autoridade pelo conteúdo que produz e receba redirecionamentos pela referência que representa na web em seu segmento de atuação. Garimpe os domínios que citam sua marca, mas que não apontam nenhum link para o seu site. Esta é uma ótima estratégia para ganhar links de qualidade e ser melhor avaliado pelo Google. Existem várias ferramentas de SEO, gratuitas ou pagas, que podem ajudar você nesse sentido, como Majestic SEO, Ahrefse Moz.

3.2 – Faça Co-Marketing

Aproveite a oportunidade e utilize esta estratégia para ganhar links de qualidade para a sua página. Mais que uma ação conjunta entre empresas, o Co-Marketing é uma boa maneira de adquirir links relacionados ao seu segmento.

3.3 – Elimine o Erro 404

Descubra as páginas não encontradas dentro do seu site, o famoso erro 404, e aponte os links para páginas existentes, melhorando assim a experiência do visitante durante a navegação.

Conclusão

Tanto para busca direta quanto dentro de uma jornada de compra, produzir conteúdo relevante para seu público-alvo, garantir uma boa experiência ao usuário em seu site e ganhar direcionamentos de qualidade é o mínimo que você pode fazer para ganhar posições no Google e se fazer presente na rede.

Quanto maior for a sua presença na web, maior será a sua força para fazer a máquina de vendas girar. Utilizar o tráfego orgânico a seu favor e ir além das conhecidas técnicas de SEO, buscando mais que o ranqueamento pelo ranqueamento, é fundamental para obter os resultados que espera.

E não se esqueça: conhecer o seu potencial cliente, o que ele realmente está buscando, quais são os seus reais interesses, seus hábitos de consumo e suas dores só vai fazer você se aproximar da porcentagem de vendas que deseja.

E então, o que você acha de compartilhar com a gente os resultados que a sua empresa já conseguiu através do trabalho conjunto envolvendo marketing de conteúdo e SEO?

 

Fonte: Resultados Digitais

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11 Maio Métricas relevantes para quem faz fluxo de nutrição com e-mail marketing

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Quando se trata de e-mail marketing, há diversos pontos em que precisamos prestar atenção, se você já desenvolveu alguns materiais nesse sentido sabe do que estou falando certo? Podemos analisar o SEO do e-mail marketing, erros comuns que você pode estar cometendo ou então dar dicas para desenvolver um e-mail marketing matador. Contudo, a verdade é que nada disso importará realmente se você não estiver medindo os seus resultados. Afinal, é preciso saber se você está ou não atingindo os objetivos propostos no início da campanha, o e-mail marketing pode ser lindo, atender à vários requisitos “técnicos” e não agradar seu público alvo.

Após definir o seu objetivo com o envio do e-mail marketing, o próximo passo deve ser decidir quais serão as métricas que você utilizará para acompanhar o seu progresso e medir seus esforços. Acredite, temos muito mais a avaliar do que apenas a quantidade de respostas que recebemos depois de um envio de e-mail, vamos às métricas?

12 métricas de e-mail marketing que você precisa conhecer

1. Taxa de cliques

A taxa de cliques refere-se a porcentagem de destinatários de e-mail que clicaram em um ou mais links contidos em um determinado e-mail que você enviou. Para calculá-la, você deve utilizar a seguinte fórmula:

Total de cliques ou cliques únicos / Número de e-mails entregues

Quando alguém perguntar sobre suas métricas de e-mail marketing, essa deve ser a primeira que lhe vem à cabeça, pois é uma métrica do dia-a-dia.

2. Taxa de abertura

Outra métrica que deve estar sempre à mão é a taxa de abertura. Isso porque, antes de clicar em qualquer link do seu e-mail, o destinatário primeiro precisa abri-lo, não é mesmo? E essa métrica refere-se a exatamente isso: quantas pessoas abriram sua mensagem de e-mail. Contudo, é preciso levar em conta que há muitos clientes que têm seus e-mails automaticamente abertos e outros que não carregam as imagens automaticamente e, nesse caso, o e-mail não é registrado como aberto. Sendo assim, essa é uma métrica um tanto quanto “sombria”, por assim dizer.

3. Taxa de conversão

Essa taxa nos dá a percentagem de destinatários de e-mail que clicaram em um link dentro do e-mail e completaram a ação desejada, como o preenchimento de algum formulário ou a compra de algum produto. Em outras palavras, realizaram a conversão. Para calcular essa taxa, utilizamos a seguinte fórmula:

Número de pessoas que realizaram a conversão / Número total de e-mails entregues

Uma campanha de e-mail marketing sempre tem algum objetivo, ou seja, levar o destinatário a realizar alguma ação, mesmo que seja baixar algum e-book gratuito.

4. Taxa de e-mails que cancelaram a inscrição (Unsubscribe Rate)

Sempre haverá uma taxa de aceitação de cancelamento. Usando o 100 como base, você não pode deixar a taxa chegar a 0,05%. O importante aqui é procurar algum pico de cancelamento, que será um sinal claro de que o e-mail enviado não foi um sucesso e é preciso rever a campanha.

5. Taxa de rejeição

Diferente da taxa de cancelamento, essa métrica tem a ver com a porcentagem de e-mails enviados que não foram entregues com êxito à caixa de entrada dos e-mails destinatários. Para calcular essa taxa, utilizamos a seguinte fórmula:

Número total de e-mails devolvidos / Número de e-mails enviados

Neste ponto, é bom destacar que existem dois tipos de taxa de rejeição, a “hard” e a “soft”. A primeira refere-se aos endereços de e-mails inválidos ou inexistentes, ou seja, que nunca chegarão ao destinatário. A segunda, por sua vez, refere-se a algum problema temporário no endereço de e-mail ou no servidor.

6. Lucro por e-mail

Apesar de não ser muito discutida, essa é uma métrica bem importante, pois se refere a amarrar seus esforços em objetivos específicos; por exemplo, preencher algum formulário de solicitação de contato consultor. Assim, você deve medir e acompanhar a rentabilidade do seu esforço por clique. Para calcular, a maioria dos provedores oferece uma maneira de estipular as metas e obter relatórios a partir delas, demonstrando o que é rentável e o que não é.

7. Taxa de crescimento

Essa taxa diz respeito a quanto sua lista de e-mail está crescendo. Para calculá-la, basta seguir a seguinte fórmula:

[Número de novos assinantes – (Número de cancelamentos + Número de reclamações de spam)] / Número total de endereços na sua lista de e-mail

Controlar essa métrica é fundamental: por meio dela você perceberá se está ganhando ou perdendo assinantes e promoverá campanhas a fim de estender seu alcance e expandir o seu público, posicionando-se como autoridade.

8. Taxa de queixa ou abuso

Essa taxa refere-se ao número de assinantes que estão marcando o seu e-mail como spam. Usando o número 100 como base, você não pode deixar sua taxa ser maior do que 0,05%. Uma taxa aceitável é de 0,02% – dependendo, claro, do segmento em que você se encontra posicionado.

Uma dica para manter essa taxa sobre controle é deixar o link de cancelamento visível, pois esse é um dos maiores motivos que fazem as pessoas marcarem seu e-mail como spam: elas não querem mais receber seus e-mails e não conseguem cancelar. É melhor ter um cancelamento a ter uma reclamação de spam.

9. Taxa a prazo

Apesar do nome um pouco esquisito, essa é uma métrica para te deixar feliz. Ela mede quantas vezes uma pessoa abriu e leu seu e-mail e também indica se ela o enviou a outra pessoa, o que nos leva a próxima métrica.

10. Taxa de compartilhamento

Essa taxa refere-se à porcentagem de destinatários de e-mail que clicou em “compartilhar” para postar o conteúdo do seu e-mail em alguma rede social ou enviou para algum amigo. Para calcular essa taxa, utilizamos a seguinte fórmula:

Número de cliques em um compartilhamento / Número total de e-mails entregues

Essa é uma métrica consideravelmente importante, pois significa que sua campanha está fazendo você gerar novos contatos, já que as pessoas na sua lista estão te auxiliando a atrair novos leads. Por isso, encoraje sua lista a passar os e-mails para frente.

11. ROI

O retorno total sobre o investimento não poderia ficar fora da nossa lista. Afinal, você precisa saber de quanto está sendo o seu retorno. Para calcular o ROI, utilizamos a seguinte fórmula:

(R$ total em vendas realizadas – R$ total investido na campanha) / R$ total investido na campanha

Se você ainda não está calculando o seu ROI, comece agora!

12. Taxa de Churn

Essa métrica calcula o quanto sua lista está crescendo levando em conta a porcentagem de cancelamentos, reclamações e rejeições.

Uma taxa média de churn é de 25% ao ano. Isso significa que você precisa acrescentar 25% de novos assinantes todo ano apenas para manter sua lista constante.

A importância de analisar as métricas

Como você pode ver, as métricas existentes são diversas. Para calculá-las de modo mais eficiente, é importante que você tenha o seu objetivo em mente. Por exemplo: se o seu foco é aumentar os leads gerados com e-mail topo de funil, então a métrica que você deverá levar em conta é a de taxa de crescimento da sua lista de e-mails, pois esses e-mails conterão call to actions convidando os destinatários a assinar seu blog ou participar da sua newsletter semanal.

Mas se o seu objetivo é manter os assinantes envolvidos, então é preciso manter um olho nos assinantes desengajados e até removê-los de sua listagem, pois eles podem prejudicar sua taxa de spam ou outras métricas, já que estão colocando seu e-mail direto na lixeira. E esse não é o seu objetivo, não é mesmo?

O importante é que você estabeleça seus objetivos e suas métricas e crie o hábito de analisá-las. Os relatórios irão mostrar as interações e o comportamento do seu consumidor, ajudando-o a constantemente ampliar seu poder de alcance e o número de leads qualificados. Analisar as métricas é uma ação fundamental para a tomada de decisões que pode alavancar suas campanhas de e-mail marketing e, consequentemente, o desenvolvimento do seu negócio, do nome da sua marca e o sucesso de seu produto ou serviço.

Por que as métricas são importantes para o fluxo de nutrição de e-mail marketing?

Para trabalhar suas campanhas de e-mail marketing de forma eficiente é preciso segmentá-las. As métricas, assim como outros fatores, auxiliam nessa segmentação, pois mostram a interação e o comportamento do usuário. Sendo assim, o fluxo de nutrição consegue ocorrer de maneira mais certeira, evitando o retrabalho e auxiliando a sua comunicação de maneira mais focada e interessante para sua lista de destinatários.

Fonte: ContentTools

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11 Maio A Jornada do Herói: Transformando audiências com histórias

Histórias são um tipo particular da comunicação humana com o objetivo de persuadir uma audiência sobre a visão de quem as conta.

O tipo mais famoso de história é a Jornada do Herói. Joseph Campbell é considerado um dos maiores estudiosos e propagadores da jornada do herói.

Ela já provou sua importância muitas vezes explicando os sucessos de lendas e histórias milenares, como a Odisseia de Homero, Bhagavad Gita e Avatar, o filme de maior bilheteria de todos os tempos.

George Lucas usou a fórmula como um passo-a-passo para a elaboração do universo de Star Wars, uma marca que até agora faturou mais de 20 bilhões de dólares.

E se você é fã de super-heróis ou a adaptação deles no cinema, como a trilogia do cavaleiro das trevas (Batman), você irá adorar esse infográfico.

Veja todos os detalhes sobre a Jornada do Herói no infográfico logo abaixo.

Nesse infográfico, irei compartilhar:

  • O poder das histórias e a jornada do herói
  • A fórmula da jornada do herói em 12 simples passos
  • A jornada do herói segundo a trilogia do cavaleiro das trevas (Batman)

Pensando na importância do assunto, o Viver de Blog produziu um rico infográfico com absolutamente tudo sobre A Jornada do Herói.

Clique aqui na imagem abaixo para baixar uma versão em alta qualidade desse infográfico:

infografico_jornada_do_heroi_600px

» Clique Aqui para baixar uma versão em Alta Resolução desse infográfico «

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Você gostou desse Infográfico sobre A Jornada do Herói?

Espero que você tenha gostado das informações no infográfico para transformar sua audiência em verdadeiras heróis através de histórias memoráveis.

Com esse passo-a-passo do infográfico, você precisa apenas adaptar a sua história dentro dos 12 passos e dos 3 atos da jornada do herói.

E para receber mais infográficos como esse, basta se cadastrar na nossa lista de email para ser o primeiro a receber novas atualizações!

Até o próximo artigo!

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A JORNADA DO HERÓI – TRANSFORMANDO SUA AUDIÊNCIA EM HERÓIS ATRAVÉS DE HISTÓRIAS MEMORÁVEIS

jornada 1

PARTE #1: O PODER DAS HISTÓRIAS E A JORNADA DO HERÓI

jornada 2

Histórias são um tipo particular da comunicação humana com o objetivo de persuadir uma audiência sobre a visão de quem as conta.

As pessoas que contam e acreditam em histórias iguais possuem valores semelhantes. A visão de mundo que temos é, simplesmente, uma coleção de histórias sobre fatos que acreditamos. Logo, uma boa história é fundamental para criar uma sensação de “nós”.

Histórias compartilhadas, valores compartilhados, visões de mundo compartilhadas. A ideia de pertencer a um grupo específico. Sem uma história, não há conflito, porque não é possível existir “nós” se não houver “eles”.

O tipo mais famoso de história é a Jornada do Herói. Ela já provou sua importância muitas vezes explicando os sucessos de lendas e histórias milenares que valeram a pena, como a Odisseia de Homero, Bhagavad Gita e Avatar, o filme de maior bilheteria de todos os tempos.

George Lucas usou a fórmula como um passo-a-passo para a elaboração do universo de Star Wars, uma marca que até agora faturou mais de 20 bilhões de dólares.

Você pode criar ressonância em todos os seus esforços de comunicação e marketing utilizando as ideias de Joseph Campbell, considerado o maior estudioso sobre histórias e mitos, identificando um padrão chamado de “A Jornada do Herói”.

PARTE #2: A FÓRMULA DA JORNADA DO HERÓI EM 12 SIMPLES PASSOS

jornada 3

Ato I

  1. Mundo comum – Consciência limitada de um problema
  2. O chamado à aventura – Aumento da consciência
  3. Recusa ao chamado – Relutância à mudança
  4. Encontro com o mentor – Superação da relutância

Ato II

  1. Cruzamento do limiar – Comprometimento com a mudança
  2. Testes, aliados e inimigos – Experimentando a primeira mudança
  3. Aproximação da caverna profunda – Preparação para uma grande mudança
  4. Provação – Tentativa de uma grande mudança
  5. Recompensa – Consequências da tentativa (melhorias e retrocessos)

Ato III

  1. Estrada de volta – Rededicação à mudança
  2. Ressurreição – Última tentativa de uma grande mudança
  3. Retorno com Elixir – Domínio final do problema

PARTE #3: A JORNADA DO HERÓI, SEGUNDO A TRILOGIA DO CAVALEIRO DAS TREVAS (BATMAN)

jornada 4

AVISO: A seção abaixo contém spoilers da trilogia do filme “Batman, o Cavaleiro das Trevas” (Batman Begins, O Cavaleiro das Trevas, O Cavaleiro das Trevas Ressurge)

Ato I: Partida – Batman Begins

1. O Mundo Comum – Aqui vemos o homem que se tornará o herói em seu ambiente normal, onde há um problema implorando por solução.

jornada 5

Em Batman Begins, vemos uma Gotham que é acometida pela pobreza e invadida por criminosos e corrupção. Bruce cresceu nesta cidade e até perdeu seus pais por conta desses problemas.

Gotham está clamando por alguém para consertar as coisas, mas tal proeza parece impossível. Bruce é levado a agir precipitadamente para vingar seus pais. Ele não age como um herói, mas como um covarde, que atacaria um homem sem se preocupar com as conseqüências, sendo, nesse momento, insensível ao mundo.

2. O Chamado à Aventura – Algo muda tão drasticamente que chama o herói à ação. Ele sente a necessidade de tornar-se algo mais do que um homem comum.

jornada 6

Quando Bruce não consegue matar o assassino de seus pais, ele procura o vilão Falcone que lhe mostra o quão impotente ele realmente é. Bruce, então, sai por conta própria e se junta aos criminosos do mundo, um pequeno passo em direção à luta por justiça.

3. Recusa ao Chamado – O herói não quer ser um herói, não quer a responsabilidade, ele tem medo do que está por vir.

jornada 7

Bruce se encontra na prisão, se escondendo do mundo e não querendo assumir qualquer responsabilidade, ele prefere “praticar” luta com prisioneiros como uma forma de treinamento.

4. Encontro com o mentor – O herói encontra alguém para ajudá-lo em sua transformação de homem comum a herói. Ele é seu mentor, o homem sábio que ensina mais ao homem sobre si mesmo do que ele jamais soube.

jornada 8

Bruce está perdido na prisão até que Henri Ducard (Ra’s al Ghul) aparece para levá-lo embora e ensiná-lo a dominar o medo, dominar seu próprio destino e tornar-se o homem o qual ele sempre foi destinado a ser.

5. O Cruzamento do limiar – O herói aceita que ele deve deixar seu mundo comum para trás, que ele deve entrar em um novo mundo e tornar-se um novo ser.

jornada 9

Ele vai atrás dos vilões, retornando a Gotham para ajudar a livrar sua querida cidade do mal. Bruce cria uma nova identidade, incapaz de ser corrompida.

Nasce a figura do Batman, um morcego, símbolo do medo que ele próprio aprendeu a dominar, buscando agora compartilhar esse medo com seus inimigos.

6. Testes, aliados e inimigos – O herói agora está a sua altura, lutando com seus inimigos, sendo testado fisicamente, emocionalmente e espiritualmente.

jornada 10

A batalha final para Gotham, no final de Batman Begins, obriga Bruce a lutar contra o seu mentor e lutar contra seu próprio medo.

Ato II: Iniciação – O Cavaleiro das Trevas

7.1  Aproximação da caverna profunda (A estrada de Ensaios) – O herói ainda é um soldado e luta por seus princípios.

jornada 11

Batman está mais forte e poderoso, buscando lutar contra os maiores criminosos. Ele é capaz de cruzar oceanos para trazer Lau de volta. Ele ainda não se encontrou com o Coringa. Porém, seu poder e sua influência já estão começando a incomodar.

7.2. Aproximação da caverna profunda (Abordagem) –  É quando o herói reúne aliados e se prepara para a batalha final, a batalha que vai mudar tudo. O herói descobre que não pode salvar o mundo sozinho.

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Batman vê que não pode salvar Gotham por conta própria e busca ajuda de Gordon e Dent, considerando que eles podem ser a única forma legítima de trazer Gotham de volta à sua antiga glória. O melhor exemplo disso é a perseguição no centro de Gotham, quando os três trabalham juntos para pegar o Coringa.

8. Provação – O meio da história se dá quando o herói deve enfrentar seu maior medo, muitas vezes a morte, e aprender que da morte surge uma nova vida.

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Essa fase começa na cena do interrogatório quando Batman perde a paciência e sua mente ao descobrir que Rachel, seu amor, foi apanhada e ele deve, de alguma forma, salvá-la, porém falha. Batman e Bruce ficam emocionalmente abalados ao terem que lidar com a morte de Rachel e não encontram forças para seguir em frente.

9. Recompensa – O herói, tendo enfrentado a morte, tornou-se mais do que apenas um homem, ele é capaz de lutar contra o mal como nunca antes e é recompensado, muitas vezes, por deificação.

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Esta é a parte em que o diretor Nolan brinca um pouco conosco, porque não é o herói Batman que recebe recompensas e aplausos, mas sim Harvey Dent, o homem de duas caras.

Bruce deve sacrificar-se para salvar a cidade que ele ama. Ele deve se tornar o vilão para que a verdadeira paz possa reinar em Gotham.

Batman é o herói que Gotham merece, mas não o que ela precisa agora. Então, é preciso caçá-lo. Porque ele pode aguentar. Porque ele não é o herói. Ele é um guardião silencioso. Um protetor vigilante. Um Cavaleiro das Trevas.

Ato III: Retorno – O Cavaleiro das Trevas ressurge

10.1. A Estrada de Volta (Recusa do Retorno) –  Tendo alcançado seu objetivo, o de ter salvo o seu povo, o herói não vê necessidade de voltar à vida normal e à dor.

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Quando o Cavaleiro das Trevas Ressurge começa, Bruce é, agora, um recluso, se escondendo em sua mansão, uma fonte de histórias e contos dele sendo desfigurado e decrépito. Bruce não quer voltar a participar do mundo, porque ele fez o que precisava ser feito para Gotham e tudo funcionou como era de se esperar.

10.2. A Estrada de Volta (A Luta Mágica) – Algo está ameaçando a recompensa que o herói recebeu. Algo ameaça tomar de volta tudo o que criou a paz, normalmente uma força maior do que se pode esperar.

jornada16

 

Bruce é convencido a voltar ao mundo por Blake e os outros que veem que algo está por vir, algo que está ameaçando Gotham. Bruce percebe que Batman deve retornar, porém ele encontra um homem muito mais forte e poderoso para este velho herói lutar.

Batman é quebrado espiritualmente e fisicamente por Bane e jogado de volta em uma prisão, em paralelo com o início de sua jornada.

10.3 A Estrada de Volta – As necessidades do herói o ajudam a voltar para casa. Ele precisa encontrar seu caminho de volta. Muitas vezes, uma cena de perseguição está envolvida.

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Nessa última seção do último filme da trilogia, Bruce está trancado na prisão e é forçado a assistir a destruição de sua própria cidade. Ele precisa encontrar seu caminho de volta, consertando seu corpo e seu espírito, ao declarar que o medo é quem o tem levado desde o início.

Ele recebe a ajuda de colegas de cela que lhe ensinam que um homem não pode viver sem dor e medo, que ele deve conviver com eles, porque isso é o que torna a vida digna de ser vivida. Bruce finalmente realiza a escalada e volta para casa, onde ele junta forças com Selina e Blake.

11 e 12. Ressurreição / Retorno com Elixir – O clímax final da história é quando o herói é testado pela última vez, diferente de qualquer outra luta que ele teve antes, que o empurra a seus limites e faz com que ele use todo o conhecimento que ganhou ao longo dos anos. O herói é, finalmente, transformado.

jornada 18

Na batalha final para salvar Gotham, Batman e Bruce retornam para retomar o controle da cidade. Ele deve lutar contra o tempo e a força destrutiva final. Batman não só deve enfrentar o seu adversário mais terrível em Bane, mas também lidar com a traição por Talia, até que, finalmente, ele deve sacrificar-se para salvar sua cidade.

Batman não é mais um vilão que Gotham necessita no final de O Cavaleiro das Trevas. Ele foi, finalmente, transformado em mártir final para a justiça, um verdadeiro herói.

12.1 Liberdade para Viver – A jornada do herói está feita, ele pode, finalmente, viver feliz sabendo que o mundo está seguro.

jornada 19

Batman está morto e enterrado, permitindo a Bruce, finalmente, viver a vida que ele nunca soube que poderia ter, tranquila e apaixonada como o vemos vivendo nas cenas finais do filme.

O herói da Trilogia de O Cavaleiro das Trevas não é Batman, mas sim um ser humano em carne e osso que vai além de si mesmo e se move para salvar sua cidade. Bruce é falho, danificado e cheio de cicatrizes, o que o torna mais do que um homem durante sua jornada.

O verdadeiro herói é aquele que percebe que o mundo é maior do que ele, do que seus desejos egoístas e que possui um objetivo pelo qual vale a pena lutar: Um mundo melhor para todos.

 

Fonte:Viver de Blog

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11 Maio Inbound Marketing para imobiliárias: primeiros passos para uma estratégia efetiva

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Desde 2010, o mercado imobiliário no Brasil sofre com uma queda no número de vendas que gera consequência em toda a cadeia – segundo dados da Folha de S. Paulo o número de empregos no setor é o mais baixo desde 2008. O cenário desde então não vem apresentando melhoras. A retração do setor chegou a mais de 30% em outubro de 2015, de acordo com a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio).

Como as expectativas não são boas, muitas empresas encontraram um caminho sem volta: fechar as portas. Para as construtoras e imobiliárias que permaneceram no mercado, a queda na concorrência contribui para a melhoria da situação. Além disso, a busca por alternativas também tem mantido empresas de portas abertas.

Estratégias diferenciadas

Apesar da crise ter desestruturado diversas construtoras, existem imobiliárias que estão conseguindo manter o crescimento – ou pelo menos evitando a retração. Para isso, foi necessário investir em diferentes tipos de estratégias. Foi nesse momento que o Inbound Marketing ganhou espaço no segmento imobiliário.

A primeira vantagem encontrada é a redução de custos com marketing. Por exemplo, para realizar uma publicação de uma página aos domingos (dia com maior circulação) em jornal impresso na região de São Paulo Capital (impacto médio de 320 mil pessoas), o investimento gira em torno de R$440 mil. No digital, esse investimento cai pra R$6 mil (saiba mais aqui).

Além do custo reduzido, o Inbound Marketing permite que seja feita a mensuração de resultados com precisão – sabemos exatamente quantas pessoas clicaram em um anúncio no Google. Por outro lado, não conseguimos medir quantas pessoas foram impactadas por um outdoor, por exemplo.

Inbound Marketing Imobiliário

Com cada vez mais adeptos, é importante mantermos um alinhamento comum sobre como é a atuação do Inbound para imobiliárias, pois existe uma limitação. A forma mais simples de explicar é pensar que uma imobiliária não funciona como um ecommerce. Não conseguimos gerar toda a venda pela internet porque o ticket é muito alto e a venda é complexa. Existem muitas variáveis que influenciam a venda, que vão desde o trabalho do corretor até a aprovação de financiamento em banco, que depende de muitos fatores.

Entretanto, mesmo que o Inbound Marketing imobiliário não seja feito 100% online, as estratégias facilitam a venda e a tornam mais rápida, uma vez que os prospects abordados estão muito mais perto do momento da compra. Por isso, separamos neste post 4 dicas práticas para iniciar um planejamento de Marketing Digital para uma construtora ou imobiliária.

1- Qualificação de Leads

Todo corretor, imobiliária ou construtora possui uma pilha de cartões ou uma lista de emails de pessoas que foram abordadas em lançamentos, feiras e eventos. O que muitas empresas observam como simples dados, para o Inbound Marketing são informações extremamente valiosas. Serão esses contatos o nossos primeiros Leads a serem trabalhados e qualificados.

Importante: Se a sua imobiliária nunca fez nenhum tipo de comunicação via email, ou se faz muito tempo que você não troca mensagens com essas pessoas, vale a pena fazer a higienização da lista primeiro, ou seja, separar os contatos que podem ser usados dos que estão inválidos. Fazer essa prática economiza tempo na prospecção e aumenta as chances de conversão em vendas futuras.

Para esses contatos, devemos iniciar a comunicação com um template de email simples. Nosso objetivo é qualificar esses Leads, uma vez que eles já tiveram um primeiro contato com a sua imobiliária. Aqui valem desde estratégias básicas, como apresentar os novos empreendimentos, até mesmo algo agressivo para venda, como fazer ofertas.

Vale ressaltar que, em paralelo, esses Leads podem receber newsletters quinzenais sobre as novidades da sua imobiliária. Essa é uma ótima forma de ser lembrado, só precisamos tomar cuidado aqui para não enviar aos clientes que já realizaram uma compra a mesma oferta novamente.

2- Geração de Leads

Ao mesmo tempo que os Leads já existentes estão sendo qualificados, é importante que novos Leads sejam gerados. Para isso, temos 2 opções principais:

Oferta fundo de funil (perto da venda)

As ofertas diretas contribuem para geração de Leads mais qualificados, que necessitam de menos tempo de nutrição, agilizando o processo de compra. No caso de imobiliárias, algumas práticas rápidas e simples podem cumprir essa função. Separamos algumas ideias para você colocar no ar já:

    • Landing Page com contagem regressiva para lançamento de novo empreendimento;
    • Ofertas com desconto ou com benefícios como “ganhe cozinha mobiliada” ou “ 2 garagens inclusas se fechar a compra neste mês”;
    • Agendamento de visita ao apartamento decorado;
    • Avaliação do seu imóvel para troca;
    • Vídeo de apresentação do imóvel com demonstração da planta baixa.

Ofertas topo de funil (primeiros passos do Lead)

Com a oferta de fundo de funil rodando, ganhamos tempo para preparar as personas e a jornada de compra, assim como os conteúdos para topo e meio de funil, que já podem servir para nutrição de Leads posteriormente. Aqui, conteúdos educativos que destacam diferenciais dos seus empreendimentos são muito bem-vindos:

    • Manual do inquilino;
    • Comparação entre bairros;
    • Dicas de como melhorar seu apartamento para venda;
    • Importância de ter um prédio com vigilância 24h;
    • Benefícios de morar perto do trabalho;
    • Vantagens de ter academia no prédio.

3 – Segmentação de Leads

Para essas Landing Pages que citamos na dica anterior, vale lembrar que incluir estratégias para segmentação de Leads desde o início facilita o trabalho de nutrição. Por exemplo, para o material de comparação entre bairros, já podemos pedir ao Lead qual a preferência dele e pensar em um fluxo de nutrição específico para aquele bairro. Dessa forma, você envia o conteúdo adequado para a persona ideal, otimizando o processo de decisão de compra.

Já para o “Manual do Inquilino” você pode questionar ao Lead qual o objetivo dele para saber se ele tem interesse em comprar, vender ou alugar. Caso o Lead selecione “alugar” e sua imobiliária não trabalhe com aluguéis, por exemplo, esse Lead não tem potencial para se tornar um cliente, ou seja, ele não precisa participar de um fluxo de nutrição de imediato.

Algumas outras opções de campo também contribuem para a segmentação de Leads, como:

  • Quantos quartos você precisa no apartamento? (Resposta: 2/ 2 a 3/mais de 3)
  • Você possui animais de estimação? (Resposta: sim/não)
  • Você possui filhos? (Resposta: sim/não)

Lembre-se apenas de que todas as informações perguntadas em formulários de Landing Pages devem ter um objetivo futuro. Perguntar apenas para saber, além de não ter finalidade, pode diminuir a conversão de visitantes para Leads.

4 – Parcerias com negócios locais

Se a sua imobiliária está explorando uma região desconhecida ou menos populosa, faz sentido que você procure negócios locais para fazer parcerias. Uma boa ideia é fechar parcerias com restaurantes que ficam nas redondezas para divulgar o novo empreendimento.

Por exemplo, sua imobiliária pode promover concursos culturais do tipo “Por que você moraria no bairro X”, estimulando os clientes a participarem em troca de um jantar grátis naquele mesmo restaurante. Além de você contribuir para o movimento do local, você também capta Leads através de uma Landing Page simples. Lembre-se de colocar um campo “você aceita receber emails sobre o empreendimento X” para garantir uma boa taxa de abertura e clique nas suas campanhas futuras.

O mesmo fluxo funciona para outros tipos de comércio, como salão de beleza, escolas e supermercados.

Resultado

A geração de Leads para topo e fundo de funil, com ações de qualificação de Leads em paralelo, são os primeiros passos para uma estratégia efetiva de Inbound Marketing imobiliário. Com ajustes rápidos e práticos, conseguimos ter pequenos benefícios como a redução no tempo do processo de venda.

Os números de mercado indicam que hoje a decisão de compra leva de 9 a 12 meses. Por isso, quanto antes você iniciar o planejamento a execução de estratégias, mais cedo sua imobiliária vai sentir o impacto dos resultados.

 

Fonte: Resultados Digitais

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