20 abr 11 Mitos sobre Marketing de Conteúdo que você precisa deixar para trás

O Marketing de Conteúdo é uma vertente primordial dentro de uma estratégia de Marketing Digital com foco em resultados. É centrando no conteúdo que a Resultados Digitais prepara as principais ações de marketing da empresa. E esse mesmo modelo que aplicamos internamente é o responsável pelo sucesso de centenas de clientes.

Falando assim, parece fácil imaginar a produção de conteúdo como uma prática de marketing infalível para as empresas, certo? Bem, em partes.

Acontece que, justamente pelo fato de o Marketing de Conteúdo ser um tema bastante discutido, não só boas práticas sobre o assunto são compartilhadas na internet.

Nesse post, vamos fazer esse exercício inverso e explorar alguns mitos sobre Marketing de Conteúdo que você precisa conhecer justamente para, seja por ingenuidade, desconhecimento ou descuido, não aplicar em seu negócio.

Mito #1: Marketing de Conteúdo é sobre a minha empresa

O primeiro mito é, possivelmente, o erro mais primário que as empresas que estão começando a aplicar a metodologia cometem.

Marketing de Conteúdo não é sobre a sua empresa, mas sobre sua persona.

Diferentemente de uma assessoria de imprensa, que, aí sim, é sobre sua empresa, Marketing de Conteúdo é sobre os problemas/dúvidas/curiosidades que sua persona enfrenta e as informações e o conhecimento que você possui para resolvê-los.

As boas práticas de Marketing de Conteúdo preveem que a metodologia funciona para educar e fidelizar seu público-alvo sobre o assunto de seu nicho de mercado. O intuito disso é fazer com que esse conteúdo gere credibilidade e influencie na decisão de compra.

Em outras palavras, é para pessoas que poderão futuramente fazer parte de sua cartela de clientes. É fazer as pessoas conhecerem sua empresa antes de oferecer o produto/serviço.

Mito #2: Marketing de Conteúdo só existe na internet

Apesar de ser uma prática relacionada ao Inbound Marketing, que, aí sim, só é possível por meio da internet, a origem do Marketing de Conteúdo data de antes do desenvolvimento da rede mundial de computadores.

O primeiro registro comprovado de Marketing de Conteúdo vem do século 19. É a revista The Furrow, da John Deere, que em 1895 iniciou sua publicação dando dicas sobre agricultura. A revista ainda está em circulação nos dias atuais e é um exemplo de que Marketing de Conteúdo pode ser feito offline.

Qualquer informação produzida por uma marca, mas que tenha como prioridade passar informação relevante ao invés de fazer publicidade, pode ser considerada Marketing de Conteúdo.

 

Mito #3: Fazer marketing de conteúdo é criar um blog

Um blog é um canal importantíssimo em uma estratégia de Marketing de Conteúdo. Aqui na Resultados Digitais, consideramos o blog como peça fundamental.

No entanto, o Marketing de Conteúdo vai além do blog. É possível produzir conteúdo para vários outros canais. E de várias outras maneiras além de posts.

Além do mais, existem milhares de blogs na internet que não se enquadram como Marketing de Conteúdo, como blogs pessoais ou de notícias.

Mito #4: Preciso publicar todos os dias no blog, pois quanto mais conteúdo, mais resultados!

A publicação diária não é o principal fator que vai determinar o sucesso de uma estratégia de Marketing de Conteúdo, mas sim a publicação periódica.

O Marketing de Conteúdo vai além da simples produção de conteúdo, não é “quanto mais você produz, mais resultados você tem”. Manter uma periodicidade definida é muito mais importante.

Há sim uma relação que diz que, quanto mais posts você tem no blog, maiores são suas chances de ser encontrado nos mecanismos de busca. Ou, ainda, quanto maior for sua biblioteca de eBooks ou vídeos, maiores serão as chances de você ser lido/assistido. Mas isso só acontece se o seu conteúdo for de alta relevância e qualidade.

É pior ter um monte de conteúdo de qualidade duvidosa do que ter uma porção de material mais selecionado, mas de altíssima qualidade. O Marketing de Conteúdo não é sobre publicar o maior número de notícias no menor tempo possível. Ao contrário do jornalismo, não é uma competição em que o imediatismo pode fazer a diferença.

Quantidade é bom, mas a qualidade é o principal fator que vai determinar o sucesso de sua estratégia de conteúdo.

Mito #5: Copiar conteúdo de terceiros é uma forma de escalar a produção de conteúdo

Definitivamente essa não é uma verdade. Além de ser antiético, podendo ser caracterizado até mesmo como plágio, copiar conteúdo de terceiros é nocivo para seu site, pois o Google considera isso como uma má prática e não valoriza resultados copiados nos resultados de pesquisa.

Escalar a produção de conteúdo é encontrar hacks que facilitem a produção como um todo. Em outras palavras, produzir mais conteúdo autoral em menos tempo.

Mito #6: Preciso de um assessor de imprensa para fazer Marketing de Conteúdo

Essa é outra inverdade bastante comum e que acaba causando confusão em muitos iniciantes no Marketing Digital.

Não cabe à função de uma assessoria produzir conteúdo para sua empresa. A assessoria é uma área que possui funções como a criação de releases e o relacionamento com a mídia. Um trabalho bem diferente de um produtor de conteúdo.

É claro que isso não impede que um assessor de imprensa produza conteúdo, apenas os métodos são diferentes. Como dito no mito 1, Marketing de Conteúdo é sobre seus clientes e não sobre sua empresa. O trabalho de assessoria de imprensa é bastante importante, mas é outro trabalho.

Mito #7: Marketing de Conteúdo é sobre gerar tráfego

A geração de tráfego faz parte de uma estratégia de Marketing de Conteúdo e é uma métrica que deve ser analisada mensalmente, mas como acompanhamento e não como métrica final.

No fim das contas, os principais objetivo do Marketing de Conteúdo são: educar a audiência, ser referência e influenciar na decisão de compra.

Ou seja, assim como qualquer outra campanha de marketing, a principal métrica que vai comprovar a eficácia da estratégia de Marketing de Conteúdo é a de número de vendas.

Mito #8: Falar sobre o que eu sei vai matar meu negócio e abastecer meus concorrentes

Esse mito é um medo comum para a maioria das pessoas que fazem Marketing de Conteúdo. Em uma primeira visão, realmente parece que revelar os segredos e o conhecimento de graça irá matar seu negócio, pois as pessoas irão fazer tudo sozinhas e não precisarão de sua ajuda.

Mas, observando por uma ótica um pouco mais profunda, o que acontece na verdade é que, quando você revela seus segredos e entrega todo seu conhecimento de forma gratuita, você acaba criando identificação e respeito com sua persona e tornando-se referência no assunto. Isso é um fator importantíssimo e que influencia fortemente na decisão de compra do cliente.

 

Mito #9: Você deve republicar o mesmo conteúdo em diferentes canais

Em um primeiro momento parece que, quanto mais você replicar o seu conteúdo em diferentes canais melhor será o resultado. Ou seja, publicar o mesmo conteúdo no blog da empresa, no blog pessoal, no LinkedIn, no Medium, como Guest Post em um blog parceiro  etc.

Acontece que isso não é verdade. Como dito no mito 6, o Google valoriza conteúdo único e autoral. Isso não significa que você deva apenas escolher um canal e deixar os outros de lado. O mais inteligente é traçar diferentes estratégias para cada tipo de postagem.

Mas, então, por que publicar conteúdo único em outros canais? Há vários motivos: criar um relacionamento com outra audiência, fortalecer a parceria com outros blogs, aprimorar a estratégia de SEO off page com link building em outros sites, dentre outros.

Mito #10: Marketing de Conteúdo é Inbound Marketing

Apesar de serem duas metodologias que se complementam, não significa que sejam sinônimos. Marketing de Conteúdo está dentro de um conceito de Inbound Marketing, que por sua vez precisa do conteúdo para gerar valor em, no mínimo, uma das etapas do Inbound.

Conteúdo pode ser tanto para atração (para chamar a persona para seu site) como para retenção (para manter o cliente fidelizado por meio de conteúdo gratuito e de qualidade).

 

Mito #11: Marketing de Conteúdo é só uma estratégia de SEO

Marketing de Conteúdo de fato não deixa de ser uma estratégia de SEO, mas isso é apenas uma meia verdade, pois não é a razão de sua existência.

Um conteúdo focado em uma palavra-chave é o primeiro passo para rankear bem esse termo de busca no Google e começar a receber visitas que poderão futuramente ser convertidas em Leads. Porém, Marketing de Conteúdo vai além de uma estratégia de SEO.

Além do mais, com o passar do tempo você acabará tendo uma audiência fiel, que são as pessoas que seguem o perfil de sua empresa nas redes sociais, assinam suas newsletters ou adicionam o seu site nos favoritos. Por isso, é importante que o conteúdo esteja, sim, otimizado para SEO, mas que seja escrito pensando, em primeiro lugar, no usuário.

Conclusão

Apesar de muitos mitos, o Marketing de Conteúdo é uma maneira bastante eficiente de sua empresa ganhar autoridade no mercado, posicionar sua marca na web e influenciar na decisão de compra

 

Fonte: ResultadosDigitais

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20 abr Cresce influência do smartphone nas compras pela internet

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O crescimento de usuários de smartphones também gerou uma nova onda de influência nas compras no comércio eletrônico. De acordo com levantamentos de mercado, o número de pessoas que utilizam o dispositivo móvel para pesquisar e efetuar comprar vem crescendo e já representa parte significante do faturamento do setor.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) cerca de 30% das compras em lojas virtuais em 2016 serão feitas por meio de dispositivos móveis (smartphones e tablets). A parcela representa 57,2 milhões de compras, dentro de um mercado que deve movimentar R$ 56,8 bilhões até o fim do ano, segundo a entidade.

Essa tendência também é apontada por outro levantamento, realizado pela empresa especializada em gestão de comércio eletrônico Betalabs. De acordo com a pesquisa, 33% dos consumidores que acessam as lojas virtuais o fazem por meio de smartphones. O uso de tablets, por sua vez, registra 4% dos usuários. O levantamento foi feito utilizando como base cerca de 300 lojas virtuais gerenciadas pela empresa especializada.

De acordo com Luan Gabellini, sócio-fundador da Betalabs, esse movimento se deve a fatores como a popularização dos smartphones e também a avanços culturais. “Houve, de forma geral, uma redução de custo dos aparelhos e a criação de planos econômicos por parte das operadoras de telecomunicações que aumentaram de forma expressiva a quantidade de usuários”, avalia. “Aliado a esse fator econômico, temos uma mudança cultural das pessoas, que passaram cada vez mais a utilizar os telefones como substitutos do computador.”

Esse movimento foi justamente apurado em uma recente pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com os dados do Suplemento de Tecnologias de Informação e Comunicação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2014, divulgado em abril, para 80,4% da população, o smartphone é o equipamento favorito na hora de navegar.

Especialistas afirmam que esse comportamento do consumidor ao utilizar o smartphone para efetuar compras online força as lojas virtuais a se adequarem.

“Para as empresas que buscam desempenho, como gerar leads e vendas, o investimento em dispositivos móveis cresce acompanhando a evolução do comportamento mobile dos consumidores”, avalia Thiago Bacchin, CEO da Cadastra, agência digital especializada em performance, que trabalha com varejistas como Renner, Livraria Cultura, Lojas Colombo, Camicado, Corello, Le Postiche, entre outras.

‘Responsivo’

Por mais que cada vez mais consumidores acessem lojas virtuais pelo smartphone, poucos e-commerces estão adaptados a responderem de forma adequada no dispositivo. É isso que também aponta uma pesquisa divulgada pelo PayPal, em parceria com a BigData Corp., empresa especializada em captação de grande quantidade de informações. De acordo com o levantamento, o número de websites de comércio eletrônico no Brasil cresceu 21,5% últimos 12 meses encerrados em fevereiro. Porém, somente 16% do total apurado são responsivos aos dispositivos móveis.

“Esse ainda é um número pequeno e mostra que o investimento em mobile não acompanhou o crescimento do comércio eletrônico”, afirma Thoran Rodrigues, CEO da BigData Corp. “Esse dado precisa aumentar, já que os resultados em buscas do Google, por exemplo, dão prioridade às páginas que se adequam a um dispositivo móvel e as compras são cada vez mais feitas por smartphones”, complementa o especialista.

Para Bacchin, da Cadastra, é necessário não só um incremento em sites responsivos e apps para esses dispositivos, mas também em mídia. Gabellini, da Betalabs, por sua vez afirma que o lojista virtual deve se ater ao bom funcionamento no smartphone. “É necessário afinar a tecnologia para oferecer um formato que se adapte a todos os tamanhos de tela com uma preocupação extra na leveza e velocidade para atender também clientes com conexões mais lentas”, afirma.

 

Fonte: EcommerceNews

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20 abr 5 DICAS PARA MELHORAR SUA COMUNICAÇÃO POR E-MAIL

EMAIL (Foto: ThinkStock)

Cada meio de comunicação tem seus prós e contras. O e-mail, por exemplo, permite que você pense o melhor possível em como uma determinada mensagem será passada.

Além disso, não exigem uma resposta imediata, o que pode ser ruim, caso você esteja esperando uma. Por fim, mensagens mal escritas correm o risco de serem mal interpretadas. Para minimizar o risco de ter problemas com seus e-mails, confira dicas, originalmente postadas na revista “Inc.”:

1. Confirme o recebimento
Em muitos casos, a resposta de que o e-mail de alguém chegou até você funciona como um “calmante natural” a muitos de seus contatos. Pessoas que fizeram uma entrevista de emprego com você, por exemplo, esperam ansiosamente uma mensagem sua, mesmo que seja só uma confirmação do recebimento.

2. Revise seu e-mail. De verdade
Antes de enviar, dê uma boa lida no seu e-mail. E, para garantir que você prestará atenção nesta releitura, comprometa-se, sempre, a mudar pelo menos uma palavra do seu texto inicial.

Este truque faz com que a atenção na revisão seja sempre redobrada. O raciocínio se justifica porque muitas vezes os e-mails são escritos com erros de português. E, quando isso não acontece, há sempre algo que pode ser aperfeiçoado.

3. Simplifique sua assinatura
Sabe aquelas assinaturas de e-mail que são arquivos JPG e que, de quebra, falam da importância de não derrubar árvores? Segundo a reportagem, tudo isso se resume a poluição visual. E pode irritar algumas pessoas.

Para garantir que seu e-mail não desperte a ira de ninguém, aposte em uma assinatura limpa, com seu telefone – avalie, de acordo com as correspondências que você recebe, se vale a pena divulgar seu endereço – em que apenas o logo da sua empresa seja uma imagem.

4. Não enrole muito
Um parágrafo de amenidades não faz mal a ninguém. Ainda mais para os brasileiros, que culturalmente hesitam em ir direto ao ponto. Mas não enrole muito. Seja objetivo. Frases com muitos rodeios podem confundir seu interlocutor e, dependendo de sua personalidade, até irritá-lo.

5. Seja didático
Esta dica é valiosa para quem se comunica com pessoas que não são do seu ramo de atuação. Eles precisam entender, de forma clara, o que você faz. Não use tecnicismos. Eles podem ser interpretados como uma “enrolação” de sua parte. Seja claro e didático ao explicar seu trabalho.

Fonte: revistapegn

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20 abr 7 Dicas de como melhorar a taxa de conversão do seu e-mail marketing

Você que já faz campanhas de e-mail marketing, mas tem uma taxa de conversão muito baixa (poucas aberturas, cliques e vendas) e quer entender o que fazer para mudar isso, seguem 7 dicas de como melhorar os resultados do seu e-mail marketing:

 

1. Lista de contatos

Lista de contatos

É de suma importância que a sua lista de contatos seja de pessoas que solicitaram o recebimento da mensagem, pode ser através de um cadastro no seu site para receber algum benefício, conteúdo, ou mesmo através do registro na sua loja física, feira e/ou evento. Esses são os chamados contatos Opt in.

A compra de lista de contatos pode trazer a sua empresa mais prejuízos do que resultados positivos. Quando você envia mensagens de e-mail marketing para contatos que não desejam receber a sua mensagem, isso pode prejudicar a reputação dos seus envios e consequentemente a sua empresa pode ser classificada como Spammer, o que dificulta e muito a taxa de conversão.

Para o e-mail marketing funcionar por muito tempo, foque no “menos”. Ainda que sua lista de e-mails seja pequena, é melhor trabalhá-la com carinho e assim vender sempre, do que conseguir resultado apenas no 1° mês.

 

2. Cadastros cancelados

Cadastros cancelados

Respeite as pessoas que não querem receber a sua mensagem.

A opção de descadastramento deve ser visível, pois isso mostra credibilidade e respeito à privacidade da pessoa.

Entender o motivo das pessoas solicitarem o cancelamento da sua lista também é essencial. Quando isso acontecer, aproveite para questionar o motivo, é simples e os resultados podem ser usados para melhorar cada vez mais as suas campanhas.

 

3. Segmente a sua lista de contatos

Segmente a sua lista de contatos

Para conseguir aproveitar todas as vantagens que uma ferramenta de e-mail marketing tem a oferecer, você precisa entender como ela funciona.

A segmentação de lista de contatos é uma das maneiras mais eficientes, pois desenvolver estratégias direcionadas e enviar de acordo com as características de cada grupo com certeza trará uma interação mais certeira.

Lotar a caixa do destinatário com e-mails aleatórios só irá reduzir o interesse pela empresa, poderá aumentar o número de cancelamentos (descadastramentos) da campanha e isso afetará diretamente a taxa de conversão.

Lembre-se que as pessoas possuem interesses diferentes, portanto, saber e respeitar o que mais agrada cada um dos seus contatos deve ser levado em conta para que a interação seja boa para ambos.

 

4. Layout da mensagem

Layout da mensagem

O formato ideal para enviar as suas peças através de uma ferramenta de e-mail marketing é o código HTML, com imagens e textos, e é importante ainda que a mensagem não seja muito grande, pois isso aumenta a chance da mensagem cair no spam.

Os famosos botões de interação, ou seja, os chamados CTA (chamada para uma ação) são o grande destaque na mensagem. Posicione-o de uma forma que o destinatário não precise rolar muito a tela para chegar até ele.

 

5. Assunto

Assunto

O assunto deve estimular o cliente a abrir a mensagem.

Evite enviar sempre o mesmo assunto em suas mensagens, crie versões diferentes, utilizando de testes A/B para saber qual traz mais resultado de abertura a sua mensagem de e-mail marketing. Às vezes uma palavra poderá mudar tudo e isso será ótimo para o aumento das taxas de conversão (aberturas) das suas mensagens.

Para saber como fazer assuntos infalíveis, confira esse post.

 

6. Personalize a sua mensagem

Personalize a sua mensagem

Um dos melhores benefícios em se fazer e-mail marketing é criar um relacionamento com o destinatário. E para isso, é preciso saber com quem você está falando, por isso, é importante que em sua lista de contatos tenha o nome de cada destinatário, com isso você poderá enviar mensagens personalizadas e mostrar ao cliente que você sabe quem ele é.

O destinatário irá se sentir mais acolhido, como se você estivesse falando apenas com ele.

 

7. Acompanhe os relatórios

Acompanhe os relatórios

É imprescindível entender os relatórios das suas campanhas de e-mail marketing, pois será através deles que irá conhecer o seu público.

Os resultados mostram a data e hora de abertura, por qual dispositivo ele consegue visualizar a mensagem, qual é o provedor de e-mail, o motivo pelo qual está se descadastrando da sua lista e o melhor que é saber quem tem interesse em abrir e clicar na sua mensagem de e-mail marketing.

Entendendo como foi o desempenho da sua mensagem, você poderá criar estratégias melhores para futuras campanhas.

O e-mail marketing é um ótimo recurso para atrair a atenção do seu cliente, criando um relacionamento com os seus contatos, podendo assim vender algum produto e/ou serviço que você ofereça.

Mas, para ter resultado, é necessário criar estratégias, conhecer o seu público, e enviar para quem deseja receber a sua mensagem. Só assim você conseguirá melhorar as suas taxas de conversão, sem se prejudicar com isso.

Agora conta pra mim, você já aplica alguma dessas minhas sugestões no seu dia a dia?

 

Fonte:MediPost

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28 ago 3 motivos para não entregar apenas o que a sua audiência quer nas redes sociais

Criar conteúdo com base em dados e analytics não é suficiente e não trará resultados de negócio para sua empresa

POR MATTHEW PENEYCAD*

socialmedia site
Pode parecer contra intuitivo, mas existe uma boa razão para que o conteúdo de sua empresa na mídia social não seja o conteúdo que você deveria estar criando e publicando.

Cada vez mais, anunciantes nas redes sociais focados no consumidor estão utilizando uma variedade de ferramentas como analytics e vários tipos de pesquisa para determinar temas e formatos para o conteúdo que ressoarão melhor para audiência.

O problema dessa abordagem é que se não há uma correlação forte entre o conteúdo que sua audiência quer e como esse conteúdo impactará os negócios, então oferecer o que eles querem não trará resultados efetivos. Então, qual o sentido?

Veja alguns pontos a serem considerados:

1) O conteúdo que sua audiência quer é relevante somente se sua audiência é relevante
Se você planeja criar e publicar conteúdo baseado na demanda do seu público, então você só deve sustentar a ideia se está confiante de que sua audiência é relevante para seu negócio.

Historicamente e até hoje, há uma ênfase enorme para crescer a audiência de social media de forma rápida. Na maioria das vezes, isso resulta em fãs, seguidores e assinantes que não se encaixam dentro do seu target e possivelmente nem se tornarão consumidores ou influenciadores da sua marca.

Criar e publicar conteúdo para uma audiência sem target não tem sentido para seus consumidores reais.

2) Necessidades do negócio podem exigir a criação de um conteúdo que sua audiência não quer… ainda. Existem circunstâncias, mesmo que sua audiência seja bastante relevantes, que podem fazer sentido em criar e publicar conteúdo que seu público não necessariamente queira.

Um exemplo disso é que se sua empresa está expandindo para um novo produto ou categoria de serviço, essas novas ofertas podem servir um novo segmento de consumidor.

Nesse caso, você pode criar conteúdo para um novo target para atraí-los à sua comunidade na mídia social.

Claro, uma opção é criar novas comunidades para essas ofertas em particular, mas essa abordagem pode não fazer sentido e nem ser viável.

3) Sua audiência pode não saber o que quer
Em minha experiência, quando você pergunta às pessoas o que querem de seu conteúdo, elas regurgitarão algo a que já têm acesso. Se dados e analytics são seu único método para determinar qual conteúdo criar, você não está investindo em algo único e inspirador.

Para evitar a armadilha de criar o mesmo conteúdo que seus concorrentes, arrisque-se e aprenda uma abordagem para a criação de conteúdo. Considere alocar uma certa porcentagem de conteúdo que você cria para experimentar novos formatos e temas, ou variações mais sutis do que deu certo.

*Este artigo foi publicado originalmente no Social Media Today

Fonte:Próxxima

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28 ago Twitter libera ferramenta de Analytics para todos os usuários

Agora você também pode ficar estatisticamente obcecado com a taxa de engajamento dos seus tuítes

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Antes restrita para anunciantes e usuários verificados, agora a ferramenta de métricas do Twitter foi liberada para uso de qualquer usuário que tenha um perfil na rede.

Ao acessar analytics.twitter.com, você precisa apenas informar seu login e senha para ser apresentado a um painel de controle simples, que mostra impressões, engajamento total (quando alguém responde, retuíta, clica ou favorita seu tuite) e taxa de engajamento, o que ajuda a mostrar que tipo de interações costumam ser melhor recebidas pelos seus seguidores.

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A partir da aba ‘Followers’, também é possível ver uma divisão demográfica dos seus seguidores, bem como os seus principais interesses.

Nos meus testes, a ferramenta de métricas do Twitter funcionou tanto em inglês quanto em português.

Para ver dados de um período maior do que os últimos 28 dias, é preciso exportar os dados, que são salvos em um arquivo .csv e podem ser trabalhados em uma ferramenta terceirizada. O único detalhe é que, ao menos por aqui, os arquivos não são de toda a história do seu Twitter – o arquivo que baixei ia até outubro de 2013 apenas.

Fonte:Brainstorm9

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